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Gravação do CD de MPB autoral cearense "Música Mansa II", de Rafael Torres e convidados, com a gravação, edição e disponibilização gratuitas de 3 vídeos de estúdio, 1 videoclipe e 1 lyric video. O disco terá uma prensagem de 500 cópias (150 das quais, serão distribuídas gratuitamente entre alunos e professores da Escola de Ensino em Tempo Integral Johnson).O disco "Música Mansa II" conta com composições de Rafael Torres (letras e músicas).Transmissão dos arquivos de áudio para todas as plataformas digitais de música (Spotify, Deezer, iTunes, YouTube Music etc.) e geração e transmissão de vídeos com as letras embutidas, para o YouTube.
Calcado na ideia de que o Brasil ainda tem muito que mostrar com instrumentos acústicos, sem influências acintosamente estrangeiras, e com um canto natural, sem nenhum tipo de empostamento especial de voz e um mínimo de truques de afinação, Rafael acredita que tenha encontrado uma maneira de dar sequência ao trabalho de João Gilberto e Tom Jobim.A Música Mansa é a continuidade da MPB. Aquela, dos anos 60, 70 e 80. Especialmente da de Tom Jobim, de Chico Buarque, de Edu Lobo e de João Gilberto. Sem dispensar flertes com Milton Nascimento, Boca Livre, Elomar, Antônio Nóbrega e, até, Astor Piazzolla.A música é mansa no seu soar (ela não troveja), no seu versejar (ela não grita) e no seu instrumentar (são, essencialmente, instrumentos acústicos amplificados). É mansa no seu existir. Na culpa que não carrega. Ela não manda. Ela pega pela mão e conduz. Aliás, culpa, não há. Consuma, escute, atente e só. Ela é feita por velhos artesãos de canções, que aprenderam com seus pais, que com os seus...Ela não é melhor que nenhuma outra. Nem pior. Ela é o doce mar do Mucuripe, a lamber nossos pés em uma tarde mansa.O DISCO“Música Mansa II” segue o álbum “Música Mansa”, em processo de finalização. Todo feito com obras de Rafael Torres, o disco contará com o fiel auxílio de grandes cantores e dos ex-membros do grupo Argonautas. Trata-se de MPB, a Música Popular Brasileira. É como Rafael compõe: uma música não nordestina, mas universal. Lançou, e, 2024, "Fortaleza", uma coletânea com as músicas de sua autoria exclusiva lançadas pelos Argonautas; e, também em 2024, "Rafael Torres Interpreta Edu Lobo", cópia exata de "Argonautas Interpretam Edu Lobo". Como todos os arranjos eram dele, combinou com os outros membros do grupo de lançá-lo, também, assim, para gerar antecipação para "Música Mansa". Este, disco mais modesto (mas, ainda assim, que consome muitos recursos), tem faixas como "Prancheta", "Por Que Saber?", "Flores Na Moringa", "Argonautas" e outras. Mùsica Mansa II contará com nomes de peso, como Mônica Salmaso, Edu Lobo, Chico Buarque, Renato Braz, Silvia Machete e Marco Forte e tem, no repertório, canções como "Desfibrilador", "Minhas Filhas", "Fortaleza 21 Graus", "Pactos" e "Maria Alice", cantada como um consolo a uma travesti.Maria Alice(Rafael Torres)Maria AliceQuem te disse que eram ruinsOs teus trejeitos?A meninice, a maluquiceDe querer ser de outro jeitoMaria AliceQuem te disse que teu corpo eraEra disforme?A bizarrice, a travequiceÉ de quem nunca se conformaE vem em cardumeJorrando ciúmeMaria AliceQuem te disse que tua voz era falsete?São as pessoas que, estas sim,Jamais terão tua patenteMaria AliceQuem te disse que teu peitoEra mentira?E, ainda mais, o sangue que sobeTeu rosto a cada iraMaria AliceSe a tua maquiagem, o choro lavaPois o que fica é mais mulherQue uma qualquer meia colherFeitio não largaSe herda, se alardaMaria AliceSe tu visse como eu vejo o teu desejoÉ o ensejo de libertar as minorias As Marias Maria AliceSe no passado encontraramNo ultrassomUm traço, um risco de serMacho e esconder o teu batomPois digo: mentiramA alma, não viramMaria AliceO cromossomo, o DNA, que sempre trai É do masculino e, como talJamais desbotaEle não saiMaria AliceQuem te disse que teu nome de batismoÉ vitalício?Com todo o afetoMaria Alice, eu te peçoVem nos tirar da idade médiaVem tirar todas as rédeasVem trafegar na Beira-MarMas sem ter medo de apanharTeu nome de guerraTem força da terraDa fêmea que berraAqui é tua terra
