Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
Histórico inicial = baseline (situação atual no momento da primeira ingest). Próximas mudanças de status serão capturadas automaticamente a cada nova sincronização SALIC.
Produção de álbum musical da banda Chá de Gim, composto por 8 faixas com canções autorais do gênero MPB, no estilo próprio da banda, que caminha por vários ritmos diferenciados como samba, rock, baião, maracatu, ijexá, com toques de psicodelia. a ser distribuído nas principais plataformas digitais, tais como Spotify, Deezer, Tidal etc. Haverá o show de lançamento do álbum em local centralizado, com cobrança de ingressos, e mais 2 shows com entrada gratuita em diferentes pontos da periferia da cidade. Serão realizadas palestras em formato de lives com interação com o público transmitidas pelas plataformas You tube, Instagram e Facebook;
Produção de álbum musical da banda Chá de Gim, composto por 8 faixas com canções autorais do gênero MPB, no estilo próprio da banda, que caminha por vários ritmos diferenciados como samba, rock, baião, maracatu, ijexá, com toques de psicodelia. A direção musical fica a cargo do renomado músico, de carreira nacional e internacional, Marcelo Maia. O álbum será distribuído nas principais plataformas digitais, tais como Spotify, Deezer, Tidal. Haverá o show de lançamento do álbum em local centralizado, na cidade de Goiânia-Go, com cobrança de ingressos, e mais 2 shows com entrada gratuita em diferentes pontos da periferia da cidade. Em todos os locais, normas básicas de acessibilidade serão observadas. Serão realizadas palestras sobre as experiências dos artistas com a vida musical em formato de lives com interação com o público transmitidas nas plataformas You tube, Instagram e Facebook, como contrapartida social. A classificação indicativa de todos os produtos desse projeto (álbum, shows e palestras) é livre.
OBJETIVO GERALO projeto Voraz, objetiva fazer o registro autoral da banda Chá de Gim em um álbum de 8 músicas, e pretende levar para aos fãs e ao público em geral uma proposta musical que, aliada à qualidade artística de seu trabalho, faz um profundo resgate das raízes da musicalidade brasileira, sem deixar de se abrir para as novas tendências da música nacional e internacional. A banda Chá de Gim, por sua produção às vezes complexa, muito criativa, tem a formação do seu público em certo nicho de ambiente universitário e faixa etária entre 17 e 30 anos. E nesse projeto procura alcançar uma maior visibilidade ao trabalho da banda, com a ampliação desse público fora do ambiente universitário, oportunizando a um número maior de pessoas conhecer uma arte musical variada, assentada em arranjos modernos, porém integrada às raízes da cultura brasileira.OBJETIVOS ESPECÍFICOS Esse projeto tem como meta a qualidade técnica e artística na produção de um álbum que reúne 8 músicas autorais interpretadas pela banda Chá de Gim. Para tanto, será fundamental contratar profissionais qualificados e com larga experiência, formando-se equipe geral que inclui produção cultural, que irá gerenciar de forma eficiente os trabalhos de criação, produção e divulgação. Assessoria jurídica será contratada para oferecer o suporte legal necessário ao bom andamento do projeto. A produção de mídia irá atuar no gerenciamento das atividades de divulgação de todos os produtos desse projeto. Uma direção musical que possa conduzir as produções das faixas do disco de forma sincronizada. Os ensaios remunerados serão realizados em estúdio locado para esse fim. As gravações serão feitas em estúdio de boa qualidade técnica, garantindo no produto final satisfação artística dos músicos em relação à sua criação. Haverá a realização de lives de interação com o público durante as gravações, com posteriores postagens de cortes nas redes sociais para divulgação do trabalho de gravação, com posterior edição das lives como vídeos de making off para divulgação do trabalho de produção do álbum e lançamento nas redes sociais da Chá de Gim. Após a edição, mixagem e masterização das faixas gravadas, o álbum Voraz será lançado nas plataformas de música da Internet, tais como Spotify, Amazon, Deezer e Youtube, e serão realizados 3 shows presenciais de lançamento, um deles no centro da cidade, para o qual será cobrado ingresso e outros 2 com entrada franca em regiões periféricas. Como