Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
A Mostra Foz- ``Cinemas Pan Amazônicos`` é um projeto itinerante dedicado à exibição de curtas-metragens de cineastas afro-indígenas dos nove estados do Nordeste. O Maranhão ocupa uma posição geográfica e simbólica no Brasil: entre Norte e Nordeste, é o único estado nordestino amazônico em sua biodiversidade e nordestino em sua regionalidade cultural _ assim a mostra audiovisual contribui para romper estereótipos e ampliar o imaginário nacional sobre nossas identidades. Sua curadoria dialoga com paisagens e modos de vida da Baixada Maranhense, dos Lençóis Maranhenses, da Chapada das Mesas, da Ilha do Maranhão e da Mata dos Cocais. Realizado em dez cidades do estado do Maranhão, o projeto prevê ações educativas e de mediação cultural junto a escolas e territórios, estimulando o diálogo entre diferentes públicos. A mostra promove cooperação regional, amplia o acesso à diversidade cultural e reforça o protagonismo dos povos originários e tradicionais no audiovisual brasileiro.
- A descrição abaixo se atém a curadoria mínima exigida no ato da inscrição, porém, com a possível aprovação do projeto, a proposta é ampliar e fomentar o número de filmes e convidadas(os).Sessão JENIPAPEIRO Entrada gratuita e classificação livreAtividade: Exibição de filmes + Bate-papo CURADORIARudá Jenipapo (voluntário) é indígena do povo Jenipapo-Kanindé, da comunidade localizada em Aquiraz (CE). Estudou Cinema e Antropologia na Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB). Jovem liderança, atua na defesa dos direitos de seu povo, integrando saberes acadêmicos e ancestrais com práticas culturais vivas. É também artesão e artista plástico, encontrando na arte um caminho de resistência e expressão. Como afirma: “Das minhas mãos saem as pinturas que fortalecem o corpo e a alma do povo Jenipapo-Kanindé.”FILMES EXIBIDOS1. Notas de YakecanDireção e Roteiro: André Moura Lopes (https://www.instagram.com/andremouralopes80) e Yakecan Potyguara (https://www.instagram.com/yakecan_potyguara/) Ano: 2023Duração: 24'Gênero: Doc Ficcional Classificação indicativa: LivreSinopseO curta-metragem "Notas de Yakecan", narra a jornada iniciática de Jessika Yakecan, filha do Pajé Cicero Potyguara e ativista política. Imersa nos seus pensamentos, a jovem alterna o seu tempo aprendendo os saberes ancestrais do seu pai, militando nas causas de gênero e sexualidade com o seu “Coletivo Indígena LGBTI+ Caboclas” e lutando pela defesa do território da sua aldeia.Mini bio direçãoAndré Moura Lopes é cineasta, roteirista, diretor e artista visual de Fortaleza, além de atuar como professor e coordenador pedagógico. Formado pelo Instituto Dragão do Mar, dirigiu curtas como Será que Vai Chover e Uma Fábula para Eldorado. Nos últimos anos, tem se aprofundado no filme-ensaio, documentário observativo e cinema híbrido, destacando-se com a Trilogia do Isolamento durante a pandemia. Entre 2023 e 2025, produziu a Trilogia da Jurema, que inclui Notas de Yakecan (premiado no 35º Festival Internacional de Curtas de São Paulo), Visitando Luísa (exibido no 34º Cine Ceará) e Sertão à Deriva. Yakecan Potyguara é uma jovem artista indígena e lésbica da aldeia São José, localizada em Crateús (CE). Fundadora do Coletivo Caboclas LGBTI Indígena, atua na militância pelo empoderamento, protagonismo e visibilidade dos povos indígenas nas pautas de gênero, sexualidade e identidade, entre outras ações de cunho sociopolítico. Além de influencer digital, atriz e fotógrafa, Yakecan também se expressa no campo das artes visuais.2. Traçando o olhar audiovisual entre a lagoa e o marDireção: Iago Jenipapo (https://www.instagram.com/iagofotografiajk) Ano: 2024Duração: 21’57’’Gênero: DocumentárioClassificação indicativa: LivreSinopseO documentário revela a riqueza cultural e os saberes ancestrais dos Guardiões e das Rendeiras da Aldeia Lagoa Encantada, além da força da Dança do Coco do Mestre Cabral, na Praia do Iguape. No distrito de Jacaúna, em Aquiraz (CE), comunidades vizinhas mantêm viva uma herança coletiva marcada pela resistência e pela celebração das tradições. Com produção da Escola de Cinema Etnográfica de Aquiraz, o filme valoriza a diversidade e a potência das expressões culturais locais.Mini bio direção: Iago Jenipapo é indígena do povo Jenipapo-Kanindé, de Aquiraz (CE). Atua como fotógrafo, produtor audiovisual e assessor de comunicação. É integrante da Articulação de Juventude Indígena Jenipapo-Kanindé (AJIJK) e da Juventude Indígena Conectada (JIC).fotos direção: https://drive.google.com/drive/folders/1tLXZ00XVCt-vplsG5Ef2XbrpypvHmI5I?usp=sharingBATE-PAPOConvidados:Rairiza GuajajaraMini bio: Rairiza Oliveira Guajajara é mãe solo e jovem liderança indígena do povo Tentehar/Guajajara, com 23 anos. Vive na Aldeia Tabocal, Território Indígena Rio Pindaré, no município de Bom Jardim (MA). Conselheira local de saúde desde 2020, integra o grupo das Guerreiras, que atua com quintais produtivos, produção e venda de artesanato, além de articular movimentos e atividades indígenas.Cursa Licenciatura Intercultural em Ciências da Natureza para a Educação Básica Indígena (LIEBI-PROETNOS/UEMA). Foi bolsista e pesquisadora PIBIC entre 2022 e 2024 e integra o grupo de pesquisa LIDA (Lutas Sociais, Igualdade e Diversidade).Rairiza também atua na comunicação indígena por meio do coletivo @MídiaGuajajara, é assessora técnica da Associação Indígena Wirapuru e tesoureira da Associação Indígena Comunitária Mainumy (AICOM).Robson Tremembé Robson