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O projeto Sob a Luz do Candeeiro consiste na produção de um curta-metragem de ficção de 15 minutos, gravado em Cantanhede/MA, com equipe exclusivamente maranhense. Além do filme, serão realizadas dez exibições gratuitas em diferentes municípios do estado, acompanhadas de debates, e a oficina "A Cidade como Ponto de Partida de um Roteiro", voltada para jovens e adultos a partir de 15 anos.
1. Curta-metragem de ficção – 15 minutos (Classificação indicativa: Livre) O principal produto do projeto é o curta-metragem Sob a Luz do Candeeiro, que será gravado inteiramente no Município de Cantanhede/MA, com locações no Povoado Pindoval e arredores. A obra narra a história de Benedito e Tereza, casal de agricultores que encontra no artesanato de bonecos de mamulengo uma forma de expressão cultural, renda adicional e fortalecimento da identidade local. O filme valoriza a cultura popular maranhense, destacando o mamulengo e o artesanato como práticas artísticas e produtivas, e promove reflexão sobre gênero, trabalho manual e representatividade masculina em atividades tradicionalmente estigmatizadas. A narrativa combina elementos de drama e delicadeza, oferecendo conteúdo adequado para público de todas as idades.2. Exibições públicas gratuitas – 10 sessões em diferentes municípios do Maranhão Após a finalização do curta, serão realizadas 10 exibições públicas gratuitas nas cidades de Cantanhede, São Luís, Raposa, Pirapemas, Miranda, Alcântara, São José de Ribamar, Paço do Lumiar, Santa Rita e Matões. Cada sessão será acompanhada de debate com a equipe realizadora e convidados, permitindo aproximação do público com o processo criativo, discussão sobre cultura popular e valorização do artesanato local. As sessões contarão com recursos de acessibilidade, incluindo audiodescrição, legendas descritivas e interpretação em Libras, garantindo plena participação de pessoas com deficiência visual ou auditiva.3. Oficinas “A Cidade como Ponto de Partida de um Roteiro” – 10 oficinas, 20 vagas cada Serão oferecidas 10 oficinas de roteiro, realizadas em paralelo às exibições, com 20 vagas gratuitas para jovens e adultos a partir de 15 anos. As oficinas têm o objetivo de estimular a reflexão sobre o território, memória e cultura local como fonte de criação artística, incentivando a produção de narrativas próprias. Serão promovidos exercícios práticos de elaboração de roteiro, análise de personagens e contextualização cultural, vinculando o aprendizado diretamente à experiência audiovisual apresentada pelo curta. Cada oficina será conduzida com atenção às práticas de acessibilidade comunicacional, incluindo intérprete de Libras, materiais em Braille e recursos de descrição sensorial.4. Debates pós-exibição – 10 eventos Cada exibição será seguida de debate com a equipe do projeto, convidados locais e o público, abordando temas como cultura popular, artesanato, audiovisual, representação de gênero e identidade cultural. Os debates são concebidos como espaços participativos de aprendizado, troca de experiências e valorização do território. Serão aplicados recursos de acessibilidade comunicacional, garantindo a participação plena de pessoas com deficiência.5. Produção de conteúdo acessível Todos os produtos culturais do projeto contemplam medidas de acessibilidade arquitetônica, atitudinal e comunicacional, assegurando que o público possa participar sem barreiras físicas, comportamentais ou informativas. O curta-metragem terá audiodescrição, legendas descritivas e tradução em Libras, e materiais de apoio serão disponibilizados em Braille e em formato digital acessível.6. Divulgação e circulação digital Além das exibições presenciais, o curta será disponibilizado em plataforma digital gratuita, permitindo acesso a um público mais amplo. Materiais educativos sobre a produção do filme e oficinas também serão compartilhados online, garantindo circulação cultural contínua e ampliada, especialmente para quem não puder comparecer fisicamente às atividades.7. Registro e documentação do projeto Durante todo o processo, será realizado registro fotográfico e audiovisual do making-of, das oficinas e das exibições, compondo um material de documentação do projeto que poderá ser utilizado para fins pedagógicos, de prestação de contas e divulgação da cultura popular maranhense.
