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PRONAC 2511446Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Circuito Sergipano de Seresta 2026

ASSOCIACAO DOS FORROZEIROS E TRIOS PES DE SERRA DE CARUARU
Solicitado
R$ 1,50 mi
Aprovado
R$ 1,50 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação Música Popular Cantada
Enquadramento
Artigo 26
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
PE
Município
Caruaru
Início
2026-07-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (5)
Aracaju SergipeArauá SergipeBarra dos Coqueiros SergipeLagarto SergipeNeópolis Sergipe

Resumo

O projeto Circuito Sergipano de Seresta 2026, da Associação dos Forrozeiros e Trios Pé de Serra de Caruaru (ASFoC), realizará 10 noites de shows gratuitos em praças públicas de Arauá, Barra dos Coqueiros, Neópolis, Lagarto e Aracaju, com 30 apresentações musicais de artistas locais, regionais e nacionais. A programação inclui oficinas formativas, rodas de conversa e ações de acessibilidade universal, valorizando a música popular nordestina e democratizando o acesso à cultura em Sergipe.

Sinopse

O Circuito Sergipano de Seresta 2026 é um grande encontro da música romântica nordestina, promovendo a circulação de artistas, trios e grupos musicais tradicionais em cinco cidades de Sergipe — Arauá, Barra dos Coqueiros, Neópolis, Lagarto e Aracaju.Durante dez noites de shows gratuitos, o público vivenciará a poesia, a nostalgia e o encanto das serenatas que marcaram gerações, fortalecendo a seresta como patrimônio afetivo e cultural do povo sergipano.A programação inclui 30 atrações musicais, entre intérpretes consagrados e novos talentos da música popular, divididos em apresentações de sexta e sábado, valorizando a diversidade sonora e poética da região.Além das apresentações, o projeto oferece oficinas formativas e ensaios abertos, promovendo a troca de saberes entre mestres e aprendizes da cultura popular.Com estrutura acessível, intérprete de Libras, legendas nas transmissões e entrada franca, o circuito reafirma o direito à cultura como bem comum e celebra a tradição da seresta como expressão viva da identidade nordestina.Classificação indicativa: Livre para todos os públicos.

Objetivos

Objetivo Geral: Promover a valorização da música popular nordestina e a preservação da tradição da seresta em Sergipe, por meio da realização de um circuito cultural gratuito, acessível e itinerante em cinco municípios, fortalecendo a cadeia produtiva da cultura e ampliando o acesso democrático à arte e à memória musical.Objetivos Específicos:1 - Realizar 10 noites de shows gratuitos, em praças públicas de Arauá, Barra dos Coqueiros, Neópolis, Lagarto e Aracaju, reunindo 30 atrações musicais (duas de R$ 30 mil e uma de R$ 60 mil por noite).2 - Valorizar artistas locais, regionais e nacionais, assegurando representatividade e diversidade nas programações.3 - Garantir acessibilidade universal nas atividades, com intérprete de Libras, audiodescrição, legendas e material em Braille, de acordo com a Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015).4 - Oferecer 5 oficinas formativas gratuitas, uma em cada cidade, sobre canto popular, memória musical e práticas de seresta, voltadas para jovens, artistas e idosos.5 - Promover 5 rodas de conversa sobre a história e a importância da seresta, envolvendo mestres da cultura, pesquisadores e comunidades locais.6 - Produzir um documentário e acervo digital gratuito, registrando apresentações, depoimentos e bastidores, e disponibilizando o material em plataformas online de livre acesso.7 - Gerar trabalho e renda para mais de 150 profissionais da cadeia produtiva da cultura, incluindo técnicos, produtores, artistas e comunicadores.8 - Alcançar um público direto estimado de 60 mil pessoas nas praças e 150 mil em transmissões online, democratizando o acesso e fortalecendo o sentimento de pertencimento cultural.9 - Consolidar o Circuito Sergipano de Seresta como evento anual, fortalecendo o calendário cultural de Sergipe e o legado da música popular nordestina.

