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PRONAC 2511514Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Chamada serigráfica

CADERNO LISTRADO IMPRESSOS DE ARTE LTDA.
Solicitado
R$ 648,4 mil
Aprovado
R$ 648,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
PR
Município
Curitiba
Início
2026-01-02
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
Curitiba Paraná

Resumo

O projeto Centro de Experimentação de Arte Serigráfica _ CEAS propõe a realização da Chamada Serigráfica, organizada em uma chamada aberta a artistas dos 27 estados brasileiros, culminando em uma exposição coletiva. A chamada busca descentralizar a seleção de artistas, destacando artistas de todas as regiões do Brasil, promovendo a experimentação em serigrafia e a circulação de novas propostas visuais.Como produtos secundários, o projeto prevê:4 residências artísticas (com seis artistas cada), voltadas à experimentação técnica e conceitual na linguagem da serigrafia enquanto gravura;4 oficinas formativas para escolas e públicos diversos, incluindo ações de acessibilidade (Libras, audiodescrição, público surdo e cego);2 edições de albuns de gravura em serigrafia realizada em parceria com artistas de renome nacional.O projeto contempla ainda exposições intermediárias das residências e a grande exposição final da Chamada Serigráfica, além da distribuição das obras resultantes.

Sinopse

Chamada Serigráfica (Produto Principal)Descrição: Seleção pública de artistas de diferentes regiões do Brasil, organizada em quatro fases ao longo do ano, com foco em experimentação em serigrafia. Cada fase contará com acompanhamento técnico e curatorial, resultando em trabalhos inéditos produzidos no ateliê do Caderno Listrado. A culminância será uma exposição coletiva no final, com júri convidado e júri popular para premiar destaques.Participação: 27 artistas (1 por estado)Público estimado: 3.000 pessoas ao longo da exposição final (presencial) + 10.000 pessoas em ações online (catálogo digital, redes sociais, registro audiovisual).2. Residências ArtísticasDescrição: Realização de 4 residências artísticas, cada uma com duração de aproximadamente 2 semanas, envolvendo 6 artistas convidados. As residências terão como foco a pesquisa e criação em serigrafia, com suporte técnico, troca entre artistas e apresentação pública dos resultados em uma exposição ao final de cada ciclo.Periodicidade: 1 residência por trimestre.Participação: 24 artistas no total (6 por residência).Público estimado: 800 pessoas nas 4 exposições resultantes das residências.3. Oficinas Formativas Descrição: Realização de 4 oficinas formativas voltadas a estudantes e comunidades locais, incluindo ações de acessibilidade em Libras e audiodescrição. As oficinas introduzem técnicas básicas de serigrafia e exploram seu potencial artístico e coletivo. Serão gratuitas e comestrutura, equipamentos e materiais fornecidos pelo projeto.Periodicidade: 1 oficina a cada trimestre.Participação: até 12 pessoas por oficina (48 pessoas no total).Público estimado: 80 participantes diretos + 500 pessoas atingidas por desdobramentos (escolas e comunidades).

Objetivos

Objetivo geral:Promover a experimentação e a difusão da serigrafia como linguagem artística contemporânea, por meio da realização da Chamada Serigráfica e de um conjunto de ações formativas, residências e exposições que ampliem o acesso à criação, circulação e fruição das artes visuais no Brasil. Objetivos específicos:Realizar 4 edições da Chamada Serigráfica, selecionando 16 artistas de diferentes regiões do país para produção de obras inéditas em serigrafia. Promover 4 residências artísticas, com duração de duas semanas cada, envolvendo 6 artistas por residência (total de 24 artistas), voltadas à pesquisa e experimentação na linguagem serigráfica. Oferecer 4 oficinas formativas gratuitas, voltadas a estudantes e comunidades locais, com até 20 participantes por oficina, incluindo recursos de acessibilidade (Libras e audiodescrição). Produzir uma edição serigráfica especial em parceria com um artista de reconhecida trajetória nacional, em tiragem numerada de 50 exemplares. Realizar 5 exposições públicas e gratuitas (4 das residências e 1 da Chamada Serigráfica), com recursos de acessibilidade e mediação inclusiva. Garantir acessibilidade comunicacional e atitudinal em todas as ações do projeto, ampliando a participação de pessoas com deficiência e públicos diversos. Registrar e difundir os resultados do projeto por meio de catálogo digital acessível, publicações e conteúdos online gratuitos.