Objetivo Geral:Promover a valorização do artesanato maranhense e das identidades culturais de Cantanhede/MA por meio da produção e circulação do curta-metragem Sob a Luz do Candeeiro, estimulando a reflexão sobre gênero, arte e trabalho manual, além de ampliar o acesso da população a atividades culturais formativas e gratuitas. Objetivos Específicos: Produzir um curta-metragem de ficção com 15 minutos de duração, gravado integralmente em Cantanhede/MA.Formar uma equipe 100% maranhense, composta por pessoas pretas, mulheres e LGBTQIA+.Realizar 10 exibições gratuitas do filme em diferentes municípios do Maranhão (Cantanhede, São Luís, Raposa, Pirapemas, Miranda, Alcântara, São José de Ribamar, Paço do Lumiar, Santa Rita e Matões).Promover 10 debates após as exibições, envolvendo público, realizadores e convidados locais.Oferecer 10 oficinas "A Cidade como Ponto de Partida de um Roteiro", com 20 vagas cada, destinadas a jovens e adultos a partir de 15 anos.Garantir recursos de acessibilidade comunicacional, atitudinal e arquitetônica, conforme Lei nº 13.146/2015.
A escolha da Lei de Incentivo à Cultura como mecanismo para a realização do projeto Sob a Luz do Candeeiro está diretamente ligada à necessidade de descentralizar os investimentos culturais no Brasil, ampliando o acesso a recursos em territórios historicamente marginalizados das políticas públicas de fomento. O projeto nasce e se desenvolve no município de Cantanhede, no Estado do Maranhão, território marcado por forte tradição artesanal, por expressões culturais populares enraizadas no cotidiano da população e, ao mesmo tempo, por grande carência de iniciativas de produção audiovisual que valorizem e representem a região.O Maranhão é um estado com riqueza cultural imensurável, que se expressa no bumba meu boi, no tambor de crioula, na literatura oral, no artesanato, nas festas populares e nas memórias comunitárias. Contudo, quando observamos o acesso às políticas públicas de incentivo, percebemos que ainda há uma concentração significativa de recursos em capitais e em grandes centros do eixo Sul-Sudeste. Projetos como Sob a Luz do Candeeiro são fundamentais para corrigir essa desigualdade, garantindo que vozes do interior do Maranhão possam ser ouvidas e que o audiovisual também se torne um instrumento de registro, valorização e projeção da cultura popular local.A cidade de Cantanhede, onde o filme será realizado, possui forte tradição artesanal, com homens e mulheres que fazem do ofício uma prática de resistência econômica e cultural. O curta-metragem propõe justamente iluminar essa realidade por meio da ficção, contando a história de Benedito, agricultor que encontra no artesanato dos bonecos de mamulengo uma forma de expressar sua sensibilidade, reinventar sua identidade e transformar sua realidade. Ao trazer para o centro da narrativa o homem artesão, o filme provoca uma reflexão sobre as fronteiras entre gênero e trabalho manual, questionando estigmas que ainda associam o fazer artesanal a um universo exclusivamente feminino.A Lei de Incentivo à Cultura, neste contexto, se apresenta como a ferramenta ideal para viabilizar o projeto. O mecanismo possibilita que uma produção realizada integralmente por profissionais maranhenses, com protagonismo de pessoas pretas, mulheres e LGBTQIA+, tenha condições técnicas e financeiras de se concretizar e circular, alcançando públicos diversos em municípios do estado. Sem esse apoio, dificilmente um curta-metragem produzido em Cantanhede teria meios de garantir qualidade de produção, ampla difusão e contrapartidas sociais tão robustas.Além da realização do filme, a proposta prevê ações de democratização do acesso e formação cultural: dez exibições gratuitas em diferentes cidades do Maranhão, todas acompanhadas de debate com a equipe, e a realização de dez oficinas de roteiro intituladas "A Cidade como Ponto de Partida de um Roteiro". Essas oficinas estimulam os participantes a olhar para o seu próprio território como fonte de inspiração criativa, reforçando a importância da memória local e promovendo um processo