Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O projeto destaca o Terecô como manifestação cultural afro-brasileira originária do Maranhão e seu viés de resistência e lutas para se firmar como patrimônio cultural brasileiro. Será realizada a produção de conteúdo audiovisual de média metragem, no estilo documentário, registrando a jornada de um mestre terecozeiro, desde sua iniciação no Terecô, na cidade de Coelho Neto, MA, até os preparativos e embarque para migração para o estado de Goiás, a fim de fundar a Casa de Terecô Oscár Légua Boji Buá, fiel às suas tradições. O documentário nara os desafios para deixar a terra natal seguindo as orientações espirituais de seu Oscar Légua. O projeto inclui ações formativas para comunidades tradicionais no Maranhão, ampla divulgação na região Nordeste, envolvimento ativo de comunidades maranhenses na realização do documentário, envio de cópias digitais do documentário para a Secretaria Estadual de Cultura do Maranhão e demais secretarias dos estados do Nordeste.
O documentário O Coração do Maranhão Bate em Goiás registra a trajetória de um mestre do Terecô, manifestação cultural afro-brasileira originária do Maranhão, desde sua iniciação em Coelho Neto (MA) até a migração para Goiás, onde funda a Casa de Terecô Oscár Légua Boji Buá. A obra apresenta memórias, rituais, cantos, danças, instrumentos, vestimentas e narrativas de resistência, ressaltando a força das comunidades terecozeiras na preservação de sua identidade. Inclui depoimentos de moradores, imagens das casas tradicionais de Terecô, oficinas de musicalidade e vivências com jovens e mestres locais. O filme busca valorizar o patrimônio imaterial, promover diálogo entre Nordeste e Centro-Oeste e fortalecer a memória coletiva afro-brasileira.Título da obra O Coração do Maranhão Bate em GoiásResumo / Conteúdo Documentário de média-metragem que acompanha a trajetória de um mestre do Terecô — manifestação cultural afro-brasileira originária do Maranhão — em sua migração para Goiás, onde funda a Casa de Terecô Oscár Légua Boji Buá. A obra registra rituais, cantos, danças, cotidiano e depoimentos de comunidades terecozeiras, revelando a força de sua fé e a resistência cultural.Duração e Classificação Indicativa 60 minutos (aprox.) — Classificação LivreEstilo Narrativo / Linguagem Narrativa imersiva e humanizada, com fotografia poética, uso de planos-detalhe, arquivos fotográficos, sons ambientes e trilha construída a partir dos toques e cânticos do Terecô. Estrutura em atos, ritmo contemplativo, entrevistas e observação participante.Fotografia / Iluminação Tons quentes do amanhecer, texturas suaves, luz natural predominante, complementação com rebatedores e painéis LED em ambientes internos.Captação de Som Microfones de lapela e shotgun, field recorder, ênfase em cantos, percussões e sons ambientais autênticos.Equipamentos Principais Câmeras DSLR/Mirrorless Canon ou Sony, lentes 18-55 mm e grande-angular, rebatedores, difusores, painéis LED, tripé/monopé, gravador de áudio portátil, cartões de memória e baterias extras.Montagem / Finalização Decupagem, edição em atos, ajustes de ritmo, mixagem de áudio, inserção de legendas, Libras e masterização em arquivo digital Full HD/4K.Produto Pedagógico / Oficinas Três oficinas de musicalidade terecozeira (percussão com tambores, maracas, pífano, caixa) de 4 horas cada, até 20 participantes, público-alvo: jovens de 15 a 29 anos oriundos de comunidades tradicionais e alunos de escolas públicas. Local: Tenda de Terecô São Francisco, Povoado Barrinha, Afonso Cunha-MA.Produto Final Arquivo digital com acessibilidade (legendas, descrição, Libras), distribuição a festivais e Secretarias de Cultura, publicação on-line para acesso gratuito.