Justificativa

A serigrafia é uma técnica que, historicamente, conecta arte, design e ativismo gráfico, permitindo acesso ampliado e circulação de imagens em diferentes contextos sociais e culturais. No entanto, há poucos espaços no Brasil dedicados à pesquisa e produção em serigrafia como linguagem artística contemporânea.O projeto propõe ocupar este espaço por meio da Chamada Serigráfica, que se estrutura como plataforma curatorial, experimental e formativa, oferecendo condições técnicas e artísticas para que artistas de todo o país possam produzir, expor e circular seus trabalhos.Além de fortalecer a cena artística com residências e oficinas, o projeto se compromete com a inclusão e a descentralização _ incentivando a participação de artistas de regiões menos representadas e garantindo acessibilidade a públicos diversos.A inscrição na Lei Rouanet permitirá estruturar o projeto de forma sustentável, cobrindo custos de materiais, infraestrutura, acessibilidade, exposições e edições de album em serigráfia com artistas reconhecidos. Assim, o CEAS se consolida como espaço de experimentação e difusão, contribuindo para a democratização da arte no Brasil e para a valorização da serigrafia no campo das artes visuais.

Especificação técnica

Edição de Album de SerigrafiaDescrição: Produção de duas edições especiais em serigrafia, em parceria com dois artistas de grande relevância nacional. A edição será numerada, assinada e tiragem de 50 exemplares (aproximadamente), dos quais uma parte será destinada a patrocinadores, outra a acervos públicos, para os artistas realizadores e uma fração disponibilizada para venda, contribuindo para a sustentabilidade da Caderno Listrado.Periodicidade: 2 edições.Participação: 2 artistas convidados.Tiragem: 50 exemplares numerados e assinados.Público estimado: 500 pessoas alcançadas entre compradores, colecionadores, instituições e público de lançamento.

Acessibilidade

O espaço do CEAS, onde serão realizadas as atividades de ateliê, residências e oficinas, localiza-se em um prédio com acesso por escadas e não possui estrutura física plenamente acessível. O projeto não prevê recursos para obras de adequação.Como medida compensatória, a exposição final da Chamada Serigráfica será realizada em parceria com uma instituição que possua acessibilidade plena, garantindo acesso a pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida. Nas demais atividades, o projeto se compromete a adotar soluções pontuais, como:disponibilizar apoio humano para deslocamento dentro do espaço do CEAS;planejar ações externas e expositivas acessíveis sempre que possível;selecionar parceiros e espaços complementares com infraestrutura adequada.Acessibilidade Comunicacional:Tradução em Libras e legendagem de vídeos e convites digitais.Audiodescrição em exposições e catálogos.Materiais de leitura facilitada (linguagem simples, fonte ampliada, alto contraste).Catálogo digital e sinalização acessível (pictogramas, braile, contraste cromático).Conteúdos digitais compatíveis com leitores de tela.Acessibilidade Atitudinal:Capacitação da equipe em atendimento inclusivo e comunicação acessível.Roteiros de mediação adaptáveis a diferentes públicos (surdos, cegos, neurodivergentes).Inclusão de artistas e profissionais com deficiência nas etapas do projeto.Linguagem inclusiva e não capacitista em todos os materiais de comunicação.

