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O Pássaro Selvagem é um espetáculo de artes cênicas em homenagem aos 80 nos de vida e 60 anos de trajetória artística de Ney Latorraca. Como contrapartida social o projeto realizará, gratuitamente, uma palestra, com a participação de parte da equipe do espetáculo, sobre o processo de encenação da peça, para 10% do quantitativo de público previsto no plano de distribuição (composto por estudantes e professores de instituições públicas de ensino).
O Pássaro Selvagem é um espetáculo de artes cênicas, teatral em homenagem aos 80 nos de vida e 60 anos de trajetória artística de Ney Latorraca. Trata-se de uma coletânea de cenas, fragmentos e personagens de William Shakespeare, entrelaçados com a dramaturgia e tradução de Geraldo Carneiro, sob direção de Gilberto Gawronski. A Escudero Produções assina a direção de produção da peça. Em O Pássaro Selvagem, o público poderá conhecer ou reconhecer algumas das histórias mais populares de Shakespeare, num espetáculo que, além de revisitar a comédia, a tragédia e o drama, sugere uma nova leitura do bardo inglês, em que suas tramas e personagens passam a dialogar de forma imprevista e inovadora, como se fizessem parte de uma mesma história e compusessem um único painel. Em cena, estarão Edi Botelho e Rodrigo Pandolfo, celebrando toda a trajetória e matéria-vida imprescindíveis deste importante nome da cultura brasileira para as artes cênicas de nosso país. Classificação Indicativa etária: 12 anos
O projeto O Pássaro Selvagem apresenta os seguintes objetivos:Realizar temporada do espetáculo na cidade do Rio de Janeiro, no primeiro semestre de 2026. Homenagear e celebrar os 80 anos de vida e 60 anos de carreira de Ney Latorraca, um dos maiores nomes da cena brasileira. Apresentar ao público a obra de William Shakespeare, revisitada pelo imortal Geraldo Carneiro, passando pelas tragédias, comédias e peças históricas do bardo inglês. Oferecer ao público um espetáculo de qualidade, que conta com uma ficha criativa e técnica de referência para o teatro nacional. Contribuir para ampliação do acesso da população aos bens e serviços culturais, apoiando a produção e a expressão artística e fortalecendo a economia criativa e desenvolvimento da cidade do Rio de Janeiro.O projeto O Pássaro Selvagem apresenta os seguintes objetivos específicos:Do produto principal / espetáculo de artes cênicas: - Realizar, no segundo semestre de 2026, 24 apresentações do espetáculo na cidade do Rio de Janeiro. temporada do espetáculo na cidade do Rio de Janeiro. Da contrapartida social / ação formativa:- Realizar, gratuitamente, 1 palestra, com a participação de parte da equipe do espetáculo, sobre o processo de encenação da peça para 10% do quantitativo de público previsto no plano de distribuição (composto por estudantes e professores de instituições públicas de ensino).
A realização do projeto O Pássaro Selvagem justifica-se plenamente por seu alto valor artístico, cultural e simbólico. Idealizado originalmente por Ney Latorraca, um dos maiores nomes das artes cênicas brasileiras, o espetáculo transforma-se, após seu falecimento em dezembro de 2024, em uma homenagem comovente e necessária à sua trajetória de mais de seis décadas dedicadas ao teatro, à televisão e ao cinema.A montagem reafirma a importância de Ney Latorraca como referência de excelência e inovação, ao mesmo tempo em que preserva sua visão criativa por meio da dramaturgia inédita de Geraldo Carneiro, da direção de Gilberto Gawronski e da atuação de artistas como Rodrigo Pandolfo e Édi Botelho, garantindo a integridade e a continuidade artística do projeto. Reunindo profissionais de destaque na cena nacional, o espetáculo propõe uma leitura contemporânea da obra de William Shakespeare, promovendo o encontro entre o clássico e o moderno com profundidade estética e apelo popular.Ao ser encenado no Rio de Janeiro — cidade de forte tradição teatral — o projeto reforça seu compromisso com a democratização do acesso à cultura, o estímulo à formação de novos públicos e o fortalecimento da economia criativa. Com linguagem acessível e abordagem inovadora, O Pássaro Selvagem amplia o repertório cultural dos espectadores e contribui para a valorização da memória e da identidade artística brasileira.O projeto prevê a necessidade do uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, uma vez que, pretende captar recursos junto a empresas que patrocinam projetos de cultura, utilizando a Lei Rouanet como principal ferramenta de incentivo. Para tanto, a proposta se enquadra nos seguintes incisos do Art 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. E o projeto alcançará os seguintes objetivos previstos no Art. 3º da referida norma: IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
Não se aplica.
