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PRONAC 2511422Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Preservação da Historia e da Cultura do Recôncavo baiano A FESTA DOS SAVEIROS DE VELAS DE IÇAR

CALI CACHOEIRA LITERARIA PRODUCOES E EDICOES LTDA
Solicitado
R$ 1,36 mi
Aprovado
R$ 1,36 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Ribeirinhos
Ano
25

Localização e período

UF principal
BA
Município
Cachoeira
Início
2026-05-15
Término

Resumo

O evento tem como objetivo preservar a memória e a tradição do recôncavo através das embarcações de vela de içar, que foram cruciais para a economia e a cultura da região. A festa chamada de Festival de Saveiros de velas de içar - é uma Festa com tradição de povos ribeirinhos do Vale do Paraguaçu, com intuito de preservação da historia e cultura do Recôncavo da Bahia, através de atividades culturais locais, como: bordejo nautico, Cortejo de grupos culturais, afoxés e manifestações artististicas. O evento visa resgatar e preservar a memória da população ribeirinha da Bahia, valorizando a salvaguarda dos costumes e práticas deles como Patrimônio da Bahia. O festejo contará com Oficinas de educação patrimonial, Exposições artísticas, fotográficas, e de carros antigos, mostra de miniaturas de embarcações e de trabalhos artisticos produzidos pelas escolas do município, além de palestra sobre a importância cultural na vida das populações ribeirinhas do Recôncavo da Bahia.

Sinopse

classificação será livre, para publico em geral. 03 Oficinas: de artesanato, arte e reciclagem Educação patrimonial nas escolas publicas do municipio de São Félix palestras /roda de conversas: com participação de representates de organizações representativas das administrações publicas (prefeitura e gov. do estado) através de suas secretárias, entidades de regularização e apoio à cultura, arte e patrimonio, representantes de organizações civieis, da educação e das comunidades ribeirinhas, além do publico geral. cortejo cultural : cortejo com 10 grupos culturais (grupos afro, afoxés, representatividades dos terreiros) em percurso pelas ruas principais da cidade até o porto. shows musicais: apresentação musical nos três dias do evento de 03 grupos culturais e artisticos regionais e 01 apresentação de banda ou cantor nacional por dia exposições: 01 exposição de produção dos alunos das escolas municipais de São Félix, 01 exposição de miniaturas de embarcações, 01 exposição de carros antigos, 01 exposição de fotografias de Saveiros. feiras: 01 feira de artesanato e 01 feira da agricultura familiar bordejo nautico: com Saveiros e outras embarcações dos povos ribeirinhos das cidades de São Félix, Cachoeira, Maragogipe (das vilas de Nagé e Coqueiros)

Objetivos

Objetivo Geral: Realizar a festa "Preservação da Historia e da Cultura do Recôncavo baiano A FESTA DOS SAVEIROS DE VELAS DE IÇAR no porto de São Félix" Objetivos Específicos Consolidar o evento como o maior festa turística, artística cultural do Recôncavo; Promover o turismo e ecoturismo numa região com alto potencial artístico e cultural; Preservação das margens do Rio Paraguaçu com trabalho de conscientização e pertencimento da população ribeirinha; Reconhecer a importância cultural e histórica dos saveiros e suas tripulações na construção de identidade dos povos da região do Vale do Paraguaçú; Promover uma feira da agricultura familiar e do artesanato, através da economia criativa; Incentivar o empreendedorismo local, contribuir para o desenvolvimento através da arte e cultura local; Despertar com educação patrimonial e história o pertencimento dos mais jovens por suas origens.Os saveiros são um símbolo cultural do Recôncavo, faz-se importante compreender e conhecer os indivíduos que detêm o saber-fazer das embarcações e o seu manejo, seus modos de vida, como se organizam em prol da preservação desse artefato, o que pensam sobre as ações estatais e as dificuldades atuais para a sua manutenção.

