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O projeto visa à realização de oficinas culturais de Dança Afro, Capoeira, Percussão, Voz e Artes Plásticas em Centros para Crianças e Adolescentes, culminando em mostra artística aberta ao público.
1. Oficina de Capoeira Oficina de capoeira para crianças e adolescentes de 6 a 14 anos, unindo movimento, música e história afro-brasileira. Integrando identidade, ancestralidade e compromisso antirracista, a atividade promove consciência corporal, disciplina, trabalho coletivo e reflexão crítica sobre cultura e sociedade, fortalecendo vínculos e protagonismo juvenil. 2. Oficina de Dança Afro Oficina de dança afro, com foco em ritmos, movimentos e ancestralidade afro-brasileira. Trabalha identidade cultural, ancestralidade e compromisso antirracista, estimulando criatividade, autoestima, expressão corporal e diálogo sobre diversidade cultural. 3. Oficina de Percussão Popular Brasileira e Voz Oficina de percussão e voz, incluindo confecção de instrumentos com materiais recicláveis. A atividade valoriza identidade, ancestralidade e compromisso antirracista, desenvolvendo expressão musical, trabalho coletivo, consciência ambiental e reflexão sobre práticas culturais e sociais. 4. Oficina de Artes Visuais Oficina de artes plásticas para pintura, desenho, colagem e modelagem. Através de Leitura de Mundo e Educação Social, os participantes exploram criatividade, narrativa visual, consciência ambiental e reflexão sobre experiências e histórias do território. 5. Culminância / Apresentação Final Evento público com performances de dança, capoeira, música e exposição das produções artísticas. A culminância valoriza o contexto da comunidade local, fortalecendo laços territoriais, promovendo visibilidade cultural e celebrando a participação das crianças, adolescentes e famílias no projeto.
Objetivo Geral:O objetivo desse projeto é promover arte educação para crianças e adolescentes de 6 à 14 anos inseridas em 3 CCAs localizados na zona sul de São Paulo.Objetivo Específico: Produto: Curso/Oficina/EstágioRealizar, ao longo de 06 meses, um programa contínuo de oficinas culturais semanais em três Centros para Crianças e Adolescentes, totalizando 12 turmas de até 30 participantes (idades entre 6 e 14 anos), nas linguagens de Capoeira, Dança Afro, Artes Visuais e Música (Percussão e Voz).Organizar 3 eventos públicos de culminância, realizados em finais de semana, com apresentações de Capoeira, Dança Afro e Música, além de exposição das produções de Artes Visuais e atividades de convivência com famílias e comunidade.
O projeto Expressa Território: Oficinas de Educação Artístico-Cultural propõe a realização de oficinas culturais de Capoeira, Dança Afro, Música (Percussão e Voz) e Artes Visuais em três Centros para Crianças e Adolescentes localizados na zona sul de São Paulo, região caracterizada por vulnerabilidade social e escassez de equipamentos culturais. A iniciativa reconhece a cultura como direito e instrumento de desenvolvimento humano, atuando na formação cultural de crianças e adolescentes e na valorização das expressões artísticas de matriz afro-brasileira e popular.A proposta busca ampliar o acesso à produção e fruição cultural, diversificando as oportunidades de participação artística e educativa no território. A metodologia, fundamentada na Pedagogia Social, valoriza a experiência, a convivência e a expressão simbólica como caminhos para o fortalecimento da cidadania e da identidade cultural. O uso de recursos públicos é justificado pela relevância social e educativa do projeto e pela necessidade de garantir condições adequadas para a realização das oficinas e mostra pública gratuita, assegurando o acesso universal a formação cultural.O projeto contribui para o fortalecimento da diversidade cultural brasileira, a formação de público e o estímulo à economia criativa, em consonância com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 4, 10 e 11 _ Educação de Qualidade, Redução das Desigualdades e Cidades e Comunidades Sustentáveis. Dessa forma, atendendo os seguintes itens da Lei 8.313/91 no Artigo 1°, Inciso V - Apoio a projetos culturais que visem à formação artística e cultural e Art. 3º, Inciso III, alínea a _ "Incentivar e apoiar as atividades culturais e artísticas de caráter educativo e de formação de público." E alínea c _ "instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos".
