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Montagem, estreia e apresentação do espetáculo teatral adulto LOUCO, com temporada de 38 apresentações gratuitas, sendo: 03 no Teatro Alvaro de Carvalho, 17 na sede do Grupo Armação, ambas no Centro de Florianópolis, SC; circuito de 12 apresentações em 06 cidades de Santa Catarina - duas em cada cidade - 02 apresentações em Curitiba, PR, 02 em Porto Alegre, RS e 02 em São Paulo, Capital. Exposição com 15 peças de figurinos e objetos criados pelo estilista e design de moda nacional e mundialmente conhecido, Ronaldo Fraga, inspirada em Arthur Bispo do Rosário e que acompanhará cada apresentação do projeto. Após as apresentações teremos conversa com o público de 45 minutos acerca do tema "A saúde Mental na Contemporaneidade", Realização de 02 oficinas formativas gratuitas sendo: 01 de Artes Visuais, no modelo "instalação" e 01 de Sensibilização e Percepção Corporal - Teatro e Ioga. Total 38 apresentações gratuitas, com público estimado de 4.500 pessoas.
LOUCO Sinopse LOUCO é uma livre adaptação de Diário de um Louco, de Nikolai Gogol, realizadas especificamente para esse projeto pelo diretor do espetáculo. A história é protagonizada por Ivanovitch Poprishchin, um funcionário público que vive uma vida solitária e miserável em São Petersburgo. Nossa montagem irá encarcerar Ivanovitch em um quarto, que será, em nossa leitura, O Quarto, cujo pintor, o célebre Vincent Van Gogh foi um “louco” que morreu em um manicômio depois de atentar contra a própria vida dando um tiro no peito. Citado por Antonin Artaud, ator, diretor, teórico francês que também trancafiado em vários hospícios até morrer em um deles - uma de nossas referências essenciais para o Projeto, como um “Suicidado da sociedade”. Nosso espetáculo irá demonstrar de que forma Ivanovitch tem a deterioração gradual de sua sanidade; Ele é um funcionário público de baixa renda, por meio de suas anotações em um diário irá desfilando entre o real e o fantástico; Iremos acompanhar a descida do personagem à loucura, inspirada por fantasias que ele cria para escapar da mesquinhez de sua vida, se apaixonando pela filha de seu e tendo conversas intensas com cães que conversam entre si e escrevem, também eles, cartas. chefe e chegando a acreditar, no fim da peça, que é um rei. A sanidade de Ivanovitch começa a se desintegrar após ele ouvir cães conversando, o que o leva a acreditar que os animais têm personalidades e que ele precisa se infiltrar em seu mundo. A partir daí, gradualmente se desconecta da realidade, criando fantasias para escapar de sua vida insuportável. Aos poucos nosso Louco desvenda como sua mente desmorona lentamente diante do atrito entre a realidade e seus anseios de um amor. Mostraremos de que forma a alienação social, a fragilidade da identidade da mente pode criar universos alternativos para lidar com o sofrimento e a miséria. O real e o fantástico, o normal e o patológico, o razoável e o delírio de nosso Louco, de nossa montagem teatral irão buscar mostrar ao espectador o sofrimento de um ser humano a quem a identidade se vai estilhaçando, se desintegrando em tempo presente. Nosso ato cênico irá mostrar como o conto de Nicolai Gogol, Diário de um louco, discute a relação conflituosa do homem com sua sociedade e evidencia o seu valor, o seu caráter, numa relação entre indivíduos que também está inserida na formação desta sociedade. Não em formas de individuais, mas buscando mostrar em nós, contemporâneos, o que há de Ivanovitch em cada um de nós. Em nossa encenação inspirada no conto de Gogol, reforçamos a solidão e o absurdo a partir de corredores e guichês que procuram organizar o percurso de acesso da personagem ao gabinete do Diretor. Dentro de uma burocracia escravizadora emerge o confronto entre realidade e ilusão que, dentro de uma aparente esquizofrenia leva Ivanovitch a criar um mundo possível para si, a partir de restos do mundo a que ele não tem acesso. Em vários instantes de comicidade vamos percebendo o percurso trágico que se apresenta à personagem, em clara alusão ao conceito de “crueldade” artaudiana, quando todos os componentes da encenação pulsam na busca de uma comunhão orgânica entre palco e plateia.