Democratização do acesso

Seleção descentralizada: as chamadas serigráficas terão foco em artistas de regiões historicamente menos representadas, como Norte e Nordeste do Brasil, promovendo circulação cultural e oportunidades fora do eixo Rio–São Paulo.Diversidade de perfis: incentivo à participação tanto de artistas emergentes quanto de artistas reconhecidos, criando um espaço de intercâmbio de trajetórias.Atividades gratuitas: todas as oficinas, chamadas, exposições e atividades educativas terão entrada franca, ampliando o alcance social.Disponibilização digital: catálogo online gratuito, com registro das obras, entrevistas com artistas e registros em vídeo, ampliando o alcance para públicos nacionais e internacionais.Distribuição de obras: parte das edições será destinada a acervos públicos, bibliotecas e instituições culturais, garantindo acesso a comunidades que dificilmente teriam contato com produções contemporâneas em serigrafia.

Ficha técnica

Direção ArtísticaDaniel Barbosa é artista visual, designer gráfico e impressor serigráfico. É o idealizador e coordenador do Caderno Listrado, ateliê independente sediado em Curitiba (PR) dedicado à experimentação e à produção em serigrafia. Desde 2019, desenvolve a Chamada Serigráfica, projeto que reúne artistas de diferentes regiões do Brasil em processos colaborativos de criação e impressão artesanal. Sua atuação transita entre as artes visuais, o design e a formação técnica, com ênfase em práticas coletivas e no fortalecimento da rede de produção gráfica contemporânea.Produção ExecutivaAna Rocha (Curitiba, 1987) é curadora, produtora e pesquisadora com atuação desde 2009 na arte contemporânea. Foi diretora do MAC-PR (2019–2022), onde reposicionou a instituição com foco em diversidade e reavaliação crítica do acervo. Realizou projetos como Raízes do Tempo (2024) e Cada Vez Mais Perto (2018), e coordena a residência Casa Europa (2025). Atua também na produção executiva de obras e exposições, como Topografia da Memória, de Sallisa Rosa, e o curta de animação Makunaima é Duwyd, de Gustavo Caboco, e exposição homônima programada para 2026, na Pinacoteca de SP. Atualmente, é diretora executiva da plataforma Lastro, integra o conselho do Instituto Sacatar e segue acompanhando artistas e projetos que cruzam arte, memória e território. É mestre em História da Arte (UNIFESP, 2024) e especialista em Gestão de Projetos (ISAE/FGV, 2011).Gustavo Caboco (artista convidado edição de album em serigrafia)Do povo Wapichana, sua produção artística se desdobra nas artes visuais, no cinema e na literatura. Na obra de Caboco encontramos dispositivos para reflexão sobre os deslocamentos dos corpos indígenas, os processos de valorização das culturas indígenas e o direito à memória. Parte importante de suas proposições acontecem em espaços educativos, como escolas, universidades, centros culturais, comunidades indígenas e quilombolas. Desenvolve pesquisa autônoma em acervos e arquivos museológicos como forma de contraposição às narrativas hegemônicas da colonialidade. Em 2001 fez o seu primeiro “retorno à terra” Wapichana e, além de ser autor publicado, participou de diversas exposições nacionais e internacionais, entre as quais a 34ª Bienal de São Paulo (2021), e assinou a curadoria do Pavilhão Hãhãwpuá na Bienal de Veneza de 2024 ao lado de Denilson Baniwa e Arissana Pataxó.Rimon Guimarães (artista convidado edição de album em serigrafia)Rimon Guimarães nascido em Curitiba 1988, artista autodidata multidisciplinar que busca por meio da vivencia, viagens e trocas culturais transmutar o espaço-tempo, produzindo obras que dialogam com a acessibilidade das informações e das mídias contemporâneas, como murais de larga escala, pinturas, desenhos, gravuras, fotografias, videos, instalações, performances, composições e audio. Realizou trabalhos em países como Gambia, Malásia, Italia, Holanda, Alemanha, Dinamarca, EUA, Argentina, Brasil entre outros.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.