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PRONAC 2511469ArquivadoMecenato

Cartas para Gonzaguinha

EDICOES MUSICAIS MOLEQUE LTDA
Solicitado
R$ 785,2 mil
Aprovado
R$ 785,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro Musical (c/ dramaturgia, danças e canções)
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Teatro musical
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2026-04-01
Término
2029-04-02
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

O projeto Cartas para Gonzaguinha é um espetáculo de teatro musical com texto autoral, entremeado por canções de Gonzaguinha _ incluindo uma inédita _ e grandes sucessos como "O que é, o que é", "Grito de Alerta", "Explode Coração" e "Sangrando". Trata-se de uma homenagem a um dos maiores cantores e compositores do Brasil, cuja obra deixou uma contribuição inquestionável para a música popular brasileira e que completaria 80 anos neste ano.

Sinopse

A trama de “Cartas para Gonzaguinha” é ambientada em 1981, período em que o Brasil vivia o início da reabertura política após quase duas décadas de ditadura militar. Em meio às incertezas de uma fábrica, operários são convidados a refletir sobre a questão filosófica lançada por Gonzaguinha na época: “O que é a vida?”. As respostas mais criativas dão origem aos versos de uma nova canção.Embora inspirada no contexto histórico, “Cartas para Gonzaguinha” é uma obra de ficção, um retrato poético e emocionante de um Brasil que caminhava para o fim da ditadura militar.

Objetivos

Geral:Manter viva a obra de Gonzaguinha, valorizando a cultura nacional por meio de um espetáculo de teatro musical com texto original, protagonizado por personagens que retratam a história da nossa cultura. A proposta busca alcançar tanto o público jovem _ que em grande parte desconhece essas canções ainda tão atuais _ quanto o público adulto e idoso, que já vivenciou a emoção das composições do consagrado artista.Específicos:Realizar temporada de um mês no Teatro João Caetano do Rio de Janeiro, com capacidade para 1.139 pessoas, de 08 a 31 de maio de 2026, totalizando 16 apresentações de quinta a domingo. Importante ressaltar que já temos a APROVAÇÃO desta pauta conferida pela FUNARJ. Realizar temporada de um mês em teatro de menor capacidade na cidade do Rio de Janeiro, às sextas e aos sábados, totalizando 8 apresentações.Promover uma sessão gratuita destinada a estudantes de escolas públicas, com transporte custeado pela produção, como ação de formação de plateia.Oferecer, durante a temporada, uma oficina gratuita de atuação para teatro musical, ministrada pela diretora Rafaela Amado, voltada a estudantes de escolas de teatro.Realizar quatro sessões com recursos de acessibilidade, incluindo audiodescrição e tradução em Libras, ampliando a democratização do acesso ao espetáculo.

Justificativa

Em 2024 Gonzaguinha completaria 80 anos de nascimento e, em 2025, celebramos 35 anos de sua morte. Esses marcos tornam ainda mais relevante a realização de Cartas para Gonzaguinha, reafirmando a força de um dos maiores nomes da Música Popular Brasileira.Mais do que revisitar sucessos, o espetáculo propõe uma experiência sensível e coletiva, aproximando novas gerações de um artista cuja obra fala de afeto, cidadania, resistência e esperança. Sua difusão é fundamental para que o público jovem conheça e se inspire em sua poesia e em seu olhar transformador sobre o Brasil.O projeto já teve temporadas de grande êxito no Rio de Janeiro, onde gerou mais de 100 empregos diretos e indiretos, foi assistido por mais de 15 mil pessoas e recebeu indicações a prêmios importantes. A continuidade dessas apresentações amplia o alcance da obra de Gonzaguinha, garantindo sua presença no imaginário coletivo e fortalecendo o acesso à cultura e à música brasileira de altíssima qualidade.Além disso, o projeto dialoga com os princípios das políticas públicas de cultura ao: - promover o acesso à criação e à produção artística; - estimular a identificação do público com a obra apresentada; - ampliar o acesso e formar novas plateias; - gerar empregos e fortalecer a cadeia produtiva da cultura. Para efeito da Lei 8.313, ressaltamos que o espetáculo se enquadra nos seguintes incisos do artigo 1: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - Priorizar o produto cultural originário do País. E no artigo 3 da referida norma, serão alcançados os seguintes objetivos: II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.

