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O projeto cultural intitulado "ORQUESTRA BRASILEIRA DE CANTORES CEGOS: CANTOS DO BRASIL", contempla um conjunto de ações para a difusão da oralidade popular brasileira, através da gravação de cantigas da tradição oral de domínio público representativas do território nacional, na voz dos coralistas da Orquestra Brasileira de Cantores Cegos.
UM BRASIL DIVERSO NA VOZ DE CANTORES CEGOS Com canções representativas da tradição oral dos diversos estados, um Brasil múltiplo é retratado no álbum “Cantos do Brasil”, com o 1o, 3o e 3o repertórios da "Orquestra Brasileira de Cantores Cegos". Com três volumes, passando por manifestações populares e canções originárias de tradições diversas e territórios, como: o congo do Espírito Santo, Coco de Tebei de Pernambuco e a Bata do Feijão do Maranhão, os povos Mehinako do Alto Xingu (MT) e os Guaranis da aldeia Marake'nã residentes do Rio de Janeiro, a comunidade quilombola Kalunga de Cavalcante (GO), os territórios de Angicos (RN) e Santo Antônio da Patrulha (RS); Serra Preta (BA), Vale do Jequitinhonha (MG) e Arapiraca (AL). Os arranjos exectutados por dezesseis coralistas cegos, acompanhado por percussões corporais e piano foram criados pela compositora Tarita de Souza, de modo a unir erudito e popular e dialogar com a tradição da música instrumental brasileira, primando por construções harmônicas, dissonâncias e tensões, incorporando sussurros e os ruídos das bengalas batendo no chão e cadeiras caindo. Em uma das cenas mais marcantes, o palco chega ao frenesi para ceder lugar à calma de uma “canção de esmola” interpretada pela solista soprano Maria Trancoso. Para executar a regência com pessoas que não enxergam, o maestro Thomas Davison desenvolveu uma técnica que vai além dos movimentos de braços e mãos. Trata-se de percussão corporal e dinâmicas rítmico-espaciais que lembram a dança contemporânea. O maestro rege com estalos, palmas, batidas dos pés no chão, e também com giros e contorções do tronco, a fim de orientar deslocamentos espaciais e a alternância das vozes do grande coro dividido em quatro naipes. O álbum é gravado no tablado de um Teatro de modo que estes elementos percussivos sejam também contemplados. Cada canção traz um contexto social, revelado em textos disponibilizados tanto na versão impressa quanto na versão digital, no site do projeto, onde o público poderá contemplar as gravações gratuitamente. A Associação SOCA BRASIL pesquisa a linguagem cênica desde 2017, tendo realizado os espetáculos "Pele" com cadeirantes e "Quando Acordar a Cidade" com cegos, a performance "Slam Corpo Grita" com surdos; e mais recentemente, com o Vídeo e a Fotografia, as mostras "Olhares Sobre o Feminino" e "c-o–n-t-a-g-i-o de Videoperformance"; os projetos "Camera Obscura", "Fora!" e (em pré-produção) "Escola de Fotógrafos Cegos e Exposição 'Quando Fecho os Olhos Vejo Mais Perto'".
*OBJETIVO GERAL* Produzir gravação musical de canções da oralidade popular de domínio público do repertório da "Orquestra Brasileira de Cantores Cegos", pra acesso gratuito em ambiente digital, acompanhado de publicação das partituras em versão digital e impressa. De acordo com o Art. 3º do Decreto 11.453, de 23 de março de 2023, a proposta contribui para: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais afirmativas para a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade às atividades artísticas e da diversidade cultural; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais, nos diversos segmentos culturais; IX - apoiar as atividades culturais de caráter inovador ou experimental; XII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão culturais; XV - apoiar o desenvolvimento de ações que integrem cultura e educação. *OBJETIVOS ESPECÍFICOS* Produzir gravação musical de canções da oralidade popular de domínio público do território nacional, totalizando 50 (cinquenta) faixas de áudio, correspondentes aos arranjos de piano e voz dos repertórios 01, 02, 03 da Orquestra Brasileira de Cantores Cegos, com a participação de 16 coralistas cegos, totalizando 3 (três) álbuns para ambiente digital com acesso gratuito; acompanhado de 1 (um) e-book com 3 capítulos, com as 50 (cinquenta) partituras dos arranjos, disponibilizado em ambiente digital com acesso gratuito; e a sua versão impressa, com QR code para o acesso às faixas de áudio, com tiragem de 1000 (um mil) exemplares, para distribuição gratuita em instituições de ensino. VISTO QUE O PROJETO É TOTALMENTE GRATUITO, ESTÁ DISPENSADO DE PREVER A CONTRAPARTIDA SOCIAL.