contrapartida social, 3 palestras sobre o mundo da música, criação musical e arranjos serão realizadas. Estas serão transmitidas em forma de lives/podcast, com interação ao vivo com o público, a fim de facilitar a participação do público em geral e não enfrentar qualquer inviabilidade quanto a deslocamento. Intérprete de libras será contratado para traduzir as músicas durante os shows de lançamento e também durante as palestras de música. O artista digital contratado para realizar a arte de capa do álbum será o mesmo que, a partir dessa arte principal, criará variações de designers para divulgação em redes sociais, como capa de Facebook/Youtube, imagem de Feed e Story. O impulsionamento em redes sociais estará entre as ações fundamentais de divulgação dos produtos desse projeto. Todo o material de divulgação dará crédito ao programa da Lei de Incentivo e aos patrocinadorres, além de informar todas as ações de acessibilidade disponíveis nas atividades a serem realizadas. A contratação de um fotógrafo será de extrema importância, tanto para fazer ensaios fotográficos dos artistas para divulgação do lançamento, quanto para o registro do show em si para divulgação do trabalho realizado no pós-lançamento. E mais ações publicitárias serão executadas para mostrar o registro do que foi realizado e para ampliar o engajamento, a fim de que a banda possa divulgar o projeto, ganhando seguidores em escala crescente em suas redes sociais. Ao final, o profissional contador irá conduzir a eficiente prestação de contas do projeto.
Em 2014, reuniu-se um grupo de 4 rapazes, autodidatas em formação musical, sedentos de criar musicalidade nova. Deram o nome de Chá de Gim à banda, como referência ao calor e à agitação. Ao ser formada, a banda teve o seu primeiro single Zé o sucesso esperado pela qualidade da composição e arranjos muito bem adequados às subidas e descidas que a força da mensagem da letra da música quer transmitir. Merecidamente levou o primeiro lugar no IV festival Juriti de Música e Poesia Encenada. Depois veio o seu segundo single "Samba Verde" e a participação no Festival Canta Cerrado, realizado pelo Sesi e a TV Anhanguera, em que a música Cordeiro do Mundo alcançou o segundo lugar pela interpretação e o prêmio de melhor música de composição autoral. Com esses dois festivais, os músicos angariaram algum recurso financeiro que ajudasse a produzir o seu primeiro álbum Comunhão, cuja produção técnica e publicitária está aquém da qualidade artística que o trabalho pode alcançar. Mas em cada casa ou ambiente nos quais o trabalho da Chá de Gim já foi exibido, houve adesão de mais e mais fãs ao sólido movimento artístico musical que os garotos criaram.Os jornais em geral ressaltaram o meteórico crescimento da banda. Em reportagem sobre o lançamento do álbum Comunhão, trecho da matéria publicada ao final de dezembro de 2015, no Diário da Manhã confirma isso: O resultado surpreende. Considerada pelo Jornal O Globo como um dos destaques e surpresas da atual música produzida em Goiás, a Chá de Gim surpreende pela rápida ascensão, tanto em relação ao público quanto na crítica musical." (http://www.dm.com.br/cultura/2015/11/banda-cha-de-gim-lanca-disco-de-estreia.html)Matéria do Jornal Opção também fornece informações sobre o rápido sucesso de público e crítica que teve a banda Chá de Gim: "A banda goiana Chá de Gim está na quinta posição da playlist Viral 50 Brasil do Spotify. A canção que aparece na lista é ‘Benzim’ (ouça abaixo), sexta faixa do primeiro disco, ‘Comunhão’, lançado em novembro." (http://www.jornalopcao.com.br/ultimas-noticias/musica-de-banda-goiana-esta-entre-as-cinco-mais-ouvidas-no-spotify-55457/)Apesar do reconhecimento da alta qualidade da produção artística demonstrada pela banda Chá de Gim, os recursos financeiros que ela possui para fazer circular sua proposta são escassos. Nas principais redes sociais (https://www.facebook.com/chadegim) (https://www.instagram.com/chadegim/ ) são observadas atividades artísticas variadas realizadas pela banda desde a sua formação e também certa visibilidade. Nota-se que ela desenvolve um trabalho artístico profissional de forte efervescência. Em toda a sua trajetória, a banda veio criando sua música, com raízes bem assentadas na musicalidade brasileira, em seus vários ritmos tradicionais, e tendo o reconhecimento pela crítica de seu alto valor