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"O Espírito Azul" é uma pesquisa antropológica de PCT's (Povos e Culturas Tradicionais), com foco na era pré-colombiana, por volta de 1300 d.C., antes do primeiro contato dos povos indígenas com os europeus. A pesquisa será feita por Karaí Jekupé e Fernando Pisani, diretores premiados internacionalmente pelo documentário Mundos Cruzados (Crossing Worlds), vencedor do concurso Plural+, promovido pela UNAOC (United Nations Alliance of Civilizations), pela IOM (International Organization for Migration) e pelo HIFF (Hamptons International Film Festival). Neste novo trabalho, "O Espírito Azul - pesquisa", Jekupé e Pisani constroem uma narrativa densa sobre a base dos PCTs. A pesquisa tem como base a ancestralidade comparando Povos originários do Brasil, Japão e Irlanda do Norte. O resultado será amplamente divulgado como material de estudo em site com divulgação aberta para universidades e estudiosos afins.
A pesquisa do “O Espírito Azul” é a preparação para um curta-metragem dramático e contemplativo, ambientado na era pré-colombiana, por volta de 1300 d.C., antes do primeiro contato dos povos indígenas com os europeus. O filme foi dirigido por Karaí Jekupé e Fernando Pisani, cineastas premiados internacionalmente pelo documentário Mundos Cruzados (Crossing Worlds), vencedor do concurso Plural+, promovido pela UNAOC (United Nations Alliance of Civilizations), pela IOM (International Organization for Migration) e pelo HIFF (Hamptons International Film Festival). Neste novo trabalho, “O Espírito Azul”, Jekupé e Pisani constroem uma narrativa densa e existencialista, onde o real e o invisível se sobrepõem, e onde um homem se torna a chave de um mistério muito maior do que ele próprio. A história acompanha Karaí, um jovem guerreiro Guarani Mbya que foge para a floresta após a morte de seu pai e da maior parte do seu povo em uma emboscada sangrenta. Ele acredita que escapou por sorte, mas os espíritos da mata sabem que não há acaso na ordem do mundo. Algo dentro de Karaí não deveria estar ali. Algo que não pertence inteiramente à Terra. Esse presságio se manifesta através do Jepotá, um espírito ancestral da floresta. Para os guerreiros comuns, o Jepotá se apresenta como uma mulher solitária, de pele úmida e olhar hipnótico, que confunde e desvia os homens de seu caminho. Mas Karaí vê além da ilusão. Ele enxerga o que é real: o Jepotá é um bicho-preguiça de olhos insondáveis, um espírito da Terra que percorre o mundo há eras e que agora se inquieta diante de sua presença. O espírito pressente a verdade antes mesmo que Karaí possa compreendê-la. Ele não é como os outros. O que habita sua alma não é apenas humano, mas algo maior, algo que desafia os próprios limites da existência. Sem compreender sua diferença e sem ter para onde voltar, Karaí vaga pela mata até ser encontrado por Apadiê, uma mulher Ye’pâ-masa que vê nele algo que vai além de um guerreiro perdido. Apadiê não teme o que ele carrega — ela o reconhece. Seu olhar atravessa as camadas de violência, dor e fuga, e ela decide guiá-lo em um caminho que ele jamais percorreu: o de aprender a viver em equilíbrio, não em guerra. Apadiê é mais do que uma curadora do corpo — ela é o contraponto àquilo que o espírito de Karaí tenta lhe revelar. Se o Jepotá é o prenúncio da descoberta, Apadiê é o solo firme onde a verdade poderá florescer. Mas Karaí ainda não sabe se quer florescer ou permanecer na sombra do que sempre foi. O que é o Espírito Azul? O que se esconde na essência de Karaí? Ele próprio não sabe. Mas conforme a história avança, os sinais se acumulam e a revelação se torna inevitável. Inspirado no cinema dos mestres Akira Kurosawa, Werner Herzog, Luchino Visconti, Pier Paolo Pasolini e Andrei Tarkovsky, “O Espírito Azul” é mais do que um relato histórico ou uma narrativa sobre a cultura indígena — é um épico de existência e mistério, onde o tempo, a ancestralidade e o destino se entrelaçam. Rodado em locações naturais, com atores indígenas, diálogos em Guarani e Ye’pâ-masa, e uma estética que respeita o tempo dos espíritos e da floresta, “O Espírito Azul” será um rito cinematográfico, onde o público não apenas assiste a uma história, mas testemunha a revelação de um segredo enterrado no próprio tecido do mundo.
