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PRONAC 2511792Autorizada a captação total dos recursosMecenato

OPERILDA CAI NO CHORO - Rio

OASIS EMPREENDIMENTOS ARTISTICOS LTDA
Solicitado
R$ 518,6 mil
Aprovado
R$ 518,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro Musical (c/ dramaturgia, danças e canções)
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-01-08
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

"Operilda Cai no Choro" é uma peça musical infantil em que Operilda, uma jovem feiticeira de 250 anos, deixa o celular de lado para contar para as crianças a história do choro, gênero musical que surgiu no Rio de Janeiro nos séculos 19 e 20. Operilda percorre a capital do Brasil-colônia, vai aos saraus e quintais, fala sobre Joaquim Calado, Chiquinha, Pixinguinha e sobre tantos frutos culturais nascidos da mistura das culturas africanas e europeias. No palco, além da atriz e autora, Andréa Bassitt, 4 músicos participam das cenas e tocam ao vivo, divididos nas cordas, sopro e percussão. Operilda Cai No Choro estreou no Centro Cultural do Banco do Brasil-São Paulo em junho de 2024. Em outubro fez 5 sessões no CCBB-Brasília. Essa proposta visa circular com a peça pelo Rio de Janeiro, berço do choro. Texto de Andréa Bassitt; Direção Geral de Regina Galdino; Direção Musical de Chico Macedo.

Sinopse

SINOPSE DO ESPETÁCULO “Operilda Cai no Choro”, espetáculo musical, inédito, tem linguagem múltipla e une teatro, música, dança e informação. Operilda, uma jovem feiticeira de 250 anos, quer conhecer o Rio de Janeiro antigo para assistir ao nascimento do Choro e usa sua imaginação para levá-la até o berço do Choro. A encenação e o texto tem referências a artistas, costumes locais, danças e estilos musicais dos séculos 19 e 20, como lundu, polca, quadrilha, xote, mazurca, tango, valsa, habanera e os batuques dos povos que habitavam nosso país e que criaram um caldo cultural rico e singular. Em cena a atriz e autora Andréa Bassitt interpreta Operilda e é acompanhada, ao vivo, por 4 músicos, 3 nas cordas e percussão e Chico Macedo, diretor musical, nos sopros. A direção geral é de Regina Galdino. Serão 20 apresentações gratuitas no Teatro do CCBB SP, a duração do espetáculo é de 50 minutos e a classificação é livre, com recomendação para crianças a partir de 5 anos.

Objetivos

OBJETIVO GERAL O objetivo geral é levar o espetáculo à cidade onde o choro nasceu, Rio de Janeiro, rico celeiro cultural do Brasil. O Chorinho é um marco da nossa música instrumental. Sua originalidade expressa um tipo de arte miscigenada, acessível e agregadora, que nasceu nos saraus e quintais, que derrubou barreiras sociais e culturais. O chorinho é reconhecido universalmente como uma das mais ricas expressões da nossa cultura, e valoriza a identidade, a autoestima, a capacidade de integração e de transformação de uma sociedade tão diversa. A linguagem lúdica e musical atrai a atenção das crianças que se interessam pela história, pelos elementos cênicos, pelos instrumentos e podem apreciar composições de Joaquim Callado, Ernesto Nazareth, Chiquinha Gonzaga, Jacó do Bandolim, Pixinguinha e outros gênios da cultura brasileira. Levar esse registro para o público infantil de diferentes regiões é uma forma de espalhar esse conhecimento e colaborar para a preservação de nossa história musical. O espetáculo dialoga e estimula o público de todas as idades a conhecer, valorizar e amar nossa cultura. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Democratização e ampliar o acesso do público de diferentes regiões: disponibilizar ingressos a preços populares, a fim de facilitar o comparecimento amplo e diverso do público, sobretudo de baixa e média renda, em atividades culturais e de lazer. Sessões acessíveis: em cada cidade haverá sessões com interpretação de libras para surdos. Os teatros e demais unidades deverão possuir infraestrutura de acessibilidade física adequada para Pessoas com Deficiência. Realização de oficina musical para crianças: em cada cidade haverá uma aula prática de chorinho para crianças, que experimentarão noções básicas de ritmo e musicalidade em uma oficina ministrada por músicos do espetáculo. Realizar turnê nas cidades: - Rio de Janeiro (4 semanas, 12 apresentações, 2 sessões com intérpretes de libras, 1 oficina de música para crianças); Depois das temporadas de excelente repercussão em São Paulo e Brasília, queremos manter a produção e ampliar o alcance desse espetáculo a fim de divulgar o chorinho para além de seus redutos mais conhecidos, como rodas e dos Clubes de Choro. De toda forma será fundamental buscar parcerias com movimentos culturais de resistência e manutenção do chorinho: no Rio de Janeiro, como "O Trem do Choro" e a "Casa do Choro".

