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PRONAC 2511460Autorizada a captação total dos recursosMecenato

O Menino que queria virar Borboleta

19.012.364 ROBSON NUNES VIEIRA
Solicitado
R$ 816,3 mil
Aprovado
R$ 816,3 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
BA
Município
Porto Seguro
Início
2026-01-15
Término
2026-12-18
Locais de realização (6)
Porto Seguro BahiaSalvador BahiaBrasília Distrito FederalBelo Horizonte Minas GeraisRecife PernambucoSão Paulo São Paulo

Resumo

Projeto de montagem e turnê de estreia do espetáculo teatral infantil "O Menino que queria virar Borboleta", que prevê a adaptação para palcos do poema homônimo com autoria do artista Robson Vieira. O processo de montagem é previsto para 4 meses e sua turnê de estreia circulará por 6 cidades, com até 18 apresentações no geral.

Sinopse

Um menino que gosta de dançar: Isso é errado?Quais as implicações na vida de um menino que ama uma prática tão taxada como algo que "não é pra ele?". "O Menino que queria virar borboleta" é a emocionante história de uma criança que sofre as consequências inconsequentes de um mundo conservador e preconceituoso onde apenas queria voar.

Objetivos

OBJETIVOS GERAIS"O Menino que queria virar Borboleta" é o mais novo projeto teatral do ator, dançarino, diretor, dramaturgo e educador Robson Vieira. Protagonizado pelo próprio Robson, com direção de Paula Lice e dramaturgia de Fernanda Viana (Grupo Galpão), a proposta adaptará o poema homônimo autobiográfico de autoria do prórprio Robson. Robson é um artista radicado em Arraial D'Ajuda- Porto Seguro onde promove um trabalho de descentralização da cultura e valorização do fazer artístico local. Seu histórico com o teatro infantil inclui espetáculos como "A Caixinha de Papelão" e "O Vermelho", pelo qual recebeu o prêmio SINPARC de melhor dramaturgia para crianças. O enredo aborda os desafios vividos por um garoto que se sentia, e era taxado como diferente, pelo fato de gostar de dançar. Preconceitos, bullying e exclusão por uma coisa que ele amava. De maneira poética e sensível, o poema faz um paralelo entre o desenvolvimento do menino e processo de metamorfose de uma lagarta para se tornar borboleta. Para transformação do poema em dramaturgia convidamos Fernanda Viana, atriz consagrada no Grupo Galpão, e que entende muito o universo abordado por ser bailarina em suas origens no Grupo de Dança Primeiro Ato, e hoje ser uma conceituada autora de teatro para crianças. Prevemos um processo de criação em 4 meses, incluindo trabalho de mesa, composição de personagens, trilha sonora, criações técnicas e ensaios gerais. Será dividido entre as cidades de Salvador e o distrito de Arraial D'Ajuda, em Porto Seguro. A temporada de estreia circulará por 6 cidades, sendo 3 delas no Nordeste. Todas as apresentações contarão com intérprete de Libras e como contra-partida promoveremos 4 oficinas de brincadeiras teatrais para crianças. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1) Espetáculo Teatral - Montagem e temporada de estreia do espetáculo "O Menino que Queria Virar Borboleta", com 3 meses de processo de criação e temporada de estreia com circulação por 6 cidades, com até 18 apresentações no geral.. 2) Contrapartida - 4 oficinas de brincadeiras teatrais para crianças, promovidas por Robson Vieira.

