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O espetáculo apresentará obras inéditas, algumas finalizadas e outras esboçadas nos últimos dias de vida de Naná Vasconcelos, que fariam parte do próximo projeto ao lado do maestro Gil Jardim. Dez anos após sua morte, o maestro conclui esse material para celebrar a trajetória do percussionista e compositor, no ano em que completaria 80 anos de idade, e sua carreira internacionalnotável. A turnê passará por São Paulo e Recife, contemplando duas regiões do país, com orquestra de câmara, coro e quatro percussionistas convidados. Em Recife 11 músicos do grupo sinfônico serão artistas locais. O espetáculo terá vídeo cênico com imagens da trajetória Naná Vansconcelos e Gil Jardim e será gravado em áudio para criação de um álbum. Serão realizadas 4 apresentações presencias, 2 em Sãop Paulo e 2 em Recife e uma das apresentações de Recife será transmitida online. Trechos curtos em vídeo do espetáculo serão disponibilizados em plataformas digitais, para promover a turnê. Seis master classes e/ou palestras serão ministradas por Gil Jardim, Patrícia Vasconcelos e os percussionistas convidados.
NÃO SE APLICA
Realizar uma turnê em duas capitais brasileiras, celebrando a obra inédita de Naná Vasconcelos em parceria com Gil Jardim, com orquestra de câmara e renomados percussionistas convidados. O projeto visa manter vivo o legado do grande percussionista/compositor, difundir sua trajetória e ampliar o acesso à música brasileira por meio de concertos, gravações, masterclasses, palestras e registro audiovisual, com foco especial no público jovem e na formação de novos talentos.Objetivos EspecíficosTurnê Naná Vasconcelos: Apresentar espetáculo em duas cidades de duas regiões do Brasil, com orquestra de câmara (37 músicos) sob direção de Gil Jardim e consultoria de Patrícia Vasconcelos, esposa de Naná. Na cidade do Recife participarão onze músicos locais e um percussionista de destaque regional, promovendo a valorização de novos talentos.Trabsmissão online gratuita: uma das apresentações será transmitida online gratuitamente, para otimizar o alcance do projeto e democratizar o acesso. Registro em Áudio e Vídeo: Gravar álbum ao vivo com obras inéditas e registrar em vídeo a turnê para produção de material sobre o projeto e trajetória de Naná Vasconcelos, com foco na parceria com Gil Jardim. Exibição gratuita online, acompanhada de conversa com os músicos e Patrícia Vasconcelos.Masterclasses e Palestras (Contrapartida Social): Realizar 6 (seis) master classes e ou palestras (3 por cidade), conduzidas pelos 4 percussionistas de excelência do projeto e também por Gil Jardim e Patrícia Vasconcelos (viúva de Naná e curadora de seu legado) voltadas a estudantes, professores e profissionais da música.Disponibilizar gratuitamente trechos dos espetáculos e máster classes, além de um evento online em homenagem a Naná Vasconcelos com grandes percussionistas brasileiros, dirigido por Gil Jardim, promovendo a democratização de acesso aos produtos do projeto.
O projeto Naná Vasconcelos e Gil Jardim _ Obras Inéditas não pode prescindir dos benefícios fiscais da Lei Rouanet para se realizar, pois envolve turnê nacional com mais de quarenta e cinco profissionais viajando, registro audiovisual e ações formativas que demandam significativa mobilização de recursos. O mecanismo de incentivo viabiliza a atração de patrocínios, possibilita preços acessíveis e doação de vinte por cento dos ingressos e amplia o acesso da população a um espetáculo inédito, dedicado ao maior percussionista da música brasileira.Nos termos da legislação, o projeto atende aos incisos I, II, III, IV e IX do Art. 1º da Lei nº 8.313/91, promovendo:acesso à cultura;regionalização da produção artística;valorização das manifestações culturais;proteção das expressões culturais nacionais;priorização de produtos culturais brasileiros.O projeto também se enquadra no Art. 3º, inciso II, alínea c, da mesma lei, que prevê o fomento à produção cultural e artística mediante exposições, festivais e espetáculos de música, artes cênicas e folclore.A iniciativa contempla turnê em duas capitais de duas regiões brasileiras, com orquestra de câmara, percussionistas convidados e a participação de músicos locais em cada cidade, promovendo a circulação e a formação de novos talentos. Além disso, prevê a gravação de álbum ao vivo, transmissão gratuita online de uma apresentação, registro videográficop para posterior edição e exibição gratuita online e a realização de 6 (seis) masterclasses e ou palestras em parceria com instituições locais. Trechos dos concertos e aulas também serão disponibilizados digitalmente, ampliando a democratização do acesso.Dessa forma, a utilização da Lei Rouanet é fundamental para dar visibilidade, alcance e sustentabilidade ao projeto, garantindo que o legado de Naná Vasconcelos seja preservado e difundido para diferentes públicos em várias regiões do Brasil.
