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A proposta é realizar a montagem e circulação do espetáculo de teatro infantil ERA UMA VEZ DO NOSSO JEITO em duas cidades, e realizar um ensaio aberto. O espetáculo acompanha um grupo de amigos que precisa criar uma história nova. Ressalta o valor da amizade e do trabalho em equipe, mostrando que a imaginação abre espaço para novas ideias e possibilidades.
Peça Teatral “Era uma vez do nosso jeito”:Em um mundo onde ninguém mais consegue inventar novas histórias, um grupo de amigos decide se juntar para criar uma narrativa inédita. Mas não é tão simples quanto parece! Entre ideias absurdas, discussões engraçadas e bloqueios criativos, as crianças descobrem que imaginar algo novo exige coragem, amizade e, acima de tudo, começar de algum lugar – mesmo sem saber exatamente para onde vão. Com humor e muita imaginação, a peça convida o público a participar desse processo caótico e divertido, mostrando que toda história começa com uma simples pergunta: “E se…?”.
OBJETIVO GERALA finalidade do projeto é celebrar o poder da imaginação como um ato de resistência e liberdade, especialmente em um tempo em que as histórias parecem já estar todas contadas e a criatividade muitas vezes é sufocada pelas pressões cotidianas. Ao acompanhar a jornada do grupo de amigos em busca de criar uma nova história, a peça explora, com humor e sensibilidade, questões fundamentais para o desenvolvimento infantil, como a importância do erro, a colaboração, a escuta e a coragem de começar, mesmo sem ter todas as respostas. O espetáculo valoriza a participação ativa do público ao abrir espaço para que as crianças compartilhem suas próprias ideias, reforçando a potência de suas vozes e a ideia de que qualquer experiência pode se transformar em narrativa.OBJETIVOS ESPECÍFICOSMontar o espetáculo infantil Era uma vez do nosso jeito, com equipe técnica e artística qualificada.Realizar 12 sessões do espetáculo nas cidades do Rio de Janeiro e Recife.Promover um ensaio aberto antes da estreia, voltado a crianças estudantes de escolas públicas, estimulando o contato direto com o processo
A lei de incentivo à cultura representa a possibilidade de realizar um projeto que propõe uma experiência lúdica e interativa que aborda, com humor e sensibilidade, a importância da imaginação em um mundo cada vez mais acelerado e pragmático.Afirmamos que as ações planejadas estão alinhadas e enquadradas nos termos da Lei 8.313/91, Art. 1º, nos incisos abaixo especificados: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; e O projeto tem por objetivo, dentre os elencados no Artigo 3º da Lei 8313/91:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;
PRODUTO PRINCIPAL: PEÇA DE TEATRO "Era Uma vez do nosso jeito".Espetáculo de teatro com aproximadamente 60 minutos de duração, 12 apresentações para um público-alvo infantil, totalizando 1.440 espectadores em 2 cidades brasileiras. PRODUTO SECUNDÁRIO: CONTRAPARTIDAS SOCIAIS – ENSAIOS ABERTO01ensaio aberto para instituições públicas de ensino.
PRODUTO ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICASACESSIBILIDADE FÍSICA: apresentações realizadas em teatro com assentos para PCD e acessibilidade para cadeirantes.ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: 01 sessão com audiodescrição e divulgação específica e apropriada dessa sessão. Além disso, visita guiada ao palco. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA: 01 sessão com interpretação em libras por cidade.ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS, ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: distribuição de fones abafadores.PRODUTO CONTRAPARTIDA SOCIAL (ENSAIO ABERTO)ACESSIBILIDADE FÍSICA: ensaio aberto realizado em local com rampas de acesso, espaço para cadeirantes etc. Caso o local não apresente tais condições, a equipe do projeto será treinada para garantir o acesso de cadeirantes e/ou pessoas com mobilidade reduzida.ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: ensaio com audiodescrição, caso haja aluno/a e/ou educador/a com deficiência visual presente. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA: intérprete de LIBRAS, caso haja aluno/a e/ou educador/a com deficiência visual presente.ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS, ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: distribuição de fones abafadores.