artístico, mas o trabalho da banda ainda necessita de forte apoio e investimento, em função da tendência que tem a produção cultural brasileira, muitas vezes voltada principalmente ao comércio de produtos artísticos de caráter passageiro. A arte madura da Chá de Gim alcança jovens e adultos, porém de cabeças mais pensantes, que buscam uma arte musical de base sólida na história da música brasileira.Daí a dificuldade dos produtores comerciais em assumir unilateralmente um trabalho em que se terá que realizar nas atividades de divulgação dos shows uma campanha não apenas publicitária, mas também pedagógica, entendendo a importante missão de melhorar o acesso à cultura, conforme busca o Art. 1º da Lei 8313/91, inciso I.A Chá de Gim certamente não forma sua plateia na superficialidade temporal, mas encontra por onde passa uma parcela de fãs cativos. Uma banda que pode fazer o resgate das raízes da cultura brasileira, como bem descrito na finalidade do inciso IX do Art. 1º da Lei 8313/91, aliando o tradicional e o novo, com seus ritmos de todo o Brasil e efeitos psicodélicos, é fundamental para um país, mas tem a dificuldade da aceitação imediata de grande público. Essa dificuldade tem a ver também com a formação cultural brasileira um tanto quanto elitista, em que o conhecimento não é disseminado de forma ampla, e a cultura perde com isso, pois o acesso à cultura é um direito de todos, tendo finalidade exposta no já citado inciso I do Art. 1º da Lei 8313/91, como uma forma de contribuir para melhorar o acesso de todos às fontes da cultura. No caso específico de grupos musicais como o Chá de Gim, o financiamento governamental faz-se extremamente necessário para o fortalecimento da formação cultural do país. Com esse projeto cultural, a proponente objetiva a criar um álbum de músicas da banda Chá de Gim, utilizando todos os meios possíveis para obter uma qualidade técnica que represente os valores artísticos das músicas criadas pela banda. É um projeto que se enquadra no tipo abordado no inciso II, alínea a, do Art. 3º da Lei 8313/91, já que tem como produto cultural principal a criação de álbum de músicas.
PRODUTO PRINCIPAL: Produção de CD com 8 faixas de música autoralSerá gravado em estúdio de gravação, utilizando os seguintes veiculos de som:Voz principalBacking vocal 1Backing vocal 2Backing vocal 3ViolãoGuitarra 1Guitarra 2BaixoBumboCaixaTom1Tom 2SurdoChimbalOver 1Over 2PercussãoSHOW DE LANÇAMENTO DO CD1 show em espaço localizado na região central de Goiânia.2 shows na periferia da cidade.Equipamentos para os shows:Caixas de P.A.BateriaAmplificadores de baixo e guitarraRetorno para vocalista (1)Retorno para contrabaixista (1)Retorno para guitarristas (2)Retorno para baterista (1)Microfones com pedestais para voz (4)Direct Box (2)PALESTRASTransmitidas pelo Youtube, gravadas ao vivo em estúdio com estrutura para apresentar podcasts.
Para a apresentação musical e realização de palestras, o projeto vai garantir o acesso a todos os participantes, devendo oferecer: ACESSIBILIDADE FÍSICA - O local de apresentação deverá ter banheiros adaptados, corredores largos e rampas de acesso para pessoas com deficiência física ou mobiidade reduzida. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA: intérprete de libras, para que essas pessoas possam conhecer o conteúdo das músicas apresentadas no show e nas palestras, legendas descritivas para os áudios dos vídeos publicados no Youtube. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: Sinalizadores de piso tátil. Os espaços de apresentação deverão estar adaptados. ACESSIBILIDADE PARA CASOS DE LIMITAÇÕES DE OUTROS ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GERAM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS OU DESCONHEÇAM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Haverá monitores treinados no atendimento do público com deficiência.ACOLHIMENTO – O projeto prevê também formação e sensibilização de toda a equipe, público e todos os envolvidos na cadeia produtiva cultural sobre as atitudes apropriadas de acolhimento a deficientes físicos nos ambientes públicos, por meio da produção de preparação de material informativo que oferece conhecimento sobre atitudes corretas de acolhimento.DIVULGAÇÃO – O projeto prevê informar em todos os seus instrumentos de divulgação quais são recursos de acessibilidade disponíveis para o evento.
