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PRONAC 2511711Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Projeto Sol - Som e Movimento

INSTITUTO CAMINHO DA ROCA
Solicitado
R$ 444,9 mil
Aprovado
R$ 444,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Petrópolis
Início
2026-01-05
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
Petrópolis Rio de Janeiro

Resumo

O Projeto Sol - Som e Movimento, desenvolvido pelo Instituto Caminho da Roça, em Secretário _ Petrópolis/RJ, é uma iniciativa que visa democratizar o acesso à educação musical e à cultura na região rural da Serra Fluminense. Voltado para crianças, adolescentes e jovens, da comunidade e arredores, o projeto oferece aulas gratuitas de violão, violoncelo, violino, viola caipira, sanfona, piano, teclado, acordeon, percussão, canto coral e capoeira, integrando a comunidade em torno da música como ferramenta de transformação social e valorização cultural.O principal objetivo do projeto é proporcionar a inclusão social por meio da música, criando oportunidades para o desenvolvimento artístico e pessoal dos participantes, especialmente aqueles em situação de vulnerabilidade. Além de promover a formação musical, o projeto também atua no fortalecimento da identidade cultural local, resgatando e difundindo tradições musicais populares, como o uso da viola caipira e da sanfona.

Sinopse

NÃO SE APLICA

Objetivos

Objetivo Geral: Promover a inclusão social e o desenvolvimento humano por meio da educação musical, contribuindo para o fortalecimento da cultura regional e para a valorização do patrimônio imaterial, ao mesmo tempo em que se cria um espaço para a expressão artística e a integração comunitária. Objetivos Específicos:- Democratizar o acesso à educação musical: oferecer aulas gratuitas de violão, violoncelo, violino, viola caipira, sanfona, piano, teclado, acordeon, percussão, canto coral e capoeira para crianças, adolescentes e JOVENS, especialmente para aqueles em situação de vulnerabilidade social e com pouco ou nenhum acesso a atividades culturais.- Realizar (Produto cultural - CURSO/OFICINA/CAPACITAÇÃO _ MÚSICA) Projeto Sol _ Som e Movimento, com duração de 10 meses, atendendo aproximadamente 150 (centro e cinquenta) crianças, adolescentes e jovens entre 7 e 21 anos. Escopo: oferecer aulas de violão, violoncelo, violino, viola caipira, sanfona, piano, teclado, acordeon, percussão, canto coral e capoeira.CONSOLIDAR A ORQUESTRA CAIPIRA CAMINHO DA ROÇA AUMENTANDO O NUMERO DE PARTICIPANTES E REPERTÓRIO. Realizar (Produto cultural - Apresentação Musical / Música / Apresentação) apresentações musicais da Orquestra Caipira Caminho da Roça, onde instrumentos populares como zabumba e sanfona se misturam aos eruditos: violino e violoncelo. Sendo 5 (cinco) apresentações gratuitas em: III Encontro de Roças do Brasil, Festival Agroserra - Da Roça ao Prato; Escolas de Petrópolis _ Barros Franco, Theófilo e Bonifácio, e no Palácio de Cristal. Público estimado: 1000 alunos e familiares.- Fortalecer a cultura local e o patrimônio imaterial: Valorizar e resgatar tradições musicais brasileiras, como a viola caipira e a sanfona, promovendo a transmissão de saberes e práticas culturais regionais às novas gerações, preservando o patrimônio cultural.- Desenvolver habilidades pessoais e sociais: Estimular nos participantes a disciplina, a criatividade, o trabalho em equipe e a autoconfiança por meio da prática musical, além de proporcionar um espaço de convivência e inclusão social.- Promover a integração intergeracional: Fomentar a convivência entre gerações, criando um ambiente onde crianças, adolescentes, jovens possam aprender e compartilhar experiências musicais, fortalecendo os laços comunitários.- Difundir a música como ferramenta de transformação social: Utilizar a música como um meio de integração social, transformação pessoal e comunitária, oferecendo aos participantes a oportunidade de expressar suas emoções, aprimorar suas habilidades e vivenciar novas formas de expressão artística.- Proporcionar apresentações públicas e recitais: Organizar apresentações periódicas, como recitais e eventos abertos ao público, que permitam aos alunos mostrar o que aprenderam, incentivar o intercâmbio cultural e envolver a comunidade local nas atividades do projeto.- Oferecer formação musical de qualidade: Através de uma metodologia inclusiva e adaptada aos diferentes níveis de aprendizagem, o projeto busca garantir uma formação musical sólida, abrangendo tanto a teoria quanto a prática dos instrumentos, com foco no desenvolvimento integral dos alunos.Observações: Para realização desses objetivos, serão atendidos os custos mensais com aluguel de espaço, manutenção e conservação, equipe técnica, administrativa, gestão e produção, custos administrativos (telefone, internet, luz), custos com comunicação e divulgação (manutenção de site, redes sociais, mídia, assessoria de imprensa, entre outros), e custos com os projetos específicos.

