Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
Leoas do Sertão: A História que a Música Não Contou é um média-metragem documental que resgata a trajetória de Fátima e Waléria Leão, mãe e filha que transformaram o sertanejo com suas composições. O filme revela a presença e a força feminina por trás do gênero, unindo pesquisa histórica, narrativa audiovisual e trilha original. A proposta resulta em um documentário musical intimista que celebra a arte, a resistência e o legado das mulheres no sertanejo brasileiro.
Média-metragem documental (até 60 min) O projeto resultará em um documentário de até 60 minutos que narra a história de Fátima e Waléria Leão, explorando suas contribuições para o sertanejo e a força feminina por trás do gênero, destacando sua trajetória e o impacto cultural de suas composições em blocos narrativos temáticos. Captação em 4 cidades (blocos de gravação) Serão realizadas gravações em Goiânia, Barretos, São Paulo e Rio de Janeiro, captando cotidiano, bastidores, shows e a relação do sertanejo com contextos urbano e rural, totalizando aproximadamente 12 horas brutas de captação audiovisual. Série de 12 entrevistas (núcleo narrativo) O documentário incluirá 12 entrevistas com as protagonistas, familiares, artistas e profissionais do mercado sertanejo, oferecendo uma visão profunda sobre a evolução do gênero e o papel das compositoras na transformação da música sertaneja. Trilha musical – 6 canções (seleção, licenciamento e finalização) Seis músicas compostas por Fátima e Waléria Leão serão selecionadas e licenciadas para compor a trilha sonora do filme, com gravação, mixagem e masterização profissional (podendo incluir versões originais e contemporâneas), reforçando a presença feminina e a importância de suas composições no sertanejo. Versões de acessibilidade e circulação (3 saídas finais do filme) Serão produzidas três versões do filme:Versão acessível (janela em Libras, legendagem descritiva e audiodescrição);Versão legendada em português de Portugal;Versão internacional legendada (idioma a definir na pós-pesquisa de produção, conforme país de maior receptividade ao gênero). Três exibições públicas gratuitas (200 pessoas cada) Serão realizadas 3 sessões gratuitas: 1 em Goiânia, 1 em Barretos e 1 online, com público estimado de 600 pessoas (200 por exibição), seguidas de debate sobre o papel das mulheres no sertanejo. Envio mínimo a 10 festivais (nacionais e internacionais) O filme será enviado/inscrito em pelo menos 10 festivais de documentário musical e audiovisual, no Brasil e no exterior, visando ampliar a visibilidade e alcançar públicos diversificados, reforçando sua relevância cultural e artística. Comunicação contínua (todas as fases) Plano de comunicação ativo do desenvolvimento ao lançamento: identidade visual, press kit, assessoria de imprensa, teasers/trailers, gestão de redes, site/landing com recursos de acessibilidade, e ações com comunidades e instituições parceiras para difusão inclusiva.Durante todas as fases do projeto, será feita uma comunicação ativa nas redes sociais com posts, teasers, cartazes e vídeos, sempre com acessibilidade (Libras e legendas), promovendo o filme e engajando o público com o uso da hashtag #ParaTodosVerem.