Aspectos de democratização cultural presentes no projeto:1. O álbum será publicado nas plataformas digitais, como por exemplo Youtube, que dá acesso gratuito ilimitado a todos os interessados em ouvir as músicas lançadas.2. Haverá 2 shows gratuitos de lançamento do álbum em diferentes locais periféricos da cidade de Goiânia, prevendo-se a quantidade mínima de 200 participantes em cada um.3. Serão feitas 3 palestras sobre o mundo da música, em forma de lives/podcasts, transmitida pelo Youtube, com acesso ilimitado, por ser via Internet, com a coordenação/moderação feita pela coordenadora do projeto Juh Santos.Estrutura das palestras:1. Apresentação do palestrante e do tema.2. Fala do palestrante.3. Sessão de perguntas e respostas (30 minutos): Abertura de espaço para que o público tire dúvidas e compartilhe experiências.4. Público-alvo: Músicos, estudantes de música, compositores iniciantes e entusiastas da criação artística.5. Duração: Aproximadamente 1h30 (1 hora de palestra e 30 minutos para perguntas e interação).6. Recursos: Estrutura de estúdio de podcast, com transmissão pela internet, câmeras, microfones etc.TEMA 1: Composição, uma viagem ao desconhecido. Palestrante: Diego Wander Martins Inácio (Diego Wander)Objetivos:Inspirar os participantes a explorarem sua criatividade e subjetividade na composição musical, apresentando a composição como um processo de autoexpressão, e não apenas de técnica. Promover a reflexão sobre as referências e a escuta ativa como ferramentas para aprimorar a composição.Roteiro da palestra:Introdução (10 minutos)Boas-vindas: Breve apresentação do palestrante e da proposta da palestra.Provocação inicial: "O que te move a criar música?" Abrir espaço para uma breve interação inicial, convidando a enviar mensagens sobre suas motivações. O ponto de partida — a inspiração (20 minutos)Resumo: A importância de ouvir ativamente diferentes gêneros musicais, sons do cotidiano e a natureza para ampliar o vocabulário sonoro. Como fazer o registro de ideias: palavras-chave, trechos melódicos e sensações em cadernos ou gravar tudo no celular e depois arquivar em alguma mídia segura.O caminho da experimentação (10 minutos)Resumo: A importância de explorar livremente melodias, harmonias e ritmos, sem se prender imediatamente a regras e estruturas. Os elementos básicos da estrutura de uma música (estrofe, refrão, ponte) serão como guias, e não imposições, com exemplos de criações musicais do compositor Diego, conhecidas do seu público, como Preto Velho e Severino.O refino da obra — da ideia à concretização (10 minutos)Resumo: A importância de se afastar da composição por um tempo para ganhar perspectiva e ouvir a música com "ouvidos frescos" e também de compartilhar o trabalho com outros artistas para obter novas perspectivas e aprimorar a composição. A versão final é resultado de um processo de lapidação, com revisões e ajustes até que a música esteja coesa e linear. Conclusão (10 minutos)Mensagem final: A composição é um reflexo do compositor. Quanto mais você se conhece, mais a sua música expressa sua subjetividade de forma autêntica. TEMA 2: Que loucura é essa que a guitarra fez comigo.Palestrante: José Caramuru Brandão Neto (Muru)Objetivos:Explorar a relação emocional, a paixão e a "loucura" que a guitarra desperta em músicos e ouvintes, combinando aspectos musicais, históricos e pessoais. Compartilhar experiências pessoais e emocionantes com a guitarra. Apresentar marcos históricos da guitarra e sua influência na música e na cultura.Roteiro da palestra:1. Introdução (20 minutos)- Boas-vindas e quebra-gelo: Apresentação descontraída, realizando uma performance curta e impactante.