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A presente proposta visa a realização do TORTO - Festival Internacional de Animação na cidade de Salvador, durante 06 dias, contando com uma programação composta por exibições de curta-metragens, longas-metragens e videoclipes nacionais e internacionais, além de ações formativas como oficinas, debates pós-sessão, rodas de conversa, masterclasses e intercâmbios com artistas, educadores e animadores.
TORTO – Festival Internacional de Animação surge do desejo de criar um espaço de encontros e trocas a partir do universo da animação como ferramenta potente de imaginação de mundos outros. Torto é o caminho não linear, o traço livre, aquilo que não se encaixa — e por isso mesmo, se reinventa. Aqui, valorizamos narrativas dissidentes, vozes subalternizadas e perspectivas singulares em suas múltiplas e diversas subjetividades.Serão seis dias de programação com exibições de curta-metragens, longas-metragens e videoclipes nacionais e internacionais, além de ações formativas como oficinas, debates pós-sessão, rodas de conversa, masterclasses e intercâmbios com artistas, educadores e animadores. O festival se encerra com uma sessão especial e cerimônia de premiação.Com o intuito de descentralizar e democratizar o acesso ao cinema de animação, todas as sessões serão gratuitas e contarão com tradução dos filmes internacionais e medidas de acessibilidade. A mobilização de público será uma frente estruturante da proposta, com transporte previsto para estudantes, pessoas da terceira idade e grupos vinculados a instituições parceiras.O festival também irá promover a participação presencial dos realizadores brasileiros durante o evento, como parte fundamental da troca e da criação de redes. Assim, após cada sessão, haverá um espaço de diálogo direto do público com quem está por trás dos filmes, possibilitando a oportunidade de conhecer e trocar sobre temáticas, desafios, técnicas e processos diversos do universo da animação. Reafirmando nosso compromisso com a diversidade, a equipe do projeto é majoritariamente formada por mulheres, pessoas LGBTQIAPN+ e profissionais do Nordeste. TORTO propõe uma experiência sensível e formativa, voltada à diversidade, à construção de memórias e à ampliação do acesso à produção audiovisual. Acreditamos que o cinema de animação carrega a potência de ver o mundo por caminhos não-lineares — e por isso mesmo, profundamente singular e diverso.
Objetivo Geral: Realizar a primeira edição do TORTO - FESTIVAL INTERNACIONAL DE ANIMAÇÃO durante 06 dias em Salvador, com exibições de curtas, longas e videoclipes nacionais e internacionais de animação, além de ações e atividades paralelas.Objetivos Específicos:Difundir a produção contemporânea de animação, em 3 sessões competitivas de curtas nacionais, 3 sessões competitivas de curtas internacionais, 1 sessão competitiva de videoclipes, 1 sessão competitiva de curtas estudantis, 1 mostra de curtas infantis e 5 sessões não competitivas de longa-metragens, com exibição de aproximadamente 50 obras de diferentes regiões e países;Afirmar uma curadoria comprometida com narrativas dissidentes e não-hegemônicas, priorizando obras que dão visibilidade a vozes frequentemente invisibilizadas no campo audiovisual, como mulheres, pessoas LGBTQIAPN+, pessoas racializadas, povos originários e artistas periféricos;Estimular a troca de experiências entre realizadores, público e profissionais da área, por meio de debates com a presença dos realizadores das obras após a sessão, incentivando reflexões sobre processos criativos, técnicas e temas abordados nas obras exibidas;Fomentar a formação técnica e artística em animação, oferecendo oficinas práticas e teóricas para diferentes perfis de público, como crianças, jovens e adultos;Realizar uma masterclass, sobre processos de coprodução internacional na animação;Possibilitar o diálogo e reflexões sobre a produção independente de animação no Brasil, com convidados de diferentes regiões do país;Reconhecer e valorizar a excelência artística e técnica das obras, por meio de uma premiação que contempla diferentes aspectos da realização em curta-metragem de animação.