Objetivo Geral Produzir o média-metragem documental Leoas: A História que a Música Não Contou, com a finalidade de registrar e valorizar a trajetória de Fátima e Waléria Leão, destacando a força feminina na música sertaneja e promovendo sua difusão cultural, acessível e inclusiva em diferentes formatos e públicos. Objetivos Específicos 1- Produzir 01 média-metragem documental com duração total de até 60 minutos, estruturado em blocos narrativos temáticos sobre a trajetória de Fátima e Waléria Leão. 2- Realizar 04 blocos principais de gravação, abrangendo as locações de Goiânia, Barretos, São Paulo e Rio de Janeiro, totalizando aproximadamente 12 horas brutas de captação audiovisual. 3- Registrar 12 entrevistas com as protagonistas, artistas, familiares, profissionais e artistas do mercado sertanejo, compondo o núcleo narrativo do documentário. 4- Selecionar e licenciar 06 músicas das compositoras para compor a trilha sonora do filme, incluindo gravação, mixagem e masterização profissional. 5- Produzir 03 versões finais do média-metragem, sendo: 01 versão com acessibilidade (janela em Libras, legendagem descritiva e audiodescrição); 01 versão legendada em português de Portugal; 01 versão internacional legendada em idioma a definir no pós-pesquisa de produção, conforme país de maior receptividade ao gênero sertanejo. 6- Realizar 03 exibições públicas gratuitas, sendo 01 em Goiânia, 01 em Barretos e 01 em formato online, alcançando público estimado de 600 pessoas (200 por exibição), com debate sobre o papel das mulheres no sertanejo. 7 - Enviar para o mínimo de 10 festivais de documentários musicais nacionais e internacionais Inscrever o média-metragem em 05 festivais audiovisuais, priorizando circuitos de cinema documental e produções musicais nacionais e internacionais.
-O projeto Leoas do Sertão: A História que a Música Não Contou necessita do uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais por se tratar de uma produção audiovisual de relevância nacional, voltada à valorização da memória cultural brasileira e à promoção da representatividade feminina na música sertaneja — gênero que constitui um dos pilares da identidade popular do país.A proposta se enquadra nos incisos I e II do Art. 1º da Lei nº 8.313/91, por:I _ estimular a produção, a difusão e o acesso aos bens culturais e artísticos;II _ proteger e valorizar o patrimônio cultural e artístico brasileiro.O filme propõe o resgate da trajetória de Fátima e Waléria Leão, compositoras responsáveis por sucessos que marcaram a história da música sertaneja, representando um patrimônio imaterial de grande importância. A ausência de reconhecimento público dessas artistas revela uma lacuna cultural que o documentário busca preencher, promovendo equidade de gênero, acesso democrático à cultura e preservação da memória musical brasileira.No que se refere ao Art. 3º da Lei 8.313/91, o projeto contribui diretamente para o alcance dos seguintes objetivos:Inciso I _ estimular a produção, a difusão e a distribuição de bens culturais de valor universal, regional e local;Inciso II _ possibilitar o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;Inciso IV _ apoiar e difundir a produção cultural regional e a preservação do patrimônio histórico e artístico;Inciso VI _ desenvolver a consciência internacional e o respeito pelos valores culturais de outros povos (por meio da versão internacional legendada e intercâmbio audiovisual).A utilização do mecanismo de incentivo é essencial para viabilizar o projeto, uma vez que o custo de produção, trilha sonora, acessibilidade e distribuição internacional demanda recursos superiores à capacidade orçamentária de produtores independentes. A aplicação da Lei de Incentivo à Cultura assegura a sustentabilidade financeira e a ampla difusão social do resultado, garantindo que o média-metragem seja acessível, inclusivo e representativo da diversidade cultural brasileira.Assim, Leoas do Sertão se apresenta como uma ação cultural que atende plenamente aos princípios da Lei nº 8.313/91, promovendo a democratização do acesso à cultura, a valorização do protagonismo feminino e a difusão da música sertaneja como patrimônio simbólico do Brasil.