Justificativa

Pertencimento: O saveiro baiano é uma embarcação a vela de madeira, construída de forma artesanal por mestres carpinteiros a partir de um conhecimento secular, não gráfico (em geral, não são utilizados desenhos ou plantas no processo construtivo), transmitido de forma oral entre gerações (CASTRO & DIAS, 2015). Da Historia: Durante o período em que Portugal faz do Brasil sua colônia, as embarcações assumiram um papel de vital importância no transporte de pessoas e mercadorias; assim como, para o desbravamento de um território de proporções continentais, principalmente em locais que não possuíam estradas seguras ou onde os caminhos terrestres se faziam demasiado longos comparados aos marítimos ou fluviais. Devido ao baixo calado que permite uma navegação em locais mais rasos, essas embarcações vão se destacar no Recôncavo Baiano e na navegação pelo Rio Paraguaçu. Inicialmente, foram intensamente utilizadas no escoamento da produção dos engenhos de canade-açúcar e, mais tarde, tornaram-se uma das maiores responsáveis pela distribuição da produção do Recôncavo para a capital, Salvador; fazendo contatos também com outras regiões do litoral baiano, levando e trazendo uma grande variedade de produtos entre fretes e para as feiras livres, tais como cerâmicas, caxixis, cestarias e uma diversidade de víveres alimentícios, como: farinha de mandioca, óleo de dendê, carvão, tabaco, gado e frutas, como banana, cacau, abacaxi, dentre outros. A cultura: As práticas de conservação e restauro desses acervos como objetos de desejo, promovem um permanente desejo de autenticidade. Desejo insaciável de resgatar um passado histórico, mítico, em função de um futuro de redenção, em decorrência do sentimento de perda, de ameaça de destruição da memória de valores patrimoniais de um povo humilde de valores capitalistas, porém, abastados de conhecimento cultural. Infelizmente as politicas publicas não atendem a necessidade existente, colocando em risco a perda permanentemente desses instrumentos. Os poucos mestres e carpinteiros estão perdendo o interesse em atividades com essas embarcações, pela falta de valoração e uso. O que dificulta a conquista de recursos para devida manutenção. Ainda existe a necessidade e uso desse tipo de transporte para deslocamento de material pesado para ilhas ou locais de difícil acesso terrestre. Mas, se o pertencimento e valoração histórica Cultural estiver evidente, os profissionais e proprietários dessas embarcações terão motivação para sua preservação e continuidade de interesse em passar o conhecimento para os mais jovens, para que o modo de fazer, e viver dos saveiros não se percam no tempo, deixando esquecido o legado dos seus ancestrais.

Estratégia de execução

A importância das embarcações denominadas de Saveiros de velas de içar:Considerado é um barco tradicional do Recôncavo Baiano, reconhecido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) como Patrimônio Naval e Cultural Brasileiro. Conforme a historiografia, entre os séculos XVII até meados do século XX, eram milhares de exemplares empregados na pesca, transporte de mercadorias e pessoas entre os povoados interioranos e a capital Salvador. Segundo levantamento da Associação Viva Saveiro (2021), na atualidade, restam por volta de trinta embarcações ativas. Segundo os discursos patrimonialistas, a intensa presença dos saveiros marcou profundamente o imaginário coletivo, a paisagem e a identidade cultural da população do Recôncavo Baiano (WEISSHEIMER, 2010).Devido a manutenção ser de alto valor, e os proprietários dessas embarcações não serem detentores de grandes recursos, sua manutenção tem sido quase impossível. E as embarcações vêm se deteriorando com o passar do tempo. Junto perde-se a história de um povo. Hoje os Saveiros são objetos de preservação histórica e cultural, tendo eventos náuticos com finalidade de divulgação e preservação da história. Eventos que envolvem pertencimento, preservação e beleza.Os Saveiros de Velas de Içar do Paraguaçú são tema de um evento chamado “Festival de Saveiros” realizado na cidade de São Félix do Paraguaçú, qual já teve 03 edições realizadas, com sucesso e grandes resultados além de grande repercussão da mídia. Trazendo um público de outras localidades de mais de 2.000 pessoas por dia, movimentando a economia local. Esse evento envolve ações artísticas, culturas, patrimoniais, sociais e promove incentivo à economia solidária com realização de feira da agricultura familiar e de artesanato, durante os dias do evento.A Festa de Saveiros (denominada Festival de Saveiros) - terá a 4ª edição da Festa Cultural Náutica do Vale do Paraguaçu pretende realizar mais um grande encontro dos Saveiros da Bahia, além de outras manisfestações náuticas como canoagem, jet ski, caiaques etc. na cidade de São Félix, que tem titulo de Cidade Patrimonio Cultural do Brasil - IPHAN 2009, durante os dias 15 a 17 de maio de 2026. O evento visa resgatar a memória dos saveiros da Bahia bem como preservar as embarcações que sobrevivem valorizando a salvaguarda deles como Patrimônio da Bahia. O encontro contará com Oficinas para as crianças e adolescentes, Exposições artísticas, fotográficas, e de carros antigos, com miniaturas de embarcações e trabalhos artesanais produzidos pelas escolas do município, além de palestra sobre a importância dos saveiros para o desenvolvimento cultural e econômico da Bahia.Programação náutica que envolve a entrega do presente a Oxum na Pedra da Baleia e o ponto alto da Procissão Marítima (Bordejo) com destaque dos Saveiros, em terra terá Feira de artesanato e da Agricultura Familiar incluindo ceramistas de Coqueiros e Maragojipinho, valorizando a cultura dos ribeirinhos, um cortejo de 10 grupos culturais locais. A programação envolve uma programação de apresentações artísticas/musicais na Área Verde do Cais de São Félix com nomes de reconhecimento nacional e estatual, além de apresentações de grupos e artistas locais, que trazem a tradição cultural local como o Samba de Roda do Recôncavo.O projeto também traz uma ação de limpeza das margens do Rio Paraguaçu em consonância com a conscientização da comunidade, além da consolidação do turismo náutico em São Félix. O Festival de Saveiros já se estabelece no calendário de eventos da região e se consolida como a maior festa turística náutica do Recôncavo.

