Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 2511528Autorizada a captação total dos recursosMecenato

VOZ PRETA: A Palavra tem Poder

RO SILVA PRODUCOES
Solicitado
R$ 571,5 mil
Aprovado
R$ 571,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod Av Radio/Podcast
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-01-05
Término
2027-01-04
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

O projeto Voz Preta: A Palavra Tem Poder é um podcast/videocast educativo que promove o letramento racial e a conscientização antirracista por meio de entrevistas, humor crítico e narrativas reais. Com linguagem acessível, busca desconstruir o racismo estrutural e inspirar ações práticas que transformem atitudes individuais e coletivas. Como produto complementar, apresenta uma cartilha antirracista que desmonta expressões racistas cotidianas, propõe alternativas linguísticas inclusivas e exemplifica situações de discriminação.

Sinopse

Sinopse da ObraProduto: Programa Radiofônico-Audiovisual (Podcast/Videocast)"Voz Preta: A Palavra Tem Poder" é um podcast/videocast em formato de entrevistas que une humor crítico, debates e releituras ficcionais de histórias reais para desconstruir o racismo estrutural no Brasil. Com episódios dinâmicos, o projeto explica conceitos como "impacto do racismo na saúde mental" e "branquitude e privilégio" de forma simples, usando situações do cotidiano — desde piadas carregadas de racismo velado até micro agressões no trabalho. Quadros como "Isso É Racismo, Tá?" (esquetes que desmontam frases como "serviço de preto") e "Voz Preta em diálogo" (entrevistas com especialistas e relatos emocionantes) mostram como o racismo se infiltra em todos os espaços, enquanto desafios práticos incentivam o público a agir.Dirigido por Débora Fernanda, o podcast/videocast humaniza a luta antirracista: celebra a resistência e a ancestralidade negra, mas também abre espaço para não pretos refletirem sobre privilégios e responsabilidades. Com linguagem acessível e interativa, o conteúdo se expande para redes sociais e uma cartilha antirracista, transformando palavras em ferramentas de mudança.Classificação indicativa: 12 anos e acimaProduto: CartilhaA cartilha antirracista "Voz Preta: A Palavra Tem Poder" é uma extensão pedagógica do homônimo podcast/videocast, pensada como material de apoio para escolas, coletivos culturais e leitores em geral. Com linguagem acessível, o livreto desmonta expressões racistas presentes no cotidiano, apresenta alternativas linguísticas inclusivas e exemplifica situações de discriminação estrutural.Mais do que um guia de termos, o material funciona como um instrumento de letramento racial, estimulando reflexões críticas e oferecendo caminhos práticos para transformar atitudes individuais e coletivas. Classificação indicativa: 12 anos e acima

Objetivos

Objetivo GeralO projeto Voz Preta: A Palavra Tem Poder tem como objetivo principal produzir e promover um podcast/videocast com pautas de letramento racial e desconstrução antirracista. Combinando humor crítico, debates profundos e narrativas reais, busca aproximar pessoas e fomentar mudanças sociais efetivas, o que dialoga com o Decreto Federal nº 11.453/2023, especialmente em seus incisos:I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão, ao destacar a importância das narrativas e vivências da população negra, uma das matrizes fundamentais da sociedade brasileira;II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira, promovendo o protagonismo negro e a desconstrução de estereótipos.VI - fomentar atividades culturais afirmativas para a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade às atividades artísticas e da diversidade cultural, alinhando-se à luta antirracista e à inclusão social. Além disso, garantir que o produto cultural seja acessível para pessoas com deficiência (PCDs).X - apoiar ações artísticas e culturais que usem novas tecnologias ou sejam distribuídas por plataformas digitais, ampliando o acesso do produto que será distribuído gratuitamente e fomentando a democratização do consumo cultural.XV - apoiar o desenvolvimento de ações que integrem cultura e educação; pois dialoga diretamente com a Lei 10.639, que torna obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira e africana nas escolas. Assim como a lei, o projeto busca resgatar e valorizar a contribuição do povo negro na formação da sociedade brasileira.Objetivos Específicos:Produto: Programa Radiofônico-Audiovisual (Podcast/Videocast)- Produzir 12 episódios de 1 hora cada, intitulados "Voz Preta: A Palavra Tem Poder".Produto: Cartilha - Produzir, publicar, lançar e distribuir 2.000 exemplares da cartilha que será baseada nos temas e pautas do programa.

