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PRONAC 2511550Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Itinerância Cinema é Rio – Kurta na Kombi pelo São Francisco

32.742.667 LUIZ PAULO DE OLIVEIRA
Solicitado
R$ 194,1 mil
Aprovado
R$ 194,1 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Ações de capacitação e treinamento de pessoa
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Programa Rouanet Nordeste 2025
Ano
25

Localização e período

UF principal
RN
Município
Natal
Início
2026-01-01
Término
2027-12-31
Locais de realização (10)
Penedo AlagoasPiaçabuçu AlagoasJuazeiro BahiaPaulo Afonso BahiaFloresta PernambucoPetrolina PernambucoJardim de Piranhas Rio Grande do NorteJucurutu Rio Grande do NorteCanindé de São Francisco

Resumo

O projeto "Itinerância O Cinema é Rio: Kurta na Kombi pelo São Francisco" nasce inspirado pelo patrimônio cultural e natural do Rio São Francisco propondo uma mostra multicultural itinerante que reúne cinema, educação e sustentabilidade em 10 (dez) cidades de 05 (cinco) estados do Nordeste brasileiro. O produto cultural consiste em uma circulação de atividades formativas incluindo oficinas audiovisuais para crianças de escolas públicas e seminários de cultura e meio ambiente. Em caráter complementar, o projeto oferece sessões de cinema ambiental movido a energia solar incluindo apresentações artísticas de grupos da cultura popular e tradicional. A programação é voltada para públicos diversos de territórios em situação de vulnerabilidade (periferias urbanas e comunidades rurais), beneficiando um público estimado de 7000 (sete mil) pessoas. A programação será gratuita e amplamente divulgada, contando com recursos de acessibilidade.

Sinopse

O projeto “Itinerância O Cinema é Rio: Kurta na Kombi pelo São Francisco” nasce inspirado pelo patrimônio cultural e natural do Rio São Francisco propondo uma itinerância formativa que reúne cinema, educação e sustentabilidade em 10 (dez) cidades de 05 (cinco) estados do Nordeste brasileiro (BA, PE, AL, SE e RN). O produto cultural consiste em uma circulação de oficinas audiovisuais de brinquedos ópticos para crianças de escolas públicas e seminários de cultura e meio ambiente. Em caráter complementar, são realizadas sessões de cinema ambiental movido a energia solar juntamente com apresentações artísticas de grupos da cultura popular e tradicional. Cada edição da mostra, em cada cidade, incluirá:Classificação indicativa: livreOficina audiovisual de brinquedos ópticos sustentáveis para crianças de escolas públicasAtividade de formação audiovisual, direcionada para crianças de escolas públicas, entre 06 e 12 anos de idade, com grupo de até 30 participantes. Nos encontros são trabalhados conteúdos ligados a preservação ambiental e a história do cinema com foco em noções de animação, capacitando os participantes para confeccionar brinquedos ópticos feitos com material reciclável. A partir daí as crianças são incentivadas a desenvolver suas narrativas cinematográficas.Classificação indicativa livreSeminário de cultura e meio ambienteAtividade de formação com estudantes de escolas públicas, ambientalistas, artistas populares, realizadores audiovisuais e sociedade civil. O seminário é um espaço para lançar um olhar coletivo para os ecossistemas locais em cada cidade identificando as potencialidades e desafios para sua preservação. Promove integração, troca de saberes e reflexão crítica através do diálogo horizontalizado.Classificação indicativa: livreApresentação artística de grupos da cultura popular e tradicional na abertura das sessões de cinema ambiental, protagonismo de artistas locais e compreendendo a cultura popular como guardiã da história, da memória e da biodiversidade local. Classificação indicativa: livreSessão de cinema ambiental movido a energia solar, projetando 04 curtas-metragens nacionais, selecionados por Chamada Pública, assegurado o uso de recursos de acessibilidade (legenda para surdos e ensurdecidos). Além de proporcionar lazer e entretenimento, as exibições têm caráter educativo abordando conteúdos relevantes para o público das periferias urbanas e comunidades rurais, levando para a tela narrativas que tocam em sustentabilidade, preservação ambiental e enfrentamento das mudanças climáticas.

