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PRONAC 2511637Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Festival do Folclore de Olímpia (FEFOL): 61 anos de atividades

FUNDACAO ROBERTO MARINHO
Solicitado
R$ 1,11 mi
Aprovado
R$ 1,11 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-12-01
Término
2027-12-31
Locais de realização (2)
Rio de Janeiro Rio de JaneiroOlímpia São Paulo

Resumo

O projeto propõe a criação de uma enciclopédia, em formato digital e impresso, e a produção de um documentário audiovisual sobre a história e a relevância cultural do Festival do Folclore de Olímpia (FEFOL), um dos maiores eventos de cultura popular do Brasil. Ambos os produtos irão integrar o acervo do Museu do Folclore de Olímpia e serão distribuídos gratuitamente e disponibilizados online, com foco na valorização da cultura nacional e na visibilidade do município de Olímpia como a Capital Nacional do Folclore.

Sinopse

Sinopse da EnciclopédiaA Enciclopédia do FEFOL será produto de uma minuciosa pesquisa histórica nos acervos do Museu do Folclore, do arquivo público de Olímpia e da imprensa local. Seu objetivo é reconstituir e registrar, de forma inédita e sistemática, a trajetória completa das 61 edições do Festival, criando um panorama cronológico que servirá como a principal fonte de consulta sobre o evento. Esta pesquisa buscará, sempre que possível, recuperar imagens e dados de cada um dos grupos que passaram pelo Festival.A publicação se dedicará a catalogar e celebrar a imensa diversidade cultural que desfilou pelo FEFOL. Cada verbete detalhará os grupos folclóricos com seu município e estado de origem, as manifestações culturais que representam — como danças, músicas, instrumentos e indumentárias — e os anos em que participaram do Festival. Mais do que um simples registro, a enciclopédia vai homenagear a vitalidade da cultura popular brasileira e do maior festival de folclore do país, eternizando a memória de milhares de artistas e grupos que fizeram história em Olímpia.Sinopse do Documentário – “Olímpia: Capital do Folclore”Este documentário de cerca de 60 minutos mergulhará na rica trajetória cultural da Estância Turística de Olímpia, cidade localizada no noroeste paulista, reconhecida nacionalmente como a Capital do Folclore. A narrativa percorrerá os marcos históricos que consolidaram esse título, desde as primeiras manifestações escolares nos anos 1950 até a criação do Festival do Folclore de Olímpia (FEFOL) em 1965. Com imagens de arquivo, depoimentos e registros de grupos tradicionais, o filme revelará como o FEFOL se tornou o maior evento do gênero no país, reunindo expressões culturais de todas as regiões brasileiras, como danças de Catira, festas de São João, Bacamarteiros e Parafusos.A produção também destacará o papel fundamental de José Sant’anna, professor e folclorista que, ao lado de Victório Sgorlon, foi um dos principais incentivadores da valorização do folclore na cidade. Por meio de uma pesquisa aprofundada em acervos pessoais e institucionais, o documentário apresentará a trajetória de Sant’anna, dos grupos folclóricos da cidade e dos demais olimpienses que estiveram ao seu lado, registrando suas contribuições para a preservação das tradições populares. Ao contextualizar o desenvolvimento econômico de Olímpia com o turismo das águas termais e a institucionalização do FEFOL, o filme revelará como a cidade construiu uma relação duradoura com as comunidades tradicionais, tornando-se referência nacional na difusão da cultura popular.

Objetivos

GeralRegistrar, preservar e difundir a memória e o impacto cultural do Festival do Folclore de Olímpia, por meio da produção de uma enciclopédia digital e impressa e de um documentário audiovisual. Consolidar o FEFOL como referência nacional em cultura popular, promovendo o acesso democrático ao patrimônio imaterial brasileiro e fortalecendo a identidade cultural do país.EspecíficosPRODUTO LIVRO: Enciclopédia em versão digital e impressa com textos, imagens e análises sobre os 61 anos do FEFOL (tiragem: 3.000 exemplares + versão digital).PRODUTO DOCUMENTÁRIO: audiovisual com cerca de 60 minutos contendo entrevistas, imagens de arquivo e registros contemporâneos sobre o Festival, incluindo os 23 grupos ativos da cidade de Olímpia.

