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O projeto Gilgamesh, Uma Odisséia Aquática - Espetáculo Ecopoético de Teatro Aquático de Bonecos para Tempos de Urgências tem por objeto a criação de um espetáculo de Teatro de Bonecos contemporâneo, livremente inspirado na tradição do teatro de bonecos aquáticos do Vietnã para o contexto brasileiro e trazendo como temática central na narrativa e estética as emergências climáticas. Será realizado em 04 etapas: 1 - Processo de pesquisa, estudos e de criação cênica; 2 - Planejamento e execução das estruturas cênicas, como cenografia, figurinos, bonecos e objetos cênicos, iluminação e trilha sonora original; 3 - Temporada com 12 apresentações; 4 - Bate-papos com o público para partilha do processo de criação da obra e discussão sobre as relações entre arte, emergências climáticas e o contexto das inundações no estado do Rio Grande do Sul.
Sinopse: Em um universo distópico do Antropoceno, a peça mistura a antiga mitologia de Gilgamesh com um futuro afetado pelas mudanças climáticas, enfatizando a urgência de agir e a necessidade de sacrifícios pessoais para garantir um futuro sustentável. A história convida o público a refletir sobre as consequências de suas ações e a lutar pela preservação do planeta. O espetáculo utiliza o teatro de bonecos aquáticos, inspirado no teatro tradicional vietnamita, com bonecos e elementos de cena à prova d'água manipulados à vista do público. A ação ocorre em uma piscina desmontável, com trilha sonora pré-gravada, iluminação cyberpunk e projeções de imagens e vídeos que criam uma atmosfera imersiva. A história se passa em uma cidade costeira do futuro, agora submersa devido ao aumento do nível do mar. Seus habitantes vivem em plataformas flutuantes, e o protagonista, Gilgamesh, é um ex-magnata da indústria de combustíveis fósseis atormentado pela culpa. Gilgamesh é visitado em pesadelos por Enkidu, um antigo amigo que ele traiu. Enkidu, agora um espírito aquático, pede que Gilgamesh o acompanhe em uma jornada para encontrar uma cidade perdida nas profundezas, onde reside a chave para a restauração ecológica. A bordo de submarinos improvisados, Gilgamesh e Enkidu enfrentam tempestades, criaturas mutantes e vestígios de uma civilização submersa. Eles encontram Ishtar, uma cientista marinha e guardiã do oceano, que se junta à missão. Os heróis chegam a uma metrópole antiga e abandonada, onde descobrem um dispositivo capaz de reverter os danos ambientais. No entanto, sua ativação exige sacrifícios pessoais e ação coletiva. Gilgamesh, Enkidu e Ishtar enfrentam um dilema: sacrificar seus desejos pessoais pelo bem maior ou continuar permitindo a destruição do planeta. Eles escolhem ativar o dispositivo, selando a cidade submersa e mudando o destino da humanidade. A cidade costeira renasce das águas, simbolizando um novo começo sustentável. Gilgamesh, Enkidu e Ishtar tornam-se símbolos de redenção e esperança, inspirando o público a agir pela preservação do planeta. Classificação indicativa etária: Livre (para todas as idades).
Objetivo Geral: O projeto Gilgamesh, Uma Odisséia Aquática - Espetáculo Ecopoético de Teatro Aquático de Bonecos para Tempos de Urgências tem por objeto a criação de um espetáculo de Teatro de Bonecos contemporâneo, livremente inspirado na tradição do teatro de bonecos aquáticos do Vietnã para o contexto brasileiro e trazendo como temática central na narrativa e estética as emergências climáticas. Unindo diferentes tradições narrativas e o incremento de modernas tecnologias de som, luz e imagem em sua composição, o projeto terá como resultado final a realização de um espetáculo teatral inovador e sensorial, encenado em cooperação com Bonecos e Atrizes, dentro de uma cenografia que evoca rios, lagos, mares e oceanos. Através da jornada de Gilgamesh, mítico personagem da literatura antiga mesopotâmica no episódio de sua travessia pelas águas, o espetáculo refletirá as inquietações atuais e urgentes de nosso tempo, relacionadas ao Antropoceno e às mudanças climáticas. Objetivos Específicos: Produto Espetáculo de Artes Cênicas: 1 - Realizar 01 processo de pesquisa, estudos e criação cênica, com uma equipe de artistas multidisciplinar, resultando no desenvolvimento do texto cênico original a partir do roteiro. O processo inclui ainda o planejamento e execução das estruturas cênicas, como cenografia, figurinos, bonecos e objetos cênicos, iluminação e trilha sonora original, e a realização de ensaios técnicos e gerais. 2 - Realizar 01 temporada de estreia, com 12 apresentações da obra, todas com medidas de acessbilidade física e comunicacional. 3 - Realizar 02 bate-papos com o público para partilha do processo de criação e formação de platéia, com transmissão pela internet. Contrapartidas Sociais1 - Realização de 02 encontros com a comunidade escolar (estudantes e professores de escolas públicas) para apresentação do espetáculo e debate sobre as relações entre arte, emergencias climáticas e o contexto das inudações de maio de 2024 no estado do Rio Grande do Sul.
