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O projeto viabiliza a produção de um minidocumentário de aproximadamente 10 minutos sobre os eventos relacionados à morte do Cabo Valério (1997), com contextualização histórica e social da greve, do conflito e de seus desdobramentos. Serão executadas a pesquisa histórico-documental, a curadoria de fontes, a elaboração de sinopse, argumento e roteiro, além da captação dirigida de entrevistas. Será produzida uma peça audiovisual finalizada com janela de Libras e legendagem. O minidocumentário será disponibilizado em canal aberto do proponente e o dossiê de pesquisa será encaminhado a, no mínimo, três instituições públicas de memória. As entregas constituem base técnica e artística do registro documental, observando medidas de acessibilidade, transparência e conformidade.
O projeto realiza a produção de um minidocumentário de até 10 minutos sobre a morte do Cabo Valério (1997), contextualizando o episódio em seu ambiente histórico e social. A pesquisa reunirá fontes documentais e depoimentos que abordam o fato, o conflito e seus desdobramentos para a memória institucional, a sociedade e as dinâmicas de carreira no período posterior. A obra adotará tratamento documental baseado em entrevistas dirigidas, imagens de apoio e narrativa técnica concisa, assegurando finalização acessível com Libras e legendagem.PRODUTOS DO DESENVOLVIMENTO E DESCRIÇÕESSinopse, argumento e roteiro Textos autorais que estruturam o desenvolvimento da obra, definindo abordagem narrativa, recorte temporal, objetivos dramáticos e estrutura audiovisual.Dossiê de pesquisa (PDF) Documento técnico com fontes históricas, análise contextual, fichas documentais, imagens e referências. Segue padrões de acessibilidade (estrutura de títulos, texto alternativo e contraste).Captação audiovisual dirigida Gravação de entrevistas com até cinco participantes, com até cinco horas brutas organizadas. Inclui catalogação dos arquivos e relatórios de campo.Minidocumentário (até 10 minutos) Obra audiovisual finalizada em formato digital, com janela de Libras e legendagem, e disponibilizada gratuitamente ao público em canal aberto (youtube e pelo Minas Play - plataforma pública de streaming do Governo de Minas Gerais).
GeralProduzir um minidocumentário de até 10 minutos sobre a morte do Cabo Valério (1997), contextualizando historicamente o episódio e seus desdobramentos sociais e institucionais, com base em pesquisa técnico-metodológica, entrevistas dirigidas, linguagem audiovisual consistente e recursos de acessibilidade, garantindo difusão pública gratuita do conteúdo.Específicos _ Elaborar sinopse, argumento e roteiro do minidocumentário, com definição de tratamento e estrutura narrativa. _ Realizar pesquisa histórico-documental e sociológica, sistematizada em dossiê técnico. _ Realizar captação audiovisual dirigida, com até cinco entrevistados, para fundamentar a narrativa e assegurar diversidade de perspectivas. _ Produzir, finalizar e disponibilizar o minidocumentário de até 10 minutos, com janela de Libras e legendagem. _ Disponibilizar o dossiê técnico e encaminhá-lo a instituições públicas de memória e bibliotecas. _ Realizar roda de conversa on-line gratuita para apresentação dos resultados.
O projeto atende ao art. 1º da Lei nº 8.313/1991 ao promover a produção e difusão de bem cultural brasileiro, com relevância histórica e social, contribuindo para a memória coletiva e para o acesso público a conteúdo documental qualificado. Atende ao art. 3º, especialmente: _ IV, b: realização de pesquisa cultural e organização de dossiê técnico; _ V, b: elaboração de elementos estruturantes da obra audiovisual; _ V, c: execução de ação cultural relevante com acessibilidade e democratização do acesso.Há escassez de material sistematizado sobre o episódio, o que reforça a importância do registro documental. A realização do minidocumentário em etapa inicial reduz riscos, consolida metodologia, válida linguagem e contribui para a formação de público. O projeto incorpora medidas de acessibilidade desde a concepção, assegura difusão gratuita e mantém transparência e controle técnico, em consonância com as boas práticas do setor e com o escopo legal de incentivo fiscal.