Tremembé é indígena do povo Tremembé, do Maranhão. Ativista dos direitos indígenas e educador popular, atua de forma incisiva na articulação entre cultura, educação e território. É reconhecido nacional e internacionalmente por sua participação ativa na histórica batalha judicial no Supremo Tribunal Federal (STF), que resultou no reconhecimento do território Tremembé do Engenho, localizado no município de São José de Ribamar (MA) e região.Mediação: Carolina Maria Bruzaca e Rudá JenipapoSessão Águas CiganasFilmes de Claudia Marreiros, Nilce Braga e Skarlati Kemblin.Reflexo de águas que correm entre Amazonas e Maranhão, a primeira mostra da FOZ circunda temas que brotam dos territórios amazônicos. A vida nas margens dos rios, nascentes e poças entrelaça narrativas em trânsito, que correm entre comunidades tradicionais da Amazônia Legal. Contempla-se também a vida de mulheres negras e de descendência indígena, que se organizam em formato de testemunhos de existências em caminhada.Exibiremos as seguintes obras, que fazem parte da nossa sessão Águas Ciganas:Onde o vento nos encantouSkarlati Kemblin | 2022-2023 | Brasil | 7'04'' | experimental | livreSinopse: O tempo é o maior dos encantos da vida. Viver com entrega e alegria é uma dádiva. Durante a pandemia, em Manaus, registrei momentos de vida em meio à destruição, dias simples, medos, morte e dor, mas também muita cor, som e sabor.Entre pés e cabeçasSkarlati Kemblin | 2020 | Brasil | 2’41’’ | experimental | livreSinopse: Tudo começa na cabeça, e talvez acabe nos pés. Ou o contrário. Não tem fim. O curta é um monólogo, resultado de registros de viagens feitas por celular, que traz lembranças e reflexões de caminhos e memórias antes da pandemia. Lá na ciganaNilce Braga | 2022 | Brasil | 29' | documentário | livreSinopse: Cigana é um pequeno povoado na zona rural de Coroatá/MA, habitado por pessoas que preservam a cultura de conexão com a natureza, saberes ancestrais, medicina natural e a tradição da oralidade. Tenda de ogum: entre a fé e a tradiçãoClaudia Marreiros | 2024 | Brasil | 16’18’’ | documentário ficcional | livreSinopse: O filme narra a jornada de Lucas e Mãe Maria dos Anjos, refletindo sobre a conexão entre espiritualidade, comunidade e perseverança. A história destaca a fé e o impacto das tradições ancestrais na vida daqueles que acreditam em seu poder. Vôs do munimClaudia Marreiros | 2023 | Brasil | 41'35’’ | documentário | livreSinopse: O documentário aborda a relevância da oralidade no processo de identidade e memória. A partir do ponto de vista de uma neta que nunca conheceu seus avós, o filme segue sua busca por referências identitárias miscigenadas, que deram origem à região do Munim, no Maranhão.
Objetivo GeralPromover a circulação e valorização do cinema afro-indígena contemporâneo no Nordeste, por meio de uma mostra itinerante de curtas-metragens realizada em dez cidades do Maranhão, acompanhada de ações educativas e de mediação cultural, assegurando inclusão, acessibilidade e ampliação do acesso da sociedade às produções audiovisuais de povos originários. Objetivos Específicos1) Realizar 10 mostras itinerantes em cidades do Maranhão (São Luís, Paço do Lumiar, Raposa, Ribamar, Barreirinhas, Axixá, Rosário, Santa Inês, São Bento e Porto Franco), com sessões gratuitas abertas ao público.2) Exibir curtas-metragens de cineastas afro-indígenas de nove estados do Nordeste, garantindo diversidade de olhares, temáticas e contextos culturais.3) Promover 10 rodas de conversa e debates com realizadores, convidados afro-indígenas e mediadores culturais, estimulando o diálogo entre artistas e públicos locais.4) Desenvolver 10 ações criativas coletivas junto a escolas públicas e coletivos culturais de cada cidade, ampliando a formação de público e a apropriação social do cinema afro-indígena.5) Garantir recursos de acessibilidade em toda a programação, incluindo tradução em Libras, audiodescrição, legendagem descritiva e materiais digitais acessíveis.6) Produzir e distribuir catálogo digital bilíngue (português e inglês) com sinopses, fichas técnicas, textos críticos e informações sobre os cineastas participantes.7)Realizar registro audiovisual das atividades, incluindo sessões, debates e ações educativas, sistematizando memória e resultados do projeto.8) Disponibilizar parte do conteúdo produzido (debates e registros) em plataformas digitais e redes sociais, ampliando o alcance da Mostra Foz para além das cidades visitadas.9) Envolver aproximadamente 30 profissionais entre curadoria, mediação, equipe técnica e produção, assegurando geração de trabalho e fortalecimento da cadeia audiovisual regional.10) Elaborar e divulgar relatório de resultados técnicos, financeiros e de impacto cultural, consolidando indicadores de público presencial e online, ações educativas e alcance comunicacional.11) Implementar plano de comunicação e divulgação em território nacional, utilizando mídias digitais, imprensa especializada e parcerias institucionais, de modo a fortalecer a visibilidade da Mostra Foz, ampliar seu alcance para além do Maranhão e consolidar sua relevância no circuito cultural brasileiro.12) Garantir contrapartidas institucionais e sociais ao patrocinador, incluindo ativações e inserções de marca em peças de divulgação, catálogo, registro audiovisual e redes sociais do projeto, além de ações de reconhecimento público presencial que associem a imagem do apoiador ao fomento cultural, à valorização do cinema afro-indígena e à democratização do acesso.
