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O projeto "Luz, Câmera e Improvisação _ São Paulo em Cena" tem como objetivo a montagem e estreia do espetáculo teatral "Luz, Câmera e Improvisação", que une humor, improviso e referências à cultura televisiva brasileira. A proposta abrange todas as etapas de criação e estruturação do espetáculo — incluindo pesquisa estética, ensaios, cenografia, figurinos, sonoplastia e iluminação — culminando em 5 apresentações públicas gratuitas em São Paulo. O projeto busca fortalecer o teatro de improviso como linguagem contemporânea, promover o acesso à arte de forma inclusiva e gerar um legado de formação e difusão cultural.
1. Espetáculo de Artes Cênicas – “Luz, Câmera e Improvisação”Área Cultural: Artes CênicasSegmento: Montagem e Apresentação de TeatroClassificação Indicativa: 12 anosO projeto “Luz, Câmera e Improvisação” propõe a montagem e estreia de um espetáculo teatral de improviso, que une humor, interação e memória afetiva da televisão brasileira. A partir de jogos cênicos, quadros e formatos inspirados em programas de TV — como novelas, realities e programas de auditório —, o espetáculo transforma o público em parte ativa da criação, convidando-o a participar da dramaturgia em tempo real.O processo inclui pesquisa, ensaios, criação de cenário, figurinos, sonoplastia e iluminação, resultando em uma obra leve, popular e contemporânea. A temporada inaugural contará com 5 apresentações gratuitas em teatros acessíveis de São Paulo, com sessões que contemplam tradução em Libras e audiodescrição, fortalecendo o compromisso com a inclusão e o acesso cultural.2. Obra Exibida (Audiovisual) – Registro do Processo e Difusão DigitalÁrea Cultural: AudiovisualSegmento: Difusão de acervos e conteúdos audiovisuaisClassificação Indicativa: LivreDurante o processo de montagem, será realizado o registro audiovisual do desenvolvimento artístico e técnico do espetáculo, documentando ensaios, bastidores, entrevistas e trechos das apresentações. O material resultará em 5 vídeos curtos e 1 minidocumentário, a serem disponibilizados gratuitamente nas plataformas digitais do projeto.O conteúdo visa difundir o teatro de improviso e valorizar o processo criativo como parte essencial da obra, estimulando o interesse do público e de novos artistas pela linguagem teatral. Todos os vídeos terão legendagem e audiodescrição, garantindo acessibilidade ao conteúdo.3. Contrapartidas Sociais – Rodas de Conversa e Encontros FormativosÁrea Cultural: Artes CênicasSegmento: Ações Educativas e Formação de PlateiaClassificação Indicativa: LivreComo parte das contrapartidas sociais, o projeto realizará 2 rodas de conversa com o público após as apresentações, abordando o processo de criação, as técnicas de improvisação e o papel do humor na cena contemporânea.Essas ações formativas visam aproximar artistas e espectadores, estimulando o pensamento crítico, a escuta e o diálogo sobre o fazer teatral. O conteúdo dessas conversas também será registrado e integrado ao acervo digital do projeto.
Realizar a montagem completa e a estreia do espetáculo teatral "Luz, Câmera e Improvisação", integrando processos criativos, formação de equipe, ensaios e apresentações públicas acessíveis, com foco na valorização do humor popular e na memória televisiva brasileira. Objetivos EspecíficosDesenvolver o processo de montagem cênica do espetáculo, contemplando pesquisa dramatúrgica, concepção de cenário, figurino, trilha sonora e iluminação;Realizar ensaios regulares e laboratórios criativos com o elenco e a direção artística;Promover 5 apresentações gratuitas em teatros de São Paulo, priorizando o acesso do público diverso;Garantir acessibilidade comunicacional (Libras e audiodescrição) em parte das sessões;Produzir conteúdos audiovisuais sobre o processo de criação e difundir o material nas redes sociais;Fomentar a formação de plateia e o interesse do público pelo teatro de improviso.
