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PRONAC 2511845Autorizada a captação total dos recursosMecenato

MUSIC BUSINESS EXPERIENCE - 2a. EDIÇÃO

56.986.843 VALTERNEI SERAFIM DE SOUZA
Solicitado
R$ 888,8 mil
Aprovado
R$ 888,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos educativos, incluindo cursos, oficinas e outras atividades pedagógicas
Ano
25

Localização e período

UF principal
DF
Município
Brasília
Início
2026-05-04
Término
2026-11-30
Locais de realização (7)
Maceió AlagoasGoiânia GoiásSão Luís MaranhãoCampo Grande Mato Grosso do SulBelo Horizonte Minas GeraisBelém ParáPorto Alegre Rio Grande do Sul

Resumo

O Music Business Experience _ 2ª Edição é um projeto de capacitação artística e profissional que realizará dois dias de workshops imersivos em sete capitais brasileiras: Belo Horizonte, Campo Grande, São Luís, Belém, Goiânia, Porto Alegre e Maceió. A programação abordará gerenciamento de carreira, gestão financeira, branding artístico, marketing digital para artistas e direitos autorais, promovendo o desenvolvimento técnico e o fortalecimento da economia criativa no setor musical independente.

Sinopse

MUSIC BUSINESS EXPERIENCE – 2ª EDIÇÃO (MBE) é um projeto cultural e formativo voltado à capacitação de artistas independentes, produtores e empreendedores criativos nas áreas de gestão de carreira, branding artístico, direitos autorais, marketing digital e sustentabilidade financeira no setor musical brasileiro. Realizado nos espaços do SESC de sete capitais brasileiras — Brasília, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo, Manaus, Fortaleza e Recife —, o projeto se consolida como uma plataforma itinerante de formação e conexão entre agentes da economia criativa, estimulando o fortalecimento das cadeias produtivas da música e o protagonismo de novos talentos.A segunda edição do MBE amplia o impacto da primeira versão (realizada em 2024), aprofundando a abordagem sobre o empreendedorismo musical contemporâneo e integrando novos formatos de acessibilidade, ferramentas digitais e conteúdos autorais voltados à profissionalização do setor. O evento é gratuito e acessível, garantindo inclusão física e de conteúdo, com intérprete de Libras, audiodescrição, legendas descritivas, guias táteis e espaços adaptados. CONCEPÇÃO E ESTRUTURA DA OBRA A obra do MBE é estruturada em três grandes eixos de conteúdo — Formação, Experiência e Difusão — traduzidos em seminários, workshops, painéis temáticos, publicações digitais e produtos audiovisuais.Cada cidade recebe uma edição local com dois dias de atividades presenciais compostas por palestras, rodas de conversa, painéis interativos e mentorias. O foco é oferecer ferramentas práticas e teóricas que auxiliem o artista independente a compreender a estrutura do mercado, suas oportunidades e responsabilidades.Os principais eixos temáticos e seus produtos são: 1. Seminários e Painéis Formativos – “A Indústria da Música em Transformação”Os seminários centrais do MBE reúnem especialistas, produtores, advogados e profissionais da música para discutir os desafios e oportunidades do mercado musical independente no Brasil. Mediados por Valter Serafim (Mr. PinGO), os painéis abordam temas como:Gerenciamento de Carreira Artística – estratégias para planejar, promover e consolidar a trajetória de artistas e bandas;Branding e Posicionamento Artístico – criação de identidade, narrativa e imagem pública;Gestão Financeira e Sustentabilidade – controle financeiro, precificação, direitos conexos e fluxo de receita artística;Marketing Digital para Músicos – ministrado por Thiago Hideki, com foco em presença online, distribuição digital, algoritmos e relacionamento com o público;Direitos Autorais e Gestão Coletiva – com Bruna Campos, que detalha os mecanismos legais de proteção, arrecadação e uso de obras musicais;Os seminários contam ainda com momentos de perguntas e troca de experiências, criando um ambiente de aprendizado horizontal e colaborativo.Classificação indicativa: Livre. Formato: Painéis presenciais com transmissão online gravada e posterior disponibilização no canal do projeto. 