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Aproximar o público jovem da obra de Machado de Assis a partir da adaptação e publicação de suas obras para a linguagem dos quadrinhos. Como contrapartida, serão realizadas oficinas formativas na Academia Brasileira de Letras voltadas aos professores da rede pública de ensino sobre o uso didático das HQs em sala de aula.
A Coleção Machado em Quadrinhos reimagina as obras de Machado de Assis por meio da linguagem dos quadrinhos. Com uma pluralidade de quadrinistas, reconta as histórias de um dos maiores escritores da literatura brasileira, trazendo novas possibilidades narrativas para essas obras que transitam entre os séculos e os hemisférios e jamais envelhecem.“O Alienista”O médico Simão Bacamarte vai para Itaguaí, município da Região Metropolitana do Rio de Janeiro. Interessado em psiquiatria, funda um manicômio e transforma os moradores da cidade em cobaias humanas. O artista gráfico Fred Rubim assume esse clássico da literatura brasileira com a missão de transformar em quadrinhos a obra humorística de Machado de Assis sobre os limites éticos da ciência e da razão.“Esaú e Jacó”Os gêmeos Pedro e Paulo, dois garotos bem-nascidos, vivem uma rivalidade permanente, que se iniciou ainda no útero. A competição se torna ainda mais acirrada quando ambos disputam o coração da jovem e indecisa Flora.O artista gráfico Álvaro Maia mergulha nessa obra melancólica, e por vezes hilariante, de Machado de Assis para transformar em quadrinhos os embates amorosos e políticos dos dois irmãos, um monarquista e o outro republicano, às vésperas da Proclamação da República. “Dom Casmurro”Bento Santiago, o Bentinho, é um sessentão perturbado pelo ciúme que busca, por meio da escrita, revisitar os conflitos da sua vida, iniciados pelo seu envolvimento amoroso conturbado com a enigmática e provocante Capitu. A artista gráfica Ana Luiza Koehler, especializada em quadrinhos que se passam no século XIX, encara o desafio de quadrinizar, com um viés agora feminino, essa obra ambígua de Machado de Assis, que provavelmente é o livro mais discutido e polêmico da literatura brasileira.“A igreja do Diabo” O diabo, cansado da rotina maçante de aliciar individualmente as pessoas, decide acelerar o processo e cria sua própria igreja, prometendo aos seus fiéis libertinagem e hedonismo sem os riscos da punição eterna.O artista gráfico João Pinheiro encara o desafio de transformar em quadrinhos essa sátira de Machado de Assis sobre as contradições humanas e a corrupção das instituições religiosas.Sinopse da oficina “O Poder Didático da Linguagem dos Quadrinhos — (Re)Alfabetização Visual”A oficina “O Poder Didático da Linguagem dos Quadrinhos – (Re)Alfabetização Visual” apresentará aos professores da rede municipal do Rio de Janeiro, de forma prática e acessível, como utilizar as histórias em quadrinhos como ferramenta educacional. Ministrada por Lobo, roteirista e editor da premiada Brasa Editora, a atividade ocorrerá na Academia Brasileira de Letras. Ao longo de cinco módulos, os participantes irão explorar a linguagem das HQs como meio de expressão e ensino, sem necessidade de saber desenhar. A oficina também oferecerá material replicável, grupo de troca entre educadores e certificado em formato de quadrinhos.