Objetivo GeralGravação do disco "Música Mansa II", estando o "Música Mansa I" em processo de finalização. O disco é todo de autoria de Rafael Torres, cantado e tocado pelo mesmo (flauta, violão, baixo, percussão, clarinete e saxofone). Contará com a participação de músicos como Mônica Salmaso, Renato Braz, Edu Lobo, Marco Forte, Chico Buarque, Kátia Freitas e Silvia Machete. O projeto tem o objetivo de tirar da música cearense atual e autoral a pecha de nicho.A participação de dois monstros sagrados da música brasileira (Edu Lobo e Chico Buarque) cantando músicas feitas especialmente para si, bem como as dos talentosíssimos cantores de uma geração mais nova (Mônica Salmaso, Renato Braz, Silvia Machete, Kátia Freitas e Marco Forte) darão visibilidade e qualidade ao disco. Todas as negociações encontram-se pré-arrematadas.Objetivo EspecíficoPagar as horas de estúdio (cerca de 25h, por R$ 150 por hora). Esse é o preço em Fortaleza, no estúdio Trilha Sonora. No Rio, onde gravarão Marco Forte e Silvia Machete e em São Paulo, onde gravarão Mônica Salmaso e Renato Braz, a hora de estúdio custa cerca de R$ 240.Mixagem (cerca de 15h, por R$ 150 por hora) e masterização (cerca de R$ 200 / faixa - serão 14 faixas).Tiragem de 500 exemplares do CD;Viagem de Rafael e Gabriel - tráfego aéreo, hospedagem (do diretor musical e do videomaker) no Rio e em São Paulo, onde irá dirigir a gravção dos convidados e serão filmadas as participações destes.
Embora Rafael seja branco, more em um barro bom e tenha tido uma excelente formação escolar, a incidência de uma Depressão Maior o impede de trabalhar. Enquanto foi membro do grupo Argonautas seu pai pagou por todos os discos: "Interiores" (de 2009), "Jangada Azul" (de 2017) e "Argonautas Interpretam Edu Lobo" (de 2022). Deste modo, o músico encontra-se empenhado em buscar leis de incentivo, já que a gravação de um disco, para uma pessoa física, é por demais onerosa. Mas o projeto traz sua maior força, a de compor letras e músicas para embalar gerações de brasileiros (não só cearenses). Através do projeto será evidenciada a música como um dos objetos de identificação cultural de um povo, em que os músicos e o produto final serão analisados e valorizados, servindo de inspiração para novos artistas e novos talentos.Difundir a cultura e oportunizar o talento brasileiro é uma maneira de valorizar a produção e participação cultural. Sendo a cultura cearense reconhecida e valorizada em outros estados, sua visibilidade deve, ainda, aumentar. Considerando que cultura é ferramenta de desenvolvimento e registro histórico de um povo, este projeto se adequa a esta característica.A proposta, ainda, se enquadra nos objetivos expressados no art. 1° da Lei 8.313, sendo:I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais (o disco será disponibilizado nas plataformas de streaming, mas, também, de graça, no site www.rafaeltorresmusica.com.br);II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais (com exceção de Mônica Salmaso, Renato Braz e Silvia Machete, Edu Lobo e Chico Buarque, todo o pessoal envolvido é de Fortaleza);III - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;V - Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;VI - Priorizar o produto cultural originário do Brasil.Para isso, o projeto se enquadra no seguinte inciso do art. 3 da mesma Lei:II - Fomento à produção cultural e artística, mediante:A) Produção do disco, dos vídeos, e de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural.
O proponente Rafael Torres se enquadra como pessoa com deficiência (e faz o que pode para que a depressão seja tratada como um sério problema de saúde pública) pelo seguinte motivo: Em 1999, aos 18 anos, foi diagnosticado com um tipo perverso e severo de depressão - endógina (ou seja, sem motivo), crônica (duraria, provavelmente, sua vida inteira) e refratária (resistente a medicamentos). O quadro teve, desde então, diversas pioras, seguidas de leves melhoras. Mas, desde 2011, a doença vem ganhando força, sempre. Sem paz. Isso fez com que Rafael parasse de dar aulas particulares, em 2021, e tentasse todos os métodos conhecidos pela ciência. Fez 11 sessões de eletroconvulsoterapia (eletrochoque), infusões e, a certa altura, uso soblingual de cetamina, cogumelos experimentais e, por fim, em 2024, uma neurocirurgia altamente incômoda e complicada (enquanto acordado!). Envolvia, pelo menos, três neurocirurgiões (a sala, no total, devia ter umas 12 pessoas). É para um tratamento chamado DBS (do inglês Deep Brain Stimulation). Carrega, hoje, um marcapasso no cérebro, mas o efeito não foi o esperado.
O álbum será lançado, em CD, pela DiscPress, e na internet, pela TuneCore, que faz intermediação entre artistas e plataformas de streaming de música. Com um encarte desenhado pelo artista cearense André Dias. Em qualquer mídia, inclusive no site do autor: www.rafaeltorresmusica.com.br, constará a lista de todo o pessoal envolvido, os áudios, os vídeos e as letras.