A proposta apresentada, está alinhada às finalidades expressas no Art.1° da Lei 8.313/1991, incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. E, em consonância com os objetivos do Art.3° da referida lei para cumprimento das finalidades expressas no art. 1°da Lei 8.313, atenderá, os seguintes objetivos: II: fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore. O projeto inova: Difundindo para o território nacional, escolas, universidades, institutos de música, maestros e professores, partituras de arranjos da cultura popular oral autorais, bem como as gravações para nortear o processo pedagógico e textos complementares. Contribuindo para que pessoas cegas se insiram na tessitura social como fazedores de cultura, artistas, valorizados em sua produção; Contribuindo para a inserção de pessoas cegas na cadeia de produção de bens simbólicos valorizados socialmente; Contribuindo para aflorar no tecido social, instituições e público, a valorização do cego enquanto artista. O projeto leva até professores, escolas públicas e maestros de todo o Brasil, arsenal metodológico, promovendo a inclusão, o acesso ao conhecimento e meios para o exercício da autonomia em procedimentos de criação artística através da difusão da gravação de uma orquestra de vozes e repertório de Canção Popular Brasileira de tradição oral. Expondo a produção coral de cantores cegos, objetiva-se: a mudança de olhar sobre a pessoa com deficiência e a valorização de suas potencialidades, mostrando um repertório que comporta a riqueza da tradição oral de canções populares, de diferentes territórios do Brasil. Difundimos, assim, a ORQUESTRA BRASILEIRA DE CANTORES CEGOS em escolas, universidades e institutos públicos, esperando que possamos mostrar a beleza da realização coral, oferecendo à sociedade a produção de artistas cegos e abrindo perspectivas para que passem a fazer parte da cadeia de produção de bens simbólicos, contribuindo para o acesso à cultura e à arte como fazedores de cultura.
Deslocamento da equipe que vem de São Paulo BENEFICIÁRIOS DAS PASSAGENS E SUAS RESPECTIVAS FUNÇÕES: TRECHOS: IDA: São Paulo (SP) - Vitória (ES). VOLTA: Vitória (ES) - São Paulo (SP) Justificativa: Diretor Musical, Produtor Musical precisam vir duas vezes para o Espírito Santo, uma vez na etapa da Pré-produção e outra na etapa da Execução. Total de passagens: 4 ** Equipe: André Magalhães - Produtor Musical Gustavo Finkler - Diretor Musical
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DOS PRODUTOS Álbum “CANTOS DO BRASIL” Instrumentos: voz (16 coralistas cegos, divididos em soprano, mezzo-soprano, contralto e barítono), piano e percussão corporal. Conteúdo: 50 arranjos compostos de canções de domínio público representativas da tradição e cultura orais do território nacional que integram o 1o, o 2o e o 3o repertórios da Orquestra Brasileira de Cantores Cegos. REPERTÓRIO 01 Número de faixas: 15 Duração: 45 minutos Arranjos/Canções: Arranjo 1 - Quando a Lua Sair / Ô Lua Nova - bata do feijão de Serra Preta, Bahia, e Boi do Maranhão. Arranjo 2 - Peguei um Peixe - Canto das destaladeiras de fumo de Arapiraca, Alagoas Arranjo 3 - Saudade - Cantiga registrada em Campinas, São Paulo. Arranjo 4 - Pescador e Canoeiro - Cantiga tradicional de Araçoaí, Vale do Jequitinhonha Arranjo 5 - Ô Lia Ô Lia - côco de Tebei, Tacaratu, Pernambuco Arranjo 6 - Candarin de Sinhá - território