Objetivo geral Promover o acesso à literatura brasileira e estimular a formação leitora entre crianças e adolescentes por meio da adaptação e publicação das obras "A Cartomante", "O Alienista", "Esaú e Jacó" e "Dom Casmurro", de Machado de Assis, para a linguagem das histórias em quadrinhos, conjugando palavra e imagem como instrumento de alfabetização visual, expressão criativa e construção de novos conhecimentos. A proposta parte do reconhecimento da importância de tornar os clássicos da literatura brasileira mais acessíveis e atraentes às novas gerações, utilizando recursos gráficos e narrativos contemporâneos que favorecem a mediação de leitura em contextos escolares e não escolares.Como ação de contrapartida, o projeto contempla a realização da oficina "O Poder Didático da Linguagem dos Quadrinhos _ (Re)Alfabetização Visual", voltada a professores da rede pública de ensino da cidade do Rio de Janeiro. A oficina será realizada na sede da Academia Brasileira de Letras e tem como objetivo capacitar educadores para o uso da linguagem dos quadrinhos como ferramenta pedagógica, expandindo suas possibilidades didáticas por meio de atividades práticas e reflexões teóricas sobre a linguagem gráfico-narrativa. Busca-se, com isso, contribuir para a formação continuada de professores, democratizar o acesso ao universo literário machadiano e fomentar metodologias inovadoras no ensino da leitura e da escrita.Objetivos EspecíficosAdaptar a obra "A Cartomante", de Machado de Assis, para a linguagem dos quadrinhos.Adaptar a obra "O Alienista", de Machado de Assis, para a linguagem dos quadrinhos.Adaptar a obra "Dom Casmurro", de Machado de Assis, para a linguagem dos quadrinhos.Adaptar a obra "Esaú e Jacó", de Machado de Assis, para a linguagem dos quadrinhos.Produzir e publicar 3 mil exemplares de cada uma das quatro obras, totalizando 12 mil exemplares.Distribuir 700 exemplares de cada obra, totalizando 2,8 mil exemplares, em escolas da rede pública de ensino do Rio de Janeiro, priorizando unidades localizadas em áreas com menor acesso a materiais literários e didáticos atualizados.Realizar 12 oficinas presenciais gratuitas, seis em 2026 e seis em 2027, intituladas "O Poder Didático da Linguagem dos Quadrinhos _ (Re)Alfabetização Visual", voltadas para a formação de 480 professores da rede pública municipal de ensino do Rio de Janeiro (40 por turma), com o objetivo de capacitá-los para o uso da linguagem dos quadrinhos como ferramenta pedagógica, de alfabetização crítica e expressão criativa. As oficinas serão ministradas na sede da Academia Brasileira de Letras.Elaborar e disponibilizar um guia pedagógico complementar, com orientações metodológicas para os docentes utilizarem a HQ em sala de aula, abordando práticas de leitura crítica, interpretação de texto, produção narrativa e análise da linguagem visual.Mensurar os impactos do projeto educativo e cultural, por meio da aplicação de um formulário de avaliação digital aos professores atendidos na oficina. Serão observados indicadores como: nível de engajamento dos alunos, aplicabilidade do material pelos professores e percepção quanto ao uso das HQs no processo de ensino-aprendizagem.Valorizar o patrimônio literário nacional e incentivar a leitura de clássicos brasileiros, aproximando crianças e adolescentes de obras da literatura canônica por meio de linguagens contemporâneas e acessíveis.