Justificativa

JustificativaO projeto VOZ PRETA: A Palavra tem Poder é uma iniciativa cultural e educativa que surge como resposta ao persistente racismo estrutural no Brasil — país que abriga a maior população negra fora da África e onde, historicamente, as contribuições e vivências da população negra foram invisibilizadas ou marginalizadas. Apesar de avanços em políticas de inclusão, ainda existe um déficit significativo de letramento racial, o que dificulta a compreensão das raízes do racismo e a adoção de práticas efetivas de enfrentamento no cotidiano.Nesse cenário, o projeto propõe um podcast/videocast em formato de entrevistas que alia leveza, humor crítico e engajamento a um conteúdo educativo e transformador. A proposta busca ampliar o entendimento sobre o racismo estrutural, desconstruir estereótipos e incentivar mudanças individuais e coletivas por meio de debates acessíveis, narrativas reais e reflexões práticas. Sua abordagem humanizada e interativa o diferencia de outras iniciativas, pois estimula diálogos significativos sem tornar o tema inacessível ou excessivamente confrontador.Como produto complementar, o projeto inclui a Cartilha Antirracista "Voz Preta: A Palavra Tem Poder", que sistematiza e amplia os conteúdos abordados nos episódios. A cartilha apresenta explicações sobre expressões racistas ainda presentes no cotidiano, oferece alternativas linguísticas inclusivas e exemplifica situações de discriminação estrutural. Com linguagem acessível e recursos pedagógicos, o material se torna um instrumento de apoio para escolas, bibliotecas, coletivos culturais e leitores em geral, fortalecendo a educação antirracista e ampliando o impacto social do projeto.Além disso, o projeto estabelece um diálogo direto com políticas afirmativas, como a Lei 10.639/03, que torna obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira e africana nas escolas. Ao valorizar a contribuição do povo negro na formação da sociedade brasileira, o projeto combate o apagamento histórico e a desumanização, promovendo um espaço inclusivo e democrático de reflexão e aprendizado.Outro ponto relevante é o formato audiovisual e multiplataforma do projeto, que permite alcançar públicos diversos em ambientes digitais, onde conteúdos engajadores têm grande potencial de viralização. Essa característica reforça a necessidade de financiamento, garantindo que os recursos sejam aplicados para ampliar o alcance e a qualidade técnica da produção, assegurando impacto significativo tanto em nível individual quanto comunitário.Assim, "VOZ PRETA: A Palavra tem Poder" se consolida como uma ação cultural afirmativa, que une comunicação acessível, educação crítica e valorização da cultura afro-brasileira, transformando palavras em ferramentas de mudança social.Devido a magnitude do projeto e o impacto que se pretende gerar, é de extrema importância a utilização do mecanismo da Lei de Incentivo à Cultura. A proposta, ainda, se enquadra nos incisos expressados no Art. 1° da Lei 8.313, sendo:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, ao promover o letramento racial e a desconstrução antirracista de forma acessível e engajadora.III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores, ao dar visibilidade às narrativas e vivências da população negra, um grupo formador essencial da sociedade brasileira.IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional, ao destacar a importância da cultura afro-brasileira e combater o apagamento histórico.Além disso, o projeto também alcança incisos do Art. 3º da mesma lei, como:II _ fomento à produção cultural e artística, mediante:a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural, ao criar um podcast/videocast que utiliza o audiovisual como meio de expressão, reflexão e difusão cultural.b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes, ao publicar e distribuir a Cartilha Antirracista, que sistematiza conceitos, narrativas e práticas de letramento racial em formato acessível e educativo.IV _ estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos, ao propor conteúdos que investigam e explicam o racismo estrutural, a branquitude, a ancestralidade e a contribuição da população negra para a formação da sociedade brasileira.

Estratégia de execução

1. Sobre passagens e hospedagens:Os beneficiários das passagens aéreas, na etapa de execução do projeto são: a) 3 trechos de ida e volta (RJ x SP X RJ), são para a coordenadora de produção que vive no Rio de Janeiro/RJ;b) 3 trechos de de ida e volta (RJ x SP X RJ) são para convidados/entrevistados que vivem no Rio de Janeiro/RJ;c) 3 trechos de de ida e volta (BA x SP x BA) são para convidados/entrevistados que vivem em Salvador/BA.Os beneficiários das hospedagens são: a) 6 diárias em São Paulo para a coordenadora de produção;b) 6 diárias em São Paulo para para convidados/entrevistados que sairão do RJ e SP.2. Sobre a rubrica de produção executiva ter 9 meses na etapa de produção/ execução:Embora a etapa de pós-produção apareça disponível na coluna do SALIC, o sistema não disponibiliza a lista de rubricas correspondentes a essa etapa. Ao selecionar “pós-produção”, o campo de rubricas apresenta apenas a opção “selecione”, sem abrir nenhuma lista de funções ou serviços disponíveis, impossibilitando o preenchimento correto dessa fase.Por esse motivo, as atividades de pós-produção do produto principal podcast/videocast foram alocadas na etapa de Produção / Execução, onde foi possível cadastrar as rubricas necessárias. O Produtor Executivo, por exemplo, foi previsto com duração de 9 meses, sendo que o último mês é dedicado exclusivamente à finalização do projeto — incluindo relatórios narrativo, financeiro e de comunicação.Além disso, a rubrica de Produtor de Finalização, que também atua diretamente na pós-produção, foi inserida na mesma etapa de execução, já que o sistema não permite sua alocação na coluna de pós-produção.