1) Objetivo Geral: O projeto "O Espírito Azul" é uma pesquisa histórica que se propõe a ir além da reconstituição histórica e do registro cultural. Ele mergulha no território do existencialismo, do mistério e do sagrado, explorando não apenas a relação entre os homens e os espíritos da floresta, mas também a possibilidade de que algo não inteiramente pertencente a este mundo esteja tentando sobreviver entre nós. A proposta da pesquisa é se estruturar como uma experiência sensorial, permitindo que os mistérios sejam revelados não por meio de explicações expositivas, mas por imagens, silêncios e encontros entre os povos pesquisados. Isso será realizado através dos seus objetivos específicos, que possui como produto principal o mapeamento e catalogação de dados para a pesquisa, através de texto e fotografias comparativas durante o levantamento.Público-alvo:A pesquisa estará disponível em site próprio para interessados afins, universidades tanto no Brasil, quanto Japãp e Grã Bretanha.
O levantamento e mapeamento para a pesquisa visa não apenas resgata a ancestralidade indígena pré-colonial, mas questiona o que significa existir em um mundo onde nem tudo pertence à Terra. A obra questiona as igualdades e desigualdades desses 3 povos, desde cultura, sociedade, religiosidade, arquiterura, alimentos, etc.... A história dos povos indígenas antes do contato com os europeus é frequentemente ignorada ou simplificada por um olhar externo. Poucas narrativas ousam retratar sua espiritualidade sem a filtragem do pensamento ocidental. "O Espírito Azul - pesquisa" não apenas corrige essa lacuna, mas vai além: ele constrói um link entre a essência dos 3 povos originários. A proposta de "O Espírito Azul- pesquisa" está em desafiar o olhar do comum e a existência dos 3 povos originários comparados. diretrizes alinhadas à Lei Rouanet ao: Resgatar e valorizar a cultura indígena brasileira sem filtragens ocidentais, explorando sua visão espiritual em sua complexidade autêntica e a comparatividade entre outros povos originários.Mapear, comparar, linkar modelos de existência. Promover uma pesquisa com consultoria direta das comunidades envolvidas. Expandir o potencial da pesquisa brasileira. Criar uma análise de impacto filosófico e cultural no leitor, despertando reflexões profundas sobre identidade e destino.
Pesquisa contempla o seguinte: IMPACTO CULTURAL “O Espírito Azul - pesquisa” tem um impacto cultural profundo ao trazer o mapeamento e a comparação histórica entre os PCTs. Cada país de origem dos PCTs tem uma data diferente e comparativa. Representatividade Indígena O projeto fortalece a presença indígena e PCTs na história e construção da obra. Além de dar espaço para vozes indígenas, o levantamento analisa sociologicamente a vida de como era em 500, 1000 e 3000 anos. Educação e Preservação CulturalA pesquisa poderá ser utilizado como material didático em escolas, universidades e centros culturais, enriquecendo debates sobre a diversidade dos povos indígenas, suas formas de organização social e sua cosmovisão antes do contato com os europeus. Resgate e Salvaguarda da Tradição Oral A pesquisa histórica mostrará mitos, crenças e valores espirituais indígenas e dos PCTs, ajudando a preservar e difundir tradições que correm risco de desaparecimento. Difusão em Múltiplos Espaços A pesquisa será exibido em site de faculdades, universidades e afins interessados na história (mapeamento e análise social) Contribuição para a Construção de uma Nova Narrativa de história comparativa. Ao priorizar uma estética indígena própria, com uma narrativa que respeita os tempos, a simbologia dos povos Guarani Mbya e Ye’pâ-masa comparados com outros PCTs, “O Espírito Azul - pesquisa” contribui para a formação de um novo olhar sobre o indígena no Brasil.