2. Workshops Práticos – “Ferramentas para o Futuro da Música” Os workshops funcionam como laboratórios práticos, nos quais os participantes aplicam os conceitos discutidos nos painéis em atividades guiadas e exercícios de planejamento real. Cada oficina é conduzida por um dos palestrantes convidados e envolve:Criação de plano de carreira individual;elaboração de identidade visual e press kit artístico;estruturação de orçamento e proposta de patrocínio;simulação de lançamentos digitais e estratégias de engajamento.Os resultados de cada oficina são documentados e integram o relatório final de impacto e acompanhamento de carreira.Produtos gerados: relatórios de atividades, certificados, registros fotográficos e audiovisuais. 3. Publicação Digital – “E-book MBE: Profissionalização e Carreira na Música” Como produto complementar e de difusão do conhecimento gerado, será produzido o E-book MBE – Profissionalização e Carreira na Música, reunindo textos autorais, transcrições dos painéis e materiais didáticos de apoio. O conteúdo abordará temas centrais como:Estrutura do mercado fonográfico contemporâneo;direitos e deveres do artista independente;práticas sustentáveis na produção musical;marketing digital e storytelling artístico.O e-book será disponibilizado gratuitamente em formato acessível (PDF interativo com audiodescrição, versão em Libras e leitura compatível com softwares assistivos), distribuído nas plataformas digitais do MBE, do Ministério da Cultura e das instituições parceiras. 4. Produção Audiovisual e Registro Fotográfico Durante todo o percurso do MBE, o fotógrafo Ricardo Alves e o videomaker João Renato realizarão o registro completo do projeto, documentando o processo, os depoimentos dos participantes e os bastidores das ações formativas.O material resultante comporá:Um mini documentário institucional com cerca de 10 minutos, destacando os resultados e depoimentos de artistas;uma galeria fotográfica digital, com retratos e registros artísticos de cada edição;pílulas em vídeo para redes sociais, voltadas à difusão do conhecimento e divulgação dos resultados.Todos os materiais serão legendados, audiodescritos e acessíveis. 5. Comunicação e Acessibilidade A comunicação do MBE é coordenada por Camila Muguruza, que atua na assessoria de imprensa, gestão de mídias digitais e relacionamento com o público. A estratégia inclui:Campanha nacional de divulgação nas redes sociais;contato com mídias regionais e comunitárias;publicação de releases e entrevistas com os participantes;distribuição de material visual adaptado, com contraste acessível e leitura ampliada.O projeto assegura acessibilidade integral, tanto no espaço físico quanto no conteúdo apresentado, em conformidade com a Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015) e a Lei Distrital nº 6.858/2021. 6. Legado e Impacto Cultural Mais do que um ciclo de eventos, o MBE – Music Business Experience é uma plataforma de desenvolvimento profissional e fortalecimento do ecossistema musical independente. Ao promover o acesso gratuito a formações especializadas, a obra contribui diretamente para:A democratização do conhecimento técnico e jurídico na música;o fomento à economia criativa nas regiões participantes;a redução das desigualdades de acesso à profissionalização artística;e o cumprimento dos objetivos previstos nos Artigos 1º e 3º da Lei 8.313/91 (Lei Rouanet), especialmente no que se refere à valorização da arte nacional, ao estímulo à formação cultural e ao fortalecimento da identidade artística brasileira. Classificação Indicativa Livre para todos os públicos — recomendado para artistas, produtores culturais, gestores, estudantes e profissionais interessados no desenvolvimento do setor musical e criativo.

