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PRONAC 2511717Projeto liberado para adequação à realidade de execução.Mecenato

SEMANA FARROUPILHA DE PIRATINI 2026

M.J. PRODUTORA DE EVENTOS LTDA
Solicitado
R$ 249,5 mil
Aprovado
R$ 249,5 mil
Captado
R$ 22,0 mil
Outras fontes
R$ 60,0 mil

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

8.8%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2026-07-20
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
Piratini Rio Grande do Sul

Resumo

O presente projeto visa realizar a Semana Farroupilha de Piratini 2026, evento que acontece há mais de dez anos, reafirmando seu papel como expressão viva da cultura gaúcha. Serão promovidas apresentações musicais com importantes artistas e grupos nativistas e tradicionalistas da região, fortalecendo a identidade local e a valorização das tradições gaúchas. O evento consolida Piratini como polo regional de cultura e turismo, celebrando a memória da cultura gaúcha.

Objetivos

Objetivo GeralRealizar a programação artística e cultural da Semana Farroupilha de Piratini 2026, promovendo o fortalecimento da cadeia produtiva da cultura regional e o fomento às cadeias criativas da música associadas ao nativismo e ao regionalismo gaúcho.Objetivos Específicos- Valorizar e difundir a cultura tradicional gaúcha por meio de apresentações artísticas de música que representem as expressões autênticas do regionalismo do Rio Grande do Sul.- Fortalecer o mercado cultural local e regional, gerando oportunidades de trabalho e renda para artistas, técnicos e produtores envolvidos na realização do evento.- Realizar 06 (seis) apresentações musicais com artistas de destaque da música regional gaúcha, reforçando a diversidade e a qualidade da produção cultural do Estado. - Realizar 2 (duas) oficinas gratuitas em escola pública de Turbantes e de Bonecas Abayomi , que valorizem e difundam as tradições afro-brasileiras e quilombolas de Piratini, promovendo o reconhecimento da ancestralidade e da identidade negra.

Justificativa

A Semana Farroupilha de Piratini, realizada há mais de dez anos, propõe-se a fortalecer e difundir as tradições gaúchas por meio de uma programação artística composta por apresentações de música tradicionalista, protagonizadas por artistas, grupos e entidades locais. O evento representa um importante espaço de manutenção da identidade cultural do povo gaúcho, contribuindo para o fortalecimento do sentimento de pertencimento e da memória histórica da Revolução Farroupilha, marco simbólico da formação social e cultural do Rio Grande do Sul.A utilização do Mecanismo de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet) é essencial para viabilizar a produção e execução deste projeto, garantindo a infraestrutura técnica e artística necessárias para sua realização. O apoio da iniciativa privada, através de aportes incentivados, permitirá o fomento à economia da cultura regional, promovendo a circulação artística, a geração de renda e o acesso gratuito da população às manifestações culturais locais.O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei nº 8.313/91: I _ contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II _ promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III _ apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV _ proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VIII _ estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX _ priorizar o produto cultural originário do País.E também nos incisos do Art. 3º da Lei nº 8.313/91, referentes a: I _ incentivo à formação artística e cultural; II _ fomento à produção cultural e artística, mediante a realização de festivais, espetáculos de música e de folclore; III _ preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante a proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV _ estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante a distribuição gratuita e pública de acesso à programação cultural.Assim, a Semana Farroupilha de Piratini 2026, com mais de uma década de história, reafirma seu papel como importante instrumento de preservação, difusão e valorização da cultura tradicional gaúcha, justificando plenamente o uso da Lei de Incentivo à Cultura para sua realização.