de formação cidadã através da arte.A escolha pelo curta-metragem como produto cultural também dialoga com a urgência de registrar e difundir narrativas que representem o Brasil profundo, os espaços rurais, os saberes e fazeres populares que não costumam chegar às telas do cinema comercial. O audiovisual, nesse sentido, não é apenas entretenimento: é ferramenta de visibilidade, de preservação da cultura imaterial e de fortalecimento das identidades regionais.Do ponto de vista simbólico, Sob a Luz do Candeeiro promove um encontro entre a cultura popular (o mamulengo e o artesanato) e a linguagem cinematográfica, traduzindo em imagens a riqueza do território e oferecendo ao público uma obra que emociona e, ao mesmo tempo, educa. Do ponto de vista social, o projeto contribui para gerar renda, movimentar a economia local e estimular jovens e adultos a se engajarem com a produção cultural. Do ponto de vista político, reafirma o papel da Lei de Incentivo à Cultura como um mecanismo de democratização e descentralização do financiamento cultural, atendendo diretamente à missão do Programa Rouanet Nordeste.Ao apoiar um projeto como este, a Lei cumpre seu papel de garantir que o investimento público chegue onde historicamente não chega, estimulando a criação cultural fora dos grandes centros, promovendo inclusão e valorizando territórios periféricos e interioranos. Em Cantanhede, gravar um filme, realizar exibições gratuitas e oferecer oficinas de roteiro significa mais do que fomentar a arte: significa afirmar que a cultura é um direito de todos e que a identidade do povo maranhense merece ser reconhecida, celebrada e preservada.Por todas essas razões, a utilização da Lei de Incentivo à Cultura é não apenas adequada, mas necessária para a realização do projeto Sob a Luz do Candeeiro. É por meio dela que será possível transformar em política pública uma ação que valoriza o artesanato, fortalece a cultura popular, descentraliza recursos, gera oportunidades e amplia o acesso da população a experiências culturais significativas.
STORYBOARD BRUTO DO FILME: https://drive.google.com/file/d/1BPfp9479sAih-rAfR2b0TtJYy4iiOBGt/view?usp=sharingROTEIRO DO FILME: https://drive.google.com/file/d/1dDfFC6NWQ9R8rlex1OHYNqHgPehZIrbQ/view?usp=sharingREFERÊNCIAS LOCAÇÕES DO FILME: https://drive.google.com/file/d/1_f3JScScwasPM8nxuTaJPzcxpZBJrPPM/view?usp=sharing
1. Curta-metragem de ficção – 20 minutosDuração: 15 minutosFormato: Digital (DCP e HD)Classificação indicativa: LivreMaterial: Filmagem em locações reais no Povoado Pindoval, Cantanhede/MA; uso de câmera digital, equipamentos de som, iluminação, figurinos e adereços artesanais (bonecos de mamulengo)Projeto pedagógico: Produção do filme com foco em valorização da cultura popular maranhense e do artesanato local, promovendo reflexão sobre gênero e identidade cultural. Durante a filmagem, a equipe atuará como formadora de práticas inclusivas e acessíveis, garantindo transferência de conhecimento técnico a jovens aprendizes quando possível. 2. Exibições públicas gratuitas – 10 sessõesDuração de cada sessão: 1h30 (exibição + debate)Material: Tela de projeção, projetor, som amplificado, cadeiras, material de acessibilidade (audiodescrição, legendas descritivas, interpretação em Libras)Projeto pedagógico: Cada sessão inclui debate com a equipe e convidados, estimulando reflexão sobre a produção audiovisual, cultura popular, artesanato e identidade local. O público terá contato direto com processos criativos, incentivando aprendizado ativo e engajamento cultural. 3. Oficinas “A Cidade como Ponto de Partida de um Roteiro” – 10 oficinas, 20 vagas cadaDuração de cada oficina: 4 horasMaterial: Cadernos, canetas, recursos digitais (computadores/tablets para exercícios práticos), projeção de trechos do curta, materiais táteis relacionados ao mamulengo e à narrativaProjeto pedagógico: Capacitar jovens e adultos para desenvolver roteiros a partir de seu próprio território e memória local. A oficina combina teoria e prática, estimulando análise de personagens, construção narrativa e sensibilização para cultura popular e audiovisual. Recursos de acessibilidade comunicacional (Libras, Braille, audiodescrição) serão utilizados. 