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O Festival Manancial é um projeto cultural e socioambiental que propõe a reconexão com a água como fonte de vida, cultura e futuro. Com edições gratuitas em duas cidades paulistas — São Paulo e Santos — o evento reúne música, educação ambiental, infância, saberes ancestrais e sustentabilidade em vivências sensoriais e formativas. Ao integrar arte, território e consciência ecológica, o festival valoriza a diversidade cultural brasileira e incentiva o engajamento social no cuidado com os recursos hídricos. É um convite para retornar à origem, renovar os ciclos e inspirar novas formas de estar no mundo.
Festival Manancial é um encontro entre arte, natureza e consciência. Um projeto itinerante e plural que percorre duas cidades do Estado de São Paulo — São Paulo e Santos — com uma proposta que une cultura brasileira, educação ambiental e sustentabilidade, tendo a água como elemento central de inspiração e reflexão.Mais do que um festival, o Manancial é um movimento sensível que convida o público a reconectar-se com as origens: da terra, do corpo, da arte, da coletividade. A água — que corre pelos rios e pelas ideias, que flui nos tambores e nos afetos — é tratada aqui como símbolo vital de transformação e pertencimento. O projeto parte do entendimento de que, em tempos de emergência climática e crise ambiental, é urgente e necessário cultivar novas formas de escuta, expressão e ação coletiva. A arte, como linguagem transversal e acessível, torna-se ponte entre conhecimento técnico, memória cultural e engajamento social.A programação do Festival Manancial é gratuita e distribuída em cinco grandes eixos temáticos, criados como territórios de convivência, afeto e aprendizado:1. Palco Nascentes: espaço das grandes apresentações musicais, com curadoria que valoriza a diversidade e a potência da música brasileira. Nomes como Anastácia, Daniel Gonzaga, Brothers of Brazil, Onirê, Tamborizando e Carrossel de Baco dão corpo e som à paisagem sonora do festival, ressoando brasilidades, ancestralidade, poesia e engajamento.2. Espaço Gotinhas (infantil): área lúdica voltada ao público infantil e suas famílias, com atrações como oficinas educativas sobre o ciclo da água, circo, brincadeiras e contações de história. Um espaço de encantamento e aprendizado, onde se planta, desde cedo, o cuidado com o mundo.3. Espaço Sabesp+: núcleo educativo em que o público é convidado a mergulhar nos caminhos da água — do manancial à torneira — através de instalações sensoriais, miniestações explicativas, painéis interativos e vivências sobre o uso consciente dos recursos hídricos. Também será disponibilizado o “Painel dos Compromissos com a Água”, onde cada visitante pode registrar um compromisso pessoal com o planeta.4. Espaço Ciclo Azul: espaço de celebração dos sabores, saberes e fazeres sustentáveis. Uma feira de economia criativa com produtos da agricultura familiar, arte local, moda consciente e gastronomia afetiva brasileira. Tudo isso aliado a ações de incentivo ao consumo responsável, como bebedouros com água filtrada gratuita e estímulo ao uso de copos reutilizáveis.Cada edição do festival será realizada em um final de semana por mês, ao longo de dois meses consecutivos, adaptando-se ao contexto cultural e ambiental de cada território. O projeto busca dialogar com as especificidades de cada cidade.O público-alvo do Festival Manancial é amplo e intergeracional: jovens, famílias com crianças, estudantes, educadores, artistas, turistas e moradores das cidades anfitriãs. A proposta é acolher diferentes faixas etárias e perfis sociais, oferecendo uma programação acessível e de qualidade, que estimule o senso crítico, a criatividade e o pertencimento.O festival também integra ações de acessibilidade, inclusão e sustentabilidade em todos os seus eixos, com estratégias para redução de resíduos, incentivo à mobilidade urbana e uso consciente de recursos.Ao unir arte, cultura, educação e meio ambiente, o Festival Manancial reforça o papel da SABESP como parceira ativa da transformação social e do cuidado com o bem comum. A água, tratada aqui como origem e horizonte, é fio condutor de uma jornada coletiva que celebra a vida em sua forma mais essencial: compartilhada.
