Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O projeto propõe a realização do média-metragem "A Cura de Matheus", em formato de ficção, com aproximadamente 20 minutos de duração. A proposta contempla as etapas de pré-produção, produção, finalização e distribuição em mostras e festivais de cinema nacionais e internacionais, além de exibições públicas gratuitas. O filme aborda a experiência de um jovem submetido a práticas de "cura" da homossexualidade, visando estimular reflexões sociais e ampliar o debate sobre diversidade, direitos humanos e saúde mental.
A Cura de Matheus é um drama intenso e comovente que expõe os impactos devastadores da homofobia e das chamadas "terapias de conversão". Após retornar de uma clínica onde foi submetido a um tratamento cruel para "corrigir" sua sexualidade, Matheus se vê dilacerado entre a imposição familiar e sua verdadeira identidade. Ao passo que sua mãe, Maria Inês, acredita que ele foi "curado", seu irmão gêmeo, André, tenta resgatá-lo dessa manipulação convencendo-o a recomeçar.Preso em um turbilhão de conitos internos e pressões externas, Matheus enfrenta uma dolorosa jornada de autodescoberta e libertação. No auge de sua angústia, sua luta se transforma em uma fuga desesperada, revelando as cicatrizes profundas deixadas pela intolerância.Com uma narrativa sensível e impactante, A Cura de Matheus é uma reflexão sobre o amor, a aceitação e o preço cruel da repressão.
a) Objetivo GeralO objetivo geral deste projeto é produzir, finalizar e distribuir o média-metragem "A Cura de Matheus", no período de 12 meses, promovendo reflexões sobre diversidade sexual, saúde mental e direitos humanos, e garantindo a circulação da obra em festivais, mostras de cinema e espaços culturais, ampliando o acesso do público a conteúdos audiovisuais independentes brasileiros.b) Objetivos EspecíficosRoteirização e pré-produção: Organizar e consolidar o roteiro final, selecionar elenco, equipe técnica e fornecedores, realizar ensaios e elaborar o plano de filmagem, garantindo a preparação necessária para a produção.Produção do média-metragem: Executar as filmagens do média de aproximadamente 20 minutos em João Pessoa/PB e Ipojuca/PE, assegurando captação de imagem e som de alta qualidade com equipe técnica especializada.Finalização: Realizar edição de imagem, montagem, desenho de som, correção de cor e legendagem em português e inglês, de forma a entregar um produto pronto para exibição nacional e internacional.Pré-estreia: realizar sessão fechada, apenas para convidados, em sala de cinema na cidade de João Pessoa.Distribuição em mostras e festivais: Inscrever o média em pelo menos 25 festivais e mostras audiovisuais, contemplando eventos nacionais e internacionais, com meta de atingir público de diferentes regiões e promover a circulação da obra em ambientes de debate cultural.Exibições gratuitas abertas ao público: Após estreia oficial e participação em festivais que exijam ineditismo, realizar 02 exibições gratuitas abertas ao público em Centros Culturais e/ou CineClubes, sendo 01 em João Pessoa e 01 em Porto de Galinhas. Cada sessão será seguida de debate com representantes do filme.Exibições para alunos: Após estreia oficial e participação em festivais que exijam ineditismo, realizar ao menos 25 sessões em escolas e universidades públicas, voltadas para alunos e professores. Cada sessão será seguida de debate com representantes do filme.Exibição virtual: disponibilizar por 24 horas janela de exibição online com transmissão em plataforma de streaming de acesso aberto (YouTube, Vimeo ou similar), com link divulgado em redes sociais e site da produtora. Será realizado também debate ao vivo de até 1h30 com representantes do filme.Ações educativas complementares: Realizar 2 oficinas, sendo 1 em João Pessoa e 1 em Porto de Galinhas, de formação audiovisual em 4 encontros, com até 20 participantes cada, priorizando jovens de comunidades periféricas. A oficina terá como produto a criação de pequenas peças audiovisuais de livre circulação digital, ampliando o impacto pedagógico do projeto.Ações de acessibilidade: Desenvolver versão acessível do filme com legendas descritivas, disponibilizando-as na exibição online e nas exibições presenciais que acontecerão em Centros Culturais e/ou Cineclubes, Escolas e Universidades Públicas, além da contratação de intérprete de libras para oficinas e exibições que acontecerão em Centros Culturais e/ou Cineclubes, sendo 1 em João Pessoa e 1 em Porto de Galinhas. Para as exibições em Centros Culturais e/ou Cineclubes também haverá audiodescrição. Ações de comunicação e registro: Produzir material gráfico e digital de divulgação, administrar redes sociais e criar press kit eletrônico, com execução ao longo de todo o projeto, visando ampliar a visibilidade e o impacto da obra junto ao público-alvo e potenciais parceiros.
