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PRONAC 2511497Autorizada a captação total dos recursosMecenato

ALMA MISSIONEIRA

FRANCISCO EMILIO MIRON ROLOFF
Solicitado
R$ 868,4 mil
Aprovado
R$ 868,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

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Eficiência de captação

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Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
RS
Município
Ijuí
Início
2026-03-02
Término
2026-12-31
Locais de realização (20)
Bagé Rio Grande do SulCachoeira do Sul Rio Grande do SulCanela Rio Grande do SulGravataí Rio Grande do SulHorizontina Rio Grande do SulIjuí Rio Grande do SulItaqui Rio Grande do SulLajeado do Bugre Rio Grande do SulPalmeira das Missões

Resumo

O projeto Alma Missioneira tem como objetivo realizar uma série de 20 espetáculos teatrais em municípios do Rio Grande do Sul, integrando as Celebrações dos 400 Anos das Missões Jesuíticas. A proposta apresenta, de forma artística e educativa, a história e os legados guarani e missioneiro, valorizando o patrimônio cultural e a identidade regional. Com acesso gratuito e inclusivo, o projeto promove educação patrimonial, difusão cultural e registro audiovisual permanente em plataformas digitais.

Sinopse

O espetáculo teatral Alma Missioneira configura-se como uma ferramenta cultural e pedagógica de grande relevância para as celebrações dos 400 anos das Missões Jesuítico-Guarani. A montagem dramatúrgica apresenta não apenas o contexto histórico das reduções, mas também interpreta, com densidade simbólica e fidelidade narrativa, os principais acontecimentos, personagens e legados da experiência missioneira. Logo em sua abertura, o personagem Guarani apresenta um extenso relato sobre a origem e o deslocamento milenar de seu povo: "O ser guarani é uma força natural do universo. Filho legítimo da sagrada mãe terra, abençoado pelas águas divinas deste planeta!!" Essa abordagem evidencia o compromisso do texto com a valorização da cosmovisão indígena, estabelecendo um eixo fundamental para o entendimento da lógica espiritual, social e ambiental que precede a chegada dos jesuítas. O roteiro incorpora exceções de episódios históricos, como a fundação da redução de São Nicolau, em 1626, e o martírio de Roque González, Afonso Rodrigues e João de Castilho, evidenciado na cena intitulada “Os Santos Mártires”: “Fundam a redução jesuítica dos santos mártires do Caraaó [...] Ironicamente, 15 dias após a fundação, foram mortos [...] por um grupo de índios rebeldes à evangelização, causando rebeldes pelo cacique-pagé Nheçu”. Essa sequência traz à tona as tensões e contradições do processo de evangelização, destacando tanto o esforço missionário quanto à resistência indígena, elementos fundamentais para compreender o caráter híbrido e conflituoso das reduções. Em “A Cena da Erva Mate”, o espetáculo recupera um dos símbolos centrais da identidade sul rio-grandense, tratando da exclusão e posterior incorporação da erva-mate no cotidiano missionário: “O mate passou a ser um crime passivo das mais diversas penas, inclusive o excomunhão.” “Preparar um bom mate... é uma pajelança... sagrada... Sorvendo o sabor da erva, amargo doce da alma.” O espetáculo utiliza este elemento como metáfora da resistência cultural, reforçando a ideia de que os hábitos guarani não foram erradicados, mas adaptados e ressignificados, mantendo sua centralidade simbólica ao longo dos séculos. A Batalha de M'Bororé (1641) é dramatizada de maneira intensa e estratégica. A encenação reproduz com riqueza de detalhes a mobilização indígena, o armamento, a luta naval e a vitória contra as bandeiras paulistas. O trecho “A luta se estendeu durante uma semana e a derrota bandeirante foi extraordinária, nossa vitória foi absoluta e esmagadora!” marca a virada histórica que garantiu a consolidação do território missionário. O roteiro também destaca o ciclo de fundação dos Sete Povos das Missões com detalhamento técnico e histórico:"São Borja foi fundada em 1682 [...] A igreja de São Miguel Arcanjo se distingue pela administração e pelo traçado do arquiteto italiano Jean Batista Primolli [...]. Em São João Batista foi construída a primeira siderurgia do sul da América." Essas informações dramatizadas são fundamentais para que o público compreenda a sofisticação do sistema reducional, sua capacidade de autogestão, produção artística, organização urbana e política. A Guerra Guaranítica é tratada como um clímax emocional e histórico. A execução de Sepé Tiaraju é apresentada com forte carga dramática, incluindo a célebre declaração: “Esta terra tem dono!”. Em seguida, o espetáculo narra: “Mais de mil e quinhentos guaranis foram massacrados em Caiboaté [...] Uma a uma as reduções foram sendo tomadas, guaranis sendo mortos ou expulsos.” Tais passagens colocam em evidência os processos de violência colonial, mas também a resistência organizada dos povos originários frente aos tratados e interesses das coroas ibéricas. Na cena final, os personagens refletem sobre o legado deixado pelas reduções. O diálogo remete à presença do espírito missionário no cotidiano: "As missões sempre serão nossas! Nos encontraremos sobre as coxilhas cobertas de estrelas [...] Minha alma vive quando um peregrino anda pelas missões." O espetáculo oferece, portanto, uma experiência sensorial, formativa e simbólica com forte capacidade de engajamento do público. Sua estrutura combina fidelidade histórica, linguagem acessível, conteúdo poético e apelo visual. A montagem pode ser oferecida em espaços públicos, ruínas históricas ou ambientes escolares, funcionando como dispositivo de educação patrimonial e cidadania cultural. A inclusão do espetáculo Alma Missioneira na programação dos 400 anos das Missões Jesuítica-Guarani amplia o impacto do projeto, proporcionando uma vivência que articula arte, memória e pertencimento. Por meio da dramaturgia, o público é convidado a confiar no valor das heranças missionárias, não como elementos estáticos do passado, mas como parte da construção simbólica do presente. Neste sentido, desenvolver-se a formação humana pelas vidas culturais, pois o acesso à arte e à cultura ampliam o conhecimento e tornam as pessoas mais sensíveis, além de tornar-se uma ferramenta de inserção social que por meio das experiências vívidas vem sendo muito importante para o desenvolvimento das pessoas. Destaca-se neste evento a diversidade cultural para referenciar a variedade de expressões artísticas e de temas considerados respeitando a convivência, as características e elementos que dialogam e se relacionam em suas especialidades. Cabe ressaltar que ações que possibilitam o acesso à cultura são indispensáveis para a manutenção de uma sociedade inovadora, pois despertam o imaginário, a criticidade, a sensibilidade, a apreciação, o senso da estética das pessoas.