Justificativa

O Festival do Folclore de Olímpia (FEFOL) é uma das mais relevantes e longevas manifestações da cultura popular brasileira, realizado de forma ininterrupta desde 1965. Em 2025, o evento chegou à sua 61ª edição, reunindo dezenas de grupos folclóricos e parafolclóricos de todas as regiões do país, com apresentações que atraem cerca de 180 mil pessoas à cidade durante os dez dias de programação. Reconhecida como Capital Nacional do Folclore pela Lei Federal nº 13.566/2017, Olímpia se consolidou como um polo de referência na valorização das tradições culturais brasileiras.Localizada no noroeste do Estado de São Paulo, Olímpia é uma Estância Turística que recebe cerca de 4,8 milhões de visitantes por ano, atraídos principalmente pelos parques aquáticos de águas termais. No entanto, o município também se destaca por sua intensa vida cultural, com equipamentos como o Museu de Arte Sacra e Diversidade Religiosa (MASDR), o Museu de Folclore (MFO), o Museu de História Maria Olímpia (MHMO), a Estação Cultural de Olímpia (ECO) e o Recinto do Folclore — palco do FEFOL.O festival é profundamente enraizado na cultura local e na rede escolar municipal. A cada edição, a Secretaria de Educação desenvolve materiais pedagógicos e ações artísticas com cerca de 400 estudantes, que participam da abertura oficial e do Mini Festival, promovendo uma interação direta entre os alunos e os grupos folclóricos. Essa articulação entre cultura e educação reforça o papel do FEFOL como instrumento de formação, identidade e cidadania.A cidade conta atualmente com 23 grupos folclóricos, sendo 13 Folias de Reis, 2 de Moçambique, 1 de São Gonçalo, 1 de Capoeira, 1 de Congada, 1 de Catira, 1 de Recomendação das Almas e 3 parafolclóricos.Apesar de sua importância histórica e cultural, o festival ainda carece de um registro sistematizado e acessível que documente sua trajetória, seus grupos (mais de 550 grupos já se apresentaram no Festival), mestres, realizadores, suas transformações e seu impacto social. Muitas das pessoas que construíram o FEFOL ao lado do professor José Sant’Anna — figura central na criação e consolidação do festival — já se encontram em idade avançada. O tempo torna urgente a tarefa de preservar suas memórias, depoimentos e contribuições, antes que se percam definitivamente.O presente projeto propõe preencher essa lacuna por meio da produção de uma enciclopédia digital e impressa e de um documentário audiovisual, que irão preservar e difundir a memória do FEFOL, tornando-a acessível a pesquisadores, educadores, estudantes, grupos culturais e ao público em geral. Trata-se de um registro histórico essencial sobre um dos mais perenes e significativos festivais de cultura popular do país, cuja continuidade e impacto são únicos no cenário nacional.A iniciativa se alinha aos objetivos da Lei Federal de Incentivo à Cultura, especialmente aos incisos:• Art. 1º da Lei 8.313/91:o I _ Facilitar o acesso às fontes da cultura e ao exercício dos direitos culturais;o II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;o III _ Apoiar e difundir as manifestações culturais e seus criadores;o IV _ Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira;o VI _ Preservar os bens imateriais do patrimônio cultural brasileiro;o VIII _ Estimular a produção e difusão de bens culturais formadores de conhecimento e memória.• Art. 3º da Lei 8.313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante:b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;

Especificação técnica

Enciclopédia: 3.000 exemplares; Formato: Brochura costurada; Dimensões: Capa: fechado 216 x 276 mm / aberto 486 x 306 mm. Miolo: fechado 215 mm x 270 cm / aberto: 430 mm x 270 mm; Miolo: 150 páginas em papel couché matte 170g, impresso em padrão de cores 4x4; Capa: Papel SUPREMO 250g, com laminação fosca na frente, impressão em padrão de cores 4x0, acabamento refilado; Versão digital acessível.Documentário: duração de 60 minutos, com trilha sonora, imagens de arquivo e entrevistas.

Acessibilidade

PRODUTO LIVROACESSIBILIDADE FÍSICA: não se aplicaVersão DigitalACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: Áudiolivro, Versão compatível com leitores de tela, Contraste visual adequado e navegação intuitiva.ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: Tradução em Libras de trechos selecionadosVersão Impressa ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: uma edição em braile e QR Code para audiolivro.ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: não se aplicaACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: não se aplicaPRODUTO DOCUMENTÁRIOACESSIBILIDADE FÍSICA: Não se aplicaACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: Audiodescrição para pessoas com deficiência visualACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: Legendagem descritiva e janela de Libras para pessoas com deficiência auditivaACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: não se aplica

Democratização do acesso

Para atendimento ao Artigo 46 da IN 23/2025: Não haverá comercialização de produtos culturais.PRODUTO LIVROPara atendimento ao Artigo 47 da IN 23/2025, optamos pelo Inciso I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46, III, totalizando 20% (vinte por cento);PRODUTO DOCUMENTÁRIOPara atendimento ao Artigo 47 da IN 23/2025, optamos pelo Inciso III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;

