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Tecendo Saberes é um projeto dedicado à pesquisa e documentação de saberes manuais brasileiros, destacando o papel das mulheres como protagonistas na preservação e transmissão dessas tradições. O conhecimento registrado será disponibilizado em um livro e um site por cidade, garantindo seu acesso e valorização. Além disso, o projeto promove oficinas formativas para compartilhar essas práticas com outras mulheres, fortalecendo a continuidade das tradições e criando novas oportunidades de trabalho.
Cada livro irá contar a história de mulheres e os seus saberes ancestrais, a modificação da matéria-prima para se tornar uma peça de artesanato, vestimenta ou culinária, que serve de fonte de sustento no entorno de mulheres das regiões pesquisadas. Através de uma pesquisa extensa feita em cada local, com fotos e registros do cotidiano destas mulheres, as obras procuram resgatar os saberes tradicionais passados entre gerações de mulheres, valorizando a manualidade e a sutileza das identidades culturais locais.
Objetivo Geral: Pesquisar e registrar saberes manuais transmitidos por mulheres, resultando na publicação de um livro e na criação de uma plataforma digital por cidade que reúna e difunda esses conhecimentos. O projeto também busca identificar artesãs detentoras dessas tradições e promover oficinas formativas para mulheres em situação de vulnerabilidade social, incentivando a preservação cultural e a geração de renda. Objetivo específico: PRODUTO LIVRO Realizar pesquisas em duas cidades brasileiras para identificar e documentar saberes manuais tradicionais transmitidos e praticados por mulheres da região; Publicar um livro a partir da pesquisa sobre saberes manuais ancestrais por cidade, sendo dois ao total do projeto; Abastecer uma plataforma digital com a pesquisa histórico-cultural realizada, considerando uma janela para cada cidade visitada; Distribuir 500 cópias do livro de forma gratuita em cada uma das cidades contempladas, totalizando 1000 exemplares ao total do projeto; Alcançar ao menos 3 pessoas por livro, contemplando 1500 pessoas por cidade e 3000 ao total do projeto. PRODUTO OFICINAS Realizar 02 oficinas sobre o artesanato pesquisado para as mulheres da região onde se realizou a pesquisa, sendo 01 oficina por cidade; Realizar 02 oficinas com tema de empreendedorismo feminino e educação financeira para as mulheres da região pesquisada, sendo 01 oficina por cidade; Doar 60 bolsas de estudos para as mulheres participantes das oficinas sendo 30 por cidade; Promover 02 oficinas sobre o combate a desinformação para as mulheres de cada região pesquisada, sendo 01 oficina por cidade; Contemplar 60 mulheres com o produto, sendo 30 por cidade.
O projeto quer contar as histórias de mulheres que transformam matérias-primas em elementos culturais como artesanato, vestimentas, culinária, etc. Dar visibilidade a estas mulheres que, enquanto exercem essa arte, transmitem lições preciosas sobre ancestralidade, resiliência e criatividade. O trabalho artesanal é a arte de criar objetos através da transformação de materiais. Esta transformação se dá pelo uso das mãos como principal instrumento de trabalho. O fazer manual, aqui, se sobrepõe às ferramentas que podem ser utilizadas e o resultado dos trabalhos apresenta características particulares de cada profissional, como os gestos e o ritmo, bem como as características sociais compartilhadas pela comunidade no entorno dessas mulheres. Além disso, o trabalho manual surge como uma possibilidade de ocupação e trabalho para as mulheres e é capaz de afetar as relações sociais estabelecidas, tanto nas esferas públicas quanto privadas. Um trabalho que, além de ser muitas vezes o sustento principal de muitas famílias, estimula a criatividade de quem produz e gera satisfação nas profissionais, que se sentem únicas e capazes, por transformarem uma matéria-prima em algo belo, útil ou necessário. O trabalho destas mulheres é reconhecido para além do âmbito doméstico, pois passam a se tornar produtos e fonte de renda. A produção artesanal muitas vezes se caracteriza