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PRONAC 2511566Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Exposição Xingu Reflexos Indígenas no Design Contemporâneo - Rio de Janeiro

YANKATU DESIGN ARTE E PROJETOS CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 349,4 mil
Aprovado
R$ 349,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Linha do tempo

  1. 01/01/2025
    Cadastro PRONAC
    Ano 25
  2. 01/03/2026
    Início previsto
  3. 12/05/2026Captando
    Autorizada a captação total dos recursos
  4. 30/04/2028
    Término previsto

Histórico inicial = baseline (situação atual no momento da primeira ingest). Próximas mudanças de status serão capturadas automaticamente a cada nova sincronização SALIC.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
Jundiaí
Início
2026-03-01
Término
2028-04-30
Locais de realização (4)

Resumo

O projeto propõe a itinerância da exposição 'Xingu _ Reflexos Indígenas no Design Contemporâneo', que evidencia o diálogo entre a tradição artesanal da etnia Mehinaku (MT) e o design brasileiro. A mostra ocorrerá no Rio de Janeiro (local a definir) e contará com acervo de peças cocriadas pelos artesãos Mehinaku com a designer Maria Fernanda Paes de Barros, além de fotografias, documentário e catálogo digital, com entrada gratuita.

Sinopse

ExposiçãoA mostra Xingu – Reflexos Indígenas no Design Contemporâneo apresenta o resultado das interações entre a designer Maria Fernanda Paes de Barros (Yankatu) e os artesãos da etnia Mehinaku, do Alto Xingu (MT). A itinerância para o Rio de Janeiro amplia o alcance do projeto e convida o público a refletir sobre a força simbólica e estética das tradições indígenas.O visitante encontrará cestarias, redes, máscaras, bancos zoomorfos, peças de vestuário, mobiliários contemporâneos e registros fotográficos e um documentário que revela o processo de criação e a imersão cultural que deu origem às obras.Classificação indicativa: Livre.Roda de ConversaA ação propõe o encontro entre curadores, artesãos e equipe do projeto, abordando temas como a contribuição indígena ao design brasileiro, sustentabilidade e preservação cultural.Classificação indicativa: Livre.

Objetivos

OBJETIVO GERALContribuir para o reconhecimento e valorização das relações entre arte, design e produção artesanal indígena, evidenciando a força estética, simbólica e cultural da etnia Mehinaku, do Alto Xingu, no cenário do design brasileiro contemporâneo. Por meio da apresentação da exposição no Rio de Janeiro, o projeto busca ampliar o alcance da experiência estética e reflexiva iniciada em São Paulo, fortalecendo o diálogo entre tradição e contemporaneidade, promovendo o acesso gratuito à cultura e reforçando a visibilidade da produção feminina da aldeia.OBJETIVOS ESPECÍFICO1. Realizar 1 edição da exposição no Rio de Janeiro com duração mínima de dois meses.2. Exibir 1 documentário de 9 minutos, com sessões públicas presenciais (em looping) e exibição online.3. Oferecer 1 oficina artesanal com técnicas indígenas de trançado, ministrada por artista indígena da etnia Mehinaku e da designer cocuradora.4. Realizar 1 roda de conversa com duração mínima de 1h com os principais agentes do projeto e representantes da aldeia Kaupüna.5. Atender cerca de 3.000 visitantes presenciais durante a mostra.

