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O Cine Candeeiro - O Menor Cinema do Mundo é um projeto gratuito de mostra audiovisual itinerante que percorrerá 10 municípios rurais de baixo IDH do sertão e do agreste alagoano. Em cada cidade, será contratado um mediador cultural local, previamente capacitado em três eixos — patrimônio imaterial, técnica audiovisual e acessibilidade —, que se responsabilizará por coletar depoimentos e objetos significativos da comunidade, compondo um acervo vivo de memórias e identidades regionais. Esse material servirá de base para uma instalação audiovisual itinerante, montada em um trailer adaptado. Durante 2 semanas, o projeto realizará 10 noites de mostras acessíveis de cinema sertanejo em áreas rurais e praças públicas, sempre acompanhadas da visitação gratuita à instalação audiovisual, onde será exibido o acervo formado em cada município.
1. Capacitação de mediadores culturaisO projeto inicia com a preparação de jovens e lideranças locais para atuarem como mediadores culturais em seus municípios. Essa etapa fortalece agentes da própria comunidade, que assumem papel central na interlocução com os moradores.2. Construção comunitária de acervo audiovisualCom o apoio dos mediadores, cada cidade participa da coleta de depoimentos, memórias e objetos significativos da comunidade. O processo valoriza o patrimônio imaterial local e resulta em um acervo audiovisual que expressa a diversidade sociocultural do sertão e agreste.3. Instalação audiovisual itineranteUm trailer adaptado (tipo carreta) percorre as cidades, transformando-se em espaço expositivo. Durante cinco horas, a comunidade tem acesso a registros audiovisuais e a uma “caixa da memória” composta por objetos emprestados pelos moradores, em ambiente inclusivo e acessível.4. Exibições cinematográficas em praça públicaSimultaneamente à abertura da instalação, haverá a exibição pública e gratuita de curtas e médias-metragens do sertão e agreste do Brasil. Ao final, parte do acervo comunitário também é projetado, permitindo que os moradores se vejam na tela e reconheçam sua identidade cultural atavés do audiovisual.
Objetivo Geral:Promover a democratização do acesso ao cinema e à cultura na zona rural (sertão e agreste de Alagoas), em dez municípios de baixo IDH, fortalecendo a identidade das populações rurais e ribeirinhas e salvaguardando o patrimônio imaterial da região por meio da formação de mediadores culturais, da criação de um acervo vivo de memórias comunitárias e da realização de mostras audiovisuais gratuitas e acessíveis.Objetivos Específicos:1. Capacitar 10 mediadores culturais locais por meio de formação prévia ministrada por profissional especializado, assegurando o protagonismo comunitário e a valorização das culturas tradicionais (rurais e ribeirinhas).2. Coletar alguns objetos significativos das comunidades e depoimentos audiovisuais sobre histórias de vida, memórias e a relação dos moradores com seus territórios, compondo um acervo vivo que representa a diversidade cultural da região.3. Produzir e disponibilizar uma instalação audiovisual itinerante no interior de um pequeno trailer adaptado, com acessibilidade arquitetônica e comunicacional, aberta à visitação gratuita em todos os municípios atendidos, como espaço de difusão cultural e valorização da memória coletiva.4. Organizar uma mostra de cinema sertanejo, a partir de chamada pública, selecionando pelo menos 5 filmes que dialoguem com o patrimônio imaterial e a identidade cultural do agreste e do sertão brasileiros, todos com recursos de acessibilidade comunicacional.5. Realizar 10 noites de exibições públicas acessíveis em praças e/ou áreas rurais dos municípios contemplados, exibindo os filmes selecionados e um vídeo com parte do acervo colhido, com participação gratuita da comunidade.6. Atender diretamente ao menos 600 moradores das comunidades rurais e ribeirinhas envolvidas, ampliando a participação de grupos em situação de vulnerabilidade social e fortalecendo a cidadania cultural.