Estratégia de execução

Para apuração do Plano de Distribuição, consideramos:Número de apresentações = 24 (16 no Teatro João Caetano e 8 em teatro a definir)Expectativa diária = 400 lugares ocupados

Especificação técnica

- O espetáculo será encenado no Teatro João Caetano, para o qual já temos agenda confirmada para o mês de maio de 2026, e outro de menor capacidade a definir.- Classificação Indicativa do Espetáculo: 16 anos- Duração Total da Apresentação:Duração de 150 minutos, com intervalo de 15 minutos.

Acessibilidade

Produto – Espetáculo de Artes CênicasO espetáculo será apresentado no Tetro JOÃO CAETANO no Rio de Janeiro, que dispõe de recursos de acessibilidade, como rampas de acesso e banheiros adaptados, atendendo tanto pessoas com deficiência quanto idosos. Teremos o mesmo cuidado na escolha do outro espaço escolhido;Haverá atendimento prioritário para pessoas com deficiência e idosos na bilheteria e na entrada da sala de espetáculos;Será realizada uma sessão por mês, durante a temporada, com tradução em Libras (para pessoas surdas) e com audiodescrição (para pessoas cegas ou com baixa visão).Produto – Contrapartidas SociaisPessoas com deficiência visual: disponibilização de locução gravada com descrição do ambiente, sinopse da apresentação e informações complementares.Pessoas com deficiência auditiva: disponibilização de intérprete de Libras.Ação formativa: A diretora do espetáculo, em parceria com a coreografa, ministrará uma oficina gratuita para alunos de escolas de teatro da cidade do Rio.À exceção dos custos de "Ação formativa" que consta na planilha financeira, os demais estão previstos em "Custos de acessibilidade, comunicação e divulgação acessíveis".

Democratização do acesso

Serão disponibilizados ingressos gratuitos correspondentes a 20% da capacidade do teatro para estudantes da rede pública de ensino (16 a 18 anos) e seus educadores, em conformidade com o artigo 20 da Instrução Normativa nº 2, de abril de 2019.Em consonância com o artigo 21 da mesma normativa (item II), será oferecida uma sessão inteiramente gratuita para estudantes e professores da rede pública de ensino, em parceria com a Secretaria Estadual de Educação e com ONGs. O transporte dos alunos será custeado pela produção do espetáculo (custo previsto na planilha orçamentária em "Custos de acessibilidade, comunicação e divulgação acessíveis".DESCRIÇÃO DE ATIVIDADESDe acordo com o artigo 22 da Instrução Normativa nº 2, de abril de 2019, como ação formativa de contrapartida social, será realizada uma OFICINA GRATUITA DE TEATRO MUSICAL para professores e estudantes de escola pública do Rio de Janeiro, com o objetivo de conscientizar sobre a importância do teatro no desenvolvimento social.Público-alvo: professores da rede pública e estudantes entre 12 e 18 anos.Duração total: 4 horas Conteúdo da oficina:A oficina propõe desenvolver a atuação do aluno/ator por meio do treinamento da voz e do corpo em cena. A relação entre gesto, canto e interpretação será o ponto de partida para o aprendizado.Prática corporal (1h) – com Sarah Plutarcho: exercícios de corpo e dança para despertar a sensibilidade, percepção e autoconhecimento, preparando os alunos para a prática dos jogos.Jogos teatrais (1h) – com Rafaela Amado: exercícios inspirados nas técnicas de Viola Spolin e Anne Bogart, trabalhando cooperação, percepção do espaço, concentração cênica, foco, imaginação e criatividade.Oficina prática de teatro musical (2h): os participantes vivenciarão a montagem de uma cena integrando canto, dança e interpretação. O objetivo é desenvolver um corpo consciente e disponível, conectado à voz e ao espaço, fornecendo ferramentas para a construção de personagens e composição artística no teatro musical.Público-alvo: estudantes de teatro a partir de 16 anosNúmero de participantes: até 35 pessoasNecessidades técnicas:10 cadeiras sem braçoEquipamento de som para reprodução musical

