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O projeto prevê o desenvolvimento, produção, pós-produção e exibição do média-metragem ‘Terra Viva’, um documentário de 45 min, em formato 4K H264, sobre a vida e obra da artista plástica Marlene Almeida.
O documentário de média metragem, intitulado "Terra Viva", mostra a trajetória da Marlene Almeida, uma das artistas visuais brasileiras mais singulares. O arco narrativo cobre desde suas obras figurativas iniciais, com pigmentos e aglutinantes naturais, feitos a partir da coleta de terras nordestinas, até o sucesso internacional na 36ª Bienal de São Paulo (2025), e a instalação permanente de projeto autoral em uma área de Inhotim. Em quatro partes, ou capítulos, o filme interpela os aspectos que compõem sua abordagem artístico-filosófica, baseada na pesquisa de materiais, políticas da memória, territórios de pertencimento e a defesa da natureza. Durante os 45 minutos deste audiovisual, utilizaremos depoimentos da artista sobre sua história, processos estéticos, e de alguns nomes que ajudam a entender a sua importância e dimensão na arte contemporânea, Paulo Herkenhoff, José Rufino e Charles Cosac. Conceitualmente, o documentário parte da interseção entre uma filosofia da materialidade (ver Timothy Morton) - onde a terra pode ser entendida como sujeito, não apenas matéria inerte - e uma espécie de ecologia crítica, em que o solo carrega memória, território e agência (ver Jane Bennett). Daí a criação de uma poética da "terra viva".Com locações em João Pessoa, São Paulo, Bananeiras, Ingá, Conde, Inhotim e Londres, o filme apresenta como a artista transforma a memória em investigação visual e como isso atraiu a atenção de parte da crítica nacional e internacional.O público-alvo serão pessoas maiores de 16 anos, interessadas em cultura, artes visuais e relações entre arte, ecologia e memória.A classificação do filme, pelo sistema brasileiro, é "Livre".Outro aspecto importante desta peça audiovisual, que já tem previsão e interesse formal de exibição em TV aberta e V.O.D, é trazer mais atenção para essa pesquisadora, pintora e escultora que, aos 83 anos, nutrida de por sua militância política e ecológica, segue trabalhando sua obra em uma região frequentemente invisibilizada nos circuitos mais tradicionais de arte contemporânea.O filme também deve convidar o espectador a entender a "tecnologia" por trás da cor que vemos e como arte pode ser um laboratório para entender melhor a natureza e nossas alianças com o não-humano.
Objetivos Gerais- Produzir e Distribuir um documentário de média-metragem (45 minutos) de alta qualidade técnica e artística, intitulado "Terra Viva", sobre a vida, obra e o pensamento artístico-filosófico da artista visual Marlene Almeida.- Valorizar e Disseminar a produção cultural brasileira de relevância, com foco em uma trajetória que interliga arte contemporânea, pesquisa de materiais, ecologia crítica e a memória do Nordeste brasileiro.- Promover a Democratização do Acesso ao produto cultural e ao conhecimento sobre a arte contemporânea, garantindo a exibição do filme em canais de ampla visibilidade (TV aberta e V.O.D.) e classificando-o como "Livre".Objetivos Específicos- Documentar o arco narrativo de Marlene Almeida, desde suas obras figurativas iniciais com pigmentos naturais até seu reconhecimento internacional (36ª Bienal de São Paulo e Inhotim).- Interpelar e elucidar, através de depoimentos (Marlene Almeida, Paulo Herkenhoff, José Rufino, Charles Cosac), os aspectos centrais de sua poética da "terra viva", baseada na materialidade, políticas da memória e ecologia crítica.- Realizar o filme com o rigor formal e o apuro estético definidos no Plano de Direção (planos-sequência, travellings, tratamento autoral de fotografia) e com trilha sonora original composta por músicos paraibanos.- Garantir o licenciamento do documentário para exibição em pelo menos um canal de TV aberta e em uma plataforma de V.O.D. (Vídeo On Demand), maximizando o alcance ao público.- Utilizar locações em diferentes regiões (João Pessoa, São Paulo, Bananeiras, Ingá, Conde, Inhotim e Londres) para ilustrar a dimensão nacional e global da artista, promovendo a visibilidade da produção artística paraibana.- Desenvolver materiais de comunicação e divulgação (como trailer, press kit e website do filme) que detalhem a pesquisa da artista para o público-alvo (maiores de 16 anos interessados em arte e ecologia).