O projeto propõe a adaptação para os quadrinhos das obras "A Cartomante", "O Alienista", "Esaú e Jacó" e "Dom Casmurro", de Machado de Assis, um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras, com o objetivo de democratizar o acesso ao patrimônio literário nacional, promovendo o encontro entre um dos maiores escritores da literatura brasileira e novos leitores, especialmente o público jovem. A proposta parte da premissa de que a literatura pode, e deve, ser difundida por diferentes linguagens, e que os quadrinhos constituem uma potente ferramenta de formação estética, cultural e crítica. Apostar no potencial comunicativo das HQs é também reconhecer que a leitura literária não se restringe ao suporte livro, mas pode ser mediada por outras formas artísticas que provoquem, sensibilizem e transformem.A escolha dos títulos "O Alienista", "Esaú e Jacó", "Dom Casmurro" e "A Cartomante" para adaptação em quadrinhos não se deu apenas pelo inegável valor literário das obras, mas sobretudo por sua capacidade de diálogo com temas contemporâneos e pela possibilidade de provocar uma leitura crítica e autoral a partir do olhar dos quadrinistas. As obras selecionadas oferecem um terreno fértil para interpretações visuais que extrapolem a transposição da narrativa, pois exigem engajamento, opinião e proposta estética por parte dos quadrinistas.A escolha do conto "O Alienista", por exemplo, está diretamente ligada à atualidade do tema da saúde mental, pauta que ocupa lugar central nas discussões sociais contemporâneas. A sátira machadiana sobre o cientificismo do século XIX, ao retratar a tentativa de definir o que é sanidade por critérios arbitrários, permite uma crítica mordaz às práticas de exclusão e normatização dos corpos e mentes.Já o romance "Esaú e Jacó" pode ganhar novo fôlego em um cenário onde a polarização política está no centro do debate nacional e global. A dualidade representada pelos gêmeos Pedro e Paulo é uma metáfora poderosa da cisão ideológica que atravessa o Brasil atualmente, e também da ambiguidade moral com que Machado trata a história oficial.No também romance "Dom Casmurro", por sua vez, embora seja conduzido por um personagem masculino, Bentinho, a proposta é abrir espaço para uma reinterpretação crítica da personagem Capitu, desenvolvendo uma leitura feminista da obra e desafiando a visão tradicional que julga Capitu a partir do olhar patriarcal do narrador. A linguagem dos quadrinhos, aliada a uma abordagem estética e política comprometida com a desconstrução de estereótipos, pode devolver a Capitu a sua voz e o seu protagonismo. A adaptação, criada por uma quadrinista, torna-se um gesto de reescrita e justiça narrativa.No conto "A Cartomante", Machado explora a tensão entre racionalidade e crença, colocando em xeque os limites do acaso, do desejo e da ilusão. E oferece ao quadrinista a oportunidade de brincar com o simbólico, com o mistério e com o não dito, tudo o que a linguagem visual permite explorar com profundidade.Antes de adaptar, o projeto propõe reinterpretar. O quadrinista impreterivelmente precisa ter algo a dizer em relação à obra adaptada. É essa relação viva, crítica e subjetiva com o texto original que garante que a adaptação tenha alma. O objetivo não é ilustrar o livro, mas dialogar com ele, tencioná-lo, reimaginá-lo para outro tempo, outro público e outra linguagem.Machado de Assis é reconhecidamente um dos autores mais estudados, publicados e traduzidos do Brasil. Seu nome figura com destaque tanto no cânone literário nacional quanto no reconhecimento internacional, inclusive como o autor brasileiro mais traduzido no exterior. No entanto, sua leitura ainda está concentrada em segmentos específicos, muitas vezes distantes dos jovens e do público leitor em formação. A complexidade da linguagem, o vocabulário de época e a densidade filosófica de seus textos frequentemente dificultam a aproximação de leitores iniciantes. Levar seus contos e romances à linguagem dos quadrinhos é, portanto, uma estratégia potente de mediação cultural, que respeita a integridade da obra original ao mesmo tempo que atualiza sua forma de circulação, abrindo novos canais de fruição e apropriação. A escolha pelos quadrinhos como meio de