O média-metragem "A Cura de Matheus" surge como uma obra audiovisual que se propõe a enfrentar um dos temas mais sensíveis e silenciados da contemporaneidade brasileira: as chamadas "terapias de conversão" ou "cura gay", práticas condenadas pela Organização Mundial da Saúde e por instituições científicas nacionais, mas que ainda encontram espaço em ambientes religiosos, médicos e familiares que não reconhecem a diversidade sexual e de gênero como parte legítima da vida social. Ao trazer para o campo da ficção a experiência de um jovem submetido a tais procedimentos, o filme não apenas ilumina uma realidade de violência psicológica e física, mas também problematiza os mecanismos sociais, culturais e institucionais que sustentam esse tipo de prática.A narrativa acompanha Matheus, um jovem submetido por sua mãe a um processo de eletroconvulsoterapia em uma clínica de "conversão". O que se revela ao longo da trama é o impacto devastador desse processo em sua saúde mental, suas relações familiares e sua capacidade de existir plenamente. O filme não trata apenas da violência direta, mas do conjunto de forças que a legitimam: o discurso médico que patologiza a homossexualidade, a autoridade religiosa que impõe culpa e castigo, a família que projeta expectativas normativas de comportamento. Nesse sentido, a obra toca em camadas profundas da sociedade brasileira, onde preconceito, dogma e autoritarismo ainda se articulam para silenciar identidades e afetos.A relevância cultural do projeto se sustenta em sua potência de reflexão e denúncia. O cinema, como linguagem artística e comunicacional, possui a capacidade singular de mobilizar afetos, provocar empatia e dar visibilidade a experiências que frequentemente são relegadas ao silêncio. "A Cura de Matheus" não é apenas um relato ficcional; é um espelho que reflete práticas reais, ainda que ocultadas, e que precisam ser debatidas de forma pública. O formato compacto, de cerca de 20 minutos, reforça essa potência, pois permite a circulação em mostras, festivais e espaços educativos, ampliando o alcance e possibilitando que diferentes públicos entrem em contato com a temática.A obra também dialoga diretamente com questões de saúde mental. As chamadas terapias de conversão são amplamente denunciadas por seus efeitos traumáticos: depressão, ansiedade, tentativas de suicídio e rompimento de vínculos sociais. Ao representar esses impactos de forma artística, o projeto contribui para o fortalecimento de políticas de cuidado e acolhimento, reforçando a compreensão de que saúde não se restringe ao corpo físico, mas envolve também a dimensão psíquica e a liberdade de ser. Esse debate se torna ainda mais necessário em um contexto no qual jovens LGBTQIA+ enfrentam altos índices de vulnerabilidade social, de evasão escolar, de abandono familiar e de violências físicas e simbólicas.No campo dos direitos humanos, "A Cura de Matheus" contribui para a luta contra a homofobia estrutural. O Brasil segue sendo um dos países com maiores índices de violência contra pessoas LGBTQIA+, segundo relatórios de organizações civis. Essa violência, porém, não se manifesta apenas em agressões físicas, mas também na tentativa de negar a existência legítima dessas pessoas, apagando suas identidades ou submetendo-as a procedimentos de repressão. Ao dar forma narrativa a esse processo, o média-metragem posiciona-se como um instrumento de resistência cultural, reafirmando que o direito de existir e amar não pode ser submetido ao julgamento de terceiros.A escolha por ambientar a narrativa no Nordeste, com produção realizada na Paraíba, fortalece ainda mais a pertinência do projeto. O cinema nordestino contemporâneo tem ocupado um espaço de relevância no cenário nacional justamente por colocar em pauta