O projeto "Terra Viva" consiste na produção de um documentário de média-metragem (45 minutos) dedicado a traçar a trajetória e a singularidade artística de Marlene Almeida, uma das mais importantes artistas visuais brasileiras em atividade.Marlene Costa de Almeida (Bananeiras, PB, 1942) é uma artista visual brasileira, pintora, escultora e restauradora de renome, atualmente com 83 anos. Sua obra é singular e profundamente enraizada na materialidade da terra e em questões de território, memória e ecologia. É conhecida por sua pesquisa pioneira, iniciada nos anos 70, sobre a manufatura de tintas utilizando pigmentos e aglutinantes naturais, feitos a partir da coleta de terras nordestinas (como a Formação Barreiras). A sua produção articula uma "poética da terra viva", onde o solo é entendido não apenas como matéria inerte, mas como sujeito que carrega memória e agência, refletindo sua formação em Filosofia e sua militância política e ecológica de longa data, combinando a pesquisa do Sertão e do Brejo paraibanos com a arte contemporânea, Marlene alcançou destaque no circuito global, sendo uma das artistas presentes na 36ª Bienal de São Paulo (2025) e tendo um projeto autoral instalado em Inhotim. É uma importante voz que contribui para a descentralização da arte brasileira, levando a estética e o pensamento do Nordeste para os mais importantes salões de arte, uma pensadora da arte que transforma a relação com a natureza em uma investigação visual e filosófica profunda.O documentário preenche uma lacuna ao oferecer um registro aprofundado e rigoroso da obra de uma artista que alcançou o sucesso internacional, sendo destaque na 36ª Bienal de São Paulo (2025) e possuindo instalação permanente em Inhotim, mas que tem suas raízes e processos criativos fincados em uma região (Nordeste) frequentemente sub-representada nos circuitos centrais da arte contemporânea. Ao trabalhar sua história e memória, o filme perpetua o seu legado, assegurando que sua obra, metodologia e visão de mundo sejamdocumentados por meio de depoimentos autorais e de nomes críticos como Moacir dos Anjos, Paulo Herkenhoff, José Rufino e Charles Cosac, contribuindo para a historiografia da arte brasileira.A par disso, a obra de Marlene, que transforma a coleta de terras nordestinas em pigmentos e aglutinantes naturais, é um laboratório vivo de arte e ciência. O documentário desvenda essa "tecnologia da cor" e a poética da 'terra viva', fundamentada na interseção filosófica entre a materialidade do solo (como sujeito e memória - Timothy Morton / Jane Bennett) e uma ecologia crítica. Isso convida o espectador a uma reflexão profunda sobre a relação entre arte, natureza e não-humano.O projeto visa atingir um público amplo (Livre), interessado em cultura, artes visuais e ecologia e, com o interesse formal já manifestado por TV aberta e V.O.D. (Vídeo On Demand), o documentário assegura um alcance massivo e democrático, levando o debate sobre a arte, o território e a militância ecológica de Marlene Almeida para milhões de lares em todo o país. Também, ao utilizar locações estratégicas (João Pessoa, Bananeiras, Ingá, Conde) e trazer à luz uma trajetória ancorada no Nordeste, o projeto contribui para a descentralização da narrativa cultural, destacando a Paraíba como um polo de produção intelectual e artística de relevância global.O documentário "Terra Viva" não é apenas um tributo, mas uma investigação visual e filosófica que utiliza a trajetória de Marlene Almeida para discutir temas urgentes como políticas da memória, territórios de pertencimento e a defesa da natureza. Sua realização, amparada pela Lei Rouanet, representa um investimento na preservação do patrimônio imaterial, na diversidade regional da arte brasileira e na difusão de um pensamento ecológico crítico e transformador.Entende-se, por isso, que o presente projeto se adequa plenamente aos seguintes incisos do Art.º 1 do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac):I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País.Ainda, o projeto atende e alcança os seguintes objetivos do Art. 3° da da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante:a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural;b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante:b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;
Título: Terra VivaGênero: Documentário de Média-Metragem (Perfil Biográfico e Investigativo) Duração: 45 minutosFormato de Exibição: Digital 4K (para cinema, TV e V.O.D.)
Acessibilidade de Conteúdo do DOCUMENTÁRIO- Legendas Descritivas- Audiodescrição- Closed Caption- Intérpretes de Libras (no evento de lançamento)Acessibilidade de Conteúdo do Material Promocional- Website do projeto com WCAG e VLibras- Descrição de imagens em redes sociaisAcessibilidade Física da Sessão de Lançamento- Rota Acessível- Banheiros Acessíveis- Espaço Reservado
O projeto pretende ter sua exibição, de forma gratuita, através de canal de televisão ou plataforma VOD, para chegar de forma inteiramente gratuita a toda a população.Caso essa possibilidade não se concretize, o projeto compromete-se a realizar 2 sessões de exibição, em sala de cinema, para, pelo menos 200 pessoas, com acesso gratuito.Ainda, em complemento às medidas de democratização de acesso , em atendimento ao art. 47, o projeto prevê:III- disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;IV- garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos.
