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PRONAC 2511366Autorizada a captação total dos recursosMecenato

JANTANDO COM AS FERAS

MEMORIA PRODUCOES ARTISTICAS LTDA.
Solicitado
R$ 2,67 mi
Aprovado
R$ 2,67 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Espetáculos artísticos / musicais com itinerância mínima em 2 regiões
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-02-02
Término
2029-02-02
Locais de realização (4)
Belo Horizonte Minas GeraisPorto Alegre Rio Grande do SulRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

Produzir a montagem e circulação do espetáculo "Jantando com as Feras", texto de Vahé Katcha com adaptação de Julien Sibre. Trata-se de uma comédia dramática de ritmo intenso, a qual revela como a cordialidade social pode desmoronar diante de verdades incômodas, refletindo com humor e tensão as fragilidades éticas e morais das relações humanas.

Sinopse

Em 1942, numa cidade da periferia de Paris, Victor Pelissier reuniu seus amigos em seu apartamento para festejar o aniversário da sua esposa Sophie, apesar das restrições da Ocupação Alemã. A noite amigável é brutalmente interrompida por tiros na rua; dois oficiais alemães são mortos. O comandante da SS (polícia do estado alemão), o oficial Kaubach, aparece no apartamento e exige dois reféns, dentre os convidados, para compensar os dois oficiais mortos. Os convidados dispõem de duas horas para escolher entre eles, quem serão os dois reféns entregues para a execução dos nazistas.

Objetivos

OBJETIVOS GERAISO projeto propõe a montagem e circulação nacional do espetáculo "Jantando com as Feras", adaptação de Julien Sibre a partir do texto original de Vahé Katcha. Ambientada em Paris durante a ocupação nazista, a peça transforma um simples jantar entre amigos em uma poderosa metáfora sobre o comportamento humano em situações de crise, revelando, com precisão e sensibilidade, o quanto o medo e a necessidade de sobrevivência podem corromper os laços mais sólidos.Combinando drama psicológico e humor ácido, o espetáculo faz do riso uma ferramenta de reflexão, permitindo que o público reconheça, entre a ironia e o desconforto, suas próprias contradições e fragilidades. Essa abordagem, que equilibra leveza e profundidade, aproxima a peça do público contemporâneo, tornando a experiência teatral tanto divertida quanto provocadora.Além de levar ao palco uma história de grande força emocional, o projeto tem como propósito estimular a reflexão crítica sobre as relações humanas e os valores éticos que sustentam a convivência em sociedade. Ao retratar personagens que oscilam entre coragem e covardia, solidariedade e egoísmo, "Jantando com as Feras" espelha a ferocidade escondida sob as aparências civilizadas, convidando o espectador a questionar o próprio papel diante do medo, da opressão e da moralidade.A relevância política da obra emerge de seu diálogo direto com o Brasil atual, marcado por polarizações e tensões sociais que se manifestam nas relações familiares, afetivas e profissionais. Assim como na França dos anos 1940, o contexto brasileiro contemporâneo evidencia a dificuldade de conciliar empatia, ética e convivência em tempos de crise. O espetáculo, portanto, propõe um olhar crítico e humano sobre o presente, usando o passado como espelho e alerta.Com uma encenação moderna e pulsante, o projeto pretende promover uma identificação imediata com o público, onde cada espectador se reconhecerá, de algum modo, à mesa dessas "feras", reafirmando o papel do teatro como espaço de encontro, diálogo e transformação.Por fim, a montagem brasileira busca valorizar os profissionais das artes cênicas e fortalecer a cadeia produtiva da cultura. OBJETIVOS ESPECÍFICOSRealizar a estreia e temporada de 36 apresentações na cidade de São Paulo, ao longo de 12 semanas (de sexta a domingo), em teatros com capacidade média entre 250 lugares, alcançando um público estimado de aproximadamente 9.000 pessoas;Promover a circulação do espetáculo por quatro capitais brasileiras, totalizando 16 apresentações em teatros de 200 lugares aproximadamente, alcançando um público estimado de 3.200 pessoas:Rio de Janeiro - 8 apresentações (2 semanas, quinta a domingo);Belo Horizonte - 4 apresentações (1 semanas, quinta a domingo);Porto Alegre - 4 apresentações (1 semana, quinta a domingo);Oferecer ingressos com valores médios de R$ 100,00 (inteira) e R$ 50,00 (meia-entrada), além de valores populares a R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia-entrada);Realizar uma palestra gratuita voltada a 500 alunos e professores da rede pública, com o tema: O desenvolvimento da dramaturgia brasileira como espelho das relações humanas. Como o teatro brasileiro também usa o cotidiano para discutir ética, poder e convivência.