O projeto "Luz, câmera e improvisação" propõe a circulação de um espetáculo teatral de improviso que homenageia o imaginário popular brasileiro por meio de jogos cênicos inspirados em programas clássicos da televisão. A proposta parte de uma linguagem teatral participativa e inventiva, que promove o riso, o pensamento crítico e a identificação coletiva por meio de quadros cênicos que transformam o público em coautor da cena.Em um contexto onde o teatro de improviso ainda é frequentemente associado apenas ao entretenimento superficial — mesmo sendo uma linguagem profundamente estudada e reconhecida por seu potencial pedagógico e transformador — esta proposta atua como instrumento de valorização e formação de plateia. Referências como Viola Spolin, Keith Johnstone, Augusto Boal e Sandra Chacra demonstram que a improvisação é uma prática artística e educativa que desenvolve escuta ativa, espontaneidade, criatividade coletiva e senso de comunidade — aspectos essenciais para a formação do indivíduo e para a convivência cidadã.Além disso, o projeto responde a uma necessidade concreta: ampliar o acesso da população a expressões artísticas que dialoguem com sua memória afetiva e coletiva. Ao utilizar o humor e a cultura televisiva como elementos de identificação, o espetáculo cria pontes entre gerações, territórios e realidades sociais distintas, reforçando a importância da arte como elo social e espaço de pertencimento.Por isso, justifica-se plenamente o uso do Mecanismo de Incentivo à Cultura, uma vez que o projeto se enquadra nos incisos I, II e III do Art. 1º da Lei 8.313/91, por:● I _ Estimular a formação do indivíduo por meio do contato com a arte do improviso e com temáticas relacionadas à cultura brasileira;● II _ Possibilitar a formação cultural da população, com um espetáculo acessível, divertido e com referências ao patrimônio audiovisual do país;● III _ Fomentar e valorizar os bens culturais, contribuindo para o fortalecimento do teatro como linguagem democrática.Também atende aos objetivos do Art. 3º da referida Lei, destacando-se:● I _ Facilitar o acesso à cultura e ao exercício dos direitos culturais;● III _ Apoiar e difundir manifestações culturais brasileiras e seus valores;● V _ Preservar bens imateriais ligados à cultura nacional, como o humor popular e o fazer teatral tradicional e contemporâneo.A proposta se adequa ainda ao Art. 18 da Lei 8.313/91, que trata dos projetos culturais passíveis de obtenção de até 100% de isenção fiscal por parte dos incentivadores, por apresentar finalidade exclusivamente cultural e atender aos requisitos estabelecidos pelas instruções normativas da Secretaria de Cultura.O financiamento via incentivo fiscal é essencial para garantir a ampla participação da sociedade e para viabilizar ações estruturantes de acessibilidade, formação de plateia e descentralização cultural. Ao apoiar este projeto, o incentivador colabora com uma proposta de forte impacto social, cultural e educativo — com retorno direto e simbólico para a comunidade.
“Luz, Câmera e Improvisação” é um espetáculo teatral que celebra a linguagem da improvisação como potência criativa, social e afetiva. Inspirado por grandes nomes como Viola Spolin, Keith Johnstone, Augusto Boal e Sandra Chacra, o projeto propõe uma experiência cênica viva, interativa e reinventada a cada apresentação. A proposta é explorar a improvisação não apenas como técnica, mas como linguagem artística autônoma, capaz de provocar reflexão, escuta, riso e encantamento.Com cinco a sete atores em cena, o espetáculo mistura o teatro ao vivo com a estética da televisão brasileira — especialmente das décadas de 1980 e 1990 — criando paródias e releituras de formatos como novelas, talk shows, programas de auditório, realities, documentários e telejornais. O público participa ativamente, sugerindo palavras, personagens e situações que servem como ponto de partida para as cenas improvisadas.O espetáculo é dividido em dois blocos temáticos:O primeiro flerta com narrativas clássicas (inspiradas na “arquitrama” de Robert McKee), explorando jogos de improviso que parodiam formatos televisivos narrativos como filmes, séries e documentários.O segundo se aproxima do humor físico, do nonsense e dos programas de variedade e auditório, criando uma curva dramatúrgica que caminha do enredo para o riso coletivo.Entre os jogos encenados, destacam-se:“Corte de Elenco”: os atores improvisam um filme fictício, sendo gradualmente eliminados e acumulando personagens, até que um só ator represente todos.