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O projeto Alma Missioneira tem como objetivo realizar uma série de 20 espetáculos teatrais em municípios do Rio Grande do Sul, integrando as Celebrações dos 400 Anos das Missões Jesuíticas. A proposta apresenta, de forma artística e educativa, a história e os legados guarani e missioneiro, valorizando o patrimônio cultural e a identidade regional. Com acesso gratuito e inclusivo, o projeto promove educação patrimonial, difusão cultural e registro audiovisual permanente em plataformas digitais.
O espetáculo teatral Alma Missioneira configura-se como uma ferramenta cultural e pedagógica de grande relevância para as celebrações dos 400 anos das Missões Jesuítico-Guarani. A montagem dramatúrgica apresenta não apenas o contexto histórico das reduções, mas também interpreta, com densidade simbólica e fidelidade narrativa, os principais acontecimentos, personagens e legados da experiência missioneira. Logo em sua abertura, o personagem Guarani apresenta um extenso relato sobre a origem e o deslocamento milenar de seu povo: "O ser guarani é uma força natural do universo. Filho legítimo da sagrada mãe terra, abençoado pelas águas divinas deste planeta!!" Essa abordagem evidencia o compromisso do texto com a valorização da cosmovisão indígena, estabelecendo um eixo fundamental para o entendimento da lógica espiritual, social e ambiental que precede a chegada dos jesuítas. O roteiro incorpora exceções de episódios históricos, como a fundação da redução de São Nicolau, em 1626, e o martírio de Roque González, Afonso Rodrigues e João de Castilho, evidenciado na cena intitulada “Os Santos Mártires”: “Fundam a redução jesuítica dos santos mártires do Caraaó [...] Ironicamente, 15 dias após a fundação, foram mortos [...] por um grupo de índios rebeldes à evangelização, causando rebeldes pelo cacique-pagé Nheçu”. Essa sequência traz à tona as tensões e contradições do processo de evangelização, destacando tanto o esforço missionário quanto à resistência indígena, elementos fundamentais para compreender o caráter híbrido e conflituoso das reduções. Em “A Cena da Erva Mate”, o espetáculo recupera um dos símbolos centrais da identidade sul rio-grandense, tratando da exclusão e posterior incorporação da erva-mate no cotidiano missionário: “O mate passou a ser um crime passivo das mais diversas penas, inclusive o excomunhão.” “Preparar um bom mate... é uma pajelança... sagrada... Sorvendo o sabor da erva, amargo doce da alma.” O espetáculo utiliza este elemento como metáfora da resistência cultural, reforçando a ideia de que os hábitos guarani não foram erradicados, mas adaptados e ressignificados, mantendo sua centralidade simbólica ao longo dos séculos. A Batalha de M'Bororé (1641) é dramatizada de maneira intensa e estratégica. A encenação reproduz com riqueza de detalhes a mobilização indígena, o armamento, a luta naval e a vitória contra as bandeiras paulistas. O trecho “A luta se estendeu durante uma semana e a derrota bandeirante foi extraordinária, nossa vitória foi absoluta e esmagadora!” marca a virada histórica que garantiu a consolidação do território missionário. O roteiro também destaca o ciclo de fundação dos Sete Povos das Missões com detalhamento técnico e histórico:"São Borja foi fundada em 1682 [...] A igreja de São Miguel Arcanjo se distingue pela administração e pelo traçado do arquiteto italiano Jean Batista Primolli [...]. Em São João Batista foi construída a primeira siderurgia do sul da América." Essas informações dramatizadas são fundamentais para que o público compreenda a sofisticação do sistema reducional, sua capacidade de autogestão, produção artística, organização urbana e política. A Guerra Guaranítica é tratada como um clímax emocional e histórico. A execução de Sepé Tiaraju é apresentada com forte carga dramática, incluindo a célebre declaração: “Esta terra tem dono!”