4. Debates pós-exibição – 10 eventosDuração de cada debate: 30 a 40 minutosMaterial: Microfone, material audiovisual complementar, cadeiras, quadro ou flipchart para anotaçõesProjeto pedagógico: Promover diálogo entre público e realizadores sobre os temas do filme, cultura popular, artesanato, gênero e identidade. Os debates funcionam como extensão educativa do curta, estimulando pensamento crítico e participação comunitária. Recursos de acessibilidade serão disponibilizados. 5. Divulgação e circulação digitalDuração: permanente (após finalização do projeto)Material: Plataforma digital gratuita, arquivos digitais do curta, materiais educativos e guias pedagógicos em PDF acessívelProjeto pedagógico: Garantir ampla difusão e aprendizado, permitindo que pessoas de todo o Brasil acompanhem o projeto e se inspirem na cultura popular de Cantanhede. 6. Registro e documentação do projetoDuração: durante toda a execuçãoMaterial: Fotografia digital, vídeo do making-of, registro das oficinas e debatesProjeto pedagógico: Servirá para registro histórico e pedagógico, material de divulgação, suporte à prestação de contas e como recurso didático para formação cultural e artística futura.
Acessibilidade Arquitetônica As exibições e oficinas serão realizadas em espaços que garantam a circulação segura de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, com rampas de acesso, banheiros adaptados, sinalização adequada e áreas reservadas para cadeirantes. Em locais que não disponham de estrutura permanente, serão providenciadas adaptações temporárias, como rampas móveis e mobiliário acessível.Acessibilidade Atitudinal Toda a equipe será orientada a adotar práticas de acolhimento, respeito e inclusão, assegurando que pessoas com deficiência participem em igualdade de condições. Haverá formação prévia da equipe sobre acessibilidade cultural, reforçando a importância de eliminar barreiras comportamentais, estereótipos e preconceitos que possam dificultar a participação plena do público.Acessibilidade Comunicacional O curta-metragem Sob a Luz do Candeeiro contará com audiodescrição, legendas descritivas e tradução em Libras, garantindo acesso a pessoas com deficiência visual e auditiva. Nas sessões e debates haverá intérprete de Libras e serão disponibilizados materiais informativos em Braille e em formato digital acessível. As oficinas contarão com intérprete de Libras e, quando necessário, serão realizadas visitas sensoriais, permitindo contato tátil com objetos e materiais ligados ao processo criativo.
O curta-metragem Sob a Luz do Candeeiro será distribuído gratuitamente por meio de 10 exibições públicas em diferentes municípios do Maranhão (Cantanhede, São Luís, Raposa, Pirapemas, Miranda, Alcântara, São José de Ribamar, Paço do Lumiar, Santa Rita e Matões), sempre seguidas de debate com a equipe realizadora e convidados locais. Todas as sessões serão abertas ao público e contarão com recursos de acessibilidade. Após o circuito presencial, o filme será disponibilizado em plataforma digital gratuita, ampliando seu alcance para além dos espaços físicos.Como forma de democratizar ainda mais o acesso, em cada município será oferecida a oficina “A Cidade como Ponto de Partida de um Roteiro”, com 20 vagas gratuitas para jovens e adultos a partir de 15 anos, estimulando a reflexão sobre os territórios locais e incentivando a produção cultural comunitária.Outras medidas previstas incluem a realização de ensaios abertos durante a preparação do elenco, abertos ao público da cidade de Cantanhede, e a transmissão online de uma das oficinas e debates, garantindo que pessoas de outras localidades também possam acompanhar e interagir.Dessa forma, a democratização se dará tanto pela circulação gratuita e acessível do filme, quanto pela formação cultural oferecida nas oficinas e pela abertura digital dos conteúdos, assegurando ampla participação da população e fortalecimento da cultura popular maranhense.