adaptação se justifica por seu caráter híbrido e por sua ampla penetração social. A HQ é, ao mesmo tempo, uma arte visual, uma narrativa gráfica e uma linguagem sequencial que desafia o leitor a articular imagem e texto em um processo de leitura singular. Como destaca Will Eisner (2001), os quadrinhos constituem uma forma sofisticada de comunicação, capaz de operar com múltiplos sentidos simultaneamente, ativando tanto a cognição quanto a sensibilidade. Sua estrutura narrativa favorece o envolvimento do leitor e permite explorar nuances psicológicas, atmosferas simbólicas e ritmos internos com grande eficácia. O uso das HQs como instrumento formativo tem ganhado força nas últimas décadas, especialmente diante das transformações nos modos de leitura contemporâneos. No mundo atual, em que as linguagens visuais e imagéticas se tornam cada vez mais dominantes, os quadrinhos aparecem como meio de articulação entre o letramento tradicional e as novas literacias. Para Paulo Ramos (2009), a leitura das HQs demanda competências específicas, mas também promove o desenvolvimento de habilidades interpretativas, analíticas e criativas, o que as torna especialmente valiosas no processo de formação de leitores críticos e sensíveis.Do ponto de vista histórico, os quadrinhos no Brasil carregam uma trajetória potente. Desde Angelo Agostini, passando pelo surgimento de personagens icônicos como Nhô Quim, Reco-Reco e Lamparina, até as produções contemporâneas de quadrinistas independentes e coletivos editoriais, a linguagem das HQs se consolidou como um campo artístico legítimo. Moacy Cirne, um dos principais teóricos brasileiros sobre o tema, enfatiza que os quadrinhos não devem ser vistos como formas menores ou auxiliares da literatura, mas como manifestações culturais autônomas, com gramática, estética e história próprias. Para ele (1982), "a linguagem quadrinizada resulta da soma de diversos códigos (o desenho, a ‘fala’ dos personagens, a articulação das imagens na página ou na tira etc.)", exigindo do leitor uma postura ativa e interpretativa. Em outro momento, Cirne (2004) reforça que os quadrinhos devem ser entendidos como uma prática social complexa, vinculada aos processos históricos e às disputas simbólicas que atravessam a sociedade. Assim, adaptar Machado de Assis para HQ não é apenas um exercício de recriação estética, mas um gesto político: trata-se de disputar espaços de leitura, ampliar repertórios culturais e possibilitar que mais pessoas tenham contato com um autor central da literatura brasileira.Além disso, o projeto dialoga com pesquisas recentes sobre adaptação literária e intermidialidade. Para Luis Felipe Cañas (2015), o trânsito entre a literatura e os quadrinhos permite recriar sentidos e provocar novas experiências de leitura, principalmente quando a adaptação respeita a complexidade da obra original e reconhece a especificidade do novo suporte. No caso de Machado, suas narrativas, marcadas por ironia, ambiguidade e análise psicológica refinada, ganham novas camadas de expressão ao serem reinterpretadas visualmente.Nesse contexto, o projeto se insere em uma perspectiva contemporânea de valorização da diversidade de linguagens artísticas e de ampliação do acesso à cultura. A mediação feita pelo traço, pela imagem sequencial e pela linguagem mais direta e imagética possibilita novas leituras, novos afetos e outras formas de identificação com o texto literário. Ao adaptar a obra de Machado de Assis para o formato HQ, criamos um caminho de entrada para sua literatura, de modo a tornar seus enredos, personagens e inquietações acessíveis a um público mais amplo, sem abrir mão da densidade e da sofisticação que o caracterizam.Dessa forma, o projeto contribui para o fortalecimento de políticas públicas de incentivo à leitura, ao acesso à cultura e à valorização da literatura nacional. A adaptação em HQ não substitui a leitura do texto original, mas a precede, introduz e provoca, preparando o leitor para o encontro com a obra integral