temas que atravessam o território, a memória e as disputas sociais, além de descentralizar a produção audiovisual brasileira, historicamente concentrada nos eixos Rio de Janeiro e São Paulo. Ao investir em profissionais, técnicos e artistas locais, "A Cura de Matheus" reafirma o compromisso com a valorização da cena cultural regional e com a ampliação da representatividade no audiovisual brasileiro.A coerência com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU é clara. O filme se alinha ao ODS 3, ao debater práticas que ferem a saúde e o bem-estar de indivíduos. Dialoga com o ODS 4, na medida em que contribui para a educação crítica do público sobre diversidade e respeito, especialmente em ações de exibição e mediação previstas no projeto. Conecta-se ao ODS 5 e ao ODS 10, por promover igualdade e redução de desigualdades, ao dar voz a um grupo historicamente marginalizado. E aproxima-se do ODS 16, ao fortalecer valores democráticos e estimular a construção de uma sociedade mais justa e inclusiva.No campo da política cultural, o projeto também se fundamenta de forma consistente. Ao atender aos incisos do artigo 1º da Lei Rouanet, promove o desenvolvimento da cultura brasileira com uma obra audiovisual que valoriza a diversidade; contribui para a democratização do acesso por meio de exibições gratuitas e versões acessíveis; estimula a regionalização da produção cultural ao ser realizado na Paraíba; e fortalece a identidade cultural ao tratar de um tema que atravessa a sociedade de forma ampla. Da mesma forma, está em consonância com os objetivos do artigo 3º da lei, ao difundir a produção cultural brasileira, universalizar o acesso, preservar e difundir valores sociais e estimular a participação da sociedade no processo cultural.A originalidade de "A Cura de Matheus" se manifesta não apenas pelo tema, mas pela forma como ele é narrado. O filme articula elementos de drama psicológico, crítica social e metáfora visual para explorar o impacto da violência e do trauma, mas também abre espaço para a possibilidade de resistência e acolhimento. O desfecho, em que o protagonista encontra apoio inesperado em uma caminhoneira, rompe com a lógica de isolamento e sugere a existência de redes de cuidado fora das estruturas familiares e institucionais que o oprimiram. Trata-se de uma fresta luminosa em meio ao horror, um gesto de esperança que não anula a dor, mas a transforma em possibilidade de vida.Assim, o média-metragem se apresenta como uma obra de forte relevância cultural e social, que atende a demandas urgentes da sociedade brasileira, ao mesmo tempo em que contribui para a consolidação de um audiovisual independente, plural e comprometido com os valores democráticos. Sua pertinência está na capacidade de atravessar o campo estético e o campo político, articulando ambos em uma narrativa sensível, potente e necessária. Sua relevância para o território se traduz no fortalecimento da cena audiovisual paraibana e nordestina, ao mesmo tempo em que a obra se insere em um debate global sobre direitos humanos e diversidade. E sua aderência às políticas públicas de fomento cultural se confirma pelo alinhamento aos dispositivos da Lei Rouanet, que têm como premissa exatamente a valorização da cultura brasileira em sua diversidade, a democratização do acesso e o estímulo à produção regional.Ao propor este projeto, busca-se não apenas realizar um filme, mas também contribuir para a construção de uma sociedade mais consciente, plural e solidária, em que a arte seja ferramenta de reflexão, resistência e transformação. "A Cura de Matheus" é, portanto, mais que uma narrativa audiovisual; é um chamado à memória, à crítica e à possibilidade de cura coletiva por meio do reconhecimento e da valorização da diversidade.
