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O projeto QUANDO A COMUNIDADE SAMBA: UMA NOVA MARÉ DE CIDADANIA, MEMÓRIA E PERTENCIMENTO tem como objetivo fortalecer e difundir o samba de raiz no Complexo da Maré como prática cultural, educativa e cidadã, promovendo a valorização da identidade local, a formação de novos músicos sambistas e agentes culturais promovendo o desenvolvimento comunitário por meio da arte e da educação.
Quando a Comunidade Samba: Uma Nova Maré de Cidadania, Memória e Pertencimento é uma iniciativa que visa fortalecer e difundir o samba de raiz no Complexo da Maré, valorizando-o como prática cultural, educativa e cidadã. O projeto propõe um ciclo de formações, oficinas e rodas de samba comunitárias que unem tradição, educação popular e geração de renda, reafirmando o papel do samba como símbolo de resistência e identidade coletiva.Ao longo de 12 meses, serão realizadas oficinas de música (percussão, cavaquinho, violão e canto), dança do samba, e formações em cidadania, direitos humanos e gestão comunitária, culminando em 12 rodas de samba abertas ao público e um Festival Samba Raiz da Maré. Todas as atividades são gratuitas e voltadas prioritariamente a jovens e moradores do território.Mais do que um projeto artístico, a proposta representa uma ação de memória e pertencimento, resgatando o legado do samba e das raízes nordestinas presentes na Maré, enquanto promove inclusão social, formação cidadã e fortalecimento da economia criativa local.
O projeto QUANDO A COMUNIDADE SAMBA: UMA NOVA MARÉ DE CIDADANIA, MEMÓRIA E PERTENCIMENTO tem como objetivo fortalecer e difundir o samba de raiz no Complexo da Maré como prática cultural, educativa e cidadã, promovendo a valorização da identidade local, a formação de novos músicos sambistas e agentes culturais promovendo o desenvolvimento comunitário por meio da arte e da educação.Quanto os objetivos específicos o presente projeto pretende:1.Promover oficinas de música (percussão, cavaquinho, violão e canto) semanais durante 09 meses (40h semanais / 360h);2.Promover a formação cidadã da comunidade por meio de cursos voltados aos direitos humanos, à cidadania e à gestão comunitária.3. Realizar 12 oficinas de dança do samba (01 por mês) abertas à comunidade;4. Organizar 12 rodas de samba (01 por mês) abertas à comunidade;5. Criar um núcleo jovem de samba para preparar futuros líderes culturais.6. Gerar visibilidade e oportunidades econômicas para artistas locais.7. Produzir Documentário das Rodas de samba, aumentando a visibilidade dos artistas locais.CONTINUAÇÃO DA JUSTIFICATIVA - PARTE 2Neste sentido, nos últimos anos surgiram muitos coletivos em busca de ampliar as oportunidades e que, ao contrário da média burguesia econômica, que vai se auto guetificando em condomínios cercados e vigiados, propõem criar um ambiente saudável e prospero, explorando as memórias locais e desenvolvendo as potencialidades presentes no território. Em relação a autoconfinamento em condomínios, o sociólogo francês Loïc Wacquant em entrevista à Folha de São Paulo em 2001 já nos alertava para esse fenômeno: O que está acontecendo aqui, como em outras partes, é o surgimento de novas formas de pobreza criadas pela desregulamentação da economia. A imagem das favelas é a de um lugar infernal, repleto de violência. Hoje vimos que lá as pessoas trabalham, vivem uma rotina na qual crianças brincam nas ruas. Não vou negar que há muita pobreza, mas a representação desse território como uma área totalmente destituída, desorganizada, precisa ser modificada. Elas não são um agregado de pessoas pobres, sem cultural. O fato de termos entrado em uma favela em total segurança, e passar quatro horas lá, mostra que é possível entrar, em condições específicas, e se sentir seguro. O que acontece é a estigmatização econômica e territorial. Há o desemprego, o subemprego e o estigma de morar em um lugar considerado infernal. Vimos isso nos guetos norte-americanos, que costumavam ser um território onde os negros tinham orgulho de viver. Guetos são um espaço homogêneo, onde há só um tipo de população. É uma cidade separada dentro da cidade. As