Objetivo GeralPromover o Festival Manancial como um espaço de expressão cultural, sensibilização ambiental e educação cidadã, conectando arte, juventude e território através do símbolo universal da água, com ações integradas de música, formação, sustentabilidade e engajamento social em duas cidades do Estado de São Paulo, visando democratizar o acesso à cultura, fomentar práticas sustentáveis e fortalecer os vínculos entre comunidades e seus patrimônios naturais e imateriais.Objetivos EspecíficosValorizar a água como símbolo de identidade cultural, bem comum e eixo de transformação social, através de uma curadoria artística e pedagógica que desperte reflexões sobre o cuidado com os recursos hídricos e os ciclos naturais da vida.Realizar duas edições do Festival Manancial — nas cidades de São Paulo e Santos — promovendo a descentralização da produção cultural e o acesso gratuito a programações de qualidade, em territórios com diferentes contextos ambientais e socioculturais.Oferecer uma programação cultural diversa e acessível, com apresentações musicais de artistas reconhecidos nacionalmente, espetáculos infantis, oficinas e atividades interativas, que dialoguem com a sustentabilidade, a ancestralidade e a brasilidade.Fomentar o protagonismo juvenil e o diálogo intergeracional, estimulando a participação ativa de jovens, lideranças comunitárias, educadores e artistas locais nas rodas de conversa, oficinas e demais espaços de escuta e troca, fortalecendo vínculos entre cultura, território e pertencimento.Desenvolver ações educativas para crianças e famílias, com atividades lúdicas e formativas voltadas à sensibilização ambiental, como oficinas sobre o ciclo da água, contações de histórias e apresentações culturais que envolvam afeto, ludicidade e consciência.Articular conhecimento técnico e saberes populares sobre água, meio ambiente e território, por meio da exibição de documentários, debates e experiências sensoriais que possibilitem ao público ampliar sua compreensão sobre os desafios hídricos e as potencialidades culturais dos rios, mananciais e ecossistemas locais.Valorizar iniciativas de economia criativa, agricultura familiar e consumo consciente, com a realização de feiras de produtores locais, artistas independentes, artesanato sustentável e moda circular, fortalecendo redes econômicas alinhadas aos princípios de sustentabilidade e responsabilidade social.Conectar o público às ações da SABESP e às etapas do ciclo da água, por meio da Tenda Interativa SABESP+, que traz experiências educativas sobre o percurso da água, o uso consciente e os compromissos coletivos com a preservação dos recursos hídricos.Estimular o consumo sustentável e a redução de resíduos durante o evento, com estratégias como distribuição de água gratuita, incentivo ao uso de copos reutilizáveis e ações de conscientização ambiental nos espaços do festival.Produzir materiais de comunicação e sensibilização sobre os temas do festival, para circulação online e presencial, ampliando o alcance das mensagens e inspirando o público a adotar práticas cotidianas mais sustentáveis.Fortalecer a imagem institucional da SABESP enquanto agente de transformação social, por meio da associação à arte, à juventude, à educação e à inovação, reforçando seu papel no cuidado com a água e no compromisso com o futuro.Avaliar os impactos culturais, sociais e ambientais do projeto, com indicadores qualitativos e quantitativos que possibilitem aperfeiçoar futuras edições do festival, registrar aprendizados e sistematizar boas práticas.