O projeto O Pássaro Selvagem apresenta como produto Espetáculo de artes cênicas de mesmo título, com classificação indicativa de 12 anos Com duração de 90 minutos.Por se tratar de um espetáculo inédito, especificações técnicas – como: material cenográfico, rider de luz e rider de som serão definidas ao longo do processo de criação da peça. E seguem abaixo as especificações técnicas do material de divulgação do espetáculo:- Banner- Convite virtual- Flyer virtual- Material de divulgação para manutenção de redes- Mídia virtualContrapartida Social:Palestra,com duração de até 60 minutos, classificação indicativa de 12 anos
O projeto O Pássaro Selvagem compromete-se com as seguintes ações de acessibilidade: Acessibilidade física: O espetáculo será realizado em teatros devidamente equipados com rampas de acesso e instalações sanitárias adequadas para atender às necessidades de idosos, pessoas com deficiência física e usuários de cadeiras de rodas, bem como, local apropriado para sua acomodação (e de seu acompanhante) na plateia. Acessibilidade de Conteúdo: - Acessibilidade para contemplar pessoas com deficiência auditiva: Realização de apresentações com tradução em Libras. - Acessibilidade para contemplar pessoas com deficiência visual: Realização de apresentações com Audiodescrição- Acessibilidade para pessoas com deficiência intelectual: Nos dias de espetáculo, reserva de lugares (com acompanhante) nos corredores, perto da saída de emergência; atendimento preferencial, priorizando a entrada antecipada, evitando filas de espera e desconforto com aglomeração e; assistência pessoal para conduzir o espectador (com acompanhante) até o seu assento na plateia
A produção do espetáculo O Pássaro Selvagem pretende contribuir com o processo de democratização de acesso por meio de ações sociais em parceria com a Secretaria de Educação do Estado do Rio de Janeiro e instituições socioculturais que trabalhem com população de baixa renda. A intenção é disponibilizar 10% de ingressos para esse público em todas as apresentações da peça; lembrando que o poder transformador da cultura está presente em ações que enxergam na arte um caminho para a cidadania. Além disso, a produção se compromete em realizar um ensaio aberto gratuito do espetáculo. O projeto O Pássaro Selvagem pretende organizar a distribuição dos ingressos do espetáculo da seguinte forma:- 50% dos ingressos serão comercializados com valores de:R$ 120,00 (inteira) e R$ 60,00 (meia)- 20% dos ingressos serão comercializados com valores de:R$ 50,00 (inteira) e R$ 25,00 (meia) - 10% dos ingressos serão distribuídos gratuitamente com caráter social e educativo. - até 10% dos ingressos serão distribuídos de forma gratuita promocional para os patrocinadores do projeto, de maneira proporcional ao investimento efetuado. - até 10% dos ingressos serão distribuídos de forma gratuita promocional em ações de divulgação do projeto.Os ingressos destinados às ações sociais e educativas (10%) serão oferecidos a alunos e professores da rede pública de ensino do Estado do Rio de Janeiro e/ou organizações socioculturais que contemplem população de baixa renda.Em complemento, de acordo com a medida VI, do Art. 28 da IN nº 01 de abril de 2023 (descrito abaixo), o proponente se compromete em realizar, gratuitamente, 1 ensaio aberto na cidade do Rio de Janeiro.VI - Realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;