Kalunga, em Cavalcante, Goiás. Arranjo 7 - Eu vim aqui - Serra Preta, Bahia Arranjo 8 - Araúna e Ararinha - cantiga tradicional do Rio Grande do Norte e cantiga de trabalho no arroz de Propriá, Sergipe Arranjo 9 - Dixe de Planar Café e Leleô - canto de trabalho de Arapiraca, Alagoas, e canto de trabalho nas plantações de cana em Feira de Santana. Arranjo 10 - Canto de Esmola - registrada na Paraíba pela missão de pesquisa folclórica de Mario de Andrade Arranjo 11 - Clareia/Meu Barco/Jonguinho - cantigas tradicionais do Espírito Santo Arranjo 12 - Oilarai - Santo Antônio da Patrulha, Rio Grande do Sul Arranjo 13 - Ore ma - canto sagrado Guarani da aldeia Marak’anã, Rio de Janeiro Arranjo 14 - Mauaká - Cantiga de ninar do povo Mehinako, Alto Xingú-MT Arranjo 15 - Congo da Sereia - Espírito Santo REPERtÓRIO 02 Número de faixas: 20 Duração: 45 minutos Arranjos/Canções: Arranjo 1 - Saudade Moreninha - Cantiga da roda pisada, Serra Preta/Bahia Arranjo 2 - Pega Teu Boi - Canto das destaladeiras de fumo de Arapiraca/Alagoas Arranjo 3 - Deixa o Boi Beber - Cantiga da bata de feirão de Barrocas/Bahia Arranjo 4 - Galinho da Limeira - Coco de roda, Vila Fernandes/Arapiraca, Alagoas. Arranjo 5 - Eu plantei um pé de abóbora - cantiga das mulheres plantadoras do arroz, Sergipe. Arranjo 6 - Boilé - Dança de Pares, registrada na comunidade Kalunga, Cavalcanti/Goiás Arranjo 7 - Juriti e Piu Piu - Canto de mutirão de roça de Caxias/Maranhão e cantiga da bata do milho, Serra Preta/Bahia Arranjo 8 - Vou plantar cacau - cantiga do cacau, Serra Preta/Bahia Arranjo 9 - Morena se esse barco vira - Congo do Espírito Santo Arranjo 10 - Me dá teu remo - coco do Rio Grande do Norte Arranjo 11 - Marinheiro encosta a barca e A Maré encheu - cantigas do Espírito Santo Arranjo 12 - Excelência do ABC - Incelença registrada por Guerra Peixe em Pernambuco. Arranjo 13 - Pai Mané - Congada de Justinópolis/Ribeirão das Neves, Minas Gerais. Arranjo 14 - Na Roda do Sussuí - Canto das fiandeiras de algodão de Tocoíós, Vale do Jequitinhonha. Arranjo 15 - Ashatapi - Cantiga indífena da aldeia Mehinako - Xingu/Mato Grosso, cantada na língua Waurá. Arranjo 16 - Azuru - Cantiga sagrada do povo indígena Guajajara, do Rio de Janeiro cantada em Tupi. Arranjo 17 - Boi Barroso e Oilarai - Cantiga tradicional do RIO GRANDE DO SUL e Canto de trabalho na roça registrado por Renata Mattar em Santo Antônio da Patrulha, RS Arranjo 18 - Na Roda do Sissuí - Canto das fiandeiras de algodão, Tocoiós, Vale do Jequitinhonha. Arranjo 19 - Vou Plantar Cacau - Cantiga do cacau, transmitida por Alvino dos Santos de Serra Preta, Bahia. Arranjo 20 - Subi no Mais Alto Monte - Fandango caiçara de Morro Seco, comunidade de Iguape. Vale do Ribeira, São Paulo. REPERTÓRIO #03 Em construção no projeto “Orquestra Brasileira de Cantores Cegos”, em execução em 2025 por meio de recursos da Lei de Incentivo a Cultura Capixaba LICC. Com 15 novos arranjos inéditos. O album será acompanhando pelas partituras dos arranjos - disponibilizadas em versão digital e impressa. Conteúdo: 3 volumes com cinquenta partituras no total (quinze do Repertório 1, 20 do Repertório 2 e 15 do Repertório 3), acompanhadas de QR code para o acesso às faixas de áudio e textos no site Número de páginas: 100 (cem) cada Volume Versão e-book e impressa. Número de exemplares para a distribuição gratuita da versão impressa: 1.000 (um mil).