Justificativa

O teatro infantil é uma ferramenta fundamental para o desenvolvimento integral da criança, pois estimula a imaginação, a criatividade e a sensibilidade artística desde cedo. Ao entrar em contato com histórias, personagens e cenários, a criança amplia seu repertório cultural, aprende a lidar com diferentes emoções e desenvolve valores importantes como empatia, solidariedade e respeito às diferenças. Além disso, o teatro contribui para o aprimoramento da linguagem, da expressão corporal e da comunicação, favorecendo a autoconfiança e a capacidade de se relacionar com o mundo e suas diversidades.Outro aspecto essencial do teatro infantil é seu papel educativo e social. As peças muitas vezes abordam temas do cotidiano, questões éticas e reflexões sobre o mundo de forma lúdica e acessível, tornando o aprendizado mais envolvente. A experiência de assistir ou participar de uma encenação também ensina sobre convivência em grupo, disciplina e coletividade, já que o teatro é uma arte compartilhada. Dessa forma, o teatro infantil vai além do entretenimento: é uma experiência cultural que contribui para a formação cidadã, emocional e intelectual da criança.Falar sobre diversidade com as crianças é essencial para a formação de uma sociedade mais justa e inclusiva. Desde cedo, elas estão em contato com diferentes culturas, aparências, religiões e formas de ser, e compreender que essas diferenças são naturais ajuda a prevenir preconceitos e estereótipos. Ao valorizar a diversidade, a criança aprende a respeitar o outro, a desenvolver empatia e a reconhecer que cada pessoa tem sua singularidade, o que enriquece a convivência social.Além disso, discutir diversidade contribui para que as crianças cresçam mais seguras de sua própria identidade, entendendo que não precisam se encaixar em padrões rígidos para serem aceitas. Isso fortalece a autoestima, amplia a visão de mundo e incentiva a construção de relações baseadas no respeito mútuo. Assim, falar sobre diversidade na infância não apenas prepara indivíduos mais conscientes e tolerantes, mas também ajuda a criar comunidades mais acolhedoras e solidárias no futuro.Outro ponto a destacar é a presença de Fernanda Viana na dramaturgia, uma dramaturga reconhecida por sua forte atuação na cena teatral, especialmente como integrante do Grupo Galpão, um dos mais importantes coletivos de teatro do Brasil. Ao longo de sua trajetória, tem se destacado pela criação e adaptação de textos teatrais que unem poesia, sensibilidade e um olhar atento para a cultura popular, além de sua presença marcante como intérprete em espetáculos do grupo. Sua contribuição para a dramaturgia mineira se dá tanto pela escrita quanto pela pesquisa cênica, ampliando o alcance do teatro como espaço de reflexão, afeto e diálogo com diferentes públicos.A proposta se enquadra nos seguintes incisos do art. 1° do Pronac: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. E nos seguintes incisos do art. 3°: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Estratégia de execução

O proponente do projeto será remunerado pelas rubricas "Direção Geral", "Ator/Atriz", "Dramaturgista", "Oficineiro" (Contrapartida Social) e encargos administrativos, estando adequado com o limite percentual previsto por lei.

Especificação técnica

1) Espetáculo teatral - Espetáculo teatral infantil, adaptado de um poema com dramaturgia de Fernanda Vianna. Sua montagem é prevista para 4 meses e sua circulação passará por 6 cidades, sendo 3 delas no nordeste.2) Contrapartida - Oficina de brincadeiras teatrais com 3 horas de duração, para até 15 crianças, em 4 das 6 cidades que receberão apresentações do espetáculo.

Acessibilidade

Produto “Espetáculo Teatral”: Acessibilidade Comunicacional – Todas as apresentações do espetáculo contarão com intérprete de Libras; O ator fará, antes das apresentações, suas autodescrições e espectadores cegos serão convidados para fazer o reconhecimento tátil do palco e objetos de cena antes das apresentações;Todo o material de divulgação contará com o símbolo de acessibilidade em Libras, indicando a presença desse recurso no evento, e o material on-line contará com legenda descritiva e a hashtag #ParaTodosVerem. Acessibilidade Arquitetônica – Serão selecionados para a temporada de estreia do espetáculo, apenas espaços culturais que contem com medidas de acessibilidade, como rampas, banheiros adaptados e lugares reservados na plateia; Acessibilidade Atitudinal –Contaremos com, ao menos, 01 pessoa PCD na equipe executiva do projeto; Produto “CONTRAPARTIDA SOCIAL”:Acessibilidade Comunicacional –Todas as oficinas contarão com intérprete de Libras;O oficineiro fará suas autodescrições e espectadores cegos serão convidados para fazer o reconhecimento tátil do palco e objetos de cena antes das apresentações;Todo o material de divulgação contará com o símbolo de acessibilidade em Libras, indicando a presença desse recurso no evento, e o material on-line contará com legenda descritiva e a hashtag #ParaTodosVerem.