A proposta compreende todas as etapas de produção do mini-documentário e está compatível com o limite legal para proponentes sem portfólio cultural aprovado, permitindo entrega técnica robusta sem ultrapassar o teto financeiro previsto.A seleção de participantes observará a diversidade de perfis.As gravações serão realizadas, preferencialmente, em locais acessíveis, com rotas sem barreiras e sanitário acessível.O minidocumentário compõe uma etapa estratégica, reduzindo riscos artísticos e financeiros e consolidando referências para futura ampliação da obra.
Minidocumentário (até 10 minutos) – Formato mestre: Apple ProRes 422 HQ (ou equivalente). – Resolução: 1920×1080 (ou 4K para captação, com derivação em Full HD). – Áudio: estéreo 2.0, 48 kHz, 24 bits. – Acessibilidade: janela de Libras integrada e legendagem sincronizada. – Publicação: derivação em mp4 (H.264), com taxa de bits suficiente para leitura da janela de Libras. – Metadados: ficha técnica completa, descrição acessível e convenção de nomes.Dossiê de pesquisa (PDF) – Estrutura de títulos, marcadores, texto alternativo, referências e anexos. – Contraste adequado e hiperligações funcionais.Materiais complementares – Arquivos brutos organizados por entrevistado. – Planilha de registro (datas, locais, consentimentos). – Relatórios técnico e financeiro.
A acessibilidade integra o planejamento, execução e difusão da obra. O minidocumentário será finalizado com janela de Libras e legendagem completa, observando contraste, tempo de leitura, sincronia e área segura da imagem.As entrevistas serão realizadas preferencialmente em locais com acessibilidade arquitetônica (rotas sem barreiras, sanitário acessível e sinalização simples), sempre que necessário de acordo com a necessidade do entrevistado. O dossiê técnico e materiais de divulgação seguirão requisitos de acessibilidade digital: textos claros, linguagem simples, estrutura de títulos, texto alternativo em imagens, marcadores e contraste adequado.Haverá canal de contato para solicitações de ajustes razoáveis.A comprovação será registrada por meio de checklist técnico anexado ao relatório final.
O minidocumentário de até 10 minutos será disponibilizado gratuitamente em canal aberto do proponente, em plataforma pública de vídeo, com recursos de acessibilidade (janela de Libras e legendagem). O acesso será integral, sem restrições técnicas ou geográficas.O dossiê técnico gerado pela pesquisa será disponibilizado sem custo no site do proponente e encaminhado formalmente a, no mínimo, três instituições públicas de memória e bibliotecas, com protocolo de recebimento. A organização adotará publicação em formato acessível (PDF estruturado).Será realizada uma roda de conversa on-line aberta ao público, gratuita, com intérprete de Libras, apresentando o processo de pesquisa e de realização do minidocumentário. O relatório público de resultados (indicadores, análise técnica, anexos e links) será divulgado gratuitamente nos canais institucionais do proponente.Medidas obrigatórias: – Distribuição digital gratuita (100% do conteúdo). – difusão gratuita em meio digital (youtube e pelo Minas Play - plataforma pública de streaming do Governo de Minas Gerais)– Publicação do dossiê técnico em acesso público.Fontes de verificação: link público do minidocumentário; relatório da roda de conversa; protocolos de envio; relatório final com métricas de alcance.