- A pergunta "Que loucura é essa?": reflexão sobre o que torna a guitarra um instrumento tão especial, cativante e, por vezes, obsessivo para quem a toca.2. A guitarra como agente de transformação (20 minutos)Resumo: A minha trajetória com a guitarra. Fale sobre o primeiro contato, as dificuldades iniciais, a superação e o momento em que se apaixonou de vez pelo instrumento. O timbre e a técnica (vibrato, bends, etc.) permitem que o guitarrista transmita emoções e sentimentos, tornando o instrumento uma extensão de sua voz interior.3. A “loucura” na história da guitarra (20 minutos)Resumo: Como a guitarra elétrica revolucionou a música no século XX, com foco em gêneros como o blues, o rock e o jazz. Guitarristas icônicos e a forma como eles "enlouqueceram" o mundo com sua técnica e criatividade, como exemplo de lendas como Jimi Hendrix, Jimmy Page, B.B. King ou outros que se encaixem no seu estilo. TEMA 3: Momentos que eu vivi levando a música brasileira para diferentes lugares do mundo. Palestrante: Cláudio Marcelo Bezerra Maia (Marcelo Maia)Roteiro:1. Exposição livre sobre as experiências vividas na viagens por vários países, apresentando músicas brasileiras. (50 min)2. Perguntas e respostas. (40min)
Proponente: Judite Rodrigues dos Santos – Produtora cultural e coordenadora do projetoAo se tornar a produtora cultural da banda Chá de Gim em 2017, desde então trabalha na intermediação dos músicos com fornecedores, patrocinadores e o público e cria e inscreve projetos para a Chá de Gim em leis de incentivo, sendo o Voraz um destes projetos. Irá atuar na coordenação geral, fazendo o acompanhamento e supervisão de todas as suas etapas e o gerenciamento dos recursos disponíveis, visando a garantir que tudo ocorra conforme o planejado. Iniciou suas atividades culturais ao participar do grupo de cultura da Associação do Setor Pedro Ludovico, em 1988, em Goiânia, em cujas atividades havia a formação de um jornal cultural para o bairro onde morava. A partir desse trabalho, foi levado para o bairro o Circo Voador, projeto da Secretaria de Cultura do Estado de Goiás. Judite atuou como colunista na área de música e cultura para o jornal Imprensa Criativa e na produção cultural de eventos pela Criativa Criações e Marketing, integrando a equipe de produção do Curta Canedo, em 2016 e 2017. No mesmo ano, assumiu a produção da banda Chá de Gim, atuando na profissionalização do grupo. Concebeu, junto com Diego Wander, vocalista da Chá de Gima, o festival Viva Arte, produzido por ela em 2017, que teve sua segunda edição em 2018. Continua atuando na produção cultural da banda Chá de Gim, com a qual produziu e lançou, em 2023, o single Walkman e, em 2024, Planetas. www.linkedin.com/in/judite-santos-350658123 Alexandre Ferreira de Moura (Alexandre Akires) – bateristaIniciou-se na música em 2006, como autodidata em bateria, integrando a igreja evangélica Assembleia de Deus, em sua cidade natal, Gurupi-TO, e lá faz contribuições musicais como baterista para os cultos ali celebrados. Em 2009, mudou-se para Senador Canedo-GO e passou a fazer contribuições musicais como baterista nas igrejas pelas quais passou a frequentar como Assembleia de Deus, Metodista e Deus é Amor. Em 2015, formou junto Diego Wander e mais 2 músicos a banda Chá de Gim, atuando como baterista e participando de shows e festivais. A partir de 2023, passou a integrar a banda Dibuiando o Samba, animando festas particulares e bares de Goiânia-Go. Estudou música/bateria na Escola Basileu França em Goiânia, curso técnico de música, e no curso superior de música/bateria na UFG.https://www.instagram.com/aleakires/ Bernardo Rodrigues Ribeiro (Bernardo) - guitarristaFoi estudante de violão e guitarra na escola Allegro, Goiânia-GO multi-instrumentista autodidata. Em 2016, passou a fazer parte da banda Chá de Gim, como contrabaixista, acompanhando desde então a banda em todas as suas atividades musicais, criando arranjos de baixo e guitarra e executando as músicas nos shows e festivais. Diversos shows em Goiânia e região com a banda Dibuiando o samba, tocando covers de sambas e músicas brasileiras em geral, alguns dos locais e eventos