Naná Vasconcelos & Gil Jardim – Obras Inéditas A colaboração entre Naná Vasconcelos e Gil Jardim foi marcada por concertos emblemáticos e projetos de profundo alcance artístico e social. Juntos, apresentaram inúmeras vezes o Concerto para Berimbau e Cordas, em formações como a Jazz Sinfônica do Estado de São Paulo, a Orquestra de Câmara da USP e a Philarmonia Brasileira. Também se destacou a interpretação da Sinfonia Zumbi dos Palmares, apresentada com a Orquestra Sinfônica de Recife no aniversário da morte de Zumbi, em evento que contou com a presença de Dom Helder Câmara. Atuaram ainda em palcos internacionais, como no Festival Tocar la Vida, na Argentina. No Brasil, a parceria se fortaleceu com o projeto ABC Musical, que mobilizou crianças e orquestras em diversas cidades do país e culminou no espetáculo Língua Mãe — registrado em DVD no Teatro Cláudio Santoro, durante as comemorações dos 50 anos de Brasília. Mais do que parceiros de criação, tornaram-se grandes amigos, unidos pela música. NANÁ VASCONCELOS (1944-2016) Juvenal de Holanda Vasconcelos nasceu no Recife, em 2 de agosto de 1944. Mesmo depois de duas décadas tocando pelo mundo, morou em Paris e Nova York, as influências de sua terra estão presentes em tudo o que faz. Dotado de uma curiosidade intensa, indo da música erudita do brasileiro Villa-Lobos ao roqueiro Jimi Hendrix, Naná aprendeu a tocar praticamente todos os instrumentos de percussão, embora nos anos 60 tenha se especializado no berimbau. Depois das mais variadas experiências musicais, Naná Vasconcelos mudou-se para o Rio de Janeiro e começou a trabalhar com Milton Nascimento. Em 1970, o saxofonista argentino Gato Barbieri o convidou para juntar-se ao seu grupo. Apresentaram-se em Nova York e Europa, com destaque para o festival de Montreaux, na Suíça, onde o percussionista encantou público e crítica. Ao término da turnê, fixou residência em Paris, França, durante cinco anos, onde gravou o seu primeiro álbum - “Africadeus” (71). No Brasil, Naná gravou o seu segundo disco “Amazonas” (72). Começou, então, uma bem-sucedida parceria com o pianista e compositor Egberto Gismonti, durante oito anos, que resultou em três álbuns - “Dança das Cabeças”, “Sol do Meio-Dia” e “Duas Vozes”. De volta a Nova York, formou o grupo “Codona”, com Don Cherry e Colin Walcott, também gravando e fazendo turnê com a banda do guitarrista Pat Metheny. Trabalhando com artistas das mais variadas tendências, Naná Vasconcelos gravou com B.B. King, com o violinista francês Jean-Luc Ponty e com o grupo de rock americano Talking Heads, liderado por David Byrne. Nessa altura, Naná já havia trabalhado nas trilhas dos filmes "Procura-se Susan Desesperadamente”, de Susan Seidelman, estrelado por Rosanna Arquette e Madonna, e "Down By Law", do cultuado diretor Jim Jarmusch, além de “Amazonas”, de Mika Kaurismäki. O trabalho de Naná sempre demonstrou a amplitude do seu talento, e nos anos 80 gravou o disco “Saudades”, concerto de berimbau