Justificativa

O Circuito Sergipano de Seresta 2026 justifica-se pelo compromisso de preservar, valorizar e difundir a música popular nordestina, especialmente a tradição da seresta, expressão que compõe o patrimônio afetivo e cultural do povo sergipano. Trata-se de um projeto de relevância pública e social, que fortalece a identidade, gera trabalho e democratiza o acesso à cultura em municípios do interior e da capital.A escolha do Mecanismo de Incentivo Fiscal da Lei Rouanet (Lei nº 8.313/91) é necessária porque o projeto envolve ações culturais de abrangência estadual, com gratuidade total ao público e impacto direto em mais de 60 mil pessoas presencialmente e 150 mil de forma digital. Tais dimensões exigem recursos financeiros, técnicos e logísticos que ultrapassam a capacidade de autossustentação da ASFoC e do poder público local, tornando imprescindível o apoio de empresas via renúncia fiscal.O projeto enquadra-se nos incisos I, II e III do Art. 1º da Lei nº 8.313/91, pois:I _ estimula a produção, difusão e acesso aos bens culturais, ao realizar 10 noites de shows gratuitos e abertos em praças públicas;II _ valoriza as formas de expressão cultural regionais e locais, ao promover a seresta, a música popular nordestina e artistas de Sergipe;III _ preserva o patrimônio cultural brasileiro, por registrar e difundir a memória da seresta em acervo digital de acesso público.Além disso, o Circuito cumpre plenamente os objetivos previstos no Art. 3º da Lei Rouanet, em especial:I _ apoiar e estimular a valorização e difusão das manifestações culturais regionais;III _ propiciar meios para o desenvolvimento cultural das comunidades e da população em geral;V _ democratizar o acesso aos bens de cultura;VII _ proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira, com ênfase na música popular nordestina e na tradição da seresta.A ASFoC propõe uma execução totalmente gratuita, acessível e descentralizada, com ações formativas, rodas de memória, inclusão de artistas locais, intérpretes de Libras, audiodescrição e materiais em Braille, garantindo acessibilidade universal e participação popular.O projeto também promove a geração de emprego e renda na cadeia produtiva da cultura, envolvendo cerca de 150 profissionais, e contribui para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, especialmente:ODS 4 (Educação de Qualidade) _ por meio das oficinas formativas;ODS 8 (Trabalho Decente e Crescimento Econômico) _ pela dinamização da economia criativa;ODS 10 (Redução das Desigualdades) _ pela inclusão social e regional;ODS 11 (Cidades e Comunidades Sustentáveis) _ pela ocupação cultural dos espaços públicos.Dessa forma, o Mecanismo de Incentivo Fiscal da Lei Rouanet é o instrumento mais adequado para viabilizar o Circuito Sergipano de Seresta 2026, assegurando impacto sociocultural mensurável, fortalecimento da identidade nordestina e democratização plena do acesso à arte — transformando a seresta em política pública de cultura viva e memória coletiva.

Estratégia de execução

O Circuito Sergipano de Seresta 2026 é uma iniciativa que se alinha às diretrizes do Sistema Nacional de Cultura, da Política Nacional Aldir Blanc (Lei nº 14.399/2022) e da Lei Rouanet (Lei nº 8.313/1991), atuando no eixo de circulação, formação e preservação de bens culturais imateriais. O projeto fortalece o patrimônio sonoro nordestino, promove o trabalho dos artistas regionais e fomenta o intercâmbio cultural entre territórios urbanos e interioranos do estado de Sergipe.A proposta foi concebida com base em diagnósticos socioculturais realizados em parceria com agentes locais, evidenciando a carência de políticas de fomento continuado à música popular e à seresta tradicional. O circuito atua como instrumento de reterritorialização simbólica, reocupando praças, coretos e espaços públicos que historicamente serviram como palco das manifestações seresteiras.A execução será conduzida pela Associação Sergipana de Fomento à Cultura – ASFoC, entidade com mais de 20 anos de experiência em gestão cultural, com histórico de parcerias em editais federais e estaduais. A equipe técnica reúne produtores, gestores e técnicos especializados em som, iluminação, acessibilidade e documentação audiovisual, assegurando alto padrão de qualidade e plena viabilidade orçamentária.O projeto prioriza a acessibilidade cultural e comunicacional, com tradução em Libras durante os shows principais, legendas em vídeos de difusão, rampas de acesso e sinalização tátil em todos os locais de realização. Também prevê ações de comunicação inclusiva, com campanhas de mídia digital e comunitária, valorizando a identidade sergipana e o sentimento de pertencimento popular.Os impactos do Circuito estendem-se além do período de execução: – consolidação de uma rede estadual de artistas e produtores de seresta; – formação de novos públicos através das oficinas e ensaios abertos; – registro audiovisual permanente disponível em plataforma digital pública; – fomento ao turismo cultural em cidades do interior sergipano; – e estímulo à economia criativa local, especialmente para técnicos, fornecedores e prestadores de serviços culturais.Em síntese, o Circuito Sergipano de Seresta 2026 é mais que um evento: é uma ação estruturante de salvaguarda da memória afetiva nordestina, com impacto artístico, educacional e econômico mensurável, alinhada às metas de descentralização e democratização do acesso à cultura no Brasil.

