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PRONAC 2511744Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Festival Dia das Boas Ações

ASSOCIACAO ATADOS
Solicitado
R$ 1,17 mi
Aprovado
R$ 1,17 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-02-02
Término
2026-12-31
Locais de realização (3)
Salvador BahiaRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

O Festival das Boas Ações é um evento cultural e artístico que une arte, cidadania e engajamento social. A iniciativa promove apresentações de artes cênicas e musicais, além de ações formativas e de mobilização comunitária, em parceria com organizações sociais de São Paulo/SP, Rio de Janeiro/RJ e Salvador/BA.Serão realizados dois festivais por cidade: um em territórios periféricos, levando cultura a locais com menor acesso, e outro em regiões centrais, dando visibilidade à arte periférica e promovendo o diálogo entre diferentes públicos.O projeto estimula o acesso à cultura, o intercâmbio entre artistas e comunidades e o fortalecimento do voluntariado, consolidando-se como uma plataforma de difusão artística e fortalecimento comunitário que usa a arte como ferramenta de transformação social.

Sinopse

O Festival das Boas Ações é um evento cultural e artístico que une arte, cidadania e engajamento social. A iniciativa propõe jornadas de formação e mobilização comunitária, articulando apresentações de artes cênicas e musicais com ações educativas realizadas em parceria com organizações sociais das cidades de São Paulo/SP, Rio de Janeiro/RJ e Salvador/BA.Em cada cidade será desenvolvido um ciclo completo com as seguintes etapas:1) Oficinas educativas (5 online e 1 presencial) voltadas à capacitação de organizações sociais na gestão de voluntários, compartilhando ferramentas e boas práticas para fortalecer suas atuações e ampliar seu impacto.2) Festivais Periféricos, com a seleção de 3 ONGs — uma em cada cidade — que sediarão os eventos em seus territórios de atuação, e a realização espetáculos e shows a espaços com acesso limitado à produção cultural.3) Oficinas artísticas nas ONGs selecionadas, para que seus beneficiários aprendam uma linguagem artística e prepararem um espetáculo a ser apresentado nos festivais. Serão três meses de oficinas semanais, com cerca de 30 participantes por organização (total de 90 beneficiários diretos). A proposta é que arte-educadores, organizações e beneficiários cocriem um produto cultural – como peças de teatro, circo ou dança – que será apresentado no Festival das Boas Ações – Edição Central.4) Festivais Centrais, realizados em espaços culturais nas regiões centrais das cidades, com o objetivo de dar visibilidade à arte periférica e promover o diálogo entre diferentes públicos e realidades.O projeto atua na democratização do acesso à cultura, conectando territórios e artistas, e estimulando o intercâmbio entre a produção local e novos públicos.As organizações sociais parceiras têm papel ativo em todo o processo, mobilizando voluntários que contribuem para a execução e multiplicação das ações culturais.Assim, o Festival das Boas Ações se consolida como uma plataforma de difusão artística e fortalecimento comunitário, que promove a arte como ferramenta de transformação social e valoriza o voluntariado na construção de uma sociedade mais participativa e culturalmente integrada.