Ficha técnica

Representante legal da empresa proponente: Fernanda Gonzaga, em artes, Nanan GonzagaSerá responsável por toda pesquisa e fornecimento de materiais de arquivo para elaboração do roteiro e trilha sonora do espetáculo, além de participar no grupo musical com a percussão.Direção: Rafaela AmadoDireção Musical e Idealização: João BittencourtPesquisa: Nanan GonzagaTexto: Tiago RochaCenografia: Nello MarreseIluminação: Dans SouzaFigurino: Valéria StefaniDireção de Produção: Joana D’AguiarELENCO: Marcelo Alvim, Celso Luz, Joana Mendes, Caio Nery, Sarah Plutarcho, José Guerra, Isis Botelho, Luíza Lewicki, Gabi Mello, Luna Krushchewskyh, Paula Sandroni, Laura Lewick, Matheus Vieira, Carol Pita, Matheus Faissal, Jeff Chagas, Luiz Filipe Carvalho, Malu Cordioli, Laura Canabrava, Ruan Guimaraes, Marina Moretzshon, Anderson RosaMÚSICOS João Bittencourt - PIANONanan Gonzaga - PERCUSSÃOFelipe Moura - BATERIAJefferson Nascimento - PERCUSSÃO E SOPROSYuri Villar - SOPROSGiordano Gasperin – BAIXO RAFAELA AMADO – DIREÇÃOBacharel em Artes Cênicas com pós-graduação em Direção de TV (CAL-RJ). É diretora, atriz, preparadora de atores, e também fundadora da Cia. “Os F...Privilegiados”-RJ (1991) sob direção de Antônio Abujamra.Além de atriz e assistente de Antônio Abujamra, atuou como assistente de João Fonseca, Guel Arraes, Wolf Maia e Fred Hanson, entre outros.Em seu currículo, destacam-se inúmeras peças de teatro e novelas, ao longo de 35 anos de carreira. No teatro, atuou ao lado de sua mãe, Camilla Amado, em "ELECTRA de Sófocles" (2016) e dirigiu a atriz em "LES COMMEDIENS" (2017) e "O JARDIM SECRETO" (2013). Foi diretora responsável pelos espetáculos “A PEQUENA LOJA DOS HORRORES” (2023), “WE WILL ROCK YOU” (2022), “RENT”(2022), entre outros.Rafaela atua também como preparadora de atores e desenvolvedora de projetos. Atualmente, integra o corpo docente da Escola de Atores Wolf Maya, como professora de Interpretação para TV. Tem parceria como professora dirigindo práticas de Montagem também nas escolas CEFTEM E INCENA.Entre 1999/2005 atuou como Criadora de conteúdo e editora de interprogramas na TV BRASIL. JOÃO BITTENCOURT – IDEALIZADOR, DIRETOR MUSICAL E ARRANJADORComo instrumentista ou diretor musical, participou de mais de 30 espetáculos como “Ópera do malandro”, com direção de Charles Müller e Cláudio Botelho e "Gota D'Água, com direção de João Fonseca. Acompanhou a cantora Bibi Ferreira em quatro shows “Bibi in Concert 3 - Pop”, “Histórias e Canções”, “Bibi canta e conta Piaf” e “Natal em Família”, este com a participação de um coral de 1000 vozes, “O casamento dos pequenos burgueses”, do grupo Os Privilegiados; “Gonzaguinha - começaria tudo outra vez”; “Divina Elizeth”, “Meu caro amigo” e “Oui oui a França é aqui”.Em 2011 foi indicado ao “Prêmio Shell” de teatro na categoria “Melhor Música” pelas composições do espetáculo “R&J”, de Shakespeare.Em 2012 conquistou, com o grupo Água Viva, os prêmios de “Melhor Intérprete Instrumental” e “Melhor Arranjo” no Festival das Rádios Mec e Nacional.Integrou a Itiberê Orquestra Família, com a qual gravou o disco “Pedra do Espia”, lançado em 2001. Ao lado de Mig Martins, compôs e dirigiu a trilha do espetáculo “Farinha do mesmo saco”, do grupo Cabaré Volante; com Plínio Profeta e Edu