Democratização do acesso

ESPETÁCULOS TEATRAIS: Em um total de até 18 apresentações, temos:ingressos, distribuídos, gratuitamente, da seguinte forma:• 10% dos ingressos que serão distribuídos gratuitamente, para ampliar o acesso, tendo caráter social, educativo ou de formação artística;• 10% dos ingressos para distribuição gratuita promocional pelos patrocinadores;• 10% dos ingressos para distribuição gratuita promocional em ações de divulgação do projeto;Dos ingressos a serem comercializados garantimos que até 20% dos ingressos totais não ultrapassarão o valor de 3% do salário mínimo vigenteNossa proposta alcança os seguintes medidas de democratização de acesso previstas na INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 23, DE 05 DE FEVEREIRO DE 2025Art. 46. O plano de distribuição da proposta deve prever medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo as estimativas da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites:I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado;Art. 47. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso:VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;

Ficha técnica

ROBSON VIEIRA - ATOR E COAUTORRobson Vieira é um artista do teatro, da dança do cinema e da educação. Pesquisador das tecnologias da Cena e do trabalho corporal do artista, é integrante do Grupo de Pesquisa em Poéticas Tecnológicas da Universidade Federal do Sul da Bahia (CNPQ/UFSB), coordenado pelo Dr. Leonardo Souza. Fundador da Patela Cia, que tem sede em Arraial D'Ajuda - Porto Seguro, Robson tem em seu currículo 5 prêmios de ator em festivais nacionais, 02 prêmios de dramaturgo, e no ano de 2019 foi indicado aos prêmios de melhor diretor e dramaturgo na categoria Teatro Infantil no prêmio Copasa Sinparc em Minas Gerais, vencendo o de dramaturgia para crianças com o texto “O Vermelho”. Na pesquisa de arte e tecnologia desenvolve estudos no campo da iluminação, projeções e Inteligência Artificial aliados ao processo de improvisação e construção dramatúrgica. No coletivo Multidanças criou uma forma de operar a luz enquanto dança, sem que a plateia perceba. Esse trabalho se apresentou no Fórum Internacional da Dança de 2018, realizado na cidade de Belo Horizonte. Robson também é idealizador e produtor de mostras e festivais, como o BH in SOLOS - Mostra de solos de teatro e dança, a Bugiganga Mostra de arte para crianças, e o Porto EnCena, festival de teatro realizado na Costa do Descobrimento, Bahia. Trabalha como ator há mais de 20 anos e tem em seu currículo mais de 20 espetáculos, além de atuar no cinema em filmes como “Marte Um”, “No Coração do Mundo” e “Elon não acredita na morte”. Promove projetos de descentralização e democratização do acesso à cultura em distritos e vilarejos no território da Costa do Descobrimento, levando espetáculos e ações culturais variadas a praias, centros culturais e escolas da região, e realizando intercâmbio com artistas de dentro e fora da Bahia. FERNANDA VIANNA - DRAMATURGA E ATRIZFernanda Vianna começou a carreira como bailarina. É atriz e participou de vários espetáculos do Grupo Galpão desde 1995, quando estreou como Julieta no espetáculo icônico Romeu e Julieta. Na TV atuou entre outros, na mini série Justiça e em Natal de Rita como protagonista. No cinema atuou em longas metragens como Moscou, Meu Pé de Laranja Lima, Lodo, Fogaréu. Em 2010 fundou com Rodolfo Vaz a Oitis Produções Culturais produzindo espetáculos premiados como Antes do Silêncio, adaptação do universo Beckett, O Capote, com direção de Yara de Novaes, e os musicais infantis e brasileiros O boi e o burro no caminho de Belém e Berenice e Soriano, ambos sob sua direção. Dirigiu ainda o “Patinho Feio” para o Ballet Jovem MG e fez preparação corporal para diversas companhias teatrais. Em 2023 dirigiu a Ópera “Blue Monday e afluentes” para o Theatro Municipal de São Paulo. Recebeu prêmio de melhor direção em 2017 por Berenice e Soriano e pelos filmes “O que se move” e “Cidade;Campo” tornou-se uma das poucas atrizes a receber por duas vezes o prêmio Kikito de melhor atriz no Festival de Cinema de Gramado.LUIZ CARLOS VASCONCELOS - ATORAtor e diretor de teatro, Vasconcelos formou-se Letras, na UFPB.- Fez cursos de teatro na Dinamarca e integrou a Intrépida Trupe.