. Em seguida, o espetáculo narra: “Mais de mil e quinhentos guaranis foram massacrados em Caiboaté [...] Uma a uma as reduções foram sendo tomadas, guaranis sendo mortos ou expulsos.” Tais passagens colocam em evidência os processos de violência colonial, mas também a resistência organizada dos povos originários frente aos tratados e interesses das coroas ibéricas. Na cena final, os personagens refletem sobre o legado deixado pelas reduções. O diálogo remete à presença do espírito missionário no cotidiano: "As missões sempre serão nossas! Nos encontraremos sobre as coxilhas cobertas de estrelas [...] Minha alma vive quando um peregrino anda pelas missões." O espetáculo oferece, portanto, uma experiência sensorial, formativa e simbólica com forte capacidade de engajamento do público. Sua estrutura combina fidelidade histórica, linguagem acessível, conteúdo poético e apelo visual. A montagem pode ser oferecida em espaços públicos, ruínas históricas ou ambientes escolares, funcionando como dispositivo de educação patrimonial e cidadania cultural. A inclusão do espetáculo Alma Missioneira na programação dos 400 anos das Missões Jesuítica-Guarani amplia o impacto do projeto, proporcionando uma vivência que articula arte, memória e pertencimento. Por meio da dramaturgia, o público é convidado a confiar no valor das heranças missionárias, não como elementos estáticos do passado, mas como parte da construção simbólica do presente. Neste sentido, desenvolver-se a formação humana pelas vidas culturais, pois o acesso à arte e à cultura ampliam o conhecimento e tornam as pessoas mais sensíveis, além de tornar-se uma ferramenta de inserção social que por meio das experiências vívidas vem sendo muito importante para o desenvolvimento das pessoas. Destaca-se neste evento a diversidade cultural para referenciar a variedade de expressões artísticas e de temas considerados respeitando a convivência, as características e elementos que dialogam e se relacionam em suas especialidades. Cabe ressaltar que ações que possibilitam o acesso à cultura são indispensáveis para a manutenção de uma sociedade inovadora, pois despertam o imaginário, a criticidade, a sensibilidade, a apreciação, o senso da estética das pessoas.
O objetivo geral do projeto Alma Missioneira é:Promover a valorização da história, da cultura e da identidade missioneira, fortalecendo o sentimento de pertencimento e reconhecimento dos legados guarani e jesuítico. Busca-se, por meio da arte teatral, estimular a educação patrimonial, o acesso democrático à cultura e a preservação da memória coletiva, contribuindo para o desenvolvimento humano e cultural das comunidades envolvidas. Os objetivos específicos do projeto Alma Missioneira são:Realizar 20 apresentações teatrais gratuitas do espetáculo Alma Missioneira em municípios do Rio Grande do Sul, no contexto das comemorações dos 400 anos das Missões Jesuíticas;Ampliar o acesso à cultura e à arte cênica, alcançando aproximadamente 15.000 espectadores presenciais de diferentes faixas etárias e classes sociais;Assegurar acessibilidade e inclusão, garantindo a participação plena de pessoas com deficiência por meio de recursos adequados;Registrar e difundir o conteúdo audiovisual das apresentações em plataformas digitais (redes sociais e YouTube), ampliando o alcance e a permanência do projeto;Fomentar a educação patrimonial e o reconhecimento dos legados guarani e missioneiro, promovendo a valorização da identidade cultural regional e o fortalecimento da memória coletiva por meio da arte.