Em um momento em que a humanidade enfrenta os impactos reais e urgentes das mudanças climáticas, da escassez hídrica e da crescente desconexão com os ciclos naturais, torna-se imprescindível repensar nossas formas de existir, produzir e conviver. O Festival surge como resposta sensível, artística e educativa a essa urgência. Mais que um evento, o Manancial propõe uma travessia: um reencontro com a origem, com a água como fonte de vida, cultura, memória e transformação.Realizado com o apoio da SABESP, o projeto terá cinco edições mensais em cinco diferentes cidades paulistas — São Paulo e Santos— conectando regiões com diferentes perfis culturais e realidades hídricas. Cada cidade será palco de um encontro entre arte, educação ambiental e saberes ancestrais, compondo uma narrativa fluida e integradora que coloca a água como eixo simbólico e concreto das ações.A proposta nasce da percepção de que a arte e a cultura têm papel estratégico na sensibilização da sociedade para temas ambientais. Enquanto as políticas públicas enfrentam os desafios técnicos da gestão da água, é fundamental que a população — especialmente as novas gerações — se aproprie do debate de forma acessível, encantadora e participativa. Por isso, o Manancial propõe um ecossistema de atividades interligadas, com foco em educação, sustentabilidade, diversidade cultural e engajamento comunitário.O festival se estrutura em cinco núcleos complementares:1. Palco Nascentes — apresentações musicais de artistas consagrados como Daniel Gonzaga, Anastácia, Brothers of Brazil, Onirê, Tamborizando, Tamborizando e Carrossel de Baco, com repertórios que dialogam com a brasilidade, a ancestralidade e a poesia das águas. A música, aqui, é fio condutor de reflexões.2. Espaço Gotinhas — voltado para o público infantojuvenil e suas famílias, oferece atrações lúdicas e educativas como circo, contação de histórias e oficinas temáticas sobre o ciclo da água. Um espaço pensado para plantar sementes de consciência nas novas gerações, com leveza e encantamento.3. Espaço Sabesp+ — uma área de vivência educativa onde o público percorre miniestações sobre o percurso da água, participa de dinâmicas interativas e se compromete com boas práticas sustentáveis. É o momento de tornar tangível o trabalho da SABESP, valorizando o cuidado técnico com os recursos hídricos e aproximando a população das questões que envolvem o saneamento.4. Espaço Ciclo Azul — reúne uma feira de economia criativa com produtos sustentáveis, arte local, agricultura familiar e moda consciente, além de um polo gastronômico de culinária afetiva e regional. A água, aqui, também é saboreada — enquanto bem comum que sustenta os modos de vida.A cenografia do Festival será assinada pelo artista Sandro Rodrigues, cuja trajetória une arte, educação e sustentabilidade. Seus trabalhos são integralmente produzidos com materiais reciclados, transformando o que seria descartado em obras repletas de significado. A partir de um olhar sensível e detalhista, Sandro propõe um diálogo poético entre o reaproveitamento de recursos e a criação artística, fazendo da reciclagem não apenas uma técnica, mas um gesto de consciência e valorização da vida.Sua atuação é marcada pelo viés social e educacional: por meio da arte, promove a conscientização ambiental e o reconhecimento das pessoas envolvidas em todo o ciclo da reciclagem. No Manancial, essa abordagem se integra plenamente ao conceito do festival, em que a água — símbolo de origem, fluidez e renovação — encontra na cenografia um espelho estético e ético de sua essência. As instalações e ambientações criadas por Sandro convidarão o público a perceber a beleza do recomeço, a potência do reaproveitamento e a urgência de repensar nossa relação com o consumo e com o planeta.O Festival Manancial atende a um público diverso e plural: famílias com crianças, jovens, educadores, artistas, pesquisadores, turistas e moradores locais. Mais do que um espetáculo, trata-se de uma experiência coletiva, sensorial e formativa que conecta diferentes linguagens para fomentar uma cultura de pertencimento e cuidado com os recursos naturais. A proposta dialoga diretamente com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, especialmente os ODS 4 (Educação de Qualidade), ODS 6 (Água Potável e Saneamento), ODS 11 (Cidades e Comunidades Sustentáveis) e ODS 13 (Ação Contra a Mudança Global do Clima).Manancial é também um espaço de afirmação da cultura brasileira em sua pluralidade. Ao reunir artistas de diferentes gêneros e gerações, o festival celebra a diversidade como força criadora. Ao incentivar práticas sustentáveis e fortalecer a economia criativa, atua como catalisador de desenvolvimento social. E, ao valorizar o papel da água como elemento simbólico e vital, convoca o público a uma nova ética de convivência com o planeta.Manancial é onde tudo começa. E onde tudo pode recomeçar — inclusive nossa relação com a água, com a arte e com o futuro.