Justificativa

A produção de "Operilda Cai no Choro" se inscreve na Lei de Incentivo à Cultura por necessitar de recursos para despesas gerais de produção, como transporte, hospedagem, alimentação, locação de equipamentos, cachês e todas as necessidades que envolvem a circulação de um espetáculo como esse,para levá-lo até o local onde esse gênero surgiu e, assim, preservar e divulgar a memória da cultura carioca e brasileira. Operilda Cai no Choro é um projeto cultural alicerçado numa pesquisa aprofundada, além de entretenimento e diversão, a peça oferece para a criança um conteúdo educativo, diferente de um espetáculo de interesse puramente comercial. O resgate de nossas raízes culturais, tirando da invisibilidade uma música de qualidade como o chorinho, considerando o escasso material de estudo disponível, só é possível com o patrocínio de editais públicos. O acesso a um conteúdo teatral infantojuvenil de tamanha brasilidade e resgate da nossa memória cultural está em sintonia com os propósitos de uma lei tem como função incentivar a Cultura brasileira. O chorinho é uma música instrumental, de grande qualidade, surgida no século 19 e pouco conhecida das crianças e adultos, que mesclou instrumentos e danças de salão europeias que vieram para o Brasil junto com a família real, com a música africana e seu batuque, conseguindo superar as barreiras e desigualdades da época. Inicialmente instrumental, o choro ganhou letra em fase posterior, o que facilitou o sucesso junto ao grande público. "Operilda Cai no Choro" também quer ultrapassar barreiras e oferecer o espetáculo a preços populares, facilitando ao público de diferentes classes sociai o acesso a esse patrimônio cultural brasileiro, e apresentar às novas gerações compositores como Joaquim Callado, Chiquinha Gonzaga, Ernesto Nazareth, Jacó do Bandolim, Pixinguinha etc. Queremos divulgar e resgatar do choro, mostrar a mistura das culturas europeia e africana. A circulação do espetáculo movimenta economia criativa, possibilitando a contratação serviços e profissionais especializados. A diretora Regina Galdino e a atriz/autora Andréa Bassitt têm uma longa parceria em projetos de pesquisa sobre o Brasil em musicais premiados, entre eles "Operilda na Orquestra Amazônica", que estreou no CCBB SP em 2013 (APCA de Melhor Musical Infantil) e foi visto por mais de 55 mil espectadores, sendo 17 mil crianças de escolas públicas. A personagem Operilda nasceu há 15 anos, quando Andréa participou da série "Aprendiz de Maestro", com João Maurício Galindo e Regina Galdino, na Sala São Paulo. A Direção Musical e Arranjos é de Chico Macedo, Saxofone Barítono da Jazz Sinfônica do Estado de SP, e é a garantia de um resultado de alto nível musical, como deve ser em um trabalho sobre o choro. Além de Chico, o grupo conta com mais três músicos tocando ao vivo. Dessa forma, a montagem, que estreou no CCBB-SP em junho de 2024, com ótima repercussão junto à crítica e ao público, foi o passo inicial para a carreira que se pretende percorrer com esse espetáculo, procurando dar continuidade à produção após a primeira temporada, a fim de levar a peça para alunos e crianças de todo o Brasil. Circular o espetáculo colabora para a geração de trabalho para todos envolvidos direta e indiretamente nas apresentações. Enquadramento aos Artigos 1º e 3º da Lei 8.313/91 O projeto "Operilda Cai no Choro" se enquadra no Artigo 1º na Lei 8.313/91 (Incisos I, II, III, IV, V, VI, VII, VIII e IX), pois conta com: ingressos a preços populares, facilitando o livre acesso ao espetáculo, assim como uma oficina gratuita de música para crianças; composição de elenco, músicos e recursos humanos locais, além dos conteúdos serem locais, com a contratação de serviços profissionais especializados que movimentarão a economia criativa; difusão de um gênero musical genuinamente brasileiro, protegendo uma arte plural e formadora da sociedade brasileira; estímulo à sobrevivência do chorinho através da linguagem teatral; preservação dos bens imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro e da obra de compositores como Joaquim Callado, Chiquinha Gonzaga, Ernesto Nazareth, Jacó do Bandolim, Pixinguinha e outros; a divulgação e resgate do choro e sua importância vinda da mistura da cultura europeia e africana para transformar-se num gênero musical brasileiro; a priorização de um produto originário brasileiro através da produção de um espetáculo musical brasileiro, infantil, formador e fomentador de conhecimento de nossa cultura e memória musical. Quanto ao Artigo 3º, o projeto fomenta a produção cultural e artística através da montagem e circulação de um espetáculo de artes cênicas e estimula o conhecimento dos bens e valores culturais com a distribuição gratuita e pública de 100% dos ingressos do musical (Art 3º, incisos II e IV). "Operilda Cai no Choro" resgata e festeja o chorinho, música agregadora que continua sendo um importante gênero musical brasileiro, nascido da mistura intercultural entre o erudito e o popular e que contribuiu com a formação da cultura brasileira. Por essas razões o projeto se enquadra no Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac).