favelas vivem uma relação simbiótica com a cidade, não são totalmente separadas. A Maré, assim como outras favelas do Rio de Janeiro, tem uma história de forte migração nordestina — principalmente a partir dos anos 1940, quando muitos migraram em busca de trabalho. Essa presença nordestina marcou a comunidade com sotaques, comidas, forró, baião e tradições culturais próprias. Muitos migrantes nordestinos que chegaram ao Rio também se envolveram no samba. Há músicos que transitavam entre gêneros — forró, coco, baião e samba — alimentando uma cultura híbrida. Isso explica por que a Maré preserva o samba de raiz sem deixar de valorizar a cultura nordestina. Nada foi capaz de impedir que o samba também florescesse. Pelo contrário, os dois universos se entrelaçaram.Diante da observância dos dados narrados, projetos como "RESENHA A COMUNIDADE SAMBA" tem um significado muito além do que seu próprio nome carrega. Fundado em agosto de 2021 no coração do Complexo da Maré, o projeto RESENHA A COMUNIDADE SAMBA, nasceu com o propósito de valorizar e preservar a cultura do samba dentro das favelas, reafirmando o papel central que esse gênero musical desempenha na identidade e na história da população periférica.Mais do que uma simples roda de samba, a Resenha se tornou um espaço de resistência cultural, de celebração e de fortalecimento dos laços comunitários. É um projeto feito por e para o povo, onde a música ecoa como forma de expressão, liberdade e memória coletiva. Os primeiros encontros acontecem às quartas-feiras na quadra do Gato de Bonsucesso na favela Nova Holanda, alguns meses após o início migramos para a Vila do Pinheiro, também localizada no complexo da Maré.Durante esses anos de caminhada, tivemos a honra de receber grandes nomes do mundo do samba, artistas que fortaleceram o nosso movimento e ajudaram a tornar a Resenha um ponto de referência cultural dentro e fora da Maré. Mas também é importante destacar os desafios que enfrentamos. Manter um projeto cultural de samba na periferia, com poucos recursos e apoio limitado, exige muita luta, criatividade e união. A escassez de patrocínios, a falta de estrutura dificulta a continuidade de iniciativas como a nossa. Ainda assim, resistimos. Seguimos firmes com o apoio da comunidade, dos artistas e de todos que acreditam no poder transformador da cultura popular. A RESENHA A COMUNIDADE SAMBA é hoje um símbolo de orgulho para a Maré e referência para outras iniciativas culturais nas periferias do Brasil. Seguimos firmes, espalhando o legado do samba.Diante do exposto, apresentamos o projeto QUANDO A COMUNIDADE SAMBA: UMA NOVA MARÉ DE CIDADANIA, MEMÓRIA E PERTENCIMENTO, que pretende em parceria com o Museu da Maré, ofertar mais que resistência e pertencimento, ser uma porta aberta à cidadania e expressão das múltiplas linguagens artísticas, que hibridizadas, configuram como diria Nestor Canclini (2007) "estratégias para entrar e sair da modernidade".O Complexo da Maré é marcado pela forte presença de migrantes nordestinos e por uma vibrante cultura popular. O samba, como expressão afro-brasileira e carioca, constitui-se em um importante elo de identidade, resistência e inclusão social. Entretanto, iniciativas de samba de raiz muitas vezes não contam com recursos estruturais e pedagógicos. Este projeto propõe fortalecer o samba da Maré como patrimônio cultural, articulando suas diversas formas de manifestação, inclusive as hibridizadas com manifestações da música regional nordestina. Assim como ser um centro de formação cidadã, com oficinas de música e dança, rodas de samba comunitárias e geração de rendaO projeto "Quando a Comunidade Samba: Uma Nova Maré de Cidadania, Memória e Pertencimento" encontra-se plenamente em consonância com os princípios, finalidades e diretrizes estabelecidos pela Lei nº 8.313, de 23 de dezembro de 1991, que institui o Programa Nacional de Apoio à Cultura (PRONAC).A proposta visa à valorização, difusão e fortalecimento do samba de raiz no Complexo da Maré, território de grande relevância histórica e simbólica para a cultura popular carioca e brasileira. O samba, reconhecido como patrimônio