De acordo com o Art. 42 da INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 23, DE 5 DE FEVEREIRO DE 2025 a proposta cultural contém medidas de acessibilidade, de comunicação e divulgação acessíveis, compatíveis com as características do objeto e linguagem, de modo a contemplar: I - no aspecto arquitetônico: A leitura do livro, e o acesso ao e-book e aos áudios em ambiente digital se dará em equipamentos culturais cuja propriedade, pleno domínio ou gestão do imóvel, não recai sobre o proponente. - O livro será distribuído para instituições públicas de ensino. Um dos critérios de escolha da instituição é o fato de ter biblioteca munida de recursos de acessibilidade às pessoas com deficiência, com mobilidade reduzida ou idosas para permitir o acesso aos locais onde se processará a leitura, tais como: pisos táteis, sinalização em braille, rampas e locais reservados, sanitários acessíveis. II - No aspecto comunicacional e de conteúdo, o projeto oferecerá: - Recursos de acessibilidade às pessoas autistas e às pessoas com deficiência (intelectual, física, auditiva, visual, psicossocial ou múltipla). a) medidas de acessibilidade atitudinal. Para o álbum musical, tendo em vista que a linguagem oral está adequada aos cegos, será disponibilizada para pessoas surdas: - Playlist com a tradução em Libras. Para a leitura do site será disponibilizado: - Textos em fonte ampliada e com contraste;- Janela com tradutor de Libras- Audiodescrição das imagens.- Conteúdos em linguagem simples Para a leitura das partituras, será disponibilizado: - Versão das partituras na musicografia braille disponível em institutos de apoio à pessoa com deficiência visual, como o Instituto Braille e Benjamim Constant.- QR code para o acesso ao audio das canções- QR code para o acesso ao vídeo com a tradução em Libras das canções. III - no aspecto de comunicação e divulgação acessíveis do projeto: - o projeto disponibilizará materiais em formatos acessíveis e contendo informações sobre as medidas de acessibilidade das ações a serem executadas, com descrições de imagens e legendas.
TODOS OS PRODUTOS TEM DISTRIBUIÇÃO INTEIRAMENTE GRATUITA. A proposta está de acordo com o Art. 43. da NI 23/2025, prevendo medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo as estimativas da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. De acordo com o Art. 47 a IN 23/2025, em complemento, o proponente prevê a adoção das seguintes medida de AMPLIAÇÃO DO ACESSO: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto no inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento). . Tendo a ciência de que de acordo com o Art. 48, considera-se: I - de caráter social a distribuição de ingressos e produtos culturais para pessoas de grupos minoritários ou comunidades em vulnerabilidade social, tais como pessoas negras, povos indígenas, comunidades quilombolas, povos e comunidades tradicionais, populações nômades, pessoas em situação de rua, pessoas LGBTQIAPN+, pessoas com deficiência, beneficiários do Bolsa Família e inscritos no CadÚnico; e II - de caráter educativo, a distribuição a professores e alunos da rede pública de ensino fundamental, médio ou superior. Parágrafo único. A distribuição de caráter social ou educativo será realizada por meio de órgão ou entidade representativa do grupo ou comunidade ou escolas da rede pública de ensino.
REJANE KASTING ARRUDA - Presidente da entidade proponente - Coordenação Geral e Direção Artística - Atriz, vídeo-artista e diretora em Teatro e Cinema, bacharel,mestre doutora em Artes Cênicas pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo e pós-graduada em Cinema pela Universidade Estácio de Sá. É membro-fundadora do Centro de Pesquisa em Experimentação Cênica do Ator (USP) e da Cia Poéticas da Cena Contemporânea (UVV/ES). Desde 2006 se dedica a pesquisas em Direção e Atuação Teatral, Interface entre Arte e Psicanálise e Relações entre a Arte e a Inclusão. Professora e coordenadora do curso de Artes Cênicas Universidade Vila Velha de 2014 a 2021. Ministrou palestras e oficinas em Paris, Lisboa, Santiago do Chile e Cidade do México. Tem livros e artigos publicados em revistas especializadas nacionais e internacionais. Foi indicada melhor atriz no Festival Internacional de Cinema Independente (2016), por Eclipse Solar, e recebeu prêmios de Melhor Atriz na Mostra de Curtas Gaúchos do Festival de Gramado e Festival Cine Serra (2018) por Sem Abrigo. Dirigiu o filme “A Mulher do Treze” (2018), e os espetáculos “Quando Acordar a Cidade” e “Pele”, entre outros. É coordenadora geral de projetos como “Terra-Cine”, “Performa-ES”, “Surdos Cegos e Cadeirantes na Cena Diversa