Instituto Cabo Valério de Cidadania – ICVCRepresentação: Presidência – Coordenação Geral do ProjetoO Instituto Cabo Valério de Cidadania (ICVC) foi fundado em 06 de junho de 2016, a partir de encontros entre militares, seus familiares e a família do Cabo Valério. O objetivo foi criar um Programa de Responsabilidade Social que atendesse a toda a sociedade, e não apenas ao segmento militar, pautado em práticas leais, solidárias e em valores morais.O ICVC atua como referência na elaboração e execução de projetos voltados para a garantia de direitos, promoção da inclusão social e valorização da convivência comunitária, por meio da educação, do esporte e da cultura. Entre suas finalidades, destaca-se a preservação da memória e dos valores do Cabo Valério, reafirmando o compromisso com a promoção humana.Desde 2009, em Juiz de Fora/MG, o instituto desenvolve o Projeto Jovem para o Futuro, que beneficia crianças, adolescentes e seus familiares, oferecendo atividades esportivas, culturais, de lazer, reforço escolar, noções de informática, acompanhamento psicológico e assistência social. Pro-Arte ConsultoriaAtuação: Elaboração e Gestão Administrativa do ProjetoA Pro-Arte Consultoria está no mercado desde 2008, com equipe multidisciplinar coordenada por Cláudia Morais Neves, musicista e gestora cultural, licenciada em Música pela UFU (2003), com especializações em Gestão Cultural (Senac/SP), Administração Pública (UNINTER) e Gestão do Patrimônio Cultural (UFJF).Entre os serviços realizados estão consultorias, mentorias, assessorias e gestão de projetos culturais, patrimoniais, turísticos e esportivos, para artistas, institutos, fundações, prefeituras e associações sem fins lucrativos. As atividades incluem elaboração de projetos para gravações, turnês, oficinas, festivais, conferências e seminários.Mais informações e portfólio de clientes podem ser consultados no site institucional: www.proarteconsultoria.com.br/clientes. Ana Maria Corrêa da RochaFunção: PesquisadoraBacharel em Direito (Universidade de Uberaba, 2009), advogada inscrita na OAB/MG e licenciada em História pela UFTM (2019). Atua desde 2021 como consultora em Direito Cultural e História na Pro-Arte Consultoria. Desenvolve pareceres, fichas de inventário, processos de tombamento e registro, elaboração de dossiês e adequação de arcabouços jurídicos para OSCs.Experiência:Advogada (2010 – atual).Consultora em Direito Cultural e História – Pro-Arte (2021 – atual).Trabalhos:Parecerista de projetos – Planura (2023).Inventário de bens imateriais e materiais – Vargem Bonita (2022-2023).Dossiês de registro – São Francisco de Sales (2023).Autora de livros didáticos de História para o CNEC (2023-2024). Franciso Antônio de AlmeidacFunção: RoteiristaGraduado em Comunicação Social – Jornalismo (UFF), especialista em Direção e Roteiro de Cinema (STIC) e Dramaturgia (SBAT).Obras: roteiros de cinema e peças teatrais como Causos (1991), O Interrogatório (2003/2011), Expresso Araxá (2007) e Família Barroca (2018). Autor do livro Rir: O Primeiro Mandamento da Comédia (Chiado, 2018).Prêmios: Destaque para festivais em Bilbao, Tampere e Clermont Ferrand (1991-1992), além de premiações nacionais em festivais de cinema e curtas. Vinícius TristãoFunção: Produtor Audiovisual / Diretor de FotografiaGraduado em Produção Audiovisual (Universidade de Uberaba, 2022). Atua no setor desde 2016, com experiência em fotografia, direção de fotografia, videoclipes, shows e documentários. Cofundador da Cerberus Produtora (2021).Trabalhou em turnês de artistas como Naiara Azevedo e Cleber & Cauan, além de produções para marcas e eventos de grande porte. Desenvolve ensaios, videoclipes, produções publicitárias e projetos culturais. João Pedro MoacharFunção: Diretor do DocumentárioGraduado em Produção Audiovisual (Universidade de Uberaba, 2021), músico e fotógrafo. Fundador da Baurete Produções (2022), com atuação em pré-produção, produção e pós-produção.Experiência:Editor de vídeo – Câmara Municipal de Uberaba (2020-2021).Editor – Agência Midas Lançamento (2021).Filmmaker – Secretaria de Educação de Uberaba (2021-2022).Editor de imagem pleno – Sociedade Educacional Uberabense (2022).Formação complementar: certificações em produção audiovisual (MINAS CINE), liderança (PUC-RS) e preparação de atores (Luciano Risso).
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.