cultural imaterial do Brasil, é aqui abordado não apenas como manifestação artística, mas também como instrumento de formação cidadã, inclusão social e preservação da memória coletiva, objetivos que dialogam diretamente com o artigo 1º da referida lei, que dispõe sobre a promoção, o estímulo e a democratização do acesso à cultura.O projeto contempla ações de formação, difusão e registro cultural, por meio da realização de oficinas de música, dança, cidadania e comunicação comunitária, além da promoção de rodas de samba mensais e da produção de um documentário de registro das atividades. Tais ações se enquadram nas categorias de apoio previstas no PRONAC — música, patrimônio imaterial, formação e capacitação cultural e audiovisual — e refletem o compromisso com a preservação e difusão da diversidade cultural brasileira, conforme disposto no inciso II do artigo 1º da Lei Rouanet.Além disso, o projeto assegura acesso gratuito a todas as atividades, reserva de vagas para jovens em situação de vulnerabilidade social e disponibilização pública dos produtos culturais, cumprindo o disposto no artigo 3º da Lei, que orienta a adoção de medidas voltadas à democratização do acesso aos bens e serviços culturais.Ao promover a circulação da cultura popular, fomentar a economia criativa local e estimular a participação comunitária, "Quando a Comunidade Samba" contribui diretamente para o fortalecimento da cidadania e para a consolidação de políticas culturais que visam à redução das desigualdades sociais e regionais, conforme os princípios que norteiam a política nacional de fomento à cultura.Dessa forma, o projeto demonstra alinhamento com os objetivos da Lei nº 8.313/91, configurando-se como uma ação de relevante interesse público e cultural, que reafirma o papel da cultura como vetor de desenvolvimento humano, social e econômico, além de preservar e difundir um dos mais significativos legados da identidade cultural brasileira: o samba.
Início a escrita deste projeto fazendo uma breve digressão à formação do território da Maré - Comunidade/Favela /Bairro _ cidade do Rio de Janeiro. Sua formação está umbilicalmente ligada a construção da atual Avenida Brasil (Rodovia Governador Mário Covas, BR 101). Pedro Henrique Campello Torres (2018) no artigo intitulado "Avenida Brasil _ Tudo Passa Quem Não Viu?": formação e ocupação do subúrbio rodoviário no Rio de Janeiro (1930-1960), afirma que pesquisar a criação da Avenida Brasil obriga necessariamente à analisar os sentidos do que foi feito na cidade. Ao mesmo tempo em que facilitou a saída por vários meios de transporte para o centro, baixada e até outros estados com escoamento mais rápido de mercadorias, estabelecimento de indústrias contribuindo com o crescimento econômico da cidade, a avenida também mostrou que nem todos estariam incluídos nesse processo. Os bairros do entorno dessa avenida foram sendo esquecidos e essa desigualdade daquele período influencia negativamente do ponto de vista da infraestrutura e ausência de investimentos a vida desses munícipes até o momento atual. Os exemplos de cultura não estavam mais relacionados aos bairros suburbanos, mas sim aqueles relacionados à burguesia.A ocupação dos bairros periféricos e áreas inundadas da região se deram, quando ainda na fase de construção da "Variante Rio-Petrópolis" (nome da rodovia em seu trecho urbano a época), muitos operários oriundos do Norte e Nordeste do país vislumbraram no processo acelerado de urbanização da região, uma oportunidade para mudança de vida e se estabeleceram na região[1]. Ainda durante as obras, as margens alagadiças da Baía de Guanabara passaram a ser ocupada por barracos construídos sobre palafitas que deram origem às comunidades da Baixa do Sapateiro, Nova Holanda, Parque União, constituindo comunidades que hoje compõem o bairro do Complexo da Maré.Posteriormente, o governo tentou remover esses moradores para conjuntos habitacionais distantes daquela região, mas a resistência dos moradores fez com que houvesse apenas a remoção das palafitas, e em seu lugar foi criado um programa que previa a construção de moradias no local. O Banco