Justificativa

Estar em contato com a ancestralidade é uma das melhores formas de compreender o presente e refletir sobre o futuro. Assim, ao traçar um paralelo entre arte, artesanato, design e identidade brasileira, o projeto busca evidenciar as múltiplas contribuições indígenas para a formação estética e simbólica do país.A exposição "Xingu: Reflexos Indígenas no Design Contemporâneo" apresenta o resultado das interações entre artesãos da etnia Mehinaku, do Alto Xingu, e a Yankatu, marca da designer Maria Fernanda Paes de Barros, que incorpora tradições artesanais brasileiras em obras de arte e design. O diálogo entre tradição, autenticidade, simbologia e funcionalidade se traduz em objetos contemporâneos que refletem o universo estético e social da etnia.Após o sucesso da mostra em São Paulo, no Museu A CASA do Objeto Brasileiro — que recebeu ampla visitação e cobertura positiva da imprensa especializada — a ida para o Rio de Janeiro amplia o alcance da proposta, permitindo que novos públicos tenham acesso a essa narrativa sensível sobre identidade e pertencimento.O projeto surgiu a partir da vivência da designer na aldeia Kaupüna, a convite dos líderes locais, e evidencia a sofisticação das técnicas e materiais utilizados pelo povo Mehinaku — como a palha de buriti, madeira, sementes e algodão tingido artesanalmente. Localizados no Parque Nacional do Xingu (MT), os Mehinaku possuem uma longa tradição artesanal e um sistema comunitário de produção consolidado. Apesar de já inseridos no mercado cultural, preservam estética, valores e técnicas ancestrais transmitidas de geração em geração. Suas criações — bancos zoomorfos, esteiras, cestos, máscaras e adornos — inspiram-se nos grafismos corporais e nas cosmologias da etnia, representando sua visão de mundo.Integrar universos com tantos significados culturais em objetos contemporâneos é o principal desafio do projeto. Maria Fernanda propõe uma abordagem colaborativa em que o design não sobrepõe o fazer artesanal, mas o amplia — respeitando seus códigos e propondo novas aplicações e leituras. Essa metodologia participativa, já experimentada em comunidades de Minas Gerais e do Pará, reforça o compromisso da Yankatu com um processo horizontal, baseado na escuta, na troca e na coautoria.O projeto que deu origem à Coleção Xingu busca revelar traços da identidade brasileira por meio do diálogo entre ancestralidade e contemporaneidade, propondo novas leituras para o design e a arte. Além de fortalecer o vínculo entre tradição e inovação, a iniciativa estimulou a valorização criativa dentro da aldeia, especialmente entre os jovens. Um dos impactos mais significativos observados nas oficinas e na exposição em São Paulo foi a ampliação do reconhecimento das mulheres Mehinaku, cuja participação no processo de criação reforçou sua representatividade e protagonismo na produção artesanal da etnia.A exposição reúne bancos zoomorfos, esteiras, cestos, esculturas e redes, além de obras artísticas e de mobiliário assinadas pela designer a partir de suas vivências na aldeia — como a Poltrona Ariranha, o Balanço Kaupüna, os Bancos Embira e Burit, o aparador e a obra Caminho, de obras de vestuário, como a Saia Xingu e a Veste Arianha. Fotografias, um minidocumentário e uma mesa tátil complementam a mostra, aproximando o visitante das texturas, cores e matérias-primas utilizadas nos objetos.Ao utilizar o mecanismo de incentivo à cultura, a proposta se enquadra nos incisos I e IV do Art. 1º da Lei nº 8.313/91, ao valorizar expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e incentivar a preservação dos modos de criar, fazer e viver de uma comunidade indígena. Cumpre ainda os objetivos do Art. 3º, ao promover o acesso democrático, estimular a diversidade cultural e fortalecer a formação de público, gerando diálogo entre o universo indígena e o urbano, o tradicional e o contemporâneo.A itinerância carioca reforça o papel do projeto como plataforma de escuta e visibilidade indígena, transformando o espaço expositivo em um ambiente de intercâmbio e valorização cultural. Mais que uma ampliação geográfica, essa nova etapa consolida um processo artístico, educativo e social que reconhece o artesanato como expressão de identidade e força transformadora nos campos da arte e do design brasileiro contemporâneo.