Estratégia de execução

O projeto “Operilda Cai no Choro” - Rio de Janeiro quer, através da Lei de Incentivo à Cultura, repetir a parceria exitosa que tive com o musical infantil anterior, "Operilda na Orquestra Amazônica", que viajou e levou o tema da musica erudita brasileira para tantos lugares, na maioria da vezes gratuitamente ou a preço reduzidos, levando a cultura brasileira acessível a diferentes regiões do Brasil.A Proposta de realização de "Operilda Cai NoChoro - Rio", já havia sido enviada e aprovada nesse Ministério, PRONAC2414983, em 12/12/2024, mas, o prórpio sitema finalizou o período de captação, em 01/01/2025, como segue o histórico abaixo:*13/12/2024: O projeto foi aprovado e autorizado para captar recursos. Contas bancárias (bloqueada e de livre movimentação) foram abertas e o proponente foi instruído a regularizar a documentação junto ao banco.*01/01/2025: O prazo total para captação de recursos expirou.*03/03/2025: Devido ao excesso de prazo e à ausência de captação de recursos, o projeto foi formalmente encerrado e arquivado. Imaginamos que tenha acontecido alguma falha técnicaquando foi feita, no final de 2024, uma ação intensiva para colocar em dia as análises de prestação de contas de projetos culturais por esse Ministério. Na ocasião, perdemos a possíbilidade de ir adiante com o projeto, mas queremos retomá-lo em 2026.