Objetivos

Objetivo GeralPromover a capacitação e profissionalização de artistas e empreendedores da música independente, fortalecendo suas competências em gestão, comunicação e direitos autorais, a fim de impulsionar o desenvolvimento sustentável da economia criativa nas sete capitais contempladas pelo projeto. Objetivos EspecíficosRealizar 05 edições presenciais do Music Business Experience _ 2ª Edição, em Belo Horizonte, Goiânia, Campo Grande, São Luís, Belém, Goiânia, Porto Alegre e Maceió.Oferecer 14 dias de atividades formativas (02 dias por capital), com workshops práticos sobre gerenciamento de carreira artística, gestão financeira, branding artístico, marketing digital e direitos autorais.Capacitar cerca de 210 participantes diretos (média de 30 por capital) e impactar mais de 2.000 pessoas indiretamente por meio das ações de divulgação e conteúdos digitais do projeto.Produzir e distribuir material didático digital com os conteúdos abordados, garantindo o acesso gratuito aos participantes.Fomentar o networking entre artistas, produtores e agentes de mercado, estimulando parcerias e oportunidades profissionais em âmbito local e nacional.

Justificativa

O Music Business Experience _ 2ª Edição (MBE) é uma iniciativa voltada à formação, capacitação e fortalecimento da cadeia produtiva da música independente brasileira, tendo como meta promover acesso ao conhecimento técnico, à profissionalização e à ampliação das oportunidades de mercado para artistas, produtores e empreendedores culturais das sete capitais participantes: Belo Horizonte, Goiânia, Campo Grande, São Luís, Belém, Maceió e Porto Alegre.A indústria musical é um dos setores mais dinâmicos da economia criativa global e desempenha papel estratégico na geração de emprego, renda e identidade cultural. Segundo o Observatório Itaú Cultural (2023), o setor da música representa aproximadamente 2,3% do PIB da economia criativa brasileira, movimentando mais de R$ 15 bilhões por ano e empregando direta e indiretamente cerca de 300 mil profissionais. No entanto, apesar do crescimento digital e do avanço de novas tecnologias, grande parte dos artistas e produtores independentes permanece à margem dos mecanismos de profissionalização e das redes de mercado, carecendo de capacitação técnica, conhecimentos de gestão e acesso a ferramentas que viabilizem a sustentabilidade de suas carreiras.O MBE _ Music Business Experience surge exatamente para enfrentar essa lacuna. Em sua primeira edição (realizada em 2024 em sete capitais brasileiras), o projeto impactou centenas de artistas com conteúdos práticos sobre gestão de carreira, editais culturais, marketing digital, branding artístico, direitos autorais e gestão financeira, promovendo conexões reais entre artistas, gestores e empresas do setor. Os resultados demonstraram que há alta demanda e adesão a projetos que aliam formação técnica e conexão de mercado, especialmente nas regiões fora do eixo Rio_São Paulo.A 2ª edição propõe aprofundar esse impacto, oferecendo duas jornadas formativas presenciais por capital, com workshops ministrados por profissionais de referência nacional e internacional. O projeto reforça o princípio de descentralização cultural previsto na política nacional de cultura, levando conhecimento de ponta a capitais com menor oferta de formação profissional na área musical, como Maceió, São Luís e Belém. Assim, o MBE contribui para reduzir desigualdades regionais e estimular a circulação de saberes e oportunidades entre os diferentes territórios.Além da formação presencial, o projeto prevê a produção e distribuição gratuita de materiais didáticos digitais, consolidando o legado das ações e ampliando o alcance para públicos que não puderem estar fisicamente presentes. Essa abordagem híbrida favorece a democratização do acesso ao conhecimento cultural, alinhando-se aos princípios de difusão e formação de público da Lei Federal de Incentivo à Cultura.O uso do Mecanismo de Incentivo Fiscal previsto na Lei nº 8.313/1991 (Lei Rouanet) é fundamental para a viabilização do MBE, pois o projeto possui natureza educacional, formativa e não comercial, com gratuidade total aos participantes. Por não possuir bilheteria nem retorno financeiro direto, sua sustentabilidade depende integralmente da captação de recursos junto a empresas e pessoas físicas incentivadoras, que, por meio do benefício fiscal, poderão associar sua marca a uma ação de relevante interesse público e impacto social.Dessa forma, o projeto enquadra-se perfeitamente nos incisos I, II e III do Artigo 1º da Lei nº 8.313/1991, que estabelecem como objetivos:Inciso I _ o estímulo à produção, distribuição e difusão de bens culturais;Inciso II _ o apoio a projetos que garantam a preservação e difusão do patrimônio cultural e artístico brasileiro;Inciso III _ o estímulo à formação artística e cultural.No caso do MBE, o projeto estimula a produção e difusão de conhecimento cultural, preserva e valoriza o trabalho artístico independente e promove formação profissional de agentes culturais, cumprindo de forma inequívoca os objetivos da legislação.Em consonância com o Artigo 3º da mesma Lei, o projeto também alcança diversos objetivos previstos, entre eles:Inciso I _ estimular a criação, produção e difusão de bens culturais e artísticos;Inciso II _ promover o acesso à cultura e à formação artística;Inciso III _ apoiar iniciativas que contribuam para a capacitação de recursos humanos no setor cultural;Inciso VI _ apoiar projetos que incentivem o desenvolvimento cultural das comunidades e a formação de plateias;Inciso VIII _ promover a integração e a valorização das culturas regionais.O MBE contribui diretamente para esses objetivos ao capacitar 210 artistas e gestores culturais, promover 14 dias de atividades formativas e impactar mais de 2.000 pessoas indiretamente, estimulando a circulação de informações, o fortalecimento das redes locais e o intercâmbio de experiências entre as diferentes regiões do país.Outro aspecto relevante é o impacto social e econômico do projeto. De acordo com dados do IBGE (Pesquisa de Informações Básicas Municipais, 2022), mais de 65% dos municípios brasileiros não possuem ações estruturadas de formação cultural e apenas 18% contam com programas voltados à economia criativa. Diante desse cenário, o MBE atua como ferramenta de inclusão produtiva e fortalecimento da cadeia criativa, oferecendo capacitação gratuita e prática que potencializa a geração de renda e o empreendedorismo cultural.O projeto também promove a valorização da diversidade cultural brasileira, integrando diferentes territórios, sotaques e estilos musicais em uma proposta que reconhece a pluralidade das expressões artísticas nacionais. O caráter itinerante do MBE reforça a descentralização do acesso às políticas públicas de cultura, levando formações de alto nível a regiões historicamente menos contempladas por grandes iniciativas culturais.Do ponto de vista institucional, a execução do MBE também contribui para o fortalecimento do Sistema Nacional de Cultura, ao fomentar a articulação entre setor público, iniciativa privada e sociedade civil organizada. A captação via Lei Rouanet torna-se, assim, um instrumento de cooperação público-privada essencial para democratizar o acesso a projetos culturais de impacto social comprovado.Por fim, destaca-se que o Music Business Experience _ 2ª Edição tem papel estratégico na consolidação de um ecossistema musical mais sustentável, diversificado e inclusivo, promovendo a autonomia dos agentes culturais e estimulando a inovação no campo da economia criativa. O apoio por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura não apenas viabiliza a continuidade e ampliação do projeto, mas também garante a democratização do acesso à formação cultural, a valorização do trabalho artístico e o fortalecimento da identidade musical brasileira.