Objetivos

Objetivo Geral: Promover o acesso à cultura e a democratização dos espaços urbanos por meio da realização de festivais culturais abertos e gratuitos, que integrem arte, mobilização voluntária e valorização das organizações sociais parceiras, nas cidades de São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ) e Salvador (BA).Objetivos específicos:1. Realizar seis festivais culturais abertos e gratuitos, sendo dois em cada cidade — São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ) e Salvador (BA) —, com o propósito de conectar arte, território e engajamento social:A) Festivais periféricos:- 3 espetáculos de artes cênicas (um por festival);- 3 murais artísticos realizados em espaços de organizações sociais (um por festival);- 3 apresentações musicais (uma por festival);- Oficinas educativas sobre engajamento social e voluntariado, visando difundir o conceito e despertar o interesse para a ação voluntária.B) Festivais centrais:- 6 espetáculos de artes cênicas (dois por festival), abrangendo teatro, dança, circo e outras linguagens;- 3 espetáculos musicais (um por festival);- 3 apresentações culturais colaborativas, desenvolvidas por arte-educadores junto aos beneficiários das organizações sociais, durante três meses de atividades preparatórias;- Oficinas temáticas sobre voluntariado e gestão de organizações sociais, promovendo trocas de experiências e boas práticas, aliadas a intervenções artísticas visuais que expressem o poder da mobilização social;- Espaços de visibilidade para que as organizações sociais apresentem seus impactos e ações ao público.2. Desenvolver uma trilha formativa que promova o uso do voluntariado enquanto ferramenta de desenvolvimento da gestão das organizações sociais e de potencialização do acesso à cultura:- 6 oficinas educativas sobre mobilização e gestão de voluntários para 45 organizações sociais e seus voluntários líderes (15 organizações sociais por cidade);- Momentos de compartilhamento de boas práticas entre as organizações;- Materiais desenvolvidos para apoiar na mobilização e gestão de voluntários.3. Estimular a conexão entre territórios periféricos e centrais por meio da arte, promovendo o direito à cidade e o diálogo entre diferentes públicos e realidades;4. Contribuir para o acesso à cultura dos públicos beneficiários das organizações sociais, fortalecendo a causa cultural e ampliando a rede de agentes culturais e comunitários. Participação de 600 pessoas nos festivais periféricos (200 participantes por festival periférico) e 1500 pessoas participando dos festivais centrais (500 por festival central).5. Fomentar o voluntariado enquanto ferramenta de potencialização das ações culturais, integrando-o à cadeia de produção e difusão artística. Participação de 150 voluntários como apoio para a realização dos produtos, sejam oficinas ou festivais.6. Promover a cultura do engajamento social e da participação cidadã, por meio de oficinas e vivências que articulem arte, educação e transformação social.

