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PRONAC 2511918Autorizada a captação total dos recursosMecenato

“O BRASIL QUE SE CONTA EM DANÇA”

ASSOCIACAO CULTURAL FRUTOS DA TERRA
Solicitado
R$ 589,8 mil
Aprovado
R$ 589,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Dança
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
Olímpia
Início
2026-06-02
Término
2027-06-07
Locais de realização (3)
Brasília Distrito FederalPorto Alegre Rio Grande do SulRio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

"O Brasil que se Conta em Dança" é um espetáculo de dança que celebra a diversidade cultural brasileira por meio de manifestações folclóricas das cinco regiões do país. A turnê une pesquisa, tradição e arte, conduzindo o público por uma jornada imersiva entre ritmos, cores e histórias do Brasil. As danças são apresentadas em sequência, com breves contextualizações acessíveis que explicam origem e significado, tornando a experiência educativa e sensorial. Recursos audiovisuais projetados em telão transportam o espectador a cada região, enquanto figurinos típicos e músicas tradicionais reforçam a autenticidade da cena. Com duração de cerca de uma hora, o espetáculo é interpretado por um corpo de dança formado por integrantes da comunidade, que vivem o folclore como identidade, transmitindo não apenas movimentos, mas também a alma e a memória de cada expressão cultural brasileira.

Sinopse

O espetáculo propõe uma grande viagem pelas raízes culturais do Brasil, revelando em cena a diversidade de manifestações populares que formam a identidade nacional. Inspirado na riqueza dos folguedos, danças e tradições transmitidas entre gerações, o trabalho reúne no palco um mosaico de expressões que nascem da força indígena, da herança africana e das influências europeias, revelando como esses encontros moldaram o corpo, o ritmo e a alma do povo brasileiro.A narrativa é construída em blocos regionais, costurando diferentes estilos que dialogam entre si por meio de projeções audiovisuais, música ao vivo e figurinos autênticos. O público é conduzido a uma imersão sensorial que mistura arte, história e memória coletiva, tornando o espetáculo não apenas um momento de fruição estética, mas também uma poderosa ferramenta de educação cultural.O percurso começa pelo Sul do Brasil, trazendo à cena três danças emblemáticas da tradição popular: o Anu, o Tatu e a Primeira Vez. Essas manifestações refletem a vida comunitária e o cotidiano do povo sulista, revelando a herança de encontros culturais entre indígenas, negros e europeus. As rodas, cantos e passos marcados retratam o espírito de coletividade e a celebração das raízes campeiras, em que o corpo se torna testemunho vivo da memória do campo e da vida rural.Em seguida, o espetáculo se desloca para o Sudeste, onde a diversidade cultural ganha corpo em manifestações profundamente enraizadas na religiosidade popular e na festa comunitária. A Ciranda surge como dança de roda inclusiva, de mãos dadas, evocando pertencimento e união. As Pastorinhas, ligadas às celebrações natalinas, apresentam delicadeza e teatralidade. A Congada e o Moçambique, com forte influência afro-brasileira e católica, celebram a devoção a Nossa Senhora do Rosário e a história de resistência dos negros escravizados, em danças que mesclam fé, ritmo e cor.Do Centro-Oeste, o público é conduzido à impressionante Procissão do Fogaréu, expressão cênica e religiosa que recria os ritos da Semana Santa em Goiás. Com tochas e encenações, a dança dramatiza a captura de Cristo e coloca em cena elementos do teatro popular, ressignificando a fé e a espiritualidade em um espetáculo que une tradição e impacto visual.Seguindo viagem, o Nordeste se revela em energia pulsante e resistência cultural. O Forró ecoa em passos de xote, baião e arrasta-pé, celebrando a vida, a festa e a identidade nordestina. O Carcará, inspirado na força da ave símbolo de coragem e liberdade, traz movimentos vigorosos e desafiadores, traduzindo o espírito de luta do povo. Já a Magalenha, com seu ritmo envolvente, coloca o corpo em celebração, mesclando raízes afro-brasileiras e tropicalidade em uma explosão de cor e movimento.Por fim, o espetáculo chega ao Norte do Brasil, onde o corpo se conecta à força da natureza e à ancestralidade afro-indígena. O Siriá, originário da Ilha de Marajó, com passos que imitam o caminhar do siri, celebra a vida ribeirinha e a resistência comunitária. As Pretinhas de Angola homenageiam as raízes africanas na região, em uma dança que mistura delicadeza e potência. E o Carimbó, talvez a mais emblemática dança nortista, encerra o percurso com alegria contagiante, marcado pelo gingado circular, pelas saias rodadas e pelos tambores que ecoam como coração da Amazônia.O espetáculo tem duração aproximada de 1 hora, sendo apresentado em blocos regionais que se sucedem de forma contínua, interligados por recursos audiovisuais projetados em telão. Esses recursos oferecem breves contextualizações históricas e culturais de até um minuto antes de cada dança, permitindo ao público compreender a origem, o significado e a função social de cada manifestação apresentada, sem quebrar o ritmo da encenação.O corpo de baile é composto por dançarinos(as) com trajetória ligada à cultura popular e ao folclore, reforçando a autenticidade das expressões. Em cada cidade visitada, artistas locais também serão convidados a integrar determinadas coreografias, fortalecendo o vínculo comunitário e ampliando a representatividade regional.A parte musical é conduzida por trilhas tradicionais cuidadosamente selecionadas, algumas adaptadas para dar maior dinâmica cênica às danças. Em determinados momentos, a percussão ao vivo poderá ser utilizada para reforçar a intensidade rítmica, especialmente nas manifestações afro-brasileiras como Maculelê, Batuque da Bahia e Carimbó.Os figurinos são típicos e coloridos, confeccionados com tecidos que remetem às tradições de cada região, já parte do acervo do grupo. Eles são acompanhados de adereços cênicos que enriquecem a narrativa visual, como bastões do Maculelê, redes da Puxada de Rede, tambores, chapéus de palha, entre outros elementos simbólicos.A cenografia é composta por cinco painéis temáticos inspirados em elementos culturais de cada região brasileira, que somados às projeções audiovisuais criam um ambiente imersivo. A iluminação acompanha o clima de cada dança, alternando cores, intensidades e recortes de luz para realçar tanto o corpo dos intérpretes quanto a dramaticidade das encenações.O espetáculo contará ainda com recursos de acessibilidade, como intérprete de Libras em todas as apresentações, legendas descritivas projetadas, audiodescrição em sessões específicas e espaços adaptados para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.Do ponto de vista técnico, cada apresentação exigirá uma estrutura de palco com dimensões mínimas de 10x8 metros, sistema de som profissional, projetor de alta resolução para telão e iluminação cênica completa. A equipe técnica, formada por operadores de som, luz e audiovisual, atuará em sintonia com o corpo artístico para garantir fluidez e qualidade em cada detalhe.Assim, o espetáculo “O Brasil que se Conta em Dança” se consolida como uma experiência artística completa: ao mesmo tempo em que encanta pela beleza plástica, promove uma verdadeira imersão cultural e educativa, garantindo acessibilidade, qualidade técnica e fidelidade às tradições que compõem a identidade do Brasil.