Estratégia de execução

Breve currículo das bandas que entrarão na programaçãoGrupo Carqueja Formado em Piratini (RS), o Grupo Carqueja é um dos representantes autênticos da música nativista, destacando-se pela sonoridade campeira e composições autorais que valorizam as tradições do pampa. Já se apresentou em diversos festivais do Rio Grande do Sul, consolidando seu nome na cena regional. César Oliveira & Rogério Melo Dupla consagrada da música regional gaúcha, César Oliveira e Rogério Melo possuem mais de 20 anos de carreira e diversos discos lançados. São vencedores de importantes festivais nativistas e reconhecidos por manter viva a essência do canto campeiro, com interpretações marcantes e autenticidade. Cristiano Quevedo Natural de Santana do Livramento, Cristiano Quevedo é cantor e compositor premiado em festivais nativistas e referência na nova geração da música regional. Com uma carreira sólida, reúne em seu repertório temas que exaltam o cotidiano e os valores culturais do povo gaúcho. Quarteto Coração de Potro O Quarteto Coração de Potro é formado por jovens músicos que unem tradição e contemporaneidade na música nativista. Com arranjos refinados e letras poéticas, o grupo vem conquistando espaço em festivais e eventos culturais do estado, mantendo viva a identidade do pampa. Leonel Gomes Cantor, compositor e comunicador, Leonel Gomes é uma das vozes mais conhecidas do Rio Grande do Sul. Com mais de 40 anos de carreira, é autor de sucessos que se tornaram clássicos da música regional, representando com carisma e talento a cultura gaúcha em todo o país. Tchê Barbaridade Fundado em 1984, o grupo Tchê Barbaridade é um dos precursores do estilo “tchê music” e referência no cenário musical do Sul. Com dezenas de discos e sucessos populares, mistura tradição e modernidade, levando a música gaúcha a diferentes públicos e gerações.Release da Oficina Oficina de Turbantes com Maria Emília Soares Porto e Bonecas de Pano Abayomi com Eva PinheiroEsta oficina é ministrada em conjunto por Maria Emília Soares Porto e Eva Pinheiro.Maria Emília Soares Porto, moradora do Quilombo Rincão da Faxina, em Piratini, compartilha há anos os saberes ancestrais de sua comunidade por meio da arte e das tradições afro-brasileiras. Em sua trajetória, os turbantes ocupam um lugar de importância simbólica e afetiva, sendo elemento de resistência cultural, identidade e beleza negra.Nesta oficina, que será realizada em escolas da cidade de Piratini, Maria Emília conduz um encontro de valorização da cultura quilombola e afro-gaúcha, ensinando diferentes formas de amarração de turbantes e explicando seus significados, histórias e usos ao longo das gerações. Mais do que um acessório, o turbante carrega consigo a memória dos povos africanos e de suas descendências, funcionando como símbolo de proteção, fé, afirmação identitária e resistência.A atividade propõe uma vivência prática, acessível a crianças, jovens e professores, incentivando o diálogo sobre cultura, autoestima e respeito às tradições afro-brasileiras. A oficina integra a programação cultural do município, fortalecendo os laços entre as comunidades quilombolas e a rede de ensino, e reafirmando o valor das culturas de matriz africana na formação social e histórica da região.Oficina de Bonecas de Pano AbayomiEva Pinheiro, integrante da Pastoral Afro de Piratini, ministra a Oficina de Bonecas de Pano Abayomi, atividade que resgata saberes ancestrais e valoriza a cultura afro-brasileira por meio da confecção artesanal de bonecas de pano. A oficina propõe uma vivência afetiva e cultural, onde participantes aprendem a produzir suas próprias bonecas, enquanto conhecem as histórias e os simbolismos que envolvem esses objetos na tradição afrodescendente. As bonecas Baiony carregam consigo a memória das mulheres negrasque, através da costura e do artesanato, preservaram valores culturais, transmitiram ensinamentos e fortaleceram identidades.Realizada em espaços educativos e comunitários de Piratini, a atividade é aberta a crianças, jovens e adultos, promovendo a valorização das raízes africanas presentes no município e estimulando a criatividade, a convivência e o orgulho identitário. Além da prática artesanal, Eva compartilha relatos sobre a importância das bonecas como símbolos de proteção, afeto e resistência cultural nas comunidades negras do Brasil. A oficina integra a programação cultural de ações afirmativas e de fortalecimento da cultura afrogaúcha em Piratini, celebrando o saber tradicional e a potência das mulheres quilombolas e afrodescendentes na preservação da memória coletiva.