Especificação técnica

O Circuito Sergipano de Seresta 2026 será composto por três produtos principais:Shows e apresentações musicaisOficinas formativas e ensaios abertosRegistro audiovisual e difusão digitalCada produto será executado com estrutura técnica, pedagógica e acessível compatível com os padrões de qualidade exigidos pela Lei Rouanet. 1. Shows e Apresentações MusicaisQuantidade: 10 noites de apresentações (2 por cidade, em 5 cidades). Duração média: 3 horas por noite (total aproximado: 30 horas de programação). Composição: 3 atrações por noite — duas de médio porte (R$ 30.000,00) e uma de grande porte (R$ 60.000,00). Palco e estrutura:Palco modular de 12x10m com cobertura e praticáveis;Sonorização de alta potência (mínimo 20.000 watts RMS) e mesa digital de 32 canais;Iluminação cênica em LED e refletores PAR RGB;Telão de LED (mínimo 4x3m) para projeções e legendas descritivas;Banheiros químicos adaptados, rampas de acesso, área reservada a cadeirantes e guia tátil;Equipe técnica: coordenador de produção, roadie, operador de som, operador de luz, técnico de montagem e segurança de palco. Material de divulgação: banner, faixas, cartazes, vinhetas digitais e redes sociais oficiais. Classificação indicativa: Livre. 2. Oficinas Formativas e Ensaios AbertosQuantidade: 25 oficinas (5 por cidade) + 5 ensaios abertos. Público estimado: 500 participantes diretos (média de 20 alunos por oficina). Duração: 3h por oficina; 2h por ensaio aberto. Eixo pedagógico: Formação em cultura popular, seresta, canto coral, técnicas vocais e produção cultural comunitária. Metodologia:Aulas presenciais conduzidas por músicos e educadores populares locais;Abordagem vivencial, com escuta ativa, prática instrumental e memória oral;Certificação simbólica e gratuita para participantes. Materiais utilizados: instrumentos de apoio (violões, sanfona, triângulo, pandeiro), apostila digital (PDF e impresso em Braille), caderno do participante e caneta ecológica. Ambiente: espaços públicos, auditórios municipais e escolas parceiras, com acessibilidade plena (Libras, audiodescrição e piso tátil). Registro: audiovisual e fotográfico, com disponibilização no site oficial. 3. Registro Audiovisual e Difusão DigitalObjetivo: Documentar, difundir e democratizar o acesso à cultura sergipana através de plataformas digitais. Duração: captação durante todo o circuito; edição final de 30 dias. Formato: vídeo institucional de 10 minutos + série de 5 clipes musicais (1 por cidade). Captação: câmeras 4K, áudio direto e drone; direção de fotografia, captação de som e edição profissional. Finalização: mixagem, colorização e inserção de legendas descritivas e intérprete de Libras. Plataformas: YouTube, Instagram e Facebook da ASFoC. Material de apoio: trilha sonora original, créditos técnicos, logotipia institucional e selo Lei Rouanet. Projeto Pedagógico IntegradoO projeto formativo se baseia nos princípios da Educação Patrimonial e da Cultura Viva, incentivando o protagonismo local e o aprendizado pela prática. Os conteúdos serão construídos a partir da escuta dos mestres seresteiros e músicos convidados, valorizando a oralidade, a memória afetiva e o pertencimento territorial. Todas as ações garantem acessibilidade comunicacional e física, e seguem os parâmetros da Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015). Materiais e Paginação Final1 Dossiê impresso e digital do projeto (40 páginas, formato A4, capa colorida, papel reciclado 120g);1 Relatório técnico ilustrado (20 páginas) para prestação de contas;1 Catálogo digital dos artistas e das cidades participantes;1 Vídeo institucional (10 min) + 5 videoclipes (3 min cada).

Acessibilidade

O Circuito Sergipano de Seresta 2026 garantirá acessibilidade física e de conteúdo em todas as etapas e locais de realização dos eventos, assegurando o acesso pleno e autônomo de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, conforme a Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015) e as diretrizes do Ministério da Cultura.Acessibilidade Física: Os espaços onde ocorrerão os shows — praças públicas e áreas centrais de Arauá, Barra dos Coqueiros, Neópolis, Lagarto e Aracaju — serão adaptados para garantir circulação livre e segura, com rampas de acesso, piso nivelado, banheiros acessíveis, áreas reservadas próximas ao palco e sinalização visual e tátil para orientação do público. As estruturas de palco e camarim também seguirão padrões de acessibilidade, permitindo a participação de artistas com deficiência.Acessibilidade de Conteúdo: O projeto prevê intérprete de Libras em todas as apresentações e falas públicas, assegurando compreensão integral do conteúdo por pessoas surdas. Haverá audiodescrição das ambientações e contextos dos espetáculos para pessoas com deficiência visual, bem como legendas descritivas nos vídeos e materiais de divulgação. Para fins educativos e sensoriais, o projeto também contemplará visitas guiadas acessíveis aos bastidores e materiais informativos em Braille e formato digital acessível (PDF compatível com leitores de tela), ampliando a inclusão comunicacional e cultural.Essas ações reafirmam o compromisso da ASFoC com a inclusão cultural plena, em consonância com os ODS 10 e 11 (Redução das Desigualdades e Cidades Sustentáveis), consolidando o Circuito Sergipano de Seresta como um evento democrático, acessível e participativo.