O presente projeto, intitulado Alma Missioneira, prevê a realização de uma série de espetáculos teatrais, em vinte municípios do Rio Grande do Sul, disseminando a cultura à todas as classes sociais, de forma gratuita. O projeto faz parte das Celebrações dos 400 Anos das Missões Jesuíticas no Rio Grande do Sul, se tornando um marco essencial para a valorização da história, da cultura e da identidade desta região do Estado, reconhecida mundialmente como Patrimônio Cultural da Humanidade. A proposta busca reacender memórias, reconhecer os legados guarani e missioneiro, e promover uma vivência cultural profunda e acessível ao público.O espetáculo teatral Alma Missioneira, retrata, de forma sensível e historicamente fundamentada, a origem das reduções, a chegada dos jesuítas, o modo de vida guarani, os conflitos da colonização e a riqueza simbólica das Missões. A peça utiliza uma linguagem clara, com apelo visual e conteúdo educativo.Alma Missioneira é proposta como um instrumento de educação patrimonial, capaz de despertar reflexões, estimular o pertencimento e valorizar a contribuição indígena na formação da nossa sociedade. Ao resgatar personagens históricos, rituais culturais e episódios marcantes — como a Guerra Guaranítica e a resistência de Sepé Tiaraju —, a peça convida o público a revisitar esse passado com sensibilidade e respeito.O projeto Alma Missioneira justifica plenamente o uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais (Lei nº 8.313/91 _ Lei Rouanet) por seu caráter educativo, artístico e de amplo alcance social. A proposta se enquadra no Art. 1º, incisos I e III, da referida Lei, pois visa à formação, produção e difusão cultural e artística e à preservação e valorização do patrimônio cultural brasileiro, promovendo o acesso gratuito a bens culturais de relevância histórica. Em consonância com o Art. 3º da Lei Rouanet, o projeto contribui para: Inciso I: estimular a produção e difusão de bens culturais; Inciso II: possibilitar o amplo acesso da população às fontes e manifestações culturais; Inciso III: apoiar, valorizar e difundir o conjunto das expressões culturais e regionais brasileiras; Inciso V: proteger e promover o patrimônio histórico e artístico nacional; Inciso VII: desenvolver a consciência internacional sobre o valor do patrimônio cultural brasileiro. Assim, o Alma Missioneira necessita do apoio da Lei de Incentivo à Cultura para viabilizar suas ações de produção, circulação e acessibilidade, garantindo que o espetáculo alcance diversas comunidades do Rio Grande do Sul e reforce a preservação da memória missioneira e guarani, pilares fundamentais da identidade cultural brasileira.
O projeto Alma Missioneira nasce no contexto das comemorações dos 400 anos das Missões Jesuítico-Guarani no Rio Grande do Sul, marco de profunda relevância histórica e simbólica para a identidade cultural do sul do Brasil. Ao propor a realização de 20 apresentações teatrais gratuitas em diferentes municípios missioneiros, a iniciativa atua como instrumento de preservação do patrimônio imaterial, promoção da memória coletiva e democratização do acesso à arte, aproximando a população contemporânea de uma das experiências civilizatórias mais singulares da América Latina.As Missões constituem não apenas um episódio do passado, mas uma referência viva, que atravessa a língua, a religiosidade, o imaginário, a estética, os costumes e o sentimento de pertencimento de milhares de pessoas na região. Trata-se de uma herança cultural híbrida, resultante do encontro entre a filosofia ancestral dos povos guarani e o projeto educativo e espiritual da Companhia de Jesus. A experiência missioneira originou um modelo comunitário baseado no trabalho coletivo, na dignidade, na organização social autônoma e na produção artística — valores que permanecem como inspiração para a sociedade atual.Entretanto, embora essa história seja reconhecida internacionalmente — como atesta o tombamento da Igreja de São Miguel Arcanjo como Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO — grande parte da população brasileira ainda desconhece a profundidade simbólica e a relevância sociopolítica das reduções missioneiras. No ensino formal, esse conteúdo costuma aparecer de maneira superficial ou fragmentada, e a experiência indígena é frequentemente reduzida a notas de rodapé, sem o devido reconhecimento de sua contribuição filosófica, artística e espiritual. Assim, Alma Missioneira surge também como ação reparadora: resgata narrativas, revaloriza protagonismos indígenas e reafirma a presença guarani como fundamento vivo da região missioneira.O espetáculo apresenta, em linguagem acessível e de sólida pesquisa histórica, a trajetória das Missões desde a chegada dos jesuítas até os conflitos que culminaram na Guerra Guaranítica e na resistência de Sepé Tiaraju, ícone da defesa territorial e da autodeterminação dos povos originários. Ao trazer ao público personagens, valores, ritos e símbolos que estruturaram a experiência missioneira, a peça atua como educação patrimonial, estimulando reflexão crítica e fortalecendo