Acessibilidade

Acessibilidade FísicaO evento será realizado em local com infraestrutura acessível e condições adequadas de circulação e permanência para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. A montagem da estrutura priorizará segurança, conforto e autonomia, com equipe de apoio capacitada para prestar auxílio durante todo o evento. A organização se compromete a garantir que todas as áreas destinadas ao público contemplem acesso seguro e sinalização adequada, promovendo uma experiência inclusiva.Acessibilidade de ConteúdoSerão adotadas medidas que assegurem a compreensão e participação plena do público, como interpretação em Libras nas transmissões ao vivo e atividades presenciais. Todo o material informativo seguirá padrões de acessibilidade comunicacional, com contraste adequado e linguagem inclusiva, reforçando o compromisso do projeto com a inclusão e democratização da cultura.

Democratização do acesso

A Semana Farroupilha de Piratini 2026 tem como princípio fundamental a democratização do acesso à cultura, buscando garantir que pessoas de diferentes faixas etárias, classes sociais e regiões do município possam participar das atividades e vivenciar a experiência cultural do evento. A proposta prevê a realização de 07 dias de programação com valores simbólicos, abrangendo apresentações musicais e de dança realizadas no Centro de Eventos Erni Pereira Alves.A comercialização dos produtos culturais será realizada de forma transparente e acessível, com ingressos vendidos a preços populares. Está prevista a adoção de meia-entrada para estudantes, idosos, pessoas com deficiência e jovens de baixa renda, além de gratuidade integral para beneficiários do CadÚnico. Como medidas de ampliação do acesso, serão implementadas diversas ações complementares. Haverá estrutura acessível para cadeirantes, intérpretes de LIBRAS em apresentações selecionadas e materiais de comunicação acessíveis, garantindo condições igualitárias de fruição. Além disso, será realizada transmissão ao da programação por meio das redes sociais oficiais do evento e da Prefeitura de Piratini, ampliando o alcance a públicos que não possam comparecer presencialmente. Essa ação possibilita que a Semana Farroupilha de Piratini ultrapasse os limites geográficos da cidade, difundindo a cultura e a tradição gaúcha para todo o território nacional.Como parte das medidas de ampliação de acesso e contrapartida social, o projeto oferecerá 2 (duas) Oficinas Artísticas “Turbantes e Bonecas de Pano Abayomi”, ministrada em conjunto por Maria Emília Soares Porto e Eva Pinheiro, em escola pública de Piratini, com participação gratuita de alunos, professores e comunidade escolar. Realizadas em parceria com a rede pública de ensino, as oficinas visam ampliar o alcance educativo da Semana Farroupilha, promovendo o reconhecimento e a valorização das influências das culturas de matriz africana e quilombola, fundamentais na formação da identidade gaúcha.Todas essas iniciativas reforçam o caráter inclusivo, participativo e formativo do projeto, assegurando que a experiência cultural proposta seja amplamente compartilhada e acessível, em consonância com os princípios da Lei Rouanet e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, especialmente o ODS 4 (Educação de Qualidade) e o ODS 10 (Redução das Desigualdades).