Objetivo geral:Diante da imensa disparidade cultural entre as regiões Nordeste e Centro-Oeste, o projeto visa documentar a preservação e a migração do Terecô como patrimônio cultural afro-brasileiro, promovendo a diversidade cultural entre essas regiões. Neste processo promove-se a inclusão de comunidades tradicionais maranhenses na produção audiovisual, fortalecendo a memória coletiva e a cidadania.Objetivos específicos:- Produzir um documentário média metragem, narrando a jornada de um mestre do Terecô do Maranhão em processo de migração para o estado de Goiás.- Envolver ativamente na produção do documentário as comunidades terecozeiras das cidades de Coelho Neto, Afonso Cunha, Povoado Capoeira, Povoado Barrinha no Maranhão e os migrantes maranhenses que rumam para o estado de Goiás.- Realizar registros filmográficos nas Casas originárias de Terecô nas comunidades visitadas no Maranhão, registrando suas histórias, práticas, danças, vestimenttas, artesanato, instrumentos, gastronomia, comunhão comunitária e laços de fraternidade.- Realizar três oficinas de capacitação em musicalidade terecozeira para 20 participantes (cada oficina) integrantes de comunidades tradicionais e alunos de escolas públicas do municipio de Afonso Cunha, MA, e seus povoadois, com duração de 8 (oito horas) cada oficina.- Difundir o documentário em 10 (dez) festivais de cinema/audiovisual no Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sul e Sudestes do Brasil no ano de 2026/27, alcançando o mínimo de 2.000 expectadores.- Promover a primeira sessão de lançamento do documentário na Tenda Espírita São Francisco, situada no Povoado Barrinha, município de Afonso Cunha, MA, com a participação de todos os atores sociais e equipes participantes locais, a comunidade terecozeira e demais integrantes da sociedade de Coelho Neto, Afonso Cunha e povoadois da região.- Envolver ativamente como atores sociais, a comunidade terecozeira maranhense, composta por atores sociais com deficiência, em condição de sociovulnerabilidade, idosos e jovens.- Utilizar como métrica de avaliação, formulários físicos e on line para diagnosticar como o público percebe o documentário, entregues ao final das sessões de exibição e disponíveis no Istagram do projeto.- Distribuir copías digitais do documentário para Secretaria Estadual de Cultura do Maranhão e demais secretarias estaduais de cultura do Nordeste para que possam replicar entre as escolas estaduais e municipais.- Disponibilizar o documentário on line no Youtube para acesso gratuito ao público.
O projeto de documentário audiovisual "O Coração do Maranhão Bate em Goiás" busca registrar e valorizar o Terecô, uma religião de matriz afro-brasileira originária do Maranhão, que mistura tradições iorubás, bantu, indígenas, populares e católicas, representando a resistência cultural contra o esquecimento histórico. Como aponta Ferretti (2002)," (...) o Terecô é um espaço sagrado onde espíritos guiam os vivos, promovendo a convivência comunitária em contextos de migração e urbanização". Essa manifestação, enraizada no Nordeste, migra para regiões como Goiás, ilustrando a dinâmica de preservação cultural descrita por Sodré (2002) como "terreiros como vetores de memória coletiva".O projeto alinha-se à visão de Gonzalez (1988) sobre a importância de ações afirmativas para visibilizar culturas afro-brasileiras, combatendo o preconceito e promovendo a educação crítica. Nascimento (2019) reforça que documentários etnográficos são ferramentas para salvaguardar patrimônios imateriais. Neste projeto, registram-se as migrações internas, como a jornada de mestres do Terecô do Maranhão para Goiás, devido a fatores econômicos e sociais. Busca-se, assim, difundir a ampla cultura maranhense utilizando como instrumento de narrativa, a cultura terecozeira, originária dos remanescentes quilombolas naquele estado, para em seguinda imiscuir-se em sua inserção no cenário urbano. Serão registradas imagens importantes do Maranhão