Objetivos

O objetivo geral do projeto Alma Missioneira é:Promover a valorização da história, da cultura e da identidade missioneira, fortalecendo o sentimento de pertencimento e reconhecimento dos legados guarani e jesuítico. Busca-se, por meio da arte teatral, estimular a educação patrimonial, o acesso democrático à cultura e a preservação da memória coletiva, contribuindo para o desenvolvimento humano e cultural das comunidades envolvidas. Os objetivos específicos do projeto Alma Missioneira são:Realizar 20 apresentações teatrais gratuitas do espetáculo Alma Missioneira em municípios do Rio Grande do Sul, no contexto das comemorações dos 400 anos das Missões Jesuíticas;Ampliar o acesso à cultura e à arte cênica, alcançando aproximadamente 15.000 espectadores presenciais de diferentes faixas etárias e classes sociais;Assegurar acessibilidade e inclusão, garantindo a participação plena de pessoas com deficiência por meio de recursos adequados;Registrar e difundir o conteúdo audiovisual das apresentações em plataformas digitais (redes sociais e YouTube), ampliando o alcance e a permanência do projeto;Fomentar a educação patrimonial e o reconhecimento dos legados guarani e missioneiro, promovendo a valorização da identidade cultural regional e o fortalecimento da memória coletiva por meio da arte.