No Festival Manancial, a memória é tratada como uma nascente: ela guarda, inspira, transforma. E, por isso, uma das dimensões fundamentais do projeto será o cuidado com o registro audiovisual e fotográfico de cada uma das edições.Mais do que simplesmente documentar a realização técnica ou os momentos de espetáculo, a proposta é registrar o espírito vivo do festival — suas trocas, afetos, vozes, paisagens, aprendizados e impactos sobre os territórios por onde passa. A água flui e segue adiante, mas o que ela toca permanece. Assim será com o Manancial.1. Registro Fotográfico ProfissionalCada edição contará com uma equipe de fotografia documental responsável por captar, com sensibilidade e olhar artístico, os seguintes aspectos do festival:• Imagens dos shows, artistas e público nos Palcos Nascentes;• Atividades do Espaço Gotinhas, com enfoque nos momentos de educação sensível e lúdica com as crianças;• Oficinas, instalações e experiências sensoriais na Tenda Interativa SABESP+;• Ambientes da Feira Ciclo Azul, com destaque para os expositores locais, produtos sustentáveis e gastronomia afetiva;• Detalhes da cenografia, sinalização e ambientação geral do evento;• Retratos espontâneos de pessoas, expressões, encontros e cotidianos afetivos durante o festival;• Bastidores e equipe de produção em ação.O resultado será uma galeria fotográfica completa de cada edição, organizada e tratada profissionalmente, com entrega de arquivos em alta resolução. Esse acervo servirá tanto à comunicação institucional quanto à memória pública do projeto.2. Produção Audiovisual – Vídeos de Registro e RelatoA proposta audiovisual de um teaser do Festival Manancial prevê a produção de registros em vídeo com caráter documental, poético e informativo, a serem utilizados para diferentes finalidades. O plano inclui:• Captação em vídeo de todas as edições, com foco nos palcos, oficinas, vivências, público e bastidores;• Depoimentos de artistas, educadores, convidados, público e representantes locais, evidenciando a diversidade de vozes e perspectivas que compõem a experiência do festival;• Produção de 2 teasers – um para cada edição, com narrativa própria e montagem sensível, destacando as singularidades de cada território e edição;3. Utilização do Acervo e Compartilhamento PúblicoTodo o material produzido será organizado, catalogado e disponibilizado digitalmente, com acesso público gratuito, reforçando o caráter coletivo e democrático do festival. O acervo será utilizado para:• Divulgação do projeto nas redes sociais, sites e canais institucionais da organização proponente e parceiros;• Compartilhamento com educadores, escolas, ONGs e coletivos locais que participaram do festival, como forma de multiplicar as vivências e estimular novos projetos;O projeto se compromete ainda com créditos e direitos autorais respeitados, inclusive nos usos públicos do material.4. Memória como SementeO registro do Festival Manancial é mais do que uma documentação técnica. É um gesto de cuidado com o que foi vivido, uma forma de garantir que as conversas, risos, sons, encontros e aprendizados não se percam com o tempo. Ao criar esse acervo, o festival também deixa um legado: para os territórios, para os agentes culturais locais, para o poder público e para as próximas gerações.Memória viva é aquela que pode ser compartilhada. Por isso, o Manancial não apenas celebra a água como símbolo de origem, mas também como porta de entrada para um futuro que guarda o que é essencial: a arte, o afeto e a consciência.