pelo aspecto geracional, onde estes saberes manuais são passados entre gerações, normalmente de mãe para filha. Entretanto, as novas gerações mais novas não têm demonstrado tanto interesse nas práticas artesanais, ocasionando uma escassez de mão-de-obra para o setor, podendo muitas vezes um saber ancestral deixar de existir devido à falta de pessoas que aprendam o ofício e passem ele adiante. Pensando nisto, o projeto prevê uma pesquisa em cidades brasileiras, buscando estas mulheres que vivem dessa arte manual. A proposta é procurar mulheres que manipulam materiais e os transformam, através da criatividade e do seu saber manual, passado entre gerações, em objetos, vestimentas, pratos, que são sua fonte de subsistência. Da pesquisa surgirá um livro e um site que vão contar, através de textos e fotografias, a história destas mulheres, dando visibilidade à tradição e ao fazer manual. Os livros serão de distribuição gratuita e terão uma edição por cidade. O site contará com duas janelas, uma para cada cidade e conhecimento conquistado. Além disso, em cada cidade, será criada, em conjunto com a artesã, uma oficina para mulheres da região que se encontram em situação de vulnerabilidade social, que irão aprender o ofício, criar suas peças manuais, para que esta seja uma oportunidade de gerar renda para suas famílias e dar continuidade à tradição manual. No momento da pesquisa, serão levantadas as necessidades pedagógicas para as oficinas, com apoio de um profissional que irá confeccionar o material didático e posteriormente auxiliar na condução das oficinas. A mulher referência para a pesquisa, que detém do conhecimento manual, será a pessoa quem irá ministrar a oficina, mas contará com um apoio pedagógico. Ainda será oferecida a estas mulheres uma oficina sobre empreendedorismo criativo para que elas possam administrar suas carreiras, fruto do seu trabalho, aprender a divulgar seu produto e tenham oportunidades de viver a partir da prática aprendida. Junto ao trabalho com estas mulheres, será ainda oferecida uma oficina de combate à desinformação, com o objetivo de desenvolver habilidade para desmistificar fake news, uma competência crítica em informação. Entendemos que tal projeto tem extrema relevância cultural, pois prevê a salvaguarda de saberes e fazeres diretamente ligados à nossa cultura, nossa história e nossa identidade. Viabilizar ele com recursos próprios torna-se inviável, já que envolve diversos profissionais e matéria-prima. Buscamos a lei de incentivo como uma ferramenta fundamental para essa realização, pois através da dedução do imposto de renda, estaremos viabilizando as ações previstas aqui com excelência, inclusão, diversidade e democratização. Entendemos que este projeto esteja alinhado às orientações da Lei 8.313/91, enquadrando-se nos incisos I, II, III, IV, V, VI, VIII, IX do Art. 1º que dizem, respectivamente, sobre: contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória e priorizar o produto cultural original do País. Acreditamos também que o projeto tem como finalidade o fomento à produção cultural e artística mediante à edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes, como a preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante à proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais, e ao estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos, conforme Art. 3º inciso II alínea b, inciso III alínea d e inciso IV alínea b, respectivamente. Ademais, de acordo com a Instrução Normativa nº1, de abril de 2023, entendemos que o projeto esteja de acordo com as medidas de acessibilidade previstas no Art. 25, incisos I e II, que falam sobre os recursos de acessibilidade às pessoas com mobilidade reduzida e os recursos de acessibilidade a pessoas com deficiência auditiva. Somando a isto, o projeto possui democratização do acesso encaixando-se no plano de distribuição do Art. 27 inciso I e II, devido à distribuição gratuita do livro, no Art. 28 inciso I com a doação dos produtos restantes assim como apresenta contrapartidas sociais, segundo Art. 30, parágrafo 1º e parágrafo 2º incisos I e II.