Objetivo GeralSeguindo os parâmetros estabelecidos no Artigo 1º da LEI Nº 8.313, DE 23 DE DEZEMBRO DE 1991, ITEM II, "estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento e cultura (...) ", item IV "proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional"; e item 5 " salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira" a partir da montagem e apresentação do espetáculo teatral adulto LOUCO em circuito inicial de 49 apresentações, acompanhada de Exposição com 15 peças de figurinos e objetos criados pelo estilista e design de moda nacional e mundialmente conhecido, Ronaldo Fraga, inspirada em Arthur Bispo do Rosário e que acompanhará cada apresentação do projeto.No final de cada apresentação teremos uma conversa com o público acerca do tema da peça, "Saúde Metal", um dos principais problemas da sociedade em nosso tempo, no Brasil e no mundo. A estreia e duas apresentações subsequentes se dará em evento que irá integrar o espetáculo teatral e uma Exposição de Ronaldo Fraga. A partir daí seguiremos aresentando na Cada de Teatro do Grupo Armação, nossa sede. Objetivos específicos1) Público: 4.500 pessoas, em 38 apresentações gratuitas e acessíveis com espetáculo teatral e palestra acerca do tema "Saúde Mental na Contemporaneidade". Seguindo os parâmetros estabelecidos no Artigo 1º da LEI Nº 8.313, DE 23 DE DEZEMBRO DE 1991, conforme contemplado no ítem I da referida lei, " Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais", com a estreia da peça teatral adulta LOUCO, apresentada de forma GRATUITA iremos realizar um circuito inicial de 44 apresentações, sendo: 20 em Florianópolis SC, 12 apresentações em 06 cidades do interior de Santa Catarina - uma em cada cidade, 01 em Curitiba PR, 01 em Porto Alegre RS e 02 em São Paulo, capital.A partir de um potente plano de mídia temos como meta atingir na estreia e temporada de LOUCO, um público mínimo de 4.500 espectadores, de forma acessível e gratuita. com linguagem de libras e descrição audiovisual, assegurando o acesso democrático e garantindo aspecto sensível da questão de cidadania de nosso público. 2) GRUPO ARMAÇÃO: 53 ANOS DE PRODUÇÕES TEATRAIS FORMANDO PÚBLICO COM PRODUÇÕES REALIZADAS POR ARTISTAS RESIDENTES NA REGIÃO DA GRANDE FLORIANÓPOLISSeguindo os parâmetros do item II da referida lei nr 8.313, entre outros, " promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais", acrescentando "universais", teremos uma dramaturgia criada por Nando Moraes, que também assina a direção espetáculo; Nando é catarinense residente há mais de 35 anos em Florianópolis. A peça será uma livre adaptação a partir do conto Diário de um louco, do autor russo Nicolai Gogol. O ator, Luiz Carlos Nascimento é o presidente do Grupo Armação - entidade que está apresentando o projeto, o figurinista, cenógrafo, iluminador, sonoplasta são todas pessoas que nasceram e/ou residem em Florianópolis, à exceção de Ronaldo Fraga, multui artista e designer de moda de projeção internacional. Ressalte-se que o Armação existe há 53 anos e as apresentações serão gratuitas, com grande grau de acessibilidade e formação de plateia, nesse caso, integrando Teatro e Artes Visuais - Moda. E com esse projeto queremos expandir nossas fronteiras, conquistando novos públicos e possibilitando, também, que os artistas tenham contato com outras cidades, estados e mesmo em outras regiões do país, em centros urbanos maiores que Florianópolis, como é o caso de Curitiba, Porto Alegre e São Paulo.3) SAÚDE MENTAL: UMA DAS QUESTÕES MAIS SÉRIAS DA HUMANIDADE - roda de conversa após cada apresentaçãoSeguindo os parâmetros do item II da referida lei nr 8.313, itens V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória , uma vez uma vez que o tema de nosso espetáculo, LOUCO, é a "Saúde Mental", oriundo de um conto russo do autor russo Nicolai Gogol, criada pelo diretor do espetáculo, Nando Moaes, após cada apresentação iremos realizar uma palestra denominada "Saúde Mental na Contemporaneidade" de aproximadamente 45 minutos, ao término da apresentação, com mediação de um psiquiatra especialista na área, direcionada ao público presente, com participação, ainda de toda a equipe de criação e execução do espetáculo. Observe-se que as campanhas antimanicomiais que começam na década de 1970, e continuam muito presentes até hoje. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 10 % da população mundial sofre com transtornos mentais, o que corresponde a aproximadamente 720 milhões de pessoas. O Brasil é o país que lidera o ranking de ansiedade e depressão na América Latina com 19 milhões de pessoas nessas condições. O que necessariamente não significa que devam ou precisem ser internadas para tratamentos em alguma unidade manicomial. São dados de 2022. Esses números certamente cresceram. Iremos nos apropriar das reflexões acerca do tema "Loucura" a partir do trabalho da psiquiatra e psicoterapeuta Drª. Nise da Silveira que, em 1940, implementou atividades criativas permeadas de práticas culturais e manuais aos pacientes internos em manicômios, sendo a primeira pessoa a se recusar a fazer psiquiatria