Estratégia de execução

O Music Business Experience – 2ª Edição (MBE) constitui-se como um projeto de formação, capacitação e fortalecimento da cadeia produtiva da música independente no Brasil, abrangendo sete capitais de diferentes regiões do país. Além das metas, produtos e ações já detalhados nos campos anteriores, destacam-se os seguintes pontos complementares, que evidenciam a relevância, inovação e impacto social do projeto: 1. Alcance e Representatividade Regional O MBE prioriza a distribuição geográfica equilibrada, contemplando capitais das regiões Sudeste, Centro-Oeste, Norte, Nordeste e Sul. Essa itinerância garante que artistas e produtores culturais de diferentes contextos socioeconômicos e culturais tenham acesso a conteúdos técnicos, estratégicos e jurídicos de alta relevância para o fortalecimento de suas carreiras.A seleção das capitais — Belo Horizonte, Goiânia, Campo Grande, São Luís, Belém, Maceió e Porto Alegre — foi definida considerando a representatividade regional e a diversidade do cenário musical local, permitindo que o projeto contribua para a redução das desigualdades de acesso à formação artística. 2. Inovação Metodológica e Tecnológica O MBE utiliza uma metodologia híbrida e inovadora, combinando seminários teóricos, workshops práticos e mentorias individuais, com recursos tecnológicos de produção e difusão de conteúdo. Entre as inovações destacam-se:Apostilas digitais interativas e e-book acessível;Produção de vídeos curtos e documentários para reforço pedagógico;Exercícios de aplicação prática com acompanhamento de mentores;Ferramentas digitais para planejamento de carreira e marketing musical;Integração de recursos de acessibilidade digital e física, permitindo que participantes com diferentes tipos de deficiência usufruam plenamente das atividades.Essa abordagem inovadora garante aprendizagem efetiva e mensurável, além de permitir replicabilidade do modelo de formação em outras regiões e contextos culturais. 3. Sustentabilidade e Legado Cultural O projeto está estruturado para gerar impacto duradouro, por meio de:Produção de material didático permanente (e-book, apostilas e vídeos);Registro audiovisual e fotográfico das edições, formando um acervo que poderá ser utilizado para futuras ações educativas e de pesquisa;Formação de redes de contato entre participantes, incentivando colaboração, parcerias e circulação de projetos culturais;Disponibilização de conteúdos digitais para acesso público, garantindo que os conhecimentos e práticas adquiridas não se restrinjam apenas aos participantes presenciais.O legado do MBE contribui diretamente para a profissionalização do setor musical independente e para a ampliação da presença de artistas brasileiros nos mercados local e internacional. 4. Inclusão e Diversidade O projeto adota medidas de inclusão física, cognitiva e digital, em linha com a legislação vigente e com políticas de promoção da diversidade cultural. Entre os recursos implementados:Intérprete de Libras durante todas as palestras e workshops;Audiodescrição e legendas em todos os materiais audiovisuais;Apostilas, e-book e slides em formato acessível;Espaços físicos adaptados com rampas, banheiros e sinalização tátil;Seleção de participantes baseada em critérios que incentivem equidade de gênero, raça e origem regional.Essa abordagem fortalece a democratização do acesso à formação cultural e artística, promovendo a inclusão efetiva de públicos historicamente marginalizados. 5. Parcerias e Articulação com Instituições O MBE será realizado em parceria com os SESC de cada capital, garantindo infraestrutura de qualidade, apoio logístico e promoção local. Além disso, o projeto articula:Instituições culturais municipais e estaduais;Redes de produtores e artistas independentes;Mídias e assessorias de comunicação locais e nacionais.Essas parcerias potencializam a visibilidade, o alcance e o impacto social do projeto, além de gerar sinergias com políticas públicas de fomento à cultura. 6. Avaliação e Monitoramento O projeto implementa sistemas de monitoramento e avaliação contínua, assegurando mensuração do impacto e cumprimento das metas:Listas de presença e certificados para controle de participação;Formulários de avaliação de aprendizagem e satisfação;Relatórios fotográficos e audiovisuais documentando todas as atividades;Levantamento de indicadores de repercussão digital e participação pública.Essa estrutura garante transparência, prestação de contas e possibilidade de aperfeiçoamento contínuo do modelo formativo, atendendo integralmente aos requisitos da Lei Rouanet. 7. Impacto Social e Econômico Além da formação individual, o MBE contribui para a fortalecimento da economia criativa local, incentivando:Ampliação da capacidade técnica de artistas e produtores independentes;Criação de oportunidades de emprego e renda no setor cultural;Potencialização da circulação de música e projetos culturais em diversas regiões do país.O projeto representa um investimento estratégico na profissionalização artística, promovendo impactos diretos e indiretos em toda a cadeia produtiva da música brasileira. 8. Compatibilidade com Objetivos da Lei Rouanet O MBE se enquadra nos incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91 relacionados à:Valorização da produção artística nacional;Difusão e capacitação cultural;Incentivo à inclusão social por meio da arte.E contribui para os objetivos do Art. 3º, incluindo:Formação de público e agentes culturais;Ampliação do acesso à produção cultural;Fortalecimento da identidade cultural brasileira. Conclusão Estas informações complementares demonstram que o MBE não é apenas um evento pontual, mas uma proposta estruturada, inovadora e de alta relevância social e cultural, capaz de gerar impacto nacional, promover inclusão, fortalecer a economia criativa e contribuir para a profissionalização de artistas independentes em todo o Brasil.O projeto reúne experiência técnica, equipe qualificada, metodologia inovadora, recursos acessíveis e produtos culturais de alta qualidade, atendendo integralmente às exigências da Lei Rouanet e do sistema SALIC.