“Impro Home and Health”: cenas intercaladas por depoimentos contraditórios dos personagens, parodiando documentários de estilo de vida.“Click da Shoppe”: o mestre de cerimônias interfere nas ações dos atores como se tivesse um controle remoto, alterando ritmo, direção e intensidade da cena.“Multiverso”: duas duplas atuam a mesma situação em universos morais opostos (gentileza x hostilidade), alternando realidades durante a cena.“Intervalos Comerciais”: esquetes curtos inspirados em trailers e propagandas criados a partir de sugestões do público.“Show-talk”: uma entrevista de talk show feita de trás para frente, onde as respostas antecedem as perguntas.“Vai dar namoro”: o ator que busca um par tenta adivinhar as identidades dos pretendentes, interpretados como figuras conhecidas ou objetos.“Jornal ABCional”: os atores improvisam um noticiário em que só podem falar palavras começando com letras sorteadas pela plateia.“Let It Pie”: atores substituem a letra de “Let It Be” por nomes de objetos sugeridos pelo público, competindo em duplas — o perdedor leva torta na cara.O mestre de cerimônias conduz o espetáculo, aquecendo a plateia, introduzindo os jogos e guiando os atores por meio dos dispositivos cênicos. Ele também representa a figura simbólica do "diretor do canal", mantendo a coesão do espetáculo.Mais que entretenimento, o espetáculo busca refletir sobre a televisão como fenômeno cultural de forte presença no imaginário brasileiro. Em 2023, segundo o IBGE, havia mais domicílios com televisão do que com internet no Brasil. Ao evocar esse universo com humor, ironia e criatividade, o espetáculo também propõe uma crítica afetiva à linguagem televisiva e sua influência cotidiana.O improviso é valorizado não como atuação sem preparo, mas como arte complexa, que exige domínio técnico, escuta ativa, presença, prontidão emocional e estrutura narrativa. Essa arte é herdeira de tradições populares como a commedia dell’arte, os vaudevilles e até as lutas-livres performáticas do século XX, conforme aponta Keith Johnstone.A direção do espetáculo reforça que improvisar é um ato de coragem e entrega: um espaço onde o erro vira beleza e o inesperado é bem-vindo. O riso não é objetivo final, mas consequência da verdade compartilhada em cena. O público é convidado a ser coautor, tornando-se parte vital da dramaturgia.A proposta, realizada pela companhia Intrusos na Comédia, almeja democratizar o acesso à arte, aproximando teatro e plateia com uma abordagem inclusiva, sensível e inovadora. Cada sessão é única, fruto da escuta, do jogo e da confiança entre artistas e espectadores.#ImprovisoÉArte #LuzCâmeraEImprovisa #TeatroVivo
1. Espetáculo de Artes Cênicas – “Luz, Câmera e Improvisação” Duração: 90 minutos por sessão. Total de apresentações: 5 sessões presenciais gratuitas. Classificação Indicativa: 12 anos. Formato: Espetáculo teatral de improviso, desenvolvido a partir da criação coletiva e da interação direta com o público, com linguagem inspirada na estética televisiva brasileira. Processo de Montagem:Pesquisa dramatúrgica e estética sobre programas de TV e formatos populares;Laboratórios criativos com elenco e direção para estruturação dos jogos cênicos;Ensaios de corpo, voz e ritmo cômico;Desenvolvimento e execução de cenário, figurinos, adereços, trilha sonora e iluminação;Testes técnicos de montagem em palco. Equipe Artística e Técnica: 5 atores/improvisadores, 1 diretor cênico, 1 produtor executivo, 1 técnico de luz, 1 técnico de som e 1 designer de cena. Infraestrutura mínima: palco de 6m x 6m, estrutura de iluminação com no mínimo 6 refletores tipo LED, sonorização com microfones headset ou lapela, projetor multimídia, telão, camarim e espaço de bastidor. Materiais Utilizados: tecidos cênicos, painéis de MDF, iluminação cênica, equipamentos de som, figurinos personalizados e adereços temáticos. Acessibilidade: sessões com tradução em Libras e audiodescrição; material de divulgação em formato digital acessível. 