Justificativa

O Festival das Boas Ações é um evento cultural que utiliza a arte como ferramenta de transformação social e democratização do acesso à cultura. A iniciativa promove festivais gratuitos em São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador, articulando artes cênicas, música e artes visuais com ações de formação e mobilização cidadã.Os festivais pretendem unir algumas linguagens artísticas, com o objetivo de chegar a diferentes perfis de pessoas e ampliar a possibilidade de conexão. As artes cênicas, também conhecidas como artes performativas, são manifestações em que os artistas são seus próprios instrumentos, atuam por meio de suas vozes, corpos e emoções, desenvolvendo sua arte em um palco ou outros espaços. Esse tipo de linguagem é diverso, pois permite que muitos públicos diferentes tenham acesso à mensagem que está sendo passado, é uma ferramenta de conexão que garante identificação com o público e pode ser realizada em diversos formatos. O projeto, pretendendo oferecer alta qualidade artística e mantendo a característica popular, tem como linguagem principal de sua programação as artes cênicas. É importante enfatizar que para a composição da programação serão valorizadas as abordagens de temas relacionados à diversidade sociocultural (direitos humanos, gênero, etnia, cultura, deficientes, raça, minorias, etc.) e ao engajamento social (respeito, doação, voluntariado, igualdade, cultura de paz, entre outros).Para além das artes cênicas, pretendemos alcançar diferentes perfis de pessoas e organizações sociais mobilizando outros tipos de linguagens. O projeto prevê a realização de apresentações musicais, promovendo a expressão de sentimentos, contação de históricas, preservação de tradições e promovendo a união entre diferentes grupos, sendo uma ferramenta poderosa para a mobilização voluntária. E, por fim, oficinas de artes visuais que permitirão construir obras que representem os territórios e a importância do voluntariado para o impacto social positivo. Essas obras poderão ser revisitadas nos espaços das organizações sociais, permitindo que um maior número de pessoas tenha acesso ao que foi desenvolvido e deixando um legado cultural nos territórios em que atuaremos. O projeto prevê também atuar pelo direito à cidade, criando eventos culturais em territórios periféricos e centrais. O objetivo é garantir uma troca de conhecimento e participação dos públicos existentes em ambos os territórios _ permitindo que beneficiários das organizações sociais parceiras ocupem as regiões centrais, mas que também tenham acesso facilitado à cultura em seus próprios territórios. Ao levar a arte periférica e o público beneficiário das organizações sociais para a região central, pretendemos ir além do conceito de "morar na cidade", promovendo o pertencimento a ela, a participação em sua construção e o usufruto dos recursos de um ambiente urbano, aspecto comum para cidadãos que moram nessas regiões, porém ainda bastante desigual e distante para pessoas que moram em territórios mais periféricos.Os ganhos relacionados ao acesso à cultura do projeto já representam uma atuação concreta a favor do impacto social positivo. O projeto, porém, potencializa ainda mais isso ao apoiar as organizações sociais em dois de seus principais desafios: capacidade de desenvolvimento e mobilização de voluntários. Para complementar o impacto social gerado pelo projeto, entendemos ser essencial atuar também com as organizações que estão nos territórios e trabalham incansavelmente para transformar a realidade de suas regiões. Por isso, conectamos a arte e a cultura com conhecimentos sobre gestão e trocas de boas práticas entre as organizações, ensinando por meio dos festivais, as possibilidades de mobilização e o potencial do trabalho voluntário no dia a dia. O Festival das Boas Ações é conectado