Especificação técnica

O Music Business Experience – 2ª Edição (MBE) é estruturado em múltiplos produtos formativos e culturais, cada um detalhado a seguir quanto a duração, materiais, metodologia pedagógica e acessibilidade, garantindo clareza, mensurabilidade e alinhamento aos objetivos do projeto. 1. Seminários e Painéis Formativos Descrição: Seminários presenciais e interativos, mediando o diálogo entre palestrantes e participantes sobre os eixos do projeto.Eixos Temáticos:Gerenciamento de Carreira Artística (Mr. PinGO)Branding e Posicionamento Artístico (Mr. PinGO)Gestão Financeira e Sustentabilidade (Mr. PinGO)Marketing Digital para Músicos (Thiago Hideki)Direitos Autorais e Propriedade Intelectual (Bruna Campos)Duração: 2 dias por cidade, 4 horas de palestras por dia, totalizando 8 horas por edição.Material: Slides digitais, apostilas de apoio, blocos de exercícios práticos, certificados de participação.Projeto Pedagógico: Método ativo, com exposições dialogadas, estudos de caso, exercícios práticos e sessões de perguntas e respostas. Cada tema possui roteiro de aprendizado estruturado, contemplando introdução teórica, aplicação prática e síntese de conteúdo.Acessibilidade:Intérprete de Libras disponível em todas as palestras;Audiodescrição para gravações e transmissões;Legenda descritiva em vídeos e slides;Espaço físico acessível com rampas e banheiros adaptados. 2. Workshops Práticos Descrição: Oficinas práticas com aplicação direta dos conteúdos dos seminários, promovendo capacitação técnica e estratégica.Duração: 2 dias consecutivos, integrados aos seminários. Cada workshop tem 2 horas de duração por tema, totalizando 10 horas práticas por edição.Material:Apostilas digitais e impressas;Modelos de planejamento de carreira, planilhas financeiras, roteiros de marketing digital;Materiais multimídia e exercícios interativos.Projeto Pedagógico: Estrutura de aprendizagem experiencial, com orientação individual e em grupo, exercícios aplicados e análise de resultados. Cada participante produz um plano de ação pessoal, consolidando os conceitos aprendidos.Acessibilidade: Todos os materiais impressos e digitais estão em formatos compatíveis com leitura por softwares assistivos, além de legendas, Libras e audiodescrição. 3. Publicação Digital – E-book MBE Descrição: E-book educativo que reúne conteúdos de seminários e workshops, servindo como manual de referência para artistas independentes.Paginações: Aproximadamente 80 páginas, organizadas por módulos temáticos (carreira, branding, finanças, marketing digital e direitos autorais).Duração: Disponível online permanentemente; leitura estimada de 5 a 8 horas.Material: PDF interativo, com hyperlinks, vídeos incorporados, gráficos explicativos e exercícios.Projeto Pedagógico: Estrutura modular e autoexplicativa, permitindo que o leitor desenvolva habilidades de forma autônoma ou complementar às oficinas presenciais.Acessibilidade: Arquivo compatível com leitores de tela, versão em Libras e audiodescrição incorporada. 4. Produção Audiovisual Descrição: Registro integral das atividades presenciais, incluindo painéis, workshops, depoimentos e momentos de networking.Duração: Cada vídeo terá entre 5 e 15 minutos, totalizando cerca de 90 minutos por capital.Material: Filmagem em alta definição, áudio multicanal, edição profissional com legendas e audiodescrição.Projeto Pedagógico: O material audiovisual serve como recurso de reforço e revisão do aprendizado, podendo ser utilizado por participantes e pelo público externo para consultas e estudo contínuo.Acessibilidade: Todos os vídeos terão legendas descritivas, audiodescrição e tradução em Libras. 5. Registro Fotográfico Descrição: Cobertura fotográfica profissional das sete edições, documentando participantes, palestrantes, interações e produções artísticas.Duração: 2 dias por cidade (integrado à execução presencial).Material: Fotografias digitais em alta resolução, álbuns organizados por cidade e tema.Projeto Pedagógico: As fotografias reforçam os conteúdos das oficinas e seminários, servindo como registro de evidências pedagógicas e material de apoio para relatórios e divulgação.Acessibilidade: Fotografias acompanhadas de descrições textuais detalhadas para leitura por softwares assistivos. 6. Comunicação e Assessoria de Imprensa Descrição: Planejamento e execução de ações de comunicação para divulgação do projeto, participação em mídias e engajamento do público.Duração: 5 meses (pré-produção e execução: meses 3 a 7).Material: Releases, posts em redes sociais, peças gráficas digitais, clipping de mídia, relatórios de engajamento.Projeto Pedagógico: Embora não seja formativo direto, contribui para difusão do conhecimento gerado, ampliando o impacto social e educativo do projeto.Acessibilidade: Conteúdos digitais adaptados com contraste adequado, fontes legíveis e legendas em todos os vídeos. 7. Certificação e Avaliação Descrição: Entrega de certificados de participação a todos os participantes e realização de avaliação de impacto formativo.Duração: Entrega imediata ao final de cada edição.Material: Certificados digitais, formulários de avaliação, planilhas de monitoramento de aprendizagem.Projeto Pedagógico: Permite mensurar aprendizagem, satisfação e aplicabilidade prática, contribuindo para melhorias contínuas do projeto.Acessibilidade: Certificados digitais acessíveis em PDF, compatíveis com leitores de tela. Resumo Técnico da Obra Formato: Presencial e digital, com materiais complementares online.Duração total do projeto: 9 meses, sendo 2 dias por capital para execução presencial.Produtos gerados: Seminários, workshops, e-book, registros audiovisuais e fotográficos, materiais didáticos acessíveis, certificação.Classificação indicativa: Livre, voltado a artistas, produtores, gestores culturais e público em geral interessado em música independente.Acessibilidade integral: Física e de conteúdo (Libras, audiodescrição, legendas, braille digital, rampas, banheiros adaptados, materiais acessíveis). O detalhamento técnico garante transparência, mensurabilidade e comprovação documental, atendendo aos critérios do SALIC e da Lei Rouanet para aprovação de projetos culturais com impacto nacional.

