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PRONAC 2511632Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Plano Cinema: oficinas de formação em linguagem cinematográfica e audiovisual

DONA ECLETICA PRODUTORA LTDA
Solicitado
R$ 57,0 mil
Aprovado
R$ 57,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Ações de capacitação e treinamento de pessoa
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
PR
Município
Balsa Nova
Início
2026-01-21
Término
2029-01-20
Locais de realização (1)
Balsa Nova Paraná

Resumo

O projeto "Plano Cinema" prevê a oferta de oficinas de formação, buscando estabelecer com estudantes do município de Balsa Nova (PR) um contato mais aprofundado com a linguagem do cinema e, por extensão, do audiovisual. Para tanto, pretende-se compartilhar com esses os jovens, principalmente o diálogo entre o cinema e o folclore paranaense, especificamente aquele transmitido oralmente no município. Para tanto, serão ofertadas as oficinas de "Roteiro e Folclore Paranaense", "Experimentalismos no Cinema", "Produção e Realização de Cinema Independente" e "Fotografia: luz e Composição", onde se discutirão questões teóricas, estudos de caso e exemplos didáticos. Todas as oficinas serão gratuitas e, como contrapartida social, será emitido certificado aos participantes.

Sinopse

1) Oficina /Workshop/Seminário (AUDIOVISUAL) - Ofinina "Roteiro e Folclore Paranaense": Tem por objetivo compreender as relações entre a contação de histórias orais e a possibilidade de transformá-las em material de roteiro e como as lendas contadas por pessoas comuns são carregadas de sentidos e significados e que elas podem ajudá-lo (a) no desenvolvimento de suas ideias.2) Oficina /Workshop/Seminário (AUDIOVISUAL) - Oficina "Experimentalismos no Cinema": Tem por objetivo compreender que na história do cinema há inúmeros (as) cineastas que fizeram filmes sem necessariamente disporem de aparatos técnicos caros ou se basearem em grandes narrativas, bem como compreender a estética do chamado “cinema do cotidiano” e tornar-se um realizador de filmes independentes. 3) Oficina /Workshop/Seminário (AUDIOVISUAL) - Oficina "Produção e Realização de Cinema Independente": Tem por objetivo compreender o que significa no contexto brasileiro o conceito “cinema independente” e como funciona todo o processo de realização de um filme independente, identificando casos bem-sucedidos no que diz respeito à execução, distribuição e recepção.4) Oficina /Workshop/Seminário (AUDIOVISUAL) - Oficina "Fotografia: luz e Composição": Tem por objetivo compreender noções básicas e gerais sobre o papel da luz na fotografia,bem como os conceitos fundamentais de ISO, diafragma e obturador, além de identificar e elaborar composições fotográficas.

Objetivos

Objetivo GeralNuma época em que o acesso aos streamings tem feito parte da agenda cultural da juventude e o consumo de imagens intensificou-se sobremaneira (MACHADO, 2002), o projeto "Plano Cinema" tem como objetivo aproximar os jovens estudantes da linguagem da sétima arte e, por extensão, do audiovisual de maneira reflexiva. A partir dessa premissa, visamos oportunizar uma maior compreensão técnica, mas sobretudo ético-estética, sobre os processos criativos e potencializar a inserção desses jovens no meio acadêmico e/ou profissional na área do cinema e audiovisual. Nesse sentido, as oficinas serão preparadas para que os participantes não só compreendam os pormenores da gramática cinematográfica, mas também se integrem ao meio a ponto de não serem apenas espectadores distanciados dos filmes, mas realizadores, tais como faziam os cineastas do "primeiro cinema" (COSTA, 2005) ou, como na contemporaneidade, os realizadores que têm se dedicado ao chamado "cinema do cotidiano" (MACHADO, 2017) que consiste no registro do mundo à sua volta lançando mão de aparatos técnicos acessíveis e sem necessariamente aderirem às grandes narrativas. Assim sendo, em síntese, pretendemos com as oficinas oferecer a esses jovens participantes os alicerces necessários para que não só aprendam técnicas, mas compreendam os processos criativos e, a partir disso, também realizem seus filmes e manifestem suas qualidades estéticas de intuição e sensibilidade, ou seja, deem vazão às suas criatividades próprias numa ressignificação de seu contexto sociocultural que, na maioria das vezes, mostra-se suficientemente rico do ponto de vista visual e narrativo.REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICASCOSTA, Flávia Cezarino. O primeiro cinema: espetáculo, narração, domesticação. Rio de Janeiro: Azougue Editorial, 2005.MACHADO, Arlindo. O Quarto Iconoclasmo e Outros Ensaios Hereges. Rio de Janeiro: Contracapa, 2002.MACHADO, Arlindo. Um cinema cotidiano? Rebeca, v. 1, p. 15-31, 2017.Objetivo específicoProduto 1) Oficina /Workshop/Seminário (AUDIOVISUAL): ofertar três oficinas de 8 h/a cada com o título "Roteiro e Folclore Paranaense", uma vez por mês;Produto 2) Oficina /Workshop/Seminário (AUDIOVISUAL): ofertar três oficinas de 8 h/a cada com o título "Experimentalismos no Cinema", uma vez por mês;Produto 3) Oficina /Workshop/Seminário (AUDIOVISUAL): ofertar três oficinas de 8 h/a cada com o título "Produção e Realização de Cinema Independente", uma vez por mês;Produto 4) Oficina /Workshop/Seminário (AUDIOVISUAL): ofertar três oficinas de 8 h/a cada com o título "Fotografia: luz e Composição", uma vez por mês.