Nacional da Habitação criou o PROMORAR (Programa de Erradicação da Sub-habitação) que deveria regularizar a titularidade dos terrenos, urbanização da área do Timbau ao Parque União, o alinhamento de ruas, instalação de rede de esgotos e abastecimento de água. Em 1985, a obra foi concluída, mas com 4.889 títulos entregues e não, 12.000 conforme prometido. Na ocasião a Associação dos Moradores da Nova Holanda promoveu uma articulação entre as associações de moradores da região da Maré, que sempre foram combativas. Após pressão e passeatas acabou-se conseguindo a retomada das obras de saneamento a cargo da CEDAE (VIEIRA, 2008).O resultado dessa obra foi à redução do canal que tem menos de 100 metros de largura, totalmente poluído, parte do manguezal foi destruído, assim como um parque com traçado de Burle Marx, mais famílias foram removidas para o Parque Alegria e Boa Esperança e, ainda foi construído um conjunto de casas onde havia o Aterro Sanitário do Caju, que acabou desativado. Restou apenas a Usina de Lixo, que por falhas em suas construções, atualmente não funciona regularmente. Torres (2018, p.299) cita o posicionamento de Fischer (2008) quando trata da Avenida Brasil:Uma moderna rodovia inaugurada em 1946, que se estende para noroeste das regiões portuárias do Rio até a fronteira com o município, e em direção para o sudoeste, conectando-se com a Rodovia Rio-Petrópolis e a rodovia Dutra para São Paulo, inaugurada em 1951. O projeto da Avenida Brasil, iniciado sob a direção de Henrique Dodsworth nos anos 30, destinava-se a facilitar o transporte de bens industriais e comerciais entre o Rio e o resto do país, para que as novas terras da Baixada Fluminense, áreas viáveis para o desenvolvimento industrial e, ainda, incidentalmente, para ligar os subúrbios ferroviários ao longo da linha Rio D'Ouro com os da Leopoldina, da Central do Brasil e da Linha Auxiliar. A avenida também - previsivelmente, mas menos deliberadamente - se tornou o local da mais rápida expansão da favela da cidade, e integrou as cidades satélites do Noroeste na área metropolitana do Rio (FISCHER, 2008, p 39). Fonte: Portal MultiRio. 2021.O tamanho do Complexo da Maré que se tornou bairro desde 19 de janeiro de 1994, através da Lei 2.119 abrange 16 comunidades e cerca de 130 mil habitantes às margens da Avenida Brasil, Linha Amarela, Linha Vermelha e Baía da Guanabara, chama atenção pela complexidade entre as diversas comunidades e a extensão do bairro, num adensamento que vai se verticalizando a cada dia. O crescimento do bairro da Maré contribuiu para segregar os demais bairros dos subúrbios das águas da Baía da Guanabara. Sobretudo os bairros que compõem a Zona da Leopoldina. Mas a segregação não se restringe a comunidade, outras ocupações que ajudaram a segregar as praias da Baía de Guanabara dos Suburbanos. Me refiro ao conjunto de edificações das Forças Armadas que se estabeleceram ao longo da rodovia. Começando pelo bairro do Caju, com o Exército (Arsenal de Guerra), que também ocupa em Bonsucesso (CPOR), seguido pela Aeronáutica (Comando), que ocupa em Benfica e Bonsucesso (Depósito), Centro de Treinamento do BOPE, em Ramos. Mas, a maior área é ocupada pela Marinha, que possui um conjunto de instalações entre Ramos e Penha, como na lista que apresentaremos a seguir:● Casa do Marinheiro● Base de Abastecimento da Marinha● Centro de Educação Física Almirante Adalberto Nunes (CEFAN)● Centros de Instrução Almirante Graça Aranha (CIAGA) e Almirante Alexandrino (CIAA)● Centro de Instrução e Adestramento Almirante Newton BragaA ocupação desordenada e falta de planejamento urbanístico, sem dúvidas possuem uma parcela significativa de responsabilidade pela violência que assola a região. Mas essa ocupação por parte das Forças Armadas também constitui uma violência simbólica contra a população do território, pois usurpou dela o direito a manter um bem cultural, símbolo de pertencimento àquela região e que contribuía com a elevação da autoestima do Suburbano em relação à população das demais regiões da cidade, e também como uma área de lazer próxima à região de residência. Também retirou uma fonte