Especificação técnica

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DO PRODUTOProduto: Programa Radiofônico-Audiovisual (Podcast/Videocast)Produção: Ro Silva ProduçõesCategoria: Podcast/Videocast (entrevistas e debates educativos)Idioma: PortuguêsLegenda: Português (closed caption) Quantidade de episódios: 12Tempo de duração de cada episódio: 60 minutosClassificação indicativa: 12 anos e acimaFormato de distribuição: Plataformas digitais de áudio e vídeo Produto: CartilhaEditora: A definir Idioma: PortuguêsFormato: Revista e PDF acessívelNúmero de páginas: Aproximadamente 70 páginas.Dimensões: 14 x 19cm x L cmTiragem: 2.000 exemplaresISBN:

Acessibilidade

ACESSIBILIDADEProduto: Programa Radiofônico-Audiovisual (Podcast/Videocast)Aspecto Comunicacional e de Conteúdo:Legendagem oculta (closed caption) em todos os episódios, garantindo acesso a pessoas surdas e com deficiência auditiva.Disponibilização dos episódios em plataformas compatíveis com leitores de tela, garantindo acesso a pessoas com deficiência visual. (YouTube, Spotify, Deezer, entre outros).Contraste visual adequado e fontes ampliadas nas artes de divulgação dos episódios.Aspecto de Comunicação e Divulgação Acessíveis:Criação de materiais promocionais em formatos acessíveis (texto alternativo, vídeos com Libras e audiodescrição).Divulgação das medidas de acessibilidade nas redes sociais e canais oficiais do projetoProduto: Cartilha Aspecto Comunicacional e de Conteúdo:Disponibilização de versão digital acessível (PDF compatível com leitores de tela).Adaptação do conteúdo com linguagem simples, facilitando o entendimento por pessoas com deficiência intelectual e autistas.Aspecto de Comunicação e Divulgação Acessíveis:Divulgação da cartilha em formatos acessíveis nas redes sociais e plataformas digitais.Indicação clara das medidas de acessibilidade nos canais de distribuição.

Democratização do acesso

Democratização de AcessoTodos os produtos serão distribuídos de forma totalmente gratuita, assegurando a democratização do acesso conforme os limites e formas de distribuição estabelecidos no artigo 46 da IN nº 23/2025.Além disso, para a ampliação de acesso, serão adotadas a medidas, conforme artigo 47 da IN 23/2025: I – Doação de 20% dos produtos resultantes da execução do projeto. Serão doados 400 exemplares da Cartilha Antirracista (20% do total de 2.000 unidades) a bibliotecas públicas, escolas da rede pública de ensino, coletivos culturais periféricos, instituições de longa permanência para idosos e organizações da sociedade civil que atuam na promoção da equidade racial e da educação inclusiva. Essa ação garante caráter social e educativo, ampliando o alcance do projeto para públicos prioritários.III – Disponibilização, na internet, de registros audiovisuais acompanhados de recursos de acessibilidade. Todos os 12 episódios do podcast/videocast serão publicados gratuitamente em plataformas digitais compatíveis com leitores de tela (YouTube, Spotify, Deezer, entre outras), garantindo acesso a pessoas com deficiência visual. Os episódios também contarão com legendagem oculta (closed caption), assegurando acesso pleno a pessoas com deficiência auditiva, visual e intelectual. Essa medida amplia o alcance do conteúdo e promove a inclusão cultural em ambiente digital.X – Outras medidas sugeridas pelo proponente. Será disponibilizada uma versão digital acessível da Cartilha Antirracista (PDF compatível com leitores de tela), publicada gratuitamente em plataformas digitais, garantindo acessibilidade para pessoas cegas ou com baixa visão e ampliando o alcance do conteúdo para diferentes públicos.