Objetivos

OBJETIVO GERALContribuir para a garantia dos direitos culturais, democratização do ao cinema e valorização do patrimônio cultural e natural do Rio São Francisco através da circulação de uma mostra gratuita que inclui atividades formativas em audiovisual (oficinas de brinquedos ópticos e seminários de cultura e meio ambiente), em 10 cidades de 05 estados do Nordeste brasileiro (Bahia, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Rio Grande do Norte). OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Contemplar 10 cidades nordestinas oferecendo 02 dias de programação cultural gratuita em cada cidade, totalizando 20 dias de atividade;- Beneficiar territórios e pessoas em situação de vulnerabilidade, moradoras de periferias urbanas e comunidades rurais;- Realizar 10 oficinas audiovisuais de brinquedos ópticos sustentáveis, voltadas para para crianças de escolas públicas, contemplando 300 crianças;- Promover 10 seminários de cultura e meio ambiente incentivando a formação do pensamento crítico, com participação de estudantes, ambientalistas, artistas populares e realizadores audiovisuais, beneficiando até 4700 pessoas;- Realizar 10 sessões de cinema ambiental movido a energia solar, em espaços públicos, atingindo uma estimativa de 3000 pessoas;- Incluir 10 apresentações artísticas de grupos locais da cultura popular e tradicional na abertura das sessões de cinema;- Promover os direitos culturais através do cinema;- Fortalecer a engajamento do público com o audiovisual brasileiro e as questões ambientais e climáticas;- Disponibilizar legenda para surdos e ensurdecidos nas obras audiovisuais, intérprete de libras e estrutura acessível para pessoas com deficiência;- Contratar pelo menos 20 (vinte) agentes locais, sendo 02 em cada cidade, para atuar na produção local do projeto, gerando trabalho e renda e impulsionando a economia criativa das cidades atendidas;- Articular parceria com o Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco para ações conjuntas no âmbito da educação ambiental.