Justificativa

O presente projeto, intitulado Alma Missioneira, prevê a realização de uma série de espetáculos teatrais, em vinte municípios do Rio Grande do Sul, disseminando a cultura à todas as classes sociais, de forma gratuita. O projeto faz parte das Celebrações dos 400 Anos das Missões Jesuíticas no Rio Grande do Sul, se tornando um marco essencial para a valorização da história, da cultura e da identidade desta região do Estado, reconhecida mundialmente como Patrimônio Cultural da Humanidade. A proposta busca reacender memórias, reconhecer os legados guarani e missioneiro, e promover uma vivência cultural profunda e acessível ao público.O espetáculo teatral Alma Missioneira, retrata, de forma sensível e historicamente fundamentada, a origem das reduções, a chegada dos jesuítas, o modo de vida guarani, os conflitos da colonização e a riqueza simbólica das Missões. A peça utiliza uma linguagem clara, com apelo visual e conteúdo educativo.Alma Missioneira é proposta como um instrumento de educação patrimonial, capaz de despertar reflexões, estimular o pertencimento e valorizar a contribuição indígena na formação da nossa sociedade. Ao resgatar personagens históricos, rituais culturais e episódios marcantes — como a Guerra Guaranítica e a resistência de Sepé Tiaraju —, a peça convida o público a revisitar esse passado com sensibilidade e respeito.O projeto Alma Missioneira justifica plenamente o uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais (Lei nº 8.313/91 _ Lei Rouanet) por seu caráter educativo, artístico e de amplo alcance social. A proposta se enquadra no Art. 1º, incisos I e III, da referida Lei, pois visa à formação, produção e difusão cultural e artística e à preservação e valorização do patrimônio cultural brasileiro, promovendo o acesso gratuito a bens culturais de relevância histórica. Em consonância com o Art. 3º da Lei Rouanet, o projeto contribui para: Inciso I: estimular a produção e difusão de bens culturais; Inciso II: possibilitar o amplo acesso da população às fontes e manifestações culturais; Inciso III: apoiar, valorizar e difundir o conjunto das expressões culturais e regionais brasileiras; Inciso V: proteger e promover o patrimônio histórico e artístico nacional; Inciso VII: desenvolver a consciência internacional sobre o valor do patrimônio cultural brasileiro. Assim, o Alma Missioneira necessita do apoio da Lei de Incentivo à Cultura para viabilizar suas ações de produção, circulação e acessibilidade, garantindo que o espetáculo alcance diversas comunidades do Rio Grande do Sul e reforce a preservação da memória missioneira e guarani, pilares fundamentais da identidade cultural brasileira.