Justificativa

"Jantando com as Feras" foi considerada pela crítica francesa uma das mais afiadas metáforas sobre convivência e moral em tempos de opressão. A história retrata um grupo de amigos parisienses durante a Segunda Guerra Mundial que, ao serem forçados a escolher dois deles para morrer, revelam o colapso da civilidade e das aparências sociais.Como observou o crítico Olivier Celik, o grande mérito da obra é confrontar o espectador com suas próprias fraquezas, ou seja, o que faríamos se estivéssemos no lugar dos persoangens? Essa pergunta simples, porém devastadora, transforma a peça em um espelho atemporal sobre nossas escolhas e sobre a tênue linha entre heroísmo e submissão. A adaptação de Julien Sibre revitalizou o texto de Vahé Katcha, mantendo sua densidade histórica e atualizando-o para um público contemporâneo, o que lhe rendeu três prêmios Molière e mais de 700 apresentações na França.A encenação brasileira parte desse legado para provocar reflexões sobre ética, covardia, empatia e poder, temas universais que se mantêm urgentes. O diálogo entre arte e história ganha ainda mais relevância quando relacionado às pesquisas do historiador Rodrigo Nabuco de Araújo, que demonstram como o "colaboracionismo francês", tema central da peça, transcendeu o contexto europeu, influenciando políticas autoritárias inclusive na América Latina. Essa ponte histórica mostra que o comportamento humano diante do poder e do medo é recorrente e global. A peça provoca o espectador a refletir sobre a fragilidade da ética, a hipocrisia cotidiana e o limite da lealdade quando a sobrevivência está em jogo, temas profundamente humanos e ainda urgentes.Assim, "Jantando com as Feras" transcende seu contexto original e ressoa fortemente no Brasil atual, marcado por polarizações, crises morais e fragilidade dos vínculos humanos.O projeto se enquadra nas finalidades da Lei nº 8.313/1991 (Lei Rouanet), especialmente nos seguintes dispositivos:Inciso II - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;Inciso IV - Prover os meios para que a produção, a difusão e o acesso aos bens e serviços culturais se realizem em todo o território nacional;Inciso VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memóriaE atende aos objetivos do Art 3º nos incisos e alíneas abaixo:Inciso II - fomento à produção cultural e artística, mediante; c- realizações de espetáculos de artes cênicas;

Acessibilidade

PRODUTO PRINCIPAL: PEÇA TEATRALAcessibilidade física: as apresentações serão realizadas em locais (teatros) que propiciem acesso fácil para portadores de deficiência física, idosos e gestantes, além de estrutura de banheiros adaptados.Acessibilidade para deficientes visuais: serão promovidas 3 sessões da peça com audiodescrição na cidade de São Paulo.Acessibilidade para deficientes auditivos: haverá um intérprete de libras para deficientes auditivos em uma sessão de cada cidade contemplada, no total de 4 apresentações acessíveis aos deficientes auditivos.Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: haverá um assistente de produção para prestar auxílio para este público e seus familiares.PRODUTO SECUNDÁRIO: PALESTRAAcessibilidade Física: rampas, corrimões, banheiros adaptados, espaço para cadeirantes.Acessibilidade para Deficientes Visuais: este produto já é acessível aos deficientes visuais por tratar-se de uma palestra oral e gravada.Acessibilidade para Deficientes Auditivos: haverá um Intérprete de libras durante a palestra.Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: haverá um assistente de produção para prestar auxílio para este público e seus familiares.