Acessibilidade

O projeto Music Business Experience – 2ª Edição (MBE) assegura o acesso pleno e equitativo de pessoas com deficiência e mobilidade reduzida, tanto no deslocamento físico quanto na compreensão e fruição dos conteúdos. Todas as etapas do projeto — desde os workshops até as apresentações e atividades formativas — adotarão medidas de acessibilidade universal, conforme o disposto na Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015) e nas orientações da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/1991).1. Acessibilidade FísicaAs atividades presenciais do MBE ocorrerão prioritariamente em unidades do SESC nas capitais de Belo Horizonte, Goiânia, Campo Grande, São Luís, Belém, Maceió e Porto Alegre, instituições reconhecidas nacionalmente por sua infraestrutura física adaptada e acessível. Para garantir o pleno acesso ao público com deficiência ou mobilidade reduzida, serão adotadas as seguintes medidas:Acessos e circulações adaptadas: todos os espaços utilizados (salas de workshop, auditórios, áreas comuns) contarão com rampas, elevadores e corrimãos, permitindo circulação autônoma de cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida.Banheiros acessíveis: todos os locais contarão com banheiros adaptados conforme norma ABNT NBR 9050, garantindo autonomia e segurança.Sinalização tátil e visual: serão utilizados pisos táteis, mapas de acesso, sinalização em braille e em alto contraste para indicar saídas, banheiros, acessos e rotas principais.Reservas de assentos preferenciais: haverá lugares reservados para pessoas com deficiência visual, auditiva e motora, próximos aos intérpretes de Libras e facilitadores de comunicação.Equipe de apoio treinada: a equipe de produção local receberá capacitação em atendimento inclusivo, incluindo orientações de abordagem e suporte a pessoas com diferentes tipos de deficiência.Essas ações asseguram acessibilidade arquitetônica e atitudinal, permitindo a participação segura e confortável de todas as pessoas no ambiente físico do projeto. 2. Acessibilidade de ConteúdoO MBE reconhece que a verdadeira inclusão cultural envolve também o acesso ao conteúdo e à comunicação, garantindo que pessoas com deficiência sensorial, auditiva e visual possam compreender e interagir plenamente com as atividades formativas e artísticas. Para isso, o projeto adotará os seguintes recursos e medidas:Interpretação em Libras: todos os painéis, palestras e workshops contarão com intérpretes de Libras (Língua Brasileira de Sinais), garantindo acesso integral às pessoas surdas.Legenda descritiva em vídeos e materiais digitais: todo conteúdo audiovisual produzido pelo projeto (vídeos de divulgação, entrevistas, clipes e registros das oficinas) incluirá legendas descritivas, com indicação de sons, ruídos e falas, tornando-os acessíveis a pessoas com deficiência auditiva.Audiodescrição: os vídeos institucionais e de divulgação contarão com audiodescrição, descrevendo imagens, expressões e elementos visuais, possibilitando a compreensão por pessoas cegas ou com baixa visão.Material didático acessível: o conteúdo pedagógico das oficinas será disponibilizado também em formato digital acessível (PDF com leitura por voz) e em versão Braille sob demanda, para garantir o acesso de participantes com deficiência visual.Visita sensorial e mediação inclusiva: antes das atividades práticas, será realizada uma visita sensorial ao espaço com participantes cegos e baixa visão, conduzida por mediadores treinados, para que possam se orientar e reconhecer o ambiente.Comunicação acessível online: as redes sociais e o site do projeto utilizarão descrições alternativas de imagens (texto alternativo) e legendas automáticas revisadas em todos os vídeos postados, garantindo acessibilidade digital e alinhamento às diretrizes de comunicação inclusiva.Essas medidas visam eliminar barreiras na compreensão dos conteúdos, permitindo que participantes com diferentes deficiências usufruam plenamente das atividades formativas e dos produtos culturais gerados pelo MBE. 3. Compromisso Institucional e MonitoramentoA coordenação do projeto garantirá que todas as ações de acessibilidade estejam planejadas no cronograma e no orçamento, com recursos destinados à contratação de intérpretes de Libras, audiodescritores e consultores de acessibilidade. Será mantido um protocolo de monitoramento junto às equipes locais do SESC, assegurando o cumprimento das normas de acessibilidade física, bem como a documentação fotográfica e audiovisual para comprovação das ações na prestação de contas do projeto. 4. Impacto das Medidas de AcessibilidadeAs ações previstas ampliam o alcance social e a diversidade do público beneficiado pelo MBE, permitindo que artistas, produtores e agentes culturais com deficiência possam participar de todas as etapas de formação e troca de conhecimento. Assim, o projeto consolida-se como uma iniciativa democrática, inclusiva e comprometida com a equidade cultural, alinhada aos princípios da Lei Brasileira de Inclusão, aos objetivos do Art. 3º da Lei 8.313/91 e às diretrizes da Secretaria Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência.