Justificativa

A elaboração do projeto "Plano Cinema" se deu por algumas constatações que merecem ser destacadas. A primeira delas diz respeito ao fato de que o cinema ainda não entrou nas escolas públicas brasileiras de modo direto e, sendo assim, consideramos importante aproveitar as oportunidades oferecidas indiretamente a fim de levar essa arte aos estudantes de uma maneira mais reflexiva. Nesse sentido, este projeto se coaduna com as finalidades previstas nos incisos I e II do Art 1º da Lei 8313/91, que são respectivamente "contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais" e "promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais". Sendo assim, fortaleceu-se a nossa visão educacional de que, à medida que cresce o consumo e, consequentemente, a demanda de espectadores do cinema e do audiovisual, é importante existir uma oferta significativa de ferramentas para o estudo dessa arte, seja por meio de oficinas (nossa proposta), seja por meio de cursos, seminários, palestras etc. Sendo assim, atendemos ao objetivo previsto, no inciso I, alínea c, da Lei 8313/91, que prevê o "incentivo à formação artística e cultural", por meio de "instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos". A outra constatação, que se relaciona com a primeira, é a de que um dos estratos mais "impactados" com esse crescimento vertiginoso do mercado de cinema e audiovisual é a juventude, faixa etária que no Brasil, segundo a Política Nacional da Juventude (PNJ), abrange as idades entre 15 e 29 anos. Destacamos ainda que essa juventude se subdivide em três grupos etários: 15 a 17 (jovens- adolescentes), 18 a 24 (jovens-jovens) e 25 a 29 (jovens-adultos) (SILVA; SILVA, 2011) e que, portanto, o público contemplado pelas oficinas propostas neste projeto se enquadra em uma das três faixas etárias acima mencionadas. Há ainda que se destacar que, do ponto de vista das ciências sociais, a juventude é uma fase da vida limiar (DAMATTA, 2000), pois várias decisões importantes são tomadas pelos estudantes nos últimos anos da escola, tais como: curso superior que pretendem fazer e, por extensão, profissão que pretendem seguir. Para além dessas preocupações, que estruturalmente se resumem no ideal de se conseguir alcançar os objetivos culturalmente aceitos e esperados pela sociedade (MERTON, 1968), estudos também mostram que a maioria desses jovens ainda lidam com preocupações subjetivas, por exemplo, o sentimento de pertencimento a um grupo, as amizades e suas perdas, a vergonha e seus cognatos, os medos corriqueiros, a busca pela felicidade etc., preocupações que a sociologia e a antropologia das emoções transformaram em conceitos e que vem sendo estudados nas últimas décadas (KOURY, 2014, p. 845). Por esses motivos elencados consideramos ser possível, de maneira dialógica, ou seja, dos intercâmbios artísticos proporcionados pelas oficinas, aplicarmos o projeto com competência didática e, com isso, potencializarmos a criatividade desses jovens e ajudá-los em suas tomadas de decisões, contribuindo assim com suas formações profissionais, estéticas e éticas, visando o pleno exercício de suas cidadanias.REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICASDAMATTA, Roberto. Individualidade e liminaridade: considerações sobre os ritos de passagem e a modernidade. Mana vol.6 n.1 Rio de Janeiro Apr. 2000.KOURY, Mauro Guilherme Pinheiro. Pela consolidação da sociologia e da antropologia das emoções no Brasil. Sociedade e Estado (UnB. Impresso), v. 29, p. 841-866, 2014.MERTON, Robert K . Social Theory and Social Structure. New York, The Free Press, 1968.SILVA, Roselani Sodré da;SILVA, Vini Rabassa da. Política Nacional de Juventude: trajetória e desafios. Caderno CRH (UFBA), v. 24, p. 663-678, 2011.

