Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
Este projeto propõe uma circulação do espetáculo infantil Uma Boneca para Menitinha por 4 capitais brasileiras, com apresentações gratuitas. A proposta contempla apresentações com recursos de acessibilidade, como tradução em Libras e visita tátil. Além das apresentações, estão previstas rodas de conversa com o público após cada sessão e uma oficina teatral direcionada a famílias e crianças, fortalecendo o vínculo entre obra e público.
Peça Teatral:Uma Boneca para Menitinha é um espetáculo que valoriza a simplicidade da vida e os afetos que nos constituem. Inspirado na obra poética de autores como Manoel de Barros e Cora Coralina, o texto traz à cena a relação entre avó e neta, revelando o ciclo da vida e a importância das memórias e da ancestralidade.A peça narra a história de Menitinha, uma menina negra que cresce numa família que celebra a diversidade cultural e étnica. Este enredo reflete a realidade de muitas famílias brasileiras, onde os laços afetivos e o amor se sobrepõem às barreiras impostas pelo racismo estrutural.A montagem aborda temas fundamentais como: diversidade cultural, ancestralidade, resistência, valorização das identidades e fortalecimento dos vínculos familiares. Por meio de uma linguagem poética, o espetáculo convida o público a refletir sobre o Brasil profundo, suas heranças e riquezas humanas. O universo cênico dialoga com os mistérios, os afetos e os sonhos por uma sociedade mais justa e igualitária.Oficina:Utiliza jogos teatrais, narrativas pessoais e dinâmicas corporais para promover o vínculo familiar, a criatividade e o resgate de saberes tradicionais.
Objetivo GeralPromover a circulação do espetáculo Uma Boneca para Menitinha por 4 capitais brasileiras: Belo Horizonte, Salvador, Rio de Janeiro e Brasília, ampliando o acesso à cultura, à reflexão sobre diversidade, ancestralidade e identidade, por meio de uma programação artística inclusiva, educativa e acessível.Objetivos Específicos· Realizar apresentações gratuitas do espetáculo destinadas tanto ao público em geral quanto a grupos escolares, contribuindo para a formação de plateias e o fortalecimento do pensamento crítico, especialmente entre crianças, jovens e famílias.· Garantir a acessibilidade das apresentações, por meio de recursos como tradução em Libras e visita tátil, assegurando o direito de participação plena para pessoas com deficiência.· Oferecer a oficina Teatro, Memórias e Brincadeiras para Famílias, inspirada na peça, como atividade formativa e de integração, promovendo momentos de partilha entre gerações, valorização das memórias afetivas e práticas lúdicas que fortalecem vínculos familiares e comunitários.· Fomentar espaços de diálogo por meio de debates realizados após cada apresentação, abordando os temas centrais da obra — como diversidade cultural, identidade, racismo estrutural e memória —, estimulando a reflexão crítica e o protagonismo dos participantes.· Contribuir para a difusão de obras que representam o Brasil profundo, suas heranças culturais, sua resistência e seus afetos, valorizando a produção artística que aborda a ancestralidade e promove a equidade racial e social.Oferecer ao público uma obra de reconhecido valor artístico, através da indicação ao Prêmio APCA 2024 na categoria de Melhor Adaptação para o Teatro; e pela indicação no III Troféu Pecinha é a Vovozinha de Dib Carneiro, nas categorias de Melhor Atriz e Melhor Direção.O livro no qual a peça se baseia é vencedor do Prêmio Biblioteca Nacional 2022 na categoria infantil, com o livro homônimo que inspira o espetáculo. Obra integrante do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) de 2024, renovado para 2025.