A Mostra Foz- Cinemas Pan Amazônicos é um projeto audiovisual concebido para fortalecer a presença de cineastas afro-indígenas no circuito cultural e contribuir para a difusão de narrativas produzidas a partir de suas próprias perspectivas. Trata-se de uma iniciativa itinerante, gratuita e acompanhada de ações educativas e de mediação cultural em escolas e coletivos locais, que se ancora na política pública de descentralização e democratização do acesso à cultura.A mostra promove a circulação de curtas-metragens em dez cidades do Nordeste e garante inclusão, acessibilidade e diálogo entre artistas afro-indígenas, públicos urbanos e rurais, ampliando o repertório simbólico da sociedade brasileira.O Nordeste brasileiro abriga atualmente mais de 238 povos indígenas (IBGE, 2022), sendo a região com o maior número de povos vivendo fora de terras oficialmente demarcadas. Cerca de 90% da população indígena nordestina encontra-se em territórios não reconhecidos pelo Estado, realidade que impacta a preservação de línguas, modos de vida e cosmologias, além de ampliar vulnerabilidades sociais. Entre os povos em destaque na mostra, como Jenipapo-Kanindé, Tremembé e Cariri, observa-se um histórico de deslocamento forçado e resistência entre o Maranhão e Rio Grande do Norte, que se reflete em suas produções culturais e evidencia a necessidade de espaços de visibilidade e escuta qualificada. Por outro lado, de acordo com os dados do Censo 2022 do IBGE, o Maranhão tem o maior número de localidades quilombolas no Brasil, totalizando 2.025, o que representa 23,99% do total nacional. O estado também possui o segundo maior contingente populacional quilombola do país, com 269.074 pessoas. Além do aspecto populacional, há uma lacuna estrutural no mercado audiovisual brasileiro. A pesquisa "Diversidade na Tela" (ANCINE, 2020) aponta que menos de 0,5% dos filmes exibidos comercialmente entre 2015 e 2019 foram dirigidos por pessoas indígenas. Essa sub-representação reforça a urgência de mecanismos que assegurem a difusão e circulação dessa produção. Sem apoio institucional, o alcance de uma mostra itinerante como a Jenipapeiro seria inviável, dado o custo de logística, tradução, legendagem, acessibilidade e mobilização de público. Por outro lado, dados da Ancine referentes a 2016 revelaram a sub-representação de negros no cinema brasileiro, com apenas 13% dos elencos e nenhuma mulher negra na direção ou roteiro, embora a população negra represente 54% da sociedade. A Lei Rouanet, e em especial o Programa Rouanet Nordeste, oferece as condições necessárias para a concretização do projeto em sua escala regional. Ao apoiar a Mostra Foz, o mecanismo contribui não apenas para a circulação de obras audiovisuais, mas também para a valorização da diversidade étnica e cultural, o fortalecimento de identidades coletivas e a ampliação do acesso da sociedade a narrativas historicamente invisibilizadas.Ao articular exibição itinerante, curadoria indígena e atividades educativas, a Jenipapeiro gera impacto em três frentes:1) Artística, ao difundir a produção afro-indígena contemporânea;2) Social, ao criar espaços de encontro e escuta entre povos originários e públicos diversos;3) Política, ao afirmar a relevância da Lei de Incentivo como ferramenta de reparação simbólica, equidade cultural e descentralização.Por isso, a utilização da Lei de Incentivo à Cultura (Lei 8.313/91) é imprescindível para a execução do projeto, e se justifica ao atende diretamente aos incisos II, III e V do Art. 1º:II _ estímulo à produção e difusão de bens culturais;III _ preservação e difusão do patrimônio cultural brasileiro;V _ incentivo a projetos que assegurem a todos o pleno exercício dos direitos culturais.Além disso, contribui para os objetivos do Art. 3º da mesma Lei, especialmente:II _ democratizar o acesso aos bens de cultura;III _ valorizar a diversidade étnica e regional;IV _ estimular a produção cultural independente e regional;V _ apoiar a formação de público e a circulação de obras;VII _ promover a difusão da cultura brasileira no país.