Especificação técnica

“OPERILDA CAI NO CHORO”, musical infantil que necessita de diversos aspectos técnicos e artísticos para ser realizado, tais como: - TEXTO: DRAMATURGIA e PESQUISA HISTÓRICA A autora Andréa Bassitt tem muita experiência em escrever textos para crianças baseados em pesquisas históricas e musicais, pois somente no projeto “Aprendiz de Maestro”, na Sala São Paulo, escreveu 26 textos com os mais temas de música erudita: o guia prático e as cirandas de Villa-Lobos, a diferença entre concerto e sinfonia, a história da orquestra, as famílias da orquestra (cordas, sopros e percussão), compositores (Bach e Mozart), os balés (Bela Adormecida, Quebra Nozes e O Lago dos Cisnes), a ópera Flauta Mágica, etc. Também já pesquisou e escreveu “As Favoritas do Rádio”, sobre as cantoras Emilinha Borba e Marlene e a música popular brasileira na Era de Ouro do rádio. As dificuldades para pesquisar temas brasileiros esbarram na falta de material de pesquisa e poucos livros falam sobre o Choro, por isso o material histórico de apoio conseguido em entrevistas, grupos de choro e universidades será fundamental para embasar a escrita do texto, que buscará alcançar as crianças sem didatismos excessivos, de forma lúdica e divertida, como já é a característica do trabalho de Bassitt e sua personagem Operilda. - REPERTÓRIO: ARRANJOS A definição do repertório será feita por Chico Macedo, em conjunto com a autora e a diretora geral. Macedo fará a direção musical e os arranjos para 4 músicos multi-instrumentistas com a seguinte formação: violão de sete cordas, cavaquinho/bandolim, pandeiro e clarinete/flauta transversal/saxofone. Músicas como Atraente, Corta Jaca, Carinhoso e Tico Tico no Fubá, mais conhecidas do público, deverão estar ao lado de surpresas pouco divulgadas. Macedo faz parte do grupo de choro “Regional Paulistano” e tem uma visão moderna, contemporânea e viva do chorinho, pois a intenção não é tratar do assunto como se o gênero fosse uma peça de museu, parado no tempo. - ENCENAÇÃO: ATRIZ e MÚSICOS Regina Galdino, parceira de Andréa Bassitt há muito tempo, trabalhou na série “Aprendiz de Maestro”, na Sala São Paulo, por 9 anos e tem experiência em musicais brechtianos. A intenção da diretora é que “Operilda Cai no Choro” tenha uma encenação simples, calcada na interpretação e versatilidade de Andréa Bassitt, destacando a personagem Operilda, já conhecida das crianças, interagindo teatralmente com os músicos e a plateia, compondo um espetáculo bem humorado e dinâmico. Os músicos não ficarão em uma posição fixa, surpreendendo as crianças com movimentações que dialogam e se relacionam com a personagem Operilda. - CENOGRAFIA e FIGURINOS: Fabio Namatame realizará um projeto cenográfico de fácil montagem e desmontagem para viabilizar as necessidades de convivência com outros espetáculos durante a temporada, além de dimensionar o armazenamento em um espaço pequeno, considerando as condições objetivas reservadas pelo teatro para o cenário de “Operilda Cai no Choro”. A praticidade e a leveza deverão ser considerados para a criação de um cenário simples, mas que deverá encher os olhos das crianças. A beleza artística é uma marca de seu trabalho e trará cores vibrantes e alegres para a visualidade cênica do espetáculo, trabalhando um cenário sintético, com um traço único que remeta ao Rio de Janeiro e criando um novo figurino para a personagem Operilda, já caracterizada por uma mistura de elementos clássicos e populares, que também é uma marca do chorinho, a mistura do erudito e do popular. Para os músicos, adereços serão criados para auxiliar visualmente o encantamento já provocado pela presença dos instrumentos. - ILUMINAÇÃO: Regina Galdino criará uma iluminação cativante, acompanhando as brincadeiras da feiticeira Operilda, com uma luz intensa, instigante e direta, marcando especialmente os momentos musicais e mágicos, além de transportar as crianças para os tempos antigos de forma divertida e inusitada. A criação da iluminação deve levar em conta adaptar-se às condições de equipamento disponível e à convivência harmônica com os demais espetáculos que estiverem em cartaz no teatro, simultaneamente. - PROGRAMAÇÃO VISUAL: O aspecto visual do material de divulgação será atraente e contemporâneo, dialogando com as novas gerações, motivando o interesse da criança para uma música com uma longa história, porém que se renova até os dias atuais.

Acessibilidade

Serão cumpridas as medidas de acessibilidade para garantir o acesso de Pessoas com Deficiência, idosos e crianças, com segurança e conforto. A recepção do público terá filas preferenciais para idosos e pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Ingressos acessíveis: os ingressos disponibilizados a preços populares reduzidos, atingindo um público diverso e de diferentes classes sociais. Acessibilidade Física nos Teatros: As sessões de “Operilda Cai no Choro” deverão ser realizados em teatros que funcionem de acordo com a Norma Brasileira NBR 9050 da ABTN – Associação Brasileira de Normas Técnicas, que prevê os três pilares da acessibilidade – autonomia, conforto e segurança – fundamentais para garantir que ambientes e serviços sejam inclusivos e acessíveis a todos, especialmente pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, oferecendo facilitadores para a locomoção no espaço físico (elevadores e/ou rampas como rotas de acesso, banheiros adaptados, guias táteis, assentos acessíveis para pessoas em cadeiras de rodas e com mobilidade reduzida). Acessibilidade de Conteúdo: Disponibilização de intérpretes de libras para pessoas com deficiência auditiva em duas sessões no Rio de Janeiro Informações Acessíveis: Divulgação das sessões com intérpretes de libra devidamente sinalizadas nos materiais de programação visual, com datas e horários das apresentações, além de divulgação específica para pessoas com deficiência e idosos.