Ficha técnica

O proponente será responsável pela coordenação geral do projeto, e por toda a gestão do processo decisório do projeto. Possui aptidão comprovada na gestão administrativa, financeira e operacional.Coordenação geral: Fundação Roberto MarinhoO proponente será responsável pela Coordenação Geral do projeto e por toda a gestão do processo decisório do projeto. Possui aptidão comprovada na gestão administrativa, financeira e operacional, como pode ser verificado em outros projetos apresentados e executados com recursos incentivados (mini currículo em anexo).Coordenação do projeto: Larissa Torres Graça É arquiteta e urbanista formada pela Universidade Federal do Paraná em 2005, com parte de sua formação universitária na Université de Technologie de Compiègne (UTC) na França. É Gerente da área de Patrimônio e Cultura da Fundação Roberto Marinho e possui ampla experiência na formatação, implantação e gerenciamento de projetos, especialmente na área cultural, na qual trabalha desde 2007. Atua nos campos de patrimônio material e imaterial, museus, exposições, programação cultural, arquitetura, museografia, curadoria, acessibilidade e educação. Possui sólida experiência em implantação de projetos de grande porte e complexidade, tendo atuado na concepção, planejamento e implantação de grandes museus, como o Museu do Futebol, Museu do Amanhã e Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro. Desde 2015 atua como gerente do projeto de reconstrução do Museu da Língua Portuguesa em São Paulo, que compreende a restauração do prédio da Estação da Luz após o incêndio de 2015 e a implantação da nova exposição de longa duração do museu. Integra atualmente o Conselho de Administração do Museu da Língua Portuguesa e do Museu do Futebol.Coordenação técnica: Ana Cândida Baesso Moura É mestranda em Teorias Jurídicas Contemporâneas pela UFRJ, na linha de pesquisa Sociedade, Direitos Humanos e Arte. Formada pela Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo (2002), com Especialização em Gerenciamento de Projetos no 3º Setor pela FGV, MBA Executivo no Coopead/UFRJ e Extensão em Administração Pública da Cultura/UFRGS. Como atriz cursou interpretação na Escola Livre de Teatro (SP), Tablado e CAL (RJ). Integrou o Grupo Tá Na Rua de Amir Haddad como atriz e produtora cultural (2004/2010) tendo participado de diversos festivais nacionais e internacionais. Ministrou Curso de Sustentabilidade para ONGs no Projeto Tempo Livre do Sesc/RJ (2007). Na SECEC do RJ foi Assessora na Superintendência de Artes (2009/2011), Chefe de Gabinete (2011/2017) e presidente da Comissão de Aprovação de Projetos (2013/2017). Desde 2017 é Coordenadora de Desenvolvimento Institucional de Patrimônio e Cultura na FRM, atuando na gestão de parcerias e produção de eventos e ações educativo-culturais do Museu da Língua Portuguesa.Coordenação de Produção: Raquel da Silva Ferreira Integra a equipe de Patrimônio e Cultura da Fundação Roberto Marinho, desde 2011, onde participa do planejamento e execução de projetos de Museus e Exposições. Formada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal Fluminense em 2003. Colabora no projeto de reconstrução do Museu da Língua Portuguesa em São Paulo, desde 2015, coordenando o desenvolvimento dos projetos técnicos de Arquitetura e Complementares e auxiliando na implantação da nova exposição de longa duração do museu. Compõe, ainda, a equipe de implantação do Museu da Imagem e do Som no Rio de Janeiro. Anteriormente, atuou na área de Cenografia da TV Globo. Tem experiência na gestão dos projetos, monitorando a execução dos pacotes de trabalho, do orçamento, cronograma e contratações, incluindo a seleção de profissionais especializados nas diferentes disciplinas. Possui também experiência nas ações de logística e de produção dos materiais necessários à realização dos projetos. Produtor: Regina de Paula Vasconcelos AlvesIntegra a equipe de Patrimônio e Cultura da Fundação Roberto Marinho, desde 1999, onde realiza as atividades administrativas e financeiras dos projetos desenvolvidos pela área, inclusive inscritos em leis de incentivo à cultura. Formada em Administração pela Universidade Estácio de Sá em 2014 e pós-graduada em Gestão de Projetos pela Universidade Veiga de Almeida em 2019. Dentre os muitos projetos que participou destacam-se: o Museu da Língua Portuguesa – SP, Museu do Futebol – SP, Museu Náutico – RS, Igreja Matriz de Santo Antônio – MG, Som e Luz do Museu Imperial de Petrópolis – RJ, Casa de Cultura de Paraty – RJ, Memória do Movimento Estudantil Brasileiro - RJ, Igreja de Nossa Senhora do Carmo – Antiga Sé – RJ, Exposição Burle Marx -RJ, Museu de Arte do Rio de Janeiro, Museu da Imagem e do Som E Museu do Amanhã - RJ. Anteriormente, atuou como Secretária Executiva Bilíngue, DRT 508100/2004/00.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.