Média-metragem “A Cura de Matheus”Duração: aproximadamente 20 minutos.Formato de captação: digital, resolução 4K, 24fps.Formato de exibição: DCP (Digital Cinema Package) para salas de cinema, arquivo digital em alta definição (.MOV e .MP4) para mostras e festivais, versões acessíveis com legendas descritivas, Libras e audiodescrição.Equipamentos principais de captação: câmeras digitais de cinema, lentes intercambiáveis, tripés e estabilizadores, equipamentos de iluminação LED, microfones boom e lapela, gravadores externos de áudio.Materiais gráficos: cartaz oficial impresso e digital, press kit em versão acessível, trailer para divulgação online.Rodas de conversa pós-exibiçãoDuração: 40 a 60 minutos após cada sessão gratuita.Formato: presencial, em auditórios ou salas de exibição, com transmissão simultânea de áudio e Libras quando aplicável.Equipamentos necessários: microfones sem fio, caixas de som, projetor e tela, mesa e cadeiras para convidados.Materiais pedagógicos: guia de discussão para mediadores, em versão digital e impressa, com temas de direitos humanos, saúde mental e diversidade.Oficina educativa de audiovisualQuantidade: 02 (01 em João Pessoa e 01 em Porto de Galinhas)Carga horária: 12 horas, divididas em 4 encontros presenciais.Formato: oficinas práticas, com uso de celulares e aplicativos de edição acessíveis.Equipamentos necessários: smartphones com câmera, computadores ou notebooks com software de edição (gratuito ou open source), projetor multimídia, caixas de som, flipchart ou quadro branco.Materiais gráficos e pedagógicos: apostila em PDF (também compatível com softwares leitores de tela), versões impressas limitadas, certificado de participação digital.Local: serão realizadas em Centros Culturais e/ou CineClubes (os mesmos que acontecerão as exibições públicas)Exibições gratuitas abertas ao públicoQuantidade: 02 sessões em Centros Culturais e/ou Cineclubes (sendo 01 em João Pessoa e 01 em Porto de Galinhas)Formato de exibição: projeção em DCP ou arquivo digital HD.Equipamentos necessários: projetor digital de cinema ou multimídia, sistema de som 5.1 ou estéreo, tela de projeção, computador ou servidor de mídia.Materiais gráficos: cartazes, banners, convites digitais, peças de divulgação para redes sociais.Materiais pedagógicos: guias para mediadores e fichas de avaliação de público, em formatos digital e impresso.Exibições gratuitas presenciaisQuantidade: 25 sessões gratuitas em universidades e/ou escolas públicas do estado da Paraíba (preferencialmente na cidade de João Pessoa) Formato de exibição: projeção em DCP ou arquivo digital HD.Equipamentos necessários: projetor digital de cinema ou multimídia, sistema de som 5.1 ou estéreo, tela de projeção, computador ou servidor de mídia.Materiais gráficos: cartazes, banners, convites digitais, peças de divulgação para redes sociais.Materiais pedagógicos: guias para mediadores e fichas de avaliação de público, em formatos digital e impresso.Exibição online gratuita com debate virtualDuração: 24 horas de janela de exibição online, com debate ao vivo de até 1h30.Formato: transmissão em plataforma de streaming de acesso aberto (YouTube, Vimeo ou similar), com link divulgado em redes sociais e site da produtora.Equipamentos necessários: plataforma digital estável, câmera e microfone para transmissão ao vivo, software de streaming.Materiais gráficos: peças digitais de divulgação, press kit eletrônico.Materiais pedagógicos: guia de discussão em versão digital acessível, disponibilizado gratuitamente junto ao link da exibição.