Kriger, produziu parte da trilha do filme “Feliz Natal”, dirigido por Selton Mello. Foi integrante da Rio Jazz Orquestra e do sexteto Pé do Ouvido.A partir de 2006 integrou o grupo Água Viva, com o qual gravou o CD Mundo ao Revés, lançado em 2010. Com o grupo, participou do “Festival de La Musica” em La Plata, na Argentina, e do festival latino-americano “Movimiento Cultural Jazz a La Calle” em Mercedes, no Uruguai.Em 2007 recebeu o “Prêmio Tápias de Música” de “Melhor Instrumentista”. Em 2008 lançou seu primeiro CD “Edu Lobo por João Bittencourt”, pelo selo da Universidade Estácio de Sá.Em 2013 lançou o CD solo “João Bittencourt apresenta Julio Reis”, contemplado pelo FAM (Fundo de Apoio à Cultura) 2012, da prefeitura do Rio de Janeiro. Esse foi o primeiro CD com a obra de Julio Reis (1863-1933), que segundo Nelson Freire, o projeto foi “um trabalho que valoriza, e muito, a cultura brasileira”.Em 2014 atuou como diretor musical do espetáculo “Mar aberto”, encenado pelos atores Goos Meeuwsen e Helena Bittencourt, sua irmã, dentro de um “piano barco”, de sete metros de comprimento, montado ao ar livre no Campo de Santana, no Rio de Janeiro.Já acompanhou artistas como Amelinha, Victor Biglione, Moyseis Marques, Thaís Gulim, Letícia Tuí, Ronnie Marruda, Ras Bernardo, entre outros. TIAGO ROCHA - TEXTO AUTORALTiago Rocha é professor, letrista e dramaturgo. Iniciou seus estudos em Letras Português/Inglês, na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e é formado em Licenciatura em Teatro pela Universidade Estácio de Sá.Participou de oficinas com autores e pesquisadores de dramaturgia contemporâneos, tais como Pedro Brício e Márcia Zanellato, na SBAT (Sociedade Brasileira de Autores) e também do CONADRAMA (Primeiro Congresso Nacional de Dramaturgia).Integrou o debate de novos dramaturgos, no II Seminário Carioca de Teatro Musical (2014) e, desde então, dedica seus estudos em técnicas, linguagens e princípios estéticos do Teatro, com ênfase na busca de caminhos dramatúrgicos para um Teatro Musical nacional e original.Trabalhou ao lado de Reiner Tenente no Espaço SESC, desenvolvendo seu primeiro processo de Prática de Montagem teatral, que foi pesquisado ao longo de um ano e meio, com os atores do curso de Teatro Musical (2013), resultando, em 2017, no espetáculo "Só por hoje - O musical", com músicas originais, feitas em parceria com João Bittencourt, sob a orientação artística de João Fonseca.Atualmente, leciona História do teatro no CEFTEM, onde inaugurou, ao lado de Renata Mizhari, a primeira Oficina de Dramaturgia voltada especificamente para o Teatro Musical. VALÉRIA STEFANI - FIGURINISTAValeria Stefani trabalha com Figurino desde 1998. Paulista, mora no Rio de Janeiro desde 1984, Formada em Programação Visual pela Faculdade da Cidade em 1994 .Iniciou no Teatro como assistente de Kalma Murtinho, e com ela, participou de diversas produções teatrais. Seu primeiro trabalho no Cinema foi no longa Metragem “AMELIA” de Ana Carolina. Fez parte da equipe de Figurino em vários trabalhos como “CHATO” “MADAME SATA” “NOEL ROSA” “BUFO & SPALLAZANI”, “THE GAME” “FLORES RARAS” E “BANALISSIMAS”. Assinou a Primeira Longa em 2005, “CANTA MARIA” de Francisco Ramalho, e desde então, assina o Figurino de vários projetos, entre séries, peças