Informações de deslocamento da equipe do projetoCarolina Maria dos Bruzaca - Coordenação GeralSão Luís x Axixá / Axixá x São LuísSão Luís x São Bento / São Bento x São Luís São Luís x Porto Franco/ Porto Franco x São LuísSão Luís x Paço do Lumiar / Paço do Lumiar x São LuísSão Luís x Raposa / Raposa x São LuísSão Luís x São José de Ribamar/ São José de Ribamar x São LuísSão Luís x Santa Inês/ Santa Inês x São LuisSão Luís x Barreirinhas/ Barreirinhas x São LuísSão Luís x Rosário/ Rosário x São LuísLygia Cardoso - Peçanha ProduçãoSão Luís x Axixá / Axixá x São LuísSão Luís x São Bento / São Bento x São LuísSão Luís x Porto Franco/ Porto Franco x São LuísSão Luís x Paço do Lumiar / Paço do Lumiar x São LuísSão Luís x Raposa / Raposa x São LuísSão Luís x São José de Ribamar/ São José de Ribamar x São LuísSão Luís x Santa Inês/ Santa Inês x São LuisSão Luís x Barreirinhas/ Barreirinhas x São LuísSão Luís x Rosário/ Rosário x São LuísAndre Victor - Design Gráfico e Produtor de Catálogos e ProgramaçãoSão Luís x Axixá / Axixá x São LuísSão Luís x São Bento / São Bento x São LuísSão Luís x Porto Franco/ Porto Franco x São LuísSão Luís x Paço do Lumiar / Paço do Lumiar x São LuísSão Luís x Raposa / Raposa x São LuísSão Luís x São José de Ribamar/ São José de Ribamar x São LuísSão Luís x Santa Inês/ Santa Inês x São LuisSão Luís x Barreirinhas/ Barreirinhas x São LuísSão Luís x Rosário/ Rosário x São LuísCamilla Oliveira - Social MediaSão Luís x Axixá / Axixá x São LuísSão Luís x São Bento / São Bento x São LuísSão Luís x Porto Franco/ Porto Franco x São LuísSão Luís x Paço do Lumiar / Paço do Lumiar x São LuísSão Luís x Raposa / Raposa x São LuísSão Luís x São José de Ribamar/ São José de Ribamar x São LuísSão Luís x Santa Inês/ Santa Inês x São LuisSão Luís x Barreirinhas/ Barreirinhas x São LuísSão Luís x Rosário/ Rosário x São LuísGirlan Almeida Souza Tavares - CuradorSão Luís x Axixá / Axixá x São LuísSão Luís x São Bento / São Bento x São LuísSão Luís x Porto Franco/ Porto Franco x São LuísSão Luís x Paço do Lumiar / Paço do Lumiar x São LuísSão Luís x Raposa / Raposa x São LuísSão Luís x São José de Ribamar/ São José de Ribamar x São LuísSão Luís x Santa Inês/ Santa Inês x São LuisSão Luís x Barreirinhas/ Barreirinhas x São LuísSão Luís x Rosário/ Rosário x São LuísNilce Braga - CuradoraSão Luís x Axixá / Axixá x São LuísSão Luís x São Bento / São Bento x São LuísSão Luís x Porto Franco/ Porto Franco x São LuísSão Luís x Paço do Lumiar / Paço do Lumiar x São LuísSão Luís x Raposa / Raposa x São LuísSão Luís x São José de Ribamar/ São José de Ribamar x São LuísSão Luís x Santa Inês/ Santa Inês x São LuisSão Luís x Barreirinhas/ Barreirinhas x São LuísSão Luís x Rosário/ Rosário x São LuísRenato Guterres - Produtor localSão Luís x Axixá / Axixá x São LuísSão Luís x São Bento / São Bento x São LuísSão Luís x Porto Franco/ Porto Franco x São LuísSão Luís x Paço do Lumiar / Paço do Lumiar x São LuísSão Luís x Raposa / Raposa x São LuísSão Luís x São José de Ribamar/ São José de Ribamar x São LuísSão Luís x Santa Inês/ Santa Inês x São LuisSão Luís x Barreirinhas/ Barreirinhas x São LuísSão Luís x Rosário/ Rosário x São LuísIago Jenipapo Cineasta e CuradorSão Luís x Axixá / Axixá x São LuísSão Luís x São Bento / São Bento x São LuísSão Luís x Porto Franco/ Porto Franco x São LuísSão Luís x Paço do Lumiar / Paço do Lumiar x São LuísSão Luís x Raposa / Raposa x São LuísSão Luís x São José de Ribamar/ São José de Ribamar x São LuísSão Luís x Santa Inês/ Santa Inês x São LuisSão Luís x Barreirinhas/ Barreirinhas x São LuísSão Luís x Rosário/ Rosário x São LuísSkarlati Kemblin - Artista Visual de criação e Educadora SocialSão Luís x Axixá / Axixá x São LuísSão Luís x São Bento / São Bento x São LuísSão Luís x Porto Franco/ Porto Franco x São LuísSão Luís x Paço do Lumiar / Paço do Lumiar x São LuísSão Luís x Raposa / Raposa x São LuísSão Luís x São José de Ribamar/ São José de Ribamar x São LuísSão Luís x Santa Inês/ Santa Inês x São LuisSão Luís x Barreirinhas/ Barreirinhas x São LuísSão Luís x Rosário/ Rosário x São LuísCliff Samenes - Fotógrafo stillSão Luís x Axixá / Axixá x São LuísSão Luís x São Bento / São Bento x São LuísSão Luís x Porto Franco/ Porto Franco x São LuísSão Luís x Paço do Lumiar / Paço do Lumiar x São LuísSão Luís x Raposa / Raposa x São LuísSão Luís x São José de Ribamar/ São José de Ribamar x São LuísSão Luís x Santa Inês/ Santa Inês x São LuisSão Luís x Barreirinhas/ Barreirinhas x São LuísSão Luís x Rosário/ Rosário x São LuísCarmen Kemolly - Produtora localSão Luís x Axixá / Axixá x São LuísSão Luís x São Bento / São Bento x São LuísSão Luís x Porto Franco/ Porto Franco x São LuísSão Luís x Paço do Lumiar / Paço do Lumiar x São LuísSão Luís x Raposa / Raposa x São LuísSão Luís x São José de Ribamar/ São José de Ribamar x São LuísSão Luís x Santa Inês/ Santa Inês x São LuisSão Luís x Barreirinhas/ Barreirinhas x São LuísSão Luís x Rosário/ Rosário x São LuísAna Hortencia Egito - Produtora técnicaSão Luís x Axixá / Axixá x São LuísSão Luís x São Bento / São Bento x São LuísSão Luís x Porto Franco/ Porto Franco x São LuísSão Luís x Paço do Lumiar / Paço do Lumiar x São LuísSão Luís x Raposa / Raposa x São LuísSão Luís x São José de Ribamar/ São José de Ribamar x São LuísSão Luís x Santa Inês/ Santa Inês x São LuisSão Luís x Barreirinhas/ Barreirinhas x São LuísSão Luís x Rosário/ Rosário x São LuísJuliana Trama - Artista Visual de criaçãoSão Luís x Axixá / Axixá x São LuísSão Luís x São Bento / São Bento x São LuísSão Luís x Porto Franco/ Porto Franco x São LuísSão Luís x Paço do Lumiar / Paço do Lumiar x São LuísSão Luís x Raposa / Raposa x São LuísSão Luís x São José de Ribamar/ São José de Ribamar x São LuísSão Luís x Santa Inês/ Santa Inês x São LuisSão Luís x Barreirinhas/ Barreirinhas x São LuísSão Luís x Rosário/ Rosário x São LuísFlavio Gusmão - PalestranteSalvador(BA) x São Luís / São Luís x Salvador (BA)São Luís x Axixá / Axixá x São LuísSão Luís x São Bento / São Bento x São LuísSão Luís x Porto Franco/ Porto Franco x São LuísSão Luís x Paço do Lumiar / Paço do Lumiar x São LuísSão Luís x Raposa / Raposa x São LuísSão Luís x São José de Ribamar/ São José de Ribamar x São LuísSão Luís x Santa Inês/ Santa Inês x São LuisSão Luís x Barreirinhas/ Barreirinhas x São LuísSão Luís x Rosário/ Rosário x São LuísRairiza Guajajara - PalestranteSão Luís x Axixá / Axixá x São LuísSão Luís x São Bento / São Bento x São LuísSão Luís x Porto Franco/ Porto Franco x São LuísSão Luís x Paço do Lumiar / Paço do Lumiar x São LuísSão Luís x Raposa / Raposa x São LuísSão Luís x São José de Ribamar/ São José de Ribamar x São LuísSão Luís x Santa Inês/ Santa Inês x São LuisSão Luís x Barreirinhas/ Barreirinhas x São LuísSão Luís x Rosário/ Rosário x São LuísMaitê da Silva Sousa - Voluntária do Projeto, Mediadora Cultural e DiretoraSão Luís x Axixá / Axixá x São Luís São Luís x São Bento / São Bento x São Luís São Luís x Porto Franco/ Porto Franco x São Luís São Luís x Paço do Lumiar / Paço do Lumiar x São Luís São Luís x Raposa / Raposa x São Luís São Luís x São José de Ribamar/ São José de Ribamar x São Luís São Luís x Santa Inês/ Santa Inês x São Luis São Luís x Barreirinhas/ Barreirinhas x São Luís São Luís x Rosário/ Rosário x São LuísRobson Tremembé - Mediador Cultura e Educador Popular São Luís x Axixá / Axixá x São LuísSão Luís x São Bento / São Bento x São LuísSão Luís x Porto Franco/ Porto Franco x São LuísSão Luís x Paço do Lumiar / Paço do Lumiar x São LuísSão Luís x Raposa / Raposa x São LuísSão Luís x São José de Ribamar/ São José de Ribamar x São LuísSão Luís x Santa Inês/ Santa Inês x São LuisSão Luís x Barreirinhas/ Barreirinhas x São LuísSão Luís x Rosário/ Rosário x São Luís
1. Mostras Itinerantes de CinemaQuantidade e duração: 10 mostras, cada uma com 1 dia de programação em cidades distintas do Maranhão.Atividades em cada mostra:Exibição audiovisual (seleção de curtas e médias-metragens, duração total aproximada de 90 a 120 minutos).Palestra inicial (40 minutos), com caráter formativo.Mediação cultural e debate com o público (60 a 90 minutos).Ação criativa coletiva ao final (oficina prática de expressão artística – audiovisual, escrita ou performance – duração aproximada de 60 minutos).Materiais técnicos: projeção em tela (mínimo 200 polegadas), sistema de som estéreo, microfones, projetor digital Full HD, cadeiras para público.Projeto pedagógico: cada mostra é acompanhada de material didático resumido, voltado à contextualização dos filmes e mediação cultural. Este material é disponibilizado em versão digital (PDF para escolas e coletivos parceiros). 2. Palestras e Mediações CulturaisQuantidade e duração: 10 palestras e 10 mediações culturais (1 por cidade).Conteúdo: abordagens sobre audiovisual, memória, identidade cultural e diversidade, adaptados à realidade de cada território.Metodologia pedagógica: base em rodas de conversa, interações horizontais e pedagogia decolonial, priorizando a escuta comunitária. 3. Ações Criativas ColetivasQuantidade e duração: 10 ações (1 em cada cidade), com 60 minutos de duração.Formato: atividades de criação artística coletiva (poéticas visuais, performances, escrita criativa ou pequenos registros audiovisuais).Materiais: papéis, canetas, câmeras de registro (quando disponíveis), celulares do próprio público, projetores e caixas de som para compartilhamento.Projeto pedagógico: estimula a criação colaborativa, reforçando a autonomia dos participantes e a valorização dos saberes locais. 4. Catálogo do Acervo da MostraFormato e paginação: catálogo bilíngue (português/inglês), em versão digital (PDF) e impressa limitada. Aproximadamente 40 páginas.Conteúdo: ficha técnica dos filmes exibidos, textos de curadoria, registros fotográficos das mostras e ensaios críticos.Materiais: diagramação e design gráfico em software profissional; impressão em papel couchê fosco, colorido, formato A4.Projeto pedagógico: o catálogo funciona como registro e ferramenta didática, servindo a professores, pesquisadores e estudantes como material de referência. 5. Registro Fotográfico e AudiovisualFormato: fotografia still e vídeos curtos de memória.Quantidade: cerca de 200 fotos editadas + 10 vídeos curtos (1 por cidade, 2 a 3 minutos cada).Materiais: câmeras fotográficas digitais, equipamentos de captação de áudio e vídeo.Projeto pedagógico: registro disponibilizado em redes e acervo digital do projeto, fortalecendo memória e difusão de práticas culturais no Maranhão.