a um movimento global que une mais de 100 países para gerar impacto social positivo chamado "Dia das Boas Ações". Desde 2007, milhares de pessoas e centenas de organizações e empresas em todo o mundo se unem anualmente colocando em prática a ideia simples de que toda pessoa pode se voluntariar e fazer uma boa ação, seja ela pequena ou grande, para melhorar as vidas dos outros e afetar positivamente o mundo. Essa será a 11ª edição do movimento que é um sucesso no Brasil. Em 2016, os eventos aconteceram em São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, contando com 34 apresentações culturais e 28.500 pessoas como público direto. Somando-se todas as publicações vinculadas ao projeto nas redes sociais, mais de 10 milhões de pessoas foram impactadas. Em 2017, o projeto foi realizado através da Lei de Incentivo Federal à Cultura, e contou com quatro (4) eventos, em São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador e Brasília, para um total de 82 atrações culturais. Foram mais de 20 mil pessoas presentes e mais de 3 milhões de pessoas impactadas indiretamente via redes sociais. Em 2018, o projeto foi realizado através de recursos captados via Lei Federal de Incentivo à Cultura, contando com dois (2) eventos, sendo um (1) em São Paulo e um (1) no Rio de Janeiro, para um total de vinte e três (23) atrações artísticas. Foram 8,7 mil pessoas presentes nos eventos e mais de 2.5 milhões de pessoas atingidas pelo projeto de forma indireta, via redes sociais e assessoria de imprensa. Em 2019 novamente, o projeto foi realizado através de recursos captados via Lei Federal de Incentivo à Cultura, contando também com dois (2) eventos, sendo um (1) em São Paulo e um (1) no Rio de Janeiro, para um total de quarenta e uma (41) atrações artísticas e oficinas gratuitas. Foram 8,5 mil pessoas presentes nos eventos e mais de 18,107 milhões de pessoas impactadas pelo projeto indiretamente, através da assessoria de imprensa e redes sociais. Em 2020 e 2021, o Dia das Boas ações foi realizado por meio do Programa Municipal de Apoio a Projetos Culturais (PROMAC) de São Paulo, mas por conta da pandemia de Covid-19, o projeto contou com diversas adaptações, focando em apresentações artísticas online ou com menor público. Mesmo de maneira online, o projeto teve mais de 9.000 visualizações e mais de 244 mil pessoas beneficiadas. Em 2022, contou com três (3) eventos, sendo um (1) em São Paulo, um (1) no Rio de Janeiro e um (1) em Osasco, o evento foi composto por 30 atrações artísticas e oficinas gratuitas, ao todo, foram 13.297.543 pessoas impactadas. Em 2023, voltando ao formato presencial, o projeto foi realizado através de recursos captados via Lei Federal de Incentivo à Cultura, contando também com três (3) eventos, sendo um (1) em São Paulo, um (1) no Rio de Janeiro e um (1) em Santo André, para mais de trinta (30) atrações artísticas e oficinas gratuitas. Foram 8 mil pessoas presentes nos eventos e mais de 16,8 milhões de pessoas impactadas pelo projeto indiretamente, através da assessoria de imprensa e redes sociais. Nos anos de 2024 e 2025, o projeto continuou existindo porém realizado sem relações com a Lei federal de incentivo à cultura. Nas edições anteriores, realizadas através da Lei federal de incentivo à cultura, o Atados foi co-realizador do projeto em conjunto com a produtora Muda Cultural, que foi a proponente do projeto. Para essa próxima edição, em comum acordo, a Associação Atados será o proponente e responsável legal pelo projeto. O apoio por meio da Lei nº 8.313/91 é essencial para viabilizar a nova edição, que se enquadra nos incisos I, II, III, V, VIII e IX do Art. 1º, e nos incisos II (alínea e) e IV (alínea a) do Art. 3º, contribuindo para ampliar o acesso, a criação e a circulação de bens culturais significativos e acessíveis em todo o território nacional.