Democratização do acesso

O critério utilizado para doação e venda dos ingressos cumprirá o estabelecido no artigo 46, da Instrução Normativa 23, de 5 de fevereiro de 2025: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; III - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituição públicas de ensino; IV - 20% dos ingressos serão vendidos ao preço promocional de R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia); Realização de um ensaio aberto na cidade de São Paulo para um público de 200 alunos de escolas públicas e/ou pessoas de grupos minoritários ou comunidades em vulnerabilidade social, tais como pessoas negras, povos indígenas, comunidades quilombolas, povos e comunidades tradicionais, populações nômades, pessoas em situação de rua, pessoas LGBTQIAPN+, , diversos tipos de ONGs de apoio social, cultural, educacional, associações de bairros, entre outros tipos de Instituições que tenham interesse, beneficiários do Bolsa Família e inscritos no CadÚnico; Outras medidas de democratização: Conforme inciso II, do artigo 49, da Instrução Normativa 23, de 5 de fevereiro de 2025, o proponente realizará uma palestra gratuita para 500 alunos e/ou professores de escolas e universidades públicas, sobre O desenvolvimento da dramaturgia brasileira como espelho das relações humanas. Como o teatro brasileiro também usa o cotidiano para discutir ética, poder e convivência.

Ficha técnica

A empresa proponente, representada por seu sócio Ruy Cortez, será responsável pela coordenação do projeto estando a frente das decisões gerenciais do mesmo, sendo remunerada através das rubricas de coordenação do projeto e direção artística.RUY CORTEZ - COORDENAÇÃO DO PROJETO E DIREÇÃO ARTÍSTICAÉ diretor teatral, pedagogo, curador artístico e programador teatral. É sócio-fundador e diretor artístico da Companhia da Memória, vice-presidente da Associação Amigos do TBC e do Teatro Brasileiro (AATBC) e foi sócio-fundador e diretor artístico-pedagógico do Centro Internacional de Teatro Ecum (CIT-Ecum). Suas direções mais recentes são O Jardim das Cerejeiras (2025), As Três Irmãs e A Semente da Romã (2022), com texto e dramaturgia, respectivamente, de Anton Tchékhov e Luís Alberto de Abreu (vencedor dos prêmios SHELL e APCA especial na categoria de melhor direção). Mais remotamente, dirigiu A Louca de Chaillot, com Cleyde Yáconis, agraciada por sua atuação com o Prêmio APCA 2006, Hilda Hilst O Espírito da Coisa, com Rosaly Papadopol, contemplada por seu trabalho como atriz com o Prêmio APCA 2009, Horário de Visita, A Casa Antiga e Ophélias. Mestrando em Pedagogia do Teatro, na área de Formação do Artista Teatral no programa de Pós-Graduação da ECA/USP, graduou-se em Direção Teatral também pela ECA/USP. É pesquisador do Sistema Stanislavski e das áreas de Pedagogia e Encenação do Teatro Russo, realizou três residências artísticas em Moscou. A primeira em 2006, no GITIS (Academia Russa de Arte Teatral), junto a um grupo de atores para a pesquisa e preparação do espetáculo Lázaro, a partir de Crime e Castigo de Dostoiévski, que estreou em São Paulo no mesmo ano. Voltou a Moscou em 2009 no Teatro de Moscou sob a direção de Oleg Tabakov e em 2011, contemplado pela Funarte com a Bolsa Residência em Artes Cênicas por sete meses no Teatro de Arte de Moscou (MXAT), na Faculdade ligada ao Teatro de Arte e no Centro Meyerhold. Por seu trabalho como curador artístico da programação de espetáculos do Centro Internacional de Teatro Ecum (CIT-Ecum), foi indicado junto ao conselho gestor dessa instituição, ao Prêmio Shell de Teatro 2013 na