Justificativa

O projeto "Itinerância O Cinema é Rio: Kurta na Kombi pelo São Francisco" solicita o uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais (Lei nº 8.313/91) por ser um projeto cultural itinerante, de formação audiovisual integrada às causas ambientais e à cultura popular, que garante o acesso gratuito às atividades e incentiva a valorização da cultura brasileira e a preservação do Rio São Francisco.Nos termos do Art 1º da Lei Rouanet o projeto se enquadra porque:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;oferece mostra multicultural, com programação diversificada, para territórios e públicos em situação de vulnerabilidade (periferias urbanas e comunidades rurais), com acesso gratuito para todas as pessoas, visando democratizar os direitos culturais e mitigar as barreiras socioeconômicas.II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;promove a circulação em 05 estados nordestinos (Bahia, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Rio Grande do Norte) e fortalece a produção cultural e artística por meio da contratação local de artistas da cultura popular e tradicional, produtores, assistentes e outros fornecedores movimentando a cena da economia criativa em cada cidade.VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;constrói o seu conceito artístico a partir do olhar para Rio São Francisco como patrimônio cultural e natural a ser preservado, promovendo atividades que integram o audiovisual brasileiro, as manifestações da cultura popular e os debates contemporâneos sobre a preservação do meio ambiente e o enfrentamento das mudanças climáticas.VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;compreende a cultura como ferramenta para transformação social e (re)invenção de modos de vida mais justos e sustentáveis a partir de sua programação multicultural gratuita que reúne cinema, educação e sustentabilidade.IX - priorizar o produto cultural originário do País;cria um circuito cinematográfico itinerante que funciona como espaço de formação e janela de difusão para pujante produção audiovisual brasileira de curtas-metragens. No que tange ao Artigo 3º da mesma Lei, o projeto está alinhado aos seguintes objetivos:I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos (...); os seminários de cultura e meio ambiente são espaços de encontro, troca e formação do pensamento crítico a partir do diálogo horizontalizado entre estudantes de escolas públicas, ambientalistas, realizadores audiovisuais, artistas populares e sociedade civil. A escuta dos saberes tradicionais, modos locais de viver e de se relacionar com a natureza são expressados, servindo de ferramenta para gerar engajamento coletivo frente aos desafios ambientais enfrentados pelo território. e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;o projeto oferece programação multicultural em 10 cidades do Nordeste brasileiro, com acesso gratuito para todas as pessoasIV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;as atividades previstas na programação serão gratuitas para todas as pessoas e amplamente divulgadas, além de contar com recursos de acessibilidade. A "Itinerância O Cinema é Rio: Kurta na Kombi pelo São Francisco" foi desenvolvida a partir do histórico de experiência e consistência das ações do coletivo de cinema itinerante Kurta na Kombi, que há 05 anos e meio contribui para a garantia dos direitos culturais e a democratização do acesso ao cinema brasileiro e potiguar por meio de atividades de formação, circulação e exibição audiovisual no Brasil. O coletivo desenvolve ações e projetos de forma continuada, ocupando a lacuna existente entre a pujante produção audiovisual brasileira e a dificuldade do acesso por grande parte da população. O Informe de Mercado Cinematográfico (Ancine, 2024) revela que das 3.510 salas de exibição em funcionamento no ano de 2024, o sudeste concentra 52%, enquanto o nordeste, região com mais estados, fica na segunda posição com apenas 17% das salas (Ancine, 2024, p. 53), revelando uma desproporção assombrosa das possibilidades de acesso à sétima-arte. A grande contribuição da Itinerância o Cinema é Rio está em ativar novos circuitos audiovisuais pelo Nordeste, mitigando este cenário de desigualdade e ampliando o acesso à sétima arte para pessoas que residem em territórios geograficamente mais distantes e em contextos de vulnerabilidade socioeconômica. Além disso, o projeto gera oportunidade de trabalho e renda para agentes culturais, produtores, assistentes e fornecedores locais movimentando a economia criativa em cada cidade.Esta iniciativa propõe uma circulação audiovisual de caráter formativo, e com acesso gratuito, celebrando o Rio São Francisco enquanto patrimônio natural e cultural do Nordeste e do Brasil. Desta frma, atende cidades cuja história e o desenvolvimento social, econômico e cultural são atravessados pelas águas do Velho Chico: Juazeiro e Paulo Afondo (BA); Petrolina e Floresta (PE); Canindé de São Francisco e Propriá (SE); Piaçabuçu e Penedo (AL). Embora não se localizem da Bacia do São Francisco, foram incluídas as cidades potiguares de Jardim de Piranhas e Jucurutu (RN) que em Agosto de 2025 passaram a receber as águas do Rio São Francisco através das estruturas do Eixo Norte do Programa de Integração do Rio São Francisco, oferecendo segurança hídrica e dignidade a uma região historicamente afetada pela escassez de água e pela estiagem, além de impulsionar o desenvolvimento econômico. As oficinas audiovisuais propõem a confecção de brinquedos ópticos com materiais recicláveis, direcionadas para crianças de escolas públicas com mais dificuldade de acesso a estes conteúdos. A atividade contribui para o desenvolvimento de habilidades criativas, motoras e cognitivas nas crianças, ao mesmo tempo em que democratiza noções de animação audiovisual aliadas à conscientização ambiental. Os seminários de cultura e meio ambiente serão o grande espaço de confluência desta itinerância, promovendo integração, troca de saberes e posicionamento coletivo a partir do diálogo horizontalizado entre estudantes de escolas púbicas, ambientalistas, realizadores audiovisuais, artistas populares e sociedade civil. A mediação dos debates contará com a participação ativa de membros do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF) visibilizando programas de preservação ambiental e sustentabilidade que já atuantes nos territórios. A integração de apresentações artísticas de grupos locais da cultura popular e tradicional busca valorizar o patrimônio imaterial das comunidades beneficiadas, promovendo o protagonismo de artistas locais e compreendendo a cultura popular como guardiã da história, da memória e da biodiversidade local. As sessões de cinema gratuitas movidas a energia solar unem cultura e sustentabilidade, além de desempenhar um papel fundamental na promoção da cultura e do lazer para que as pessoas tenham acesso a filmes nacionais com temas que refletem suas próprias realidades. O projeto abrirá uma Chamada Pública de curtas-metragens na temática ambiental válida para todo o território nacional. A experiência cinematográfica coletiva é espaço de sensibilização do olhar coletivo e formação de público, favorecendo o diálogo entre gerações, fortalecendo o vínculo social e a construção de comunidades mais resilientes e sustentáveis.