baseada na violência, no Brasil. Tais ensinamentos, pesquisas e práticas médicas e terapêuticas da Dra. Nise ainda hoje servem de referência para profissionais que trabalham com a saúde mental. Nosso espetáculo, um monólogo, será uma forma de denúncia que irá mostrar artisticamente uma forma "grito de alerta" ao nosso público, ao nosso tempo, das questões dos manicômios e das pessoas acometidas por doenças mentais, ancorados nas terapias e no senso de humanidade, de ética e compaixão humana desenvolvidos pela dra. Nise da Silveira, denunciados por tantos artistas, entre eles o francês Antonin Artaud, um dos mais célebres artistas de teatro do século, também ele uma pessoa que passou por várias internações em manicômios, ainda que um dos maiores gênios que tivemos no Teatro, na Cultura, nas Artes. 4) FORMAÇÃO DE PLATEIA COM ACESSIBILIDADEOficinas de Formação - GratuitasAinda dentro das questões Saúde Mental, iremos oferecer 02 oficinas dentro das propostas terapêuticas implementadas pela dra Nise da Silveira, para alunos que participam do Programa EJA (Educação de Jovens e Adultos) da secretaria de Educação de SC - Florianopolis: 01 - de Artes Visuais, modelo "instalação" - 15 alunos; 01 de Corpo e Sensibilidade - Teatro e Ioga - 15 alunos O que sabe é que, ainda que as autoridades em saúde do país declarem que os modelos de hospitais psiquiátricos anteriores a 1980 tenham terminado, os hospitais psiquiátricos atuais guardam muito desses métodos em que, em muitos casos, a violência e os maus tratos imperam nos tratamentos. Nosso Ivanovitch passa por tais tratamentos; tais discussões estarão presentes em nosso espetáculo teatral. Com as apresentações e com as palestras sobre "Saúde mental na contemporaneidade", certamente estaremos contribuindo com o bem público, no que toca à saúde mental, além de estarmos fazendo um espetáculo - arte - muito bem conceituado. Iremos realizar um espetáculo que levará divertimento, emoção e reflexão à sociedade. Promover maior acessibilidade uma vez que estamos propondo tradução na língua universal em libras, para portadores de surdez e com leitura gravada para pessoas que estiverem em nossa plateia e forem deficientes visuais -
Tendo em vista que o Grupo Armação, apesar de seus 53 anos de existência, não ter fins lucrativos nem reservas financeiras fixas, para a realização do projeto teatral e social LOUCO, precisamos acessar a Lei Federal de Incentivo para ter aporte aos valores que estamos prevendo para a realização de nosso espetáculo. Pela primeira vez estamos pleiteando verbas para montagem e circulação por 07 cidades de Santa Catarina, em Curitiba (PR), Porto Alegre (RS) e São Paulo, caraterizando um circuito por duas regiões do Brasil; sempre de forma gratuita.Com as ações que serão abaixo relacionadas pensamos que estamos atingindo o que prevê LEI Nº 8.313, DE 23 DE DEZEMBRO DE 1991, dentre os itens: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País.Todos os 07 itens acima estarão contemplados em nosso projeto, nas ações abaixo relacionadas: As lutas antimanicomiais e a discussão acerca das doenças mentais são o nosso "grito de alerta", São o mote primeiro que nos impulsionou a montar LOUCO; o segundo é o de construção do Belo, criação de um espetáculo teatral consistente, bem acabado, emocionante, dando sequência às ações culturais com as quais buscamos há 54 anos de existência do Grupo Armação.Com as ações que serão abaixo relacionadas pensamos que estamos atingindo o que prevê LEI Nº 8.313, DE 23 DE DEZEMBRO DE 1991, dentre os itens:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional e V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira, itens que estarão basicamente contemplados com a consultoria nos figurinos da peça do estilista nacional e mundialmente conhecido Ronaldo Fraga, que além de ser um estilista brasileiro criador de uma marca própria, desenvolve projetos de aculturação de design e geração de renda e economia criativa em todo o Brasil. Além de tal consultoria, Fraga irá construir 10 figurinos e 05 objetos inspirados em Arthur Bispo do Rosário, uma das referências essenciais que estamos seguindo para a construção da linha conceitual e estética do espetáculo.VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País.Somos localizados em nossa Casa de Teatro situada no Centro de Florianópolis, um imóvel tombado pelo Patrimônio Histórico Nacional, que nos foi cedido em regime de comodato há 30 anos. A Casa funciona possui um teatro de bolso de locação máxima de 50 lugares.A Exposição de Ronaldo Fraga irá acompanhar o Projeto por onde andarmos, desde a estreia. Além de sua marca própria, Ronaldo Fraga desenvolve projetos de geração de emprego e renda baseados na reafirmação cultural junto a cooperativas e comunidades ligadas à indústria de confecção. Atualmente Ronaldo Fraga é um dos nomes mais importantes que participou da construção da identidade da moda brasileira. - conversas sobre saúde mental após as apresentações;No Art. 3°, itemI - incentivo à formação artística e cultural" , iremos oferecer 02 oficinas dentro das propostas