O projeto Cine Candeeiro _ O Menor Cinema do Mundo demanda o uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais pela sua natureza de itinerância, abrangendo 10 municípios de baixo IDH no sertão e agreste alagoano, com ações gratuitas, acessíveis e de ampla participação comunitária. O mecanismo é essencial para garantir a viabilidade técnica e financeira da proposta, que envolve deslocamentos, montagem de infraestrutura, mediação cultural qualificada e difusão de obras audiovisuais.Nos termos do Art. 1º da Lei 8.313/91, o projeto se enquadra porque:I - contribui para facilitar os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, ao realizar mostras gratuitas e acessíveis em áreas rurais e praças públicas;II - promove e estimula a regionalização da produção cultural e artística brasileira, ao valorizar conteúdos e realizadores nordestinos por meio da mostra de cinema;III - apoia, valoriza e difunde o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores, ao organizar chamada pública e dar visibilidade a produções audiovisuais da região;IV - protege as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira, ao registrar e difundir a memória das comunidades rurais e ribeirinhas;V - salvaguarda a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira, ao constituir um acervo vivo de histórias e objetos significativos coletados nas comunidades;VI - preserva os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural brasileiro, ao tratar diretamente do patrimônio imaterial do sertão e do agreste.IX - prioriza o produto cultural originário do País, ao exibir obras brasileiras produzidas no Nordeste e voltadas à valorização da identidade cultural regional.Nos termos do Art. 3º da Lei 8.313/91, o projeto se enquadra porque:II, alínea a - fomenta a produção audiovisual sobre memórias e práticas culturais das comunidades rurais e ribeirinhas;II, alínea c - realiza mostras de cinema nordestino, promovendo acesso público e valorizando produções culturais locais;II, alínea e - constitui uma exposição audiovisual itinerante, permitindo difusão das memórias e objetos culturais coletados;III, alínea a - organiza e mantém um acervo vivo audiovisual das comunidades, registrando histórias, objetos e memórias coletivas;III, alínea d - protege e valoriza tradições populares rurais e ribeirinhas, por meio da coleta de depoimentos e da exibição de conteúdos culturais locais;IV, alínea a - garante amplo acesso da comunidade às ações culturais, com todas as exibições e visitas gratuitas;IV, alínea c - disponibiliza recursos para a criação, organização e difusão do acervo cultural, fortalecendo o patrimônio imaterial das comunidades.
O projeto conta com parcerias já articuladas junto às Secretarias Municipais de Cultura e Educação dos dez municípios atendidos, que estão colaborando na mobilização comunitária e na indicação de mediadores locais, fortalecendo a participação social e garantindo maior capilaridade das ações.Além disso, o acervo audiovisual produzido permanecerá acessível às comunidades, como registro e valorização de suas memórias. Ao final do projeto, os equipamentos utilizados na instalação itinerante poderão ser sorteados entre as escolas públicas dos municípios contemplados ou utilizados para dar continuidade ao projeto em outros municípios de Alagoas ou outros estados do Nordeste.
1. Capacitação de mediadores culturaisFormato: Curso intensivo de formação em mediação cultural, com foco em patrimônio imaterial, técnicas de registro audiovisual, acessibilidade comunicacional e metodologias de escuta sensível.Duração: 12 horas de formação, antecedendo a etapa de coleta do acervo.Quantidade de beneficiados: 10 mediadores locais (um por município).Metodologia: Oficinas teóricas e práticas conduzidas por profissional especialista em patrimônio imaterial e acessibilidade cultural, incluindo simulações de entrevistas, exercícios de mediação e práticas com equipamentos de registro audiovisual.Projeto pedagógico: Fortalecer a autonomia dos municípios atendidos por meio da formação de agentes culturais locais, que atuarão como protagonistas na coleta de memórias e na mediação entre comunidade e projeto.2. Construção comunitária do acervo audiovisualFormato: Ação comunitária realizada pelos mediadores culturais em cada município, antecedendo a itinerância do trailer.Duração: Aproximadamente 20 dias de mobilização em cada cidade, com atividades em campo.Conteúdo: Coleta de depoimentos em vídeo