como paisagens urbanas e rurais, progresso e tradição, pessoas e lugares. Da mesma forma, mostrar-se-á as impressões de um terecozeiro migrante para um estado onde esta tradição é desconhecica, como é o caso de Goiás, onde a tradição terecozeira é quase invisível em seu aspecto cultural e de coletividade.A necessidade de recursos incentivados justifica-se pelo art. 1º, incisos I, II e III, da Lei nº 8.313/1991, que visa facilitar o acesso às fontes de cultura, promover a regionalização da produção cultural e preservar o patrimônio material e imaterial. Ademais, sob nossa percepção, enquadra-se no art. 3º, inciso I, ao apoiar o desenvolvimento do setor cultural, descentralizando investimentos para o Nordeste. O projeto atende aos objetivos do Edital Rouanet Nordeste (itens 2.2.1 a 2.2.5), nacionalizando o financiamento e fortalecendo ações em dois municípios e dois povoados maranhenses, com impacto social relevante.O produto final será um marco na história do Terecô maranhense, vez que demonstrará que seu alcance vai muito além das fronteiras territoriais, consolidando-se como elemento compoente da vasta tapeçaria cultural brasileira.Referências (ABNT):FERRETTI, M. M. R. A Mina maranhense, seu desenvolvimento e suas relações com outras tradições afro-brasileiras. In: MAUÉS, R. (Org.). Religiões afro-brasileiras no Maranhão. São Luís: Edufma, 2002. p. 45-67.GONZALEZ, L. Por um feminismo afro-latino-americano. Rio de Janeiro: Zahar, 1988.NASCIMENTO, B. O genocídio do negro brasileiro. São Paulo: Perspectiva, 2019.SODRÉ, M. O terreiro e a cidade: a forma cultural afro-brasileira. Petrópolis: Vozes, 2002.
O projeto engloba duas comunidades de pessoas maranhenses: as que permanecem no Maranhão e as que migraram para o Estado de Goiás. Busca-se compreender, sob a ótica etnográfrica, os sentimentos, percepções e perspectivas, as dificuldades e esperanças dos que ficaram e dos que foram. O fenômeno religioso como fato social e elemento cultural, será explorado em suas nuances mais profundas, à partir dos olhares dos personagens reais - atores sociais - que participarão ativamente da construção do filme.O Terecô, como protagonista cultural do documentário, é apresentado não apenas como uma religião, mas como um poderoso símbolo de resistência e identidade. Sua importância reside na fusão de diversas heranças culturais – africanas (iorubá, banto), indígenas e católicas, tradições populares – que se entrelaçaram para formar uma manifestação única de espiritualidade e comunidade. O filme destaca como o Terecô serviu e continua a servir como um refúgio e uma fonte de força para os descendentes de escravizados, permitindo-lhes preservar suas tradições, sua história e sua dignidade. A migração do Mestre e o florescimento do Terecô em Goiás ressaltam a adaptabilidade e a vitalidade dessa fé, demonstrando como a cultura e a espiritualidade podem transcender barreiras geográficas e sociais, construindo pontes e unindo pessoas em torno de valores tradicionais imutáveis. É um testemunho vivo da capacidade humana de manter viva a chama da ancestralidade em face da adversidade.A intervenção da equipe de produção deverá se dar estritamente na captação de imagens de forma profissional, sem intervenções diretas junto aos atores sociais, estes devem se sentir livres para demonstrarem os detalhes da cultura terecozeira e suas paridades e disparidades com outras culturas, inlcusive espera-se uma análise crítica dos dirigentes de terreiro à cerca das relações do Terecô praticado no Maranhão e o praticado no estado de Goiás.Serão utilizadas duas equipes de filmagens, uma no Maranhão e outra em Goiás. Essa dinÇamica visa a redução do custo, dado que se torna inviável o transporte, alimentação, acomodações e translados de cinegrafistas, editores, operadores de audio e casting, pois tais gastos consumiriam grande parte do orçamento, desta forma, optou-se por pela contratação de duas equipes que deverão trabalhar sincronicamente.Outro