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PRONAC 2511827Autorizada a captação total dos recursosMecenato

O Santo e a Porca

INSTITUTO CULTURA URBANA
Solicitado
R$ 362,0 mil
Aprovado
R$ 362,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2026-07-01
Término
2027-01-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

O projeto O Santo e a Porca propõe a montagem e circulação da consagrada comédia de Ariano Suassuna, imortal da Academia Brasileira de Letras, em comunidades periféricas do Rio de Janeiro. A iniciativa busca democratizar o acesso à cultura e ao teatro, oferecendo apresentações gratuitas que unem arte, lazer e reflexão social. A obra, que aborda com leveza e humor temas como relações de trabalho, ambição e desigualdade, será encenada por atores da Baixada Fluminense e da Zona Oeste, levando ao público uma experiência acessível e de qualidade. As apresentações ocorrerão na Areninha Cultural Jacob do Bandolim, Teatro Arthur Azevedo, Teatro Dercy Gonçalves e no Teatro Riachuelo, fora do horário comercial, garantindo a participação de trabalhadores e moradores das regiões atendidas. O espetáculo busca formar novas plateias, fortalecer a identidade cultural brasileira e promover o pensamento crítico por meio da arte popular e do riso.

Sinopse

Escrita em 1957 por Ariano Suassuna, O Santo e a Porca é uma das mais brilhantes comédias do autor, onde o humor popular se entrelaça à crítica social e à riqueza da cultura nordestina.A trama se desenrola na casa de Euricão Árabe, um homem profundamente religioso — e ainda mais avarento — que deposita toda sua fortuna em uma porca de madeira, acreditando que seu dinheiro está sob a proteção de Santo Antônio. Entre devoção e ganância, Suassuna constrói uma divertida sátira sobre a hipocrisia humana e os valores materiais.A chegada de Eudoro, um antigo amigo rico que deseja casar sua filha Margarida, desencadeia uma sequência de mal-entendidos, disfarces e reviravoltas. No centro da confusão estão o amor entre Dodó e Margarida, e a engenhosidade de Caroba, a esperta empregada que manipula os acontecimentos para garantir um final feliz.Com ritmo ágil, personagens carismáticos e uma linguagem repleta de oralidade e poesia popular, O Santo e a Porca reafirma o olhar genial de Suassuna sobre o povo brasileiro, celebrando o riso como ferramenta de crítica e reflexão. Ao final, a peça revela uma mensagem atemporal: o verdadeiro valor das coisas não está no ouro, mas na generosidade e no amor.

Objetivos

Realizar o projeto "O Santo e a Porca", de Ariano Suassuna, promovendo acesso gratuito ao teatro e a valorização da cultura brasileira entre comunidades periféricas do Rio de Janeiro, por meio de 12 apresentações, 10 oficinas socioambientais com uso de materiais recicláveis e da geração de trabalho e renda para artistas e técnicos locais, envolvendo diretamente 48 profissionais e possibilitando que mais de 3 mil pessoas vivenciem o teatro e reflitam sobre o valor do trabalho no mundo contemporâneo.