- Desde 1978,tem intensa atuação circense como o palhaço Xuxu. é diretor e fundador da Escola de Teatro e Circo Piolim. Com o espetáculo Vau da Sarapalha, de Guimarães Rosa, torna-se encenador conhecido em todo o país, acumula prêmios e respeito artístico.- Ator na ópera Matogrosso, montada por Gerald Thomas e Philip Glass.- Estréia no cinema, em 1996, no filme pernambucano Baile Perfumado. Convidado por Lírio Ferreira e Paulo Caldas para interpretar Lampião.PAULA LICE - DIRETORAPaula Lice é atriz, diretora, escritora, roteirista e dramaturga. É graduada em Letras, com mestrado em Teorias e Crítica da Literatura e da Cultura e doutorado em Artes Cênicas, todos pela UFBA. Destaca-se no seu repertório, o curta-metragem “Jessy” (2013) –que deu origem ao reality show “Drag me as a queen”, do qual é co-criadora. É também co-criadora do longa-metragem “Ridículos”(2016). Participou como atriz do longa-metragem “Pinta” (2013), de Jorge Alencar, do curta Estela, de Hilda Lopes Pontes, pelo qual ganhou uma menção honrosa pela sua atuação no Panorama Internacional Coisa de Cinema 2017 e da série “A professora de música” (2016), de Edson Bastos e Henrique Filho. Foi preparadora de elenco desta última e dos curtas “Menino da Gamboa” (2014), de Pedro Perazzo e Rodrigo Luna, “Fundo do céu” (2019), de Matheus Vianna e “Mamãe” (2021), de Hilda Lopes Pontes. Com intensa dedicação ao universo infantil, Paula Lice é co-autora da peça, do curta e do longa-metragem de animação “Miúda e o guarda-chuva”. O curta foi realizado através da única edição do ANIMATV, em 2010. Escreveu, dirigiu e produziu “Para o menino-bolha”, indicado ao Prêmio Braskem de Teatro 2015, nas categorias melhor direção, espetáculo infanto-juvenil e texto, tendo sido vencedor do último; a peça também foi lançada em livro pela Coleção Dramaturgia da EDUFBA e teve uma obra derivada publicada de forma independente, o livro infantil “A Gilafa”. O texto do livro foi publicado na revista Cartografias, do projeto Mapa da Palavra, da FUNCEB. Ainda para a infância, assinou a dramaturgia do espetáculo de dança “Quarto Azul” (2013), dirigiu “O mundo de dentro” (2015), escreveu e dirigiu “Priscilla e o tempo das coisas” (2016) e assinou dramaturgia e direção do espetáculo de dança “Bonito” (2017), indicado ao Prêmio Braskem na categoria infanto-juvenil. Como atriz, foi indicada ao Prêmio Braskem de Teatro pela sua atuação em “A persistência das últimas coisas” (2017), de Celso Júnior. Em 2018, assinou a direção e dramaturgia do espetáculo “Criança Ferida ou de como me disseram que eu era gay”, colaborou com a dramaturgia do solo curitibano “Mil Besos”, de Gabriel Machado, da Casa Selvática; e estreou também, o “Santa Maravilha Recebe –entrevistas perforMágicas”, uma peça de entrevistas ao vivo, da qual é atriz e co-criadora. Em 2019 lançou seu terceiro impresso, o “Pequeno Oráculo Invisível de Crianças Imaginadas”, através do Prata da Casa, projeto do Teatro Gamboa Nova que abrigou a comemoração de seus vinte anos de carreira, com o retorno de quatro espetáculos, exibição de filmes, exposição e oficina. No segundo semestre, dirigiu o espetáculo “TREVA ou princípios da higiene funcional”, de Sabrina D Marques, pelo projeto Três & Pronto, do Teatro Vila Velha e estreou a versão em longa-metragem de animação de “Miúda e o guarda-chuva”, cujo roteiro, argumento e co-direção assina, no ANIMAMUNDI, segundo maior festival de animação do mundo. Em 2021, dirigiu os web-espetáculos “Pequenas Histórias de Impossíveis Amores”, texto de Gildon Oliveira e “Quimera”, foi roteirista da série Parquinho, da Tem Dendê Produções e consultora de roteiro do Núcleo de Mulheres Roteiristas, bem como desenvolveu em série de animação, “Miúda e o guarda-chuva”, pela Movioca Content House. “Copo de Sede” (2021) é seu quatro livro, uma parceria poética com o artista Enzo Banzo, pelo projeto ARS Combinatória. Em 2025, assinou a direção e dramaturgia do espetáculo “Chame-Gente – um carnaval em cada esquina” e dirigiu “Véspera – tome isto que a vida te dá”, texto de Gildon Oliveira. É professora do Centro de Cultura, Linguagens e Tecnologias aplicadas, da UFRB, onde desenvolve trabalhos artísticos e de extensão com seu grupo de pesquisa CRICA –Criar para criança: núcleo de estudos das artes e culturas da e para a infância.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.