vínculos identitários.A circulação gratuita do espetáculo assegura acesso universal à cultura, sobretudo em municípios de pequeno e médio porte, onde a oferta de programação artística qualificada é limitada. O caráter descentralizado do projeto atende às diretrizes da política cultural contemporânea, que prioriza a interiorização e o compromisso com territórios historicamente invisibilizados ou subatendidos. A estimativa de público presencial é de 15 mil pessoas, número que será ampliado por meio do registro audiovisual das apresentações e posterior disponibilização nas redes sociais e no YouTube, garantindo difusão continuada e alcance interestadual.Outro aspecto relevante é a acessibilidade plena: o projeto prevê recursos que possibilitam a participação de pessoas com deficiência, respeitando os princípios de inclusão e democratização efetiva do acesso cultural, e não apenas formal.No que se refere à execução técnica, a opção pela aquisição de equipamentos de sonorização e iluminação, em vez de aluguel, se fundamenta na sustentabilidade econômica e cultural do projeto. Na prática, o investimento em equipamentos próprios apresenta melhor custo-benefício ao longo da circulação e, ao final da temporada, será revertido em legado comunitário: os equipamentos serão destinados à ACACIA – Associação Cultural e Artística Cidade dos Anjos, sediada em Santo Ângelo, fortalecendo a infraestrutura técnica disponível para artistas locais, grupos amadores e iniciativas socioculturais permanentes. Ou seja, o impacto do projeto ultrapassa a temporada de apresentações e contribui para a continuidade da vida cultural na região. A iniciativa também tem caráter formativo: ao resgatar a história missioneira em formato artístico, o projeto cria ponte entre teatro, educação e identidade. Professores e escolas poderão utilizar o conteúdo como disparador de atividades pedagógicas, ampliando o repertório histórico dos estudantes e estimulando o protagonismo juvenil na preservação da memória regional. A arte, assim, torna-se meio de transmissão de conhecimento e de consolidação da cidadania cultural.Alma Missioneira reafirma que a experiência guarani-missioneira não pertence ao passado, mas integra o modo de ser, falar e viver da população local. Ao dar visibilidade a essa herança civilizatória, o projeto fortalece o reconhecimento da diversidade cultural brasileira e resiste ao apagamento histórico que, por séculos, relegou o protagonismo indígena a segundo plano.A celebração do quadricentenário não é apenas uma efeméride: é oportunidade de diálogo intergeracional, de reconhecimento da sabedoria ancestral e de afirmação de identidades que moldaram o território. Ao levar arte para espaços públicos e promover reencontro entre memória e contemporaneidade, Alma Missioneira reafirma a cultura como exercício de dignidade, pertencimento e humanização.Dessa forma, o projeto cumpre três dimensões fundamentais para políticas públicas de cultura: (1) preserva e difunde patrimônio imaterial, (2) democratiza o acesso às artes cênicas e (3) gera legado cultural permanente. Por sua potência histórica, educativa e simbólica, Alma Missioneira se apresenta como iniciativa de grande relevância social e cultural, contribuindo para a valorização da memória missioneira e para o fortalecimento do campo artístico da região.Por fim, cabe informar que as cartas de anuência anexadas a este projeto, emitidas pelos municípios signatários, foram inicialmente destinadas ao enquadramento do projeto no Pró-Cultura RS – Lei de Incentivo à Cultura do Estado do Rio Grande do Sul, em atendimento ao Edital SEDAC nº 10/2025 – Produção e Fruição Cultural. O projeto recebeu avaliação técnica positiva, porém, devido à limitação de recursos e à adoção de critérios de priorização pela Comissão de Seleção, nem todas as propostas qualificadas puderam ser contempladas.Diante disso, o projeto está sendo encaminhado para avaliação e aprovação na Lei Federal de Incentivo à Cultura – Lei Rouanet, oportunidade que permitirá dar continuidade à mobilização dos parceiros municipais e garantir a realização desta iniciativa de alto impacto histórico, cultural e educativo.Considerando seu caráter histórico e cultural, integrado às ações de celebração dos 400 anos das Missões Jesuítico-Guarani, reafirmamos a relevância do projeto como marco de significativa representatividade para o Rio Grande do Sul e para o Brasil. O período missioneiro constitui um dos capítulos mais importantes da formação cultural, social e territorial da região, sendo essencial para o reconhecimento e valorização da herança guarani-missioneira como patrimônio comum.OBSERVAÇÕES: Devido à instabilidade do sistema SalicWeb, o projeto “Celebração dos 400 anos das Missões Jesuíticas” está sendo encaminhado de forma incompleta, uma vez que não foi possível incluir todos os arquivos e informações exigidas.Solicita-se, portanto, que após o recebimento, o projeto seja reaberto para complementação das informações e documentos faltantes, de modo a permitir o envio integral da proposta conforme os requisitos do edital.