1) Pré-produção — Meses 1–6ObjetivoPosicionar o projeto; construir comunidade inicial; preparar terreno para captação e futuras exibições.PúblicosComunidade sertaneja (artistas, produtores, fãs), público interessado em documentários/música, imprensa local (Centro-Oeste), parceiros e potenciais apoiadores.Mensagem-chave“História e protagonismo feminino no sertanejo, contados por quem viveu e transformou o gênero.”CanaisInstagram, YouTube (teasers curtos), TikTok (bastidores rápidos), site/Linktree, mailing (newsletter mensal), imprensa local/regional.Formatos & Cadência2 posts/semana (cards + carrossel contextual).1 reel/semana (bastidores de pesquisa/roteiro).1 newsletter/mês (andamento + agenda).1 teaser (M3) e 1 pôster teaser (M4).AcessibilidadeVídeos sempre com janela de Libras e legendas; imagens com #ParaTodosVerem e descrição textual.PDFs/press releases com leitura compatível (texto selecionável).ResponsáveisCoordenação de comunicação; designer; social media; intérprete de Libras; consultoria de acessibilidade.EntregasIdentidade visual; guia de tom de voz; press release #1; kit de mídia (logo, fotos concept); landing de inscrições para novidades.KPIsCrescimento de base (seguidores + e-mails): +15%/mês.Alcance mensal: ≥20 mil.Engajamento médio: ≥6%.Cadência de publicações: ≥90% do planejado. 2) Produção — Meses 7–12ObjetivoEngajar com bastidores; educar sobre o tema (feminejo/preconceito cultural); consolidar expectativa para o filme.PúblicosSeguidores ativos, imprensa musical, espaços culturais de Goiânia/Barretos/SP/RJ, festivais.Mensagem-chave“Bastidores reais de um filme musical sobre compositoras que escreveram a história do sertanejo.”CanaisInstagram/TikTok (bastidores), YouTube (diários curtos), imprensa setorial (música/audiovisual), WhatsApp listas (convites locais).Formatos & Cadência3 reels/semana (set, entrevistas, cidades).2 carrosséis/semana (contexto histórico, curiosidades).1 diário de produção/quinzena (YouTube, 2–3 min).1 press note/mês (andamento por cidade).AcessibilidadeReels com Libras (janela) e legendas automanuais; fotos 100% com legenda descritiva; lives com intérprete de Libras.ResponsáveisProdutor de set + social media on-set; captador de still; intérprete de Libras; editor rápido.EntregasTeaser oficial #2 (M10); pôster parcial por cidade; mini-série “Caneta & Modão” (3 eps × 60–90s) sobre composição.KPIsVisualizações/mês: ≥60 mil somadas.Retenção média nos vídeos curtos: ≥35%.Menções na imprensa: ≥1/mês.Salvos/compartilhamentos por post: ≥10%. 3) Pós-produção e Lançamento — Meses 13–18ObjetivoConverter interesse em público nas exibições (3 sessões x 200); maximizar alcance digital; preparar circuito de festivais.PúblicosPúblico geral, comunidades locais de Goiânia e Barretos, imprensa nacional, programadores de festivais, redes de acessibilidade cultural.Mensagem-chave“Um documentário musical que devolve às mulheres o crédito histórico no sertanejo — acessível e para todo mundo.”CanaisInstagram, YouTube (trailer), imprensa nacional, parceiros culturais, e-mail marketing, eventos.Formatos & CadênciaTrailer oficial (M14), 1 spot 15s + 1 spot 30s (ads orgânicos).3–4 posts/semana (agenda, bastidores de edição, curiosidades das músicas).1 live pré-estreia por sessão (com Libras).Materiais de serviço (cards com data/horário/local/acessibilidade).AcessibilidadeTrailer e spots com Libras + legendas; cards com #ParaTodosVerem; sinalização de acessibilidade dos locais; versão com audiodescrição disponível.ResponsáveisCoordenação de comunicação; assessor(a) de imprensa; media buyer (orgânico/impulsionamento leve); intérprete de Libras; produtor de eventos.Entregas por SessãoSessão 1 (M15 – Goiânia): kit local (cartaz, release, mapa de acesso), live pré, press note, fotógrafo oficial, registro de público/acessibilidade.Sessão 2 (M16 – Barretos): idem + pautas com veículos sertanejos e rádios.Sessão 3 (M17 – Online): sala com chat moderado, countdown, link único, FAQ de acessibilidade.KPIsConversão para evento: 200 pessoas/sessão (lotação).CTR dos posts de serviço: ≥3,5%.Visualizações do trailer (orgânico): ≥ 50 mil somadas.Matérias/menções: ≥8 (local+setor+geral).Satisfação do público (pesquisa curta): ≥85% avaliações “ótimo/bom”. Visualização nas rede: 800 mil pessoas Pilares Transversais (todas as fases)Tom & IdentidadeRespeito, brasilidade, protagonismo feminino, orgulho do sertanejo, linguagem clara e inclusiva.Governança & RotinaReunião semanal de pauta; calendário editorial quinzenal; planilha de métricas; biblioteca de assets (fotos, vinhetas, lower thirds).Fluxo de AprovaçãoRedação → revisão de acessibilidade → aprovação direção → publicação.RelatóriosMensal (alcance/engajamento/crescimento).Pós-evento (público, acessibilidade cumprida, clipping).Final (consolidação de 18 meses + lições aprendidas).