Especificação técnica

03 Oficinas: de artesanato, arte e reciclagem - Dividas a oficina em estações temáticas, terá processo criativo e a experimentação, e não apenas o resultado final, tendo a oferta de materiais, equipamentos, alem de monitoria e instrotores especializados. (02 oficinas no dia 15/05 e 01 oficina no dia 16/05/2026)palestras /roda de conversas: com participação de representates de organizações representativas das administrações publicas (prefeitura e gov. do estado) através de suas secretárias, entidades de regularização e apoio à cultura, arte e patrimonio, representantes de organizações civieis, da educação e das comunidades ribeirinhas, além do publico geral. Serão integrantes das mesas representantes: Sec. De cultura, turismo e Educação do municipio, Sec. de Cultura e Turismo de Estado, IPAC, UFRB, IPHAN, membros de OSCs, Membros das comunidades Ribeirinhas, Mestres Saveiristas e membros da comissão organizadora do evento. (01 mesa pela manhã do dia 15/05 e 01 mesa pela tarde do mesmo dia)cortejo cultural : cortejo com 10 grupos culturais (grupos afro, afoxés, representatividades dos terreiros) em percurso pelas ruas principais da cidade até o porto. O recôncavo detem grande potencial artisto cultural, dispondo de uma variedade de grupos artisticos-culturais, tornando possível um agrupamento para realização de um cortejo cultural composto por uma diversidade que apresentará a beleza contida na herança ancestral e historica da região, através de suas indumentárias, musicas, danças... (pelas ruas princiapis da cidade de São Félix até o porto dia 17/05/2026)shows musicais: apresentação musical nos três dias do evento de 03 grupos culturais e artisticos regionais e 01 apresentação de banda ou cantor nacional por dia. A rica cena musical do Recôncavo Baiano é marcada por uma diversidade de grupos e artistas que perpetuam tradições seculares e também exploram sonoridades contemporâneas. A região é um berço do samba de roda, mas também se destaca em gêneros como o reggae e o choro. 01 atração (por dia) reconhecidada nacionalmente, para abrilhantar ainda mais a parte musical. 03 atrações regionais e 01 nacional dia 15/05/2026 03 atrações regionais e 01 nacional dia 16/05/2026 03 atrações regionais e 01 nacional dia 17/05/2026 exposições: 01 exposição de produção dos alunos das escolas municipais de São Félix, 01 exposição de miniaturas de embarcações, 01 exposição de carros antigos, 01 exposição de fotografias de Saveiros. Em espaço montado estrategicamente para as exposições - do dia 15 a 17/05/2026feiras: 01 feira de artesanato e 01 feira da agricultura familiar: em espaço estrategico, com cobertura, estrutura de bancadas/stands, padronizadas do dia 15 ao dia 17/05/2026bordejo nautico: com Saveiros e outras embarcações - sendo o ponto alto do evento, as embarcações chegaram ao porto da cidade de São Félix BA, no dia 15/05/2026, se agruparam no local, organizado para embarcações, registros fotograficos e de filmagem, até o dia 17/05/2026 horario da saída do bordejo em conjunto com as demais embarcações, fazendo o percurso tradicional até "a pedra da baleia" acompanhado por grupos culturais entoando canticos e demonstrações artisticas-culturais da região, retornando ao porto de São Félix, dando continuidade as atrações artisticas e musicais no palco.