terapêuticas implementadas pela dra Nise da Silveira, para alunos que participam do Programa EJA (Educação de Jovens e Adultos) da secretaria de Educação de SC - Florianopolis: 01 - de Artes Visuais, modelo "instalação" - 15 alunos; 01 de Corpo e Sensibilidade - Teatro e Ioga - 15 alunos- Temporada de 38 apresentações gratuitas, sendo: 03 no TAC - Teatro Álvaro de Carvalho por ocasião da estreia, 17 na sede do Grupo Armação, ambos os locais no Centro de Floriapólis, SC - público esperado: 2.000 pessoas circuito de 12 apresentações em 06 cidades de Santa Catarina - uma em cada cidade: público esperado: 1.900 pessoas 02 apresentação em Curitiba, PR: público esperado - 200 pessoas 02 apresentação em Porto Alegre, RS: público esperado - 200 pessoas 02 apresentações em São Paulo, Capital: público esperado: 200 pessoas Público total esperado: 4.500 pessoas - Após cada apresentação realizaremos uma conversa com o público de 45 minutos acerca do tema "A saúde Mental na Contemporaneidade", mediada por um profissional capacitado, com participação da equipe de criação e técnica do espetáculo. 02 oficinas formativas, gratuitas, dentro das propostas terapêuticas implementadas pela dra Nise da Silveira, para alunos que participam do Programa EJA (Educação de Jovens e Adultos) da secretaria de Educação de SC - Florianopolis: 02 de Corpo e Sensibilidade - Teatro e Ioga - 30 alunos Público total atingido gratuitamente com apresentações e oficinas do Projeto: 4.530 pessoas FORMAÇÃO DE PÚBLICOFormar público é vital para um espetáculo de teatro, pois garante a sustentabilidade da produção, proporciona feedback para aprimoramento artístico, promove a cultura e o debate social, e cria uma conexão emocional com o público, transformando-o em uma experiência mais enriquecedora para todos. A criação de uma base de espectadores fiéis e engajados é essencial para a vitalidade e evolução da arte teatral. Manutenção da Obra: O teatro é uma arte efêmera, e a presença do público é que torna a obra viva e permite que ela continue sendo apresentada e adaptada.Diálogo e Conexão: A interação com a plateia cria um espaço de troca e aprendizado, aprofundando a compreensão sobre a criação artística e a experiência teatral. Desenvolvimento Cultural e Social: Promoção da Cultura: O teatro é uma ferramenta poderosa para preservar e promover a cultura, explorando narrativas e reflexões sobre a sociedade. Conscientização e Crítica: As peças teatrais abordam questões sociais importantes, incentivando o público a pensar criticamente e a considerar novas perspectivas. Plataforma para Vozes Marginalizadas: O teatro dá voz a histórias e pontos de vista que muitas vezes não são ouvidos, promovendo maior empatia e compreensão. Engajamento e Experiência do Espectador: Engajamento Emocional: Ao se sentirem parte do universo teatral, os espectadores criam uma conexão mais profunda com a obra e com a experiência, que pode ser transformadora. Desenvolvimento Pessoal: O teatro estimula o autoconhecimento, a expressão corporal e vocal, a criatividade e a capacidade de lidar com os outros, qualidades importantes para a vida pessoal e profissional. Lazer e Reflexão: O teatro oferece entretenimento, lazer e um espaço para reflexão, combatendo o isolamento social e proporcionando momentos alegres e enriquecedores. No Art. 3°, itemI - incentivo à formação artística e cultural" , iremos oferecer 02 oficinas dentro das propostas terapêuticas implementadas pela dra Nise da Silveira, para alunos que participam do Programa EJA (Educação de Jovens e Adultos) da secretaria de Educação de SC - Florianopolis: 02 de Corpo e Sensibilidade - Teatro e Ioga - 30 alunos
Tema Central da montagem e do projeto: A LoucuraDe acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 10 % da população mundial sofre com transtornos mentais, o que corresponde a aproximadamente 720 milhões de pessoas. O Brasil é o país que lidera o ranking de ansiedade e depressão na América Latina com 19 milhões de pessoas nessas condições. O que necessariamente não significa que devam ou precisem ser internadas para tratamentos em alguma unidade manicomial.Iremos nos apropriar das reflexões acerca do tema “Loucura” a partir do trabalho da psiquiatra e psicoterapeuta Drª. Nise da Silveira que, em 1940, implementou atividades criativas permeadas de práticas culturais e manuais aos pacientes internos em manicômios, sendo a primeira pessoa a se recusar a fazer psiquiatria baseada na violência, no Brasil.De acordo com Walter Melo Júnior[1], autor do artigo “Nise da Silveira, Antonin Artaud e Rubens Corrêa...” A relação da arte com o campo da saúde mental possibilitou que, no Brasil, diversas concepções amplamente divulgadas nos tratados de psiquiatria fossem repensadas, assim como as práticas asilares sofressem profundos abalos. Nesse sentido, o trabalho desenvolvido por Nise da Silveira apresenta-se como o mais significativo e fecundo exemplo, pois, além de contribuir para a reformulação dos serviços de saúde mental, interferiu também no campo das artes.Em relação à saúde mental, Nise da Silveira questionou