Estratégia de execução

O projeto Alma Missioneira nasce no contexto das comemorações dos 400 anos das Missões Jesuítico-Guarani no Rio Grande do Sul, marco de profunda relevância histórica e simbólica para a identidade cultural do sul do Brasil. Ao propor a realização de 20 apresentações teatrais gratuitas em diferentes municípios missioneiros, a iniciativa atua como instrumento de preservação do patrimônio imaterial, promoção da memória coletiva e democratização do acesso à arte, aproximando a população contemporânea de uma das experiências civilizatórias mais singulares da América Latina.As Missões constituem não apenas um episódio do passado, mas uma referência viva, que atravessa a língua, a religiosidade, o imaginário, a estética, os costumes e o sentimento de pertencimento de milhares de pessoas na região. Trata-se de uma herança cultural híbrida, resultante do encontro entre a filosofia ancestral dos povos guarani e o projeto educativo e espiritual da Companhia de Jesus. A experiência missioneira originou um modelo comunitário baseado no trabalho coletivo, na dignidade, na organização social autônoma e na produção artística — valores que permanecem como inspiração para a sociedade atual.Entretanto, embora essa história seja reconhecida internacionalmente — como atesta o tombamento da Igreja de São Miguel Arcanjo como Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO — grande parte da população brasileira ainda desconhece a profundidade simbólica e a relevância sociopolítica das reduções missioneiras. No ensino formal, esse conteúdo costuma aparecer de maneira superficial ou fragmentada, e a experiência indígena é frequentemente reduzida a notas de rodapé, sem o devido reconhecimento de sua contribuição filosófica, artística e espiritual. Assim, Alma Missioneira surge também como ação reparadora: resgata narrativas, revaloriza protagonismos indígenas e reafirma a presença guarani como fundamento vivo da região missioneira.O espetáculo apresenta, em linguagem acessível e de sólida pesquisa histórica, a trajetória das Missões desde a chegada dos jesuítas até os conflitos que culminaram na Guerra Guaranítica e na resistência de Sepé Tiaraju, ícone da defesa territorial e da autodeterminação dos povos originários. Ao trazer ao público personagens, valores, ritos e símbolos que estruturaram a experiência missioneira, a peça atua como educação patrimonial, estimulando reflexão crítica e fortalecendo vínculos identitários.A circulação gratuita do espetáculo assegura acesso universal à cultura, sobretudo em municípios de pequeno e médio porte, onde a oferta de programação artística qualificada é limitada. O caráter descentralizado do projeto atende às diretrizes da política cultural contemporânea, que prioriza a interiorização e o compromisso com territórios historicamente invisibilizados ou subatendidos. A estimativa de público presencial é de 15 mil pessoas, número que será ampliado por meio do registro audiovisual das apresentações e posterior disponibilização nas redes sociais e no YouTube, garantindo difusão continuada e alcance interestadual.Outro aspecto relevante é a acessibilidade plena: o projeto prevê recursos que possibilitam a participação de pessoas com deficiência, respeitando os princípios de inclusão e democratização efetiva do acesso cultural, e não apenas formal.No que se refere à execução técnica, a opção pela aquisição de equipamentos de sonorização e iluminação, em vez de aluguel, se fundamenta na sustentabilidade econômica e cultural do projeto. Na prática, o investimento em equipamentos próprios apresenta melhor custo-benefício ao longo da circulação e, ao final da temporada, será revertido em legado comunitário: os equipamentos serão destinados à ACACIA – Associação Cultural e Artística Cidade dos Anjos, sediada em Santo Ângelo, fortalecendo a infraestrutura técnica disponível para artistas locais, grupos amadores e iniciativas socioculturais permanentes. Ou seja, o impacto do projeto ultrapassa a temporada de apresentações e contribui para a continuidade da vida cultural na região. A iniciativa também tem caráter formativo: ao resgatar a história missioneira em formato artístico, o projeto cria ponte entre teatro, educação e identidade. Professores e escolas poderão utilizar o conteúdo como disparador de atividades pedagógicas, ampliando o repertório histórico dos estudantes e estimulando o protagonismo juvenil na preservação da memória regional. A arte, assim, torna-se meio de transmissão de conhecimento e de consolidação da cidadania cultural.Alma Missioneira reafirma que a experiência guarani-missioneira não pertence ao passado, mas integra o modo de ser, falar e viver da população local. Ao dar visibilidade a essa herança civilizatória, o projeto fortalece o reconhecimento da diversidade cultural brasileira e resiste ao apagamento histórico que, por séculos, relegou o protagonismo indígena a segundo plano.A celebração do quadricentenário não é apenas uma efeméride: é oportunidade de diálogo intergeracional, de reconhecimento da sabedoria ancestral e de afirmação de identidades que moldaram o território. Ao levar arte para espaços públicos e promover reencontro entre memória e contemporaneidade, Alma Missioneira reafirma a cultura como exercício de dignidade, pertencimento e humanização.Dessa forma, o projeto cumpre três dimensões fundamentais para políticas públicas de cultura: (1) preserva e difunde patrimônio imaterial, (2) democratiza o acesso às artes cênicas e (3) gera legado cultural permanente. Por sua potência histórica, educativa e simbólica, Alma Missioneira se apresenta como iniciativa de grande relevância social e cultural, contribuindo para a valorização da memória missioneira e para o fortalecimento do campo artístico da região.Por fim, cabe informar que as cartas de anuência anexadas a este projeto, emitidas pelos municípios signatários, foram inicialmente destinadas ao enquadramento do projeto no Pró-Cultura RS – Lei de Incentivo à Cultura do Estado do Rio Grande do Sul, em atendimento ao Edital SEDAC nº 10/2025 – Produção e Fruição Cultural. O projeto recebeu avaliação técnica positiva, porém, devido à limitação de recursos e à adoção de critérios de priorização pela Comissão de Seleção, nem todas as propostas qualificadas puderam ser contempladas.Diante disso, o projeto está sendo encaminhado para avaliação e aprovação na Lei Federal de Incentivo à Cultura – Lei Rouanet, oportunidade que permitirá dar continuidade à mobilização dos parceiros municipais e garantir a realização desta iniciativa de alto impacto histórico, cultural e educativo.Considerando seu caráter histórico e cultural, integrado às ações de celebração dos 400 anos das Missões Jesuítico-Guarani, reafirmamos a relevância do projeto como marco de significativa representatividade para o Rio Grande do Sul e para o Brasil. O período missioneiro constitui um dos capítulos mais importantes da formação cultural, social e territorial da região, sendo essencial para o reconhecimento e valorização da herança guarani-missioneira como patrimônio comum.OBSERVAÇÕES: Devido à instabilidade do sistema SalicWeb, o projeto “Celebração dos 400 anos das Missões Jesuíticas” está sendo encaminhado de forma incompleta, uma vez que não foi possível incluir todos os arquivos e informações exigidas.Solicita-se, portanto, que após o recebimento, o projeto seja reaberto para complementação das informações e documentos faltantes, de modo a permitir o envio integral da proposta conforme os requisitos do edital.