Em tempos urgentes de aceleradas transformações do planeta causadas pela ação humana e resultando nas mudanças climáticas, cujas consequências nefastas dessas transformações já se encontram visivelmente em curso, como a tristemente vivenciada no estado do Rio Grande do Sul em maio de 2024 com consequencias duradoras e permanentes, o paradigma da sustentabilidade se apresenta como uma nova fronteira para as artes, instigando o desenvolvimento de novas linguagens artístico-estéticas e teórico-práticas, aqui denominadas ecopoéticas, que ampliam o papel das artes, notadamente as artes cênicas, no desenvolvimento de uma cultura e de uma estética de sustentabilidade. Sempre sensível às mudanças, o Teatro historicamente buscou responder, refletir e oferecer fendas, possibilidades de saídas para os desafios nascidos da ação humana, seja a partir do enfoque temático, seja através de elementos sensoriais e estéticos mobilizadores da nossa sensibilidade. O projeto Gilgamesh, Uma Odisséia Aquática - Espetáculo Ecopoético de Teatro Aquático de Bonecos para Tempos de Urgências se insere nas relações possíveis entre as artes, o Antropoceno e as questões ecológicas contemporâneas em curso, notadamente das mudanças climáticas e da possibilidade destas representarem uma nova era da história planetária, marcada por interferências graves e talvez irreversíveis à tessitura ecológica do planeta, com reverberações direta na tessitura social humana. O nosso Gilgamesh, herói trazido de um dos textos literários mais antigos conhecidos, chamado a viver uma aventura através das tradições do teatro de bonecos aquáticos em solo brasileiro, busca através desta bricolagem estético-narrativa, refletir os desafios contemporâneos da jornada humana neste momento de nossa história global, marcado pelo aumento das temperaturas, o degelo das calotas polares, a subida das águas, as catástrofes ambientais de amplas magnitudes e o surgimento em todo planeta de imigrantes climáticos. O espetáculo resultante do projeto buscará experimentar estruturas narrativas não lineares para refletir a complexidade temporal do Antropoceno, explorando eventos passados, presentes e futuros em paralelo para destacar as mudanças ao longo do tempo. Mesmo que o projeto proponha um tom denunciador sobre as questões refletidas, não trata-se de criar um espetáculo teatral de cunho apocalíptico e desesperançado. A proposta do trabalho é nos sensibilizar para as mudanças em curso, para compreensão da nossa responsabilidade local e global neste processo e nos instigar a construir saídas, pontes (ou fugas) que ajudem a restaurar o equilíbrio humano e do/com o planeta. Entendemos que a inovação proposta para a criação, produto final gerado e, especialmente, a urgência do tema do projeto o torna relevante e necessário para ocupar a cena brasileira, necessitando de apoio financeiro para sua realização. O projeto será importante também para contribuir com a retomada do setor cultural no estado do Rio Grande do Sul, ao movimentar uma ampla cadeia de artistas, técnicos, produtores e outros profissionais direta e indiretamente contratados para atuar na sua realização. Destacamos que o Núcleo Criativo do projeto (diretor, designer e atrizes) é formado por mulheres (cis e trans) e LGTBQIAP+ (gay e travesti), e presença de negros (pretos e pardos), como forma de valorizar a participação destes segmentos e sua empregabilidade pela cultura. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; O projeto contribui para o alcance dos seguintes objetivos do Art. 3º da referida norma: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura.