Democratização do acesso

O projeto "Operilda Cai no Choro" contará com: Democratização de Acesso: ingressos a preços populares reduzidos ou gratuitos, se for possível, salientando essa informação na divulgação. Ampliação de Acesso: oficina gratuita de música para crianças, com até 20 vagas, com divulgação em escolas públicas e estímulo à participação de crianças com deficiência.

Ficha técnica

FICHA TÉCNICA Operilda Cai no Choro De Andréa Bassitt Elenco: Andréa Bassitt (Operilda), Chico Macedo (sopros), Helô Ferreira (violão de sete cordas), Deni Domenico (cavaquinho e bandolim) e Nelto Essi (percussão) Direção Artística e Iluminação: Regina Galdino Direção Musical e Arranjos: Chico Macedo Direção de Produção: Andréa Bassitt Cenário e Figurino: Fabio Namatame Fotos: João Caldas Fº Realização: Oasis Empreendimentos Artísticos ATIVIDADES DA PROPONENTE NO PROJETO Andréa Bassitt é autora, diretora de produção e atriz do projeto “Operilda Cai no Choro”. Realizará a pesquisa sobre chorinho, para escrever o texto, coordenará a produção da montagem inédita e atuará, como atriz, no musical. Há 30 anos produz espetáculos, escreve textos teatrais e atua como atriz. É criadora da personagem Operilda, que interpretou por 7 anos no projeto Aprendiz de Maestro, na Sala São Paulo, escrevendo 26 textos sobre música erudita para essa série. Produziu, escreveu e atuou como atriz em “Operilda na Orquestra Amazônica”, espetáculo que ganhou, em 2013, os Prêmios APCA de Melhor Musical Infantil e FEMSA, na Categoria Especial pela Divulgação de Compositores Eruditos e da musica folclórica brasileira. OASIS EMPREENDIMENTOS ARTÍSTICOS LTDA - EPP (Empresa proponente) A Oasis Empreendimentos Artísticos desde 2001 produz espetáculos teatrais e presta serviços artísticos de direção teatral, interpretação e dramaturgia. Produziu: “Alma Despejada”, de Andréa Bassitt, com Irene Ravache, Prêmio Bibi Ferreira de Melhor Texto e Melhor Atriz; “Memórias Póstumas de Brás Cubas”, de Machado de Assis, com Marcos Damigo, indicado como Melhor Ator para o Prêmio APCA 2017, “Operilda na Orquestra Amazônica”, de Andréa Bassitt, Prêmio APCA Melhor Musical Infantil 2013 e FEMSA na Categoria Especial pela Divulgação da Música Erudita e Folclórica; “Idomeneo”, ópera de Mozart, no Teatro Municipal de São Paulo, com direção de Regina Galdino e dramaturgia e interpretação de Andréa Bassitt; “Filhos do Brasil”, de Andréa Bassitt e Regina Galdino, com Andréa Bassitt, Deborah Serretiello e Pedro Paulo Bogossian (piano e Direção Musical), Prêmio Shell de Melhor Música; “As Favoritas do Rádio”, de Andréa Bassitt, Regina Galdino e Luciana Carnieli, com Andréa Bassitt, Luciana Carnieli, Gerson Steves e Márcia Manfredini. Premiado na Jornada SESC - O Teatro Musical. Prestou serviços, com direção de Regina Galdino, para: “O Pai”, de Strindberg, com Marcos Damigo, Gabriela Rabelo, Gerson Steves, Tatiana Montagnolli e outros; “Chá e Catástrofe”, de Caryl Churchill, com Selma Egrei, Clarisse Abujamra, Chris Couto e Agnes Zuliani; “Casa de Bonecas, Parte 2”, de Lucas Hnath, com Marília Gabriela, Luciano Chirolli e outros; “Os Saltimbancos” e “A Arca de Noé”, com a Banda Sinfônica do Estado de São Paulo, As Pontes de Madison, com Marcos