2. Obra Exibida (Audiovisual) – Registro do Processo e Difusão Digital Duração e formato:1 minidocumentário de até 10 minutos;5 vídeos curtos de 2 a 4 minutos cada; Total: aproximadamente 30 minutos de material audiovisual editado. Classificação Indicativa: Livre. Conteúdo: bastidores da montagem, entrevistas com equipe, fragmentos de ensaios e apresentações, e reflexões sobre o processo criativo. Equipamentos e Materiais: câmeras DSLR, microfones de lapela, iluminação portátil, tripés e softwares de edição de vídeo (Premiere, DaVinci Resolve). Equipe Técnica: cinegrafista, operador de som, editor, produtor de campo e coordenador de acessibilidade audiovisual. Projeto Pedagógico: o registro busca documentar e divulgar o processo artístico como ferramenta formativa, inspirando estudantes, artistas e produtores culturais a compreenderem o improviso como arte viva e colaborativa. Acessibilidade: legendas descritivas, audiodescrição e linguagem inclusiva em todos os vídeos. 3. Contrapartidas Sociais – Rodas de Conversa e Encontros Formativos Duração: 2 rodas de conversa, com 60 minutos cada, realizadas após as apresentações. Classificação Indicativa: Livre. Formato: encontros abertos ao público, conduzidos por membros do elenco e direção. Público-Alvo: espectadores das apresentações, estudantes, artistas e educadores. Conteúdo:Discussão sobre o processo de montagem e criação cênica;Reflexões sobre improvisação, humor e memória afetiva da televisão;Dinâmicas breves de improviso e partilha de experiências;Debate sobre acessibilidade e diversidade na cena teatral contemporânea. Materiais: registros fotográficos e audiovisuais, cartazes, formulários de avaliação e materiais de apoio digital (PDFs com conteúdos educativos e referências bibliográficas). Projeto Pedagógico: promover o diálogo entre arte e público, valorizando a escuta e o aprendizado coletivo como continuidade do processo criativo do espetáculo. Acessibilidade: intérprete de Libras e linguagem simplificada nos materiais educativos.
O projeto “Luz, câmera e improvisação” contempla ações de acessibilidade física e de conteúdo, promovendo o acesso pleno de pessoas com deficiência às suas atividades.Acessibilidade Física: As apresentações serão realizadas em espaços que contem com infraestrutura acessível, incluindo banheiros adaptados, rampas de acesso, piso tátil e sinalização adequada. A escolha dos locais de apresentação priorizará teatros e centros culturais que estejam em conformidade com a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015). A equipe de produção realizará vistoria prévia nos espaços para garantir o cumprimento dos critérios de acessibilidade e, se necessário, buscará adaptações pontuais junto às gestões locais.Acessibilidade de Conteúdo: Para garantir a plena compreensão do conteúdo artístico pelo público com deficiência sensorial, serão adotadas as seguintes medidas:Tradução em Libras (Língua Brasileira de Sinais) em ao menos 30% das sessões, priorizando as de maior demanda ou em regiões com histórico de baixa oferta cultural acessível.Audiodescrição ao vivo em pelo menos 20% das sessões, com uso de equipamento adequado (transmissores e receptores de áudio).Disponibilização de legenda descritiva em sessões gravadas ou transmitidas online.Visitas sensoriais guiadas previamente às apresentações, destinadas a pessoas com deficiência visual e intelectual, oferecendo reconhecimento tátil do espaço cênico, figurinos e objetos de cena.Produção de materiais de divulgação acessíveis, incluindo folders em formato digital com leitura facilitada e versões em áudio e Braille, quando viável.Além disso, a equipe técnica receberá formação básica sobre atendimento inclusivo e será orientada a atuar com empatia e respeito à diversidade dos públicos. Ao estruturar o espetáculo e sua mediação com base nesses princípios, o projeto reforça seu compromisso com o direito de todos ao acesso à cultura — não como concessão, mas como política pública fundamental.