e Filmes;Venceu os prêmios de Melhor Figurino do Prêmio Guarani em 2015 por “Getúlio”, em 2013 por “Heleno: O Príncipe Maldito” e em 2011 por “A Suprema Felicidade”,Foi indicada em 2023 ao prêmio de Melhor Figurino no Cinema Brazil Grand Prize e no Prêmio Guarani por “Eduardo e Mônica”, e em 2013 por “Faroeste Caboclo”.No Prêmio Contigo Cinema, por “Heleno: O Príncipe Maldito” em 2012, em 2011 por “A Suprema Felicidade”, e em 2007 por “Canta Maria”.No CinEuphoria Awards em 2015, foi indicada por “Getúlio”. NELLO MARRESE – CENÓGRAFOTrabalhou, e ainda trabalha, com os mais renomados diretores, como ULYSSES CRUZ, RENATO BORGHI e AMIR HADDAD. Trabalhou também com ANTÔNIO ABUJAMRA, JOSÉ CELSO MARTINEZ CORRÊA e DOMINGOS DE OLVEIRA, dentre outros, mas é com JOÃO FONSECA, amigo de longa data, que fixou uma parceria constante, desde a fundação do grupo OS FODIDOS PRIVILEGIADOS, responsável por grandes e inesquecíveis encenações.Desde 1999, vem-se dedicando ao trabalho de cenógrafo.Apenas alguns dos espetáculos que formam seu extenso currículo:“Um Qorpo Santo Dois” (Revisitando); “O Casamento; Tudo No Timing; A Pena E A Lei”; “O Casamento Do Pequeno Burguês”; “Pano De Boca”; “Édipo Unplugged”; “Hamlet”; “Um Beijo, Um Abraço, Um Aperto De Mão”; “A Geração Trianon”; “João Ternura”; “Esses Anos Estúpidos E Perigosos”; “O Jogo”; “Valsa Nº 6”; “Vereda Da Salvação”; “A Ratoeira”; “Rita Formiga”; “Escravas Do Amor”; “Minha Mãe É Uma Peça”; “Auto Dos Angicos”; “Gota D'água”; “A Falecida”; “O Santo E Porca”; “Opereta Carioca”; “Um Certo Van Gogh”; “Fica Comigo Esta Noite”; “Virgulino E Maria - Auto De Angicos”; “Comédia Russa”; “O Gato Branco”; “Não Sobre Rouxinóis”; “R&J De Shakespeare - Juventude Interrompida”; “Doroteia”; “Tim Maia - Vale Tudo, O Musical”; “Rock In Rio - O Musical”; “Edukators”; “Aos Domingos”; “Pai”; “Randevu Do Avesso”; “A Importância De Ser Perfeito”; “Os Sapos”; “Mulheres Do Brasil”; “Intimidades”; “Despertar Da Primavera” (Não A Montagem De Möller & Botelho);” Cazuza - O Tempo Não Para, O Musical”; “O Médico Que Tinha Letra Bonita”.JOANA MENDES - PRODUTORAJoana Mendes, é atriz, apresentadora e produtora, com mais de 15 anos de atuação na cena cultural.Foi sócia-diretora do Centro de Estudos e Formação em Teatro Musical, pioneiro no ramo, com sede no Rio de Janeiro e parceria em São Paulo, formando profissionais com professores renomados do mercado por mais de 10 anos.Foi Diretora de produção de espetáculos como “Godspell, o clássico da Broadway” "Company" (versão oficial brasileira) e “Cartas para Gonzaguinha”, sucesso de público no Teatro Riachuelo Rio por 4 temporadas.Joana também produz o evento beneficente anual “Tudo ao Contrário – A cena em prol da vida”, que reúne mais de 100 artistas do teatro musical brasileiro, com toda a bilheteria sendo revertida para a Sociedade Viva Cazuza.É criadora do primeiro e único festival exclusivo para mulheres que amam mulheres, que em sua 1ª edição recebeu Marina Lima.

Providência

Projeto arquivado em razão da omissão do proponente na regularização da ocorrência: Perfil agência incompatível com tipo pessoa, o que impediu a abertura das contas e a continuidade processual. Eventual desarquivamento poderá ser solicitado em até 30 dias pelo email dfind.sefic@cultura.gov.br.