CONTEÚDO PROGRAMÁTICOAbertura: “Uma introdução ao autor Machado de Assis”, com o Acadêmico Antonio Carlos Secchin Momento 1 – Palavra + ImagemAutorrepresentação e representação do mundo: do homem das cavernas aos dias de hoje (signos: índice, ícone, símbolo)Desenho como forma de expressão: escrever é desenhar e desenhar é escrever (da escrita pictórica — icônica — ao ideograma, e daí à escrita fonética)Momento 2 – Criação de PersonagemDesign e redução de formas a objetos geométricos simples: primeiras noções de layout (Jogo do Tangram e composição)Criação de personagens (dinâmica individual e de grupo: brainstorming)Vocabulário visual: expressões faciais, posturas corporais e cenáriosMomento 3 – Estrutura NarrativaTécnicas narrativas adequadas aos quadrinhos: teoria do Pim Pam PumConceitos de âncora e iscaMomento 4 – Linguagem dos QuadrinhosO quadrinho e a sarjeta, o cheio e o vazio, Yin e Yang: a dupla dinâmica dos quadrinhosParticipação ativa do leitor no processo narrativoMomento 5 – Ferramenta MonossensorialElementos da linguagem dos quadrinhos: balões, legendas, onomatopeiasRealfabetização visual: redescoberta e desenvolvimento do pensamento gráfico METODOLOGIATodos os encontros da oficina contarão com a presença do Acadêmico da Academia Brasileira de Letras Antonio Carlos Secchin, que fará uma introdução ao universo de Machado de Assis. Na sequência, a oficina será ministrada pelo roteirista e editor da Brasa Editora, Lobo, mesclando momentos expositivos com exercícios práticos. A abordagem é leve, descomplicada e inclusiva: não é necessário saber desenhar— bonecos de palitinho são mais do que suficientes para acompanhar.Serão usados materiais paradidáticos (como a coleção MPQ – Música Popular em Quadrinhos, criada com o Instituto Guimarães Rosa, do Itamaraty) como exemplo do uso real de HQs na educação de idiomas e cultura brasileira no exterior. RESULTADOS ESPERADOSDomínio ferramental dos quadrinhos.Uso do desenho como forma de comunicação.Ampliação das possibilidades pedagógicas. PRODUTOS EDUCACIONAISOficina replicável: o professor poderá aplicar a mesma metodologia com sua turma.Grupo de WhatsApp: espaço para troca de experiências, dicas e interações com Lobo e outros quadrinistas.Certificado em Quadrinhos: emitido ao final da oficina, atestando a participação e o aprendizado.
LIVROS Opção 1: Total Pág.: 176 | 3 mil exemplaresMiolo: 176 páginas, formato fechado: 155x230 mm, 4x4 cores, no polen bold nacional ld 90 g/m2; refile;Gravação ctp; impressão; dobrado; 1 prova de plotter do miolo.Capa: 4x0 cores, no couchê gloss ld 150 g/m2; refile; gravação ctp; impressão; laminaçãoFosca: 1 prova digital (capa).Guarda: 4x4 cores, no offset suzano ld 180 g/m2; refile; gravação ctp; impressão; vinco guarda.Papelão: papelão nacional ld 1450 g/m2 (2,3mm).Acabamento: Capa dura sem sobrecapa; lombada: quadrada com palito; alceado; costurado; colar guarda; corte tri-lateral; montagem capa dura; com cabeceado; fitilho; linha capa dura; shirink individual + malotes; com pintura trilateral.Opção 2: Total Pág.: 176 | 3 mil exemplaresMiolo: 176 páginas, formato fechado: 155x230 mm, 4x4 cores, no polen natural ld 80 g/m2; refile; gravação Ctp; impressão; dobrado; 1 prova de plotter do miolo.Capa: 4x0 cores, no couchê gloss ld 150 g/m2; refile; gravação ctp; impressão; laminação fosca; 1 prova digital (capa).Guarda: 4x4 cores, no offset suzano ld 180 g/m2; refile; gravação ctp; impressão; vinco guarda.Papelão: papelão nacional ld 1450 g/m2 (2,3mm).Acabamento: capa dura sem sobrecapa; lombada: quadrada com palito; alceado; costurado; colar guarda; corte tri-lateral; montagem capa dura; com cabeceado; fitilho; linha capa dura; shirink individual + malotes; com pintura trilateral.APOSTILA DO PROFESSOR32 páginas nas medidas 15,5 x 23 cm; Dobra, Shrink Individual; Alceado, Grampeado e Refilado, Laminação Fosca BOPP (Frente); Capa em Supremo 250g com 4 x 4 cores; Miolo em Pólen Bold 90g com 4 x 4 cores.PROJETO PEDAGÓGICO OFICINAOficina: “O Poder Didático da Linguagem dos Quadrinhos – (Re)Alfabetização Visual”Proponente/Facilitador: Lobo — Roteirista de HQs e editor da Brasa Editora Convidado: Acadêmico Antonio Carlos Secchin Carga horária: 4 horas/oficina Público-alvo: professores da rede pública de ensino Formato: presencial Número de participantes por turma: 40Requisitos técnicos: sala com recursos audiovisuais ou acesso a plataforma online e materiais básicos para desenho (papel, lápis, canetas etc.)