dogmas profundamente arraigados no discurso psiquiátrico. Ao contrário do que diziam os clássicos tratados, para ela o chamado doente mental não estava em um processo degenerativo, no qual perderia gradativamente as funções psíquicas superiores. Os estudos de Nise da Silveira apontam para a permanência do pragmatismo, da inteligência e, principalmente, para a manutenção da capacidade de a pessoa em tratamento em serviços de saúde mental se relacionar de maneira afetiva.A psiquiatria afetiva de Nise da Silveira pressupõe que, para se criar condições terapêuticas favoráveis, o ambiente deve ser acolhedor e sem qualquer tipo de coação; devem ser oferecidas atividades expressivas, como pintura, modelagem, música e teatro, como alternativas às internações que ocorrem em milhões de pessoas, para se acompanhar o incessante processo de busca pela consciência; e o terapeuta deve se posicionar de modo estável, possibilitando, assim, que o afeto catalise as forças auto curativas da psique. Então, através da liberdade, da atividade e da afetividade, Nise da Silveira pôde criar um novo modelo de tratamento que prescindisse tanto do isolamento gerado nas internações quanto dos métodos agressivos, como eletrochoque, coma insulínico e lobotomia.No que diz respeito ao campo das artes, o trabalho de Nise da Silveira também se mostrou transformador. Ela proporcionou o encontro de artistas plásticos e críticos de arte como Almir Mavignier, Ivan Serpa, Abraham Palatinik, Ferreira Gullar e Mário Pedrosa com os frequentadores dos ateliês da Seção de Terapêutica Ocupacional que dirigiu no Centro Psiquiátrico Pedro II, no Rio de Janeiro . Esses encontros contribuíram de maneira direta nas formulações do neoconcretismo no Brasil (Melo, 2005). No cinema, Nise da Silveira produziu, em parceria com o cineasta Leon Hirszman, a trilogia Imagens do Inconsciente, sobre a produção pictórica de Fernando Diniz, Adelina Gomes e Carlos Pertuis (Melo, 2004). Nas artes cênicas, assunto abordado no presente artigo, devemos enfatizar a influência que recebeu de Antonin Artaud e a parceria que estabeleceu com o ator Rubens Correa.O Encontro de Nise da Silveira com Antonin Artaud Citações e referências:[1] JÚNIOR, Walter Melo. Artigo Nise da Silveira, Antonin Artaud e Rubens Corrêa: fronteiras da arte e da saúde mental. https://www.scienceopen.com/document?vid=31ce5cf2-231e-48a1-b2cb-17eef0860a121 - Campanhas anti manicomiais: os "loucos" de nosso tempo, o século 21 As campanhas antimanicomiais que começam na década de 1970, e continuam muito presentes até hoje, tiveram na Dra. Nise da Silveira uma de suas maiores forças no que diz respeito aos trabalhos que ainda hoje servem de referência para profissionais de saúde mental. Entendo que, a exemplo do suicídio de Van Gogh, denunciado por Antonin Artaud em seu texto Van Gogh, o suicidado da sociedade, de certa serão levados em conta uma vez que, para Artaud, Van Gogh foi um suicidado indireto da sociedade justamente pelo desconhecimento de sua estrutura emocional e até mesmo por desconhecer-se recursos, em finais de século 19, de tratar doentes mentais; ainda hoje não os entendemos muito bem! Conceitualmente nosso espetáculo seguirá duas imagens, em torno das quais irá transitar todo o conceito: O Quarto de Van Gogh, com cama, mesa, duas cadeiras, uma janela ao fundo e um ou dois quadros pendurados; 2 – Nau dos Loucos, síntese do conceito de isolamento e exclusão que nosso Ivanovitch, a exemplo do próprio Van Gogh, Camille Claudel e Bispo do Rosário, entre tantos encarcerados em suas mentes e fisicamente. Poética artística Forma estética: Arthur Bispo do Rosário, no figurino de Ivanovitch que terá autoria de André Dalsergio, com consultoria do estilista, figurinista, mundialmente conhecido Ronaldo Fraga; que também irá presentear a exposição de 15 peças de figurinos, objetos e adereços criados por ele e acompanharão todo o circuito de apresentações de nosso espetáculo em toda a sua existência. Vale destacar que Ronaldo Fraga – que fará consultoria nos figurinos e na cenografia, além dos objetos da exposição que irão nos acompanhar em todo o circuito/turnê, Reconhecido como um dos maiores nomes da moda brasileira, Ronaldo Fraga propõe em seus desfiles um diálogo da nossa cultura com o mundo contemporâneo. O universo da obra de Carlos Drummond de Andrade, o sertão de Guimarães Rosa, a cerâmica das bonecas do Jequitinhonha e o legado da cantora Nara Leão são apenas alguns dos temas que já foram retratados em suas coleções-manifestos. Com mais de 30 coleções no currículo, teve sua contribuição à moda e à cultura brasileiras reconhecida em prêmios relevantes, como o TRIP Transformadores, em 2011, e foi um dos sete estilistas do mundo escolhidos, em 2014, para apresentar peças no Designs of the Year, promovido pelo Design Museum, em Londres. Além de sua marca própria, Ronaldo Fraga desenvolve projetos de geração de emprego e renda baseados na reafirmação cultural junto a cooperativas e comunidades ligadas à indústria de confecção. Esse artista de tamanha envergadura estará conosco em nosso projeto LOUCO.