Justificativa

A solicitação de apoio ao projeto junto ao Ministério da Cultura, via Lei de Incentivo, é hoje uma das poucas formas de se encontrar parcerias na iniciativa privada, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura em todo o país.Dessa forma, o projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91:I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;Ademais, o projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8.313/91):I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos;II - Fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. A localidade de Secretário, situada na área rural de Petrópolis, enfrenta desafios estruturais que limitam o acesso da população a atividades culturais e de capacitação artística. Embora seja uma região rica em tradições e com uma comunidade ativa, Secretário não dispõe de equipamentos culturais públicos, como centros culturais, bibliotecas ou escolas de música, fora do contexto da educação formal. Essa carência de infraestrutura cultural impede que crianças, jovens e adultos tenham contato regular com atividades artísticas, essenciais para o desenvolvimento integral e para a formação de cidadãos mais engajados socialmente.Além disso, a distância entre Secretário e a sede do município de Petrópolis (aproximadamente 40 km) agrava ainda mais a dificuldade de acesso das famílias a iniciativas culturais e educativas de qualidade. A maioria das famílias da região, composta por pequenos produtores rurais e trabalhadores locais, não dispõe de recursos financeiros suficientes para custear transporte regular ainda que precário e escasso até o centro urbano, onde se concentram as oportunidades de formação musical e cultural.O Instituto Caminho da Roça (ICR) por meio do Projeto Sol - Som e Movimento surge como uma resposta a essa realidade, ao proporcionar, dentro da própria comunidade de Secretário, aulas de música acessíveis e gratuitas, abrangendo uma diversidade de instrumentos. Ao descentralizar a oferta cultural e trazer a formação artística diretamente para a localidade, o projeto atua na redução das desigualdades de acesso à cultura, garantindo que crianças e jovens em situação de vulnerabilidade social possam ter contato com a música e o aprendizado artístico de forma estruturada e contínua.Essa proposta também reconhece o valor da música como um meio de transformação social e de empoderamento pessoal. Ao proporcionar uma educação musical de qualidade, o projeto não apenas capacita os alunos tecnicamente, mas também promove o desenvolvimento de habilidades sociais, emocionais e cognitivas, criando oportunidades de inclusão e de crescimento que, de outra forma, estariam fora do alcance da maioria das famílias de Secretário.Portanto, a implementação das aulas em Secretário é fundamental para romper as barreiras geográficas e econômicas que afastam os moradores das atividades culturais, oferecendo uma solução prática e inclusiva para a formação artística local. O projeto não apenas preenche uma lacuna cultural existente, mas também contribui para o fortalecimento da identidade cultural da região e para a construção de um futuro mais próspero e conectado para seus habitantes.O projeto adota uma abordagem pedagógica que une teoria musical à prática instrumental, em aulas ministradas por professores qualificados no contra turno escolar. As atividades gratuitas, são organizadas para contemplar tanto o aprendizado individual quanto o trabalho em grupo, com ensaios coletivos.

Estratégia de execução

A proposta de obtenção de recursos através daLei Federal de Incentivo à Cultura se dá por conta do aumento do interesse dos alunos e alunas por isso, o Instituto Caminho da Roça precisa aumentar a carga horária dos professores para atender a um número maior de alunos. O Projeto Sol, Som e Movimento, é a porta de entrada para que os alunos e alunas façam parte da Orquestra Caipira Caminho da Roça (OCCAR). O processo acontece com os alunos e as alunas que demonstram desempenhos musicais positivos e interesse pelo aprendizado durante o projeto. A orquestra tem como propósito democratizar o acesso a música e une instrumentos e músicas eruditas e populares.