e áudio sobre histórias de vida, memórias, tradições e a relação das populações rurais e ribeirinhas com seus territórios. Também serão reunidos objetos simbólicos que expressem a identidade cultural local, compondo uma “caixa da memória” em cada comunidade.Acervo: Organização de um banco audiovisual com os depoimentos gravados e catalogação dos objetos emprestados, que permanecem nas cidades de origem. Esse material servirá de base para a instalação audiovisual no trailer.Projeto pedagógico: A construção do acervo será conduzida por cada mediador local, previamente capacitado, em articulação com lideranças e moradores, de modo a estimular a participação comunitária e o reconhecimento do patrimônio imaterial como elemento de identidade e pertencimento.3. Instalação audiovisual itineranteFormato: Instalação audiovisual no interior de trailer adaptado, com equipamentos de som e imagem para exibição imersiva do acervo construído.Duração: Aberta por 5 horas em cada município, em paralelo às sessões de cinema.Conteúdo: Exibição de trechos audiovisuais dos depoimentos coletados, combinados à apresentação dos objetos emprestados em cada localidade.Acervo: Instalação que sintetiza o patrimônio imaterial registrado, tornando o trailer um espaço de memória e valorização comunitária.Recursos de acessibilidade: O trailer contará com rampa retrátil, sinalização tátil e visual; todos os vídeos terão LSE, audiodescrição e Libras.Projeto pedagógico: Criar um espaço de experiência imersiva e afetiva, no qual cada visitante reconheça o valor de sua própria cultura, vendo-a representada no acervo coletivo.4. Exibições cinematográficas ao ar livreFormato: Mostra audiovisual itinerante, composta por curtas e médias-metragens selecionados por chamada pública.Duração: Aproximadamente 2h30 por sessão em cada município, com projeção corrida dos filmes e exibição final de trechos do acervo comunitário.Quantidade de obras: Entre 8 e 10 filmes, produzidos no sertão e agreste do Brasil, priorizando temáticas ligadas à identidade cultural sertaneja e ao patrimônio imaterial da região.Recursos de acessibilidade: Todas as exibições com LSE, audiodescrição e Libras, além de banheiro adaptado para pessoas com deficiência.Projeto pedagógico: Promover a democratização do acesso ao cinema e estimular o pertencimento comunitário por meio de narrativas audiovisuais que refletem a identidade local. Após as sessões, haverá mediação cultural e debate, conduzidos pelos mediadores locais, ampliando a reflexão coletiva sobre os filmes exibidos e o acervo da comunidade.
O projeto Cine Candeeiro - O Menor Cinema do Mundo contempla medidas de acessibilidade em todos os seus produtos, em conformidade com a Lei nº 13.146/2015 (Lei Brasileira de Inclusão), com o Decreto nº 3.298/1999, o Decreto nº 9.404/2018 e as orientações do Programa Rouanet Nordeste.Aspecto Arquitetônico1. O trailer/instalação itinerante contará com rampa retrátil para garantir o acesso de pessoas usuárias de cadeira de rodas e com mobilidade reduzida, além de sinalização tátil e visual.2. Durante as exibições, haverá reserva de assentos em locais de fácil acesso, assegurando melhor circulação e permanência de pessoas com deficiência ou idosas.3. Os banheiros utilizados serão de escolas (no caso das exibições em área rural) ou de praças públicas (no caso de exibições na cidade), todos adaptados para pessoas com deficiência (PcDs).Aspecto Comunicacional e de Conteúdo1. Toda a mostra de filmes sertanejos exibirá obras com acessibilidade comunicacional completa, incluindo legendagem para surdos e ensurdecidos (LSE), audiodescrição e interpretação em Libras.2. Os registros audiovisuais do acervo e da instalação também passarão por processo de adaptação com LSE, audiodescrição e Libras, assegurando o acesso integral ao conteúdo.3. A capacitação dos mediadores culturais locais contará com a participação de especialista em acessibilidade comunicacional e linguagem simples, garantindo que a mediação seja inclusiva e acessível a diferentes públicos.Aspecto de Comunicação e Divulgação1. Todo o material de divulgação será produzido em formato acessível, incluindo: descrição de imagens em textos e posts; vídeos com legendas, Libras e audiodescrição; linguagem simples para facilitar a compreensão de pessoas com deficiência intelectual ou baixo letramento.2. As peças de comunicação informarão claramente as condições de acessibilidade disponíveis em cada atividade do projeto.