LAURISTON PINHEIRO - Diretor Láuriston Pinheiro é paraibano de Campina Grande. Atua no mercado desde 1987, como publicitário e produtor de eventos. Em março de 1995, veio em definitivo para João Pessoa, ao assumir a gerência de marketing da Rede Paraíba de Comunicação (inclui a TV Cabo Branco, TV Paraíba, Rádio Cabo Branco FM, Rádio CBN e os portais Jornal da Paraiba e G1 Paraíba). Em 2012, ganhou o Prêmio Profissionais do Ano da Globo (Edição 2011/2012) na categoria Marketing, pelo desenvolvimento e realização de projetos para a área comercial. No período de 20 anos, até março de 2015, participou da realização de diversos eventos e atividades ligados à cultura, como o Festival Forró Fest, site sobre o centenário da morte de Augusto e o suplemento cultural Augusto, que circulou aos domingos no Jornal da Paraíba. De 2015 até o presente, segue como sócio-gerente da empresa TC Comunicação e Marketing. É colunista da Rádio CBN e do Jornal da Paraíba, falando e escrevendo sobre o marketing, economia e cultura.GI ISMAEL - Assistente de DiretorGi Ismael é formada em Jornalismo pela Universidade Federal da Paraíba e pós-graduanda em Cinema e Produção Audiovisual na Unicorp. Trabalhou na editoria de cultura como repórter, apresentadora e colunista em emissoras de televisão e rádio, jornais impressos e portais da Paraíba, como TV Cabo Branco, CBN João Pessoa, G1 Paraíba, Rádio Tabajara e TV Cidade. É diretora de comunicação na Atua Comunicação Criativa e é colunista no Jornal A União desde 2019. Como filmmaker, dirigiu e roteirizou videoclipes para artistas como Daniel Pina, Rieg e Lukete. Na fotografia, teve a exposição autoral 'Clepsidra' em cartaz na Expo.Grito Rock e nas galerias do Buarque-se Café e no Galeria Café, em 2018; já em 2019, a exposição autoral 'Frágil' fez parte da mostra Instale-se, na Estação das Artes. Lançou, em 2024, seu curta documental "Como Se Ninguém Estivesse Olhando", que tem circulando em diferentes festivais pelo mundo e vencido diferentes prêmios.DINA FARIA - Produtora Executiva --> SÓCIA-ADMINISTRADORA DA EMPRESA PROPONENTE DO PROJETOProdutora cultural, jornalista, radialista e escritora desde sempre manteve o seu vínculo à cultura e à comunicação. Organizou e produziu o “Festival Mundial da Juventude ‘98” e foi mentora e produtora do “Festival da Juventude 2001”, em Portugal. Desde 2012 reside no Brasil, sendo que há mais de 1 anos que se radicou na Paraíba, onde se apaixonou pela cultura nordestina. Já produziu diferentes projetos culturais e editoriais como “No Caminho das Águas” (Fundação Cargill), “Espírito Santo – Dr. Arthur Gerhardt”, “Paixão – O Brasil de Todos os Mundiais” e “Olimpíadas” (ambos do jornalista Orlando Duarte), “Felinos – A Luta pela sobrevivência” e “O Brasil de Carne e Osso” (ambos da Abook Editora). Destaque para a coordenação e produção executiva dos seguintes projetos culturais: “Nossa Via” (realizado entre 2016 e 2017, que levou 81.000 livros a alunos da rede municipal de ensino no interior de Minas Gerais e São Paulo), “Virada da Saúde” (realizado em 2016 em São Paulo atingiu mais de 50.000 pessoas e ocorreu nos Parque Ibirapuera e Villa-Lobos), “Linha do tempo – O Brasil e o Esporte” (exposição lançada na Casa Brasil, nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, e que circulou no CCBB do Rio de Janeiro), “Ocupação Mulherio das Letras” (mostra de artes realizada em 2017 em João Pessoa, durante o evento Mulherio das Letras) e “Lá & Cá” (exposição do fotógrafo Paulo Fridman, em 2018, no Sesc Parque D. Pedro II, em São Paulo). Coordenadora do Natal na Usina desde 2018. Produtora executiva do São João da Prefeitura de Conde - PB de 2019. Consultora da Prefeitura Municipal de João Pessoa para a implemetação do I e II Festival Internacional de Cinema de João Pessoa. Produtora da escritora Maria Valéria Rezende e da compositora e cantora Cátia de França. Assina a produção do curta-metragem premiado nacional e internacionalmente "Como se Ninguém Estivesse Olhando (Dir. Gi Ismael), e a direção do documentário "Incelênças - Cantos de Caiana".RAFAEL FARIA - Som DiretoRafael, desde os 13 anos de idade, teve acesso a instrumentos da igreja que frequentava e desenvolveu habilidades técnicas necessárias para operar mesas de mixagem de som ao vivo. Em bares de João Pessoa-PB ao 15 anos de idade, no formato voz e violão foi onde iniciou sua caminhada na música. Em 2005 cursou Música Popular na EMAN- PB e foi assistente de gravação no estúdio Gota Sonora em 2006. Em 2011 iniciou o papel de produção da Banda Ativamente. Foi integrante da banda Macumbia e atualmente trabalha com direção técnica de eventos de médio porte.LUYSE COSTA - DesignerLuyse é ilustradora e designer editorial. Formou-se em História pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Seu TCC, 'Anayde Beiriz: uma biografia em quadrinhos', foi contemplado pelo Fundo Municipal de Cultura de João Pessoa e publicado logo em seguida. Desde 2012, trabalha na área editorial. Ilustrou livros infantis e tem quase cem capas feitas para diversas editoras. Em 2021, foi medalhista de bronze na categoria Design Editorial pelo Brasil Design Award, um dos maiores prêmios do país na área.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.