de renda, daqueles que vivem do comércio nas praias da cidade. Na opinião de Albernaz (2019, p.93-94), a presença do Iate Clube de Ramos (que até hoje se mantém em funcionamento), ajuda a dar credibilidade ao discurso que aponta para a existência de uma burguesia suburbana na orla. A autora continua, ao comentar o apagamento da memória da orla suburbana com os sucessivos aterros que extinguiram a balneabilidade no território. A posterior tentativa de recuperação de uma área de entretenimento, com a construção do Piscinão de Ramos, é exitosa parcialmente, pois o ambiente natural permanece poluído e todo o contexto histórico mantido pelas rugosidades (MILTON SANTOS, 2006) foi apagado.Todo o histórico narrado acima nos leva a inferir que a Maré é mais um dos territórios periféricos que abandonado pelos poderes constituídos padece da falta de infraestrutura e outros serviços estatais. É bem verdade que isso acontece, mas também é verdade que a Maré, assim como muitas outras comunidades foi aprendendo a conviver com as iniquidades e isso a possibilitou ir construindo alternativas a esta falta. Isso aliado ao acesso facilitado nos últimos 22 dois anos ao ensino superior, levou a Maré e outras comunidades a criar uma juventude crítica que compõe uma elite intelectual na comunidade e, ao invés de se mudar, busca modificar o território onde nasceu e onde desenvolveu laços de pertencimento.CONTINUAÇÃO DA JUSTIFICATIVA NO CAMPO OBJETIVO
Público-Alvo· Jovens de 15 a 29 anos (150 vagas em cursos e oficinas)· Comunidade em geral (estimativa de 300 pessoas por roda de samba, 3.600 no total anual)· Artistas locais e mestres do samba Resultados EsperadosFormação de 150 jovens em cidadania, música e dança.Realização de 12 rodas de samba com público estimado de 3.600 pessoas.Criação de um núcleo jovem de samba na Maré.Geração de renda para pelo menos 32 artistas e técnicos locais.Produção de um documentário como memória do projeto.Fortalecimento da identidade cultural da comunidade e difusão do samba de raiz como patrimônio imaterial.Contrapartidas SociaisAcesso gratuito a todas as atividades.50% das vagas reservadas para jovens em situação de vulnerabilidade.Documentário disponível online gratuitamente.Oficinas abertas a visitas de escolas públicas da região.
As oficinas permanentes (com aulas semanais), ministradas pelos músicos da Comunidade Samba em parceria com o Museu da Maré. Dessas oficinas, sairão os integrantes do núcleo jovem de líderes culturais, que terão aulas de cidadania, constituição e formação cultural do Rio de Janeiro e do território (Maré).As turmas do curso de música terão 40 horas mensais e serão formadas de no máximo 20 alunos cada ao logo de 9 meses (360 horas).
O projeto se compromete em garantir a sustentabilidade e acessibilidade do evento, adotando práticas sustentáveis na organização do festival, incentivando a redução do impacto ambiental e a inclusão de pessoas com deficiência por meio de infraestrutura acessível e recursos de acessibilidade, como intérpretes de Libras e audiodescrição;PRODUTO PRINCIPAL: CURSOS DE FORMAÇÃO MUSICAL, DANÇA (SAMBA) E CIDADÃ;1. Medidas de acessibilidade no aspecto arquitetônico:1.1 mapeamento das barreiras arquitetônicas em cada local de atividade, para prever as soluções mais adequadas ao espaço escolhido, tais como: rampas móveis, banheiros adaptados, espaço reservado para PCD e cadeirantes, assim como disponibilização de Bengalas Inteligentes;2. Medidas de acessibilidade para PCD visuais: Audiodescrição do local onde serão realizados os cursos3. Medidas de acessibilidade para PCD auditivos: Intérprete de Libras; 4. Medidas de acessibilidade para PCD intelectual: disponibilizaremos abafadores de ouvido PRODUTO SECUNDARIO: RODAS DE SAMBA1. Medidas de acessibilidade no aspecto arquitetônico:1.1 mapeamento das barreiras arquitetônicas em cada local de atividade, para prever as soluções mais adequadas ao espaço escolhido, tais como: rampas móveis, banheiros adaptados, espaço reservado para PCD e cadeirantes1.2 Disponibilização de Bengalas Inteligentes.2. Medidas de acessibilidade para PCD visuais:2.1 Audiodescrição do