Versão com legendas descritivas: incluirá indicações de sons relevantes, trilha musical e falas, beneficiando especialmente pessoas surdas e com deficiência auditiva. Essa versão será exibida em todas as sessões gratuitas promovidas pelo projeto e também estará disponível para circulação em festivais que aceitam obras em formatos acessíveis.Versão com interpretação em Libras: haverá contratação de intérprete de libras para as oficinas e exibições seguidas de debates que acontecerão em Centros Culturais e/ou CineClube, onde o projeto pretende alcançar diretamente comunidades escolares e coletivos culturais.Versão com audiodescrição: será desenvolvida uma faixa adicional em que um narrador descreve elementos visuais importantes, como expressões, gestos, cenários e mudanças de cena, possibilitando que pessoas cegas ou com baixa visão tenham compreensão completa da narrativa. Essa versão será oferecida tanto nas duas sessões presenciais que ocorrerão em Centro Culturais e/ou Cineclubes quanto em plataformas digitais de exibição parceiras.Materiais complementares em formatos acessíveis: press kit, sinopse, ficha técnica e material de divulgação serão disponibilizados em versão digital com leitura compatível a softwares de voz. Além disso, cartazes digitais e impressos contarão com uso de contraste adequado e tipografia legível para pessoas com baixa visão.Visita sensorial em sessão especial: em uma das exibições educativas, será organizada uma experiência prévia destinada a pessoas cegas ou com baixa visão, em que poderão manusear elementos cenográficos e objetos utilizados no filme. Essa ação visa ampliar a compreensão do universo narrativo, criando um vínculo tátil que se soma à audiodescrição durante a exibição.Contratação de Formador de Plateia: para as exibições em Centros Culturais e/ou Cineclubes será contratado profissional especializado em acessibilidade para formar parcerias com escolas inclusivas e instituições de referência com experiência no atendimento a crianças com deficiência e transtornos do neurodesenvolvimento. Acessibilidade Física: todos os locais escolhidos para exibição contarão com acessibilidade física com facilitadores para a locomoção, como banheiros adaptados, rampas de acesso e guias táteis.
Sessões públicas gratuitas em João Pessoa/PB: Serão realizadas ao menos 28 sessões públicas gratuitas, com mediação e debate, sendo: 25 sessões em escolas e universidades públicas de João Pessoa, 01 em Centro Cultural e/ou Cineclube de João Pessoa, 01 em Centro Cultural e/ou Cineclube de Porto de Galinhas e 01 exibição online. O objetivo é alcançar um público mínimo de 3000 pessoas, garantindo acesso sem custo a estudantes, famílias e comunidades periféricas. Essas sessões contarão com debates mediados pela equipe do filme, ampliando o caráter formativo.Rodas de conversa após exibições: Cada sessão gratuita será acompanhada por roda de conversa mediada por profissionais convidados e membros da equipe, com duração aproximada de 40 minutos, estimulando reflexões críticas sobre diversidade, saúde mental e direitos humanos.Distribuição gratuita de cópias digitais acessíveis: Após a finalização, será criada uma versão digital do média (com legendas descritivas, Libras e audiodescrição) destinada a escolas públicas, universidades e organizações sociais. Serão distribuídas gratuitamente ao menos 50 cópias digitais, acompanhadas de guia pedagógico para facilitar debates em sala de aula e coletivos comunitários.Participação em festivais e mostras de cinema: O filme será inscrito em pelo menos 25 festivais e mostras nacionais e internacionais, priorizando eventos com entrada gratuita ou preços populares. O objetivo é ampliar a circulação em redes culturais e alcançar um público estimado de 2.500 pessoas ao longo de seis meses.Exibição online gratuita e debate virtual: Será realizada ao menos 1 exibição online do filme, em plataforma de acesso aberto, acompanhada de debate transmitido ao vivo nas redes sociais da produtora. O objetivo é atingir pelo menos 500 visualizações no período de transmissão e gerar interação com participantes de diferentes regiões do Brasil, garantindo alcance nacional.Cotas sociais de ingressos em sessões parceiras: Em eventuais exibições pagas realizadas por festivais ou espaços parceiros, será negociada a reserva de no mínimo 20% dos ingressos para distribuição gratuita entre públicos em situação de vulnerabilidade social, assegurando inclusão mesmo em contextos de bilheteria. Essa medida será monitorada e acompanhada pela equipe do projeto durante todo o período de circulação.Ações educativas complementares: Em parceria com escolas públicas e coletivos culturais da Paraíba, serão promovidas 2 oficinas (1 em João Pessoa e 1 em Porto de Galinhas) de formação audiovisual vinculada ao projeto, com até 20 participantes cada, priorizando jovens de comunidades periféricas. A oficina terá como produto a criação de pequenas peças audiovisuais de livre circulação digital, ampliando o impacto pedagógico do projeto.