categoria inovação, pela realização plural de seu projeto artístico-pedagógico. O CIT-Ecum entre outros projetos é correalizador das cinco primeiras edições da Mostra Internacional de Teatro de São Paulo (MITsp). Seus espetáculos receberam mais de quarenta nominações a prêmios como; Prêmio Zé Renato, Prêmio ProAc Produção e Circulação, Prêmio Myriam Muniz, Governador do Estado de São Paulo, APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte), Shell, Aplauso Brasil, R7 Melhores do Teatro, Cooperativa Paulista de Teatro, Quem Acontece, Qualidade Brasil, Bravo.DANIEL FALLEIROS MIGLIANO - ATORAtor formado pela Escola de Arte Dramática EAD-ECA-USP com pós-graduação em direção pela Escola Superior de Teatro e Cinema ESTC-IPL de Lisboa. Dentre os espetáculos como ator destacam-se: "Sonata Fantasma Bandeirante " de Francisco Carlos, onde interpretava o pai Bandeirante par da personagem de Alessandra Negrini, "Os Lusíadas " produção de Ruth Escobar e direção de Iacov Hillel, como o Capitão Vasco da Gama, "Pedro e Vanda " direção de Cristina Mutarelli onde fazia o personagem Pedro o namorado de Vanda vivida por Gabriela Duarte, "Push-up" de Roland Schimmelpfennig e direção de César Baptista onde vivia o personagem Robert, O Interrogatório " de Peter Weiss com direção de Eduardo Wotzic onde era o personagem Advogado. JOÃO VASCO - ATORJoão Vasco é ator, cientista político e produtor. Formado pela UNIRIO e com passagem pelo lendário grupo Nós do Morro, recebeu indicações a prêmios por seu trabalho com a obra de Nelson Rodrigues. Iniciou sua trajetória na Companhia da Memória como aluno e produtor dos Estúdios de Atuação voltados ao sistema Stanislavski — hoje, integra o núcleo artístico e assina a direção de produção. Nos palcos, deu vida a obras potentes do teatro como Punk Rock (2018 e 2023) de Simon Stephens, As Três Irmãs e A Semente da Romã (2020 a 2022), vencedoras dos prêmios Shell e Apca na categoria melhor direção e O Jardim das Cerejeiras (2025), ambas de A. Tchekhov. Neste novo momento da companhia, mergulha no desenvolvimento do seu primeiro monólogo, que toca em um dos temas mais pulsantes das artes no mundo.LUCIANNO ANDREY - ATORLucianno Andrey é ator formado pela Escola de Arte Dramática, versionista e tradutor, cantor, produtor e diretor. Ao longo de 28 anos de carreira, já protagonizou grandes espetáculos no Brasil. Foi protagonista em importantes produções, como a montagem original de Priscilla, a Rainha do Deserto (2012), interpretando Gleb em Anastasia (pela T4F) e Riff em West Side Story (com produção de Jorge Takla), entre outros. Além disso, atuou em espetáculos teatrais como Mambo Italiano e A Golondrina. Em 2015, idealizou, produziu e dirigiu o musical Nuvem de Lágrimas, que esteve em cartaz no Teatro Bradesco e no Oi Casa Grande, obtendo grande sucesso de público e crítica. Entre seus principais trabalhos na TV, destacam-se o papel de Nazir na novela Alto Astral, da Rede Globo; sua participação no elenco do programa Olívias na TV, do Multishow; e, atualmente, sua atuação como Chef Rui na série Luz, produzida pela Netflix. Como tradutor e versionista, atua ao lado de Bianca Tadini, sendo responsável pela versão de mais de doze musicais e outras peças de teatro. Dentre eles, destacam-se O Rei Leão, Elvis: A Musical Revolution, Jesus Cristo Superstar, Mudança de Hábito e Funny Girl (pelos quais recebeu o Prêmio Bibi Ferreira de Melhor Versão), Peter Pan, o musical da Broadway, e Anastasia. Atualmente, assina a tradução do musical Dreamgirls, em cartaz no Teatro Santander, e prepara a versão