O projeto “Luz, câmera e improvisação” propõe ações concretas para garantir ampla democratização de acesso ao seu produto cultural principal: o espetáculo teatral de improviso. As apresentações presenciais serão realizadas em teatros de fácil acesso ao público, especialmente em regiões com menor oferta de atividades culturais. Os ingressos serão gratuitos ou comercializados a preços populares, permitindo o acesso de públicos diversos, inclusive de baixa renda.A distribuição será feita por meio de parcerias com instituições culturais locais, escolas públicas, centros comunitários e redes de cultura, garantindo que os ingressos cheguem de forma efetiva a quem mais precisa. A divulgação será ampla e descentralizada, com uso de redes sociais, rádios comunitárias, cartazes em pontos estratégicos e mobilização em territórios periféricos.Para ampliar ainda mais o alcance do projeto, estão previstas outras estratégias de aproximação com o público, como:● Rodas de conversa com o elenco após algumas sessões, incentivando o diálogo direto com o público.● Transmissão online de trechos selecionados e conteúdos formativos, possibilitando o acesso remoto ao universo da improvisação teatral.● Registro audiovisual das apresentações e ações educativas, que serão disponibilizados gratuitamente em plataformas digitais, como forma de memória e compartilhamento do projeto.● Distribuição de materiais promocionais, como adesivos, camisetas e outros brindes, que funcionam como formas simbólicas de pertencimento e extensão da experiência artística.● Ações com influenciadores locais e digitais, que ajudarão a divulgar o projeto, aproximando o espetáculo de públicos diversos e ampliando seu impacto nas redes sociais.Além disso, a identidade visual do projeto contemplará a inserção da marca dos patrocinadores em todos os materiais de divulgação física e digital, incluindo mídias sociais, cartazes, brindes, vídeos, programas de apresentação e press kits. Essa visibilidade agrega valor à marca apoiadora, associando-a a um projeto de forte impacto cultural, educativo e social, e evidenciando seu compromisso com a democratização do acesso à arte no Brasil.
Diretor Cênico – Vitor FernandesPaulistano, 31 anos, homem cis, branco. Humorista, roteirista e radialista. Produziu “Show do Mijão”(Café com Bobagem), roteirista do “CQC” (Band), chefe de roteiro no grupo PARNAXX, e roteirista daNWB, NON STOP e WeLab. Atuou no “Nóis na Firma” (Band) e em campanhas eleitorais do deputadoTiririca. É também diretor do podcast “Ticaracaticast” e atua no grupo Intrusos na Comédia comoator, roteirista e diretor.Christian Oliveira – Gaffer, Maquinista e Produtor CulturalMorador de Paraisópolis, atua no Sarau de Paraisópolis desde 2011. Técnico em Iluminação(Instituto Criar, 2014-15) e Autocad 2D (SENAI, 2015). Trabalhou na BAND (2018-19), como professorassistente no SENAI (2016-18) e Gaffer na WTECH (2019-25). Assinou a gaffagem de produçõescomo Casamento às Cegas (temporadas 3 a 5), Xuxa, o Documentário, Ritmo Flow, Sobe JuntoBudweiser, entre outras. Também atuou no grupo Dádivas da Melanina.Produtora Executiva – Helena PannoBacharel em Artes Cênicas (CAL) e Técnica em Direção Teatral (SP Escola de Teatro). Atua comteatro, circo, música, arte-educação, editais culturais e produção em sets audiovisuais, sendodiretora, produtora e booker.Elenco – AtoresCom experiências em improviso, teatro popular e humor, todos atuam no grupo Intrusos na Comédiae têm domínio de linguagens interativas, escuta ativa e construção coletiva.Diego ChaparroAtor e apresentador, 35 anos, sul-mato-grossense, gay, branco. Atuou em novelas como Terra ePaixão, Além da Ilusão e Romeu e Julieta, além de curtas e campanhas publicitárias. No teatro,integrou o Grupo Unicórnio e está na peça Arcanos. Formações diversas em atuação, apresentação,neurocinema e humor.Rafaella Quaresma37 anos, mulher cis, preta, mineira. Atriz, cenógrafa, palhaça humanitária, com atuação em teatroinfantil, audiovisual e arte-educação. Arquiteta e urbanista (UFV), formada também em cinema epalhaçaria. Atua no grupo Intrusos na Comédia.Thais Marina39 anos, mulher cis, PcD, atriz, apresentadora, dubladora e produtora. Integra o Intrusos na Comédiae já atuou no espetáculo “3,2,1…CENA!”. Formação profissional na Escola Wolf Maya, em dublagem,improviso e stand-up. Trabalhou como atriz e mestre de cerimônia em cruzeiros (2009–2016), emteatro e audiovisual desde 2006.Vitor FernandesRoteirista, diretor e radialista, 31 anos. Trabalhos com “CQC”, Café com Bobagem, Tiririca,Ticaracaticast, WeLab, entre outros.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.