O Festival TORTO surge da urgência de criar um espaço dedicado à exibição, valorização e reflexão sobre as múltiplas possibilidades da linguagem da animação — especialmente aquelas que partem de perspectivas dissidentes e não-hegemônicas. Salvador, cidade com uma efervescente produção cultural, ainda carece de um festival internacional de animação ativo, e sobretudo de um evento que tenha como foco curatorial obras com narrativas potentes que desafiam os modelos normativos de representação, estética e produção.Nos últimos anos, a produção de animação na Bahia tem crescido de forma significativa, com filmes sendo reconhecidos em festivais dentro e fora do Brasil. Ainda assim, as atividades de formação, circulação e exibição da linguagem são escassas. É nesse contexto que o Festival TORTO se propõe a atuar como um espaço de encontro, fomento e celebração da diversidade de olhares e formas presentes na animação contemporânea.A criação de um festival internacional amplia o alcance e a potência desse diálogo. O intercâmbio com obras e realizadores de diferentes partes do mundo estimula trocas culturais, promove novas referências e posiciona a cidade no circuito global da animação, construindo pontes entre produções locais e internacionais.Festivais de animação são fundamentais para dar visibilidade a obras que muitas vezes não encontram espaço nas plataformas comerciais ou nos circuitos tradicionais de cinema. Eles permitem que o público entre em contato com linguagens híbridas, poéticas, experimentais — que renovam nossa forma de ver e imaginar o mundo. Ao mesmo tempo, eventos como esse criam redes entre artistas, profissionais e estudantes, fortalecendo ecossistemas criativos locais. No caso da animação, que é muitas vezes vista apenas como linguagem voltada ao entretenimento infantil, é ainda mais urgente evidenciar sua potência artística, política e sensível.Nosso compromisso está na visibilidade de vozes subalternizadas e subjetividades plurais — mulheres, pessoas negras, LGBTQIAPN+, pessoas com deficiência, povos originários e artistas periféricos — e na construção de acessos reais para que esses públicos também estejam presentes como espectadores e protagonistas. Para isso, o projeto inclui ações de mobilização de público junto a escolas públicas e instituições sociais, com transporte garantido, acessibilidade comunicacional (LIBRAS, audiodescrição e legendas descritivas) e entrada gratuita para todas as atividades.Além das exibições, o festival contempla duas ações formativas, sendo uma delas voltada ao público infantil. Ambas serão gratuitas e pensadas como espaços de iniciação, estímulo e pertencimento à linguagem da animação. Essa dimensão educativa é essencial para democratizar o fazer artístico e ampliar a presença de novos corpos e perspectivas na produção audiovisual.A curadoria do festival tem como eixo central a liberdade estética, o traço fora da norma, as narrativas que nascem do corpo, da margem e da poesia. Nosso desejo é tensionar as estruturas do que se entende por "animação", ao mesmo tempo em que construímos um espaço acolhedor, acessível e comprometido com o social.A equipe do projeto será majoritariamente formada por profissionais mulheres, pessoas negras, LGBTQIAP+ e pessoas com deficiência, refletindo também na prática os princípios que sustentam a proposta. Mais do que um evento, o Festival TORTO é um espaço de criação de futuros possíveis a partir de olhares desviantes. Acreditamos que a animação é uma linguagem com enorme potência para imaginar realidades mais justas, sensíveis e diversas. Nesse sentido, o projeto está em diálogo com os seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;
MOSTRA DE FILMESQuantidade de obras: 50AÇÕES FORMATIVAS / OFICINASQuantidades de oficinas: 03AÇÕES FORMATIVAS / MASTERCLASSQuantidade de masterclass: 01AÇÃO FORMATIVA / RODA DE CONVERSAQuantidade de rodas de conversas: 01SESSÃO DE PREMIAÇÃOQuantidade: 01
O Festival TORTO se compromete com a responsabilidade social focando na construção de um espaço verdadeiramente acessível e inclusivo. Nosso projeto busca não apenas exibir a diversidade, mas também praticá-la. Ele se configura como um espaço de acolhimento e equidade, que pratica a inclusão em todas as suas etapas, desde a concepção até a execução. Este compromisso se reflete na composição da nossa equipe, que será majoritariamente formada por mulheres, pessoas negras, LGBTQIAPN+ e pessoas com deficiência. Essa decisão garante que a diversidade que buscamos exibir na tela também esteja presente na estrutura do festival, promovendo um ambiente mais representativo e justo.A acessibilidade é um pilar central e será abordada de maneira abrangente para garantir a participação plena de públicos diversos. No aspecto comunicacional e de conteúdo, todas as exibições, masterclasses e debates terão LIBRAS, audiodescrição e legendas descritivas, assegurando que pessoas com deficiência visual e auditiva possam usufruir de cada momento do evento. Para o público com deficiência intelectual e autistas (TEA), ofereceremos monitoria especializada inclusiva com o uso de “Linguagem Simples” para facilitar a comunicação. Reconhecemos a hipersensibilidade a estímulos externos e, por isso, nosso projeto prevê medidas de proteção sensoriais, como a disponibilização de protetores auriculares para diminuir a exposição a ruídos intensos, assim como a oferta de cadeiras na primeira fila em locais com menos aglomeração.No aspecto físico e arquitetônico, o Festival TORTO garantirá o acesso facilitado a todos os seus espaços. Além de contar com a infraestrutura já existente, o projeto se responsabilizará pela disponibilização de cadeiras de rodas para deslocamentos internos, além de acessos preferenciais (fast pass) para evitar aglomerações e filas, especialmente para o público com TEA e seus acompanhantes, sendo necessidades requeridas através do nosso formulário de inscrição, nas atividades ou pela rede social do próprio evento.A curadoria do festival é, por si só, um ato de responsabilidade social. Ao priorizar narrativas de grupos não hegemônicos — como pessoas racializadas, povos originários, artistas periféricos, pessoas da comunidade LGBTPQN+, PCDs — o festival desafia as normas estéticas e narrativas para que a arte da animação seja um reflexo e um catalisador de futuros mais justos, equitativos e inclusivos.