Democratização do acesso

O Music Business Experience – 2ª Edição (MBE) foi concebido com o propósito de democratizar o acesso à formação, à informação e às oportunidades no setor musical brasileiro, assegurando que artistas e produtores culturais de diferentes regiões, faixas etárias, classes sociais e contextos econômicos possam participar gratuitamente das atividades oferecidas.A iniciativa reconhece que a profissionalização artística e o domínio das ferramentas de gestão e comunicação são condições essenciais para o fortalecimento da economia criativa nacional, mas que grande parte dos artistas independentes encontra barreiras financeiras, geográficas e educacionais que limitam seu desenvolvimento profissional. Por isso, a 2ª edição do MBE estrutura-se em torno de três eixos fundamentais de democratização: acesso gratuito, descentralização territorial e diversidade de público.1. Acesso gratuito e equitativoTodas as atividades presenciais e on-line do projeto serão totalmente gratuitas, incluindo workshops, painéis, mentorias e material didático digital. O acesso gratuito assegura a inclusão de artistas e produtores de baixa renda, estudantes de escolas públicas, agentes culturais autônomos e integrantes de comunidades periféricas ou tradicionais, que normalmente não dispõem de recursos para participar de formações especializadas no setor musical.Para garantir transparência e equidade na seleção dos participantes, o projeto realizará chamadas públicas regionais, amplamente divulgadas nas redes sociais do MBE, nas unidades do SESC e em veículos de comunicação locais. A seleção seguirá critérios de diversidade e representatividade, com reserva de vagas para:Pessoas negras, indígenas e LGBTQIA+;Mulheres artistas e produtoras;Pessoas com deficiência (PCD);Moradores de periferias urbanas e comunidades tradicionais;Jovens artistas em início de carreira.Essas medidas asseguram que o projeto alcance grupos historicamente sub-representados na cadeia produtiva da música e contribua para a promoção da igualdade de oportunidades no campo cultural.2. Descentralização territorialO MBE – 2ª Edição reafirma seu compromisso com a descentralização cultural, princípio norteador da Lei Rouanet e das políticas públicas do Ministério da Cultura. A escolha das sete capitais — Belo Horizonte, Goiânia, Campo Grande, São Luís, Belém, Maceió e Porto Alegre — foi estratégica, visando contemplar diferentes regiões brasileiras (Sudeste, Centro-Oeste, Norte, Nordeste e Sul) e ampliar o acesso de públicos fora dos grandes eixos culturais e econômicos do país.Em cada capital, as atividades ocorrerão em unidades do SESC, espaços públicos reconhecidos por sua infraestrutura acessível, segurança e capilaridade local, o que garante amplo alcance regional e social. Essa estratégia possibilita o envolvimento direto das comunidades culturais locais, fortalecendo os ecossistemas criativos de cada região e estimulando redes de cooperação entre artistas, produtores e instituições.Além das atividades presenciais, o projeto disponibilizará conteúdos digitais gratuitos, incluindo vídeos das palestras, entrevistas com especialistas e e-books sobre os temas abordados (gestão de carreira, branding artístico, direitos autorais, marketing digital e gestão financeira). Esses materiais permanecerão disponíveis em plataformas abertas e acessíveis, ampliando o impacto do projeto para além das fronteiras físicas das capitais participantes.3. Diversidade e inclusão culturalA democratização do acesso no MBE também se concretiza por meio da promoção da diversidade cultural. A curadoria dos workshops e painéis buscará representar diferentes estilos musicais, linguagens e identidades regionais, valorizando tanto a produção contemporânea quanto as manifestações populares e tradicionais.O projeto estimulará o diálogo entre o mercado musical e os agentes culturais de base, criando pontes entre artistas independentes e profissionais de gravadoras, selos, plataformas digitais, distribuidoras e instituições públicas. Essa aproximação contribui para reduzir as desigualdades de acesso às redes de difusão e monetização da música, tornando o mercado cultural mais plural, sustentável e inclusivo.Além disso, cada edição contará com a presença de mentores e especialistas de diferentes origens, gêneros e trajetórias, garantindo pluralidade de referências e a valorização da representatividade nos espaços de fala. 4. Comunicação inclusiva e ampliação de alcanceO plano de comunicação do MBE foi desenvolvido com foco na ampliação do alcance e acessibilidade dos conteúdos, utilizando linguagem clara, visualmente acessível e multiplataforma. As ações incluem:Campanhas de divulgação nas redes sociais e rádios comunitárias, ampliando o acesso a públicos periféricos e interioranos;Conteúdos legendados, com audiodescrição e tradução em Libras, garantindo inclusão de pessoas com deficiência;Material digital acessível (arquivos compatíveis com leitores de tela);Press kit e releases acessíveis enviados a veículos de imprensa locais e especializados;Utilização de mídias colaborativas e comunitárias, fortalecendo a circulação de informações entre grupos e coletivos culturais regionais. A comunicação inclusiva reforça a função pública e educativa do projeto, estimulando a formação de público e a valorização da cultura como direito de todos os cidadãos.5. Sustentabilidade social e legadoComo medida de continuidade e democratização ampliada, o projeto estabelecerá uma rede permanente de contato e intercâmbio entre os participantes, por meio de grupos online e encontros virtuais pós-evento. Essa rede permitirá o acompanhamento das trajetórias profissionais dos artistas capacitados, fomentando novas parcerias e a circulação de conhecimento entre as regiões.Os materiais produzidos (apostilas, vídeos e relatórios) serão disponibilizados gratuitamente sob licença aberta, permitindo sua utilização por escolas, coletivos e instituições culturais. Dessa forma, o MBE gera um legado educacional e formativo duradouro, fortalecendo o campo da música independente e contribuindo para o cumprimento dos objetivos do Art. 3º da Lei nº 8.313/91, especialmente no que se refere a:Inciso I: estimular a criação, produção e difusão de bens culturais;Inciso II: promover o acesso à cultura e à formação artística;Inciso III: apoiar iniciativas que contribuam para a capacitação de recursos humanos no setor cultural;Inciso VI: incentivar o desenvolvimento cultural das comunidades e a formação de plateias;Inciso VIII: promover a integração e valorização das culturas regionais. 6. Alinhamento às políticas públicas de culturaAs medidas de democratização adotadas pelo MBE estão alinhadas aos princípios constitucionais do acesso universal à cultura (Art. 215 da Constituição Federal), à Lei nº 8.313/1991 (Lei Rouanet) e às diretrizes da Política Nacional de Cultura Viva, que valorizam o protagonismo dos agentes culturais e a inclusão de populações em situação de vulnerabilidade.ConclusãoPor meio dessas ações, o Music Business Experience – 2ª Edição consolida-se como uma plataforma de democratização do acesso à cultura e à formação profissional, comprometida com os princípios da equidade, diversidade e acessibilidade. O uso do mecanismo de incentivo fiscal da Lei Rouanet é essencial para viabilizar a gratuidade e a amplitude territorial do projeto, permitindo que o conhecimento e as oportunidades cheguem a públicos historicamente afastados do circuito formal da cultura. Dessa forma, o MBE não apenas cumpre os objetivos legais da Lei Federal de Incentivo à Cultura, mas também contribui de maneira concreta para formar novos agentes culturais, descentralizar o acesso e fortalecer a economia criativa brasileira.