Caferana Cultural LTDA. (nome fantasia: Enzima de Cinema)Produtora audiovisual independente sediada em João Pessoa (PB), responsável pela execução administrativa e artística do projeto. A produtora tem como missão valorizar a diversidade cultural e fortalecer a cena audiovisual nordestina. Nos últimos anos, realizou mais de 15 obras audiovisuais contempladas por editais nacionais e regionais, como a Lei Aldir Blanc, Lei Paulo Gustavo e Fundo Setorial do Audiovisual, atuando em áreas de direção, produção, assistência, continuidade e fornecimento de equipamentos. Na execução deste projeto, será responsável pelo gerenciamento administrativo, contratação de equipe, articulação de parcerias e coordenação geral das etapas de pré-produção, filmagem, finalização e circulação.Fernando Henrique de Carvalho – Roteirista e DiretorAutor do argumento e do roteiro do média-metragem, Fernando Carvalho atua como roteirista e realizador na cena audiovisual paraibana. Com experiência em criação literária e audiovisual, desenvolveu projetos de curta-metragem com foco em narrativas de forte impacto social. Em “A Cura de Matheus”, será responsável pela condução criativa do projeto, direção artística, preparação de elenco, acompanhamento das filmagens e decisões finais de linguagem visual e narrativa.CRIS FRAGOSO, - DiretoraCineasta paraibana, graduada pela Universidade Estácio de Sá/RJ, atriz Formada pela CAL/RJ e pós-graduada em Escrita Criativa, Roteiro e Multiplataformas. Na produção cinematográfica, atua como diretora, roteirista, assistente de direção e continuísta. Dirigiu os filmes "A Paz depois da Guerra", "Amor, Paixão e Sexo: O que é isso pra você?", “Menino Boiadeiro” e “Casa do Louvor”. Trabalhou em aproximadamente 50 produções audiovisuais, entre longas, séries e curtas, a exemplo dos longas "Malaika", "Rebento", "Ambiente Familiar", "Revanche", "O que os olhos não vêem", "Por Trás do Céu", "Achados não procurados" e da série "Geração Saúde II" da TV Escola. Criou a produtora ENZIMA DE CINEMA (que atua em projetos de desenvolvimento de roteiros, produção de filmes e locação de equipamentos de produção e base produção) e é co-fundadora do ÓVULO - Núcleo de projetos cinematográficos que tem por objetivo desenvolver roteiros, formatá-los para editais e traçar estratégias de distribuição. Ministrou oficinas e prestou consultorias para algumas instituições, a exemplo do SESC, do MINC, da UFBA, da FUNJOPE, do IFRN e de alguns festivais. Participou de curadorias, debates e júris de várias mostras e festivais de cinema. No audiovisual, é ativista da UMA (União das Mulheres do Audiovisual da Paraíba) e do Fórum Setorial do Audiovisual Paraibano, dos quais fez parte da fundação e na literatura é ativista da Fliteca. João Carlos Beltrão – Diretor de FotografiaJornalista e técnico audiovisual do IFPB, atua desde 1997 como diretor de fotografia, com trajetória consolidada no cinema paraibano. Foi presidente da ABD-PB, membro da Academia Paraibana de Cinema, além de jurado, curador e ministrante em festivais e oficinas. Fotografou curtas premiados como Alma (Cine PE, 2005), Travessia (Curta Taquary, 2011) e Nem todas as manhãs são iguais (Curta Taquary e Cineforte, 2023). Também assinou a fotografia de longas como Tudo que Deus criou e Rebento, exibidos em circuito nacional e premiados internacionalmente. No projeto, será responsável pela concepção visual, enquadramentos, iluminação e coesão estética da obra.Sachas Meireles Teixeira – Diretor de ArteCom mais de 30 anos de atuação no audiovisual e nas artes visuais, consolidou-se como diretor de arte, cenógrafo, designer gráfico e artista plástico. Foi diretor de arte dos longas O Sonho de Inacim – O Aprendiz do Padre Rolim (2006) e Por 30 Dinheiros (2000), além de diversos curtas premiados em Gramado, Brasília, Recife e festivais internacionais. Sua obra plástica integra o acervo do Museu Assis Chateaubriand. No média, será responsável pela concepção de cenários, figurinos e objetos cênicos, traduzindo visualmente a atmosfera do roteiro.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.