Caruso e Denise Del Vecchio; “Aprendiz de Maestro”, na Sala São Paulo, com dramaturgia e interpretação de Andréa Bassitt; “As Turca”, de Andréa Bassitt, que também assina a direção de produção e atuou com Claudia Mello e Juçara Morais; e “Intimidade Indecente”, com Irene Ravache e Marcos Caruso. Andréa Bassitt escreveu “Mar de Gente”, para a Cia de Ivaldo Bertazzo; o livro “Miguel Magno, o Pregador de Peças”, para a coleção Aplauso; adaptou o libreto e narrou a ópera “Idomeneo” e escreveu o roteiro e narrou “A Arca de Noé”, com a banda Sinfônica do Estado de São Paulo e atuou em “Morte e Vida Severina”, de João Cabral de Melo Neto, com direção de Elias Andreato. CURRÍCULOS RESUMIDOS DOS PRINCIPAIS PARTICIPANTES DO PROJETO ANDREÁ BASSITT (Autora, Diretora de Produção e Atriz) Atriz formada na Escola de Arte Dramática - EAD/ECA/USP. Autora e produtora de “Alma Despejada” (Prêmios Bibi Ferreira, Melhor Texto e Melhor Atriz/2021) e atriz, autora e produtora de “Operilda na Orquestra Amazônica” (Prêmios APCA de Melhor Musical Infantil e FEMSA na Categoria Especial/2013), “As Turca”, “Filhos do Brasil” (Prêmio Shell 2000 de Melhor Música para Pedro Paulo Bogossian) e “As Favoritas do Rádio” (Prêmio Jornada SESC 1994, Teatro Musical), dirigidos por Regina Galdino. Atuou em “Morte Vida Severina” (2022), de João Cabral de Melo Neto, no Teatro Tuca, Direção Elias Andreato e produção da Morente e Forte. Por sete anos escreveu e atuou em dezenas de espetáculos para a série de concertos infantis Aprendiz de Maestro, sob a regência de João Maurício Galindo, na Sala São Paulo, todos com direção geral de Regina Galdino. Escreveu os roteiros de espetáculos de dança para a Cia de Ivaldo Bertazzo, “Mar de Gente” (2007) e “Próximo Passo” (2017), e a biografia de Miguel Magno, “O Pregador de Peças” (2010), lançada pela coleção Aplauso. REGINA GALDINO (Diretora Artística e Iluminadora) Formada pela Escola de Arte Dramática – ECA/USP, dirigiu, iluminou e cenografou "O Pai" (Strindberg), com Marcos Damigo, Tatiana Montagnolli, Gabriela Rabelo e Gerson Steves; "Chá e Catástrofe" (Caryl Churchill) com Clarisse Abujamra, Selma Egrei, Chris Couto e Agnes Zuliani; dirigiu "Casa de Bonecas – Parte 2" (Lucas Hnath) com Marília Gabriela e Luciano Chirolli. Dirigiu, adaptou, iluminou e cenografou "Memórias Póstumas de Brás Cubas" (Machado de Assis) com Marcos Damigo e dirigiu e adaptou a montagem do mesmo texto com Cassio Scapin. Ainda em teatro, entre outros projetos, dirigiu: "Operilda na Orquestra Amazônica" (Andréa Bassitt), premiado com o APCA de Melhor Musical Infantil; "Intimidade Indecente" (Leilah Assumpção) com Irene Ravache e Marcos Caruso; "As Pontes de Madison" (Robert James Waller) com Denise Del Vecchio e Marcos Caruso; "As Turca" (Andréa Bassitt) com Cláudia Melo, Juçara Morais e Andréa Bassitt; e "Macbeth" (W. Shakespeare) com Evandro Soldatelli e Renata Zanetha. Para o Theatro Municipal de São Paulo dirigiu a ópera "Idomeneo" (Mozart) regência de Rodolfo Fisher. Dirigiu e iluminou "Os Saltimbancos", concerto com a Banda Sinfônica do Estado de São Paulo e o coral de crianças da Escola Municipal de Música, com regências de Mônica Giardini e Regina Kinjo. Criou, com o maestro João Maurício