local onde serão realizadas as Rodas de Samba;2.2 Disponibilização de monitor para guiar e auxiliar o PCD visual até a frente do palco, local que será reservado para o público PCD;3. Medidas de acessibilidade para PCD auditivos: Intérprete de Libras; 4. Medidas de acessibilidade para PCD intelectual: disponibilizaremos abafadores de ouvido PRODUTO SECUNDARIO: ESPETACULO 1.Medidas de acessibilidade no aspecto arquitetônico:1.1 Disponibilização de espaço reservado na frente do palco para PCDs e cadeirantes (se houver);1.2 Disponibilização de banheiro químicos adaptados, com o objetivo de promover autonomia dos usuários PCDs;1.3 Disponibilização de bengalas inteligentes2. Medidas de acessibilidade para PCD visuais: 2.1 Disponibilização de monitor para guiar e auxiliar o PCD visual até a frente do palco, local reservado para todo o público PCD;2.2 Descrição do palco e dos artistas, pelo mestre de cerimônia, antes de cada artista que irá se apresentar;3. Medidas de acessibilidade para PCD auditivos: Intérprete de Libras 4. Medidas de acessibilidade para PCD intelectual: disponibilizaremos abafadores de ouvido PRODUTO SECUNDARIO: DOCUMENTÁRIO1. Medidas de acessibilidade no aspecto arquitetônico: não se aplica2. Medidas de acessibilidade para PCD visuais: Audiodescrição3. Medidas de acessibilidade para PCD auditivos: Legendagem 4. Medidas de acessibilidade para PCD intelectual: não se aplica
Todas as atividades do projeto, serão inteiramente gratuitas, com a proposta de tornar o acesso à arte e à cultura o mais amplo possível. Nesse sentido, buscamos assegurar que pessoas de diferentes realidades sociais, faixas etárias e origens possam desfrutar de uma experiência rica e transformadora. A iniciativa tem como meta ampliar o alcance das manifestações culturais, tornando-as acessíveis a todos, sem limitações financeiras, e incentivando a inclusão de um público plural. Assim, o projeto se consolida como um espaço de encontro, troca e celebração, onde a cultura é vivenciada coletivamente, sem barreiras econômicas. Em relação às medidas obrigatórias descritas no artigo 47 da Instrução Normativa nº 11 de 05.02.2025, o projeto prevê a realização do:• Inciso IV – Será permitida a captação de imagens das atividades do projeto e será autorizada sua veiculação pelas redes públicas de televisão, se houver o interesse por parte de alguma rede.• Inciso VI – Disponibilizar na internet, registro audiovisual do espetáculo, acompanhado com libras e audiodescrição
Coordenador Geral – Sandra CarneiroProdutor Executivo – Fernando GamaCoordenação de Produção – Luiz Carlos da Silva – NunukaCoordenação Administrativa-Financeira – Renata Carneiro e Luzia Santiago. Apresentador/locutor - Didu NogueiraEducadores de Música – serão 03 professores, porém serão definidos posteriormente;Educador de Dança - 01 professor, porém será definido posteriormente;Educadores Cidadania/Comunicação - serão 02 professores, porém serão definidos posteriormenteAssistentes administrativas – serão 02 profissionais que serão definidas posteriormente;Assistente de Produção – serão 02 profissionais que serão definidas posteriormente;Currículos:Coordenação Geral (Remuneração do Prop) – Sandra GomesProdutora e Gestora Cultural. Desde 2017, a frente da Arte Nova Produções (criada em 14 de janeiro de 2008). Entre os principais projetos realizados por Renata Carneiro e Luzia Santiago, com vasta experiência em projetos executados pela Lei Rouanet, destacam-se o projeto Ithamara Koorax 20 Anos de Carreira – Bim Bom Bossa Jazz 2010 com patrocínio do OI Futuro, Ithamara Koorax Bim Bom no SESC-RJ, Projeto Mostra Colisão, apresentações teatrais com oficinas integradas com patrocínio da SECULT-RJ, o projeto Música clássica na voz de Ithamara Koorax II com patrocínio OI Futuro, Música clássica na voz de Ithamara koorax III com patrocínio da Eletronuclear, além de diversos projetos de música no Bondinho do Pão de Açucar, Cartão postal do Rio de Janeiro, tais como: Arraial do Morro da Urca, Exposição Bondinho 100 Anos, Verão do Morro, entre outros. O Relatório de Atividades Culturais da Arte Nova, encontra-se anexado neste salic, na