Justificativa

O projeto O Santo e a Porca nasce do desejo de aproximar a população periférica do Rio de Janeiro das grandes obras da dramaturgia nacional, oferecendo acesso gratuito ao teatro e à cultura como instrumentos de formação, lazer e reflexão crítica. Inspirado na comédia escrita por Ariano Suassuna — um dos maiores dramaturgos brasileiros e imortal da Academia Brasileira de Letras — o espetáculo propõe unir arte e cidadania, levando às comunidades uma obra que, apesar de consagrada, ainda é pouco acessível a grande parte da população.A iniciativa busca alcançar pessoas que nunca foram ao teatro ou que, por condições econômicas, não têm a possibilidade de frequentar espaços culturais regularmente. Através do riso, pretende-se abrir caminhos para a reflexão sobre temas universais e contemporâneos, como a relação entre trabalho e poder, a desigualdade social e os valores humanos. A comédia, linguagem que Suassuna domina com maestria, é aqui compreendida como uma poderosa ferramenta de diálogo e transformação social, capaz de estimular o pensamento crítico de forma acessível e envolvente.A circulação do espetáculo será realizada em pontos estratégicos de regiões marginalizadas, garantindo que os moradores de territórios periféricos da cidade tenham acesso a um bem cultural de qualidade, em espaços próximos à sua realidade cotidiana. Além das apresentações, o projeto fomentará a troca de saberes e o fortalecimento da identidade cultural, valorizando artistas locais e promovendo a interação entre diferentes públicos. O elenco é composto majoritariamente por atores e atrizes periféricos da Baixada Fluminense e da Zona Oeste, o que reforça o compromisso do projeto com a inclusão e a representatividade.Ao levar para esses territórios uma obra de relevância literária e estética, o projeto também contribui para a formação de plateias, ampliando o repertório cultural do público e fortalecendo o vínculo da comunidade com o teatro brasileiro. A escolha por O Santo e a Porca parte da compreensão de que o humor pode ser um meio potente de conscientização — tanto para trabalhadores, ao refletirem sobre suas condições, quanto para empregadores, ao reconhecerem os impactos de suas ações nas relações humanas.O projeto se enquadra nos incisos I e III do Art. 1º da Lei Rouanet, ao contribuir para a difusão e democratização da cultura e valorizar expressões que refletem a identidade e a diversidade brasileiras. Atende ainda aos incisos I, II, IV e VII do Art. 3º, ao estimular a produção e difusão de bens culturais, promover o acesso à cultura e à formação de plateias, preservar a cultura nacional e regional e apoiar iniciativas que incentivem o conhecimento, a reflexão e o exercício da cidadania através da arte.Dessa forma, a Lei de Incentivo à Cultura torna-se o instrumento essencial para a concretização desta proposta, que une arte, educação e inclusão social. O Santo e a Porca pretende não apenas apresentar uma obra-prima da literatura teatral brasileira, mas também transformar o contato com a arte em uma experiência de pertencimento, reflexão e encantamento, despertando nos espectadores o desejo de continuar participando da vida cultural de sua cidade.

Especificação técnica

1. Espetáculo teatral “O Santo e a Porca”Gênero: Comédia popular brasileira com elementos da cultura nordestina. Duração: 90 minutos. Classificação indicativa: Livre. Formato: Presencial, com uma transmissão online. Público-alvo: Jovens e adultos de comunidades periféricas, trabalhadores, estudantes da rede pública e famílias. Equipe artística: elenco de 7 atores e atrizes, incluindo profissionais da Baixada Fluminense e Zona Oeste, com atuação também como músicos e manipuladores de objetos cênicos.Cenário e adereços: confeccionados com materiais recicláveis e reaproveitados (papelão, madeira e plástico), em estrutura modular e de fácil transporte. O design cenográfico dialoga com o sertão nordestino e o universo simbólico da obra de Ariano Suassuna. Em caso de manutenção, serão realizados apenas pequenos reparos e substituições pontuais.Figurinos: produzidos com tecidos reaproveitados e intervenções artesanais, preservando a estética popular e sertaneja característica da dramaturgia de Suassuna. As cores e texturas remetem ao barro, à religiosidade e à simplicidade do interior nordestino.Trilha sonora: composta originalmente por Beto Gaspari, com elementos do forró, baião e aboio. A trilha combina gravações e execução ao vivo em algumas cenas, reforçando o tom popular e poético do espetáculo.Acessibilidade: todas as apresentações contarão com intérprete de Libras, audiodescrição mediada e materiais adaptados para pessoas surdas e com baixa visão. Uma das sessões será transmitida online, com legendas e tradução simultânea em Libras, ampliando o alcance digital.Tempo de montagem e desmontagem: 3 horas. Necessidades técnicas: espaço cênico mínimo de 8x8m; acesso à rede elétrica 110/220v; iluminação básica com luz branca difusa e refletores LED; 2 microfones sem fio; ponto de energia lateral para sonorização e iluminação portátil. 2. Materiais de divulgação e registroFotografia: ensaio fotográfico do elenco e registro das 12 apresentações, com foco em expressão corporal, público e bastidores. Vídeo: registro institucional (3 a 5 minutos) com trechos do espetáculo, bastidores, oficinas e depoimentos do público e artistas locais. Mídias digitais: criação de conteúdo para redes sociais (cards, posts e vídeos curtos), priorizando acessibilidade — com legendas, Libras e audiodescrição — e divulgação das ações formativas e apresentações. Material impresso e digital: cartaz (formato A3), folder digital em PDF acessível e catálogo informativo sobre a vida e obra de Ariano Suassuna. 3. Projeto pedagógico (integração com escolas e comunidades)O projeto “O Santo e a Porca” prevê ações de mediação cultural e integração com escolas públicas, ONGs e coletivos culturais das regiões contempladas (Zona Oeste e Baixada Fluminense). A proposta busca aproximar estudantes e moradores do universo da dramaturgia brasileira, estimulando o pensamento crítico e a valorização da cultura popular.Cada ação será acompanhada por um material pedagógico digital (PDF acessível), desenvolvido pela coordenação pedagógica do projeto, com atividades e reflexões voltadas ao público escolar e comunitário.O material inclui:Apresentação do espetáculo, contexto histórico e temático da obra de Ariano Suassuna;Propostas de debate sobre trabalho, ambição, fé e desigualdade social;Glossário de termos teatrais e expressões regionais;Sugestões de atividades interdisciplinares (arte, língua portuguesa, história e ética);Exercícios práticos de leitura dramatizada e criação cênica;Seção acessível com tradução em Libras e recursos de leitura ampliada.Além do material pedagógico, o projeto contará com oficinas formativas de teatro popular e expressão corporal, ensaios abertos para escolas públicas e rodas de conversa após as apresentações, mediadas por artistas e educadores.Essas ações reforçam o caráter formativo e inclusivo da proposta, conectando arte, cidadania, educação e sustentabilidade, e ampliando o impacto cultural do espetáculo nas comunidades atendidas.