A estrutura técnica do festival foi desenhada com foco em três princípios fundamentais: viabilidade operacional, qualidade da experiência do público e respeito ao meio ambiente e aos territórios.A seguir, detalhamos os principais aspectos técnicos do projeto, contemplando desde montagem e operação até logística e pós-produção:1. Estrutura Física e MontagemCada edição do festival terá duração de um dia, com montagem completa realizada nas 48 horas anteriores e desmontagem nas 24 horas subsequentes, em cronograma coordenado com os órgãos públicos e respeitando as normas locais.A estrutura básica inclui:• Palco principal (Palco Nascente):o Estrutura de aproximadamente 10 x 8 metros, com cobertura, sistema de som e luz de médio porte, telões laterais e backstage técnico.o Equipamentos de áudio profissional (PA, monitores de palco, microfones, cabos, DI, etc.);o Iluminação cênica com refletores LED, controladora digital e operadores técnicos.• Tendas temáticas (3 a 4 por edição):o Estruturas cobertas com 100m², climatização natural, piso removível e fechamento lateral conforme necessidade climática.o Instalação elétrica, mobiliário interno (cadeiras, tapetes, mesas de apoio), projetores e equipamentos de som ambiente, conforme a atividade prevista.• Espaço Gotinhas (infantil):o Área lúdica com piso emborrachado, cenografia interativa, cobertura leve, banheiros próximos, monitores especializados em educação infantil.• Feira (Espaço Ciclo Azul):o De 20 a 30 estandes modulares de 3x3m, com infraestrutura de barracas, mesas e pontos de energia.o Espaço gastronômico com área de alimentação, banheiros, lixeiras para coleta seletiva e bebedouros.• Tenda Interativa SABESP+:o Estrutura institucional com ambientação cenográfica e painéis educativos;o Estações interativas com sensores, projeções, painéis e mobiliário didático.• Backstage e Apoios Técnicos:o Áreas restritas para camarins, produção, segurança, armazenamento e equipe técnica, com fornecimento de energia, água e alimentação.2. Logística e TransportePor se tratar de um festival itinerante, será montada uma logística integrada de transporte, com equipe dedicada à circulação segura de:• Estruturas modulares e equipamentos técnicos;• Materiais gráficos e cenográficos;• Artistas e equipe de produção (com uso de transporte terrestre, exceto em casos pontuais de transporte aéreo);• Fornecimento local de itens perecíveis ou volumosos sempre que possível, priorizando fornecedores das próprias cidades-sede.A logística será planejada de forma sustentável, com redução de deslocamentos desnecessários, otimização de rotas e estímulo ao uso de veículos coletivos pela equipe.3. Energia e Sustentabilidade TécnicaO fornecimento de energia será feito, prioritariamente, a partir da rede elétrica local, com apoio de geradores silenciosos de baixa emissão apenas quando necessário. Todas as atividades do festival seguirão um protocolo de impacto ambiental reduzido, com as seguintes ações:• Uso de iluminação LED e equipamentos de baixo consumo;• Planejamento da coleta seletiva e descarte correto de resíduos;• Contratação de fornecedores com práticas sustentáveis.4. Comunicação Visual e CenografiaO festival terá uma identidade visual unificada, com linguagem gráfica inspirada nos elementos da água, da natureza e dos saberes ancestrais. A comunicação será aplicada nos seguintes itens:• Totens de entrada e sinalização direcional;• Painéis informativos e programações por área;• Cenografia das tendas temáticas (Gotinhas, Sabesp+, Roda d’Água);• Painel “Compromissos com a Água” como instalação interativa central;• Material educativo impresso e digital para crianças, famílias e educadores.A cenografia será projetada com materiais reutilizáveis e adaptáveis para uso ao longo das cinco edições.5. Captação de Som, Imagem e Relato DocumentalCada edição do Festival Manancial contará com equipe de captação audiovisual responsável pelo registro fotográfico, em vídeo e depoimentos de participantes, artistas e convidados. Esse material será utilizado para:• Criação de vídeos institucionais e pós-festival;• Produção de relatórios para prestação de contas;• Divulgação nas redes sociais e para a imprensa;• Memória do projeto, com objetivo de inspirar futuras edições.Os registros também serão disponibilizados publicamente, reforçando o compromisso com a transparência e a memória cultural coletiva.6. Segurança, Saúde e Primeiros SocorrosSerão contratadas equipes de segurança privada e brigadistas capacitados para cada cidade, em consonância com as exigências do Corpo de Bombeiros local. O festival contará com:• Posto de atendimento médico com profissional de enfermagem;• Ambulância de prontidão durante todo o evento;• Plano de evacuação e controle de público;• Comunicação direta com os órgãos públicos de segurança e saúde de cada cidade.Técnica a Serviço da ExperiênciaMais do que um conjunto de estruturas e equipamentos, o Detalhamento Técnico do Festival Manancial é uma estratégia cuidadosamente pensada para acolher o público com conforto, segurança, beleza e significado. Cada tenda, palco, feira ou oficina existe para criar uma atmosfera de pertencimento, onde todos possam se reconectar com aquilo que nos une — a cultura e a água, como fontes que não se esgotam.