Serão produzidas versões digitais acessíveis (ePub 3.0) dos quatro títulos, compatíveis com leitores de tela (NVDA, JAWS e DOSVOX) e com audiodescrição textual das vinhetas e ilustrações, em conformidade com o Modelo de Acessibilidade em Governo Eletrônico (eMAG). Também será desenvolvida versão em audiolivro, com locução profissional e descrição das cenas, priorizando a inclusão de pessoas com deficiência visual.As oficinas formativas “O Poder Didático da Linguagem dos Quadrinhos” contarão com intérprete de Libras, material audiovisual legendado e apostilas acessíveis, disponibilizadas em formato digital (PDF/A e ePub) e com fonte ampliada, mediante solicitação. O espaço físico da Academia Brasileira de Letras assegura plena acessibilidade arquitetônica, com rampas, elevadores e sanitários adaptados.
Para ampliar a democratização do acesso, o projeto prevê a distribuição gratuita de 2.800 exemplares em escolas públicas da cidade do Rio de Janeiro e a disponibilização gratuita das HQs em formato digital acessível no site da ABL e em plataformas públicas (como BN Digital, Tainacan e Domínio Público).
Descreva com detalhes qual atividade (mesmo que voluntária) o dirigente ou a instituição proponente realizará no projeto. Apresente também currículo resumido dos principais participantes. Academia Brasileira de Letras | Proponente e corresponsável pelo processo de editoração Reconhecida como a mais prestigiada instituição dedicada à preservação e ao fomento da literatura e da língua portuguesa no Brasil, a ABL será corresponsável pelo acompanhamento integral do processo de editoração da obra. Em consonância com sua missão institucional, caberá à Academia não apenas o monitoramento criterioso de todas as etapas editoriais, mas também a participação ativa, em conjunto com a Editora Brasa, na seleção e contratação dos fornecedores envolvidos no projeto. Essa atuação visa assegurar a excelência técnica e estética da publicação, em conformidade com os elevados padrões editoriais e culturais da ABL.Editora Brasa | Editora Editora brasileira de quadrinhos, localizada em Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Publica histórias que refletem a diversidade e a riqueza da cultura brasileira, do Oiapoque ao Chuí, da periferia ao centro, do mar ao sertão. Fundada em setembro de 2021 pelo editor Lobo, a Brasa Editora já conquistou prêmios e leitores com obras que misturam ficção, não ficção e temáticas históricas, políticas e sociais. A Brasa Editora é capitaneada por Lobo, um dos nomes mais conhecidos do mercado de quadrinhos no Brasil, com passagem por editoras como Desiderata e Barba Negra.Lielson Zeni | Autor quadrinista responsável por adaptar “Esaú e Jacó” É roteirista de quadrinhos e audiovisual, editor, tradutor e professor. É graduado em Comunicação Social e Letras, mestre em Estudos Literários (UFPR) e doutor em Ciência da Literatura (UFRJ). Atuou como editor na Mauricio de Sousa Produções e na DarkSide Books, além de colaborar com diversas editoras, como Companhia das Letras, Todavia, Panini e Veneta. É coautor do romance gráfico “Damasco” (Brasa, 2023), vencedor do Prêmio Adolfo Aizen 2024 e finalista do Prêmio Jabuti. Já foi indicado aos prêmios HQ Mix e Angelo Agostini. Também venceu o Brazil Manga Awards (2014) e publicou histórias em revistas como Vira Lata e Café Espacial. Publicou os livros “Lado B” (2013), “Mente do Macaco” (2016) e a biografia “Meu Nome é Amanda” (2016). Em 2024, adaptou para prosa “O Mistério de Umbra”, da