1)Média-metragem documental (até 60 min)Formato: 8K (útil para preservação de qualidade e otimização de exibição em diferentes plataformas). O filme será produzido em câmera RED ou ARRI Alexa LF, com qualidade máxima prevista para garantir o melhor resultado visual, especialmente nas exibições em grandes telas e festivais.Aspect Ratio: 16:9 (padrão de exibição em cinema e plataformas digitais).Codificação e Arquivo: Finalização em ProRes 4444 XQ ou DPX para máxima qualidade de imagem. A masterização será feita em 5.1 surround para dar imersão total ao público.Tecnologias de Edição: Avid Media Composer ou Adobe Premiere Pro, com DaVinci Resolve para color grading.Distribuição: Arquivos finais serão gerados em DCP (Digital Cinema Package) e H.264 para plataformas de streaming e internet. 2) Captação em 4 cidades (blocos de gravação)Equipamento de Captação: Utilização de câmeras 8K RED Komodo e ARRI Alexa LF, com lentes Zeiss Supreme Prime para garantir imagens nítidas e de alta definição. Em momentos específicos de bastidores, será utilizada câmera portátil (gimbal) para cenas mais dinâmicas, mantendo a fluidez da narrativa. Som: Microfones Sennheiser MKH 416 e lavaliers para captação clara em ambientes ao ar livre. Iluminação: Luzes LED ARRI e softboxes para garantir a temperatura de cor ideal e a clareza das cenas em ambientes internos e externos, mantendo a consistência estética. Gravação de Áudio: Uso de Sound Devices 633 para mixagem de som em tempo real, garantindo a máxima qualidade no som direto. 3) Série de 12 entrevistas (núcleo narrativo)Equipamento de Captação: Canon EOS C300 Mark III ou Sony FX9 para entrevistas em 4K, oferecendo flexibilidade de captura tanto em ambientes internos quanto ao ar livre. Som: Microfone shotgun Sennheiser MKH 416 para captação clara das vozes das entrevistadas. Iluminação: Painéis de luz LED bi-color para controle de temperatura de cor, criando um ambiente acolhedor e intimista para as entrevistas. Gravação de Áudio: Sound Devices MixPre-6 II para gravação profissional de áudio de entrevistas. 4)Trilha musical – 6 canções (seleção, licenciamento e finalização)Formato: As músicas serão gravadas em estúdios de alta qualidade, utilizando microfones Neumann U87 e pré-amplificadores API para garantir a clareza e definição sonora.Gravação: A produção das músicas será realizada com instrumentos ao vivo, como violas, violões e contrabaixos, captados em estúdios acústicos de alta performance.Licenciamento: Seis músicas compostas por Fátima e Waléria Leão serão selecionadas e licenciadas para compor a trilha sonora do filme.Mixagem e Masterização: Utilização de Pro Tools para mixagem e Waves Abbey Road Plugins para masterização de áudio, assegurando uma sonoridade autêntica e rica.Distribuição: Os arquivos finais serão entregues em WAV 48kHz/24bit para maior fidelidade sonora. 5) Versões de acessibilidade e circulação (3 saídas finais do filme) Acessibilidade:Janela de Libras: Realização de interpretação simultânea em Libras, gravada com profissionais certificados.Audiodescrição: Produção de texto de audiodescrição para cegos e deficientes visuais, feito por profissionais especializados.Legendagem Descritiva: Inclusão de legendas descritivas para ações e sons ambientais utilizando software Aegisub. Versões para circulação:Versão legendada em português de Portugal (PT-PT);Versão internacional legendada (idioma a ser definido na fase de distribuição, conforme país com maior receptividade ao gênero). 