A celebração dos 400 anos das Missões Jesuítico-Guarani destaca-se como marco histórico e cultural do sul do Brasil. O projeto busca resgatar memórias ancestrais, valorizar o patrimônio imaterial e reconhecer a sabedoria guarani e a experiência missioneira como pilares vivos do território.O espetáculo apresenta um panorama geral sobre a origem das Missões Jesuíticas na América Latina, a chegada dos Jesuítas e o jeito de viver Guarani. Com forte embasamento histórico, a dramatização convida o espectador a uma viagem no tempo, retratando o grande esplendor econômico, cultural e humano que existiu naquele tempo. Os personagens que contam esta história, são duas almas que se encontram no tempo, dialogando sobre suas vivências, memórias, diferenças e seus triunfos. O espetáculo é uma aula sobre o tema Missões e América, com duração aproximada de 60 minutos. O público sugerido é a partir dos 10 anos, especialmente para estudantes por conta de seu embasamento histórico e viés artístico e cultural. Direção e atuação: Rogério Peppe e Lucas Segatto. Texto: Rogério Peppe e José Roberto de Oliveira. Sonoplastia: Lucas Segatto. Operador de Som e Luz: Carlos Álves e Emerson dos Santos.
Buscando promover o acesso ao conteúdo do projeto, serão tomadas as seguintes medidas de acessibilidade:Acessibilidade FÍSICA: Para acesso a todas as dependências onde acontecerão as ações do projeto, cabe destacar que as estruturas gerais, de palco, camarins, espaço de público, circulação, entre outros, terão completa acessibilidade.Acessibilidade de CONTEÚDO: Para todas as programações estão sendo disponibilizados ingressos gratuitos. Desta forma, buscou-se a inclusão de intérpretes de libras para todas os atos formais, visando alcançar o público surdo, o qual representa uma boa parcela da população brasileira.Acessibilidade para PCD INTELECTUAIS: Para atender com plenitude esta área importante do projeto, serão inseridos no projeto, monitores treinados e capacitados para atendimento e acompanhamento. Da mesma forma, buscando a acessibilidade do público deficiente visual, buscou-se a inserção de apresentadores acostumados com este evento os quais seguirão uma roteirização adequada a este público.Todo conteúdo publicado em canais do YouTube oficiais do projeto terá tradução de intérpretes de libras.
Quanto a democratização de acesso, cabe informar que o projeto possui entrada gratuita em todas as suas atividades, obviamente respeitando a capacidade de cada local, imposta pelas regras de segurança e legislação vigente. Além disso, será disponibilizado na internet, nos canais oficiais do projeto, registros audiovisuais dos espetáculos.
FRANCISCO EMILIO MIRON ROLOFF - Diretor Executivo/Produtor Cultural: Com intensa participação em projetos culturais na região Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul desde o ano de 2007, o Produtor Cultural Francisco Emílio Miron Roloff, através da IMPACTO CULTURAL, desenvolve atividades de avaliação, consultoria, produção e execução de projetos culturais em todo o território gaúcho. Possui mais de 15 anos de atuação na área cultural. Formado em Marketing e Especializado em Projetos Culturais pelas leis de incentivo à cultura do Brasil. Membro da Comissão Gaúcha de Folclore; letrista com obras poéticas premiadas em Festivais musicais e poéticos no RS. Recentemente agraciado, a nível estadual, com a Medalha Mérito Cultural Lilian Argentina, por sua atuação como produtora cultural na década passada, tendo se destacado pela idealização, produção e produtividade de projetos importantes na área do Folclore e também por estar à frente do reconhecimento do Município de Ijuí, como Capital Nacional e Mundial das Etnias. Recentemente recebeu a Medalha do Mérito Desbravador da União das Etnias de Ijuí, pela sua atuação a nível Estadual e foi agraciado com uma placa de reconhecimento por relevantes serviços prestados à cultura, pelo Governador do Estado do Rio Grande do Sul, em Cerimônia no Palácio Piratini. Para a União das Etnias, especialmente, colaborou como Produtor Cultural na última década, com importante atuação cultural, além de ser o idealizador e produtor executivo