aba “meus documentos”. A equipe de produtores da Arte Nova é formada por profissionais, cuja expertise e paixão pela cultura garantem a excelência na concepção, curadoria e realização dos projetosProdutor Executivo: Fernando Gama - produtor e diretor artístico renomado no Rio de Janeiro, responsável por uma série de eventos de grande impacto que surgiram no Rio de Janeiro e foram voltados ao grande público. Entre seus trabalhos mais expressivos, destacam-se a criação do Réveillon de Copacabana, que por 20 anos atraiu milhões de pessoas à orla carioca, e o projeto "Rio com Açúcar", que levou multidões nos finais de semana e feriados à Praia de Ipanema, ao Pontal da Marina da Glória e à Casa Rosa. Além disso, Fernando Gama esteve à frente da organização de eventos como as comemorações dos 200 anos da Revolução, os 90 anos da Avenida Rio Branco, a inauguração da Linha Vermelha e a Semana Cultural em Santa, realizada em Santa Teresa e na Lapa. Com ampla experiência na coordenação do Carnaval, desde a inauguração do Sambódromo, Fernando Gama organizou durante anos bailes populares em mais de 60 locais da cidade e lançou, em 1989, o "Rio Folia", uma série de espetáculos alternativos realizados durante o Carnaval, que incentivaram o surgimento de novas bandas e a formação de novas plateias. Seu trabalho foi fundamental para a retomada da Lapa como coração artístico da cidade, consolidando-se como um dos grandes nomes da produção cultural no Brasil.Coordenação de Produção – Luiz Carlos da Silva – Nunuka - produtor Cultural. Tecnólogo especializado em organização de grupos - APL e técnico em Capacitação Massiva, pela metodologia do Mestre Sociólogo Clodomir Santos de Morais. Como presidente do Grupo 100% Suburbano, Coordenador do TREM do CHORO e do Viradão Cultural Suburbano ele desenvolve um trabalho de articulação entre artistas e públicos dos subúrbios cariocas no sentido de despertar o sentimento de pertencimento e resgatar a memória do lugar.Coordenação Administrativa-Financeira (Remuneração do Prop) – Renata Carneiro e Luzia Santiago. Renata Carneiro – Administradora, Historiadora e atualmente estudante de Direto. Luzia Santiago – Contadora e Consultora na área contábil, Perita Contábil e Grafotécnica.Entre os principais projetos realizados por Renata Carneiro e Luzia Santiago, com vasta experiência em projetos executados pela Lei Rouanet, destacam-se os projetos: “50 Anos da Morte de Getúlio Vargas – pelo Museu da República; Ithamara Koorax 20 Anos de Carreira – Bim Bom Bossa Jazz 2010 com patrocínio do OI Futuro, Ithamara Koorax Bim Bom no SESC-RJ, Projeto Mostra Colisão, apresentações teatrais com oficinas integradas com patrocínio da SECULT-RJ, o projeto Música clássica na voz de Ithamara Koorax II com patrocínio OI Futuro, Música clássica na voz de Ithamara koorax III com patrocínio da Eletronuclear, além de diversos projetos de música no Bondinho do Pão de Açucar, Cartão postal do Rio de Janeiro, tais como: Arraial do Morro da Urca, Exposição Bondinho 100 Anos, Verão do Morro, entre outros. O Relatório de Atividades Culturais da Arte Nova, encontra-se anexado neste salic, na aba “meus documentos”. A equipe de produtores da Arte Nova é formada por profissionais, cuja expertise e paixão pela cultura garantem a excelência na concepção, curadoria e realização dos projetos. Apresentador/locutor - Didu Nogueira - produtor musical, cantor e compositor, cuja trajetória é marcada pela dedicação à música popular brasileira e pela excelência na concepção e realização de eventos que celebram a diversidade sonora do país. Com passagens por instituições de prestígio, como a Academia Brasileira de Letras e o Governo do Estado do Rio de Janeiro, Didu Nogueira tem se destacado como um articulador cultural, sempre empenhado em unir tradição e inovação. Sua atuação na produção musical abrange não apenas os palcos e gravações, mas também a curadoria e direção artística de espetáculos e festivais que encantam públicos e fortalecem o cenário da música brasileira.Todos os demais profissionais serão definidos posteriormente.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.