e orquestra. Depois, vieram os álbuns “Bush Dance” e “Rain Dance”, suas experiências com instrumentos eletrônicos. Daí por diante, Naná esteve envolvido mais diretamente com o cenário musical brasileiro ao fazer a direção artística do festival Panorama Percussivo Mundial (Percpan), em Salvador, e do projeto ABC Musical, além de participações especiais em álbuns de Milton Nascimento, Caetano Veloso, Marisa Monte e Mundo Livre S/A, entre outros. Em meio a inúmeros lançamentos fora do país, Naná Vasconcelos lançou no Brasil o disco “Contando Estórias” (94), depois os CDs "Contaminação" e “Minha Lôa”. No fim de 2005, lançou “Chegada”, pela gravadora Azul Music, e em 2006, o CD intitulado “Trilhas”. No final de 2010, Naná lança o CD “Sinfonia e Batuques”, misturando percussão e cordas, experimentando células ritmicas feitas na água, entre outra invenções. E, em 2012, lança seu mais recente trabalho autoral, o CD “4 Elementos”, um aprofundamento de suas pesquisas sonoras, desta vez inspirado nos elementos fundamentais da natureza: água, ar, terra e fogo. Uma trajetória de vida que esbanja virtuosismo musical e integridade pessoal em tudo o que faz e toca. ALGUNS TÍTULOS: MEDALHA DE MÉRITO CULTURAL GILBERTO FREIRE-1997 VENCEDOR DO GRAMY LATINO 2011-COM O ALBUM “SINFONIA E BATUQUES” COMENDA DOS GUARARAPES-GOVERNO DE PERNAMBUCO-2013 TÍTULO DE GRÂ CRUZ-MINISTÉRIO DA CULTURA TÍTULO DE DOUTOR HONORIS CAUSA-UNIVERSIDADE RURAL DE PE-2015 PRÊMIO DA MÚSICA BRASILEIRA-2016 HOMENAGEM DO FESTIVAL DE INVERNO DE GARANHUS-JULHO 2016 Os 15 anos da abertura oficial do Carnaval do Recife Concebido como um espetáculo renovador, desde sua essência, a abertura oficial do Carnaval do Recife, conduzida por Naná, tem muito que comemorar. São quatorze anos de uma verdadeira comunhão entre as nações de maracatu do Recife, colocando essa ancestral manifestação cultural em evidência para o resto do Brasil, e do mundo. “A união entre as nações de maracatu num espetáculo tão grandioso e de tanta evidência é para mim uma quebra de barreiras, de preconceitos, de discriminação. Nunca tantas pessoas diferentes se interessaram tanto pela cultura do maracatu. O evento se orgulha de oferecer maior visibilidade às comunidades que participam da abertura, muitas vezes, levando veículos de imprensa durante o período de ensaio, para as comunidades convidadas. Além disso, muitos artistas participaram e participam como convidados. “Músicos do universo pop pernambucano, depois de participarem como convidados acabam incorporando ritmos e instrumentos do maracatu em seus núcleos de criação”, lembra Naná. Para dar alguns exemplos, Maria Bethânia, Elza Soares, Marisa Monte, Lia de Itamaracá, Caetano Veloso, Milton Nascimento, o grupo norte-americano de percussão Stomp, a cantora africana Angelique Kidjo e a portuguesa Carminho. Uma celebração que sempre emociona os milhares de foliões presentes no Marco Zero, além dos espectadores de TV, por todo Brasil e resto do mundo.