Estratégia de execução

Enquanto contrapartida social e compromisso com o acesso à cultura, o projeto:Oferece entrada gratuita e acessibilidade integral;Promove visitas guiadas e atividades educativas;Garante divulgação ampla por meio da imprensa e redes sociais;Valoriza a preservação do patrimônio cultural indígena, destacando o papel dos artesãos Mehinaku na economia criativa;Integra ao espaço expositivo o acervo documental (fotográfico, audiovisual e textual) produzido na etapa anterior, ampliando o alcance educativo e simbólico do projeto.A itinerância consolida Xingu – Reflexos Indígenas no Design Contemporâneo como um exemplo de design relacional e colaborativo, reafirmando que o verdadeiro avanço do design brasileiro está em reconhecer a sabedoria ancestral como parte essencial da inovação contemporânea.

Especificação técnica

Exposição - A expografia será adaptada para o local da itinerância no Rio de Janeiro, com duração mínima de dois meses e acesso gratuito. O ambiente contará com mesa tátil, textos em Braille, vídeos com versões em LIBRAS e audiodescrição, garantindo acessibilidade plena. A exposição busca ampliar o diálogo entre tradição e contemporaneidade e fortalecer a visibilidade da produção feminina da aldeia Mehinaku, evidenciando o papel das mulheres como protagonistas na preservação e reinvenção de seus saberes artesanais.Roda de Conversa - aberta ao público, com duração mínima de 1 hora, reunindo curadores, artesãos Mehinaku, a designer Maria Fernanda Paes de Barros e equipe do projeto. O encontro abordará temas como contribuição indígena ao design brasileiro, sustentabilidade e fortalecimento da produção artesanal feminina, com acessibilidade garantida (LIBRAS, autodescrição e estrutura adaptada)Catálogo digital (já produzido) - O arquivo digital conta com cerca de 200 páginas, trazendo toda a concepção, história e dados técnicos do projeto, além das obras que compõem a exposição. Minidocumentário (já produzido) - O vídeo tem cerca de 8 minutos de duração e apresenta depoimentos e imagens dos processos de produção das obras na aldeia Kaupüna, no Xingu, oficinas de tingimentos e imersão da equipe na aldeia. Estão disponíveis nas versões com interpretação em LIBRAS e legendas em Língua Portuguesa, e com audiodescrição. Folder - Estão previstas 1000 unidades de um folder no formato A6, com pelo menos quatro páginas que terão um resumo da exposição, ficha técnica e serviço da mostra. Os textos do folder estarão disponíveis para consulta em uma apostila em Braille.

Acessibilidade

PRODUTO: EXPOSIÇÃOACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: O local da exposição deve possuir estrutura como corrimões, rampas e banheiro adaptado.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Tradução para o Braille dos textos de apresentação e fichas técnicas da exposição. A mostra conta com mesa tátil com materiais que podem ser tocados. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: o único produto audiovisual é o vídeo, que já consta com duas versões, uma com interpretação em LIBRAS e legendas em Língua Portuguesa, além de outra com audiodescrição. PRODUTO: RODA DE CONVERSAACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: O local da exposição deve possuir estrutura como corrimões, rampas e banheiro adaptado.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Autodescrição dos participantesACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Interpretação em LIBRAS - Língua Brasileira de Sinais.

Democratização do acesso

1. Gratuidade e acessibilidade em todos os produtos.2. Visitas guiadas gratuitas e atividades educativas voltadas a escolas públicas, grupos indígenas, coletivos culturais e ONGs locais.3. Os materiais já existentes — como vídeos e fotos produzidos na primeira etapa — serão utilizados para divulgação online e educativa, disponíveis nas plataformas digitais (Youtube e Instagram) da Yankatu, ampliando o acesso remoto e o legado cultural da iniciativa.