Especificação técnica

O produto principal é a circulação de mostra multicultural com atividades formativas em audiovisual (oficinas e seminários), reunindo cinema, educação e sustentabilidade. Em caráter adicional o projeto também realizará apresentações de grupos da cultura popular e exibições de cinema. Circulação e locais: A mostra circulará por 10 cidades em 05 estados do Nordeste, garantindo abrangência geográfica de territórios cuja história e o desenvolvimento social, econômico e cultural são atravessados pelas águas do Rio São Francisco. As localidades incluem periferias urbanas e comunidades rurais de:- Juazeiro (BA)- Paulo Afonso (BA)- Petrolina (PE)- Floresta (PE) - Canindé de São Francisco (SE)- Propriá (SE)- Piaçabuçu (AL)- Penedo (AL)- Jucurutu (RN)- Jardim de Piranhas (RN)Embora não se localizem da Bacia do São Francisco, as 02 cidades potiguares foram incluídas pois passaram a receber as águas do Rio São Francisco através das estruturas do Eixo Norte do Programa de Integração do Rio São Francisco.Oficina audiovisual de brinquedos ópticos sustentáveis para crianças de escolas públicasEstrutura: A oficina é composta por dois módulos, sendo a primeira parte teórica com conteúdos relacionados a educação ambiental e a história do cinema com foco na animação, e a segunda parte prática com a confecção de brinquedos ópticos a partir de materiais recicláveis trazidos pelas crianças participantes. Duração: 04 horas por oficina/cidadeMaterial: Sala de aula, material escolar básico (papel, tesoura, cola, lápis de cor, canetinha, barbante), mini-lanternas, materiais recicláveis, equipamento de som básico, projetor, notebook, equipe técnica mínima para suporte.Projeto pedagógico: Visa contribuir para o desenvolvimento de habilidades criativas, motoras e cognitivas nas crianças, ao mesmo tempo que democratiza noções de animação audiovisual aliadas à conscientização ambiental. Público estimado: 300 crianças (30 por escola/cidade) Seminário de cultura e meio ambienteEstrutura: Encontro com estudantes de escolas públicas, ambientalistas, artistas populares, realizadores audiovisuais e sociedade civil para diálogo horizontal sobre as vivências do território em relação às questões climáticas e ambientais, contando com participação ativa do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco. Duração: 02 horas.Material: Espaço amplo aberto ou fechado e acessível, cadeiras, equipamento de som básico, equipe técnica mínima para suporte.Projeto pedagógico: Promover a troca de saberes entre diferentes grupos e gerações a partir das narrativas locais relacionadas ao Rio São Francisco, resgatando memórias coletivas capazes de sensibilizar para o bem viver comum, com enfoque nos desafios climáticos e ambientais de cada território. Público estimado: até 4700 pessoas (470 por cidade) Sessão de cinema ambiental com apresentação artística de grupo da cultura popular e tradicionalEstrutura: A abertura da atividade será feita por 01 grupo de cultura popular, trazendo visibilidade e reconhecimento para as manifestações artísticas locais. Em seguida haverá a sessão de cinema ao ar livre movida a energia solar garantindo autonomia e sustentabilidade. Serão exibidos 04 curtas-metragens nacionais na temática ambiental, selecionados por Chamada Pública. Os filmes selecionados receberão R$ 500,00 pela cessão dos direitos de exibição. Duração: 30 minutos de apresentação artística e até 90 minutos de exibição de filmesMaterial: Espaço amplo e acessível, estação móvel de energia solar, equipamento de som e projeção profissional, tela de projeção, cadeiras, iluminação, equipe técnica mínima para suporte.Projeto pedagógico: Valorizar a riqueza e a resiliência das manifestações da cultura popular e tradicional, proporcionar um ambiente de convivência comunitária, difusão e democratização do acesso a linguagem audiovisual e a conteúdos relacionados à preservação ambiental promovendo cidadania.Público estimado: até 3000 pessoas (300 por cidade)