Especificação técnica

PRODUTO: Curso/Oficina/Capacitação – MúsicaLocal: sede do Instituto Caminho da Roça - Rua da Feira, 11, Secretário, Petrópolis/RJ Aulas de Violão – Prof. João Batista de Almeida MacedoEstimamos 6 turmas, com a média de 5 alunos cada, com duração de 1 hora cada e AULAS DUAS VEZES POR SEMANA. . As turmas serão agrupadas após avaliação que o professor fará com base na faixa etária e experiência com o instrumento. *média de alunos nessa atividade: 48 Metodologia:O violão é um instrumento com sonoridade simples, através dos toques de cordas e de uma caixa acústica que ecoam os sons graves e agudos. A metodologia utilizada no ensino coletivo de violão se desenvolve através da socialização de alguns elementos da música como o tempo dos acordes, andamento e a dinâmica da canção. A iniciação progressiva à leitura musical, o desenvolvimento das habilidades motoras e o domínio progressivo do modo de executar o instrumento preparam o aluno para enfrentar as suas dificuldades técnicas.As explicações e as dúvidas são trabalhadas coletivamente, aonde os alunos vão aprendendo através da observação e assimilando gradualmente a aquisição das habilidades necessárias para tocar o instrumento.Como a maior parte dos alunos não passaram por uma iniciação musical, e tampouco por conceitos básicos da música, alguns elementos técnicos específicos do estudo do violão precisam de mais atenção, como a postura dos alunos, a anatomia e a posição do violão ao corpo, e a afinação dos instrumentos. Além disso, as aulas são acompanhadas de teoria musical com o aprendizado das notas, acordes, leitura de partitura, nos aspectos de melodia, harmonia e ritmo, incluindo os métodos destinados a analisar, classificar, compor e compreender música.A seleção do reportório – sempre valorizando a produção musical nacional de qualidade, tanto de origem erudita quanto popular – passa por um processo evolutivo, sempre buscando aprimorar e somar acordes e encadeamentos harmônicos às melodias já conhecidas dos alunos. O repertório também deve ser coerente com a idade e as limitações motoras específicas de cada faixa etária.De acordo com o desenvolvimento dos alunos criaremos uma Orquestra de Violões, que possa se apresentar sozinha ou com a participação dos Conjuntos de Piano e Teclado, Acordeom, Percussão e do Coral, valorizando assim a performance individual e de grupo. Aulas de Piano e Teclado – Prof. CLAUDIO ALVES Estimamos 6 turmas, com a média de 2 alunos cada, com duração de 1 hora cada aula, 2 aulas por semana, 1 ensaio por mês. As duplas serão agrupadas após avaliação que o professor fará com base na faixa etária e experiência com os instrumentos. *média de alunos nessa atividade: 12 Metodologia:A metodologia utilizada no aprendizado do piano e teclado, no caso do público infanto-juvenil, passa pela experiência sensorial que normalmente antecede o aprendizado intelectual. Nessas faixas etárias a experiência sensorial se verifica de modo mais espontâneo do que para o adulto, e o componente lúdico constitui uma poderosa ferramenta.O ensino desses instrumentos apresenta um método de estudo progressivo, empregado de modo flexível, que visa aprimorar as habilidades necessárias para cada fase, com exercícios técnicos, teóricos e repertório, tudo caminhando em consonância com a condição psíquica do aluno.O progresso da aprendizagem inclui aspectos técnicos, expressivos e formais: - a habilidade motora de realizar determinados elementos da música para poder executar um estilo (“por exemplo, realizar escalas para tocar sonatas”), assim também saber realizar staccato, legato; - observar fraseado, o que implica saber a forma musical; - perceber a tonalidade, como suporte para a interpretação; - ter noção de se a peça é uma melodia acompanhada ou se ela é contraponto.O aprendizado desses instrumentos musicais leva os indivíduos a desenvolver a prática musical e, nesta, seus sentidos, intuições e saberes convergindo para uma experiência criativa e motivadora. A participação em recitais, que serão estruturadas respeitando o nível de desenvolvimento dos alunos, representam um estímulo adicional ao processo de aprendizagem e valorizam o enriquecimento cultural através da musicalização. Aulas de Capoeira e Percussão – Prof. Ricardo do Amaral Ambrósio FilhoEstimamos 4 turmas, com a média de 20 alunos cada, com duração de 1 hora cada aula, 1 aula por semana. As turmas serão montadas e acordo com a faixa etária.*média de alunos nessa atividade: 80 Metodologia:O processo do ensino da Capoeira se dá, inicialmente, com o desenvolvimento do movimento básico conhecido como Ginga. A partir dele, seguindo um processo de aprendizagem crescente, que desenvolva do fácil para o difícil, do simples para o composto, sempre respeitando a individualidade biológica do aluno, os outros movimentos, sejam eles de ataque, defesa ou acrobacias, passam a desenvolver-se e a interligar-se. O aprofundamento evolutivo do conhecimento dos elementos técnicos proporciona ao aluno o desenvolvimento de suas qualidades físicas – flexibilidade, força, agilidade, velocidade, equilíbrio e coordenação – além de estimular a criatividade e a cooperatividade. O aperfeiçoamento das táticas permite que o jogo coletivo aconteça de maneira madura e harmônica. Durante o processo de aprendizagem também são introduzidos os conceitos históricos da Capoeira como manifestação popular, genuinamente brasileira, rica de movimentos e música. A musicalidade é um elemento fundamental para a prática da Capoeira. É a música, composta de instrumentos de percussão e de canções, que determina o andamento do jogo e norteia o jogador para o que deve ser feito e quando ser feito. Através de exercícios para o desenvolvimento de habilidades relacionadas à mecânica instrumental associadas ao canto, é possível estimular a improvisação, a criação e a performance em grupo. Aulas de Acordeom – Prof. Guilherme de Souza Leão Maravilhas Estimamos 2 turmas, com 2 alunos cada, com duração de 1h45m cada aula. 1 aula por semana, ensaios mensais. A faixa etária para a participação dessa atividade é entre 07 e 18 anos.