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PRONAC 2511574Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Do Inferno ao Sagrado: Pesquisa e Criação

EDSON LUIZ DE SOUSA ALVES
Solicitado
R$ 168,1 mil
Aprovado
R$ 168,1 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Produção de websérie
Enquadramento
Artigo 26
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
CE
Município
Brejo Santo
Início
2026-01-12
Término
2026-07-31
Locais de realização (1)
Brejo Santo Ceará

Resumo

O projeto "Do Inferno ao Sagrado - Pesquisa e Criação" propõe a realização de uma série audiovisual composta por onze (11) mini documentários voltados às redes sociais, dedicados à pesquisa, registro e difusão da história e da simbologia que compõem a formação cultural de Brejo Santo, cidade do Cariri Cearense. A iniciativa representa a etapa de pesquisa e criação de um projeto literário posterior — o livro Um Cabresto de Sangue no Alvo do Fogo do Destino — e tem como objetivo valorizar a memória coletiva, o patrimônio imaterial e as peculiaridade de Brejo Santo. Os vídeos serão disponibilizados gratuitamente em plataformas digitais, com recursos de acessibilidade (legendas, Libras e audiodescrição), garantindo democratização do acesso, com amplo alcance educativo e cultural.

Sinopse

Do Inferno ao Sagrado é uma série audiovisual composta por onze (11) mini documentários sobre a formação cultural da cidade de Brejo Santo, Ceará, em seus aspectos simbólicos, históricos e folclóricos.EP01 - A Caldeira do Inferno: Bar icônico em atividade desde a década de 1960, transformado em ponto turístico, costurou gerações com boemia e boa música, tendo Chico Sinésio como fundador, proprietário e atendente desde sua inauguração até os dias atuais. Em 2024, Chico se vê acometido por alzheimer e a familia se prepara para a perpetuação de seu legado.EP02 - O Rói: Casa de prostituição cujo nome original era Sorriso da Noite, perdeu parte de seu letreiro numa tempestade restando apenas as letras R, do sorriso; O e I da noite, criando uma palavra própria da cidade, no vocabulário de seus moradores, para se referir aquele estabelecimento. A expressão virou palavrão e tabu, mas a atividade permaneceu, se espalhando por onde hoje conhecemos como Rua do Rói.EP03 – A Queimada do Mei: localidade rural que se transformou em torno da fé em São Sebastião, a quem, pela crendice popular, é creditado o milagre de salvação de dezenas de fieis durante Grande Seca de 1932.EP04 - Os Hábeis: Em 1960, Os Beatles e a Jovem Guarda se espalham com força total e chegam a Brejo Santo inspirando o sonho de um grupo de amigos aspirantes a músicos. De desconhecidos a ícone do rock, Os Hábeis viram referência e passam a fazer shows pelo Nordeste.EP05 - O Cine Alvorada: Marco da modernidade de Brejo Santo nos anos de 1960, o Cina Alvorada marcou uma época de auge cultural na cidade, criado por iniciativa de comerciantes locais, liderado por Benoni de Araújo, até hoje insubstituível em sua iniciativa visionária. EP06 - A Difusora Municipal: Zezin Moreira foi responsável por embalar o cotidiano local com músicas e notícias por décadas em Brejo Santo. Sua voz marcou a memória e o saudosismo dos moradores, que eram recepcionados no centro da cidade por seu timbre inconfundível.EP07 - A Banda Municipal: Presença marcante e indispensável nos eventos oficiais de Brejo Santo, a Banda de Música Maestro Olívio Lopes Angelim, é reconhecida como Patrimônio Histórico e Cultural, sendo responsável pela formação gratuita de músicos até os dias atuais.EP08 – O Carro dos Funerais: Um carro de som deslisa solene pela cidade com um anúncio que ecoa por décadas. O Convite Missa anuncia, diariamente, falecimentos, velórios, missas de corpo presente, de sétimo dia, cortejos fúnebres e aniversários de morte. Uma presença promove celebração e despedida entre “parentes, amigos e o povo em geral”.EP09 - A Pedra do Urubu: Uma formação rochosa marca a paisagem de um sítio arqueológico, o qual, junto com o Buraco da Onça, a Cacimbinha e a Nascença, formam um território rico em lendas e fatos sobre a origem da cidade.EP10 – Brejo Santo União Clube: Por décadas, O Clube, como ficou popularmente conhecido, foi referência do que havia de melhor na cidade: os carnavais, os fins de semana na piscina, os bailes noturnos com orquestras, os concursos de beleza e as festas de debutantes da elite. Hoje, enfrenta a decadência e busca adaptar-se às demandas de uma nova juventude. EP11 - A Igreja do Sagrado Coração de Jesus: instituição religiosa que estruturou, ao longo do último século, um calendário de ritos e eventos que marcaram a memória coletiva da cidade: as procissões dramáticas com imagens de santos em tamanho real, o parque de diversões, a máquina de sorvete e as histórias de amor.