O projeto Cine Candeeiro - O Menor Cinema do Mundo será totalmente gratuito em todas as suas atividades: exibições em praças públicas e visitação à instalação audiovisual itinerante. Medidas de ampliação de acesso (art. 47 da IN 23/2025): 1. Disponibilização on-line acessível: Parte dos registros autorais do projeto (depoimentos, bastidores, trechos do acervo) será publicada em ambiente digital, acompanhada de legendagem para surdos e ensurdecidos, audiodescrição e Libras, ampliando o acesso remoto para públicos diversos. 2. Veiculação e divulgação comunitária: Os registros das atividades serão compartilhados com TVs públicas, rádios comunitárias e meios de comunicação gratuitos. A mobilização local será reforçada pelo uso de rádios locais, imprensa regional e carros de som itinerantes, garantindo que a população rural, muitas vezes distante dos canais digitais, receba a informação e participe das atividades. 3. Mediação cultural e formação comunitária: Em cada município, um mediador cultural local será capacitado para atuar como elo entre o projeto e a comunidade. Essa pessoa, por ser da própria localidade, contribui para envolver os moradores na construção do acervo e fortalece o sentimento de pertencimento. Além de captar público para as sessões, essa ação promove formação de agentes culturais dentro das próprias comunidades, em sintonia com o inciso VIII do art. 47 da IN 23/2025.4. Parcerias estratégicas: Para ampliar esse impacto, o projeto já articulou parcerias com 70% das Secretarias de Educação, Cultura, Turismo e Economia Criativa das prefeituras locais, fortalecendo a mobilização da população, a integração das ações ao calendário cultural de cada município e a liberação gratuita de uma praça pública (no caso de realização no centro da cidade) ou escola/centro comunitário (no caso de realização em área rural) para a execução do evento.
Coordenação GeralMelina Vasconcelos – Realizadora cultural, escritora e documentarista com mais de 20 anos de trajetória. Fundadora da Munganga Arte e Conteúdo, que existe desde 2004, foi responsável pela criação do Teatro Municipal de Palmeira dos Índios e pelo resgate do Carnaval tradicional da cidade, fortalecendo a cena cultural alagoana. Idealizou e dirigiu a Paixão de Cristo de Palmeira dos Índios, marcada pelo protagonismo de artistas negros e indígenas, consolidada há mais de duas décadas como referência de diversidade e inclusão. Formada em História, tem formação internacional na Escuela Internacional de Cine y Televisión de Cuba (EICTV), onde realizou a ficção Un Sueño para Teresa. No audiovisual, dirigiu o premiado documentário Geração Z Rural (TV Futura) e acaba de lançar um longa-metragem documental sobre a poesia popular nordestina, Sílaba Fogo (2025). Sua atuação alia gestão cultural, valorização do patrimônio imaterial e promoção de identidades regionais no Brasil e no exterior.Produção ExecutivaEduardo Afonso Vasconcelos – Produtor cultural, formado em Letras (UFAL) e cursando Jornalismo. Atua como técnico da Política Nacional Aldir Blanc no RN, coordenando as cartilhas acessíveis dos editais e implementando ações afirmativas de democratização cultural. Tem formação em linguagem simples e experiência em projetos sociais, como iniciativas voltadas às vítimas da mineração em Maceió. Atuou na produção de festivais multiculturais e de sustentabilidade, como o Festival Manguaba (2022) e o Território Sustentável (2023). LGBTQIAPN+ assumido, reafirma o compromisso do projeto com a representatividade, a diversidade e com práticas culturais inclusivas.Direção de ProduçãoTânia Cachoeira de Carvalho – Gestora e consultora em projetos de impacto social, com mais de 20 anos de experiência em gestão estratégica. Atuou em diferentes regiões do Brasil e no Peru, sempre conectando cultura, turismo e desenvolvimento. Foi produtora do Festival Cultural Manguaba (2022) e coordenou a produção do Festival Quabales da Primavera (2025), realizado em Salvador com foco em afroempreendedorismo, juventude e inovação social. Negra e empreendedora cultural, traz