A proponente do projeto O Pàssaro Selvagem assumirá as funções e realizará as atividades de coordenação do projeto, direção de produção, sendo remunerada pelas rubricas de mesmos nomes. Como a proponente assumirá uma função de coordenação no projeto, não há ocorrência de intermediação. Seguem abaixo os currículos dos principais envolvidos no projeto: Geraldo Carneiro Sexto ocupante da Cadeira 24, eleito em 27 de outubro de 2016, na sucessão de Sábato Magaldi e recebido em 31 de março de 2017 pelo Acadêmico Antonio Carlos SecchinNo teatro, estreou com o musical Lola Moreno, escrito em parceria com Bráulio Pedroso, em 1979. Escreveu entre outras peças Folias do coração, Apenas bons amigos (ambas com Miguel Falabella), A bandeira dos cinco mil réis e Manu Çaruê. Também assinou as traduções de mais de uma dezena de peças, como A tempestade (The tempest) e Uma peça como você gosta (As you like it), de Shakespeare, entre outras.É autor dos livros de poesia Em busca do Sete-Estrelo, Verão vagabundo, Piquenique em Xanadu (prêmio Lei Sarney de melhor livro do ano), Pandemônio, Folias metafísicas, Por mares nunca dantes, Lira dos cinquent’anos e Balada do impostor. Com Carlito Azevedo, lançou Sonhos da insônia, com a tradução de sonetos de William Shakespeare. Também publicou, em prosa, os livros Vinícius de Moraes: a fala da paixão e Leblon: a crônica dos anos loucos.Gilberto Gawronski -DiretorDiretor, cenógrafo e ator com importantes prêmios em seu currículo: Shell, Mambembe, Sharp, APCA, Qualidade Brasil e Açorianos. Dirigiu dança contemporânea, óperas e textos teatrais. Gaúcho radicado no Rio de Janeiro, apresentou durante 15 anos a criação performática do conto “Dama da noite”, de Caio Fernando Abreu, em vários países e em diferentes idiomas. Fez a direção teatral de “Cruel” da Cia. De Dança Deborah Colker. Em 1990, dirige e interpreta “Uma História de Borboletas”, mais um texto do amigo Caio, que rendeu ao seu parceiro de cena, Ricardo Blat, o Prêmio Shell de melhor ator..Dirigiu o musical “Estúpido Cupido em 2015. Apresentou por 7 anos o solo teatral “Ato de Comunhão” de Lautaro Vilo. Atuou no espetáculo Ä Ira de Narciso”, pelo qual recebeu o Prêmio Shell e Aplauso Brasil em 2019. Édi Botelho - AtorAtor e diretor, nascido em Belo Horizonte onde cursou o curso de Formação de Atores da UFMG, e seguiu para Paris para fazer o curso de interpretação no Ateliê Théatrale de Quartiers d’Ivry sob a direção de Antoine Viteza.Logo depois ingressou como ator para a Companhia de Ópera Seca , sob a direção de Gerald Thomas e participou dos seguintes trabalhos: Trilogia Kafka: Um processo – Uma Metamorfose – Praga; Carmem com Filtro; MatoGrosso, uma ópera composta por Philip Glass; O Império de Meias Verdades; Unglauber; Don Juan; Quartett.Também atuou em Othelo, de Shakespeare, com a direção e fabrízia Pinto; O Martelo de Renato Modesto e direção e Aderbal Freire-Filho; Capitanias Hereditárias de Miguel Falabella; Desfigura, de Pierre Charas e direção de Regina Miranda; O Baile, uma adaptação do espetáculo Le Bal, do Théatre du Campagnol e direção de José Possi Neto; Cabaret Melinda, um musical com supervisão de José Possi Neto; As Cadeiras de Eugene Ionesco e direção de Ney Latorraca.Rodrigo Pandolfo - AtorRodrigo Pandolfo é ator e diretor, com Formação Técnica em Artes Cênicas pela CAL e Graduado em Artes Dramáticas pela UniverCidade, na cidade do Rio de Janeiro. Em Teatro participou dos seguintes trabalhos: “ALASKA, dirigido por Rodrigo Pandolfo, “Rock in Rio, 40 anos”, dirigido por Charles Moeller, FETO”, dirigido por Gerald Thomas, com a qual foi indicado ao Prêmio Shell, “Pi - Panorâmica Insana”, dirigido por Bia Lessa, com a qual foi indicado ao Prêmio APCA, "Céus", dirigido por Aderbal Freire Filho, "Galileu