Acessibilidade

A Itinerância O cinema é Rio apresentada ao mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais prevê 10% do valor total do projeto para garantia da acessibilidade plena (física e de conteúdo) em todas as suas etapas. As despesas do projeto estão fundamentadas pelo Art. 23º da Instrução Normativa do Minc nº 23, de 05 de Fevereiro de 2025. Acessibilidade Física: - As atividades serão realizadas em espaços públicos abertos (praças e áreas comunitárias), minimizando as barreiras arquitetônicas e facilitando o acesso de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.- A equipe realizará visitas técnicas em cada cidade para reconhecimento dos espaços físicos no intuito de previamente mitigar possíveis obstáculos de acesso.Acessibilidade de Conteúdo: - Contratação de profissional intérprete de libras para tradução simultânea durantes os seminários sobre cultura e meio ambiente, apresentações de grupos da cultura popular e tradicional e sessões de cinema. (Art. 23º Inciso II) - Contratação de serviço especializado de legenda descritiva em obras audiovisuais para legendagem dos 10 curtas-metragens selecionados pela curadoria. (Art. 23º Inciso II)- Contratação de profissional de designer gráfico para elaboração de materiais de divulgação e comunicação (impressos ou digitais) em formatos acessíveis, com linguagem clara, texto simples, contrastes adequados e recursos visuais, atendendo a diversas necessidades de compreensão. (Art. 23º Inciso V)- A equipe promoverá a busca ativa junto a associações de pessoas com deficiência nas regiões para garantir a ampla divulgação e participação inclusiva.

Democratização do acesso

O projeto prioriza a democratização e ampliação do acesso à cultura para públicos em situação de vulnerabilidade social, garantindo a gratuidade e implementando medidas que removem barreiras. - Forma de Distribuição e Comercialização: Todas as atividades formativas (oficinas de brinquedos ópticos para crianças de escolas públicas e seminários de cultura e meio ambiente), bem como as apresentações de artistas da cultura popular e sessões de cinema, serão oferecidas de forma totalmente gratuita nas 10 cidades, eliminando a barreira financeira para o acesso à cultura. - Medidas de Ampliação de Acesso: Localização Estratégica: A circulação em 10 periferias urbanas e comunidades rurais visa alcançar públicos que possuem acesso muito limitado ou inexistente a salas de cinema ou equipamentos culturais, levando a arte diretamente a seus territórios.Mobilização Comunitária Ativa: A contratação e remuneração de 20 agentes culturais (02 por cidade), além de fornecedores locais, será fundamental para o engajamento das comunidades com vistas a fortalecer a cultura como vetor de desenvolvimento e cidadania, além de movimentar a economia criativa local.Transporte (conforme necessidade): A partir das visitas técnicas nas cidades e das parcerias estabelecidas com lideranças, escolas e poder público, a equipe articulará transporte para participantes de áreas mais afastadas quando necessário.Engajamento e Mediação Cultural: A programação multicultural diversificada inclui atividades formativas - oficina de brinquedos ópticos sustentáveis com crianças de escolas públicas e roda de conversa sobre cultura e meio ambiente – que reforçam o papel mediador da cultura para promover o conhecimento, acionar trocas comunitárias, incentivar o pensamento crítico diante da realidade e a atuação coletiva em prol da preservação ambiental. As sessões de cinema, por sua vez, favorecem a integração comunitária e o diálogo entre gerações, promovendo o fortalecimento do vínculo social e a construção de comunidades mais resilientes e sustentáveis.Conteúdo Relevante: Todas as atividades da programação carregam o conceito do Rio São Francisco como patrimônio cultural e natural para o Nordeste e o Brasil, sensibilizando o público para refletir sobre seus modos de viver e se relacionar com os ecossistemas. Dessa forma, o projeto convoca as comunidades para a responsabilidade individual e coletiva pela preservação ambiental e o enfrentamento às mudanças climáticas.