Ficha técnica

MARIA FERNANDA PAES DE BARROS | CPF: 125.517.868-00 | DIREÇÃO GERAL E CURADORIAMaria Fernanda Paes de Barros é designer e criou a Yankatu em 2015. A palavra que dá nome à sua marca, na crença do povo Kamayurá, significa a nossa terceira alma, nossa essência - a verdadeira beleza. Após mais de 20 anos dedicados ao design de interiores, encontrou uma nova forma de contar histórias. Pesquisa as tradições artesanais brasileiras e busca incorporá-las às suas criações, produzindo peças que as valorizam, aliando arte, delicadeza, inspiração e memórias. A Yankatu desenvolve projetos com artesãos brasileiros, tendo como propósito apresentar seu artesanato através de um novo olhar, que respeita sua identidade, celebra sua história e valoriza o artesão, mostrando a riqueza cultural brasileira e a importância da salvaguarda destas tradições para o desenvolvimento econômico, social e ambiental das comunidades.Suas obras são sempre acompanhadas de um pequeno livro, ao qual chama de “alma”, revelando a inspiração que deu origem à peça e também a história e técnicas dos artesãos com os quais trabalhou. A cada projeto mergulha em uma região, seus ofícios e as vidas das pessoas que os fazem. Uma pesquisa regida pelo olhar, feita com sensibilidade, respeitando o ritmo ditado pelo tempo.Com a Yankatu, já teve a chance de realizar 9 (nove) projetos em parceria com artesãos de Minas Gerais, Pará, Paraíba e Parque Nacional Xingu. Também participou de 13 exposições espalhadas pelo Brasil afora, além de outras 7 mostras internacionais em cidades como Genebra, Milão, Nova Iorque, Paris, entre outros. KULYKIRDA MEHINAKU | CPF: 016.689.671-38 | CO-CURADOR E PRODUTOR LOCALNascido e criado pelo povo Mehinaku, no território Indígena do Xingu, Mato Grosso. Seu nome significa rosto de curica, uma espécie de papagaio da região amazônica.É técnico em Agroecologia e agente Indígena de Saúde (AIS), Kulykirda começou a fazer bancos na adolescência, aos 13 anos de idade, motivado pelo costume de seu povo de produzir estas peças para uso próprio.A possibilidade de comercialização também foi um incentivo, já que na época a venda de bancos era a principal fonte de renda do povo Mehinaku, viabilizando idas à cidade para a realização de cursos e a compra de objetos industriais hoje inseridos no cotidiano indígena.ANGELO MIGUEL | CPF: 412.295.608-07 | PRODUÇÃO EXECUTIVAAngelo Miguel é jornalista e produtor cultural, com mais de catorze anos de experiência na interseção entre comunicação, produção executiva e assessoria de imprensa. É graduado em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade de Santo Amaro e pós-graduado em Comunicação e Marketing pela Universidade Anhembi Morumbi.Fundador e diretor da Bacuri Comunicação, agência especializada em Cultura, Design, Decoração e Sustentabilidade, atua na criação e gestão de estratégias que conectam imprensa, criadores, marcas e instituições, fortalecendo a economia criativa brasileira.Desde 2011, coordena projetos culturais de alcance nacional, assinando a produção e comunicação de mais de 50 exposições — entre elas Qual o Seu Papel?, Cerâmicas do Brasil, Fio da Meada e A CASA Bordada —, além de feiras como o Bazar da Cidade e o Mercado das Madalenas. Também foi responsável pela produção de cinco edições do Prêmio Objeto Brasileiro, promovido pelo Museu A CASA.Entre seus trabalhos mais recentes estão iniciativas de grande impacto, como o projeto Xingu – Reflexos Indígenas no Design Contemporâneo, o Festival ODS das Artes – Caminhão ODS, o Programa Global Goals Educa e o Cine Juá, todas iniciativas realizadas através de Leis de Incentivo culturais. Combinando produção executiva e comunicação estratégica, Angelo busca valorizar saberes tradicionais, fortalecer vínculos entre arte e sociedade e aproximar marcas de causas culturais e sociais de relevância.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

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