Especificação técnica

A celebração dos 400 anos das Missões Jesuítico-Guarani destaca-se como marco histórico e cultural do sul do Brasil. O projeto busca resgatar memórias ancestrais, valorizar o patrimônio imaterial e reconhecer a sabedoria guarani e a experiência missioneira como pilares vivos do território.O espetáculo apresenta um panorama geral sobre a origem das Missões Jesuíticas na América Latina, a chegada dos Jesuítas e o jeito de viver Guarani. Com forte embasamento histórico, a dramatização convida o espectador a uma viagem no tempo, retratando o grande esplendor econômico, cultural e humano que existiu naquele tempo. Os personagens que contam esta história, são duas almas que se encontram no tempo, dialogando sobre suas vivências, memórias, diferenças e seus triunfos. O espetáculo é uma aula sobre o tema Missões e América, com duração aproximada de 60 minutos. O público sugerido é a partir dos 10 anos, especialmente para estudantes por conta de seu embasamento histórico e viés artístico e cultural. Direção e atuação: Rogério Peppe e Lucas Segatto. Texto: Rogério Peppe e José Roberto de Oliveira. Sonoplastia: Lucas Segatto. Operador de Som e Luz: Carlos Álves e Emerson dos Santos.

Acessibilidade

Buscando promover o acesso ao conteúdo do projeto, serão tomadas as seguintes medidas de acessibilidade:Acessibilidade FÍSICA: Para acesso a todas as dependências onde acontecerão as ações do projeto, cabe destacar que as estruturas gerais, de palco, camarins, espaço de público, circulação, entre outros, terão completa acessibilidade.Acessibilidade de CONTEÚDO: Para todas as programações estão sendo disponibilizados ingressos gratuitos. Desta forma, buscou-se a inclusão de intérpretes de libras para todas os atos formais, visando alcançar o público surdo, o qual representa uma boa parcela da população brasileira.Acessibilidade para PCD INTELECTUAIS: Para atender com plenitude esta área importante do projeto, serão inseridos no projeto, monitores treinados e capacitados para atendimento e acompanhamento. Da mesma forma, buscando a acessibilidade do público deficiente visual, buscou-se a inserção de apresentadores acostumados com este evento os quais seguirão uma roteirização adequada a este público.Todo conteúdo publicado em canais do YouTube oficiais do projeto terá tradução de intérpretes de libras.

Democratização do acesso

Quanto a democratização de acesso, cabe informar que o projeto possui entrada gratuita em todas as suas atividades, obviamente respeitando a capacidade de cada local, imposta pelas regras de segurança e legislação vigente. Além disso, será disponibilizado na internet, nos canais oficiais do projeto, registros audiovisuais dos espetáculos.