Plano de Acessibilidade referenciado nos gestos e narrativas da Culturaz Popular MaranhenseA formação especializada em Libras e audiodescrição para a nossa equipe intenciona ir além da tradução técnica, incorporando expressões gestuais e descritivas que dialoguem com a cultura maranhense. Ao integrar ritmos corporais do tambor de crioula, a cadência do bumba meu boi ou a gestualidade do cacuriá, a comunicação acessível ganha uma identidade enraizada no território. A dança, a música e as manifestações populares tornam-se referências vivas na construção de sinais, metáforas e descrições. Assim, gestos e palavras não apenas informam, mas evocam pertencimento e bailados. A mediação acessível passa a transmitir sensibilidade cultural e não apenas conteúdo. Dessa forma, a acessibilidade se torna também prática de memória e valorização comunitária.O objetivo deste campo é orientar a ação da iniciativa, de forma a efetivar a acessibilidade em diferentes dimensões inerentes aos territórios diversos abraçados pela proposta. A acessibilidade não é apenas uma obrigação legal, mas um desafio para atividades públicas e de produção cultural, sendo uma oportunidade para que a proposta educativa se aprimore como uma intervenção de democratização da cultura em matéria de inclusão. Ações de Acessibilidade AtitudinalFormação da Equipe: Todos os membros da equipe, incluindo possíveis voluntários e equipe técnica, receberão capacitação em acessibilidade com uma profissional especializada - com foco na gestualidade e narrativas maranhenses. Esse treinamento visa preparar a equipe para lidar com pessoas diversas, de forma respeitosa e acolhedora, promovendo uma experiência inclusiva e assegurando que todos os participantes se sintam bem-vindos e apoiados durante o projeto. Temos como referencia os trabalhos dos intérpretes dos arraiais públicos de São João do Maranhão, que desenvolvem esta abordagem cultural em acessibilidade.ObjetivoPara garantir que todas as pessoas possam usufruir das formações, cada território contará com recursos de acessibilidade, com legendas traduzidas para português, tradução simultânea em Libras e audiodescrição, promovendo um ambiente inclusivo. Será desenvolvido um plano de comunicação acessível, incluindo a criação de uma plataforma online e perfis em redes sociais para divulgar o projeto e ampliar seu alcance.Ações de Acessibilidade Arquitetônica:Rampas de Acesso e Sinalização: será feita pesquisa ativa e visita técnica para encontrar o espaço mais adequado em cada território. O objetivo é garantir que os locais escolhidos possuam estrutura com rampas de acesso e sejam adequados à locomoção de pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida. Além disso, sinalizações táteis serão instaladas para indicar claramente as áreas de acesso e as rotas mais adequadas, promovendo autonomia aos participantes.Ações de Acessibilidade ComunicacionalObras Audiovisuais com legendas: todas as obras produzidas serão legendadas em português e libras.Intérprete de Libras: As atividades de exibição do material produzido nas ações coletivas de arte-intervenção, e, exposições culturais da mostra terão a presença de intérpretes de Libras, possibilitando que a comunidade surda participe de forma plena e direta das discussões e aprendizados oferecidos.Audiodescrição: o material exibido na mostra, assim como o material produzido nas ações coletivas, contará com audiodescrição.Vídeos em Libras e com Legendas: Todo o material de divulgação, incluindo vídeos, será produzido com tradução em Libras e legendas em português. Essa medida amplia o alcance da comunicação, permitindo que pessoas surdas tenham acesso antecipado às informações sobre o evento e sua programação. A transmissão virtual do evento também contará com esses recursos citados neste tópico.Linguagem Simples e AcessívelA comunicação durante nas mostras e sessões interventivas será ajustada para uma linguagem clara, direta e acessível ao perfil do público do projeto. Esse cuidado promove o entendimento de todas as informações, facilitando o engajamento do público e assegurando que as orientações e descrições estejam acessíveis para pessoas com diferentes níveis de letramento.