Objetivos

OBJETIVO GERAL:Realizar uma série de onze (11) mini documentários voltados às redes sociais, dedicados à pesquisa, registro e difusão dos aspectos históricos e simbólicos que compõem a formação cultural de Brejo Santo, Ceará, promovendo a valorização da memória coletiva, do patrimônio imaterial e da identidade da cidade, como etapa de pesquisa e criação do livro Um Cabresto de Sangue no Alvo do Fogo do Destino.OBJETIVOS ESPECÍFICOS:Investigar e registrar depoimentos, relatos orais e memórias de moradores e artistas de Brejo Santo, contribuindo para a salvaguarda da cultura imaterial local.Documentar lugares e fatos emblemáticos da cidade — como a Caldeira do Inferno, a Igreja do Sagrado Coração de Jesus, o Cine Alvorada, a Difusora Municipal, a Banda Municipal, o Conjunto Musical Os Hábeis, o Rói, A Queimada do Mei, o Carro de Som dos Funerais, o Brejo Santo União Clube e a Pedra do Urubu — destacando seu papel na construção do imaginário coletivo brejossantense.Garantir acessibilidade plena ao conteúdo audiovisual, por meio de legendas, janela de Libras e audiodescrição, assegurando o acesso de pessoas com deficiência auditiva, visual.Difundir gratuitamente os documentários em canal digital de livre acesso (YouTube e redes sociais), estimulando a democratização do acesso à cultura e à informação sobre o patrimônio de Brejo Santo.Contribuir para a formação de público e o fortalecimento da identidade cultural da população local, especialmente entre jovens e estudantes, aproximando-os de sua história e tradições.Consolidar a pesquisa artística e documental como base para a etapa posterior de criação literária do livro Um Cabresto de Sangue no Alvo do Fogo do DestinoValorizar a produção artística e técnica nordestina, priorizando a contratação de profissionais da região do Cariri nas diferentes etapas do projeto.