*média de alunos nessa atividade: 4 Metodologia:As aulas de acordeom serão realizadas no formato on-line (não presencial), podendo ser realizada por Zoom, Google Meet ou outro aplicativo similar.Toda a matéria abordada durante a aula será disponibilizada através de vídeos para consultas e práticas, através de dois canais: 1. Um grupo de WhatsApp criado para essa finalidade; 2. Um link de Google Drive com acesso ao material. Também será disponibilizado material impresso. O método de aprendizado é feito através de módulos que são compostos por conteúdos semanais. Cada conteúdo visa solucionar de forma progressiva as dificuldades iniciais, e a gerar desafios a serem vencidos. Os módulos, estruturados de maneira lúdica e fundamentada, apresentam noções básicas de leitura de cifra, de partitura, do aprendizado de elementos teóricos e de elementos da cultura popular brasileira ligadas aos ritmos e a suas manifestações.Ao final de cada módulo, será proposto a gravação de um vídeo individual com a música e/ou o exercício trabalhado naquele período. Com esse material produz-se um vídeo coletivo de culminância e também de recordação pelo período vivenciado.O processo de aprendizado da musicalidade e da prática musical do acordeom, proporciona o desenvolvimento da coordenação motora, da criatividade, do instinto, da improvisação e da busca pelo conhecimento, assim como a persistência, paciência e autoconfiança. Aulas de Canto Coral – Prof. GABRIEL MOREIRA Estimamos 4 turmas, com a média de 12 alunos cada, com duração de 2 horas cada aula, 1 vez por semana. As turmas serão montadas após avaliação para classificação vocal.*média de alunos nessa atividade: 48 Metodologia:A prática do Canto Coral configura-se como espaço de múltiplas aprendizagens, e se caracteriza pela interação entre o grupo para a concretização de metas comuns ao coro, ou seja, de uma produção sonora coletiva.As aulas transcorrem na mesma dinâmica de um ensaio coral: com aquecimento e técnica vocal; exploração da música; e estudo das vozes separadas e juntas.Através de exercícios específicos, serão trabalhados três níveis para o desenvolvimento vocal: controle de fluxo aéreo, por meio de exercícios respiratórios; vocalizações, que são exercícios com vogais; e técnica vocal, trabalhando o canto com impostação e articulação. Também serão realizadas atividades para o ensino de teoria musical, solfejo, rítmica, harmonia, além de exercícios técnicos de interpretação respeitando estilos e formas musicais. A escolha do repertório é realizada após a avaliação a capacidade técnica musical, bem como o interesse de cada turma.Todos esses elementos auxiliam a formação integral dos alunos, contribuindo para o desenvolvimento da socialização, da expressão, da sensibilidade artística e estética.As apresentações, que serão programadas de acordo com o desenvolvimento de cada turma, proporcionarão momentos de reconhecimento do trabalho desenvolvido pelo grupo, além de desempenhar importante função como meio para a difusão cultural e formação musical da plateia. Aulas de Violino – Prof. EROS ALVESEstimamos 4 turmas, com a média de 4 alunos cada, com duração de 1 hora cada aula, 2 aulas por semana. As turmas serão agrupadas após avaliação que o professor fará com base na faixa etária e experiência com o instrumento. *média de alunos nessa atividade: 12 Metodologia:O violino é um instrumento musical de cordas, mais especificamente cordas friccionadas. É o mais pequeno e agudo dos instrumentos da sua família e é constituído por 4 cordas: sol, ré, lá e mi. Como a maior parte dos alunos não passaram por uma iniciação musical, e tampouco por conceitos básicos da música, alguns elementos técnicos específicos do estudo do violino precisam de mais atenção, assim como os de violão porém com mais rigor no violino por conta da postura dos alunos com uso do arco (paleta que toca as cordas). As aulas também são acompanhadas de teoria musical com o aprendizado das notas, acordes, leitura de partitura, nos aspectos de melodia, harmonia e ritmo, incluindo os métodos destinados a analisar, classificar, compor e compreender música.A introdução do violino no Projeto Sol – Som e Movimento foi um desejo de alguns alunos e a ideia é a formação no futuro de uma “Orquestra Caipira” de violões, violino, acordeon e até mesmo com os instrumentos da percussão da capoeira. Aulas de Viola caipira - Nelson Cristo Metodologia – aulas 1 x por semana, 1h30 cada, turmas de 4 alunos. Aulas baseadas na prática instrumental desde o primeiro encontro.O aluno toca mesmo sem dominar teoria, aprendendo de forma gradual e contextualizada.Construção progressivaViola caipira: inicia-se com afinação, postura, exercícios de dedilhado simples e batidas rítmicas. Avança para ponteados, afinações alternativas e acompanhamento de cantigas tradicionais. Oralidade e repertório tradicionalO aprendizado se dá pela transmissão oral (tocar junto, repetir, escutar), com o suporte gradual de cifras e partituras simples.O repertório inclui modas de viola, catiras, folias, congadas, toadas, cocos, cururus, entre outros ritmos.Cada encontro pode ter entre 1h30 e 2h, organizado em:Aquecimento corporal e rítmicoExercícios técnicos específicosAprendizado de repertórioPrática em conjuntoResultados EsperadosFormação de grupos musicais comunitários com repertório tradicional.Estímulo à valorização da música caipira como identidade cultural.Ampliação das habilidades técnicas e expressivas em instrumentos de corda Integração social por meio da prática musical coletiva. PERCUSSÃO – PAULO PEÇANHA Turmas de 4 alunos, aulas 2 x por semana. Estimativa de alunos: 20. Metodologia Vivência prática desde o início: o aluno aprende tocando, com exercícios simples de pulsação corporal (palmas, pés, batidas no corpo).Progressão técnica: inicia-se com instrumentos leves (ganzá, pandeiro, tamborim) e evolui para caixas, tambores e polirritmias.Repertório tradicional: aprendizado de ritmos populares (samba de roda, congada, coco, catira, cururu, folia de reis).Oralidade e repetição: ensino por escuta, imitação e prática em roda, com apoio gradual de notação rítmica simplificada. Integração em grupo: ensaios coletivos para desenvolver escuta, sincronia e interação com outros instrumentos.Criação e improviso: incentivo à experimentação de variações rítmicas, solos e combinações entre instrumentos. PRODUTO: Apresentação musical 5 (cinco) apresentações musicais gratuitas da "Orquestra Caipira Caminho da Roça", composta por instrumentos populares e eruditos, no II Encontro de Roças do Brasil, no Festival "Agroserra – da roça ao prato", no Palácio de Cristal, e em escolas públicas de Petrópolis - Barros Franco, Theófilo e Bonifácio.Classificação indicativa: livre para todos os públicos.