SOBRE A PEÇA TEATRALDuração - 60 minutosClassificação de idade - maiores de 16 anosConversa pós-apresentação:Tema - A Loucura na contemporaneidade brasileiraTempo - 40 minutosPROJETO PEDAGÓGICO - TEMÁTICA DA PEÇA E DAS CONVERSAS COM O PÚBLICO APÓS AS APRESENTAÇÕES Texto do dramaturgio e diretor do espetáculo: inspirado no livro A História da Loucura, de Michel Foucault A Nau dos Loucos ( Stultifera navis): águas e a Luz - Dos leprosários aos manicômios Ao final da Idade Média, a lepra desaparece do mundo ocidental. Às margens da comunidade, às portas das cidades, abrem-se como que grandes praias que esse mal deixou de assombrar. Do século XIV ao XVII uma nova encarnação do mal, um outro esgar do medo, mágicas renovadas de purificação e exclusão. A partir da alta Idade Média, e até o final das Cruzadas, os leprosários tinham multiplicado por toda a superfície da Europa suas cidades malditas; Paris chegou a haver 19.000 deles em toda a cristandade. [1] O ser humano desde sempre encontrou formas bizarras de exílio de pessoas que não se adaptavam aos valores vigentes do grande “status quo”. Desaparecida a lepra, apagado (ou quase) o leproso da memória, desde os tempos de Jesus, essas estruturas permanecerão. Frequentemente nos mesmos locais, os jogos da exclusão serão retomados, estranhamente semelhantes aos primeiros, dois ou três séculos mais tarde. Pobres, vagabundos, presidiários e "cabeças alienadas" assumirão o papel abandonado pelos leprosos e veremos que salvação se espera dessa exclusão, para eles e para aqueles que os excluem. (FOUCAULT, 1997) Com um sentido inteiramente novo, e numa cultura bem diferente que é a exclusão social, disfarçada de reintegração espiritual. A lepra foi substituída inicialmente pelas doenças venéreas. De repente, ao final do século XV, elas sucedem a lepra como por direito de herança. Esses doentes são recebidos em diversos hospitais de leprosos. No entanto, a lepra se retira, deixando sem utilidade esses lugares obscuros e esses ritos que não estavam destinados a curá-la, mas sim a mantê-la a uma distância “segura” da sociedade em geral. A danação do homem agora será justificada pelo conceito de danação, de loucura. Mas será necessário um longo momento de latência de quase dois séculos, conforme destaca Michel Foucault (1997, p12) para que esse novo espantalho, que sucede à lepra nos medos seculares, suscite como ela reações de divisão, de exclusão de uma maneira bem evidente. Antes de a loucura ser dominada, por volta da metade do século XVII, antes que se ressuscitassem, em seu favor, velhos ritos, ela tinha estado ligada a representações artísticas como a pintura A Nau dos Loucos (Stultifera navis) de Hieronymus Bosch, entre outras tantas. Essa Nau estará em nosso cenário e conduzirá nosso Louco em muitos momentos. Mas de todas essas naves romanescas ou satíricas, a Narrenschiff (Nau dos Loucos) é a única que teve existência real, pois eles existiram, esses barcos que levavam sua carga insana de uma cidade para outra. Os loucos tinham então uma existência facilmente errante. As cidades escorraçavam-nos de seus muros; deixava-se que corressem pelos campos distantes, quando não eram confiados a grupos de mercadores e peregrinos. Às vezes, os marinheiros deixavam em terra, mais cedo do que haviam prometido, esses passageiros incômodos; frequentemente as cidades da Europa viam essas naus de loucos atracar em seus portos. No entanto, em geral na maior parte das cidades da Europa existiu, ao longo de toda a Idade Média e da Renascença, um lugar de detenção reservado aos insanos. Importante, ainda, ressaltar que essas estas peregrinações eram organizadas e às vezes subvencionadas pelas cidades ou pelos hospitais. E é possível que essas naus de loucos, que assombraram a imaginação de toda a primeira parte da Renascença, tenham sido naus de peregrinação, navios altamente simbólicos de insanos em busca da razão: uns desciam os rios na direção da Bélgica e outros subiam o Reno. De maneira geral, mesmo nos locais em que havia internação esses loucos eram alojados e mantidos pelo orçamento da cidade, mas não tratados: São pura e simplesmente jogados na prisão. Além do mais, a navegação entrega o homem à incerteza da sorte: nela, cada um é confiado a seu próprio destino, a um vir a ser, a um acaso; todo embarque é, potencialmente, o último. É para o outro mundo que parte o louco em sua barca louca; é do outro mundo que ele chega quando desembarca. Esta navegação do louco é simultaneamente a divisão rigorosa e a Passagem absoluta. Num certo sentido, ela não faz mais que desenvolver, ao longo de uma geografia semirreal, semi-imaginária, a situação liminar do louco no horizonte das preocupações do homem medieval — situação simbólica e realizada ao mesmo tempo pelo privilégio que se dá ao louco de ser fechado às portas da cidade: sua exclusão deve encerrá-lo; se ele não pode e não deve ter outra prisão que o próprio