Galindo e o ator Cassio Scapin, a série "Aprendiz de Maestro", dirigindo espetáculos da autora e atriz Andréa Bassitt, por nove anos, na Sala São Paulo. CHICO MACEDO (Direção Musical, Músico e Arranjador) Instrumentista (sax, flauta e clarinete), arranjador e professor, é bacharel em saxofone pela FMU/FAAM. Bolsista do Henry Mancini Institute, UCLA/Los Angeles. Toca Saxofone Barítono na Orquestra Jazz Sinfônica do Estado de SP. Em 2017 foi o diretor musical e arranjador do concerto “90 anos de Tom Jobim”, no Club Paulistano. Em 2016 tocou no concerto “PROMS 52”, com a OSESP e Big Band da Jazz Sinfônica, sob a regência de Marin Alsop no Royal Albert Hall, em Londres/UK, transmitido pela BBC, e iniciou o projeto “Chico Macedo 4Teto”, apresentando suas composições e arranjos inéditos, com releitura de clássicos da MPB e choros. Realizou projetos de arte-educação no SESI como músico e arranjador (2013/2015). Participou do quarteto de SaxFourSax como músico, arranjador e compositor nos SESCs (1998/2013). Foi regente e arranjador da Orq. Municipal Infanto Juvenil de Itapecerica da Serra, projeto Barracões Culturais da Cidadania (2000/2004). Toca em big bands: InterXchange, Banda Jazzco, Cacique Jazz Combo, Banda Urbana e Nelson Ayres Big Band. Tocou com Eumir Deodato, Spok, Proveta, Vinícius Dorin, Trio Corrente, Roberto Menescal e em shows de Simoninha, Virginia Rosa, Cauby Peixoto e Ivan Lins, entre outros. Tocou instrumentos de madeira (músico titular e substituto) em: “Sweet Charity”, “Os Produtores”, “A Gaiola das Loucas”, “Cabaret”, “A Família Addams”, “A Madrinha Embriagada”, Cantando na Chuva” e “Operilda na Orquestra Amazônica”. Faz parte do grupo de choro “Regional Paulistano”. FABIO NAMATAME (Figurinista e Cenógrafo) Formado em Comunicação e Artes pela FAAP – São Paulo. É figurinista, cenógrafo, visagista e diretor teatral. Criou, entre outros, os figurinos para os seguintes espetáculos: “May Fair Lady”, “Master Class”, “Vermelho”, “O Rei e Eu”, “West Side Story”, “Evita” e a ópera “Madame Butterfly”, dirigidos por Jorge Takla; “Tarsila”, “Cabaret”, “Evangelho Segundo Jesus Cristo”, “A Loba de Ray Ban”, “Emoções Baratas” e as óperas “As Bodas de Fígaro”, “Romeu e Julieta”, “O Guarani” e “Falstaff”, dirigidos por José Possi Neto; “O Libertino”, direção de Jô Soares; Trilogia “Paraíso Perdido”, “Livro de Jó” e “Apocalipse 1.11”, dirigidos por Antonio Araújo; “Além da Linha d’água”, “Folias Guanabaras” e “Mãe Gentil”, dirigidos por Ivaldo Bertazzo; “Uma Relação Tão Delicada” e as óperas “Os Pescadores de Pérolas”, “Olga” e “A Tempestade” dirigidos por Willian Pereira; “Palmas para o Sr. Diretor”, direção de Marília Pera e “Angels in America”, direção de Iacov Hillel. Fez cenário e figurino para “Alma Despejada”, direção de Elias Andreatto, para “Desmedéia”, direção e concepção de Denise Stoklos e para “As Turca”, “Intimidade Indecente” e “Memórias Póstumas de Brás Cubas”, além do figurino da ópera “Idomeneo”, dirigidos por Regina Galdino. Recebeu diversos prêmios Shell, Apetesp, APCA, SESC de Teatro SP, Cultura Inglesa de Teatro, Carlos Gomes de Ópera, Festival de Cinema de Paulínia e SESC de Dança de Belo Horizonte.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.