O projeto adotará as medidas de democratização de acesso vigentes na IN nº 23/2025:Art. 46. O plano de distribuição da proposta deve prever medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo as estimativas da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites:I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado;II - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto;III - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituição públicas de ensino;IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem R$ 50,00 (cinquenta reais). Em complemento às medidas de democratização de acesso, o projeto adotará as seguintes medidas de ampliação de acesso, conforme art. 47 da IN nº 23/2025:I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46, inciso III,totalizando 20% (vinte por cento);
Luiza Yabrudi - AutoraLuiza Yabrudi é formada pela Escola de Comunicação da UFRJ, com mestrado em Dramatic Writing pela New York University. Atualmente escreve os programas "Avisa Lá Que Eu Vou" e “ Pablo e Luisão”, ambos de Paulo Vieira (TV Globo). Co-escreveu o filme "Dois é Demais em Orlando", lançado em 2024, e a novela da HBO Max "Beleza Fatal" (2025). No teatro, co-escreveu a peça infantil "Patrícia Piolho", que concorreu à categoria de Melhor Texto, Melhor Direção e Melhor Atriz no prêmio Zilka Salaberry. Na TV Globo, escreveu os programas Tapas&Beijos (2013), Zorra (2014-2019), Tá no Ar (2017-2019), Mulheres Fantásticas (2019), Fora de Hora (2020).Isaac Bernat - Diretor ArtísticoAtor, diretor e professor de interpretação da Faculdade Cal de Artes Cênicas. Doutor em Teatro pela UNIRIO. Autor do livro “ Encontros com o griot Sotigui Kouyaté". Prêmio CEMIG de Melhor Monólogo com ”Cora do Rio Vermelho”,Prêmio Botequim Cultural de ator por “Incêndios” de Wajdi Mouawad, direção de Aderbal Freire Filho. Prêmio Zilka Salaberry, pela direção de “Lili, uma história de circo” de Lícia Manzo. Premio Zilka Salaberry de melhor Texto com “Rosa e a Semente” com o grupo Pedras . Prêmio Coca Cola como ator em “As Aventuras de Pedro Malazartes”. Entre as suas encenações, destacam-se:” Mostra a Tua Cara” de Rogério Corrêa, “As Aventuras de Pé de Vento no dia de Cosme Damião “ de Fátima Colin,“A História de Kafka e a Boneca Viajante”, “Projeto Mulheres da Palavra” “ Cora do Rio Vermelho” de Leonardo Simões, “ Tenho quebrado copos” de Ana Martins , “ O Encontro entre Malcolm X & Martin Luter King Jr” de Jeff Stetson, “Carolina Maria de Jesus - Eu Amarelo”, de Elissandro de Aquino, “ Deixa Clarear” e “ Por Amor ao Mundo - Um Encontro com Hanna Arendt” ambas de Marcia Zanelatto, e “ Calango Deu” de Suzana Nascimento. Como ator seus trabalhos mais recentes são: “ Pá De Cal” de Jô Bilac, “Agosto” de Tracy Letts, “Incêndios” e “Céus” de Wajdi Mouawad, “Cara de Fogo” de Marius Von Mayenburg, “Mulheres sonharam cavalos” de Daniel Veronesi e “ Mão na Luva” de Oduvaldo Vianna Filho.Carol Santaroni - AtrizAtriz, diretora, dramaturga e professora de teatro, formada bacharel em teatro pela UniverCidade. Trabalhou com a Cia Atores de Laura nos espetáculos “Decote” e “As Artimanhas de Scapino”, ambos na comemoração de 20 anos da Cia Atores de Laura e na peça on-line “Fronteiras Invisíveis”, também com a Cia Atores de Laura. Atuou em espetáculos como “A Vida de Galileu”, “Isso Que Você Chama de Lugar”, “No Front”, entre outros. Dirigiu as peças “Procura-se” e “Só”. Em 2023 e 2024 trabalhou como co-autora e atriz na performance teatral “Fragmentos de Laura”, em homenagem a Laura Alvim.Clarissa Pinheiro - Atriz e Coordenadora Geral (Proponente)Atriz, pernambucana, residente na cidade do Rio de Janeiro. Ganhou prêmio de melhor atriz coadjuvante no Festival de Cinema de Paulínia de 2014, com o filme “Casa Grande”, direção de Fellipe Barbosa. Na TV, interpretou a personagem Penha, na novela “Amor de Mãe”, e deu vida a Teresa, na novela das 6, “Mar do Sertão”, ambas da Rede Globo. Na mesma emissora, atuou nas minisséries “Onde Nascem os Fortes” e “Justiça”, ambas de José Villamarim, e “Sob Pressão”, de Andrucha Waddington.No cinema, está nos longas metragens “Aquarius”, de Kleber Mendonça Filho; “Aos Teus Olhos“, de Carolina Jabor; “A Mata Negra” e “O Cemitérios das Almas perdidas”, de Rodrigo Aragão. Protagoniza o filme “Um dia antes de todos os outros”, roteiro de Jô Bilac, direção de Valentina Homem e Fernanda Bond. Compõe o elenco do filme “O último Azul”, de Gabriel Mascaro, vencedor do Urso de Prata, no Festival de Berlim 2025.Roberta Brisson - Atriz e diretora de produçãoÉ atriz e produtora, formada pela UNIRIO no curso de Teoria do Teatro. Atualmente é Diretora de produção da ONG Conexão do Bem, desde 2024. Trabalhou como produtora executiva em muitos espetáculos de teatro e foi diretora de produção dos espetáculos: Z.