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DO PRODUTO Insira detalhamento técnico de todos os produtos: paginação, duração, material, projeto pedagógico. 8000 CARACTERES 1. APRESENTAÇÃO MUSICALDuração: 1h10min. Cenografia: o espetáculo contará com cenografia especialmente criada para a turnê, que será adaptada a cada espaço de apresentação, em vídeo, com ênfase na carreira e temáticas de Naná Vasconcelos.Número de apresentações: 04 apresentações ao longo da turnê. Ensaio geral aberto para projetos sociais na cidade de estréia. Repertório: o repertório incluirá composições inéditas de Naná Vasconcelos e Gil Jardim, além de obras consagradas de Naná Vasconcelos.2. ÁLBUM GRAVADO AO VIVOTiragem: 1.000 exemplares físicos e disponibilização em plataformas de música Distribuição: os exemplares serão doados e vendidos durante a turnê.Descrição:O álbum incluirá:Balé (13’40) Gravado em Recife, com material já disponível. Necessita finalização por meio de colagens e inserções adicionais previstas pelo compositor.2. Tentações de São Sebastião (8’) Tema composto para filme de José Araújo, não utilizado na produção e, portanto,inédito. Escrita concluída, necessita reajustes e gravar com instrumentistas. Estruturada em torno de uma melodia central, necessariamente cantada.3. Amém, Amem! (6’) Inspirada em expressão que Naná repetiu nos meses finais: “Que assim seja! Amemse.” Ideias anotadas no hospital e registradas em vídeo no celular.A peça terá caráter sacro, para cordas, tambores, vozes e madrigal, evocando sincretismo religioso e cultural como celebração da paz.4. Budista, Afro-budista (c. 23’) Projeto de grande fôlego, também chamado Canção de Santa Sarah ou simplesmente Mantras. Reúne vozes de várias etnias e tradições, costuradas por gravações originais de berimbau feitas por Naná. Estrutura esboçada pelo próprio músico, a partir de colagens referenciais. Orquestra de câmara, percussões e vozes diversas comporão um espaço sonoro sagrado, em forma de oração universal.3. MASTER CLASSES (CONTRAPARTIDA SOCIAL)Professores:Maestro Gil Jardim (Docente na USP por 35 anos) e Patrícia VasconcelosInstrumentistas integrantes do grupo musicalQuantidade: 10, sendo realizadas alternadamente pelos professores, duas em cada cidade da turnê.Público-alvo: profissionais e estudantes avançados de música, professores de música e de percussão sinfônica e popular, além de músicos amadores interessados em aperfeiçoar suas habilidades.Número de participantes: cada master class contará com até 3 alunos, que tocarão peças de aproximadamente 5 minutos, seguidas por observações e correções dos professores.Público assistente: máximo de 80 pessoas, para garantir a qualidade do ensino e interação.Duração: 2 horas, podendo ser adaptada para 1h30min, se necessário.Tópicos abordados: técnica instrumental, composição e interpretação musical, com foco na prática e na aplicação direta dos conceitos.Correções personalizadas para cada aluno participante, seguidas por uma sessão de perguntas e respostas aberta ao público.PROJETO PEDAGÓGICOObjetivos:- Promover o aperfeiçoamento técnico e interpretativo dos participantes das master classes.- Difundir o repertório de Naná Vasconcelos.- Estimular a interação entre músicos de diferentes níveis e o aprendizado em grupo.Metodologia:Cada master class será dividida em três partes:1. apresentação dos alunos: os participantes apresentarão uma peça previamente escolhida.2. feedback dos professores: correções e orientações técnicas e interpretativas.3. sessão de perguntas e respostas: discussão sobre técnicas, repertório e carreira musical.Recursos didáticos:Os professores utilizarão exemplos práticos durante as aulas, abordando aspectos técnicos e interpretativos com foco em problemas comuns enfrentados pelos alunos/músicos. PALESTRAS com perguntas e respostas sobre a vida e obra de Naná Vasconcelos, ministradas por Gil Jardim, de forma presencial e com transmissão online, sempre que possível
As medidas de acessibilidade são essenciais para assegurar a inclusão social, valorização da diversidade e o acesso universal à cultura, cumprindo os objetivos do Art. 3º da Lei 8313/91. As ações incluem:A) Apresentações musicais e master class/palestras (CONTRAPARTIDA SOCIAL): Acessibilidade física: adequação dos locais com rampas, espaços reservados para cadeirantes e apoio da equipe de produção. Acessibilidade de conteúdo para PcD visual: disponibilização de Áudio descrição mediante solicitação. Acessibilidade de conteúdo para PcD auditiva: intérprete de Libras mediante solicitação.Itens da planilha orçamentaria: Assistente de Produção e Intérprete de libras. B) Registro Audiovisual: Acessibilidade física: Adequação dos locais de gravação. Acessibilidade de conteúdo para PcD visual: inclusão de Áudio descrição. Acessibilidade de conteúdo para PcD auditiva: inclusão de legendas e intérprete de Libras. Acessibilidade Física e Acessibilidade de Conteúdo. A Acessibilidade FÍSICA oferecerá facilitadores para a locomoção no espaço físico (banheiros, rampas, guias táteis). A Acessibilidade de CONTEÚDO prevê medidas para compreensão do projeto (Libras e áudio descrição).