Para o produto LIVRO há compra de 04 passagens aéreas com 02 ocorrências. O item 04 se refere à 04 pessoas: os 02 pesquisadores, 01 fotógrafo e 01 produtor. As 02 ocorrências se referem a ida e volta. Para o produto CURSO há compra de 07 passagens aéreas e 02 ocorrências. O item 07 se refere à 07 pessoas: 01 coordenador pedagógico, 03 oficineiros, 02 produtores, 01 fotógrafo. As 02 ocorrências se referem a ida e volta. Os demais profissionais envolvidos no projeto, ou trabalharão online durante a execução do projeto, ou serão contratados nas cidades contempladas.
Livro Saberes Manuais Número de páginas: 120 páginas de miolo Formato fechado: 16x23cm Capa: capa dura 4x4 cores (colorido) com folha de guarda 4x4 cores em offset 120g Miolo: papel couché fosco 150g hi-kote Asia Pulp & Paper, 4x4 cores (colorido) Acabamento: colado e costurado com laminação fosca Tiragem: 1.000 exemplares (500 por cidade) Projeto pedagógico das oficinas Saberes Manuais Duração da oficina: 24h/aula O projeto pedagógico será construído com a mulher selecionada na cidade, mas a oficina será dividida em momento teórico, onde será abordada a matéria-prima que será trabalhada, bem como sua extração e manipulação. A oficina contará com o momento prático, que é a manipulação dessa matéria-prima, tornando-a um objeto de uso ou consumo humano. Todos os momentos contarão com material didático, uma apostila com textos e ilustrações dos passos a serem seguidos pela artesã Projeto pedagógico da oficina de empreendedorismo criativo Duração da oficina: 6h/aula A oficina irá abordar dois aspectos. Sobre o empreendedorismo feminino serão abordados: características do comportamento empreendedor; mulheres empreendedoras e suas histórias; o empreendedorismo na mulher, perfil da empreendedora, levantamento de oportunidade para empreender, usando as redes sociais para empreender e elaboração de um plano de ação básico. Sobre educação financeira será discutido: o que é essencial e supérfluo nos gastos, qual a porta de saída das dívidas, mudanças de hábitos e planejamento financeiro. Sobre a oficina de combate à desinformação: Duração da oficina: 4h/aula Conteúdo programático: Trata-se de proposta para realização de workshop voltado a mulheres sobre características da desinformação e do discurso de ódio nas redes sociais digitais, apresentando ferramentas para prevenção e combate a campanhas de desinformação e ataques digitais, tais como técnicas de checagem e verificação de fatos (fact-checking), medidas de segurança digital e articulação de redes de apoio em plataformas de rede social. A oficina será composta de um módulo expositivo e dialogal, onde as participantes serão convidadas para uma roda de discussão sobre dores e necessidades em suas experiências com desinformação e discurso de ódio nas redes digitais; e um módulo prático, onde as participantes irão aprender sobre verificação e medidas de segurança digital.
Para o livro: Acessibilidade para pessoas com deficiência física: Não se faz necessária, uma vez que o acesso ao item se dará através da leitura. Acessibilidade para pessoas com deficiência visual: Será produzida uma versão em audiolivro da obra literária. Acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva: Não se faz necessária, uma vez que o acesso ao item se dará através da leitura. Acessibilidade para pessoas com deficiências intelectuais: O livro será trabalhado com uma linguagem facilitada, de modo que possa ser lido por qualquer público. Além disso, ele contará com imagens e registros das pesquisar realizadas, o que facilitará o entendimento do material acessado. Para as oficinas: Acessibilidade física: Serão escolhidos locais amplos, com portas de largura suficiente para receber cadeirantes, de preferência em andares térreos ou em locais que possuírem elevadores ou rampas de acesso, conforme necessidade identificada. Acessibilidade para deficiência auditiva: Há a previsão de contratação de profissional que fará a tradução em libras caso exista algum participante da oficina com deficiência auditiva. Acessibilidade para pessoas com deficiência visual: Serão contratados monitores para acompanhamento das atividades, conforme necessidade identificada. Acessibilidade para pessoas com deficiências intelectuais: Serão contratados monitores para acompanhamento das atividades, conforme necessidade identificada. Os custos de acessibilidade previstos estão considerados na rubrica de custos de divulgação, conforme sugerido em IN.