PRODUTO 1 – OFICINAS CULTURAISProduto: Oficinas de Capoeira, Dança Afro, Percussão Popular Brasileira e Voz, Artes VisuaisPúblico-alvo: Crianças e adolescentes de 6 a 14 anos atendidos nos três CCAs parceirosObjetivo Geral: Promover acesso à cultura, fortalecer vínculos comunitários e familiares, estimular protagonismo juvenil, ampliar repertório artístico-cultural e consciência socioambientalObjetivos Específicos:- Desenvolver habilidades artísticas e expressivas em cada linguagem cultural;- Trabalhar identidade, ancestralidade e compromisso antirracista (Capoeira, Dança Afro e Percussão);- Estimular criatividade, reflexão social e consciência ambiental (Artes Visuais e Percurssão);- Iniciar todos os encontros com Leitura de Mundo;- Integrar Educação Social em todos os encontros, articulando os temas transversais.Justificativa:As oficinas respondem à necessidade de ampliar o acesso à cultura, educação ambiental e formação artístico-cultural na periferia, valorizando diversidade, identidade cultural e experiências integradas de cidadania. As atividades promovem reflexão sobre território, comunidade e convivência social, fortalecendo vínculos familiares e comunitários.Carga Horária e Frequência:- Cada CCA terá 2 oficinas por semana, nos dois períodos, totalizando 4 turmas por CCA- Cada oficina terá 2h de duraçãoFrequência: 4 oficinas semanais por CCA, ao longo de 11 mesesMetodologia:- Oficinas conduzidas por educadores sociais especializados;- Dinâmicas artísticas e expressivas, com foco em identidade, ancestralidade, cultura e educação ambiental;- Mediação de grupo, protagonismo juvenil e reflexão crítica sobre o território e a comunidade.Material Didático e Recursos:- Capoeira: berimbaus, pandeiros, atabaques;- Percussão e Voz: instrumentos de percussão, caixa de som e microfone, materiais recicláveis para confecção de instrumentos;- Artes Visuais: tintas, pincéis, papéis diversos, cartolinas, argilas, tesouras, colas, lápis de cor, canetinhas, glitter;- Câmera para registro audiovisual.Profissionais Envolvidos:- Coordenador do Projeto;- Coordenadores locais dos CCAs;- Oficineiros / Educadores Sociais (cada um com especialização na área da oficina). ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DO PRODUTO 2 – CULMINÂNCIA / APRESENTAÇÃO FINAL E EXPOSIÇÃOProduto: 3 Eventos públicos de apresentação das produções artísticas e culturais dos participantes, incluindo performances e exposição das obras de artes visuaisPúblico-alvo: Crianças e adolescentes de 6 a 14 anos, famílias, comunidade local e público geralObjetivo Geral: Valorizar a produção cultural dos participantes, fortalecer vínculos familiares e comunitários, promover visibilidade das expressões culturais e protagonismoObjetivos Específicos:- Expor resultados das oficinas e das saídas culturais;- Promover interação e participação comunitária;- Celebrar identidade cultural, ancestralidade e potências juvenis do território.Justificativa:O evento de apresentação final cria um espaço de encontro entre participantes, famílias e comunidade, reconhecendo e valorizando o território, promovendo visibilidade artística, cultura local e integração social.Carga Horária e Frequência:- 1 evento por CCA, totalizando 3 eventos;- Cada evento com duração média de 3h.Metodologia:- Apresentações artísticas de dança, capoeira e música;- Exposição das produções de artes visuais;- Ações de mediação com participação das famílias e comunidade.Material Didático e Recursos:- Instrumentos musicais e materiais de artes utilizados nas oficinas;- Microfone e caixa de som;- Câmera para registro audiovisual;- Espaço adequado para apresentação e exposição.Profissionais Envolvidos:- Coordenador do Projeto;- Coordenadores locais dos CCAs;- Oficineiros / Educadores Sociais (coordenação das apresentações e exposições).
PRODUTO – Oficinas Culturais: Artes Cênicas Medidas de acessibilidade no aspecto arquitetônico: Os três CCAs onde ocorrerão as oficinas possuem rampas de acesso, banheiros adaptados e estrutura acessível a pessoas com mobilidade reduzida. Será colocado piso tátil para orientação de pessoas cegas ou com baixa visão e sinalização de rotas acessíveis em todas as áreas de circulação.Medidas de acessibilidade no aspecto visual: Materiais pedagógicos em fonte ampliada, contrastes visuais adequados nas sinalizações, audiodescrição breve dos ambientes e apoio individualizado conforme necessidade.Medidas de acessibilidade no aspecto auditivo: Disponibilização de intérprete de Libras sob demanda para reuniões, apresentações e devolutivas públicas; vídeos utilizados nas oficinas terão legendas e linguagem simples.Medidas de acessibilidade no aspecto intelectual: Equipe capacitada para comunicação inclusiva e adaptação das atividades e instrumentos de acordo com as especificidades de cada participante; uso de linguagem clara e instruções visuais.
Todas as atividades serão gratuitas e voltadas para alunos de escolas públicas, realizadas no contraturno escolar. Dessa forma, o projeto atende às exigências do Art. 47, Item I, conforme transcrito abaixo:Art. 47. Em complemento às medidas de democratização de acesso, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes ações para ampliar o acesso:I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46, inciso III, totalizando 20% (vinte por cento).