Especificação técnica

PÚBLICO-ALVO E METODOLOGIA DE TRABALHO O público-alvo do projeto é a juventude estudantil matriculada no ensino médio de escolas estaduais do município de Balsa Nova, cuja faixa etária transita entre 15 e 17 anos (jovensadolescentes) e nossa estimativa é de que aproximadamente 300 jovens frequentem as oficinas (25 alunos em cada oficina), sendo elas: "Roteiro e Folclore Paranaense", "Experimentalismos no Cinema", "Produção e Realização Independente" e "Fotografia: luz e Composição". Quanto a execução propriamente dita das oficinas terão a duração de oito horas/aula cada, divididas em quatro horas no período da manhã e quatro horas no período da tarde e, portanto, serão realizadas em quatro dias diferentes na mesma escola durante um mês. No que diz respeito à dinâmica das oficinas começaremos aplicando em cada uma delas uma espécie de Quebra-gelo, criado pelos oficineiros tendo como referência sua experiência cinéfila. Essa dinâmica desinibidora é importante para que o desembaraço natural ceda lugar a um ambiente dialógico em que, tanto os discentes, quanto os professores das oficinas aprendam uns com os outros e, da mesma forma, ambos criem laços de confiança e respeitabilidade, atmosfera fundamental para alcançarmos os objetivos propostos neste projeto.

Acessibilidade

Os materiais de divulgação terão versão em libras e audiodescrição para serem acessíveis a estudantes que porventura tenham deficiência visual ou auditiva. Também partimos do pressuposto de um desenho universal para as oficinas. De todo modo, no formulário de inscrição haverá uma pergunta que tem por finalidade averiguar se o estudante por alguma deficiência ou dificuldade de aprendizagem para uma adaptação razoável das propostas, podendo haver mobilização de recursos materiais necessários e de especialistas para garantir-lhes acesso adequado ao conteúdo ministrado se o desenho universal não atender essa demanda. E, por fim, a realização das oficinas nas escolas públicas estaduais, também tem como propósito ofertá-las em um espaço com acessibilidade arquitetônica que já esteja adequado à estudantes com mobilidade reduzida.

Democratização do acesso

Em consonância com o requisito de democratização do acesso, as oficinas elaboradas pelo projeto "Plano Cinema" serão gratuitas aos estudantes da rede pública de ensino do município de Balsa Nova que estiverem matriculados no Ensino Médio de instituições selecionadas, mantida pelo Governo do Estado do Paraná, pois, dentre outras intenções, essas oficinas visam também atender as propostas da agenda 2030 reunidas no documento chamado "Objetivos do Desenvolvimento Sustentável". Sendo assim, nosso foco será o atendimento do objetivo 4 que diz respeito à "Educação de Qualidade", assegurando o princípio de inclusão e, da mesma forma, garantido uma educação equitativa. Vale salientar que, nesse sentido, a troca de vivências entre os profissionais que atuam no ramo do cinema e audiovisual (oficineiros) e os participantes das oficinas (os estudantes) pode despertar nos últimos o interesse em continuarem os estudos na área, seja em cursos técnicos, ou superiores oferecidos em Curitiba, por exemplo, IFPR (Técnico em Produção de Áudio e Vídeo) e UNESPAR (Graduação em Cinema e Audiovisual) e, com isso, potencializarem aspectos relativos às suas mobilidades sociais via estudos e, consequentemente, qualificação profissional. Por sua vez, na esteira do que disse, também pretendemos atender o objetivo 8 do referido documento intitulado "Trabalho Decente e Crescimento Econômico", pois consideramos ser possível futuramente e, com a continuidade de ações nesse setor, promover paulatinamente o desenvolvimento da economia criativa advinda do cinema e do audiovisual no município gerando uma cadeia produtiva na área de serviços, tais como: o aumento nas vendas e/ou aluguel de equipamentos para a realização audiovisual (câmeras, lentes, luzes etc), trabalhos fotográficos, filmagens de eventos e celebrações (casamentos e festas de aniversário), o trabalho de profissionais web designers que atuarão no desenvolvimento de websites para divulgação desses serviços, assim como a possibilidade do setor imobiliário também ser beneficiado com o aluguel de salas comerciais para estúdios fotográficos realizarem trabalhos e ministrarem cursos. Por fim, é importante enfatizar que as oficinas do projeto "Plano Cinema" não terão qualquer custo para os estudantes, sendo essa nossa contrapartida social e, da mesma forma, não comercializaremos produtos e/ou bens durante o exercício das nossas atividades educacionais.