A Mostra FOZ – Cinemas Pan-Amazônicos propõe a circulação de obras audiovisuais em dez cidades do Maranhão, articulando saberes comunitários e a linguagem do cinema como ferramenta de formação de público e fortalecimento da memória. A iniciativa se insere nos objetivos da Lei Rouanet (Lei nº 8.313/1991), em especial o disposto no Art. 1º, que estabelece como finalidade “o apoio, o estímulo e o fomento a projetos que assegurem o pleno exercício dos direitos culturais” e no Art. 3º, inciso II, que trata da democratização do acesso aos bens e serviços culturais.A Mostra FOZ – Cinemas Pan-Amazônicos terá entrada totalmente gratuita, sem qualquer cobrança de ingressos, assegurando amplo acesso ao público. A distribuição dos produtos culturais inclui sessões presenciais em dez cidades maranhenses e a disponibilização gratuita de um catálogo digital (PDF) com textos de curadoria, memória das mostras e registros fotográficos. Como medida complementar de ampliação de acesso, os debates realizados após as exibições serão registrados e disponibilizados em redes sociais e na plataforma FOZ, garantindo também a difusão online. Todas as sessões contarão com recursos de acessibilidade comunicacional (Libras, legendagem descritiva e audiodescrição). A proposta inclui ainda participação de grupos culturais e escolas públicas, incentivando a formação de público e o envolvimento comunitário.O impacto do projeto se dá por meio de dez mostras presenciais, realizadas em diferentes cidades maranhenses, com público estimado em 150 pessoas por localidade, totalizando aproximadamente 1.500 espectadores. As ações privilegiam territórios periféricos e comunidades afrodescendentes, indígenas e rurais, garantindo acessibilidade comunicacional e sensorial para pessoas com deficiência. Assim, a proposta cumpre também o disposto no Art. 3º, inciso IV, que orienta para a descentralização da produção e circulação cultural, contemplando cidades fora dos grandes centros urbanos.A curadoria privilegia produções pan-amazônicas que dialogam com narrativas afro-indígenas, decoloniais e comunitárias, reforçando a diversidade cultural brasileira, conforme previsto no Art. 1º, §1º, que destaca a valorização da pluralidade das expressões culturais. Cada mostra promove não apenas exibição, mas também espaços de mediação e debate, contribuindo para a fruição crítica e a formação de público.Em nível estadual, o projeto amplia o acesso ao cinema em regiões historicamente excluídas das redes formais de exibição, contribuindo para a construção de um modelo de circulação cultural replicável. Em nível regional, integra-se à FOZ – Circulação Audiovisual Pan-Amazônica, plataforma híbrida que conecta produções do Norte e Nordeste, reforçando a identidade pan-amazônica. Em nível nacional, fortalece a diversidade e a representatividade de obras audiovisuais que historicamente não encontram espaço no mercado hegemônico, promovendo igualdade de condições de fruição cultural (Art. 3º, inciso V).Indicadores Quantitativos de Impacto (estimativas):Público presencial estimado: 1.500 pessoas (150 espectadores em 10 cidades);Público indireto por redes sociais e conteúdos derivados: alcance estimado de 15 a 20 mil visualizações;Número de filmes exibidos: 10 sessões (curadoria Pan-Amazônica);Número de cidades contempladas: 10 municípios do Maranhão;Profissionais envolvidos diretamente: cerca de 20, entre curadores, técnicos e mediadores culturais.Resultados Esperados:Ampliar o acesso ao audiovisual independente e decolonial no Maranhão;Valorizar a memória, as ancestralidades e as identidades afro-indígenas e amazônicas;Garantir acessibilidade comunicacional e sensorial, assegurando inclusão;Contribuir para a descentralização cultural, fortalecendo territórios fora dos grandes centros;Consolidar um modelo de circulação audiovisual pan-amazônico com potencial de replicabilidade em outros estados.