Proponente: GFWC CrêSerResponsabilidade: Gestão técnico-financeira e coordenação geral do projeto, incluindo processos de decisão, execução orçamentária, acompanhamento pedagógico e articulação com os parceiros institucionais.Presidente da OSC:Maria Tereza da Rocha Mendes é brasileira, empresária e psicóloga, com sólida trajetória de mais de 30 anos de atuação no terceiro setor. Fundadora e presidente da GFWC CrêSer, dedica-se à promoção de ações voltadas ao fortalecimento dos vínculos familiares e comunitários, à inclusão social e à valorização da cidadania.Sua experiência acumulada, junto à equipe dirigente da organização, trabalhando com pessoas em situação de vulnerabilidade social e econômica, contribuiu para a elaboração e execução de projetos inovadores e ações de impacto social, voltados à transformação de realidades e à promoção da ética, da solidariedade e da justiça social.Maria Tereza tem Experiência em gestão administrativa, planejamento estratégico e desenvolvimento organizacional, com foco em responsabilidade social e sustentabilidade. Com mais de três décadas de trabalho voluntário, consolidou ampla experiência em mobilização comunitária, formação de lideranças sociais, planejamento de programas e projetos socioeducativos e articulação intersetorial com foco na defesa de direitos e na promoção da dignidade humana.Responsabilidade: Criação, estruturação e consolidação da organização; Coordenação e acompanhamento de projetos sociais voltados à proteção e ao desenvolvimento de crianças, adolescentes, famílias e comunidades; Gestão de equipes multidisciplinares e articulação com órgãos públicos, empresas e parceiros institucionais; Representação institucional em espaços de controle social, conselhos e fóruns de políticas públicas; Desenvolvimento de estratégias de comunicação, captação de recursos e expansão institucional.Coordenação Geral do Projeto:Sylvia Sabrina Cataldo Santander pedagoga social, formada em 2016 pela Faculdade de Educação da USP, e atriz formada em 2005 pelo INDAC – Instituto de Arte e Ciência (DRT 23907/SP). Iniciou sua trajetória na área social em 2008 como educadora no CRECA Ipiranga (OSC UNAS) e participou dos Censos da População em Situação de Rua realizados pela FIPE em 2009 e 2015.Realizou o 1º Curso de Introdução à Pedagogia Social da USP (2009) e o Curso de Formação para Mediadores de Conflitos por meio de Processos Circulares, no CEU Heliópolis (2012). Em 2014 desenvolveu a pesquisa “Ciência da Delinquência: as instituições socioeducativas para pessoas em regime de privação da liberdade como espaços de trabalho pedagógico”, sob orientação do Prof. Roberto da Silva.Em 2023 concluiu o Curso Internacional de Especialização em Pedagogia Social (USP) e atuou como mediadora nas Conferências Regionais da Assistência Social da cidade de São Paulo, função que voltou a desempenhar em 2025. De 2017 a 2023 trabalhou como técnica social no Serviço de Medidas Socioeducativas em Meio Aberto de Cidade Ademar pela GFWC CrêSer, sendo promovida, em outubro de 2023, à gerência da mesma Organização no território de Pedreira.Função: Responsável pelo planejamento, acompanhamento, monitoramento e avaliação geral do projeto. Coordena as reuniões mensais com os oficineiros, articula parcerias com os CCAs e equipamentos públicos, supervisiona a execução pedagógica e financeira e elabora relatórios técnicos.Coordenação Local:Flávia da Costa Ventura técnica em Processos Fotográficos, Produtora Audiovisual e Assistente Social. Acredita que a arte é uma potente ferramenta de transformação social. Nascida e residente na zona sul de São Paulo, no bairro Jardim Miriam, iniciou sua vivência com a Assistência Social ainda na infância, como usuária dos serviços da rede. Na adolescência, tornou-se voluntária em uma associação de bairro, promovendo eventos para captação de recursos e contribuindo com ações voltadas à melhoria da comunidade. Com 17 anos de experiência no Terceiro Setor, já atuou como Agente de Proteção Social, Orientadora Socioeducativa, Auxiliar Administrativa e, atualmente, exerce a função de Analista de Comunicação no setor de Captação e Expansão de uma Organização Social. Ao longo de sua trajetória, também trabalhou como fotógrafa e videomaker em diferentes projetos e eventos, além de ter contribuído em programas voltados ao atendimento de famílias em situação de vulnerabilidade e adolescentes em cumprimento de medidas socioeducativas. Flávia tem como propósito contribuir para o fortalecimento das relações entre pessoas e estruturas sociais, promovendo bem-estar, equidade e transformação coletiva.Função: Responsável pelo planejamento, acompanhamento, monitoramento e avaliação geral do projeto. Coordena as reuniões mensais com os oficineiros, articula parcerias com os CCAs e equipamentos públicos, supervisiona a execução pedagógica e financeira e elabora relatórios técnicos.Educadores Sociais / OficineirosPerfil geral: Todos possuem especialização na área de atuação e experiência como educadores sociais, com histórico de trabalho em projetos de arte-educação voltados à infância e adolescência. São responsáveis pela condução pedagógica das oficinas, mediação de grupo e fortalecimento do protagonismo juvenil.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.