O projeto Uma Boneca para Menitinha enquadra-se no Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais previsto na Lei nº 8.313/1991 (Lei Rouanet), por promover a difusão e o acesso à produção artística nacional, o fortalecimento da identidade cultural brasileira e a valorização da diversidade.É um projeto relevante por seu caráter artístico, social e formativo, voltado à infância e à valorização da diversidade cultural brasileira. Inspirado no livro homônimo de Penélope Martins e Tiago de Melo, o espetáculo apresenta uma narrativa poética sobre a relação entre uma neta e sua avó, abordando temas como ancestralidade, identidade, racismo estrutural, memória e afetos.O espetáculo valoriza elementos da cultura popular brasileira, como cantos de lavadeiras, oralidade, saberes tradicionais e símbolos da brasilidade, promovendo identificação, pertencimento e encantamento, especialmente para as infâncias negras. A proposta garante acessibilidade e acolhimento com equipe preparada para o atendimento inclusivo. O projeto contribui para a descentralização cultural, a valorização de expressões artísticas brasileiras e a promoção da equidade racial e social.A proposta contempla a circulação do espetáculo por 4 capitais brasileiras e ações complementares, como rodas de conversa após os espetáculos e oficinas teatrais para famílias.Nos termos do Art. 1º da Lei nº 8.313/91, o projeto se enquadra especialmente nos seguintes incisos:Inciso II _ Fomento à produção, difusão e circulação de bens culturais e espetáculos artísticos;Inciso III _ Apoio a projetos que visem à preservação e difusão da cultura popular, indígena e afro-brasileira;Inciso V _ Estímulo à formação artística e cultural, por meio de oficinas, rodas de conversa e ações educativas;Inciso VI _ Apoio a iniciativas que assegurem a democratização do acesso aos bens de cultura.A proposta contribui diretamente para a realização dos objetivos do Art. 3º da Lei nº 8.313/91, destacando-se:Inciso I _ Contribuir para o fortalecimento da identidade cultural brasileira;Inciso II _ Promover a universalização do acesso à arte e à cultura;Inciso III _ Estimular a produção, a difusão e a valorização das manifestações culturais regionais e populares;Inciso V _ Incentivar a integração da cultura com as demais áreas de conhecimento e com o desenvolvimento social e econômico;Inciso VII _ Apoiar projetos que assegurem a formação de plateias e a ampliação do acesso a bens culturais.O espetáculo valoriza elementos da cultura popular brasileira — como cantos de lavadeiras, oralidade e saberes tradicionais — e reforça temas como ancestralidade, identidade e memória afetiva. A circulação por quatro capitais brasileiras, aliada às ações formativas (rodas de conversa e oficinas teatrais), amplia o impacto educativo e social, fomentando a inclusão, o pertencimento e o respeito à diversidade étnico-racial.Assim, Uma Boneca para Menitinha justifica plenamente o uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, por alinhar-se aos princípios da Lei Rouanet e contribuir de forma efetiva para a valorização da diversidade, a formação de público e a difusão da produção artística A utilização do Mecanismo de Incentivo à Cultura é fundamental para a realização do projeto "Uma Boneca para Menitinha", uma vez que possibilita a captação de recursos privados destinados à execução de uma proposta de alto valor artístico, educacional e social, cuja abrangência e impacto extrapolam as possibilidades de financiamento apenas por meios próprios. No caso deste projeto, o mecanismo é essencial para:- Viabilizar a circulação interestadual do espetáculo, garantindo sua difusão em quatro capitais e ampliando o acesso da população a produções teatrais de qualidade;- Assegurar a acessibilidade plena, com recursos de inclusão, que demandam investimento técnico e humano;- Sustentar ações formativas e educativas, voltadas à formação de público e à sensibilização para temas como identidade, ancestralidade e equidade racial;- Valorizar artistas e técnicos brasileiros, promovendo geração de trabalho e renda no setor cultural;- Fortalecer a cultura popular e afro-brasileira, em sintonia com os princípios de diversidade e cidadania cultural defendidos pela Lei Rouanet.Dessa forma, o uso da Lei de Incentivo à Cultura se justifica por permitir que o projeto alcance viabilidade financeira, relevância social e amplitude de impacto, garantindo a efetiva democratização do acesso à arte e a valorização da cultura brasileira em sua pluralidade.
Não se aplica.
Espetáculo teatral: duração: 60 minutosclassificação: livrequantidade de apresentações: 24 Bate-papo:duração: 45 minutosclassificação: livrequantidade: 24Oficina:duração: 3 horas/aulaclassificação: livrequantidade: 6
O projeto “Uma Boneca para Menitinha” assegura a plena acessibilidade tanto em sua estrutura física quanto em seu conteúdo artístico e pedagógico, garantindo o acesso de todos os públicos às ações culturais propostas.Acessibilidade Física: Todas as apresentações serão realizadas em espaços culturais que possuam infraestrutura adequada à locomoção e permanência de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, incluindo rampas de acesso, banheiros adaptados, sinalização acessível e áreas reservadas para cadeirantes. Acessibilidade de Conteúdo: Em cada cidade, serão realizadas duas sessões com tradução em Libras e audiodescrição, possibilitando a fruição plena do espetáculo por pessoas surdas e com deficiência visual. A coordenação de produção, em conjunto com a produtora local, será responsável pelo planejamento e execução das ações de acessibilidade, abrangendo o agendamento de escolas e grupos, a divulgação direcionada das sessões acessíveis e a capacitação da equipe de recepção e mediação.Essas medidas asseguram que escolas, famílias e o público em geral possam usufruir plenamente dos recursos oferecidos. A proposta busca promover o acesso democrático à cultura, fortalecer práticas educativas inclusivas e ampliar o pertencimento social por meio do teatro.