DUDU GEHLEN (PRODUTOR EXECUTIVO, ROTEIRO E DIREÇÃO): Pessoa não-binária, Ator, Diretor, Escritor e Produtor Cultural. maranhense, FORMADO pelo Centro de Artes Cênicas do Maranhão - CACEM; FORMADO em literatura cearense pela Fundação Demócrito Rocha. GRADUANDO de Atuação Cênica pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UNIRIO). Desenvolve seus trabalhos desde 2017 investigando a MEMÓRIA COMO POSSIBILIDADE CÊNICA. Além disso, é produtor cultural da empresa Caninana Produções (MA) e Grupo Teatro de Busto (RJ). Em 2021 foi premiado como melhor ator de filme pelo site Volts e melhor ator de teatro com o prêmio Apolônia Pinto. No teatro, atuou em diversos espetáculos premiados e circulou varios estados brasileiros; Na Literatura é autor de dois livros CADEIRA DE BALANÇO (prosa) e PAÍS GAMBIARRA (HQ); No audiovisual, atuou, produziu, dirigiu e roteirizou filmes e videoclipes, seu mais recente trabalho JUDAS É MEU AVÔ, circula em festivais nacionais e internacionais.GABRIEL RICHARDS (DIRETOR DE PRODUÇÃO): Homem preto cis, Historiador em formação, ativista do Centro Cultural Mordechai Aniliewicz e idealizador do documentário "Na Nossa Pele" - - em que traz à tona vivências de pessoas judias e não brancas. É educador de cultura judaica. Pesquisa temas comojudeidades; Holocausto e integra o Núcleo Interdisciplinar de Estudos Judaicos e Árabes. Além disso, foi educador no Movimento Juvenil judaico Hashomer Hatzair e coordenou a equipe educativa do Memorial às Vítimas do Holocausto.FRYDA FIAMMA (ROTEIRO): Mulher branca cis, escritora, formada pela Fundação Demócrito Rocha/CE, Formada pela UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO/RJ em teatro, roteirista e dramaturga há 8 anos, escrevendo para filmes e espetáculos teatrais. FÁBIO BARROS (DIRETOR DE FOTOGRAFIA, MONTAGEM, EDIÇÃO E COLORIZAÇÃO): homem preto cis, já foi agraciado com o prêmio de Melhor Filme Publicitário no Festival Guarnicê de Cinema pelo seu trabalho em “DEMODE - Manifesto”. Além disso, o filme “Rua do Giz”, onde ele desempenhou papéis cruciais como diretor de fotografia, editor e colorista, também foi laureado com o prêmio de Melhor Filme Publicitário no Festival Guarnicê de Cinema. Além disso, Fábio Barros recebeu três prêmios pelo seu trabalho no documentário de longa- metragem “Mar de Lixo” em 2023. Ele desempenhou múltiplos papéis cruciais, incluindo direção de fotografia, sonoplastia, montagem e colorização. Os prêmios de Melhor Longa Maranhense, Melhor Montagem e Melhor Desenho de Som destacam a sua versatilidade e contribuição significativa para o sucesso do filme. Em um destaque adicional de seu talento, Fábio Barros foi homenageado no Festival “Maranhão na Tela” em 2023 com o prêmio de Melhor Montagem de Videoclipe pelo seu trabalho no clipe “Maranhão, Meu Tesouro, Meu Torrão”VITÓRIA AVELINO (ASS. FOTOGRAFIA): Mulher parda cis, Atriz, diretora, produtora, roteirista e preparadora de elenco. Formada em 2018, pelo Centro de Artes Cênicas do Maranhão (CACEM) e também no curso técnico de cinema, pelo Instituto Educacional de Educação, Ciência e Tecnologia (IEMA). Seuprimeiro curta- metragem foi em “(B)elas”, participou de oito festivais e lhe rendeu prêmio de melhora atriz. Dirigiu, roteirizou e atuou no videoclipe “Pretinha”. Foi premiada em três festivais pela atuação no curta-metragem “Querida!”