Especificação técnica

Etapa 1: Capacitação de mobilização e gestão de voluntários para ONGsProduto artístico entregue: oficinas educativas (5 online + 1 presencial)Realizar 6 oficinas sobre criação e gestão de programa de voluntariado para gestores e voluntários de 15 organizações sociais, em cada cidade (total de 45 ONGs beneficiadas). Dessas 45 organizações, definiremos 3 para receber o projeto completo (curso, recebimento do festival local e participação no festival central). E, para conseguirem atuar por completo, será necessário mobilizar 9 voluntários líderes que ficarão responsáveis por implementar um programa de voluntariado para essas organizações (3 voluntários por ONG) nos próximos 2 meses (em paralelo às outras atividades do projeto). Essa etapa será importante para as organizações mobilizarem voluntários para as entregas das próximas etapas artísticas (festivais). Os voluntários líderes também receberão a capacitação dada às organizações, com o objetivo de se instrumentalizarem e conseguirem efetivamente criar o programa junto a elas.A seleção das ONGs será realizada na etapa de planejamento do projeto. Serão priorizadas instituições que trabalhem de alguma forma com o tema da arte e da cultura, bem como as que estão presentes em territórios vulnerabilizados das cidades.Objetivo: instrumentalizar as organizações com conteúdo e informações que qualifiquem o programa de voluntariado delas. Por meio desta ação, as ONGs dão mais um passo em direção ao seu desenvolvimento institucional e, ao mesmo tempo, utilizam-se do voluntariado enquanto ferramenta potencializadora da arte e da cultura.Etapa 2: Festivais das Boas Ações LocaisProduto artístico entregue: espetáculos de artes cênicas + instalação de artes visuais + oficinas artísticasRealizar 3 pequenos eventos artísticos nos territórios vulnerabilizados das organizações sociais que participaram das outras etapas do projeto (cada ONG receberá 1 festival local). A ideia é que as organizações, junto aos seus voluntários e ao Atados, sejam responsáveis por organizar eventos que levem a cultura para o território em que estão inseridos, promovendo o acesso às artes para as comunidades. Os festivais locais contarão com apresentações de artes cênicas e instalações de murais artísticos, que ficarão de legado para as organizações sociais participantes:- 3 espetáculos de artes cênicas, sendo 1 por festival local.- 3 murais artísticos sendo pintados no espaço da organização social, sendo 1 por festival local.- 3 apresentações musicais, sendo 1 por festival local.- 3 oficinas educativas sobre engajamento social e voluntariado, sendo 1 por festival local.Das 45 organizações que participaram da primeira etapa do projeto, 3 serão selecionadas para receberem esses festivais locais (1 por cidade). Essa seleção será baseada na capacidade técnica das organizações, bem como acesso à cultura do território em que estão inseridas, priorizando comunidades vulnerabilizadas.Objetivo: Os festivais locais levarão cultura e arte para territórios considerados vulnerabilizados, fazendo com que as organizações sociais coloquem em prática os aprendizados sobre mobilização e gestão de voluntários à favor da arte. A comunidade do entorno será beneficiada com um evento aberto e gratuito, promovendo acesso à arte e contribuindo para o desenvolvimento de talentos ocais.Etapa 3: Contratação de arte educadores para que apliquem oficinas educativas artísticas nas organizaçõesProduto artístico entregue: oficinas educativasAs 3 ONGs selecionadas para receberem o projeto por completo também receberão, como preparação para os festivais locais, oficinas artísticas para que seus beneficiários aprendam uma linguagem artística e preparem um espetáculo que será apresentado nos festivais locais. Serão 3 meses de oficinas semanais, com uma estimativa de 30 beneficiários por organização social (totalizando 90 beneficiários diretos). A ideia é que o arte educador, a organização e os beneficiários construam, juntos, algum produto cultural da área de artes cênicas que será apresentado no Festival das Boas Ações no Centro (ex: peças de teatro, circo, dança).Etapa 4: Festival das Boas Ações no CentroProduto artístico entregue: Festival com espetáculos de artes cênicas + espetáculos musicais + artes visuaisRealizar 3 eventos artísticos (1 por cidade), com oficinas, apresentações de artes cênicas e musicais, que promovam, por meio da arte, o voluntariado e o engajamento social. Para a realização deste evento, 15 ONGs (5 por cidade), das 45 que participaram da etapa 1, poderão levar beneficiários para participarem do festival, bem como mobilizar seus profissionais e voluntários para estarem presentes também. 6 espetáculos de artes cênicas, sendo 2 por cidade. Os espetáculos podem ser teatro, dança, circo, entre outros tipos que se adequem à linguagem.Por cidade:- 1 teatro- 1 performance artística (circo, poesia, dança)- 3 espetáculos de música, sendo 1 por cidade.- 6 apresentações culturais dos arte educadores junto aos beneficiários da organização (sendo 2 espetáculos por cidade, 1 por ONG).- 9 oficinas diversas sobre atuação das ONGs e engajamento social (3 por cidade):- 1 delas usando as artes visuais para uma intervenção artística que represente o poder do voluntariado a favor da arte (organizações sociais levarão o que for produzido na oficina para seus espaços, representando o projeto);- 2 delas usando os aprendizados da primeira etapa do projeto e conhecimentos de gestão das organizações participantes para realizar uma troca de boas práticas e trazer visibilidade para as organizações enquanto detentoras do conhecimento e da capacidade de mobilização social.- Feira de ONGs: 15 organizações apresentando seus trabalhos para os participantes do evento, sendo 5 por cidade.No momento de planejamento do projeto, serão selecionados os espetáculos. Priorizaremos artistas, projetos e organizações que atuem diretamente pelo impacto social positivo, por exemplo: ONGs que trabalhem com espetáculos de dança com crianças.Objetivo: conectar as ONGs de diferentes territórios, usando a arte e cultura enquanto ferramenta de valorização dos saberes periféricos e, ao mesmo tempo, de acesso à cidade, já que o festival será realizado em uma região mais central. A ideia é que gestores, voluntários e beneficiários das organizações possam ter a experiência de vivenciar um festival cultural em um espaço que não é comumente frequentado por eles, mas principalmente que eles ocupem esse espaço trazendo a arte que é diariamente construída em suas comunidades.