6) Três exibições públicas gratuitas (200 pessoas cada)Equipamento de Exibição:Projetores 4K (ou 8K em alguns casos) serão usados para garantir a máxima qualidade de projeção nas exibições em cinemas ou centros culturais.Som: Sistema de som 5.1 ou Dolby Atmos, dependendo da capacidade do local, para proporcionar uma experiência imersiva ao público.Exibição Online: A transmissão online será feita em Plataformas de Streaming como YouTube, Vimeo ou em website dedicado, com a implementação de legendas e outras ferramentas de acessibilidade. 7) Participação em no mínimo 10 festivais (nacionais/internacionais)Formato de Inscrição: Envio dos screeners em ProRes 422 HQ ou H.264 para compatibilidade com sistemas de festivais.Formato de Divulgação: Material promocional (EPK, fotos, trailer, pôster) com especificações ajustadas aos requisitos de cada festival.Suporte: Copy para inscrições e descrições adaptadas ao formato de cada festival. 8) Comunicação contínua (todas as fases)Equipamento de Produção de Conteúdo:Câmeras: Utilização de câmeras DSLR de 4K (Canon EOS 5D Mark IV) para criação de conteúdo em redes sociais e atualizações visuais.Software de Edição: Adobe Premiere Pro para montagem de vídeos rápidos e dinâmicos para divulgação nas redes sociais.Produção de Teasers e Cartazes: Adobe Illustrator para criação de arte gráfica e materiais de marketing, sempre garantindo a acessibilidade (legendas, Libras) e redes sociais
Acessibilidade FísicaOs locais de exibição serão definidos com base em critérios de acessibilidade arquitetônica plena, garantindo o direito de participação de todas as pessoas. As sessões presenciais ocorrerão em espaços de fácil acesso, com rampas, banheiros adaptados, áreas de manobra para cadeirantes, iluminação adequada e sinalização visível. A escolha dos ambientes priorizará circulação livre e segura, respeitando as normas da ABNT e assegurando conforto e autonomia ao público com deficiência ou mobilidade reduzida. Acessibilidade ComunicacionalTodos os conteúdos audiovisuais derivados do projeto — incluindo teasers, vídeos para redes sociais e materiais de divulgação — contarão com janela de Libras e legenda descritiva em 100% das publicações em foto e vídeo. O documentário terá uma versão acessível completa, contemplando legendagem descritiva, janela de Libras e audiodescrição, assegurando compreensão plena do conteúdo por pessoas surdas, ensurdecidas, cegas ou com baixa visão. Essa medida amplia o alcance social da obra e fortalece o compromisso do projeto com a democratização cultural. Acessibilidade AtitudinalA equipe de produção promoverá ações de sensibilização e conscientização sobre acessibilidade cultural, por meio do uso da tag #ParaTodosVerem e da criação de conteúdos educativos que abordem a importância da inclusão no audiovisual. Serão realizadas publicações e campanhas nas redes do projeto destacando as práticas de acessibilidade implementadas e incentivando o público a reconhecer e valorizar a diversidade de corpos, linguagens e experiências. Essa dimensão atitudinal reforça o compromisso ético do projeto com uma cultura verdadeiramente acessível e inclusiva.