Acessibilidade

O projeto “O Santo e a Porca” tem o compromisso de garantir o acesso pleno, seguro e inclusivo de todas as pessoas, promovendo a democratização da cultura e o direito universal à participação artística. Para isso, serão adotadas medidas de acessibilidade física e de conteúdo, assegurando que o espetáculo possa ser usufruído por públicos diversos, inclusive pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.Acessibilidade Física: As apresentações ocorrerão em equipamentos culturais públicos — como a Areninha Jacob do Bandolim, Teatro Arthur Azevedo, Teatro Dercy Gonçalves e Teatro Riachuelo — que já contam com infraestrutura acessível, incluindo rampas de acesso, banheiros adaptados e áreas reservadas para cadeirantes. Monitores treinados estarão presentes para auxiliar na locomoção e acomodação de pessoas com deficiência física ou visual, garantindo conforto e autonomia.Acessibilidade de Conteúdo: O projeto contará com intérprete de Libras em todas as sessões, promovendo a inclusão de pessoas surdas ou com deficiência auditiva. Também será oferecida audiodescrição e legendas descritivas nas apresentações, ampliando o acesso para pessoas com deficiência visual ou dificuldades de compreensão. Além disso, os materiais de divulgação e educativos digitais serão disponibilizados em formatos acessíveis (como PDF com leitura de tela e versão em Braille sob demanda).Equipe e acompanhamento:Durante as apresentações, mobilizadores locais estarão disponíveis para acolher, orientar e oferecer suporte às pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.Por meio dessas ações, “O Santo e a Porca” reafirma o compromisso do Instituto Cultura Urbana com a inclusão, a diversidade e o acesso equitativo à arte, assegurando que o teatro seja um espaço de convivência, reflexão e pertencimento para todos.