O projeto cumpre o Art. 27 da IN nº 1/2024, com a distribuição gratuita de, no mínimo, 10% dos ingressos para fins sociais ou educativos. Além disso, atende ao Art. 28 ao disponibilizar registros audiovisuais online, incluindo recitais e encontros com artistas. O projeto adotará ainda as seguintes medidas: - Exibir online, gratuitamente, ao menos uma master class selecionada, após a turnê. - Exibir online, gratuitamente, ao menos 30 minutos de um recital. - Doar 10% da capacidade dos locais dos recitais para alunos e professores de música, além da cota obrigatória para fins sociais ou educativos, totalizando 20% dos ingressos.- Exibir online, gratuitamente, encontro do Maestro Gil Jardim com percussionistas expoentes da cena brasileira e especialista em música sinfônica;Nota: A cota de até 10% para distribuição gratuita entre incentivadores, patrocinadores e doadores poderá ser utilizada em sessão exclusiva, se necessário. Os resultados serão apresentados no relatório final e prestação de contas.
O proponente será responsável pela coordenação artística, área em que tem expertise de mais de 35 anos e também pela administração do projeto, contando com equipes especializadas de reconhecida capacidade para apoio às atividades;Idealização, Composição, Arranjos e Regência: GIL JARDIMAssessoria Especial: Patrícia VasconcelosDireção Geral de Produção: Maria Rita Stumpf/ANTARES SP Produção Executiva: Nivaldo Silvino da Silva Filho e Gislene JardimMÚSICOS: Gil Jardim (Composição, Arranjos e Regência). Grupo Sinfônico, Vozes e Percussionistas a serem selecionados por Gil Jardim.Projeto de Iluminação: Pedro Christo| Projeto Vídeo Cenográfico: Bianca Turner | Desenho de Som: André Magalhães | Coordenação Geral: Antares SPTUHU PRODUÇÕES ARTÍSTICAS Dirigida por Gil Jardim, a Tuhu Produções Artísticas foi criada em junho de 2024 para dar continuidade ao trabalho de criação e execução de projetos culturais desenvolvidos ao longo de 35 anos por seu diretor quando atuou como Docente, Diretor do Departamento de Música, Diretor Musical e Executivo da Orquestra Sinfônica da USP (OSUSP) em 2022 e 2023 e Diretor Artístico e Executivo da Orquestra de Câmara da USP (OCAM) por 23 anos. Ao aposentar-se como docente da USP, Gil Jardim abriu sua própria empresa e iniciou atividades com o projeto Voos de Villa, patrocinado através dos benefícios da Lei Federal de Incentivo à Cultura, em turnê por quatro capitais em colaboração com a Antares Promoções, empresa com mais de 40 anos de atuação na área cultural nacional e internacional, com quem vem colaborando há mais de 20 anos. Enquanto na USP criou, dirigiu e organizou inúmeros projetos culturais como a Semana Guarnieri com a OSUSP, a série Torre do Relógio, entre outras, que seguiram após sua saída. Anteriormente criou e organizou os Festivais Internacionais Ex Toto Corde, Percussivo USP 2008 e os Festivais Internacionais de Violão Leo Brouwer, (2008, 2009, 2011 e 2013). Seu novo projeto dedicado à sua colaboração com o grande percussionista e compositor Naná Vasconcelos marca a trajetória da empresa com projetos incentivados e contará com a Coordenação de Produção da Antares SP. A colaboração de Gil Jardim com Naná Vasconcelos foi marcada por concertos emblemáticos e projetos de profundo alcance artístico e social. Juntos, apresentaram inúmeras vezes o Concerto para Berimbau e Cordas, em formações como a Jazz Sinfônica do Estado de São Paulo, a Orquestra de Câmara da USP e a Philarmonia Brasileira. Também se destacou a interpretação da Sinfonia Zumbi dos Palmares, apresentada com a Orquestra Sinfônica de Recife no aniversário da morte de Zumbi, em evento que contou com a presença de Dom Helder Câmara. Atuaram ainda em palcos internacionais, como no Festival Tocar la Vida, na Argentina. No Brasil, a parceria se fortaleceu com o projeto ABC Musical, que mobilizou crianças e orquestras em diversas cidades do país e culminou no espetáculo Língua Mãe — registrado em DVD no Teatro Cláudio Santoro, durante as comemorações dos 50 anos de Brasília.GIL JARDIM é um artista que tem como marcas a