Acessibilidade

Rotas acessíveis: Criação de rota acessível com trajeto contínuo, sinalizado e desobstruído que interliga todos os espaços.Rampas para acesso às calçadas: com inclinação adequada.Banheiro quimico adaptado com dimensões específicas para a manobra de cadeiras de rodasTradução em libras nas palestras e rodas de conversas

Democratização do acesso

Participação gratuita do publico geraloferta de transporte para os grupos de escolas e comunidades até o local do projeto.Realização de oficinas, debates e palestras gratuitas em paralelo ao projeto principal para envolver o público.Estabelecerá parcerias com escolas, ONGs e outras instituições para divulgação e execução das ações de democratização.

Ficha técnica

O dirigente da Instituição será responsável pela coordenação executiva do projeto: Bacharel em Museologia (em 2011 o curso obteve o conceito 4 pela avaliação do MEC), concluiu a graduação no Centro de Artes, Humanidades e Letras pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia. Mestrando em Historia da Africa pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia. Especialização em Política e Gestão cultural pela CECULT/UFRB. Museológo COREM 1ª Região 0381-I. Na graduação realizou o estágio curricular, o projeto museológico e o trabalho de conclusão de curso sobre as lápides tumulares da Igreja de Nossa Senhora do Carmo da Cachoeira (Bahia). Administrou a Venerável Ordem Terceira do Carmo de Cachoeira, na função de Prior, no período: 1991-2005, colaborou com a elaboração do projeto de captação de recursos e convênios para a restauração e preservação do acervo do Conjunto do Carmo. Participou de alguns eventos nacional e internacional, destacam-se as comunicações: As Lápides da Igreja da Ordem Terceira do Carmo de Cachoeira (Baía) apresentada no Colóquio Internacional "Culturas Pararelas e Processos Transculturais" organizado pelo Centro de Estudos Luso-Asiáticos do Departamento de Português da Universidade de Macau e Instituto de Cultura de Macau na China, no período da estadia em Macau fez a curadoria da Exposição de Fotografias da Cidade de Cachoeira (Monumento Nacional), e a comunicação oral "História, Memória e Patrimônio - Nas Lápides Tumulares da Ordem Terceira do Carmo de Cachoeira" no II Encontro de São Lázaro É Fotógrafo profissional. Curador, realizou diversas exposições individuais e coletivas, elaborou os projetos expográficos, iluminação, montagens, privilegiou os artistas locais e já expôs em diversos equipamentos culturais. Desde 1987 compõe o Conselho Curador da Fundação Hansen Bahia; desenvolve atividades na área da cultura, gestão cultural, políticas culturais. Integrante da Comissão de Organização da Festa de Iemanjá de Cachoeira - Bahia. Atualmente é o Coordenador Executivo e Curador do Acervo da Fundação Hansen Bahia, no qual desenvolve as atividades pertinentes ao cargo, supervisionando os Programas de Documentação, Preservação, Educativo, orientando os estagiários (curriculares e extracurriculares) oriundo de diversas instituições. Fotografo oficial da Irmandade da Boa Morte da cidade de Cachoeira - Bahia. Produtor local da Festa Literária Internacional de Cachoeira - FLICA. Curador/Fotografo/Pesquisador do projeto ARS MORIENDI - A finitude da vida nas lapides tumulares da Ordem Terceira do Carmo da cidade de Cachoeira/BA. Exposição fotográfica e publicação. Membro da ABEC - Associação Brasileira de Estudos Cemiteriais. Diretor da Maria Joana - Projetos/Consultorias e Eventos, Sócio da empresa CALI - Cachoeira Literária (proprietária da marca FLICA - Festa Literária Internacional de Cachoeira).A Cali - Cachoeira Literária é uma produtora baiana, criadora da marca Flica (Festa Literária Internacional de Cachoeira). Em atividade desde 2013, a empresa é especializada na produção de eventos literários.Participou da Realização da Flica da 1ª até sua 11ª edição: Ao lado da produtora iContent e em parceria com a Fundação Hansen Bahia, Realizadora de outros Eventos literários no estado da Bahia: A produtora é focada na concepção e execução de diversos eventos relacionados ao universo da arte, cultura e da literatura.

Providência

Projeto reintegrado ao fluxo após a publicação da portaria de prorrogação.

2026-12-31
Locais de realização (1)
São Félix Bahia