aspecto importante do projeto, é que ele insere ativamente atores sociais locais, com ênfase nos municipios de Coelho Neto, Afonso Cunha, Povoado de Barreirinha, Povoado de Capoeira no Maranhão bem como migrantes maranhenses integrantes do Terecô em Goiás.A opção narrativa navegará em diversos planos, entre eles o sensorial e poético, o observacional, o qual se dedica a olhar para as pessoas em seus cotidianos com certa distância, sem interferir nos acontecimentos filmados, e o reflexivo, pelo qual “Nós agora assistimos ao envolvimento do cineasta conosco, falando não só do mundo histórico como também dos problemas e questões da representação desse mundo” (Nichols, 2016, p. 201). Esta opção estabelece maior intimidade entre a direção do filme e os espectadores, sem gerar estranhesa nos atores sociais que, por via de regra, em sua mairia, são pessoas simples, tímidas e sem técnica de atuação.Os aspecto social do filme é migração da pessoa e sua cultura, a luta para se estabelecer e ser aceito, sem contudo, perder sua essencia. Do ponto de vista conematográfico, o filme será de uma riqueza ímpar, pois explorará uma tradição pouco conhecida no Brasil, mas que resiste há séculos nos rincões maranhenses, some-se a isso a utilização de atores sociais nativos - literalmente - nascido no Terecô, trata-se, portanto, de uma opoetrunidade singular de registro de ao menos três gerações de terecozeiros vivos em uma mesma data temporal.A divulgação do documentário será amplas no estado do Maranhão, com envio de cópias digitais para uma gama diversificada de instituições culturais e educacionais, também haverá dispoinibilização de copia digital para órgaos de cultura no estado do Maranhão. Pretende-se participar com o documenário em no mínimo 5 festivais de cinema/audivisula nas cinco regiões brasileira, buscando amplitude na divulgação. Copia ficará disponível para assistir e baixar no Youtube, além da divulgação via Instagram, panfletos e cartazes, entrevistas em rádios e podcast.Espera-se a aprovação do projeto para que a cultura Terecô possa ser preservada, difundida e reconhecida como patrimônio cultural brasileiro.
PRODUTO PRINCIPAL: Vídeo documentário com duração de té 60' (sessenta minutos).O documentário O Coração do Maranhão Bate em Goiás (duração aproximada de 60 minutos, classificação indicativa: Livre) acompanha a jornada de um mestre do Terecô, tradição afro-brasileira originária de Coelho Neto, MA, rumo à fundação da Casa de Terecô Oscár Légua Boji Buá, em Goiás. A narrativa é imersiva e humanizada, mesclando entrevistas, rituais, música e cotidiano das comunidades terecozeiras. A abordagem cinematográfica privilegia ritmo poético, uso de planos-detalhe, arquivos fotográficos, sons ambientes e trilha construída a partir dos cantos e toques tradicionais.A fotografia trabalha tons quentes do amanhecer, texturas suaves, iluminação natural e complementação com rebatedores e painéis de LED. O áudio será captado por microfones de lapela e shotgun, com gravação em field recorder e mixagem posterior. A montagem segue estrutura em atos, valorizando a cadência das falas e a musicalidade.Equipamentos principais: câmeras DSLR/Mirrorless (Canon EOS ou Sony Alpha APS-C), lentes 18-55 mm e grande-angular, kit de captação de áudio (lapela, shotgun, gravador portátil), rebatedores, difusores, painéis LED, cartões de memória e baterias reserva.Como ação formativa, o projeto realiza três oficinas de musicalidade terecozeira em percussão (tambores, maracas, pífano, caixa) com duração de 4h cada, para até 20 participantes, no povoado Barrinha (Afonso Cunha-MA). As oficinas são práticas, destinadas a jovens de 15 a 29 anos de comunidades tradicionais e alunos de escolas públicas, com inscrição via formulário on-line e presencial.Produto final: arquivo digital em alta resolução (Full HD/4K) com legendas, descrição e Libras, a ser disponibilizado para festivais, plataformas on-line e Secretarias de Cultura do Nordeste, fomentando