A democratização do acesso é o pilar fundamental que sustenta o Festival TORTO. Acreditamos firmemente que a cultura, em sua forma mais rica e diversa, deve ser um direito universal, não um privilégio restrito a poucos. Para concretizar essa visão, todas as atividades do festival — exibições, debates, oficinas e masterclass — serão totalmente gratuitas. Esta medida não apenas elimina a barreira financeira, mas também convida a um público amplo e diverso, que muitas vezes não tem acesso a eventos culturais.Nosso compromisso com a democratização vai além da gratuidade. Ele se manifesta no esforço consciente de alcançar públicos que historicamente foram marginalizados ou excluídos do circuito cultural. Para isso, planejamos uma mobilização ativa em escolas públicas e instituições sociais em Salvador. O projeto garantirá o transporte gratuito para esses grupos, removendo a barreira logística que muitas vezes impede a participação. Ao fazer isso, o TORTO não apenas leva a cultura a quem mais precisa, mas também cria um ambiente de pertencimento, onde crianças, jovens e adultos de comunidades periféricas podem se ver representados e inspirados por narrativas que refletem suas próprias realidades.A curadoria do festival é um ato de democratização em si. Ela tensiona o que é considerado "animação" ao priorizar a liberdade estética, o traço fora da norma e as narrativas que nascem da margem e da poesia. Ao destacar obras de artistas de diferentes regiões do Brasil e do mundo, o festival leva ao público uma gama de linguagens e poéticas que raramente encontram espaço em plataformas comerciais. Isso enriquece o repertório cultural do público e estimula novas formas de pensamento e criatividade.As ações formativas são outra dimensão crucial da democratização. As oficinas gratuitas, pensadas para diferentes perfis de público, são espaços de iniciação e pertencimento. Elas não apenas oferecem ferramentas técnicas e artísticas, mas também empoderam novos corpos e perspectivas a se tornarem protagonistas na produção audiovisual. O Festival TORTO é, portanto, um convite para que a sociedade se aproprie da animação como uma ferramenta de expressão e transformação, fortalecendo o ecossistema criativo local e construindo pontes entre as produções locais e o circuito global da animação.O Festival TORTO acredita que a cultura deve ser um direito de todas as pessoas e não um privilégio. A democratização é caro para o nosso projeto, garantindo que todas as atividades (exibições, debates, oficinas e masterclass) sejam totalmente gratuitas. Esta medida elimina a barreira financeira, convidando a um público amplo e diverso.Para alcançar um público que normalmente não tem acesso a eventos culturais, o festival realizará uma mobilização ativa em escolas públicas e instituições sociais, oferecendo transporte e logística para grupos de estudantes. Isso assegura que crianças, jovens e adultos de áreas periféricas e comunidades tradicionais possam participar do evento como espectadores e futuros criadores.Além disso, a curadoria do TORTO é pensada como uma ferramenta de democratização. Ao priorizar obras que representam corpos dissidentes da norma hegemônica, destacando artistas de diferentes regiões do Brasil e do mundo, o festival leva para o público narrativas plurais, expandindo o repertório cultural e a visão de mundo dos participantes. As oficinas gratuitas, voltadas para diferentes perfis de público, também promovem a democratização do fazer artístico, oferecendo ferramentas e conhecimentos para que mais pessoas possam se expressar através da animação.