Ficha técnica

FRANCISCO EMILIO MIRON ROLOFF - Diretor Executivo/Produtor Cultural: Com intensa participação em projetos culturais na região Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul desde o ano de 2007, o Produtor Cultural Francisco Emílio Miron Roloff, através da IMPACTO CULTURAL, desenvolve atividades de avaliação, consultoria, produção e execução de projetos culturais em todo o território gaúcho. Possui mais de 15 anos de atuação na área cultural. Formado em Marketing e Especializado em Projetos Culturais pelas leis de incentivo à cultura do Brasil. Membro da Comissão Gaúcha de Folclore; letrista com obras poéticas premiadas em Festivais musicais e poéticos no RS. Recentemente agraciado, a nível estadual, com a Medalha Mérito Cultural Lilian Argentina, por sua atuação como produtora cultural na década passada, tendo se destacado pela idealização, produção e produtividade de projetos importantes na área do Folclore e também por estar à frente do reconhecimento do Município de Ijuí, como Capital Nacional e Mundial das Etnias. Recentemente recebeu a Medalha do Mérito Desbravador da União das Etnias de Ijuí, pela sua atuação a nível Estadual e foi agraciado com uma placa de reconhecimento por relevantes serviços prestados à cultura, pelo Governador do Estado do Rio Grande do Sul, em Cerimônia no Palácio Piratini. Para a União das Etnias, especialmente, colaborou como Produtor Cultural na última década, com importante atuação cultural, além de ser o idealizador e produtor executivo desta linda Sede em que realizamos esta Assembleia, que se trata do maior complexo cultural financiado pela Lei de Incentivo à Cultura do Rio Grande do Sul - a Sede Cultural da União das Etnias de Ijuí. (portfólio detalhado anexo); ELCIO CERATTI JUNIOR - Contador, Coordenador Administrativo/Financeiro: Integrante do Movimento Étnico de Ijuí, atua no Centro Cultural Austríaco desde 1987, onde se iniciou como dançarino, passando posteriormente às funções de coordenador cultural e coreógrafo. Essa trajetória proporcionou uma ampla experiência em gestão cultural e intercâmbio internacional, destacando-se a direção da 1ª Tournée do grupo à Áustria, em 2010, que foi testada na formalização do termo de cidades coirmãs entre Ijuí (Brasil) e Langesensdorf (Áustria). Apresentou, por seis anos, o programa “Aproximando Nações”, veiculado pela Rádio Repórter de Ijuí, dirigido exclusivamente à difusão de temas culturais e à valorização das tradições étnicas. Desde 2017, dedica-se à gestão e execução de projetos culturais, com foco em contabilidade cultural, prestação de contas, controle documental, mobilização de equipes e acompanhamento técnico de todas as etapas de execução. Atua tanto na elaboração quanto na execução de projetos de relevância regional e estadual, contribuindo para o fortalecimento do setor cultural do Rio Grande do Sul. Entre os principais projetos em que atuou, destacam-se:· Festa Nacional das Culturas Diversificadas (FENADI) · Exposição Festa Internacional das Etnias (EXPOFEST IJUÍ) · Festival Nativista Canto de Luz · Projeto Natal Vida de Ijuí · Feira de Negócios e da Indústria de Ijuí (FENII) Mais recentemente, vem ampliando sua atuação para obras culturais, com participação direta em projetos como a Construção da Sede Cultural da União das Etnias de Ijuí e a Revitalização do Teatro Antônio Sepp, em Santo Ângelo (RS). (Portfólio detalhado anexo.); LEONARDO DA SILVA TONIAZZO - Coordenador de comunicação: Jornalista formado pela Universidade Federal de Santa Maria, possui uma trajetória versátil na comunicação, com atuação nas áreas de jornalismo impresso, digital, radiofônico e streaming. Com ênfase em cobertura cultural e esportiva, consolidou sua experiência profissional em veículos como o Jornal O Alto Uruguai, o Jornal da Manhã e é atuante no Grupo Sepé, veículos onde atuou como repórter, editor, diagramador e comunicador multimídia. Radialista e produtor de conteúdo para específicos ao vivo, tem participação acentuada em coberturas de festivais nativistas e eventos esportivos, destacando-se pela habilidade em conectar públicos diversos por meio de narrativas externas à identidade regional. Como um agente cultural atuante em Ijuí contribuiu para a realização de projetos importantes como EXPOFEST Ijuí, Festival Nativista Canto de Luz e o projeto Natal Vida em Ijuí, reforçando seu compromisso com valorizar a cultura local e fortalecer a comunicação como uma ferramenta para preservar e celebrar as tradições; ROGÉRIO PEPPE - Ator, Diretor e Produtor: Rogério Peppe iniciou sua trajetória teatral no ano de 2000, participando do grupo de teatro estudantil Expressão Corpo e Arte, do Instituto Odão Felippe Pippi, bem como do Grupo de Teatro Municipal Doitinho de Freitas. Posteriormente, integrou o grupo de dança/teatro SARX. Em 2008, fundou sua própria companhia, a Peppe Company, consolidando sua atuação como diretor e produtor teatral. Além disso, atuou como oficineiro no Instituto Estrela Radiante durante dois anos, contribuindo para a formação de novos artistas. Rogério é idealizador e coordenador do Festival Internacional de Teatro Cidade dos Anjos, em Santo Ângelo/RS, e participa de seminários, cursos, oficinas e festivais de teatro no Rio Grande do Sul e na Argentina. Desde 2015, exerce a função de Diretor de Palco Cultural na Fenamilho Internacional e nas Missões Feaagri, através da MK Projetos e Produções Culturais. É também membro fundador da ACACIA – Associação Cultural e Artística Cidade dos Anjos e do IAI – Instituto Ações Integradas, reforçando seu compromisso com o desenvolvimento cultural e artístico da região.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

Rio Grande do Sul
Panambi Rio Grande do Sul
Piratini Rio Grande do Sul
Sagrada Família Rio Grande do Sul
Santa Cruz do Sul Rio Grande do Sul
Santana do Livramento Rio Grande do Sul
Santiago Rio Grande do Sul
Seberi Rio Grande do Sul
São Vicente do Sul Rio Grande do Sul
Triunfo Rio Grande do Sul
Tupanciretã Rio Grande do Sul
Vacaria Rio Grande do Sul