No intuito de alinhar o projeto no que prevê a IN 23, para atender ao citado no Art. 46, o projeto prevê III - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituição públicas de ensino; e Art. 47: III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição. Os custos de acessibilidade previstos estão considerados na rubrica de custos de divulgação, conforme sugerido em IN.
Sul 21 – Coordenação geral do projeto, gestão administrativa 2017 DOCUMENTÁRIO SOBRE GENTRIFICAÇÃO EM PORTO ALEGRE Série de reportagens e documentário em vídeo sobre o processo de gentrificação na capital do Rio Grande do Sul que, ao longo das últimas décadas, foi expulsando as comunidades mais pobres da população para regiões periféricas da cidade. Esse projeto reuniu depoimentos de representantes das comunidades que foram alvo desse processo de perda de territórios, modos de vida e marginalização social. CONVERSAS CIDADÃS Projeto realizado de 2017 a 2021, por meio de uma parceria entre o Sul21 e o Goethe-Institut Porto Alegre, o Conversas Cidadãs promoveu o debate de temas estratégicos para a defesa da cidadania, da democracia e da qualidade de vida. De 2017 a 2019, os debates ocorreram presencialmente no auditório do Goethe-Institut Porto Alegre. Em 2020, com a chegada da pandemia de covid-19 ao Brasil, os promotores do evento foram levados a pensar novos formatos que não envolvessem a presença de público. Em 2020, o formato escolhido foi o podcast e em 2021 foram produzidos programas em vídeo que foram publicados nas plataformas e redes sociais do Sul21 e do Goethe-Institut Porto Alegre. 2017 Mídia, Poder e as ameaças à democracia No dia 30 de maio de 2017, o Sul21 e o Goethe-Institut Porto Alegre deram início ao projeto com um debate sobre “Mídia, Poder e as ameaças à Democracia”, que reuniu o cineasta Jorge Furtado, o jornalista alemão Thomas Fischermann, editor para a América do Sul do jornal alemão Die Zeit, e a jornalista Cristina Charão, da TVE/Fundação Cultural Piratini. Produção das cidades em espaços participativos Debate realizado no dia 22 de agosto, com a parceria da Pontifícia Universidade Católica (PUC-RS). O tema central foi “O espaço público: produção da cidade em processos participativos”, e teve como debatedores Claudia Favaro, arquiteta, urbanista e militante do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Milton Cruz, doutor em Sociologia pela UFRGS e pesquisador do Observatório das Metrópoles, e o advogado argentino Hector Poggiese, assessor de políticas governamentais de desenvolvimento urbano em projetos na Argentina e no Brasil. O papel das políticas públicas na promoção da cultura Dia 10 de outubro - o papel do Estado no desenvolvimento da cultura e seus equipamentos. O debate contou com a participação do diretor de teatro e então secretário de Cultura de Porto Alegre, Luciano Alabarse, e do ator e artista de rua Hamilton Leite. A conversa foi mediada pela jornalista e crítica teatral Michele Rolim. 2018 A violação de direitos humanos durante a ditadura No dia 17 de abril, o Conversas Cidadãs teve como convidado o historiador Pedro Campos, que falou sobre o papel de grandes empresas na violação dos direitos humanos durante a ditadura. No encontro, foi exibido o documentário “Cúmplices? – Volkswagen e a Ditadura Militar no Brasil”. Campos é professor do Departamento de História e Relações Internacionais da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro e autor do livro “Estranhas Catedrais: As empreiteiras brasileiras e a ditadura civil-militar, 1964 – 1988” (Eduff). O evento contou com o apoio do Laboratório de Estudos sobre os Usos do Passado (LUPPA/UFRGS). Larissa Bombardi: sobre o uso de agrotóxicos no Brasil “Estamos aniquilando a nós mesmos”, é assim que a pesquisadora Larissa Mies Bombardi, do Departamento de Geografia da Universidade de São Paulo (USP), definiu os atuais níveis de consumo de produtos químicos na agricultura brasileira. Autora do atlas “Geografia do Uso de Agrotóxicos no Brasil e Conexões com a União Europeia”, Larissa foi a palestrante do Conversas Cidadãs, realizado no dia 23 de outubro, no auditório do Goethe-Institut Porto Alegre. O encontro debateu o impacto da flexibilização do uso de agrotóxicos no Brasil. 