No Festival Manancial, a acessibilidade não é apenas um item técnico ou uma obrigação legal, mas parte essencial de sua missão: tornar a cultura um bem verdadeiramente comum, compartilhado e possível para todos.Reconhecendo que o acesso à arte e ao conhecimento deve ser pleno, diverso e inclusivo, o festival propõe uma acessibilidade significativa — incorporando ações que garantam a participação segura, autônoma e digna de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, sempre dentro das possibilidades de cada local de realização.1. Acessibilidade FísicaAs duas edições do Festival Manancial acontecerão em espaços públicos abertos, com estrutura acessível e circulação ampla, permitindo que pessoas com mobilidade reduzida, cadeirantes ou idosos possam participar com conforto e segurança.As adaptações incluem:• Áreas planas e com fácil acesso;• Espaços reservados próximos aos palcos para cadeirantes e acompanhantes;• Sinalização visual clara para orientar a circulação em todos os ambientes;• Apoio de monitores treinados, disponíveis para auxiliar o público que necessitar de apoio físico ou informativo.Nos locais em que houver estruturas temporárias, como tendas e arquibancadas, será garantida a adequação mínima para o acesso com rampas ou entradas alternativas.2. Acessibilidade ComunicacionalA linguagem e a comunicação do Festival Manancial também serão pensadas com foco em inclusão:• Materiais gráficos com fonte legível e contraste adequado, facilitando a leitura por pessoas com baixa visão;• Uso de linguagem simples e objetiva nos materiais informativos e nas sinalizações do evento, para facilitar o entendimento por pessoas com deficiência intelectual, neurodivergentes ou com baixa escolaridade.A acessibilidade comunicacional será garantida também nos canais digitais do projeto, com legendas em vídeos institucionais de divulgação nas redes sociais e no teaser das duas etapas do festival.3. Equipe Sensível e TreinadaA equipe do Festival Manancial passará por uma orientação básica em acolhimento e atendimento inclusivo, garantindo que todos os públicos se sintam bem-vindos e respeitados em seus direitos.Os monitores e voluntários receberão um guia prático de conduta inclusiva, com orientações simples sobre como agir em situações diversas, sem infantilizar, excluir ou invisibilizar os corpos e realidades que historicamente têm seus acessos negados.4. Espaços Pensados para TodosOs diferentes ambientes do festival — como o Espaço Gotinhas (infantil), a Tenda Interativa da SABESP e a Feira Ciclo Azul — serão organizados com fluxos acessíveis e espaços de descanso, respeitando os limites físicos dos frequentadores.As áreas de alimentação também contarão com mesas compartilhadas e acessíveis para todos os corpos, além de pontos de apoio com bebedouros e sombra.5. Compromisso ContínuoSabemos que a acessibilidade é um processo contínuo de escuta e aprimoramento. Por isso, ao longo do circuito, o projeto manterá canais de escuta ativa com o público, recebendo sugestões, elogios e críticas que ajudem a melhorar a experiência de todas as pessoas, com ou sem deficiência.Ao final do projeto, essas vivências e aprendizados farão parte do relatório de impacto do Festival Manancial, servindo de base para futuras edições ainda mais inclusivas.Cultura é para TodosMais do que cumprir requisitos técnicos, o Festival Manancial quer criar um espaço onde todos se sintam parte. Isso significa acolher, respeitar, adaptar e aprender continuamente. A acessibilidade simplificada proposta neste projeto parte do reconhecimento das barreiras históricas de acesso à arte e à participação pública — e da necessidade de superá-las com sensibilidade, cuidado e responsabilidade.Porque uma cultura verdadeiramente viva e democrática não exclui, não separa, não silencia. Ela flui — como a água — por todos os caminhos possíveis.