REFERENCIAS - Epopéia de Gilgamesh: https://drive.google.com/drive/folders/1LEd1I2ZG2xzfjJalPjVraq427PtZpFze?usp=sharing
Produto Espetáculo de Artes CênicasPerformance ao vivo, sem transmissão pela internetDuração: 60 minutosBate-papoFormato híbrido, presencial com transmissão pela internetDuração: 60 minutos
Produto Espetáculo de Artes Cênicas: Acessibilidade FÍSICA: - Realização das apresentações, bate-papos e encontros com a comunidade escolar em espaço com acessbilidade física garantida: rampas, corrimão, banheiros adaptados e piso tátil. Acessibilidade de CONTEÚDO: - Audiodescrição e intérprete de libras em todas as apresentações do espetáculo.- Audiodescrição e intérprete de libras em todos os bate-papos. - Monitores treinados e espaço sensorial para TEA durante as apresentações.- Textos alternativos e a hashtag #PraTodosVerem com descrição de imagens em todas as peças de comunicação adaptados para leitores de texto.- Disponibilização de versão em áudio do programa do espetáculo.- Monitores treinados e espaço sensorial para TEA durante as apresentações.- Textos alternativos e a hashtag #PraTodosVerem com descrição de imagens em todas as peças de comunicação adaptados para leitores de texto. Contrapartidas Sociais: Acessibilidade FÍSICA: - Realização dos encontros com a comunidade escolar em espaço com acessbilidade física garantida: rampas, corrimão, banheiros adaptados e piso tátil. Acessibilidade de CONTEÚDO: - Audiodescrição e intérprete de libras em todos os encontros com a comuidade escolar. - Monitores treinados e espaço sensorial para TEA durante as apresentações.- Textos alternativos e a hashtag #PraTodosVerem com descrição de imagens em todas as peças de comunicação adaptados para leitores de texto.
- Gratuidade de 100% dos ingressos dos espetáculos, mediante retirada prévia através de plataforma online. - Oferecer de transporte gratuito ao público (ônibus), com acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosospara cada uma das 12 apresentações. - Disponibilização, na Internet, de trechos do espetáculo e transmissão dos bate-papos com o público com sua posterior disponibilização para acesso livre.
Nome: Leandro Alves da Silva - Dirigente da instituição Função no projeto: Gestor do projeto e Diretor Cênico Currículo Resumido: Artista bonequeiro (filiado à Associação Brasileira de Teatro de ABTB Centro UNIMA Brasil União Internacional de Marionetistas UNIMA), diretor teatral (DRT 12.402) e pesquisador. Doutorando em Antropologia Social pelo PPGAS UFRGS. Mestre em Artes Cênicas pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (PPGAC UFRGS), onde defendeu a dissertação: TEATRO DE ANIMAÇÃO E TECNOLOGIAS: Um olhar a partir da Interface sobre o trabalho de algumas companhias do Rio Grande do Sul. Bacharel em Direito pela Universidade Estadual do Piauí (UESPI) e Especialista em Processo Civil pelo Centro Universitário Uninter. Entre seus campos de interesse e pesquisa, estão as relações entre Arte, Tecnologias, Arte Ciborgue e o Corpo Pós-Orgânico. Atuou e dirigiu vários espetáculos teatrais, realizados de forma independente, com o Grupo Fuzuê Teatro de Animação e o NuTA – Núcleo de Teatro de Animação (Porto Alegre RS). Artista Colaborador do Ponto de Cultura Quilombo do Sopapo e membro da Associação Espiritualidade em Saúde, onde coordena o Departamento de Arte-Educação. Mais informações: https://linktr.ee/leandrosilva_art ----------------------------------------- Nome: Ajeff Ghenes Função no projeto: Atuação Cênica Currículo Resumido: MultiArtista, Corpa Cafusa, Travesti Não-Binária, Periférica, Graduande em MODA na Universidade FEEVALE. Formade em Maquiagem Profissional pelo Instituto Mix. Integrante na Cia Teatral Tem Gente no Palco desde 2012, como atriz, figurinista e caracterizadore da maioria dos espetáculos do Grupo, pelos quais recebeu algumas indicações/premiações. Artista Destaque da Mostra Fora da Margem – Panorama Visual das Subjetividades Queer da Associação de Artes Plásticas Francisco Lisboa, pelo Curta “CORPOGRAFIA NA CENA”. AJeff Integra o GET – Grupo de Estudos Teatrais desde 2018, sendo atriz e figurinista do espetáculo “Teima Filho, Teima que Dá”, com o qual, em 2019, recebeu diversas indicações/premiações. É Intérprete na área da Dança desde 2016 e integra os coletivos Bando de Brincantes (desde 2021) e Trupi Di Trapu – Teatro de