. Uma das idealizadoras e produtoras o primeiro festival de cinema negro do Maranhão “Aquilombando Cenas” e “Mostra AfroMar”, uma das idealizadoras e produtoras do Festival Candeeiro.CAHHI SILVA (SOM DIRETO): Homem branco cis, Iniciou sua carreira no audiovisual em 2015, com o média- metragem: “Terror no Mangue”. Em 2017, lançou o curta- metragem: “Mordaça”. Em 2018, ingressou na Escola de Cinema do Maranhão, cursou OPEN CGI na GRACOM – Especialização em Efeitos Especiais. É graduando em Comunicação Social: Rádio e TV na UFMA. Além de Diretor e Roteirista, atuou em diversos projetos como Assistente de Direção, Assistente de Produção, Continuista, Editor e Diretor de Arte. No ano de 2018, recebeu 2 prêmios pelo trabalho de Direção de arte, feito no Longa- Metragem: “Aurora - O Encontro dos Polos”. Em 2020, dirigiu o Curta-Metragem: “Querida!” que lhe rendeu 13 prêmios e 50 seleções em Festivais Nacionais e Internacionais. Dirigiu e roteirizou a série infanto-juvenil “As Aventuras de Palita”. Dirigiu e Roteirizou o Documentário: “A Politica Tá na Moda”, pelo Canal Futura.NEILA ALBERTINA (DIREÇÃO DE ARTE):Mulher, branca, cis, é diretora de arte, já produziu mais de 20 filmes de curtas e longas e duas séries para o canal Prime Box Brazil. JACKSIENE GUEDES (FIGURNISTA): Mulher, branca, cis, diretora de arte de vários filmes maranhenses entre curtas e longas, ganhou oprêmio MELHOR DIREÇÃO DE ARTE no Festival de Gramado pelo filme CASA DE BONECAS e no 49º FESTIVAL GUARNICÊ com o filme APOLLO. LÉO DE MORAES (CARACTERIZADOR)Homem branco cis, Ator e caracterizador. Confeccionou a maquiagem dos espetáculos "Conselho de Classe" e "O Doente Imaginário" do Grupo Teatro de Busto e em outros entre espetáculos infantis e cenas curtas.Além disso, confecciona mascaras teatrais e as utiliza como ferramenta de pesquisa para desenvolver a maquiagem como uma forma de mascaramento.FAGANELLO COMUNICAÇÕES (LEGENDAGEM E ACESSIBILIDADE): homem branco cis, Empresa responsável por legendar e promover recursos de acessibilidades como Legendas audiodescritivas, libras, audiodescrições. Atualmente uma das únicas empresas especializadas neste trabalho no território do Maranhão. HENRIQUE ARAPUÁ (DISTRIBUIDOR): Homem preto cis, Responsável pela distribuição estratégica dos filmes. Dono da empresa Arapuá produções, e trabalha como distribuidor de cutas, médias e longas metragens há mais de 20 anos.VICTÓRIA BRANDÃO (SOCIAL MEDIA): mulher branca e cis, é social media de festivais e espetáculos de teatro etambém fotógrafa, trablhou com grandes produções como o espetáculo A INDUSTRIA HUMANA DE RECORDAÇÕES, o festival FESC DE TEATRO DE CANTANHEDE e o espetáculo PÁGINA 121.JEFFERSON SANTI (PROGRAMADOR VISUAL): Homem preto cis, produtor cultural, graduado como Diretor. Coordena o setor de produção do Pontão de Cultura Digital (ECO) Entre 2018 e 2020, esteve no Ponto de Cultura Palavras Visíveis, onde realizou pesquisas voltadas ao teatro e surdez. No que diz respeito ao audiovisual, coordenou a produção e roteirizou as campanhas de lançamento do Villa Park I e II; produziu o curta metragem "O Rio que me Ri", direção deLuiza Arruda, além de trabalhar com transmissões e lançamentos onlines.
Projeto liberado para o proponente adequar à realidade de execução.