brasileira do musical Hades Town. Anunciou recentemente o retorno de sua produtora, Livre Entretenimento, que está em pré-produção dos musicais Guys and Dolls e O Beijo da Mulher-Aranha, além de outros novos títulos a serem divulgados em breve.LUCIANO CHIROLLI - ATORCom 42 anos de atuação, Luciano Chirolli é formado pela EAD/ECA- USP. É considerado pela crítica o ator de sua geração que mais participou de montagens consagradas do grande autor russo Anton Tchekhov. Foi responsável pela encenação de “ No Alvo”, texto de Thomas Bernhard, ao lado da atriz Maria Alice Vergueiro, que lhe rendeu uma indicação ao prêmio Shell de melhor diretor e prêmio Sharp de melhor espetáculo. Já foi contemplado com os prêmios SHELL, Mambembe e Governador do Estado como melhor ator. Seu encontro com a diretora Christiane Jatahy em” Leitor por Horas” de Sanchis Sinisterra lhe rendeu sua primeira indicação ao prêmio APCA. Com “Gotas D’Água sobre pedras escaldantes” de R. Fassbinder, direção de Rafael Gomes, teve sua segunda indicação ao prêmio Shell como melhor ator. Com o espetáculo “Why The Horse? de seu grupo Pândega, consegue mais um sucesso de público e são convidados pelo Sesc para a abertura do Circuito Palco Giratório. Em comemoração aos seus 30 anos de carreira encenou um dos seus maiores sucessos, “Memórias de Adriano” uma adaptação para o teatro do livro homônimo de Marguerite Yourcenar, que o levou novamente a indicação a vários prêmios como o Questão de Crítica. Sua experiência se juntou com o talento de vários diretores importantes da nossa cena, como Aderbal Freite Filho, Cibele Forjaz, William Pereira, Enrique Diaz, Renato Borghi, Cacá Rosset, Marcia Abujamra, entre outros. Sua parceria de 28 anos com Maria Alice Vergueiro culminou com a fundação do Grupo Pândega com montagens de relevância para a cena teatral brasileira, participando de vários festivais internacionais em Portugal, Espanha, País Basco, Cuba, Colômbia, Costa Rica, Venezuela e Estados Unidos com obras de Garcia Lorca e Jean Cocteau. No cinema teve importantes encontros com excelentes diretores como Philipe Basrcinsky, Toni Venturi, Flavio Tambellini, Sérgio Rezende, André Ristum, Marcus Baldini, João Jardim e Rafael Gomes que juntamente com Esmir Filho criaram o curta metragem “Atoll cena5” que lhe rendeu o prêmio Kikito de melhor ator no Festival de Gramado. Seu trabalho mais recente é no premiado filme “ O agente secreto” de Kleber Mendonça Filho. MARCELO BACCHIN - ATOR E CENOGRAFIAAtor e cenógrafo de festas há 26 anos. Formado no Centro de Artes e Educação Célia Helena, onde realizou o Curso Técnico Profissionalizante, depois a Faculdade de Atuação e onde ainda cursou aulas na Pós Graduação em Direção e Atuação. Realizou ainda formação de ator em cinema na Academia Internacional de Cinema (AIC). Seus últimos trabalhos como ator são: “O Céu Fora Daquela Janela” de Lucy Kirkwood, com direção de Johana Albuquerque, “Volpone” de Ben Johnson, com direção de Bete Dorgam, “Tartufo” de Moliére, com direção de Simone Boer, “O Julgamento de Luculus” de Bertolt Brecht, com direção de Fernando Nitsch, “Solilóquios” de William Shakespeare, com direção de Gabriel Miziara, “A Morta” de Oswald de Andrade, com direção de Joana Dória. Integrou uma série de treinamentos de ator: “Laboratório Dois Olhares em Perspectiva: Meyerhold e Stanislávski” com Maria Thaís, “Ler em Voz Alta” com Mika Lins, "Criação e Atuação para a Câmera" com Walter Rippel, "Intensivo de Atuação" com Lee Taylor, "Amar o Tempo" com Marcos de Andrade, "Monólogos para o audiovisual” com Adriana