Justificativa

O projeto "Do Inferno ao Sagrado - Pesquisa e Criação" propõe uma série audiovisual composta por onze(11) mini documentários, voltada às redes sociais e dedicada à investigação dos aspectos históricos, artísticos e simbólicos que compõem a formação cultural da cidade de Brejo Santo, Ceará.A proposta representa a etapa de pesquisa e criação de um projeto mais amplo, que culminará na produção do livro Um Cabresto de Sangue no Alvo do Fogo do Destino, obra de ficção inspirada em fatos, lugares e personagens reais do município investigados nesse projeto. Nesta fase, o objetivo central é registrar, difundir e valorizar narrativas e memórias locais que vêm se perdendo com o crescimento urbano, as transformações geracionais e a influência da tecnologia.Partindo de dois polos simbólicos que dão nome à série — a Caldeira do Inferno, bar icônico em atividade desde a década de 1960 e transformado em ponto turístico, e a Igreja do Sagrado Coração de Jesus, instituição religiosa que estruturou, ao longo do último século, um calendário de ritos e eventos que marcaram a memória coletiva da cidade —, o projeto percorre o imaginário brejossantense e seu cotidiano fabuloso.O conjunto de episódios abordará locais e personagens emblemáticos: o Rói, casa de prostituição cujo nome original era Sorriso da Noite; a Queimada do Mei, localidade rural que se transformou em torno da fé em São Sebastião; a banda Os Hábeis, ícone do rock local nos anos 1970; o Cine Alvorada, primeiro e único cinema da cidade; a Difusora Municipal, responsável por embalar a cidade com música e notícias; a Banda Municipal, formadora de músicos até os dias atuais; o Carro de Som dos Funerais; e a Pedra do Urubu, formação geológica central nas lendas de origem da cidade.O projeto se ancora nos conceitos de memória, ancestralidade e identidade, buscando registrar o patrimônio imaterial e os modos de vida que moldaram a história de Brejo Santo e sua inserção na rica diversidade cultural do Cariri cearense.Alinhado à Lei Rouanet (Lei nº 8.313/91), o projeto contribui diretamente para:a democratização do acesso à cultura, com difusão gratuita online;a preservação de bens imateriais e tradições locais;a valorização da produção cultural regional; eo fomento à pesquisa artística e documental.Com um formato voltado às redes sociais, os vídeos serão disponibilizados gratuitamente em canal digital, com legendas, janela de Libras e audiodescrição, ampliando o alcance educativo e inclusivo da iniciativa.Assim, "Do Inferno ao Sagrado - Pesquisa e Criação" consolida-se como um projeto de valorização da memória coletiva, documentação audiovisual e estímulo à consciência cultural, promovendo o reconhecimento de Brejo Santo como território simbólico e singular no contexto do Cariri Cearense.

Especificação técnica

A série Do Inferno ao Sagrado é composta por 11 (onze) vídeos em FULL-HD, com duração média de 10(dez)minutos cada, com trailers em formatos curtos para as redes sociais e episódios completos publicados no youtube

Acessibilidade

O projeto “Do Inferno ao Sagrado – Pesquisa e Criação” adota práticas de acessibilidade que asseguram o acesso e a comunicação com pessoas com deficiência auditiva e visual.Todos os onze mini documentários serão produzidos com legendas em português, janela de Libras e audiodescrição, seguindo as normas de acessibilidade audiovisual. O conteúdo será disponibilizado gratuitamente em canal digital, acessível por dispositivos móveis, ampliando o alcance a públicos diversos e garantindo inclusão comunicacional. Além disso, nas exibições presenciais realizadas nos bairros periféricos de de Brejo Santo (CE), haverá intérprete de Libras e as condições de acessibilidade física dos locais serão verificadas.Com essas ações, o projeto reafirma seu compromisso com a inclusão cultural, assegurando que pessoas com deficiência usufruam de forma plena de seu conteúdo.

Democratização do acesso

O projeto contribui para a democratização do acesso à cultura ao disponibilizar gratuitamente todos os seus produtos — os onze mini documentários — em plataformas digitais abertas (YouTube e redes sociais). A proposta busca atingir amplos públicos, especialmente moradores de Brejo Santo e da região do Cariri Cearense, valorizando o direito à memória e ao acesso à produção cultural local.Também serão realizadas exibições públicas gratuitas dos vídeos em bairros de periferia da cidade: Morro Dourado, René Lucena I e Alto da Bela Vista. Além do São Sebastião, vila em zona rural. A apresentações serão seguidas de rodas de conversa sobre a história e os símbolos da formação de Brejo Santo, estimulando o pertencimento e a educação patrimonial, priorizando a ação em áreas muitas vezes ignoradas em outras iniciativas públicas.Essas ações fortalecem o caráter inclusivo da iniciativa, garantindo que os resultados da pesquisa e criação estejam acessíveis a toda a comunidade, sem restrições econômicas, geográficas ou sociais — em alinhamento com os princípios da Lei Rouanet (Lei nº 8.313/91).