Galilei", dirigido por Cibele Forjaz. “R&J, de Shakespeare, dirigido por João Fonseca, com a qual foi indicado ao Prêmio APTR e ganhou o Prêmio Ítalo Rossi de Melhor Ator. “O Despertar da Primavera – O Musical”, dirigido por Charles Moeller e Cláudio Botelho, com o qual foi indicado aos Prêmios Shell e Arte Qualidade Brasil de Melhor Ator e ganhou o Prêmio APTR de Melhor Ator Coadjuvante. Em Cinema: Integrou o elenco de “Chacrinha - O Velho Guerreiro”, “João, O Maestro”, "Elis - O Filme", “Faroeste Caboclo”, “Minha Mãe é uma Peça 1 e 2” e “3”. Na Televisão: seus últimos trabalhos foram: “Verdades Secretas II” pela Globoplay, “Samantha” pela Netflix, e as novelas: "Geração Brasil" e “Cheias de Charme”.Natália Lana - Cenógrafa Cenógrafa com mais de 20 anos de intensa atuação no mercado teatral, criou cenários para diversos MUSICAIS como : "A Cor Púrpura" e"Bibi uma Vida em Musical", com direção de Tadeu Aguiar ,"70 e 60 Doc. Musical " espetáculos de Frederico Reder e Marcos Nauer e "Conserto para Dois" com direção de Jarbas Homem de Melo. Participa do trio criativo junto com o diretor Fernando Philbert e o iluminador Vilmar Olos, intituladoCENA COLETIVA, tendo realizado 13 espetáculos em conjunto. Rogério Medeiros – Iluminador Com uma vasta experiência na área artística, podemos destacar os seguintes trabalhos de Iluminação: Normal direção de Luiz Furlanetto Em Teatro Cinco Tiros em John Lennon (direção Ana Beatriz Nogueira) ;Naitsu, Noites com Murakami, dividiu a luz com a diretora Regina Miranda; As Cadeiras (direção Ney Latorraca); Noturno para Ifigênia (direção Rubens Rusche); Tribo Fo (direção Paulo Japyassú); A Farsa do Fanático Torcedor (direção Monica Alvarenga); Brilhim (direção Flavia Albuquerque); Maria Minhoca (direção Marcelo Serrado e Marcos Moraes). Em Dança iluminou os seguintes espetáculos: Iluminações (direção Fabio de Mello); Por Tantas Vezes, da Cia Khoros (direção Marta Bastos).Carol Lobato - FigurinistaFigurinista e atua em produções artísticas diversas, como cinema, teatro, musicais e publicidade. Natural do Rio de Janeiro e formada em Design de Moda pelo Instituto Zuzu Angel - Universidade Veiga de Almeida, foi contemplada com as principais premiações de teatro do Brasil, trabalhando com renomados diretores como Paulo de Moraes em Brás Cubas, com Bruce Golemsky em Diário de um Louco, Denise Stuts e Duda Rios em Azira’i, João Fonseca em O Grande Circo Místico, José Mauro Brant, Charles Moeller e Claudio Botelho, Ullysses Cruz, Vitor Garcia Peralta, Moacyr Goes e Amir Haddad em outros espetáculos. Escudero Produções Artísticas – Direção de ProduçãoÉ uma empresa de produção cultural, fundada por Denise Escudero. Formada em Direito pela Universidade Candido Mendes, que atua no segmento há 34 anos Dentre os principais trabalhos realizados pela empresa podem-se destacar: A Palavra que Resta (espetáculo teatrial/ texto: Stenio Gardel / Direção Daniel Herz); No Front (espetáculo teatral / texto e direção: Daniel Herz); Conferência Laban Transculturalidade e Tradução (Coordenação Geral Regina Miranda e Ligia Tourinho); Bienal de Arte Digital (projeto de artes visuais / idealização: Tadeus Mucelli); A Última Ata (espetáculo teatral / texto: Tracy Letts / direção: Victor Garcia Peralta); Naitsu – Noites com murakami ( espetáculo teatro-dança / texto e direção: Regina Miranda); 22+100 Laban e o projeto Modernista (Conferência / Curadoria Ligia Tourinho e Direção Artística Regina Miranda); Comunidade UX (projeto de artes visuais / idealização: Tadeus Mucelli);
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.