Democratização de Acesso (Versão Alinhada aos Objetivos Específicos)A distribuição do média-metragem Leoas do Sertão: A História que a Música Não Contou será pautada pela ampliação do acesso gratuito e inclusivo ao conteúdo audiovisual brasileiro, com ênfase na representatividade feminina e na valorização da cultura sertaneja.O projeto prevê a realização de três exibições públicas gratuitas, em locais acessíveis e de fácil circulação nas cidades de Goiânia e Barretos, além de uma transmissão online que ampliará o alcance nacional. Cada sessão terá capacidade estimada para 200 pessoas, totalizando um público direto de 600 espectadores, com debates abertos entre público e equipe sobre o papel das mulheres na música sertaneja e na produção cultural brasileira.Após as exibições presenciais, o média-metragem será disponibilizado em plataformas digitais e redes sociais, garantindo o acesso gratuito e contínuo. Serão publicadas versões acessíveis com Libras, legendas e audiodescrição, assegurando o alcance a pessoas com deficiência auditiva e visual.Essa estratégia de circulação híbrida — presencial e digital — fortalece o compromisso do projeto com a democratização da cultura e o diálogo com diferentes públicos, ampliando a difusão da obra e estimulando o reconhecimento da música sertaneja como patrimônio cultural do Brasil.
Direção Artística: Fabiana AssisFabiana Assis é documentarista e roteirista. Mestre em Arte e Cultura Visual (UFG) e pós-graduada em Cinema Documentário (FGV), iniciou sua trajetória em Nova Iorque, com estudos na The New School e na School of Visual Arts. Fundadora da Violeta Filmes, dirige desde 2015 o PirenópolisDoc – Festival de Documentário Brasileiro, atuando como diretora artística e curadora. Seu primeiro longa, Parque Oeste (2018), estreou no Festival de Brasília e foi premiado em Tiradentes. Em 2024, colaborou na pesquisa da série Som Sertanejo (Multishow) e atualmente assina o roteiro de uma série documental sobre Marília Mendonça para o Amazon Prime, além de desenvolver projetos autorais com foco nos olhares femininos que vão do sertanejo à imigração.Coordenador de projeto:Produção Executiva:Lidiana Reis É coordenadora do Mercado SAPI e idealizadora do Prêmio CORA. Roteirista e produtora sediada no centro do Brasil. Como produtora, tem em seu portfólio cinco longas-metragens que foram exibidos em renomados festivais, como Festival de Guadalajara, Festival de Berlim e o Festival de Gramado.É mentora de projetos audiovisuais em desenvolvimento e idealizadora de iniciativas de formação audiovisual e para crianças e adolescentes, como o Cine Arandu.É sócia da Sol a Pino Filmes onde desenvolve narrativas centradas na mulher, como no seu primeiro longa documental Piedade para esta terra que me sonega o amor e Solina, filme escrito e dirigido por Larissa Fernandes.CuradoriaBenedito Ferreira é artista visual, curador e pesquisador. Doutor em Artes pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Em sua produção, investiga a imagem como escrita, explorando a poética dos arquivos, suas montagens e os apagamentos das fronteiras entre “documento” e “ficção”.Nos últimos anos, apresentou trabalhos e colaborou com instituições como o Círculo de Artes Plásticas de Coimbra (Portugal), The Room Projects (França), Armenian Center for Contemporary Experimental Art (Armênia), Espacio de Arte Contemporáneo (Uruguai), Center for Contemporary Art Tbilisi (Geórgia) e Czong Institute for Contemporary Art (Coreia do Sul), entre outras.Como curador, atuou em mostras como Filmes em Fuga, o Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental (FICA) e o PirenópolisDoc – Festival de Documentário. Publicou o livro Agora e Pouco Antes: Direção de Arte e Cinema Brasileiro e dirigiu os longas-metragens Granada e A Última Imagem.Pedro NovaesPedro Novaes é diretor e roteirista com um interesse especial pelo trabalho com comunidades indígenas e a temática ambiental. Roteirizou e dirigiu os longas Cartas do Kuluene (Doc, 2011), Alaska (Fic, 2019), e O Conhecimento dos Antigos (Doc, 2022). Foi um dos roteiristas e diretores da série documental Doçaria Brasileira (Doc, 2019), e é também um dos roteiristas e produtor do longa Hotel Mundial (Fic, 2018). É autor do livro "8 Histórias de Amor - Reflexões sobre a Escrita Dramatúrgica". Desde 2021, é também diretor artístico do FICA, o Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.