2019 Como o mercado de derivativos se tornou uma ameaça para a democracia A leitura do livro Financial Derivatives and Globalization of Risk a relação entre os sinais emitidos pelo mercado financeiro e os acontecimentos políticos.Arne Hector e Minze Tummescheit apresentaram o resultado de sua pesquisa, no dia 29 de abril, no auditório do Goethe-Institut Porto Alegre, em uma nova edição do Conversas Cidadãs. Os impactos sociais e ambientais da mineração O Conversas Cidadãs, realizado no dia 6 de agosto de 2019, debateu os impactos socioambientais de grandes projetos de mineração que estão em processo de licenciamento ambiental no Rio Grande do Sul. No evento, realizado no auditório do Goethe-Institut Porto Alegre, foi exibido um mini documentário produzido pelo Sul21 sobre a mobilização de comunidades que serão atingidas pelos impactos desses grandes projetos de mineração, no extremo sul do Estado e também na Região Metropolitana de Porto Alegre. 2020 Em 2020, em função das normas de distanciamento social impostas pela pandemia do novo coronavírus, o Conversas Cidadãs adotou o formato de podcast para debater alguns dos impactos que a pandemia de covid-19 já trazia em diferentes dimensões da nossa vida naquele momento. Ao todo, foram quatro podcasts produzidos ao longo do ano. Episódio I: saúde e meio ambiente O primeiro episódio do Conversas Cidadãs 2020 teve como convidados o médico infectologista Ronaldo Hallal, consultor da Sociedade Riograndense de Infectologia, e Jean Segata, professor de Antropologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Eles abordaram o modo como a pandemia afetou a nossa compreensão sobre o tema da Saúde de um modo mais geral e também o que ela tem a nos dizer sobre o modo como nos relacionamos com o meio ambiente e com as demais espécies animais que compartilham conosco a vida no planeta Terra. Episódio II: como a pandemia impactou nossa saúde mental O segundo episódio do Conversas Cidadãs 2020 teve como convidado o psicanalista Robson de Freitas Pereira, membro da Associação Psicanalítica de Porto Alegre. Ele abordou aspectos que envolvem a saúde mental da população diante do isolamento, das milhares de mortes e da falta de perspectiva de retomada da vida como conhecíamos até então. Episódio III: Como a pandemia afetou a vida de quem produz nossos alimentos O terceiro episódio do Conversas Cidadãs trouxe uma conversa com Charles Lima, Micheli Bresolin e Franciele Menoncin, jovens agricultores e agricultoras que tiveram que enfrentar o desafio de seguir trabalhando na produção de alimentos durante a pandemia. Episódio IV: Os impactos da pandemia na economia global e no Brasil No quarto episódio do Conversas Cidadãs 2020, conversamos com o economista Marcio Pochmann, ex-presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA,) sobre o que mudou na economia um ano depois do início da pandemia. 