Democratização do acesso

Democratização de AcessoO projeto Circuito Sergipano de Seresta 2026, promovido pela Associação dos Forrozeiros e Trios Pé de Serra de Caruaru – ASFoC, assegura o acesso público, gratuito e inclusivo a todas as suas atividades, fortalecendo o direito à fruição cultural e à valorização da música popular nordestina em Sergipe.Distribuição e Comercialização dos ProdutosTodas as dez noites de shows serão totalmente gratuitas, sem cobrança de ingressos ou taxas de participação.Caso sejam produzidos materiais culturais derivados (CDs, registros audiovisuais, vídeos educativos ou catálogos), será garantida a distribuição gratuita de, no mínimo, 10% das unidades com finalidade social ou educativa, e até 10% para distribuição gratuita promocional, conforme o Art. 29 da IN MinC 14/2023.Eventuais produtos comercializados respeitarão o limite máximo de 20% das unidades com valor de ingresso reduzido, não ultrapassando 3% do salário-mínimo vigente, garantindo o princípio da democratização de acesso.Não haverá exploração comercial restritiva; o projeto é inteiramente voltado ao acesso público e gratuito.Medidas de Ampliação de AcessoEnsaios abertos ao público: um em cada cidade-sede (5 ensaios no total), aproximando o público do processo criativo e técnico dos artistas.Oficinas formativas gratuitas: cinco por cidade (25 oficinas ao todo), com 30 vagas cada, abordando temas como sanfona, zabumba, triângulo, canto popular e produção cultural comunitária. Todas as oficinas terão certificação e lista de presença para comprovação em prestação de contas.Transmissões on-line gratuitas: as apresentações serão transmitidas ao vivo em plataformas públicas (YouTube e Facebook) com intérprete de Libras, legendas descritivas e audiodescrição, permanecendo disponíveis on-demand após os eventos.Materiais acessíveis: folders digitais, PDFs compatíveis com leitores de tela e 50 cópias em Braille por cidade serão distribuídos gratuitamente.Parcerias locais: serão firmados termos de cooperação com prefeituras, escolas públicas e centros culturais para mobilização de comunidades vulneráveis e garantia de transporte popular quando necessário.Indicadores e MetasMeta de público presencial: 5.000 pessoas (estimativa média de 500 por noite).Meta de alcance digital: 20.000 visualizações nas transmissões on-line.Meta de oficinas: 25 oficinas realizadas / 750 participantes formados.Percentual de contratação local: mínimo de 60% da equipe técnica e operacional formada por profissionais sergipanos.Percentual de investimento: mínimo de 5% do orçamento destinado a ações de acessibilidade e divulgação inclusiva.Monitoramento: controle de público por contagem manual e/ou sistema eletrônico, pesquisa de satisfação (on-line e presencial) com retorno mínimo de 10% do público atendido.Comprovação e RelatóriosPara prestação de contas e aferição das metas, serão apresentados:Listas de presença das oficinas e ensaios abertos;Relatórios de público presencial e digital;Registros fotográficos e audiovisuais das ações;Declarações de parceiros institucionais;Planilhas de custos detalhando os recursos investidos em acessibilidade e divulgação social.

Ficha técnica

A Associação dos Forrozeiros e Trios Pé de Serra de Caruaru – ASFoC (CNPJ 11.706.770/0001-70), entidade cultural sem fins lucrativos fundada em 2010, atua na promoção e difusão da música nordestina, com projetos realizados em Pernambuco e no Nordeste, conforme currículo institucional anexo.No Circuito Sergipano de Seresta 2026, a ASFoC será responsável pela gestão administrativa, coordenação geral, contratações e prestação de contas do projeto, em conformidade com a Lei 8.313/91 e a IN MinC 14/2023.O dirigente da entidade, Edilânio Teixeira de Carvalho, atuará de forma voluntária como coordenador geral, supervisionando a execução técnica e financeira e representando oficialmente a instituição perante parceiros e o Ministério da Cultura.A produção executiva estará a cargo de Flávio Kiambá, contador e produtor cultural com experiência comprovada em gestão de projetos e pareceres técnicos em políticas culturais de Pernambuco e Caruaru, conforme currículo anexo.A equipe contará ainda com direção artística e curadoria musical de profissionais sergipanos, técnicos de som e luz, intérpretes de Libras e equipe audiovisual, todos selecionados mediante comprovação de experiência e registro no Mapa da Cultura de Sergipe.Todos os participantes terão suas funções formalizadas por contrato ou termo de adesão, assegurando transparência, legalidade e rastreabilidade para fins de prestação de contas no SALIC.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.