versatilidade e poder criativo. Como diretor de orquestra que desenvolve trabalhos em alto nível técnico e conceitualmente inusitados, tanto com a música de concerto quanto com a música popular brasileira. Criou projetos com dança, artes plásticas, literatura, cinema, mídias contemporâneas, sempre interagindo com os contextos político, social e artístico em que está inserido.Professor, músico, maestro, compositor e arranjador, foi docente do Departamento de Música da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo entre 1985 e 2023, onde lecionou regência orquestral. Dirigiu o Departamento de Música entre 2006 e 2009, quando criou e produziu os Festivais Internacionais Ex Toto Corde, Percussivo USP 2008 e os Festivais Internacionais de Violão Leo Brouwer, (2008, 2009, 2011 e 2013). Entre 2001 e 2023 foi o Diretor Artístico e Regente Titular da Orquestra de Câmara da ECA-USP. Ao longo desse tempo imprimiu qualidade técnica e sobretudo uma conhecida e arrojada modernidade à OCAM, colocando-a na cena musical brasileira e transformando-a num importante laboratório profissionalizante da USP. Entre 2022 e 2023 foi Diretor da Orquestra Sinfônica da Universidade de São Paulo, tempo suficiente para estabelecer uma programação musical de alto nível artístico e alargar o protagonismo da Orquestra na Universidade e no país através de projetos unindo Arte & Conhecimento, criando conexões entre distintas áreas existentes na USP e a música executada em seus concertos. Criou também a Semana Camargo Guarnieri, de modo a sublinhar o legado do grande compositor brasileiro e patrono da orquestra.É autor do livro O estilo antropofágico de Heitor Villa-Lobos e do CD Villa-Lobos em Paris, agraciado com o Prime de Cultura da Revista Bravo e com o prêmio Diapason D’Or, entre outros trabalhos. PATRÍCIA VASCONCELOS é fundadora da Morenaná Produções, junto com Naná Vasconcelos.À frente da Morenaná, Patrícia gerenciou por 16 anos a carreira do percussionista Naná Vasconcelos.Com ele, desenvolveu o projeto da Abertura do Carnaval do Recife, onde o percussionista tocava acompanhado de 700 batuqueiros. Em seu trabalho como agente artística, Patrícia coleciona produções em países como Portugal, Itália, Israel, Escócia, Noruega, Argentina, Uruguai, Chile, Colômbia, entre outros. Desde a morte do multi-instrumentista, a produtora e curadora de sua obra, Patrícia Vasconcelos, vem apresentando a palestra “Naná por Vasconcelos”, também como continuidade das aulas-espetáculo promovidas pelo próprio Naná. Com uma carreira de mais de 60 anos, renomadas parcerias nacionais e internacionais, a palestra dividida em células musicais passeia por todo o universo musical de Naná, mostrando ao público todo o processo de pesquisa, criação e execução que moviam seus trabalhos. Para execução da palestra, Patrícia apresenta materiais inéditos da carreira do multi-instrumentista, assim como obras póstumas inéditas, compostas pelo artista em seus últimos dias visando a continuidade de suas pesquisas e conhecimentos musicais. Entre suas inúmeras atividades podemos destacar a Catalogação do Acervo de Naná Vasconcelos, a Curadoria da Ocupação Nana Vasconcelos pelo Itaú Cultural e a Co produção do Documentário de Naná Vasconcelos que estar em processo de pesquisa junto com a Equipe de Patrícia Palumbo, Daniel Gaggini e Alessandra Dorgan.ANTARES SP atua na área cultural desde 1987, em projetos internacionais e nacionais, nas áreas de música clássica, popular e dança.Organizou inúmeras turnês de artistas internacionais e brasileiros no Brasil. Realizou A turnê de 50 Anos do Duo Assad, entre 2013 e 2015 em trinta cidades brasileiras. Organizou a vinda ao Brasil de companhias como Shen Wei Dance Arts e Les Ballets Jazz de Montreal em 2019. Coordenou o espetáculo Letras de Luz com as Orquestras Sinfônica e de Câmara da USP, Gilberto Gil e Carminho, sob direção do maestro Gil Jardim em 2018, na Sala São Paulo. Coordenou o projeto Voos de Villa – Impressões rápidas sobre todo o Brasil, em 2019, e em 2024 em turnê nacional.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.