2021 Alimentação e agronegócio O primeiro programa do projeto em 2021 teve como convidados o pesquisador Jean Segata, professor do Departamento de Antropologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), e Juarez Pereira, agricultor, guardião de sementes e integrante da Feira dos Agricultores Ecologistas (FAE), de Porto Alegre. A conversa foi gravada em formato vídeo no auditório do Goethe e lançada no canal do Goethe-Institut Porto Alegre no Youtube. As visões Kaingang e Guarani sobre o Bem-Viver O segundo programa do Conversas Cidadãs 2021 teve como convidados Andre Benites, cacique da aldeia guarani Mata Sagrada, e Marcos Kaingang, do Conselho de Missão entre Povos Indígenas (Comin). No programa, produzido em formato de vídeo, Andre e Marcos falam sobre a noção de Bem Viver na visão Guarani e Kaingang. Ecofeminismo: a resistência das mulheres na pandemia Esse foi o tema do terceiro programa do projeto Conversas Cidadãs 2021 que mostrou como essa conexão entre feminismo e ecologia, em especial, vem se materializando não só como uma reflexão teórica, mas como uma experiência de vida para muitas mulheres. 2022 ANÔNIMAS MARIAS Série em formato de podcast discute as fases da violência doméstica a partir dos relatos de Bárbara, Eduarda e Yasmin. As três estão ou estiveram em situação de violência doméstica e contam as dificuldades de perceber situações abusivas e romper o ciclo de violência perpetrado pelos agressores. EP.:1 – O Ciclo de violência doméstica Ep.:2 – Violência doméstica e pandemia de covid-19 Ep.:3 – Os agressores e as crianças que convivem com a violência 2023 SAMBA DO SUL: SUJEITOS DA MÚSICA POPULAR DE PORTO ALEGRE Em uma série de vídeos produzidos em 2023, o Sul21 contou a história de personagens que marcaram e que constroem a cena sambista na cidade de Porto Alegre em diferentes regiões. Confira as entrevistas do Especial Samba do Sul que foram publicadas no canal do Sul21 no Youtube. Luciano Moraes Velleda – Pesquisador Com 46 anos, jornalista, natural de Porto Alegre (RS), residiu em São Paulo entre 2008 e 2019, tendo atuado durante este período como editor-chefe da revista Lonely Planet, editor-assistente da revista Ensino Superior, assessor de imprensa da Secretaria de Direitos Humanos da Prefeitura de São Paulo (gestão 2013-2016) e repórter do site Rede Brasil Atual. Na capital paulista, também colaborou com as revistas de bordo das companhias aéreas Azul e GOL, revistas Status, Continente, Living Alone, MIT, Educação, Top Destinos, Viaje Mais, Metáfora, entre outras, além do jornal O Globo e portal UOL. Dedica-se ao jornalismo desde 1999, quando começou como assessor de imprensa no Gabinete do Governador do Rio Grande do Sul. Foi editor e viajante-pesquisador dos guias de viagem O Viajante e, posteriormente, assessor de imprensa no Ministério do Desenvolvimento Agrário, em Brasília. Desde março de 2020, é repórter no site Sul21, de Porto Alegre, atuando na cobertura de temas como meio ambiente, saúde, ciências, direitos humanos, cultura e educação. Marco Aurélio Weissheimer - Pesquisador Jornalista, mestre em Filosofia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Trabalha com mídias digitais desde 2001, quando a Agência Carta Maior foi lançada na primeira edição do Fórum Social Mundial, em Porto Alegre. Neste mesmo período, foi tradutor e editor das primeiras edições em português do jornal Le Monde Diplomatique. Desde 2016, é repórter e editor no site Sul21, dedicando-se especialmente a pautas ligadas ao meio ambiente, mineração, alimentação, agroecologia, povos indígenas e direitos humanos. Nos últimos anos vêm se dedicando, entre outros temas, à cobertura dos impactos sociais e ambientais de grandes projetos de mineração no RS, especialmente nas regiões da Bacia do rio Camaquã e em São José do Norte, no extremo sul do Estado. Coordenou em 2020-2021 o projeto “Conversas Cidadãs”, realizado em parceria com o Goethe Institut Brasil, que produziu podcasts e vídeos sobre impactos sociais e ambientais da pandemia de covid-19, como, por exemplo, a relação entre alimentação, saúde e agronegócio. Autor dos livros “Bolsa Família - Avanços, Limites e Possibilidades do Programa” (Fundação Perseu Abramo, 2006), “100 Propostas do Fórum Social Mundial - com outros autores (Editora Vozes, 2006) e “Governar na Crise - Um olhar sobre o governo Tarso Genro” (Libretos, 