Acessibilidade

O projeto reconhece a importância da acessibilidade, conforme exigido pela Instrução Normativa MinC nº 23/2025, que estabelece que as propostas culturais apresentadas ao mecanismo de incentivo à cultura devem incluir medidas de acessibilidade que garantam o acesso pleno de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida às atividades culturais desenvolvidas.Com isso, o projeto adotará as seguintes medidas de acessibilidade para todos produtos culturais, garantindo que todas as atividades estejam plenamente acessíveis:1. Acessibilidade Física:Acesso ao local dos eventos e oficinas: pretende-se proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23 da Lei no 10.741, de 1o de outubro de 2003, e pessoas com deficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999 e artigo 25 da Instrução Normativa n° 1/2023. Durante as oficinas, que contarão com etapa de pré-inscrição, tomaremos as medidas necessárias para que todos os inscritos tenham acesso às atividades, mapeando as necessidades especiais apresentadas. O evento, que será aberto ao público, será adaptado para garantir a acessibilidade de pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida. Podendo incluir rampas de acesso ou um facilitador que ajude na locomoção dessas pessoas, além de áreas de circulação acessíveis para cadeirantes e pessoas com outras limitações de mobilidade.Item na planilha orçamentária: custo vinculados de comunicação e acessibilidade2. Acessibilidade comunicacional:Durante a pré produção do projeto, serão mapeadas as necessidades de acessibilidade comunicacional para as oficinas com organizações sociais e público beneficiário das mesmas. Serão tomadas as medidas necessárias para garantir que todos os inscritos tenham acesso à programação. Intérpretes de Libras e audiodescrição serão disponibilizados conforme a demanda identificada.Durante o evento, aberto ao público, será garantido o acesso a pessoas com deficiência auditiva por meio de intérpretes de Libras. Para pessoas com deficiência visual, haverá descrição oral detalhada das atividades e materiais.Item na planilha orçamentária: custos vinculados com comunicação e acessibilidade3. Capacitação para Acessibilidade:Treinamento da Equipe: será realizada uma oficina de capacitação de acessibilidade com todos os educadores, monitores e voluntários envolvidos no projeto, abordando temas como inclusão de pessoas com deficiência e comunicação inclusiva. Essa medida assegurará que todos estejam preparados para lidar com as necessidades dos participantes de forma adequada e acolhedora.Item na planilha orçamentária: custos vinculados com comunicação e acessibilidadeCom essas ações, o projeto reafirma seu compromisso com a inclusão cultural, garantindo que pessoas com diferentes tipos de deficiência possam participar ativamente de todas as etapas do projeto – dos festivais centrais e periféricos, mas também das oficinas ministradas ao longo da jornada. Isso contribui diretamente para o objetivo de democratizar o acesso à cultura, promovendo a plena participação de todos os cidadãos, conforme previsto nas diretrizes da Lei.

Democratização do acesso

A fim de promover a democratização do acesso, todas as ações do projeto serão inteiramente gratuitas (oficinas, palestras, apresentações dos festivais periféricos e centrais) - abertas ao público em locais públicos ou periféricos. De toda forma, o projeto adotará as seguintes medidas descritas no art. 28 da Instrução Normativa n° 1/2023:IV - Disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; - Disponibilizar transporte e alimentação gratuita para os beneficiários durante a realização das atividades do projeto, quando a atividade ocorrer fora do espaço da organização social já frequentada pelo público.- Atividades educativas com escolas públicas, ONGs ou coletivos locais;- Ações que estimulem a participação do público (voluntariado, grupos de base, etc.).- Realização de atividades em regiões periféricas, rurais ou com baixo IDH cultural;- Circulação itinerante em várias cidades ou estados.