Ficha técnica

EQUIPEProponente – Jandira Moraes / M. J. Produtora de Eventos LTDA A proponente Jandira Moraes, através da M.J. Produtora de Eventos Ltda, será responsável pelo projeto, atuando em todas as etapas — planejamento, execução e prestação de contas. Entre suas atribuições estão a elaboração e atualização do plano de trabalho, gestão de cronogramas e orçamentos, coordenação da equipe técnica e artística, contratação de serviços e fornecedores, e supervisão da execução física e financeira junto aos órgãos competentes. Também realizará a mediação entre patrocinadores, artistas e poder público, assegurando o cumprimento das normas da Lei Rouanet e a execução integral do projeto conforme aprovado. Durante o evento, acompanhará presencialmente todas as atividades, garantindo a qualidade técnica e a coerência artística das ações. Sua atuação contempla ainda o planejamento das estratégias de comunicação e acessibilidade, o monitoramento dos resultados e indicadores de público e a organização da documentação para a prestação de contas final, assegurando transparência, eficiência e a fiel aplicação dos recursos. Direção de Palco – Fabiano Maciel Ferreira Fabiano Maciel Ferreira é produtor cultural com sólida experiência em direção de palco, produção executiva e gestão de eventos culturais. Atuou em projetos contemplados por leis de incentivo, como o Festival 3Fs (LIC RS), no qual coordenou logística, contratos e gestão financeira, além de acompanhar a execução artística e técnica. Foi responsável pela organização cênica e operacional do espetáculo “Brilhantina no Cabelo – Um Musical Very Bagual”, estruturando o fluxo de palco e a coordenação entre elenco e orquestra. Também integrou produções como Fest Folk Viamão, Fest Arts Canoas, Fest Folk Mundi, Expo Alvorada, Natal de Maratá e Carnaval da Imaginação, garantindo o alinhamento entre orçamentos, fornecedores, cronogramas e artistas. Entre 2019 e 2023, exerceu funções de vice-presidente e presidente do Conselho Municipal de Cultura de Viamão, com atuação direta na implementação das Leis Aldir Blanc e Paulo Gustavo. Reúne competências administrativas e operacionais que o qualificam para a direção de palco e coordenação técnica de eventos culturais de grande porte. Assistência de Produção – Carol Martins Carol Martins é produtora e assistente de produção com ampla experiência em bastidores e apoio à direção de palco. É formada em Artes pelo Programa de Pós-Graduação da UFPel e possui especialização em Arte e Educação pela IERGS, além de ter cursado pós-graduação em Artes Cênicas na UFRGS. Atuou em diferentes frentes da produção cultural, como planejamento logístico, coordenação de equipes técnicas e acompanhamento de artistas em eventos de música, teatro e dança. Entre suas experiências destacam-se a atuação no 15º Festival de Música de Porto Alegre, na cerimônia do Prêmio Açorianos de Dança e Música e em projetos como “Sonhe Como Uma Garota”, da Vermelho Filmes. Também trabalhou na programação cultural do CHC Santa Casa e em exposições como “Nunca Estivemos Sós” e “Fabulários”. Foi reconhecida com o Prêmio Açorianos de Dança como Melhor Produtora em 2017, consolidando-se como referência em suporte de produção e coordenação de palco. Assessoria Contábil e Prestação de Contas – Jaire Mandian Araújo Jaire Mandian Araújo é contabilista com ampla experiência na gestão contábil e fiscal de empresas, convênios e projetos culturais, atuando há mais de 20 anos em Porto Alegre. Especialista em prestações de contas de projetos públicos e privados com ênfase nas leis de incentivo à cultura, atuou como sócio-administrador em diferentes escritórios de contabilidade desde 2002. Atualmente é responsável por supervisão de equipes, análises de balancetes, apuração de tributos diretos e indiretos e acompanhamento detalhado de prestações de contas de eventos e projetos incentivados. Possui registro ativo no CRC/RS e sólida formação técnica em contabilidade, com trajetória marcada pelo rigor, ética e liderança em processos contábeis complexos. Acessibilidade – Instituto Ladd O Instituto Ladd, sediado em Pelotas, é referência regional no ensino, tradução e interpretação da Língua Brasileira de Sinais – Libras. Atua com foco na inclusão linguística e cultural de surdos e ouvintes, oferecendo cursos, oficinas e formações continuadas em Libras e Português. Sua equipe é especializada na mediação comunicacional em eventos culturais e educacionais, garantindo serviços de tradução e interpretação pautados pelo compromisso com a acessibilidade e a democratização do conhecimento.

Providência

Projeto liberado para o proponente adequar à realidade de execução.