a difusão do patrimônio imaterial do Terecô e o diálogo cultural entre Nordeste e Centro-Oeste.NARRATIVAO documentário adota um estilo de narrativa imersivo e humanizado, centrado na jornada pessoal do Mestre e nas vozes autênticas da comunidade. A abordagem é visualmente poética e sensorial, utilizando uma linguagem cinematográfica apurada para transportar o espectador para dentro do universo do Terecô. Há um equilíbrio entre a observação paciente dos rituais e a intimidade das entrevistas, que buscam extrair emoções e sabedoria dos protagonistas. A narração em voz over é concisa e evocativa, guiando a história sem ser excessivamente expositiva. O uso estratégico de elementos visuais como fotografias de arquivo granuladas, paletas de cores que evoluem com a jornada, e enquadramentos que valorizam tanto a grandiosidade das paisagens quanto a expressividade dos rostos, cria uma atmosfera rica e significativa. O áudio desempenha um papel crucial, com a captação de sons ambientes autênticos e a valorização dos cantos e ritmos do Terecô, contribuindo para a imersão. A estrutura em atos e sequências permite um desenvolvimento claro da história, enquanto a montagem dinâmica e o uso de planos detalhe e sequências buscam manter o ritmo e o engajamento do público, culminando em um final impactante que ressoa com a mensagem de legado e perpetuação da fé.Serão utilizados atores sociais maranhenes pertencentes e praticantes nas comunidades terecozeiras. Tais atores não possuem potfolio cultural, senão, detém a vivência da cultura que se pretende apresentar com veracidade.EQUIPAMENTOS:Câmeras (DSLR/Mirrorless):• Canon EOS Rebel (T7i, T8i, SL3): São DSLRs populares, com boa qualidade de imagem, facilidade de uso e acesso a uma vasta gama de lentes Canon. A SL3 é a DSLR mais leve da Canon com 4K.• Sony Alpha (a6100, a6400, a6600): Câmeras mirrorless APS-C da Sony são conhecidas pelo excelente autofoco, bom desempenho em baixa luz e perfis de cor avançados. São compactas e versáteis.• Lente (18-55mm ou similar): para planos gerais e médios.• Lente Grande Angular (ex: 24mm ou 35mm): para planos abertos, paisagens e para dar uma sensação de imersão.• Microfone de lapela para entrevistas. Microfones sem fio (como o Rode Wireless GO II ou Hollyland Lark M1, ou ainda DJI).• Microfone Shotgun: Para captar áudio ambiente, falas a distância ou para ser usado em uma vara de boom. Modelos como o Rode VideoMic Pro (para montagem na câmera) ou o Rode NTG2 (para vara de boom).• Gravador de Áudio Portátil (Field Recorder): Dispositivos como o Zoom H1n, H4n Pro ou Tascam DR-05X para uso conjunto com microfones de lapela ou shotgun.• Fones de Ouvido: para monitorar o áudio durante a gravação e evitar• Rebatedores 5 em 1: para direcionar a luz natural ou artificial, suavizar sombras e criar preenchimento.• Pequenos Painéis de LED: Aputure Amaran MC ou Godox ML60, para preencher sombras em entrevistas ou criar um ponto de luz em ambientes escuros.• Difusores: Tecidos brancos translúcidos – dimensões variáveis.• Tripé Robusto• Monopé• Cartões de Memória: Vários cartões de alta velocidade e capacidade. Objetivo 2 Tb de capacidade• Baterias Extras: para câmera, painéis de LED e gravador de áudio e microfones.• Kit de Limpeza de Lentes.FOTOGRAFIA:• Cores: Tons quentes de rosa e laranja do nascer do sol, com alto contraste para efeito dramático e poético. Nas imagens estáticas e closes, cores suaves e etéreas.• Textura: Texturas suaves e brilhantes da luz do amanhecer, com uma qualidade poética. Nas imagens estáticas, uma textura mais fina e detalhada.• Iluminação: Luz natural do amanhecer. Em ambientes internos, luz suave e controlada para os closes nos rostos e altares. Em ambientes de mata, luz natural durante o dia com rebatedores, à noite, luz de apoio com LED.MONTAGEM- EDIÇÃO E MASTERIZAÇÃOEquipe especializada, dividida em etapas de decupagem, ajuste de roteiro, edição, revisão, inserção de audio (sonoplastia), revisão 2, masterização.