Acessibilidade

Acessibilidade Física:para as apresentações musicais os espaços oferecerão rampas de acesso, banheiro para PCD, além de equipe preparada para oferecer apoio a pessoas com deficiência. Acessibilidade de Conteúdo:Aulas com linguagem de fácil entendimento; Videos como material didático legendados;Intérprete de LIBRAS nas apresentações públicas.O proponente se compromete a realizar as apresentações musicais em espaços com condições adequadas para acesso e permanência a pessoas com mobilidade reduzida, disponibilizando rampa para pessoas com deficiência de mobilidade e banheiros adaptados às necessidades especiais de mobilidade. Da mesma forma, levará em conta todas as normas de segurança indispensáveis para o conforto e a segurança de todos e, principalmente dos portadores de necessidades especiais.

Democratização do acesso

O Projeto Sol - Som e Movimento foi idealizado com o propósito de democratizar o acesso à educação musical, especialmente em uma região rural como Secretário, Petrópolis/RJ. As ações previstas visam garantir que crianças, adolescentes e jovens de diferentes condições sociais possam participar e se beneficiar das atividades, promovendo uma verdadeira inclusão cultural e social. Aulas Gratuitas e Inclusivas:O projeto oferece aulas totalmente gratuitas com o objetivo de atender a população local que, em sua maioria, não possui condições financeiras para arcar com cursos pagos ou transporte para centros urbanos distantes. Ao remover a barreira econômica, o projeto assegura que as oportunidades de aprendizado musical estejam disponíveis a todos, independentemente da renda familiar. Cotas para Grupos Vulneráveis:Serão reservadas vagas prioritárias para alunos em situação de vulnerabilidade social, incluindo crianças e adolescentes de famílias de baixa renda, pessoas com deficiência, além de jovens de grupos marginalizados, como LGBTQIA+, para garantir a equidade no acesso ao ensino musical. Através dessas cotas, o projeto visa promover uma participação mais ampla e diversa, combatendo a exclusão social. Integração com Escolas Públicas:O projeto desenvolverá parcerias com escolas públicas da região, identificando estudantes com interesse ou talento musical, mas que não têm acesso a instrumentos ou formação adequada. Essa integração permitirá que o projeto atue como uma extensão do ensino formal, ampliando as oportunidades de aprendizagem cultural na comunidade. Acessibilidade Cultural e Geográfica:Levando em consideração que Secretário está afastado do centro urbano de Petrópolis e não possui equipamentos culturais formais, o projeto será realizado dentro da própria comunidade, garantindo que os alunos não precisem se deslocar para ter acesso à educação musical. Essa descentralização é uma ação afirmativa essencial, permitindo que o ensino chegue até quem mais precisa, em um ambiente acessível e próximo de suas residências. Formação de Grupos Culturais Comunitários:Além das aulas individuais e em grupo, o projeto fomentará a criação de grupos de música instrumental e corais, proporcionando aos participantes a oportunidade de se apresentar publicamente e promover a cultura local. As apresentações serão realizadas em espaços comunitários e eventos em geral.