desta linda Sede em que realizamos esta Assembleia, que se trata do maior complexo cultural financiado pela Lei de Incentivo à Cultura do Rio Grande do Sul - a Sede Cultural da União das Etnias de Ijuí. (portfólio detalhado anexo); ELCIO CERATTI JUNIOR - Contador, Coordenador Administrativo/Financeiro: Integrante do Movimento Étnico de Ijuí, atua no Centro Cultural Austríaco desde 1987, onde se iniciou como dançarino, passando posteriormente às funções de coordenador cultural e coreógrafo. Essa trajetória proporcionou uma ampla experiência em gestão cultural e intercâmbio internacional, destacando-se a direção da 1ª Tournée do grupo à Áustria, em 2010, que foi testada na formalização do termo de cidades coirmãs entre Ijuí (Brasil) e Langesensdorf (Áustria). Apresentou, por seis anos, o programa “Aproximando Nações”, veiculado pela Rádio Repórter de Ijuí, dirigido exclusivamente à difusão de temas culturais e à valorização das tradições étnicas. Desde 2017, dedica-se à gestão e execução de projetos culturais, com foco em contabilidade cultural, prestação de contas, controle documental, mobilização de equipes e acompanhamento técnico de todas as etapas de execução. Atua tanto na elaboração quanto na execução de projetos de relevância regional e estadual, contribuindo para o fortalecimento do setor cultural do Rio Grande do Sul. Entre os principais projetos em que atuou, destacam-se:· Festa Nacional das Culturas Diversificadas (FENADI) · Exposição Festa Internacional das Etnias (EXPOFEST IJUÍ) · Festival Nativista Canto de Luz · Projeto Natal Vida de Ijuí · Feira de Negócios e da Indústria de Ijuí (FENII) Mais recentemente, vem ampliando sua atuação para obras culturais, com participação direta em projetos como a Construção da Sede Cultural da União das Etnias de Ijuí e a Revitalização do Teatro Antônio Sepp, em Santo Ângelo (RS). (Portfólio detalhado anexo.); LEONARDO DA SILVA TONIAZZO - Coordenador de comunicação: Jornalista formado pela Universidade Federal de Santa Maria, possui uma trajetória versátil na comunicação, com atuação nas áreas de jornalismo impresso, digital, radiofônico e streaming. Com ênfase em cobertura cultural e esportiva, consolidou sua experiência profissional em veículos como o Jornal O Alto Uruguai, o Jornal da Manhã e é atuante no Grupo Sepé, veículos onde atuou como repórter, editor, diagramador e comunicador multimídia. Radialista e produtor de conteúdo para específicos ao vivo, tem participação acentuada em coberturas de festivais nativistas e eventos esportivos, destacando-se pela habilidade em conectar públicos diversos por meio de narrativas externas à identidade regional. Como um agente cultural atuante em Ijuí contribuiu para a realização de projetos importantes como EXPOFEST Ijuí, Festival Nativista Canto de Luz e o projeto Natal Vida em Ijuí, reforçando seu compromisso com valorizar a cultura local e fortalecer a comunicação como uma ferramenta para preservar e celebrar as tradições; ROGÉRIO PEPPE - Ator, Diretor e Produtor: Rogério Peppe iniciou sua trajetória teatral no ano de 2000, participando do grupo de teatro estudantil Expressão Corpo e Arte, do Instituto Odão Felippe Pippi, bem como do Grupo de Teatro Municipal Doitinho de Freitas. Posteriormente, integrou o grupo de dança/teatro SARX. Em 2008, fundou sua própria companhia, a Peppe Company, consolidando sua atuação como diretor e produtor teatral. Além disso, atuou como oficineiro no Instituto Estrela Radiante durante dois anos, contribuindo para a formação de novos artistas. Rogério é idealizador e coordenador do Festival Internacional de Teatro Cidade dos Anjos, em Santo Ângelo/RS, e participa de seminários, cursos, oficinas e festivais de teatro no Rio Grande do Sul e na Argentina. Desde 2015, exerce a função de Diretor de Palco Cultural na Fenamilho Internacional e nas Missões Feaagri, através da MK Projetos e Produções Culturais. É também membro fundador da ACACIA – Associação Cultural e Artística Cidade dos Anjos e do IAI – Instituto Ações Integradas, reforçando seu compromisso com o desenvolvimento cultural e artístico da região.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.