Ficha técnica

DirigenteEloisa Parachen Ramos SilvaFunção: Coordenadora Geral (função remunerada)Nome Artístico: Eloisa ParachenFormação/Titulação:Mestrado em Ciência Política pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) - 2011 - 2013. Aperfeiçoamento em Comunicação e Imagem pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) - 2009 - 2013. Graduação - Bacharel em Comunicação Social, com habilitação em jornalismo, pela Universidade Positivo - 2005 - 2009.Atuação Profissional:1) Professora de fotografia no curso denominado "Fotógrafo" do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego - PRONATEC. 2) Responsável pela cobertura fotográfica de eventos e pela produção e pós-produção de produtos audiovisuais pela empresa Dona Eclética Produtora.Informe Sobre Produções Culturais:Edição do filme "Estrug, Martini e Paris" (em etapa de pós-produção). Produção e edição do filme "Centenário do Colégio Sagrada Família: mémórias de uma escola" (em fase de pós-produção). Elaboração dos projetos de crowdfunding "Banda IF" e "Colégio Sarada Família: um século de história". Mencione os dois últimos trabalhos realizados:1) Edição do canal no Youtube "Prof. Eduardo Ars". 2) Cobertura Fotográfica de evento (aniversário) pela Dona Eclética - Produtora.Mencione as duas principais participações em eventos culturais:1) Capacitação de Agentes de Desenvolvimento pelo Turismo e Produção Associada, organizada pelo Governo do Paraná (EMATER).Destaque as principais realizações:1) Desenvolvedora da arte final de divulgação das Feiras Gastronômicas do município de Balsa Nova. 2) Membra da equipe de organização das Caminhadas da Natureza do município de Balsa Nova.Prêmios recebidos e títulos:1) Sangue Novo do Jornalismo Paranaense, Sindicato dos Jornalistas do Paraná (Sindijor-Pr). 2) Prêmio Jornalismo Universidade Positivo2009, Universidade Positivo.Outras informações complementares e relevantes:Diretora do Departamento de Turismo - Prefeitura Municipal de Balsa Nova.Principais participantesEduardo Antonio Ramos SilvaNome Artístico: Eduardo ArsFunção: Oficineiro (função remunerada)Formação/Titulação:Bacharelado em Cinema (Universidade Estadual do Paraná - UNESPAR/FAP) e Licenciatura em Sociologia (Pontifícia Universidade Católica do Paraná), Especialização em Comunicação e Imagem (Universidade Federal do Paraná), Mestrado em Cinema (Universidade Estadual do Paraná - UNESPAR/FAP).Atuação Profissional:Professor.Informe Sobre Produções Culturais:Realizador do filme "Estrug, Martini e Paris" (atualmente em pós-produção). Mencione os dois últimos trabalhos realizados:1) Colorista do filme "Anamnese"; 2) Realizador do curso de curta duração intitulado: "Um filme com estudantes ou um filme sobre estudantes? ". 3) Realizador de críticas de filmes e/ou séries para o site "Plano Extra".Mencione as duas principais participações em eventos culturais:1) Fotógrafo no Festival de Música de Curitiba; 2) Membro da equipe de curadoria do Festival Internacional de Cinema Fidé Brasil. Etapas de TrabalhoDestaque as principais realizações:1) Organizador da exposição "Museus em um Mundo em Transformação novos desafios, novas inspirações". 2) Parecerista municipal do inquérito civil Ministério Público do Paraná-MPPR-0023.11.000022-3, que discutiu o processo de tombamento da Estrada da Serra dos Capados. 3) Oficineiro no Colégio Estadual Sagrada Família.Prêmios recebidos e títulos:"Personalidade do Turismo do Estado do Paraná": homenagem pública concedida em 2013 pela Secretaria de Estado do Turismo.Outras informações complementares e relevantes:Entre 2011 e 2012 fui diretor de cultura do município de Balsa Nova. No cargo, minhas atribuições consistiam em desenvolver e propagar as culturas locais, estabelecendo estratégias adequadas aos interesses institucionais. Da mesma forma, trabalhei para promover pesquisas, estudos, debates, conferências, seminários, cursos, simpósios, concursos e outras atividades que visassem difundir e aprimorar conhecimentos sobre a história, o folclore, a tradição, a arte, o artesanato e outras manifestações culturais da cidade e, também, estimular junto a outros interessados a organização de museus, bibliotecas, acervos culturais etc.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.