É. Zenas Emprovisadas (2005 a 2012). Direção: Fernando Caruso, Uma noite de lua, texto e direção de João Falcão, com Gregório Duvivier, Portátil (2015/2018) espetáculo de improvisação do Porta dos Fundos. Cujo programa documentário de mesmo nome foi indicado ao prêmio Emmy internacional em 2017, exibido pelo canal Comedy Central. Orinoco (2016/2017) de Emilio Carballido, direção de Isadora Ferrite. Isso que você chama de lugar (2019), direção: Daniel HerzJuliana Trimer - Atriz e diretora de produçãoFormada pela UNIRIO e pela escola de teatro Martins Pena. Atualmente está com o espetáculo solo "As Cosquinhas ou a Dança da Raiva" (2024), de Andrea Bescond, com direção de Lisa Eiras. Alguns de seus trabalhos foram: “S. – Contos de Tchekhov” (2010 -12), com direção de Marcela Andrade, tendo sido premiada melhor atriz coadjuvante no festival internacional de teatro de Patos de Minas e indicada na mesma categoria em outros festivais nacionais de teatro; “A Viagem do Capitão Fracassa”(2011), sob direção de Marcos Henrique Rego; “Ralé”(2014), sob direção de Leonardo Hinckel; “Apesar de Tudo” (2016) curta Metragem de Janaína Dórea; “Ana Fumaça Maria Memória”(2019), espetáculo infantil de Marcela Andrade e “Escuta que lá vem a peça – Joaquim e as Estrelas” (2021), podcast infantil de áudio-drama baseado na obra “Joaquim e as Estrelas”, de Renata Mizrahi. Raabe Roque - Atriz.Atriz ,cantora e dançarina. Já esteve no projeto social da instituição Galpão Aplauso e lá participou da companhia de artes, na qual trabalhou nos espetáculos "linhas da memória" , "6B- um olhar para a biodiversidade brasileira" , " Aquilo que me faz seguir - uma nova forma de existir ", " A chuva não é igual para todes" . Participou do vídeo clipe "This Is maré" do influenciador Raphael Vicente , como dançarina. Em 2023 e 2024 trabalhou como atriz na performance teatral “Fragmentos de Laura”, em homenagem a Laura Alvim.Vicente Coelho - ator e diretor musicalAtor, músico e produtor musical há 15 anos. Atualmente trabalha como Produtor e Diretor Musical do Lady Night, de Tatá Werneck, na TV Globo. Fundador da banda Biltre e do bloco carnavalesco Minha Luz é de Led, Vicente atuou em diversas peças teatrais premiadas como o infantil Bisa Bia Bisa Bel, Silêncio – com Suzana Faini, Mundo Grampeado, Deus é Química com Fernanda Torres e Luiz Fernando Guimarães. Na teledramaturgia participações especiais em produtos da Rede Globo e Record. Como músico é compositor e intérprete da Banda Biltre, além do seu projeto solo Billy Crocanty.Clarice Sauma - IluminadoraAtriz, compositora e iluminadora. Em 2015, fez seus primeiros trabalhos como assistência técnica de iluminação em espetáculos de fim de ano no Teatro Tablado. Em 2016, inicia seu trabalho como Técnica e Operadora de Luz com as peças "Incomum", do grupo Pedras de Teatro, e "Nora", do grupo Yonis Magníficas, ambos em cartaz na Sede das Cia (RJ). Em 2018, é técnica e operadora de luz do espetáculo infantil "Por quê?", do grupo Yonis Magníficas no Teatro Ipanema (RJ). Em 2019, trabalhou na peça "Filhos de Medea" como atriz e operadora de luz em cena. Ainda em 2019, foi técnica e operadora de luz nas peças "Isso que você chama de Lugar", no Teatro Ipanema (RJ) e "Gravidades", do Coletivo Dupla de Três no Teatro Laura Alvim (RJ).Denise Stutz - Diretora de MovimentoEm 1975 junto com outros 10 bailarinos fundou o Grupo Corpo. Trabalhou com Lia Rodrigues como bailarina, professora e assistente de direção. Foi professora do curso técnico da Escola Angel Viana durante 6 anos. Apresentou seu trabalho solo nas principais capitais do Brasil, na França, Espanha, Portugal, Africa e Austrália. Seus 3 trabalhos solos foram apontados pela crítica de " O Globo" como um dos dez melhores espetáculos apresentados no Rio de Janeiro nos anos de 2004 ( DeCor) 2013 ( Finita) Entre Ver (2015) Seu último trabalho solo chamado "Só" foi considerado um dos destaques também pela critíca do jornal O Globo na programação do Festival Panorama da Dança do Rio de Janeiro de 2018. Trabalhou como coreógrafa nas minisséries: Hoje é dia de Maria, Capitu e Clarice só para mulheres da TV Globo e fez parte da equipe para a preparação dos atores da novela Velho Chico. Foi duas vezes selecionada pelo projeto Rumos Itaú Cultural para desenvolver os trabalhos:" Justo uma imagem" (2009) e "EntreVer" (2014)
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.