Turma da Mônica Jovem.Fred Rubim | Autor quadrinista responsável por adaptar “O Alienista” Fred é um ilustrador, quadrinista e designer gráfico formado em Desenho Industrial pela Universidade Federal de Santa Maria. Trabalhou na adaptação para quadrinhos do NerdCast RPG “Crônicas de Ghanor Volume 1: O Dragão, o Duque e o Devorador”. Também é responsável pela arte da graphic novel “Os Sussurros do Caos Rastejante”, roteirizada por Fábio Yabu e vencedora dos prêmios Leblanc e Odisseia. É autor de “Sobreviventes da Fronteira”, obra lançada em 2023 pela Editora Hipotética. Seu trabalho também pode ser encontrado em diversas outras publicações, como “As Três Sepulturas”, “O Matrimônio de Céu & Inferno” e “O Horror de Dunwich”, além de séries como” Le Chevalier” e “Contos do Cão Negro”.Álvaro Maia | Autor quadrinista responsável por adaptar “Esaú e Jacó” Quadrinista e ilustrador, é natural de Teresina, Piauí, mas radicado no Tocantins desde 1996. Foi contemplado pelo RUMOS Itaú Cultural 2024 com seu projeto em quadrinhos "Mundaréu", teve exposições no projeto Arte ao Cubo SESC-TO em 2012 e 2021 e ministrou oficinas de quadrinhos pelo circuito SESC Arte da Palavra 2022. É ilustrador das capas da coleção "Música Popular em Quadrinhos", da editora Brasa. Publicou "Kriança Índia", personagem de Rafa Campos Rocha, pela editora Guará, em 2021, e "Vicente – Lua Cheia", em parceria com Pablo Marquinhos. Participou da antologia "Grandes Sucessos", da Brasa Editora, é cocriador da revista "Mil Grau", publicou no site da Agência Pública e é autor da webtira "Nosferatu".Ana Luiza | Autora quadrinista responsável por adaptar “Dom Casmurro” Natural de Porto Alegre (RS), formada em Arquitetura e Urbanismo pela UFRGS e uma apaixonada pelo desenho e pela história da cidade. Trabalha desde os 16 anos como ilustradora para o mercado editorial impresso e digital, e nos últimos anos também trabalhou com ilustrações arqueológicas para exposições no Brasil e na Alemanha, bem como na área das histórias em quadrinhos para o mercado franco-belga. A partir de sua pesquisa de mestrado (PROPUR-UFRGS) sobre os becos da Porto Alegre da década de 1920, criou a história em quadrinhos “Beco do Rosário”, que foi contemplada pelo programa RUMOS do Itaú Cultural em 2018 e vencedora de quatro troféus HQMix em 2021.Antonio Carlos Secchin | Palestrante convidado das oficinas de contrapartidas É poeta, ensaísta e professor universitário. Doutor em Letras pela UFRJ, é professor emérito da Faculdade de Letras da mesma universidade. Lecionou Literatura Brasileira nas universidades de Bordeaux, Roma, Rennes, Mérida e Paris III - Sorbonne Nouvelle. Realizou conferências em países como Argentina, Cuba, Espanha, Estados Unidos, França, Israel, Itália, México, Portugal e Venezuela. E membro de conselhos editoriais e científicos e autor de obras de referência, como "João Cabral: a poesia do menos" e "Todos os ventos" — vencedor de prêmios como o Alphonsus de Guimaraens, da Biblioteca Nacional, e o PEN Clube do Brasil. Membro da Academia Brasileira de Letras desde 2004, ocupa a cadeira 19.Lobo | Ministrante das oficinas de contrapartida Lobo é o fundador e editor da Brasa Editora. Com uma carreira consolidada no mercado de quadrinhos, ele já trabalhou em editoras como Desiderata e Barba Negra. Apaixonado por histórias brasileiras, Lobo lidera a Brasa com a missão de trazer ao público obras que celebrem a diversidade e a cultura do Brasil.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.