Democratização do acesso

O projeto “O Santo e a Porca” tem como princípio central a democratização do acesso à cultura, garantindo que todas as suas ações sejam totalmente gratuitas, em conformidade com o Art. 21, inciso I, da IN nº 02/2019. As apresentações serão realizadas em equipamentos públicos do Rio de Janeiro, como a Areninha Jacob do Bandolim e os Teatros Arthur Azevedo, Dercy Gonçalves e Riachuelo, sempre fora do horário comercial, de modo a favorecer a participação de moradores de comunidades periféricas, estudantes de escolas públicas e integrantes de organizações sociais.Além dos espetáculos, o projeto inclui ensaios abertos, rodas de conversa e uma transmissão online, ampliando seu alcance e acessibilidade. Essas ações buscam garantir a igualdade de acesso, formar novos públicos e aproximar diferentes comunidades da obra de Ariano Suassuna, fortalecendo o sentimento de pertencimento social e o direito à fruição cultural.

Ficha técnica

Função(ões): Diretora de Produção Nome artístico: Nathalia LamimIniciou sua formação no projeto Cordel com a Corda Toda, pela Burburinho Cultural, atuando como assistente de produção. É Produtora Cultural no Instituto Cultura Urbana (OSCIP) e produtora dos coletivos Trupe Investigativa Arroto Cênico e Confraria de Teatro Nau dos Loucos. Foi Diretora de Produção do curta Central do Brasil em Utopia (Lei Paulo Gustavo) e produtora responsável pela aprovação do espetáculo O Gênio da Lâmpada e o Tempo no edital FIRJAN SESI e na Lei de Incentivo Municipal (ISS/RJ).Função(ões): Diretor ArtísticoNome Artístico: Marcos CovaskMarcos Covask atua há mais de 40 anos na cena cultural do Rio de Janeiro e da Baixada Fluminense. Diretor, cenógrafo e membro da Trupe Arroto Cênico, desenvolve projetos socioculturais voltados às Artes Cênicas e à Cultura Popular. Participou de iniciativas como Cordel com a Corda Toda (Eletrobras) e Varal Cultural – Cordel na Escola (MinC). Possui mais de dez prêmios em festivais de teatro e dirigiu espetáculos como O Brincado Romance de Flora e Valentin, O Mistério da Rua de Cima, Jotinha – O Menino que Brincava com as Palavras e Panóptico.Função(ões): Coordenadora pedagógicaNome Artístico: Michelle ArrudaPedagoga com especializações pela UFRJ em Responsabilidade Social e Terceiro Setor, e em Saberes e Práticas na Educação Básica, com foco na alfabetização. Atua há mais de uma década no terceiro setor, liderando projetos Sócioeducacionais voltados a crianças, adolescentes e jovens em contexto de vulnerabilidades social. Atua no Instituto Cultura Urbana desde 2023, onde produziu o primeiro Projeto Político Pedagógico da instituição.Função(ões):AtrizNome Artístico: Laura RosaôliAtriz formada pela Escola Sesc de Artes Dramáticas e jornalista graduada pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ). Protagonizou o média-metragem Espelho, premiado na Universidade Veiga de Almeida (UVA), e integrou os espetáculos No Mundo das Fadas (Cia Kapa), Borandá (Sesc) e WANNA BE Dance (Nova Cia). Função(ões): AtorNome Artístico: Victor MoreiraAtor formado pelo Bando Cultural Favelado da Rocinha, com atuações em peças como Show Opinião, Paixão de Cristo e Forró do Badalo, além das webséries O Grito da Favela e Ritmo da Favela. É também atleta de judô, jiu-jitsu e ginástica artística, o que contribui para sua expressividade e presença cênica.Função(ões):AtrizNome Artístico: Dougg ColarésAtriz Trans formada em jornalismo pela UFRRJ e mestre em Comunicação pela UFMG é integrante do coletivo sobreviventes teatrais onde produziou e atuou em Lady da Quebrada, peça financiada pela secretaria municipal de São Paulo.Função(ões):AtorNome Artístico: Beto MonteiroBeto Monteiro é ator formado pela CAL (2017) e integrante da Trupe Arroto Cênico, premiada com o Shell de Inovação pelo projeto Baixada em