Ficha técnica

EDSON SOUSA(PROPONENTE) - Direção e Roteiro.· Edson Sousa é natural de Brejo Santo, CE, tendo realizado sua formação em artes cênicas em João Pessoa, PB. Como ator, ingressou no circuito profissional em 2008. Seus trabalhos passam pelo teatro e o cinema, com destaque para o espetáculo Efemérico, de Eliézer Rolim; com participação no Festival Nordestino de Teatro de Guaramiranga; o longa Beiço de Estrada, de Eliézer Rolim e os curtas Desenredo, de Edson Lemos e Confissão, de Paulo Phelippe. Nos anos 2017 e 2018 aprofunda seus estudos em atuação para cinema em Recife, PE e em teatro na formação livre Carpintaria da Cena, Crato, CE, promovida pelo Grupo Ninho de Teatro, do qual foi integrante no ano de 2019. Em 2022 passa a integrar o Coletivo Atuador, grupo de pesquisa em produção e atuação para audiovisual, de João Pessoa, PB, no qual também integra a Sala de Roteirista. Formado em Arquitetura e Urbanismo pela UFPB e pós-graduado em Paisagismo pela UNIPÊ, pesquisa acessibilidade surda em projetos de praças. É tradutor e intérprete de LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais, direcionando sua carreira para interpretação e tradução tanto em teatro quanto em arquitetura. Em 2024, passou a se dedicar mais à escrita, tendo roteirizado o curta Confissão, e iniciado o livro Cronicas de Base Alucinógena. DRT:1256/PB – Artista/ator.EDSON LEMOS(PÓS-PRODUÇÃO) - Colorimetria e finalizaçãoCineasta bacharel e mestre em cinema, Edson pesquisa e desenvolve processos criativos experimentais em filmes de ficção. Seu longa-metragem de estreia, “Estrangeiro” (2018), estreou na 17a Mostra do Filme Livre em Brasília, Rio de Janeiro e São Pauloe participou de diversos festivais nacionais e internacionais, incluído no Panorama Brasilda Mostra Sesc de Cinema em 2019. Dirigiu também os curtas “E Agora, Você” (2019), “Desenredo” (2025) e “Quando Sair Lá Fora Serei Ana (codirigido com Jamila Facury, 2025). Laureado como Melhor Diretor no Festival de Cinema de Pedra Azul (2018) por “Estrangeiro” e Melhor Montagem na Mostra Competitiva do Festival de Brasília (2022) por ambos os curtas “Calunga Maior”, de Thiago Costa, e “Nem o Mar Tem Tanta Água”, de Mayara Valentim. Paralelamente à direção, Edson acumula vasta experiência como montador e colorista, a exemplo dos longas “Aponta Pra Fé” (2020), de Kalyne Almeida; “Rosa Tirana” (2021), de Rogério Sagui; “A Serena Onda Que o Mar Me Trouxe” (2024), de Edson Ferreira; “Malaika” (2025), de André Morais; e “Camarada Zezita, Severina Me Salvou” (2025), de Aécio Amaral e Ed Junior; a série “Navio do Sertão” (2025_, de Patrícia Pinheiro e Aline Paixão e outros.FRANCISO LUIZ E EQUIPE (PRODUÇÃO E PÓS-PRODUÇÃO): Fotografia, edição de som e imagem, montagem.Artista transmídia, educador e pesquisador. Graduado em Artes Visuais pela URCA. Nascido e residente no Cariri Cearense.Explora diversas linguagens, com ênfase no desenho, pintura, fotografia e videografia. Ilustrou diversas capas de álbuns de artistas da música, cartazes de shows, espetáculos e eventos. Participou da direção de fotografia em videoclipes, videoperformances e curtas-metragens. Bem como também fotografia still em filmes e singles, making-off, cobertura fotográfica e criação de teasers para shows, eventos e vivências artísticas. É proprietário da produtora Na Nuvem, com sede no Crato, CE.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.