O Festival Manancial nasce do compromisso com a cultura como direito e a água como bem comum. Nesse sentido, a democratização do acesso é um princípio estruturante do projeto — não apenas no sentido físico de entrada gratuita, mas como ação ampla, comprometida com a inclusão, diversidade, descentralização e participação cidadã.Vivemos em um país de profundas desigualdades sociais e territoriais. Por isso, iniciativas como o Manancial devem assumir um papel ativo na construção de pontes — entre centros e margens, entre públicos e expressões culturais, entre gerações e saberes. Democratizar o acesso, nesse contexto, significa compartilhar possibilidades de vivência cultural de forma livre, acolhedora e transformadora.A seguir, apresentamos as principais estratégias de democratização de acesso previstas pelo projeto:1. Gratuidade Integral do EventoToda a programação do Festival Manancial será completamente gratuita e aberta ao público, sem cobrança de ingressos, taxas simbólicas ou barreiras de entrada. A gratuidade vale para shows, palestras e atividades infantis. Isso assegura que pessoas de diferentes condições sociais, origens e faixas etárias possam usufruir igualmente da experiência cultural proposta.2. Descentralização TerritorialO projeto tem como um de seus pilares a circulação por duas cidades do Estado de São Paulo: São Paulo e Santos. Essa escolha busca contemplar diferentes realidades territoriaisAo ocupar parques públicos e espaços de fácil acesso, o Manancial também assegura logística acessível para a população local, inclusive para quem depende do transporte público.3. Acessibilidade Física e ComunicacionalO festival adota medidas concretas para ampliar o acesso de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, com ações como:• Espaços com rampas e pisos adequados;• Legendas no material audiovisual;• Sinalização clara e comunicação visual acessível;• Prioridade de acesso em áreas específicas.Essas ações são pensadas para garantir acesso pleno à experiência cultural, reforçando o direito à participação de todos os públicos, sem distinção.4. Participação de Públicos Infantis e FamiliaresA criação do Espaço Gotinhas, núcleo infantil do Festival Manancial, amplia significativamente o acesso de famílias com crianças pequenas, um público muitas vezes excluído de eventos culturais por falta de estrutura apropriada.Com atividades como circo e contação de histórias, o festival promove o direito à cultura desde a infância, estimulando a formação de públicos futuros e o fortalecimento dos vínculos familiares através da arte e da educação ambiental.5. Distribuição de Materiais de Comunicação AcessíveisO Festival Manancial adotará uma estratégia de comunicação plural e descentralizada, com foco em atingir públicos diversos, especialmente aqueles que não costumam frequentar eventos culturais. As ações incluem:• Divulgação em rádios comunitárias e mídias locais;• Conteúdos digitais com linguagem clara, visual acessível e materiais audiovisuais com legendas;A comunicação será vista não apenas como divulgação, mas como ponte entre o festival e os públicos historicamente afastados da fruição cultural.6. Feira com Acesso Popular e Fomento LocalO Espaço Ciclo Azul, feira de economia criativa e alimentação, contará com curadoria que prioriza empreendedores locais, agricultura familiar, arte popular e moda sustentável. Os preços praticados serão acessíveis, e o ambiente será acolhedor e educativo, promovendo a valorização das culturas locais e o acesso à produção artesanal brasileira, muitas vezes excluída dos grandes circuitos de consumo.7. Compromisso com a Sustentabilidade como Acesso ao FuturoAo promover práticas como coleta seletiva com entrega a cooperativas locais, uso consciente da água, incentivo a copos reutilizáveis e ações educativas ambientais, o Festival Manancial contribui para garantir um tipo de acesso que extrapola o presente: acesso ao futuro. Democratizar o acesso à cultura também é educar para o cuidado com os bens comuns e os recursos que sustentam a vida.Democratizar é SemearO Festival Manancial compreende que o acesso à cultura não se dá apenas pela presença física em um evento, mas pela criação de vínculos, pertencimento, escuta e transformação. Ao abrir seus portões a todos — gratuitamente, com acolhimento, cuidado e diversidade — o festival planta sementes de mudança nos territórios por onde passa.Democratizar, aqui, é verbo de ação: convidar, incluir, respeitar e multiplicar. É fazer com que a arte, como a água, encontre caminho em todos os terrenos — inclusive nos mais áridos. Porque é da fonte que vem a força para transformar.