Cena. Participa de espetáculos como Borra, Zero.5 e Francisca, uma casa enlutada. Natural de Manaus, também atuou com as companhias Interarte e Menina Miúda, em montagens como Dois Irmãos.Função(ões):AtrizNome Artístico:Karla Muniz Ribeiro Karla Muniz Ribeiro é atriz, dramaturga e arte-educadora de Nova Iguaçu. Formada em Teatro pela CAL e em Dramaturgia pelo Núcleo Firjan Sesi, pesquisa a performance física da Umbanda como potência cênica. Autora da dramaturgia Candelária, premiada no festival Sonoridades Cênicas (2021) e indicada a Melhor Dramaturgia e Atriz Coadjuvante no 7º Festival de Teatro de Passos, onde o espetáculo recebeu o Prêmio Especial do Júri. Em 2024 integrou o elenco do curta Central do Brasil em Utopia e participou do curso EncontrArte Audiovisual, atuando também como cenógrafa e assistente de produção. É professora de teatro do Projeto Para Todos, em Nova Iguaçu.Função(ões): Assistente de Produção/MobilizadoraNome Artístico: Aline MottaAtuou como assistente de produção na peça O Gênio da Lâmpada e Eventos Culturais como Doar Fashion, Sarau Cultura Urbana e Memória Curupaiti. Trabalhou como mobilizadora cultural com jovens e adultos em Curicica e na Praça Seca e atualmente é mobilizadora social do Mulheres em rede.Funções: MobilizadoraNome Artístico: Monica OliveiraÉ professora de língua portuguesa com especialização em lingua portuguesa e suas tecnologias pela Universidade Federal do Piaui. Já atuou como professora e orientadora no segundo e no terceiro setor de diversos bairros da zona oeste.Função(ões): Músico / Preparador de Canto / Operador de SomNome artístico: Beto GaspariCantor, compositor e violonista. Técnico pela Escola de Música Villa-Lobos e licenciado em Música pela UFRJ. Atua desde 1987, compondo trilhas originais e dirigindo musicalmente espetáculos. Integra as companhias Cia de Arte Popular, Cia Cerne e Trupe Investigativa Arroto Cênico.Função(ões): AtorNome artístico: Gui ReixArtista LGBTQIAPN+ e graduando em Produção Cultural pelo IFRJ. Atua desde 2011 em teatro e audiovisual. Integrou a Trupe Investigativa Arroto Cênico em espetáculos como O Patinho Feio, Zero.5 e Borra. No cinema, participou de A Sombra do Mar (2022) e Nova Iguaçu x Barra (2025).Função(ões): Consultoria em Acessibilidade / Intérprete de LibrasNome artístico: Aline CunhaGraduanda em Letras/Libras pela Faculdade Única de Ipatinga. Atua como intérprete em escolas, eventos e produções culturais. Trabalhou em editais da FENIG, Retomada Cultural RJ 2 e Sesc RJ Pulsar, com ampla experiência em mediação e inclusão cultural.Função(ões): Audiodescrição / Mediação de AudiodescriçãoNome artístico: Vanessa Bruna (Incluir pela Arte)Pessoa com deficiência visual. Formada em Produção Audiovisual (Estácio de Sá) e habilitada em Audiodescrição pelo Instituto Benjamin Constant. Produtora cultural e consultora em acessibilidade, com foco em inclusão e pesquisa de consumo cultural de pessoas com deficiência.Função(ões): Administrativo Financeiro Nome Artístico: Fábio Carvalho Nascido e criado na Cidade de Deus, Rio de Janeiro, é graduado em Letras pela Universidade Gama Filho – RJ e possui mais de 15 anos de experiência em eventos, hotelaria e terceiro setor. Atuou em congressos, reuniões corporativas, concursos e como assistente de eventos, gerenciando reservas, logística e serviços de A&B. Nos últimos cinco anos trabalha como mobilizador social e na área administrativa financeira, atualmente ocupando a vice-presidência do Instituto Cultura Urbana. Participou de cursos de Gestão e Produção Cultural (Falem Zona Oeste, 2024) e Qualificação Profissional em Produção Cultural (Sesc, 2025), incluindo curso de extensão no segundo semestre de 2025, aprimorando competências em gestão e captação de recursos culturais.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.