limiar, seguram-no no lugar de passagem: exilado!! Postura altamente simbólica e que permanecerá sem dúvida a sua até nossos dias, se admitirmos que aquilo que outrora foi fortaleza visível da ordem tornou-se agora castelo de nossa consciência. A água e a navegação têm realmente esse papel. Fechado no navio, de onde não se escapa, o louco é entregue ao rio de mil braços, ao mar de mil caminhos, a essa grande incerteza exterior a tudo. É um prisioneiro no meio da mais livre, mais aberta das estradas: solidamente acorrentado à infinita encruzilhada. É o Passageiro por excelência, isto é, o prisioneiro da passagem. E a terra à qual aportará não é conhecida, assim como não se sabe, quando desembarca, de que terra vem. Sua única verdade e sua única pátria são essa extensão estéril entre duas terras que não lhe podem pertencer (MICHEL FOUCAULT, 1997, p.17). É esse ritual que, por esses valores, está na origem do longo parentesco imaginário que se pode traçar ao longo de toda a cultura ocidental de encarceramento dos doentes mentais de nosso tempo? Uma coisa pelo menos é certa: a água e a loucura estarão ligadas por muito tempo nos sonhos do homem europeu. Aqui nosso Louco estará contemplado.Mas se a navegação dos loucos se liga, na imaginação ocidental, a tantos motivos imemoriais, por que por volta do século XV, esta súbita formulação do tema, na literatura e na artes? De repente a silhueta da Nau dos Loucos e sua tripulação insana invade as paisagens mais familiares. A loucura e o louco tornam-se personagens maiores, representantes de um vertiginoso desatino do mundo e medíocre ridículo dos homens. Nos últimos anos do século, Bosch compõe sua Nau dos Loucos. O Elogio da Loucura de Erasmo de Roterdã é de 1509. A ordem da sucessão é clara. Até a segunda metade do século XV, ou mesmo um pouco depois, o tema da morte impera sozinho. O fim do homem, o fim dos tempos assume o rosto das pestes e das guerras. O que domina a existência humana é este fim e esta ordem à qual ninguém escapa. A presença que é uma ameaça no interior mesmo do mundo é uma presença descarnada. E eis que nos últimos anos do século esta grande inquietude gira sobre si mesma: o desatino da loucura substitui a morte e a seriedade que a acompanha. Da descoberta desta necessidade, que fatalmente reduzia o homem a nada, passou-se à contemplação desdenhosa deste nada que é a própria existência. A cabeça, que virará crânio, já está vazia. A loucura é o já-está-aí da Morte (MICHEL FOUCAUL, 1997. Pp 20 e 21). Ivanovitch, o Louco da peça, representação de todos nós, está morto, como Van Gogh, Artaud, Camille Claudel, Arthur Bispo do Rosário.
O TAC - Teatro Álvaro de Carvalho local que será a estreia da peça e da exposição de Ronaldo Fraga, dispõe de todos os itens de acessibilidade previstos em lei, uma vez que é o principal aparelho cultural de Florianópolis, com Teatro, galerias de exposição e espaços de oficinas culturais. Itens de acessibilidade do local de estreia e mais duas apresentações: Banheiro acessível, rampas de acesso, placas e sinalizações, piso tátil, espaço reservado para cadeira de roda, bem como para pessoas com ecesso de peso. - libras - Todas as sessões do espetáculo terão a presença de intérpretes de Libras;- Audiodescrição - Ofereceremos audiodescrição para pessoas com deficiência visual, descrevendo cenários, figurinos e ações de forma a criar uma imagem mental do que está acontecendo no palco;A maitoria das apresentações em Florianópolis, no entanto, serão em nosso Teatro, uma casa antiga tombada pelo patrimônio histórico; não possui rampa nem banheiro acessível. Quaisquer reformas ou adaptações precisam de autorização do Iphan e o projeto não contempla tais adaptações; iremos avisar o público, por ocasião das apresentações, que não temos essas condições;Não teremos tapetes e garantiremos acessos livres para deslocamento de nosso público em nossa Casa do Teatro do Grupo Armação;Em nossa ação de acessibilidade teremos: - As placas e os símbolos informativos para acesso ao Teatro serão instalados em locais visíveis para pessoas com e sem deficiência;- espaço reservado para cadeira de rodas na plateia;- instalaremos piso tátil para orientar pessoas com deficiência visual nas áreas de maior circulação.- libras - Todas as sessões do espetáculo terão a presença de intérpretes de Libras; em Florianópolis e na turnê em outras cidades e estados.- Audiodescrição - Ofereceremos audiodescrição para pessoas com deficiência visual, descrevendo cenários, figurinos e ações de forma a criar uma imagem mental do que está acontecendo no palco; também em Florianópolis e na turnê em outras cidades e estados.- Divulgação: utilizaremos também plano de mídia digital e em usaremos redes sociais para alcançar diversos públicos.- Teremos assistentes de recepção treinados para dar suporte imediato e ajudar pessoas com diferentes necessidades.- Permitiremos a entrada de cães-guia.