Ficha técnica

FICHA TÉCNICAJanice Caetanocoordenação geral do projetoCPF: 791.166.397-15Direção geral Formada em Comunicação Social, com habilitação em jornalismo, é especializada em comunicação corporativa e socioambiental. Tem cursos de extensão em Responsabilidade Social e pós-graduação em Gestão Ambiental (Coppe/ UFRJ). É sócia e diretora executiva da Print Comunicação, empresa criada em 2001 e presidente do Instituto Caminho da Roça (ICR), associação sem fins lucrativos com sede em Secretário, Petrópolis. Criadora em 2015 do Festival AgroSerra - da Roça ao Prato, que POR MEIO DE UM PROJETO DE LEI FOI CONSIDERADO PATRIMÔNIO CULTURAL IMATERIAL DE PETRÓPOLIS E TEM como objetivo promover a sustentabilidade, o pequeno empreendedor e o resgate da cultura da roça. Trabalhou como repórter de economia nos jornais Gazeta Mercantil, Jornal do Brasil e Estado de São Paulo. Foi Assessora de Imprensa e assessora-chefe de comunicação da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) e presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro. Alaor FilhoDireção de ProduçãoCPF: 90726618772É formado em Comunicação Social - Jornalismo, especializou-se em editor e repórter fotográfico. É sócio da plataforma Fotos Públicas e diretor do Instituto Caminho da Roça (ICR). Foi editor e repórter fotográfico durante 22 anos nos principais jornais do país: O Estado de SP, O Globo, Jornal do Brasil e Última Hora. Coordenou grandes coberturas jornalísticas como 3 campanhas presidenciais, 4 Copas do Mundo, 5 olimpíadas e cúpulas internacionais. Faz parte do grupo que criou o Festival AgroSerra - da Roça ao Prato, e atua desde de 2015 com o planejamento e produção executiva do evento. Laís LoboProdutoraCPF: 147.996.607-05Laís Lobo, publicitária, com formação pela PUC-Rio em Comunicação Social e especialização em mídias digitais. Desde 2014, trabalha com produção de conteúdo para diferentes plataformas digitais.Dentre as suas experiências, destaca-se a cobertura digital para grandes eventos como Rio Gastronomia, Semana Design Rio e Educação 360, assim como elaboração de campanhas e de conteúdo para a rede de shoppings Ancar Ivanhoe.De 2017 até o momento, na Print Comunicação, atua em diferentes áreas, colaborando para ações da comunicação interna da empresa e de clientes e, também, é responsável pela produção de conteúdo do braço social da Print, o Instituto Caminho da Roça, e pela organização e divulgação do Festival AgroSerra - Da Roça ao Prato. Igor Caetano BarretoGestor Financeiro e Operacional CPF: 130.166.777-33Formado em Geofísica pela Universidade Federal Fluminense, atua como voluntário do Instituto Caminho da Roça desde sua criação em 2019, como gestor financeiro e de operações. Em busca de melhorias de processos, realiza as operações financeiras do instituto, além de colaborar em todas as atividades realizadas pelo ICR.Possui experiência em assessoria comercial, e há mais de 7 anos é diretor administrativo e gestor da empresa Print Comunicação, Empresa de Comunicação Socioambiental atuante nas áreas de Comunicação Coorporatica, Socioambiental, Treinamento e Audiovisual. Atua na gestão da empresa, colaborando na elaboração de propostas técnicas, comerciais e administrativas, assim como, implementando processos internos a fim de qualificar e tornar a operação da empresa mais eficiente. RAPHAEL MACEDOCOORDENADOR pedagógicoNome completo: Raphael Linhares de Almeida MacedoCPF: 148.105.467-80Regente, pianista, cantor e arranjador, Raphael Macedo é coordenador do projeto Sol, Som e Movimento, do Instituto Caminho da Roça, em Secretário; Diretor artístico e regente da Orquestra da Ação Social pela Música do Brasil - ASMB, do Coral Cant’Vox e do Coral Paroquial São Judas Tadeu.Iniciou seus estudos aos 15 anos, tendo as primeiras lições sobre teoria musical, harmonia, canto e regência. Cursou Regência Orquestral pela UFRJ, e em seu período de formação atuou como cantor no coral Brasil Ensemble, sob regência da maestrina Maria José Chevitarese, foi monitor da turma de Percepção Musical (professora Sheila Zagury), e monitor da Orquestra de Sopros da UFRJ sob regência dos maestros Marcelo Jardim e Jésus Figueiredo. Atuou à frente da Orquestra Sinfônica da UFRJ, Orquestra Sinfônica Jovem do Rio deJaneiro - ASMB, Banda Sinfônica do Festival de Música Antiga de Juiz de Fora, Orquestra de Cordas Fluminense, Madrigal Orubatã, Orquestra da Caravana Sinos -Teresópolis, e outros. Guilherme MaravilhasRegente da Orquestra, Professor de sanfona e violonceloNome completo: Guilherme de Souza Leão MaravilhasCPF: 026.253.167-48Compositor, arranjador, multi-instrumentista e professor, Guilherme Mará é fundador da Orquestra Sanfônica de Petrópolis. Um dos fundadores do grupo Forróçacana, banda de grande importância para o resgate e divulgação da música nordestina no Sudeste, que concorreu ao Grammy Latino como melhor banda regional e ganhou o prêmio TIM de Música Brasileira em 2006. Em Petrópolis, onde reside, é co-fundador do Grupo de Cultura Popular Arte de Brincantes e foi professor de violoncelo no Projeto social ASM (Mosela) de 2017 a 2019. Criou e realizou inúmeros projetos pela cidade, como: O Dia do Nordestino (Casa Cláudio de Souza), Forrofiando uma História (SESC Nogueira), Sanfonada Brasileira em 5 edições (SESC Quitandinha), Oficinas de Musicalização com materiais recicláveis (Putirum Curumim), Orquestra Sanfônica de Petrópolis (2019) e o bloco Fole e Folia (2020). Desde 2022 é professor de sanfona e violoncelo dos projetos Sol, Som e Movimento e Guardiões Ambientais no Instituto Caminho da Roça em Secretário, além de regente e arranjador da Orquestra Caipira do Caminho da Roça. Nelson Christo da Silva Filho – Professor de viola caipiraMúsico, professor e regente, construiu uma sólida carreira dedicada ao ensino e à prática da música. Licenciado em Música/Violão pela UFRJ, possui pós-graduação em Regência Coral e Banda pelo Coletivo das Artes.Atuou como professor de música no Município do Rio de Janeiro entre 2007 e 2025, além de lecionar violão em cursos FIC e Técnico da FAETEC Mal. Hermes. Sua experiência no magistério se alia ao trabalho criativo em direção musical, participando de montagens teatrais como A Revolta dos Urubus, A Menina de Lá (UFRJ), Camarim 571 (Retiro dos Artistas) e Cartas para Gonzaguinha (assistente de direção musical – CEFTEM).Na cena musical, é integrante da Orquestra Carioca de Viola – Caipirando, fundador da Roda de Choro do Recreio, responsável pela Roda de Choro da Freguesia e coordenador do grupo Marechoro (FAETEC Mal. Hermes). Sua trajetória une ensino, prática instrumental e promoção cultural, fortalecendo a música brasileira em diferentes vertentes. Ricardo do Amaral Ambrósio Filho – professor / instrutor de capoeiraInstrutor Kako, como é conhecido, é professor de capoeira com sólida formação acadêmica e vasta experiência em projetos sociais e instituições de ensino. Bacharel e licenciado em Educação Física pela Unopar e com especialização em Marketing Estratégico e Tecnologia da Informação pela Universidade Estácio de Sá, alia conhecimento pedagógico à prática cultural.Na capoeira, é Instrutor – Corda Roxa e Laranja pela Abadá-Capoeira, sob supervisão do Mestre Morcego. Sua trajetória inclui participações em cursos e competições nacionais e internacionais, com destaque para o New York City Games (EUA, 2013), onde recebeu os títulos de melhor corda azul e verde, além de formações com grandes mestres como Mestre Camisa, Mestre Canguru, Mestra Márcia Cigarra e Mestre Morcego.Ao longo de sua carreira, atuou em diversos programas sociais e educacionais em Petrópolis, como o Centro Pop, NIS, CREAS e CRJ, entre 2018 e 2020. Atualmente, é professor de capoeira em instituições de referência, incluindo a Escola Municipal Major Teófilo, Colégio Koeler, Escola Americana de Petrópolis, Colégio Ipê Amarelo, Escola Maiê, Creche Escola Girassol, Ipac – Riscos e Rabiscos, além de projetos comunitários como o Vale do Carangola (AFIPE) e o Projeto Sol, Som e Movimento (ICR). Gabriel Rosa Moreira - professor de canto coralGabriel Rosa Moreira é