MULUNGU REALIZAÇÕES CULTURAIS / FLÁVIA SANTANA - DIRETORA EXECUTIVA (BA):Flávia Santana formou-se em Produção Cultural pela Universidade Federal da Bahia e é pós-graduada em Política e Gestão Cultural pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia. Durante quase 10 anos, foi sócia da Giro Planejamento Cultural, atuando na captação, gestão, coordenação e administrativo-financeiro de projetos de diversas linguagens artísticas, sobretudo de audiovisual. Neste setor, produziu mais de 20 curtas-metragens, 03 longas-metragens e 02 séries documentais. Foi produtora de tráfego do Panorama Internacional Coisa de Cinema durante 4 edições; e assinou a direção executiva de diferentes mostras e festivais no Brasil, entre elas, a Mostra Alô Alô Mundo (Caixa Cultural/2017); Mostra Elas - Filmes Dirigidos por Mulheres (SECULT-BA/2017); Mostra Devires (SECULT-BA/2019); e MIMB - Mostra Itinerante de Cinemas Negros Mohamed Bamba (MINC e SECULT-BA/2024). Atualmente, é diretora executiva na Mulungu Realizações Culturais, empresa dedicada a colaborar na criação e produção de projetos de impacto sociocultural, com especial interesse em narrativas de mulheres, pessoas negras e LGBTQIA+. Desde 2024, a Mulungu Realizações Culturais também faz parceria com a MIMB - Mostra Itinerante de Cinemas Negros Mohamed Bamba, mostra internacional de filmes realizados por pessoas negras, quilombolas e indígenas, realizado em Salvador desde 2017.LUMA FLÔRES - DIRETORA ARTÍSTICA E CURADORA OBRAS INTERNACIONAIS (BA):Luma Flôres é diretora de animação, artista gráfica e animadora. Formada em Design pela Universidade Federal da Bahia e pós-graduada em Animação, fundou a Anomura Filmes, produtora de animação focada em narrativas experimentais e autorais. Dirigiu e escreveu o curta-metragem “Como Nasce Um Rio”, lançado em 2025 e selecionado em festivais como Tribeca Film Festival, Chilemonos e Rio LGBTQIA+. Participou de mais de dez curtas e longas-metragens como animadora e cenarista, sendo os mais notáveis “Jussara” (Camila Ribeiro) e “Ana, En Passant” (Fernanda Salgado). Em 2024, foi residente do AniMAM, Programa de Pesquisa e Produção em Animação, realizado pelo MAM-Rio. Atualmente, desenvolve o seu primeiro longa-metragem, “No Meio De Tudo”.ALYSSA VOLPINI - DIRETORA ARTÍSTICA (DF/BA): Alyssa Volpini é Artista Visual, Diretora de arte e Designer Multimídia com Bacharelado em Artes Plásticas e Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de Brasília (UnB) e pós-graduação em Assessoria Técnica, Habitação e Direito à Cidade pela Universidade Federal da Bahia (PPGAU/FAUFBA). Atua como Assessora Técnica Popular junto à iniciativas que pleiteiam ações de reparação e justiça social, estruturando o debate a partir das coletividades silenciadas, com o intuito de garantir direitos básicos como o direito à cidade e à habitação de qualidade. É Cofundadora da Coletiva Arquitetas invisíveis, iniciativa feminista que busca ampliar o debate de inequidades estruturais dentro da arquitetura e urbanismo e área relacionadas. Sua formação pessoal, política e profissional se constroem imbricadas a partir de experiências nos coletivos que fez parte, na gestão de eventos; na elaboração, curadoria e produção de projetos artísticos; e em pesquisas transdisciplinares que perpassam temas de impacto sociocultural e ambiental, vinculados à urbanismo, direito à cidade, lutas sociais e urbanas, cinema, memória e questões interseccionais de gênero, étnico-raciais, feminismos, sexualidades e história e cultura LGBTQIAPN+.KALOR PACHECO (PE) - CURADORA OBRAS NACIONAISKalor é nascida no Recife e criada em Camaragibe, formada em Comunicação Social - Jornalismo e cursa pós-graduação Especialização Narrativas Contemporâneas da Fotografia e do Audiovisual na Universidade Católica de Pernambuco - Unicap. Trabalha como curadora, jornalista cultural, artista visual, roteirista e realizadora audiovisual. Tem trabalhar como curadora, sobretudo de animação, nos festivais Festival Internacional de Animação da Bahia, Festival Internacional de Realizadoras - Fincar, Semana do Audiovisual Negro, Festival Internacional do Audiovisual Negro Brasileiro, Mostra Absurda, Cine Rua Infantil, Lanterna Mágica (Mostra Internacional Gondwana), Semana de Cinema Negro de BH (Sessão Ibejis) e Animage Festival Internacional de Animação de Pernambuco (Mostra Africana). Idealizou a Mostra Além-Mar de Animação, que existe há 5 edições com festivais e instituições parceiras.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.