sólida formação em ESG, Afroturismo e gestão de projetos sociais, alinhando sustentabilidade, diversidade étnico-racial e inclusão produtiva.Coordenação de ComunicaçãoRaphael Von Sohsten – Jornalista e produtor cultural, formado em Letras e Comunicação Social (UFAL). Atuou por 4 anos em projetos de educação patrimonial pelo IPHAN-AL e como coordenador de comunicação do Circuito Penedo de Cinema (2019–2023), promovendo difusão audiovisual e inclusão social. Com experiência em comunicação para equipamentos culturais, tem trajetória marcada pelo fortalecimento da memória coletiva e da diversidade cultural. Traz para a equipe a perspectiva da representatividade LGBTQIA+ e da comunicação inclusiva.Formação de Mediadores CulturaisPaula Árvores – Museóloga e historiadora, com pós-graduação em Projetos Sociais e Direitos Humanos. Tem 15 anos de experiência em gestão cultural e em iniciativas de valorização do patrimônio e das expressões de comunidades tradicionais. Atuou em projetos como o Carnaval Cultural da Resex Canavieiras e a Exposição Retratos de uma História. Já coordenou mais de 70 propostas culturais em editais públicos e privados no Brasil, com destaque para o Festival de Música Negra de Itabira e a websérie Do Prata: Nossos Patrimônios. Lésbica e militante cultural, sua prática conecta diversidade, inclusão e fortalecimento comunitário.Curadoria da Mostra de Cinema SertanejoMary Land Brito – Comunicadora social (UFRN) e mestre em Multimeios (Unicamp), é roteirista, produtora e diretora premiada. Criou os projetos Cinemateca Potiguar e Cine Poty, dedicados à difusão de produções locais e à formação de públicos. Exerceu funções de coordenação na Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Presidência da República, 2015–2016). Atualmente, é Secretária de Cultura do Rio Grande do Norte, conduzindo a execução da Lei Paulo Gustavo e políticas de inclusão cultural. Juliana Calles – Produtora e diretora de produção audiovisual com quase 20 anos de experiência, tendo atuado em longas-metragens, séries e documentários em estados como Alagoas, Pernambuco, Bahia, Maranhão e Rio de Janeiro. Trabalhou em projetos de grande relevância como Aquarius (2016) e Cangaço Novo (Amazon Prime). Sua trajetória combina rigor técnico com vivência multicultural, articulando diversidade de territórios e processos criativos no audiovisual brasileiro.Giovana Moraes – Roteirista, pesquisadora e professora, com carreira em novelas e séries da TV Globo (Caminho das Índias, Malhação – Eu Só Quero Amar, Segunda Chamada), além de teatro e cinema. Desenvolve projetos autorais que destacam mulheres na cultura popular (O Bumbar de Berenice), justiça social (APAC: Ninguém é Irrecuperável) e diversidade (Quartzo Rosa).Mediadores culturais das comunidades locaisDavid Silva Ferreira – Artista e produtor cultural de Olho d’Água das Flores (AL). Pardo, agente da cultura popular e tradicional; atuará como mediador cultural, fortalecendo a relação entre a mostra e as memórias locais.Aslane Gomes da Silva – Coordenadora pedagógica em Inhapi (AL), mulher negra/parda e integrante da comunidade rural; atuará como mediadora, aproximando o projeto das escolas e da população local.John Kennedy Brito dos Santos – Morador da zona rural de Pão de Açúcar (AL), integrante do grupo afirmativo de pessoas negras; será mediador cultural, promovendo pertencimento e valorização do patrimônio imaterial.Robério Ferreira de Albuquerque – Morador de Cacimbinhas (AL), negro e quilombola; sua atuação como mediador reforça o protagonismo das comunidades tradicionais na construção do acervo.Givanilda Ferreira da Silva – Moradora da zona rural de Paulo Jacinto (AL), mulher negra; atuará como mediadora cultural local, coordenando a coleta de depoimentos e objetos e articulando a participação comunitária na formação da “caixa da memória”.*Em anexo, estão as cartas de anuência dos 5 profissionais listados. Os outros 5 estão em processo de levantamento junto às demais comunidades.
Projeto liberado para o proponente adequar à realidade de execução.