Guilherme Zoldan Peitl Proponente e Produtor de CenografiaGuilherme Zoldan Peitl, nascido em 06 de junho de 1983, nacionalidade brasileira, solteiro,arquiteto e urbanista formado pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas –PUCCamp - em 2007, somado com um ano de intercâmbio na Escola de Arquitetura emGrenoble-França. Mora em Cunha – SP desde 2018 e atua na área cultural da cidade noconselho do festival de cerâmica, assim como produzindo festivais culturais e documentários por toda a região entre o Vale do Paraíba e o Litoral Norte de São Paulo.Premiações:Prêmio Funarte - Comtemplado no prêmio Respir Arte 2020 com a obra áudio visual “Barranco”Prêmio Bunkyo - Contemplado em primeiro lugar na Grande Exposição 2018 com esculturas emcerâmica – conjunto de obras “Seres”.Thayana Costa (Coordenadora de produção)Jornalista desde 2002, atua como repórter, produtora, roteirista e escritora em diversas mídias, incluindo revistas, sites e jornais, como revista EleEla; jornal O Estado de São Paulo e portal Catraca Livre, abordando temas como arte, economia, construção civil, agronegócio, comportamento, tecnologia e política. Também atuou como produtora e locutora em rádios como Transamérica; Rádio Capital e Rádio Cultura, de Curitiba, além de produzir para HBO e Channel 2, de Israel. Com vasta experiência na televisão, passou por emissoras como EPTV; TV Bandeirantes; RedeTV! e TV Cultura, onde atuou como repórter, coordenou equipes e produziu conteúdos factuais e especiais. Atualmente, é editora de texto e documentarista na Rede ALESP, TV da Assembleia Legislativa de São Paulo. Raphael Capucho ( Produtor executivo)Raphael Capucho, gestor cultural, produtor audiovisual, roteirista e pesquisador, é produtor executivo, apresentador e roteirista da série "Vale Prosear", assim como o roteiro e produção executiva de documentários como “Cunha: Um elo entre o caipira e o caiçara”, Senzala: Nos territórios da Capoeira, Nascente : Os personagens e territórios na nascente do rio Paraitinga/ Paraíba do Sul.Assina a idealização e produção dos festivais por todo o Vale do Paraíba, dentre eles o Festival de Cultura Negra Ruth Guimarães, o Festival de Culturas na Bocaina e o Festival “Pramode Caipira”, também a co produção projeto “Assim na Serra como no Mar” em parceria com o compositor e cantor Luís Perequê, tendo experiências em edições dos grandes festivais culturais de Paraty (Fip/Festa Literária Internacional de Paraty, Paraty em Foco/Festival Internacional de Fotografia de Paraty e o MIMO/Festival de música clássica e erudita nas igrejas históricas), além de uma vasta trajétoria na cultura popular, transitando em grupos expoentes como o maracatu Palmeira Imperial em Paraty.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.