1) Pesquisa histórica com gravação audiovisual - Making Off para ser exibido no site Tipo: média-metragem dramático Ambientação: Era pré-colombiana e pré-incaica (aproximadamente 1300 d.C.) Responsáveis: Karaí Jekupé, Fernando Pisani, Pedro Santos e Roberto Causo Duração prevista: 30 a 40minutos Gênero: Drama HistóricoCodinome: O Espírito AzulCâmeras de gravação Sony FX9 com lentes diversasFilmagem em 3 países: Brasil, Japão e Irlanda no Norte.Duração da gravação 22 mesesEquipe brasileira de 6 pessoas acompanhando a filmagem com equipe local.Público-alvo: O filme será distribuído para festivais de cinema, mostras culturais, escolas, cineclubes e plataformas de streaming, com potencial para alcançar críticos de alto nível, cinéfilos e um público culto interessado na interseção entre cinema, filosofia e ancestralidade indígena. 2) site pesquisa aberta.
Site disponível com pesquisa acessivel com programas para leitura Site aberto e gratuíto para pesquisa de textos e com comprovação fotográfica e audiodescrição.
Pesquisa pública e gratuíta entregue com maestria.Texto disponível, além do site, proposto e entregue a revistas técnicas e científicas de universidades e faculdades no Brasil, Japão, Grã-Bretanha e ao mundo e 3 idiomas.
A pesquisa é pautada através do colhiento de material a seguir:1. DIREÇÃO E ROTEIRO Diretor e Roteirista: Karaí Jekupé Fotógrafo e cineasta premiado internacionalmente. Diretor dos documentários Ninguém Respeita a Areia e Mundos Cruzados, este último vencedor do prêmio da **UNAOC (United Nations Alliance of Civilizations) da ONU. Trabalha com representatividade indígena no audiovisual, trazendo sensibilidade e autenticidade para a narrativa. 2. PRODUÇÃO E COORDENAÇÃO Produtor Executivo: Paulo Brianez Especialista na gestão de projetos audiovisuais e culturais. Responsável pela coordenação logística da equipe e captação de recursos. Consultor de Roteiro e Editor Chefe: Roberto Causo Escritor e editor profissional com experiência em narrativas cinematográficas e literatura fantástica. Trabalhará na lapidação do roteiro e estrutura narrativa do filme. Especialista e Diretora Cultural: Minduá Guarani Mbya, conhecedora dos rituais, histórias e espiritualidade indígena. Supervisionará a autenticidade dos elementos culturais do filme, garantindo respeito às tradições indígenas. Acompanhamento das performances dos atores indígenas, certificando-se da fidelidade cultural. Indigenista e Consultor Cultural: Marcos Aguiar Atua há mais de 27 anos na defesa dos direitos dos povos indígenas. Articulador da Rede Nacional de Indígenas Urbanos (RENIU). Responsável pela pesquisa histórica e consultoria sobre a interação entre povos indígenas e o cinema. Diretor de Arte e Visualista: Fernando Pisani Responsável pela concepção estética e visual do filme. Supervisionará a direção de arte, figurino e cenografia, garantindo a coesão visual da obra. 3. FOTOGRAFIA E DIREÇÃO DE ARTE Diretor de Fotografia: Karaí Jekupé Além de diretor e roteirista, assumirá a direção de fotografia, trazendo sua visão única para a composição das cenas e o impacto visual da obra. Diretor de Som e Design Sonoro: (Faltam Dados) Cenografia e Props: (Faltam Dados) Equipe dedicada à recriação histórica e autenticidade visual dos ambientes. 4. PÓS-PRODUÇÃO Montagem e Edição de fotos: Samuel Kida Editor de vídeo com experiência em projetos audiovisuais. Responsável pela montagem e edição do site Trilha Sonora Original: (Faltam Dados) para uso no site Compositor responsável pela fusão de sonoridades indígenas e orquestrais.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.