Equipe de Coordenação GeralCarolina Maria dos Bruzaca (Mulher Negra, descendente Tremembé de São José dos Índios - MA)Coordenação GeralCarolina Maria é responsável pela concepção do streaming FOZ – Circulação Audiovisual Pan-Amazônica, atuando como curadora e coordenadora geral do projeto. Possui formação profissional em Roteiro pelo Centro Afrocarioca de Cinema (RJ) e é curadora da Mostra CineAfromar (MA), a primeira mostra de Cinema Negro do Maranhão. Finalista e premiada pelo Lab Nicho 54 (2021), Películas Negras Lab (2021) e Festival Cabiria de Cinema (2021). Atualmente, cursa Cinema e Audiovisual pela UFRB.Lygia Cardoso Peçanha (Mulher; LGBTQIA+)ProduçãoGraduada em Artes Visuais pela UFMG e Mestra em Cultura e Sociedade pela UFMA, atua como educadora, artista e articuladora cultural. Coordena programas educativos do Mulheres Narradoras LAB (2024) e do Aqué: Inserção e Qualificação de Profissionais LGBTQIA+ (2024).Andre Victor (homem negro, LGBTQIA+)Design Gráfico e Produtor de Catálogos e ProgramaçãoDesigner gráfico e desenvolvedor web, graduado pela UFMG. Atua em projetos editoriais, movimentos sociais e ONGs. Mestrando em Design na UERJ, pesquisando design-antropologia.Camilla Oliveira (Mulher Negra; LGBTQIA+)Social MediaEstudante de Publicidade e Propaganda. Atua como social media no FOZ e em projetos de comunicação cultural em São Luís. Equipe Técnico-ArtísticaGirlan Almeida Souza Tavares (LGBTQIA+)CuradoriaArtista multilinguagem, cineasta, roteirista e mestre em Artes Cênicas pela UFMA. Atua como educador, produtor cultural e facilitador em oficinas de cinema e teatro.Nilce Braga (Mulher Negra)CuradoraAtriz, roteirista e diretora. Graduada em Artes Cênicas pela UFMA; mestranda em Cinema na UCA-Argentina. Fundadora da Mostra Cine AfroMar – 1ª Mostra de Cinema Negro do Maranhão.Renato Guterres (Homem Negro, LGBTQIA+)Produtor local - Ator, Performer e IluminadorAtor, dançarino e produtor. Integrante da “Poli. Companhia” e do coletivo Dibando. Atua na produção e elenco do Cacuriá Balaio de Rosas.Iago Jenipapo (Indígena – povo Jenipapo Kanindé)Cineasta e CuradorComunicador na Escola Audiovisual Jenipapo Kanindé (Ceará), documentarista com coproduções internacionais.Skarlati Kemblin (Mulher Negra, Quilombola e mãe solo)Pertencente ao Quilombo Urbano da Liberdade (Maranhão) é Artista Visual de criação e Educadora SocialArtista visual e educadora, utiliza o audiovisual como resistência e documentação. Participou de festivais e dirigiu o clipe Eu Não Vou Morrer, de Ventura Profana.Cliff Samenes (Pessoa com Deficiência – Homem Surdo)Fotógrafo stillFotógrafo e empreendedor cultural. Membro da Associação dos Surdos da Ilha de São Luís.Carmen Kemolly (Quilombola – Quilombo Monteiro/Timon, MA)Produtora local - Poeta e JornalistaJornalista popular da plataforma O Corre Diário e doutoranda em Estudos Étnicos e Africanos na UFBA.Ana Hortencia Egito (Mulher)Produtora técnica - Executiva e InternacionalistaMestranda em Relações Internacionais pela UFRJ. Atua como produtora em projetos contemplados pela Lei Paulo Gustavo.Juliana Trama (Mulher; Pessoa com Deficiência)Artista Visual de criaçãoArtista autoral, desenvolve obra caligráfica influenciada pela pixação como linguagem estética e política. Equipe de Mediação Cultural e PalestraFlavio Gusmão (Homem Negro; LGBTQIA+)PalestranteBacharel em Cinema e Audiovisual pela UFRB. Roteirista, pesquisador, membro da APAN. Co-autor do longa Vaza Maré, em desenvolvimento pela Filmorama e Trava System Entretenimento, selecionado para a Residência Base 2025 e para o MIPCOM Cannes 2025 pelo programa Next Frame São Paulo.Rairiza Guajajara (Indígena – povo Tentehar/Guajajara)Palestrante. Jovem liderança indígena, comunicadora do coletivo @midiaguajajara, atua na articulação territorial e cultural no Maranhão.Maitê da Silva Sousa (Mulher Trans Negra) - voluntária do projetoMediadora Cultural e DiretoraCientista social, cineasta e produtora audiovisual. Diretora da Produtora Explana Mermã (MA).Robson Tremembé (Indígena – povo Tremembé, MA)Mediador Cultural e Educador PopularAtivista e educador indígena, reconhecido pela luta no STF pelo território Tremembé do Engenho. Plataforma FOZ (https://fozaudiovisual.com.br): transmissão ao vivo da mostra e ampliadora de público virtual com distribuição gratuita dos conteúdos da ação; Somos uma plataforma de streaming que conecta você a filmes e comunidades da Amazônia. Nosso acervo inclui curtas e médias-metragens que abordam temas de impacto social, político e cultural, refletindo as identidades e histórias das diversas regiões amazônicas. Navegue, assista e celebre o universo da FOZ!
Projeto reintegrado ao fluxo após a publicação da portaria de prorrogação.