- Temporada de 49 apresentações gratuitas, sendo: 40 em Florianópolis - no TAC (03) e na sede do Grupo Armação (37), Centro de Floriapólis, SC - público espeado: 3.000 pessoascircuito de 16 apresentações em 16 cidades de Santa Catarina - uma em cada cidade: público esperado: 2.300 pessoas01 apresentação em Curitiba, PR: público esperado - 200 pessoas01 apresentação em Porto Alegre, RS: público esperado - 200 pessoas02 apresentações em São Paulo, Capital: público esperado: 300 pessoasPúblico total esperado: 6.000 pessoas- Após cada apresentação realizaremos uma conversa com o público de 45 minutos acerca do tema "A saúde Mental na Contemporaneidade", mediada por um profissional capacitado, com participação da equipe de criação e técnica do espetáculo.- Durante toda a turnê uma exposição com 10 figurinos e 05 objetos inspirados em Arthur Bispo do Rosário irão nos acompanhar, estando sempre no foier dos espaços e teatros em que formos apresentar. A criação será do design, estilista nacional e mundialmente conhecido Ronaldo Fraga, que além de ser um estilista brasileiro criador de uma marca própria, desenvolve projetos de aculturação de design e geração de renda e economia criativa em todo o Brasil.02 oficinas formativas, gratuitas, , para alunos que participam do Programa EJA (Educação de Jovens e Adultos) da secretaria de Educação de SC - Florianopolis: 02 oficinas, com 15 alunos cada uma. Corpo e Sensibilidade - Teatro e Ioga - dentro das propostas terapêuticas implementadas pela dra Nise da Silveira - Total com as oficinas de formação gratuitas: 30 pessoasPúblico total atingido gratuitamente com apresentações e oficinas: 6.030 pessoasCom a formação de plateria, emos o compromisso cidadão de FORMAÇÃO DE PÚBLICOFormar público é vital para um espetáculo de teatro, pois garante a sustentabilidade da produção, proporciona feedback para aprimoramento artístico, promove a cultura e o debate social, e cria uma conexão emocional com o público, transformando-o em uma experiência mais enriquecedora para todos. A criação de uma base de espectadores fiéis e engajados é essencial para a vitalidade e evolução da arte teatral. Sustentabilidade e Viabilidade: Sustentabilidade Financeira:Um público fiel garante a venda de ingressos, o que é crucial para a manutenção da obra e o sustento dos artistas e técnicos.Manutenção da Obra:O teatro é uma arte efêmera, e a presença do público é que torna a obra viva e permite que ela continue sendo apresentada e adaptada.Aprimoramento Artístico: Feedback Valioso:As reações e os comentários do público oferecem insights essenciais para aprimorar a montagem, ajustar a atuação e melhorar produções futuras.Diálogo e Conexão:A interação com a plateia cria um espaço de troca e aprendizado, aprofundando a compreensão sobre a criação artística e a experiência teatral.Desenvolvimento Cultural e Social: Promoção da Cultura:O teatro é uma ferramenta poderosa para preservar e promover a cultura, explorando narrativas e reflexões sobre a sociedade.Conscientização e Crítica:As peças teatrais abordam questões sociais importantes, incentivando o público a pensar criticamente e a considerar novas perspectivas.Plataforma para Vozes Marginalizadas:O teatro dá voz a histórias e pontos de vista que muitas vezes não são ouvidos, promovendo maior empatia e compreensão.Engajamento e Experiência do Espectador:Engajamento Emocional:Ao se sentirem parte do universo teatral, os espectadores criam uma conexão mais profunda com a obra e com a experiência, que pode ser transformadora. Desenvolvimento Pessoal:O teatro estimula o autoconhecimento, a expressão corporal e vocal, a criatividade e a capacidade de lidar com os outros, qualidades importantes para a vida pessoal e profissional. Lazer e Reflexão:O teatro oferece entretenimento, lazer e um espaço para reflexão, combatendo o isolamento social e proporcionando momentos alegres e enriquecedores.
Dramaturgia e Direção - Nando MoraesAtuação - Luiz Carlos NascimentoAndré - FigurinistaRonaldo Fraga - Consultoria em FigurinoCriação da Exposição "Bispo do Rosário"Fábio - Cenógrafo e aderecistaSonoplastia - FábioIluminação - Nando MoraesMaquiagem e contrarregra - Margarete WestephalOperação de Iluminação Produção Executiva - Manuela Viana/ EM Ponto Produções Artistica Ltda
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.