2016). Ana Karlice Nascimento de Ávila – Assistente de produção Jornalista, mestra em Comunicação pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos) e especialista em Política Internacional pela Pontifícia Universidade Católica (PUCRS). Trabalha com jornalismo digital desde 2006, quando ingressou no Terra. Permaneceu no veículo até 2014, como editora assistente de Mundo, trabalhando na cobertura de grandes eventos, como eleições, conflitos internacionais e mobilizações de diferentes naturezas. Em 2014, ingressou no Sul21, onde passou a se dedicar ao jornalismo local, primeiro como repórter e, depois, como editora, cargo que ocupa até o momento. No Sul21 liderou projetos voltados à defesa dos direitos humanos, do meio ambiente e da diversidade em seus diferentes aspectos. Entre eles, destaca-se o projeto especial Gentrificação, composto por uma série de reportagens e um mini documentário sobre o processo de urbanização da capital gaúcha. Amora Produções Culturais - Produção Executiva A Amora Produções Culturais surgiu em 2012 na cidade de Porto Alegre e desde então tem atuado intensamente na gestão de projetos culturais via editais e leis de incentivo. Dentre os principais trabalhos já realizados destacam-se: direção executiva para o Festival Manuel Padeiro de Cinema e Animação (Pelotas – 2010) elaboração do projeto do espetáculo Estremeço da Cia Stravaganza aprovado no edital Myriam Muniz e Fomento Porto Alegre (Porto Alegre - 2012), concepção, elaboração e direção executiva no festival Canto Livre Estudantil (Porto Alegre - 2014 e 2016), concepção, elaboração e direção executiva no projeto Arte Movie – Festival de Curtas (Rio Grande do Sul 2014, 2016 e 2020), concepção e elaboração do espetáculo Zaoris aprovado no FAC das Artes (Porto Alegre – 2014), concepção, elaboração e produção executiva do espetáculo #7xbeckett aprovado no edital Funarte na Rua e Fumproarte (Porto Alegre – 2014), concepção, elaboração e produção executiva no projeto Incorpore – Mostra de Dança Inclusiva (Chapecó 0 2018), concepção, elaboração e produção executiva no projeto Cine Circular (várias cidades – 2019), elaboração do projeto Caravaggio: Uma história de Fé (Farroupilha – 2019), concepção e elaboração do projeto Em busca de uma infância perdida (várias cidades – 2020). Foi produtora executiva da primeira edição do Projeto “Impulso: viajando pelo mundo”, “Blitz da Alegria”, “Bibi tem um livro no porão”. Mariana Horlle – Coordenação Pedagógica Atriz, bacharel em interpretação teatral e mestra em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e especialista em Música: ensino e expressão pela Universidade Feevale. Trabalha com Educação social e Arte Educação desde 2016, tendo passado pelo Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV) no bairro Santa Tereza, em Porto Alegre e participa de projetos como Iberê nas Escolas (da Fundação Iberê Camargo) na periferia de Porto Alegre, na cidade e Eldorado do Sul e na cidade de Guaíba. Também foi professora no projeto Conviver com Arte na cidade de Guaíba. Em todos os projetos trabalha com crianças e jovens em situação de vulnerabilidade social. Atualmente é Arte Educadora na cidade de Guaíba pelo projeto Iberê nas (trabalhando com adolescentes) e Arte Educadora na APABB/ RS, uma ong que para pessoas com deficiência (trabalhando com um público que varia dos 07 aos 60 anos). É atriz da Oigalê – Cooperativa de Artistas Teatrais desde 2011, tendo atuado em diversos espetáculos de teatro de rua do grupo como “Deus e o Diabo na Terra de Miséria”, “O Negrinho do Pastoreio”, “A Máquina do Tempo”, “O Baile dos Anastácio” e “Circo de Horrores e Maravilhas”, tendo ministrado oficina de Teatro de Rua para adultos e Oficina de Voz para professores da rede municipal de Porto Alegre.
Periodo para captação de recursos encerrado.