incluem, Taberna Pub, Festival Taurus, Festival Gastronômico de Pirenópolis, Lowbrow lab arte & boteco, entre outros.https://www.instagram.com/berrrnas03/Cláudio Marcelo Bezerra Maia (Marcelo Maia) – Diretor musical e contrabaixistaRenomado contrabaixista, atua também em direção musical, já com experiência nessa área vivida no espetáculo Pra não dizer que não falei das flores (Caixa Cultural de Fortaleza-2024). Maia tem trabalhos realizados na Alemanha e com vários artistas brasileiros e estrangeiros, faz participação especial na gravação ao vivo da Chá de Gim para o Show Livre. Há anos o baixista tem se dedicado à música instrumental. Além de instrumentista, é também produtor musical e arranjador. Em Goiânia, já trabalhou praticamente com todos os cantores da cidade, e atualmente trabalha com Bel Maia, Maria Eugênia, João Caetano, Fernando Perillo e Pádua. Maia tocou com o guitarrista e compositor Toninho Horta, fazendo vários shows em Brasília e Goiânia. Participa do Grupo Solo Brasil, desde sua criação em 1999 com o espetáculo “Uma viagem através da música do Brasil”, elaborado pelo embaixador Lauro Moreira. Com este grupo já excursionou pelas Américas Central, do Norte e do Sul. Na Europa, apresentou-se na Expo Hanover (Alemanha), no Jazz Fest Wien (Áustria) e na França (Paris). E também por várias cidades do Marrocos.https://www.instagram.com/marcelomaiabaixista/ Diego Wander Martins Inácio (Uander) – produtor de mídia, vocalista e percussionistaCantor e compositor, desde os 14 anos de idade, nasceu em Itaberaí-GO, carregando ritmos variados, e letras elaboradas com a mais sincera veemência poética. Vocalista da banda Chá de Gim, já dividiu palco com alguns dos grandes nomes da música popular brasileira, como Moraes Moreira, Toni Garrido e Arnaldo Antunes. E também foi escolhido como melhor compositor no festival Juriti de música e poesia por Jorge Mautner. Hoje integra a banda Chá de Gim, comom compositor e vocalista principal. A partir de 2023 formou o grupo Dibuiando o Samba, e desde então, vem animando festas particulares e tocando nos bares de Goiânia.https://www.instagram.com/uanderoficial/ José Caramuru Brandão Neto (Muru) – arranjador e guitarristaÉ músico, cantor e compositor goiano, natural de Itaberaí. Instrumentista auto didata ingressou cedo no mundo da arte devido principalmente à sua ascendência; nascido e crescido em família de músicos e conceituados artistas plásticos. Suas diversificadas influências levaram-no a uma identidade artística inevitavelmente plural, ostentando um repertório multifacetado que permeia desde os grandes nomes da MPB como Djavan, Gilberto Gil e Caetano Veloso até clássicos do rock setentista como Pink Floyd, The Beatles, Led Zeppelin e outros. Seu show traz uma perspectiva conceitual ampla, de estilo singular e refinado, passeando pelas mais diversas brasilidades, do intimismo da bossa nova em voz e violão sutil até os efervescentes e enérgicos ícones do rock nacional e internacional. Já tendo levado seu som em apresentações por vários estados Brasil afora como São Paulo, Distrito Federal e Minas Gerais, consolidou mesmo seu nome foi na capital de seu estado, em Goiânia, onde marca presença na noite pelas melhores casas de show da cidade. Também pela relevância de seu trabalho autoral nos festivais do cenário alternativo e da música independente como o Vaca Amarela, Bananada e Goiânia Noise com a banda Chá de Gim, vencedora por consecutivas vezes em competições regionais como o Juriti – Festival De Música E Poesia Encenada, Canta Cerrado e outros. No mais vem fazendo belas parcerias em sua trajetória com relevantes artistas, entre eles Marcelo Maia, Uander, Rheuter e Hugo Balthazar, levando boa música à bares e restaurantes e até mesmo ao tradicionalíssimo Goiânia Vive O Choro, alcançando ouvintes das mais vastas faixas etárias e gostos.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.