Ficha técnica

Valter Serafim (Mr. PinGO) – Proponente, Produtor Cultural e Palestrante Produtor cultural, palestrante e estrategista criativo com mais de 20 anos de atuação no mercado da música e da economia criativa. Idealizador e curador do projeto Music Business Experience, que em sua primeira edição percorreu sete capitais brasileiras impactando artistas e empreendedores culturais com capacitações em gerenciamento de carreira artística, branding, gestão financeira e marketing digital. Mr. PinGO é conhecido por sua linguagem acessível e inspiradora, aliando conhecimento técnico e vivência prática no cenário artístico independente. Atua como mentor e consultor de artistas e selos musicais, tendo desenvolvido projetos de branding, reposicionamento de carreira e sustentabilidade financeira no setor criativo. Possui sólida trajetória em palestras, painéis e mentorias voltadas à profissionalização do artista independente, participando de eventos culturais e programas de formação apoiados por instituições públicas e privadas. É reconhecido por sua contribuição à formação de novos agentes da música brasileira, conectando gestão, arte e inovação. Felipe Alemar – Produtor Técnico Profissional com ampla experiência em produção técnica e logística de eventos culturais, musicais e corporativos. Atua há mais de 10 anos na área de infraestrutura técnica, montagem de palco, sonorização, iluminação e coordenação operacional de eventos de médio e grande porte. Felipe já integrou equipes de produção de festivais, mostras de arte e turnês nacionais, sendo responsável pela coordenação técnica de equipamentos, fornecedores e cronogramas de montagem/desmontagem. No MBE, será o responsável por garantir a excelência técnica e a padronização das estruturas nas sete capitais, assegurando acessibilidade, segurança e qualidade sonora e visual. Polliana Carrilho – Designer Gráfico e Diretora de Arte Designer visual e diretora de arte com mais de 12 anos de experiência em comunicação visual, identidade de marca e design cultural. Atua na criação de identidades visuais e campanhas gráficas para projetos culturais, artistas, instituições e marcas criativas. Polliana desenvolve projetos com ênfase em design inclusivo e comunicação acessível, valorizando a estética contemporânea e a diversidade visual brasileira. Responsável pela identidade visual do MBE, assinará o conceito gráfico, os materiais promocionais, a sinalização acessível e os conteúdos digitais do projeto. Seu trabalho alia criatividade, clareza comunicacional e coerência estética, fundamentais para a valorização da marca MBE e para a democratização do acesso à informação. Bruna Campos – Palestrante / Especialista em Direitos Autorais Advogada, pesquisadora e educadora com atuação destacada na área de Direitos Autorais, Propriedade Intelectual e Negócios da Música. Possui formação jurídica e especialização em Gestão de Políticas Culturais, com experiência em consultoria para artistas independentes, produtores e empresas criativas. Bruna é palestrante e professora convidada em diversos cursos e eventos sobre gestão de direitos, registro de obras, editais e modelos de monetização na música digital, orientando artistas sobre seus direitos e deveres no ambiente criativo contemporâneo. No MBE, conduzirá os painéis sobre Direitos Autorais e Propriedade Intelectual na Música, abordando temas práticos e atuais sobre o mercado. Ricardo Alves – Fotógrafo Fotógrafo profissional com mais de 15 anos de experiência em fotografia de eventos, espetáculos e projetos culturais. Especializado em retratos artísticos e fotografia documental, já atuou em diversos festivais, shows e projetos de difusão cultural, registrando imagens para acervos, relatórios e campanhas institucionais. Ricardo é reconhecido por seu olhar sensível e técnico, capaz de traduzir em imagens a atmosfera e a emoção das experiências culturais. No MBE, será o responsável pela cobertura fotográfica das sete edições, produzindo material de alta qualidade para divulgação, relatórios e memória institucional do projeto. Ingrid Lopes – Produtora Executiva Produtora cultural com ampla experiência em planejamento, gestão e execução de projetos culturais e artísticos em âmbito nacional. Atua na área desde 2012, tendo colaborado com iniciativas nas áreas de música, artes cênicas, audiovisual e formação artística. Ingrid é especialista em captação de recursos, coordenação de equipes e acompanhamento de metas e cronogramas, com passagens por projetos financiados via Lei Rouanet, Fundo de Apoio à Cultura e editais estaduais e municipais. No MBE, exercerá a função de Produtora Executiva Nacional, coordenando as equipes locais, o fluxo orçamentário e o cumprimento das etapas técnicas e administrativas, garantindo eficiência e transparência na execução do projeto. Camila Muguruza – Assessora de Imprensa e Comunicação Jornalista e assessora de imprensa com mais de 15 anos de experiência em comunicação institucional, assessoria de mídia e relações públicas. Atua na divulgação de projetos culturais, festivais, artistas e iniciativas do setor criativo. Camila possui trajetória consolidada na articulação com veículos de imprensa regionais e nacionais, além de experiência em planejamento estratégico de mídia, gestão de crise e comunicação inclusiva. No MBE, será responsável pela coordenação da assessoria de imprensa, produção de releases, relacionamento com jornalistas e criação de conteúdos para mídias digitais, assegurando a ampla visibilidade do projeto e de seus patrocinadores. João Renato – Videomaker e Editor Audiovisual Profissional do audiovisual com sólida experiência em produção, captação e edição de vídeos institucionais, culturais e educativos. Atua na área desde 2010, com trabalhos realizados para produtoras, artistas e instituições culturais. João tem especial interesse em documentação de processos artísticos e formativos, utilizando linguagem cinematográfica para valorizar a narrativa dos projetos culturais. No MBE, será responsável pela captação audiovisual das atividades presenciais e pela edição dos vídeos institucionais e conteúdos digitais que serão disponibilizados gratuitamente após a realização do projeto. Thiago Hideki – Palestrante / Especialista em Marketing Digital para Músicos Estrategista digital e consultor de marketing com foco no posicionamento de artistas, selos e projetos culturais no ambiente online. Atua há mais de 10 anos na área, desenvolvendo planos de comunicação, estratégias de crescimento orgânico e campanhas de engajamento para o setor da música independente. Thiago é palestrante em cursos e eventos de formação, abordando temas como estratégia de redes sociais, distribuição digital, branding pessoal e monetização de conteúdo. No MBE, será responsável pelos workshops de Marketing Digital para Músicos, compartilhando ferramentas práticas e atualizadas para o fortalecimento das carreiras artísticas no ambiente digital. Síntese da Equipe A equipe do Music Business Experience – 2ª Edição reflete o compromisso do projeto com a profissionalização, a diversidade de saberes e a representatividade cultural. Cada membro contribui com experiência comprovada em sua área, garantindo rigor técnico, relevância pedagógica e inovação metodológica na execução do projeto. O conjunto de competências da equipe assegura a excelência técnica, o impacto formativo e o cumprimento dos princípios de democratização e acessibilidade que fundamentam a proposta.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.