Ficha técnica

Ficha técnica:Produção executiva, Curadoria, e Mediadora das entrevistas: Fernanda Ross Direção: Débora Fernanda Coordenação Geral: Carol XavierProdução: Fernando Nunes e Estefania Del ValleRoteiro: Anderson Negreiro e Tati ZucatoApresentadoras: Débora Fernanda e Tati Zucato Equipe de Pesquisa: Anderson Negreiro e Estefania Del ValleComunicação e design Gráfico: Lucas SanperMinibios: Fernanda Ross: Mineira de Belo Horizonte, formada em Publicidade (FUMEC) e Artes Cênicas (PUC Minas). Atuou em produções da Netflix, HBO Max e Globoplay, adquirindo experiência prática na cadeia produtiva cultural. Fundadora do Voz Preta, clube de ideias antirracistas, desenvolveu sólida expertise em curadoria de conteúdos e mediação de diálogos sobre raça, arte e ancestralidade. No projeto, une sua vivência artística e olhar publicitário para conduzir entrevistas e garantir relevância social e representatividade.Débora Fernanda: Atriz, diretora e roteirista, formada em Teatro (Escola Célia Helena), Arte e Teatro (UNESP) e Rádio e TV (Faculdades Rio Branco). Desde 2012 atua em produções para Netflix, Disney+ e Prime Video, além de trabalhos autorais premiados. Sua trajetória é marcada pelo compromisso com narrativas afro-brasileiras e indígenas. Como diretora, alia estética, ancestralidade e consciência social, traduzindo a proposta curatorial em uma linguagem audiovisual potente e transformadora.Carol Xavier: Produtora cultural, educadora e gestora de projetos com mais de 15 anos de experiência na área cultural e socioambiental. Mestre em Cultura e Territorialidades pela UFF, atua na captação de recursos, produção executiva e coordenação de iniciativas culturais aprovadas em editais e leis de incentivo. Sua trajetória é marcada pela criação e gestão de projetos que unem arte, diversidade, inclusão e sustentabilidade, fortalecendo territórios e comunidades. Atualmente, é coordenadora e captadora de projetos no CRIAR – Centro de Referência e Informação em Artes e Cultura Brasileira e professora no Projeto Sonhos da Juventude, em Niterói, onde prepara jovens para o mercado de trabalho com foco em economia criativa e empreendedorismo cultural.Fernando Nunes: Gestor de projetos com mais de 15 anos de experiência no mercado de eventos. Atua com foco na promoção de diversidade e inclusão, trabalhando para transformar o ambiente de entretenimento em um espaço mais igualitário para pessoas pretas e outras minorias. Ao longo de sua trajetória, coordenou projetos de grande relevância para marcas como YouTube, Nissan, O Boticário, Magalu e Boa Vista, sempre priorizando a representatividade e a inclusão em suas produções. Atualmente, dedica-se a iniciativas que reforçam seus princípios de contratação diversa e inclusiva, alinhando sua expertise à construção de um cenário cultural mais justo e representativo.Estefania Del Valle: Produtora e diretora artística com ampla experiência em gestão de conteúdo e eventos culturais e corporativos de grande porte, como Red Bull BC One, Google Cloud Summit e Mercado Livre Experience. Atua na criação de experiências que unem estratégia, diversidade e impacto social. No projeto, contribui com visão estética e curatorial, garantindo excelência técnica e relevância simbólica na comunicação visual e artística.Anderson Negreiro: Ator e pesquisador formado pela PUC-SP em Artes do Corpo, com especialização em Teatro e Dança. Atuou em séries como Sintonia (Netflix), Aruanas (Globoplay) e Beleza Fatal (HBO), além do especial Falas Negras (TV Globo). Com 20 anos de carreira no teatro e experiência em pesquisa acadêmica, alia rigor conceitual e sensibilidade artística na elaboração de roteiros. Sua vivência como capoeirista ancora sua prática em ancestralidade afro-brasileira, fortalecendo a autenticidade das narrativas.Tati Zucato: Formada em Administração (Mackenzie) e Interpretação (Wolf Maia e CAL), une experiência corporativa e artística. Com quase 20 anos de carreira, atuou em séries como Arcanjo Renegado e Sob Pressão, além de projetos autorais em cinema. Como roteirista e apresentadora, traz clareza, presença cênica e capacidade de mediação, garantindo uma comunicação acessível e envolvente.Lucas Sanper: Designer, diretor de arte e motion designer, com formação em Artes e Design. Atua na criação de linguagens visuais que unem inovação, identidade e sensibilidade sociocultural. Já colaborou com instituições e marcas como Instituto Europeu de Design, Banco Next, Mercado Livre e PROMIC Festival da Cultura. No projeto Voz Preta, é responsável pela direção de arte e identidade visual, garantindo coerência estética e reforçando a missão de promover letramento racial, ancestralidade e representatividade por meio da comunicação visual.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.