De modo a contemplar pessoas cadeirantes e pessoas com deficiência cognitiva e portadoras de mobilidade reduzida, todas as canções serão disponibilizadas gratuitamente via canal de YouTube ou pelo website www.rafaeltorresmusica.com.br. As letras das músicas, bem como seu pessoal e datas de gravação, estarão disponíveis no site www.rafaeltorresmusica.com.br, assim como no YouTube e no Spotify (e nas demais plataformas de música digital).Serão disponibilizados, gratuitamente, 150 CDs para alunos e professores da EEMTI Johnson.
DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO Além da distribuição em mídias digitais, serão distribuídas gratuitamente 150 cópias em CD entre alunos e professores da Escola de Ensino em Tempo Integral Johnson, seguindo o exposto no item “A”, inciso I, do artigo 20 da Instrução Normativa nº 5/2017 do Minc, a saber: “... mínimo de 10% (dez por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística”. Ademais, seguirá a medida complementar de ampliação do acesso exposta no inciso IV, do artigo 21 da Instrução Normativa nº 5/2017 do MinC, a saber: “... permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias”. No Ceará temos a TV Diário, a TV Câmara Fortaleza, a Rede TV! Fortaleza, a TV Ceará, a TV Diário, TV Jangadeiro e diversas rádios, como a Rádio Universitária FM, a Jangadeiro FM, Atlântico Sul FM, Rádio Beach Park e outras.
RAFAEL DA COSTA RIBEIRO TORRES – Compositor, letrista, instrumentista, cantor e coordenador geral do projeto.Formado em Música com habilitação em Composição pela Universidade Estadual do Ceará; Membro-fundador do quarteto Argonautas, com o qual gravou três discos e um EP, teve suas músicas gravadas por artistas reconhecidos. Com 20 anos de profissão, já foi premiado pelo seu trabalho na música: Melhor Banda de MPB – Prêmio Nelsons – Fortaleza – CE (2003); Melhor Grupo Musical – Prêmio Nelsons – Fortaleza – CE (2003). Neste projeto, será o Coordenador Geral, sendo assim, o responsável pela gestão administrativa, técnica e financeira do mesmo. Será remunerado através das rubricas: Coordenador do Projeto, compositor e cantor.HUGO LAGE PESSOA – TÉCNICO E EDITOR DE SOM (Coproprietário do Estúdio Trilha Sonora)Músico, instrumentista, produtor e engenheiro de áudio; possui conhecimentos em edição e gravação de áudio, sendo sócio proprietário do Trilha Sonora Estúdio, que se dedica a produções de áudio para fins comerciais, publicidade e audiovisual; tendo exercido sua experiência ao participar de festivais de música como: Festival de Música de Ibiapaba e Festival de Jazz e Blues de Guaramiranga.LUIZ ORSANO – TÉCNICO DE SOM E MASTERIZADOR (Coproprietário do Estúdio Trilha Sonora)Engenheiro de som com alta experiência musical, tendo trabalhado por anos no Healing Studios, Kansas City, EUA. Também é músico, tocando bateria e percussão (lendo à primeira vista!). Com ouvido muito bem treinado, e o responsável pela masterização.CHICO BUARQUE - Cantor e compositorO célebre cantor e compositor da MPB também participará de uma faixa do disco. Cantará, junto com Rafael, uma música do autor cearense, feita para ele, com todo seu irônico afeto. A presença de Chico Buarque e dos demais, garantirá ao album uma autoridade.MONICA SALMASO – CantoraPaulistana, Monica tem sua voz frequentemente comparada a um instrumento musical. Isso porque, além da afinação perfeita, ela canta as melodias mais complexas com uma facilidade alucinante. Fez um show e duas gravações com os Argonautas, lançados, posteriormente, em álbuns solo de Rafael: Suassuna (Rafael Torres) e A Permuta dos Santos (Edu Lobo e Chico Buarque). SILVIA MACHETE – CantoraSilvia gravou, de Rafael, a canção So Many Nights no seu álbum Rhonda, apenas com músicas em inglês. Por isso, travaram uma amizade que durará por muito tempo. Descobriram que sua afinidade é pessoal. RENATO BRAZ – CantorTambém paulistano, o cantor e violonista Renato Braz é de um talento exorbitante. Gravou, com Rafael, as canções “Manual da Leveza” (Rafael Torres) e “Sobre Todas as Coisas” (de Edu Lobo e Chico Buarque).MARCO FORTE – CantorCearense de Fortaleza, Marco é filho de uma fadista portuguesa e do pianista e compositor cearense Antônio José Forte que já teve um disco produzido por Egberto Gismonti. Vive há muitos anos no Rio de Janeiro e lançou um disco, em 2022, chamado “Marco”.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.