O projeto adotará medidas abrangentes de acessibilidade, contemplando os aspectos físico/arquitetônico, comunicacional/conteúdo, atitudinal, divulgação e social, garantindo a plena participação de pessoas com deficiência, mobilidade reduzida, idosos e comunidades tradicionais, em conformidade com a legislação e o Manual de Acessibilidade em Eventos Presenciais: 1. Acessibilidade Física / Arquitetônica· Rampas de acesso, banheiros adaptados, piso tátil e sinalização em Braille nos espaços de exibição.· Assentos reservados para idosos e pessoas com deficiência; estacionamento com vagas sinalizadas.· Garantia de circulação de cadeirantes e pessoas com deficiência visual, sem comprometer o ambiente natural.2. Acessibilidade de Conteúdo / Comunicacional· Documentário e vídeos de divulgação com legendas descritivas, audiodescrição e janela de Libras.· Interpretação em Libras em oficinas, eventos e sessões públicas (sob demanda).· Comunicação escrita e oral em linguagem simples, clara e direta, evitando jargões técnicos.· Legendas em tempo real (estenotipia) em eventos ao vivo.· Sistemas de escuta assistida (colares magnéticos) em espaços fechados.3. Acessibilidade Atitudinal· Treinamento da equipe para atendimento inclusivo, com atenção a pessoas autistas, neurodiversas e com deficiências múltiplas. 4. Acessibilidade de Divulgação e Materiais· Materiais impressos (folders, catálogo, releases) em Braille sob demanda.· Peças gráficas e digitais em fonte ampliada, cores contrastantes e PDFs acessíveis.· Posts em redes sociais com texto alternativo para imagens.· Formulários de inscrição online acessíveis a leitores de tela, com possibilidade de informar necessidades de recursos de acessibilidade.5. Flexibilidade Social· Gravações em datas e horários adaptados à rotina das comunidades terecozeiras, garantindo participação plena e respeitando os hábitos locais.6. Adequação de Percursos em Áreas Rurais· Trajetos seguros e sem barreiras em comunidades terecozeiras (Coelho Neto, Afonso Cunha, Povoado Capoeira, Povoado Barrinha – MA).· Adequação de percursos em áreas rurais: trajetos seguros e sem barreiras em comunidades terecozeiras (Coelho Neto, Afonso Cunha, Povoado Capoeira, Povoado Barrinha – MA), garantindo circulação de cadeirantes e pessoas com deficiência visual sem comprometer o ambiente natural.Essas ações asseguram que todas as etapas do projeto — gravação, oficinas, sessões de lançamento, exibição itinerante e disponibilização online — sejam inclusivas, seguras e plenamente acessíveis, permitindo fruição cultural para todos os públicos, em conformidade com a legislação vigente.
DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSOO projeto prevê ampla estratégia de democratização e ampliação do acesso ao documentário O Coração do Maranhão Bate em Goiás:Distribuição gratuita de cópias digitais para a Secretaria Estadual de Cultura do Maranhão, Secretarias de Cultura dos demais estados do Nordeste, além das Secretarias Municipais de Cultura de Coelho Neto (MA) e Afonso Cunha (MA).Sessão pública e gratuita de lançamento na Tenda Espírita São Francisco (Povoado Barrinha, Afonso Cunha/MA), garantindo acessibilidade física e envolvimento direto da comunidade.Transporte gratuito para 50 participantes de baixa renda das comunidades tradicionais de Coelho Neto, Afonso Cunha, Povoado Capoeira e Povoado Barrinha, assegurando a presença de públicos em condição de vulnerabilidade.Disponibilização integral on-line, em plataforma aberta (YouTube), com acesso gratuito a toda a sociedade.Envio gratuito de cópias digitais para cineclubes, pontos e pontões de cultura cadastrados no programa Cultura Viva e no Mapa da Rede Cultura Viva, com foco no Maranhão.Difusão nacional por meio da inscrição e exibição do documentário em ao menos cinco festivais de cinema/audiovisual nas regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sul e Sudeste, ampliando o alcance da obra e divulgando a riqueza do Terecô em todo o Brasil.Essas medidas cumprem e ampliam o previsto, garantindo circulação gratuita além dos circuitos comerciais, contemplando comunidades tradicionais, escolas, cineclubes, plataformas digitais e festivais, promovendo inclusão, acessibilidade, fruição on-line livre para toda a sociedade e valorização do patrimônio imaterial afro-brasileiro.
· Proponente / Ator Social: - Francisco das Chagas dos Santos Cunha – CPF 604.971.843-11. Mestre dirigente da Casa de Terecô Oscar Légua Boji Buá, pertencente à Tenda Espírita São Francisco, Povoado Barrinha (MA).· Direção e Coordenação Geral – Remunerado: - Nome social: Mestre Velasco – CNPJ 51.707.780/0001-45. Graduado em Direito (PUC-Goiás), Pós-graduação em Psicologia da Inteligência Multifocal (FEAD-SP), Mestrado em Ciência da Religião (PUC-Goiás), DHC em Ciências, Letras, Artes e Terapias Integrativas. Escritor, coordenador de Grupo de Trabalho Internacional pela Faculdade Lusófona (II Congresso de Ciências da Religião – 2017). Agente, produtor e gestor cultural.· Assessoria de Comunicação – Remunerado: - Rose Cléria de Oliveira Pacheco – CPF 038.067.941-89. Comunicadora Social, fotógrafa (workshop Alboom Summit), apresentadora do programa Estradas e Lentes, diretora do portal de notícias www.anp.com.br, assessora de imprensa da revista “Issopod”, comunicadora na Rádio Cidade FM.· Produtor Audiovisual – Remunerado: - Diego Alves Dias Passos – RG 5022623, CPF 020.206.361-58. Diretor do Portal Acontece no País (https://anp.com.br), produtor do programa Estradas e Lentes, consultor da revista Isso Pod, produtor da Rádio Cidade FM, programador – FANAP. Graduado em Análise e Desenvolvimento de Sistemas – UNIFANAP, pós-graduado em Inovação em Mídias Interativas – UFG.· Assistente de Produção – Remunerado: - Thiago Fernandes – CPF 703.771.971-49. Produtor de turnês, shows e eventos culturais. Experiência em elaboração, execução e gestão de projetos audiovisuais e musicais, logística de eventos e gravação de DVDs e programas audiovisuais.· Atores e Atrizes Sociais (Integrantes das Casas de Terecô):- Francieli dos Santos Dutra – CPF 089.034.913-43.- Maria da Conceição dos Santos Pereira – CPF 863.107.203-68.- Raimunda de Sousa Alves – CPF 159.720.463-34.- Andreza Lopes da Silva – CPF 068.236.353-07.- Dalvan da Silva de Andrade – CPF 066.482.503-64. Mestre Assistente da Casa de Terecô.- Francisca Raniele Soares Magalhães – CPF 076.850.323-09.- Francisca Isamara Vieira Almeida – CPF 059.496.283-81.- Pollyanna Marinho Lopes Silva – CPF 033.202.091-67. Terreiro de Umbanda Pai Anacleto.- Jardinilza da Silva Sousa Carvalho – CPF 023.083.833-21. Casa de Culto Terecô Oscar Légua Boji Buá.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.