Bonecos (desde 2022), de Porto Alegre e Ubumpuru Transversal - Uma Corpa Marginal (2023) ----------------------------------------- Nome: Sílvia Duarte Função no projeto: Atuação Cênica Currículo Resumido: Atriz e produtora. Diretora do Instituto Girassol. Assistente social graduada na Universidade Federal do Rio Grande do Sul e licencianda em Teatro na mesma instituição. Curadora e produtora da Mostra CURA - I Mostra de Artes Cênicas Negras de Porto Alegre. Desenvolve importantes projetos culturais nas áreas de literatura, música e teatro. Atualmente, integra o elenco dos espetáculos “Sarau Carolina e Outras Vozes - Vida e Obra de Carolina de Jesus”, da Trupi di Trapu e “Na Trilha das Andarilhas - Cortejos e Festejos” do Ponto de Cultura Quilombo do Sopapo. Já realizou cursos de técnica vocal, expressão corporal, locução para publicidade e propaganda, vídeo e propaganda e contação de histórias. “Sempre estivemos ali: produzindo, atuando, tocando, cantando, iluminando, operando o som, mas também estava presente a insistência em nos invisibilizar. Daí é que vem a necessidade de fortalecer e dar a devida atenção e dignidade aos artistas e profissionais negros.” Link: https://silviadart.com/sobre/ ----------------------------------------- Nome: Lorena Sanchez Função no projeto: Atuação Cênica Currículo Resumido: Atriz, contadora de histórias, bonequeira, arte-educadora, e produtora cultural, a uruguaia Lorena Sanchez (radicada desde 2001 no Brasil) já participou de mais de 25 montagens teatrais, seja na atuação, na técnica, ou na produção. Participando de festivais de teatro a nível nacional recebeu o prêmio de Melhor Atriz em cinco oportunidades e mais outras indicações. Trabalha na atuação e co-produção do projeto Grimm Para Os Pequenos desde 2015. Dirige a La Lola Produtora. Trabalhou na equipe de produção do TV Nação Preta, fez parte da equipe de comunicação dos projetos TamboReS do grupo Alabê Ôni e Criaturas da Literatura da Cia. Teatro Lumbra. Atualmente trabalha na produção executiva de Projeto Afèfé Sise Performance em dança Afro, apoiado pelo FAC Artes de Espetáculo e faz parte da atuação e produção dos coletivos artísticos Capitu e Outras Mulheres (sarau sobre violência doméstica, desde 2018), Coletivo Labareda (espetáculo lítero-teatral Língua Lâmina desde 2020) e Cuidado que Mancha (arte e ação social, desde 2020). ----------------------------------------- Nome: Sílvia Serrano Função no projeto: Projeto visual Currículo: Especialista em Ux Design pela Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC) em 2022. Bacharela em Design de Produto pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) em 2018. Cursou Artes Visuais na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) com mobilidade acadêmica em 2017. Reúne prêmios na área do design como “Bornancini”, pela Associação dos Profissionais de Design do Rio Grande do Sul (vencedora em 2016 e finalista em 2020), e “50 talentos. Ideas para un mundo mejor”, pelo 8º Encuentro da Bienal Iberoamericana de Diseño (BID, 2019) em Madri. Atuou profissionalmente com sinalização urbana (UFRGS|2016 e EPTC|2017), cenografia, projetos gráficos e bonecaria (“Wonderland Ave” - Transit|2020, “Páginas Amarelas - vida e obra de Carolina de Jesus”|2021, “A Andarilha”|2019 e 2021) e atualmente trabalha na área de Ux Ui design (Quattrus). ----------------------------------------- Nome: Rodrigo Shalako Função no projeto: Cenografia Currículo Resumido: Cenógrafo, cenotécnico e produtor. Atuante no ramo da cenografia desde 2012 vem realizando um trabalho onde se destaca por criar, desenhar, produzir e construir suas cenografias com soluções criativas. Se tornou referência como cenotécnico pela experiência na confecção de cenografia, montagens de espetáculos nacionais e internacionais, montagem de exposições, sets de filmagens e festivais como Palco Giratório, Porto Alegre Em Cena e Festival de Teatro de Rua de Porto Alegre (FTRPA). Vencedor do Prêmio Açorianos de Teatro na categoria de Melhor Cenografia em 2016 e 2017 com os espetáculos Ramal 340 (Coletivo Errática) e Imobilhados (Máscara Encena), recebeu também o Prêmio Cenym de Teatro Nacional em 2017 e 2018 na categoria de Melhor Cenografia para o espetáculo "Imobilhados" e Melhor Direção de Arte para o espetáculo Ramal 340.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.