Acreditamos que a democratização do acesso deve se dar, principalmente através da proposta das atividades desde projeto serem totalmente gratuitas, incluindo os ingressos para as apresentações do espetáculo com bate-papo ao final das apresentações, ações de acessibilidade e Oficina:Apresentações com bate-papo ao final:Rio de Janeiro – 6 apresentações gratuitasSalvador – 6 apresentações gratuitasBelo Horizonte – 6 apresentações gratuitasBrasília – 6 apresentações gratuitasApós cada apresentação, o elenco, direção e produção conduzem encontros abertos com o público, promovendo uma troca de percepções sobre os temas centrais da obra: ancestralidade, diversidade, identidade e racismo estrutural.Estima-se ocupar teatros com capacidade média de 200 pessoas. Sendo assim, serão realizadas ao todo 24 sessões seguidas de bate-papo. Este projeto pode atender gratuitamente aproximadamente 4.800 pessoas. Como medida de ampliação do acesso, será ainda realizada a Oficina: Teatro, Memórias e Brincadeiras para Famílias: Rio de Janeiro – 2 dias - 3 horas/aula por dia - 20 vagasSalvador – 2 dias - 3 horas/aula por dia - 20 vagasBelo Horizonte – 2 dias - 3 horas/aula por dia - 20 vagasBrasília – 2 dias - 3 horas/aula por dia - 20 vagasAtividade formativa, totalmente gratuita, com 3h de duração para até 20 participantes (crianças e responsáveis). Utiliza jogos teatrais, narrativas pessoais e dinâmicas corporais para promover o vínculo familiar, a criatividade e o resgate de saberes tradicionais.Com 20 vagas oferecidas por dia e a realização de 2 oficinas gratuitas em cada cidade da circulação, serão atingidas até 160 pessoas.
Obs: Cristiani Zonzini proponente do projeto e diretora da empresa/instituição Cristiani Zonzini EPP realizará a atividade remunerada conforme planilha orçamentária de Coordenação de produção.Autores da obra original: Penélope Martins e Tiago de Melo AndradeDireção Artística e dramaturgismo: Suzana AragãoAtuação: Mawusi Tulani, João Invenção e Geni CavalcanteDireção Musical e Composições originais: Renato GamaDesenho de Luz: Danielle MeirelesFigurino e adereços: Denise GuilhermeCenário e adereços: Bira NogueiraFotografia: Bob Sousa e Felipe Stucchi Mídias Sociais: Keka JasminCoordenação de Produção: Cristiani ZonziniCoordenação Geral : Geni Cavalcante, Suzana Aragão e Taís Cabral Currículos:Suzana Aragão: Diretora e dramaturgista. Faz parte do elenco dos Doutores da Alegria, é Artista docente da SP Escola de Teatro. Também é do Coletivo Sampalhaças. Dirigiu o espetáculo premiado “Refugo Urbano” da Trupe Dunavô. Renato Gama: Diretor musical. É musicoterapeuta, compositor, cantor, produtor artístico-musical é cofundador da Sá Menina Plataforma de Artes. Artistas que dirige e produz: Izzy Gordon, Pastoras do Rosário, Tita Reis, Carlos Casemiro, Jhony Guima. Indicado ao prêmio Jabuti com o seu primeiro livro infantil, “Neguinha, sim!” pela Companhia das Letrinhas. Bira Nogueira: Cenógrafo. Foi vencedor do Prêmio Shell em 2023 pelo espetáculo “Meu Reino por um Cavalo da Cia”.Vagalum Tum Tum e com o mesmo grupo recebeu mais duas indicações ao prêmio FEMSA de teatro Infantil em 2014 e 2011. Criou a cenografia de outros grupos teatrais: La Mínima, Trupe Dunavô, Folias d´Arte. Onde foi indicado ao Prêmio Shell com a cenografia de “Galileu”, direção Dagoberto Feliz. E fez direção de arte para o cinema.Mawusi Tulani: Atuou no Coletivo Legítima Defesa. Atriz colaboradora do Teatro da Vertigem. Atuou como atriz no Grupo Os Crespos, com o qual realizou os trabalhos Ensaio Sobre Carolina- dir: José Fernando Peixoto. Atuou na série Axogum de Edu Kishimoto e Manuel Moruzzi, no longa metragem “Todos os Mortos” de Caetano Gotardo e Marco Dutra e longa metragem “Hebe- A Estrela do Brasil” dirigido por Maurício Farias. Geni Cavalcanti: Na televisão atuou em novelas, seriados. Fez parte do elenco do especial da TV Cultura Meninas Trançam Rimas, No ano de 2015 recebeu a indicação de Melhor Atriz Coadjuvante no conceituado Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem (antigo FEMSA Coca – Cola).João Invenção: Atuou na Cia Clã Studio das Artes Cômicas, Cia Carapuça, A Próxima Cia, e compõe a Cia Baitaclã, foi diretor musical do documentário “depois de amanhã é ontem” da Cia Terreiros do Riso.Cristiani Zonzini: Produtora cultural, diretora da empresa La Stupenda Produções Artísticas, atua deste de 1998 nas áreas de teatro e circo, onde desenvolve e acompanha projetos, realiza a gestão de projetos e coordenação de produção e administração de temporadas de espetáculos, circulação, estreias e outros eventos.Atua há 20 anos junto ao Grupo Parlapatões, na gestão de projetos e coordenação financeira. Também foi produtora do Teat(r)o Oficina Uzina Uzona.É a responsável pela produção local dos espetáculos de abertura do CIRCOS – Festival Internacional de Circo do SESC, tendo recebido em 2023 a produção da Guiné Konakri com o espetáculo Yé (Circus Baobab) e em 2025 o espetáculo Moya da África do Sul (Zip Zap Circus). Também realizou em 2015 e 2025 a produção local do artista Leo Bassi (Espanha) nas apresentações em São Paulo (SESC e Espaço Parlapatões).
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.