músico, educador e regente, com atuação destacada em projetos sociais, corais e instituições de ensino. Formado em Licenciatura em Música (2023), é pós-graduando em Musicoterapia e possui formação prática em flauta transversal e teoria musical.Iniciou sua trajetória como professor e regente no Projeto Canta Petrópolis (2014-2015) e, desde então, consolidou sua experiência em iniciativas de impacto social e cultural, como a Ação Social pela Música (2016-2021) e o Instituto Caminho da Roça, onde atua desde 2022 como professor e regente de coral.Gabriel também integra o GAAPE (desde 2022), o Núcleo Pedagógico Semeando Flores (desde 2017) e leciona em instituições como o Colégio Koeler e o Lírio Residencial para Idosos, ampliando sua atuação pedagógica e artística.Com experiência no Coral Municipal de Petrópolis (2014-2015) e em projetos educativos do IEB (2022-2024), Gabriel dedica sua carreira à formação musical, à regência coral e ao uso da música como ferramenta de transformação social, cultural e terapêutica. Eros Alves – Professor de violinoEros Alves iniciou seus estudos de violino em 2018, no projeto social Guerra Peixe, na cidade de Petrópolis. Atualmente, integra a Ação Social pela Música do Brasil, onde atua como músico na Orquestra Residente do Teatro Imperial e no Quarteto de Petrópolis. Além de sua performance artística, dedica-se ao ensino como professor de violino no Instituto Caminho da Roça, em Secretário, contribuindo para a formação de novos talentos. João Batista de Almeida Macedo – Professor de violãoNatural de Petrópolis/RJ, João Batista de Almeida Macedo é violonista, regente, compositor e educador musical. Formado em Violão Clássico e Licenciado em Música pela Universidade Metropolitana de Santos, possui vasta atuação em festivais e cursos renomados em Minas Gerais, Espírito Santo e Rio Grande do Sul, além de especializações em regência e no método Suzuki. Como solista, apresentou-se em orquestras e câmaras no Brasil e no exterior, incluindo estreias mundiais, como sua obra Ave Maria executada na Itália. Atuou em importantes instituições como a Camerata Abrarte, Coral Municipal de Petrópolis e Museu Imperial, desenvolvendo concertos didáticos e promovendo a educação musical. Fundador do coral Cant’vox, lecionou em escolas de referência e atualmente ministra aulas de violão na Pastoral do Movimento de Vida Cristã e no Instituto Caminho da Roça, dedicando-se à formação de novos músicos e à valorização da música erudita e coral. Paulo Peçanha - Professor de percussãoMúsico percussionista, diretor musical, ator e técnico em sonorização, começou seus estudos na década de 1980 com os renomados Chiquinho Azevedo (baterista de Gilberto Gil e Moraes Moreira) e com o músico Frank Colón (percussionista das bandas Weather Report e Manhattan Transfer). Posteriormente, dando continuidade à sua formação, residiu na Comunidade Europeia - Portugal, Espanha, Holanda, Bélgica, Inglaterra, Itália, Alemanha, Grécia e Áustria, onde trabalhou em diversos grupos e iniciou pesquisas de ritmos africanos juntamente com Rui Júnior, professor de percussão da Escola de Jazz da cidade do Porto - Portugal. Realizou o “workshop de ritmos Afro brasileiros” na Steel-Drum School, em Londres/UK e na Feira de Música de Paris/ França. Em 2015, passou a também trabalhar como ator, primeiramente no espetáculo En´Canta Noel, seguido do espetáculo Contando e cantando os sonhos de Dumont, O Reino dos Livros esquecidos. Atualmente, integra o corpo de músicos do espetáculo teatro-musical Rádio Quitanda, no Centro Cultural Sesc Quitandinha. É responsável técnico de sonorização por todas as montagens da empresa Bem Cultural, inclusive técnico do Coral dos Anjos. Claudio Justen - Professor de piano / tecladoPianista e professor de música com nove anos de experiência no ensino de música. Formado em Composição pela UFRJ e no curso Técnico em Piano pela UCP, atua como arranjador, compositor, acompanhante e solista, colaborando com diversos artistas.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.