Ficha técnica

A equipe central da Itinerância O Cinema é Rio: Kurta na Kombi pelo São Fracisco é formada considerando os critérios de equidade, diversidade e inclusão. Pessoas negras representam 71% da equipe, havendo uma paridade de entre homens e mulheres. Pessoas LGBTQIAPN+ ocupam 14,2% das funções. Contamos também com um mestre de cultura popular como integrante da equipe de produção, contribuindo para um aprofundamento da relação com a cultura tradicional. O projeto valoriza a contratação de profissionais de diferentes cidades e estados do Nordeste pela troca de experiências e por apostar na criação de oportunidades de trabalho e renda de forma descentralizada.Dirigente/ Coordenação GeralNome: Luiz Paulo de Oliveira (homem negro)Formação e experiência: Possui ensino médio completo. Músico auto-didatae produtor cultural atuante no campo da cultura periférica com iniciativas que passam pelo audiovisual, música e fotografia. Está à frente da empresa Umara Produções, criada em 2019, produzindo projetos que visam democratizar o acesso à cultura brasileira beneficiando pessoas e territórios em situação de vulnerabilidade. É idealizador e coordenador do coletivo Kurta na Kombi com ações de formação, circulação e exibição audiovisual em todo o Brasil.Produção executivaNome: Marcelle Janine Silva (mulher branca)Formação e experiência: Moradora da periferia de Natal/RN, ativista pela luta antimanicomial, produtora cultural formada em Produção Cultural pelo IFRN (Campus Cidade Alta Natal/RN), psicóloga formada pela UNESP (Campus Assis/SP). Atua no campo da economia criativa há mais de 10 anos, com experiência em iniciativas culturais que integram cinema, cultura, saúde mental e direitos humanos, e promovem o desenvolvimento de pessoas e comunidades. É membro do ponto de cultura Kurta na Kombi voltado à democratização do acesso ao cinema nacional.Coordenação pedagógicaNome: Carolinne Vieira Silva (mulher parda)Formação e experiência: Produtora criativa de audiovisual e ativista cineclubista da rede CICLO-CE (Cineclubes Organizados do Ceará). Formada em Letras pela Universidade Federal do Ceará (UFC) e pósgraduada em Semiótica Aplicada pela Universidade Estadual do Ceará (UECE). Organizou o Cineclube da Casa Amarela Eusélio Oliveira (2003-2007). Trabalhou como assistente de direção da Escola Pública de Audiovisual - Vila das Artes, onde atualmente atua como colaboradora do projeto Pontos de Corte. Foi diretora de articulação regional pelo Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros - CNC (2008-2010) e diretora de Acervo e Difusão (2010-2012). CuradoriaNome: Alexandre Antônio da Silva (homem branco LGBTQIAPN+)Formação e experiência: Produtor audiovisual, curador e editor dos festivais Curta Taquary, Poesia na Tela e Criancine. Estudou “Guioncinematográfico” e “Curadoria, gestão de network de festivas de cinema” na EICTV (Cuba). Atua no audiovisual desde 2005 na formação, difusão e produção de obras de curtas, longas e produtos para TV. Atua em ações de reflorestamento e recuperação de áreas desmatadas nos biomas caatinga, brejo de altitude e mata atlântica, além de recomposição de matas ciliares do rio Capibaribe.Fotógrafo/videomakerNome: Pedro Lucas S. Rebouças (homem negro)Formação e experiência: Graduado em Comunicação Social com habilitação em Radialismo pela UFRN. Atua profissionalmente como fotógrafo e videomaker, com ênfase em fotografia documental. Foi premiado no 7º Curta Caicó na categoria de melhor montagem pelo curta-metragem Desiré; no 1º Prêmio de Fotografia Palmares – Amplitude e Dignidade; e no Concurso Fotográfico de Natal.Produção localNome: Gláucio Teixeira da Câmara (homem negro mestre de cultura popular e tradicional) Formação e experiência: Ator, educador popular e mestre de tradições populares de São Gonçalo do Amarante (RN). Neto e sucessor do Mestre Lucas Teixeira dos Congos de Calçola e sobrinho do Mestre Sérvulo Teixeira do Bambelô da Alegria. Reconhecido como Mestre de Congo em 2010 e premiado pelo Ministério da Cultura em 2017. Tem formação técnica em Teatro pela Escola de Artes Cênicas João Leiros/PE/UFRN (1995-1997), graduando em Teatro pela UFRN. Fundador do Grupo PeduBreu, produtor cultural em diferentes frentes artísticas, inclusive na área de Cineclube onde desenvolve um projeto permanente de cinema comunitário. Construiu uma trajetória artística marcada pelo compromisso com a cultura popular e ações sociais, pela militância no Movimento Negro e pela atuação em instâncias de articulação culturais municipais, estaduais e nacional.Assistente de produçãoNome: Anny Kelly Gomes Gantas (mulher negra)Formação e experiência: Formada em Produção Cultural pelo IFRN (Campus Cidade Alta Natal/RN) e atua como produtora do Grupo de Cultura Popular Congos de Combate em São Gonçalo do Amarante (RN). Artesã e ativista cultural, integra e articula o Fórum Permanente de Cultura do município, com experiência em elaboração, coordenação e gestão de projetos, eventos e ações culturais. Sua trajetória é marcada pelo compromisso com a valorização da cultura popular, pela articulação em redes culturais e pela atuação em processos de incentivo, produção e fortalecimento da identidade cultural local.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

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