Pires e Daniel Lopes, "Da Idéia à Cena" com Malu Bazan e "Quando Acende a Camêra" com Eduardo Milewics, “Sistemas em Perspectiva: Viewpoints” com Miriam Rinaldi e “Sistemas em Perspectiva: Laboratório Stanislávski” com Ondina Clais e Ruy Cortez. Treina continuamente com Lucia Gayotto, “Voz e Palavra”.ONDINA CLAIS - ATRIZÉ atriz, professora e também diretora artística da Companhia da Memória. Na Companhia, recentemente atuou em O Jardim das Cerejeiras (2025), As Três Irmãs e A Semente da Romã (2022), com texto e dramaturgia de Anton Tchekhov e Luís Alberto de Abreu (Prêmio APCA 2022 Especial e Prêmio SHELL 2022), Evocação de Patrícia Galvão -Pagu (out/2021), codirigiu A Dócil (2021), adaptação audiovisual para a novela homônima de Fiódor Dostoiévski, atuou em A Semente da Romã, obra audiovisual com dramaturgia de Luís Alberto de Abreu (2020), contemplada com o prêmio Zé Renato da Secretaria Municipal de Cultura da cidade de São Paulo, a obra audiovisual Desmontagem | As Três Irmãs e A Semente da Romã_minidoc.processo (2020), a obra audiovisual Desmontagem | As Três Irmãs e A Semente da Romã_minidoc.monólogos (2020), Réquiem para o desejo (2018) de Alexandre Dal Farra e nas versões audiovisual e digital do monólogo Katierina Ivânovna - K.I. (2020/2018/2017) de Fiódor Dostoiévski. Ao lado de Ruy Cortez, co-dirigiu outras duas obras da Companhia, Punk Rock (2018-2023) de Simon Stephens e Coração na Bolsa (2012) de Marcus Leoni, além de ministrar uma série de workshops sobre o sistema de Stanislávski em instituições como: Oficina Cultural Oswald de Andrade, Centro Cultural Barco, Centro Compartilhado de Criação e Centro Internacional de Teatro Ecum.PASCOAL DA CONCEIÇÃO - ATORÉ ator, diretor, locutor, dublador e produtor teatral. Tem longa carreira no teatro brasileiro com participações marcantes principalmente no Teatro Oficina. Na TV fez sucesso como Doutor Abobrinha na série CASTELO RÁ TIM BUM e também como o escritor Mário de Andrade na série UM SÓ CORAÇÃO. No Teatro Oficina, dirigido por José Celso Martinez Corrêa, esteve em espetáculos como HAM-LET, BACANTES, PRA DAR UM FIM NO JUÍZO DE DEUS, entre outros. Trabalhou com diretores como BIBI FERREIRA, MAURO MENDONÇA FILHO, RUY CORTEZ, GABRIEL VILELLA, MONIQUE GARDENBERG, CARLOS ALBERTO SOFREDINI, FELIPE HIRSCH, entre outros. Em novelas esteve em “Caminho das Índias”, “Deus Salve o Rei” e no cinema em SALVE GERAL e OLGA.TUNA DWEK - ATORTuna Dwek é atriz de teatro, cinema, TV e streaming, locutora e intérprete em vários idiomas e colunista de cinema. Foi repórter colaboradora da Folha de São Paulo, colunista no Blog de Rubens Ewald Filho e na Revista da Cultura. Foi condecorada pelo governo francês como “Chevalier des Arts et des Lettres” pelo Ministro Frédéric Mitterand, da Cultura e Comunicação. Acumula 29 prêmios em festivais de cinema Independente e teatro, entre eles, o prêmio Bibi Ferreira e prêmio Aplauso Brasil de melhor atriz coadjuvante por “A Noite de 16 de Janeiro”, de Ayn Rand e o Los Angeles Brazilian Film Festival por sua atuação em “A grande vitória”, de Stefano Capuzzi Lapietra. Recebeu também o “Life Achievement Award” no LABRFF. É autora de três livros da Coleção Aplauso. Em Teatro foi dirigida por Yara de Novaes, Jorge Takla, Iacov Hillel, Jô Soares, Helena Ignez, Mika Lins, Ruy Cortez, Marco Antonio Pamio, entre outros. Em cinema, atuou em curtas e longa metragens como “Anjos da Noite”, de Wilson Barros, “Marighella” de Wagner Moura; “Meu Amigo Hindu”, de Hector Babenco; “Quando eu era vivo”, de Marco Dutra; “Neighbours”, de Mano Khalil; “Après”, de