do Teatro Capixaba”, “Mostra c-o-n-t-á-g-i-o de Vídeo-performance", “Escola de Fotógrafos Cegos”, “Nada Me Falta” e “Orquestra Brasileira de Cantores Cegos”. Realizadora audiovisual, diretora e roteirista de “A Mulher do Treze” e “Pai Fotógrafo” (em pré-produção). FAGNER SOARES DE SOUZA - Tesoureiro da entidade proponente - Coordenação Adminstrativo-financeira e Assistente de Direção - Formado em Artes Cênicas pelaUniversidade Vila Velha (ES),dedicadoàs pesquisa em Artes Cênicas com ênfase em dramaturgia, atuação, fotografia e performatividade. Atua em Cinema e Teatro desde2013 tendo participado doscurtas"Casa de Vó" de André Ehrlich Lucas (2016) e "Os Mais Amados" de Rodrigo de Oliveira (2019), e das peças "A Verdadeira História de Tony eClóvis" (2014/2015),"Navalha naCarne" (2015/2016), "Quem Tem Medo de Plínio Marcos" (2015/2016), "Veto à Voz" (2017), "Peter Pan" (2017/2018), "Love Fair"(2017/2018), "Kafka, EmProcesso" (2018).Também dirigiu as peças "A Cantora Careca" (2015), "O Matadouro Municipal" (2017) e participou da direção compartilhada de "Navalha na Carne"(2015/2016). Desenvolveu duas pesquisas de iniciação científica: em 2015 publicando o artigo "Fala Interna Como Raiz e Suas Ramificações" e em 2016 desenvolvendo o'dispositivo"Dramaturgia em Performance". Em 2017 fez o Curso de Sonoplastia com Geovany Wandekoken - Universidade de Vila Velha. Criou as trilhas sonoras dos espetáculos"Matadouro Municipal" (2017) e "Vestido de Noiva" (2018), do vídeo "Eu não Compreendo" (2020) e "I don't sleep" para o banco de trilha da SOCA(2021), Lab de Sonoridade. Trabalha também com vídeo experimental, cinema e fotografia; foi propositor e fotógrafo do projeto “Fora!; ”oficineiro, montador e finalizador do projeto “Mostra contágio de Videoperformance”, coordenador geral do projeto “Spo”, assistente-vidente e coordenador administrativo financeiro de “Orquestra Brasileira de Cantores Cegos”, fotógrafo, videografista e professor na “Escola de Fotógrafos Cegos”; assina a direção de fotografia do curta-metragem “Pai Fotógrafo”. RENATA MATTAR - Pesquisa de Repertório Musical - Renata Mattar atuou como cantora no espetáculo A Vida É Sonho, de Gabriel Villela (1992), diretora musical de Auto da Paixão (1993), de Romero de Andrade Lima, e diretora musical dos espetáculos Romeu e Julieta e Auto do Rico Avarento, do grupo Romançal de teatro, formado porAriano Suassuna. É fundadora do grupo Comadre Florzinha e fundou em 2001 o grupo Beija-Fulô na Casa de Cultura da Penha, ganhando o prêmio VAI, da Prefeitura Municipal de São Paulo, em 2003. Desde 2002 atua como cantora e acordeonista do grupo Palavra Cantada. Participou do projeto do Ministério do Desenvolvimento Agrário,intitulado Sons e Imagens da Terra – um mapeamento dos cantos de trabalho ligados à agricultura em todo o país. Vocalista e acordeonista da banda As Orquídeas do Brasil, de Itamar Assumpção. Fundou a Cia Cabelo de Maria e com o grupo realizou os CDs Cantos de Trabalho, São João do Carneirinho e Baianá – Parece Cinema, além dos espetáculos Imbalança Eu Caio e POIN – Pequena Orquestra Interativa, contemplado com edital do proac 2014, e Cantos de Trabalho volume II com lançamento em agosto de 2018. TARITA DE SOUZA - Arranjadora - Tarita de Souza é artista múltipla com atuação na música, teatro, artes visuais, educação e pesquisa. Fez a graduação e o mestrado na Universidade de São Paulo na área de educação musical e atualmente estuda linguagens artísticas híbridas em seu doutorado. Como musicista é cantora, compositora,regente, arranjadora e preparadora vocal. Seu primeiro álbum solo, A Árvore e o Vento, de 2014, mescla nomes consagrados da MPB com canções autorais e conta com participações de Renato Braz, André Mehmari, Ivan Vilela, Kabé Pinheiro, Neymar Dias entre outros. Em 2019 lançou o álbum Crisálidas em parceria com a pianista Thais Nicodemo com canções autorais do DUO. Os olhos escutam, a alma canta é seu mais novo lançamento. São canções autorais produzidas pela artista em parceria com André Mehmari, Conrado Goys e Rodrigo Bragança, além de múltiplos singles lançados nos últimos. Como preparadora vocal e atriz trabalhou junto ao compositor Zeca Baleiro no espetáculo Lampião e Lancelote, de Fernando Vilela e Bráulio Tavares (2013-2014), espetáculo que ganhou os prêmios APCA (2013) melhor espetáculo infanto-juvenil, FEMSA (2013), Bibi Ferreira (2013). Também como atriz e diretora musical, participou das montagens do grupo XIX de teatro na Ópera do malandro (2011), de Chico Buarque e Hoje o Escuro vai atrasar para que possamos conversar (2018 – 2021).
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.