Ficha técnica

Proponente: ASSOCIAÇÃO ATADOS - CNPJ: 18.110.558/0001-95Resumo de Currículo: O Atados é uma plataforma social que nasceu em 2012 com o intuito de conectar empresas e pessoas que buscam por trabalho voluntário com organizações sociais. A partir da nossa tecnologia, viabilizamos oportunidades de engajamento social através do voluntariado. Nós criamos um espaço para organizações, movimentos e coletivos sociais anunciarem suas vagas de voluntariado para uma rede de milhares de pessoas interessadas em fortalecer suas ações. Hoje somos a maior plataforma de engajamento social do Brasil. Temos a missão de mobilizar pessoas para causas sociais, através da promoção e fomento de ações de impacto social e de viés artístico-cultural. Possuímos uma rede de mais de 200 mil voluntários, 100 empresas e 3.000 organizações sociais. Essa rede nos permite um amplo engajamento em projetos culturais e de voluntariado. Nossa sede fica em São Paulo, porém operamos em escala nacional, realizando ações sociais e de engajamento em todas as regiões do Brasil Nome: Janaina RosaFunção no projeto: Coordenador GeralResumo de currículo: Formada em Relações Públicas pela ECA-USP, com especialização em Direitos Humanos, Responsabilidade Social e Cidadania Global.Atua como Gerente de Redes e Comunidades no Atados, sendo responsável pelo relacionamento estratégico com ONGs e voluntários(as), além da coordenação de eventos e projetos de fortalecimento das organizações sociais da rede.Ao longo de seus 5 anos de atuação no Atados, liderou diversos projetos de voluntariado corporativo, além do projeto Dia das Boas Ações em 2024 — movimento global de voluntariado realizado pelo Atados desde 2016 — e campanhas de comunicação e mobilização nacionais em celebração ao Dia Nacional do Voluntariado, ampliando o engajamento e o impacto coletivo em todo o Brasil. Tem como propósito fortalecer o ecossistema de impacto social, conectando pessoas, causas e organizações para transformar realidades por meio do trabalho em rede.Nome: Beatriz Basile de CarvalhoFunção no projeto: Coordenadora do projetoResumo de currículo: Gerente de projetos de impacto social, com bacharelado em Direito, especialização em Direitos Humanos e certificação internacional em Gestão de Projetos de Impacto Social. Atua há mais de 6 anos no terceiro setor, unindo experiência jurídica, liderança de equipes e gestão estratégica de iniciativas sociais complexas. Também é consultora em responsabilidade social corporativa, voluntariado, investimento social privado e projetos incentivados, e liderou mais de 100 programas e projetos em parceria com empresas nacionais e multinacionais. Entre os projetos de destaque estão o Dia das Boas Ações (2020 e 2021 – projeto financiado via lei rouanet), Prato Cheio para uma Boa Ação – campanha nacional de Combate à Fome (2021) e Comunicadores (2023 – projeto incentivado via PROMAC).Nome: Zé Danilo Guerra | CPF: 418578808-89Função no projeto: Curadoria artísticaEmpreendedor Social Artista Multicultural, CEO Projeto Peralta Membro, Global Shapers Comunity Hub-SP Fellow Gerando Falcões Produtor Sarau de Paraisópolis 2010- Pesquisador da memória de Paraisópolis. ONG Entre Atos. Desde 2011- Produtor do Sarau de Paraisópolis. 2012-2011– Fotógrafo – Studio Tripé SP de Fotografia. 2012- Coordenador do Projeto “Incorpore a LONA”- Apoio: VAI (Programa de Valorização de Iniciativas Culturais) da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo. 2014-2017 Orientador Socioeducativo– CCA Pedreira Mar Paulista ONG Espaço Aberto. Atividades socioeducativas para crianças e adolescentes.2018– Coordenador do Projeto Brincantes do Sertão – Minas Gerais – Nos povoados de Barro Vermelho/Morrinhos e Serra das Araras no Distrito de Arinos. 2017 - 2022 Técnico Especializado– Educador Social em CCINTER Santa Terezinha – Osc Mamãe Associação de Assistência a Criança Santamarense Cursos ministrados: Desenvolvimento de Habilidades Socioemocionais para crianças e adolescentes. Formação de Educadores Sociais para adultos. 2022- Curador e Produtor na Mobilização de artistas e projetos sociais no FIIS - Festival de Impacto e Inovação Social. Desde 2022- Xilógrafo em "Xilo.Guerra" - Oficinas, palestras sobre xilogravura.Desde 2022 - Analista de Redes e Comunidades no Fortalecimento de redes de voluntariado e organizações sociais. Acompanhamento, mensuração e gestão de projetos de impacto.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.