Kirill Serebrennikov, “A Primeira Missa” e “Di Cavalcanti”, de Ana Carolina; “O Filho de Mil Homens”, de Daniel Rezende. Na TV Globo, trabalhou em novelas como “Da Cor do Pecado”, “Ti Ti Ti”, “Sangue Bom”, “I love Paraisópolis” e nas minisséries, “Um só coração” e “JK”, ambas de Alcides Nogueira e Maria Adelaide Amaral, entre muitas outras. No streaming esteve em séries na Netflix (“Sintonia” e “O Escolhido”), Globoplay (“Notícias Populares”), Starplus (“O Rei da TV”), HBO (“Os ausentes”) e Multishow (“Eu, Ela e um milhão de Seguidores”).MARISTELA BUENO - PRESTAÇÃO DE CONTASProdutora, roteirista e advogada. Formada em Direito pela Universidade Paulista, em Rádio e TV pela Universidade Bandeirante e pós-graduada em Direito do Entretenimento pela ESA – OAB/SP. Diretora da Pipoca Cultural, empresa que presta serviços de gestão de projetos incentivados nos segmentos de artes cênicas, visuais, humanidades e audiovisual, assessoria jurídica, produção executiva, criação de roteiros e produção de eventos culturais e corporativos. Iniciou sua carreira como produtora e roteirista em 2004. Entre 2007/2020 foi produtora executiva, roteirista e consultora jurídica da Escola de Atores Wolf Maya, trabalhando com os diretores Wolf Maya, Michael Rumam, Del Rangel, Mauro Batista Vedia, Eliana Fonseca, Renato Simões, Sérgio Ferrara, Marco Antônio Braz, Sandra Corveloni, Zé Henrique de Paula, Marco Antonio Pâmio, Ruy Cortez, Elias Andreatto, Kleber Montanheiro, Dan Rosseto, Kiko Marques e Hugo Coelho. Em 2021/22, trabalhou como produtora no Reality Masterchef edições 8 e 9, da TV Bandeirantes e produtora de conteúdo dos Realities “A Grande Conquista” edições e e 2, em 2023 e 2024 e “A Fazenda” edições 13, 14, 15, 16 e 17 (2021 a 2025), da Tv Record. É autora da peça teatral Biografia Não Autorizada (2013) e do premiado curta metragem Nóia - Um Dia No Limite (2015), com direção de Elder Fraga, o qual foi finalista em mais de 55 festivais brasileiros e internacionais, inclusive do Festival de Cannes, além de ganhar 30 prêmios, sendo premiada como melhor roteirista do I Festivou – Festival Audiovisual Independente Brasileiro. Como gestora realizou os seguintes espetáculos: “Rock Show o Musical”, de Hudson Glauber – Direção Hudson Glauber – 2008 (Teatro Brigadeiro); “O Inspetor”, de Nikolai Gogol – Direção: Hudson Glauber – 2011 (Teatro Nair Bello); “A Dama do Mar”, de Henrik Ibsen– Direção: Sérgio Ferrara – 2012 (Teatro Nair Bello);“A Hora Perigosa”, de Clara Meirelles – Direção: Daniel Herz – 2014 (Teatro Fashion Mall - RJ); “O Semeador”, de Gabriel Chalita – Direção Hudson Glauber – 2015/2016 (Teatro MuBE); “A Serpente”, de Nelson Rodrigues – Direção Eric Lenate – 2017/2018 (Teatros Viradalata e Faap);“Relaxa que é Sexo”, de Wolf Maya – Direção Wolf Maya – 2018 (Teatro Nair Bello); “Muito Louca”, de Gabriel Chalita – Direção Hudson Glauber – 2018 (Teatro Raul Cortez); “Irmãs Siamesas”, de José R Siqueira – Direção Sebastien B Michel – 2018 (Teatro A. Francesa); “Avesso”, de Daniel Torrieri Baldi – Direção Hudson Glauber – 2018/2019 (Teatro Nair Bello); “Irineu”, de Tiago Luchi – Direção Ricardo Grasson – 2024 (Teatro Marte Hall); “Funny Girl- A Garota Genial” – Direção Gustavo Barchilon – 2024 – (Teatro Porto Seguro); “O Papel de Parede Amarelo e Eu” – Direção Denise Stoklos e Alessandra Maestrini, - 2025 (Teatro FAAP); “O Palhaço Está Sem Graça” – Direção Hudson Glauber – 2025 (Teatro Nair Bello);“Dream Girls” – Direção Gustavo Barchilon – 2025 (Teatro Santander);

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.