Objetivos

Objetivo GeralPromover a valorização, preservação e difusão da cultura popular brasileira por meio da realização do espetáculo itinerante "O Brasil que se Conta em Dança", um projeto artístico-pedagógico que apresenta danças representativas das cinco regiões do país em capitais brasileiras. O espetáculo, concebido como uma experiência cultural imersiva, busca destacar a pluralidade e a riqueza do folclore nacional, integrando arte, tradição e contemporaneidade.Com entrada gratuita e acessibilidade universal, a iniciativa garante o acesso democrático a públicos diversos, incluindo jovens, famílias, pessoas com deficiência e comunidades em situação de vulnerabilidade. Além de entreter, o projeto pretende educar e sensibilizar, oferecendo ao público ferramentas para compreender a origem, o significado e os símbolos de cada manifestação cultural apresentada, transformando o espetáculo em um recurso pedagógico e de formação cidadã.O objetivo central é contribuir para a preservação do patrimônio cultural imaterial brasileiro, estimulando a continuidade das tradições como patrimônio vivo, aproximando gerações, fortalecendo o senso de pertencimento e reforçando a identidade nacional. Paralelamente, o projeto atua como agente de dinamização da economia criativa, movimentando profissionais das áreas de dança, música, cenografia, figurino, audiovisual e produção cultural, consolidando a associação proponente como referência regional no campo das danças parafolclóricas.Dessa forma, o espetáculo não se limita à apresentação artística, mas se consolida como um instrumento de difusão cultural, formação de plateia e impacto social, deixando como legado o incentivo à preservação do folclore brasileiro, a valorização da diversidade e a promoção da cultura como força transformadora na vida das pessoas e das comunidades.Objetivos Específicos1. Difusão cultural e artística- Realizar 10 apresentações gratuitas do espetáculo "O Brasil que se Conta em Dança" em 5 capitais brasileiras, que serão Rio de Janeiro, Salvador, Belém, Brasília e Porto Alegre, com estimativa de público total de no mínimo 5 mil pessoas.- Apresentar, em cada espetáculo, uma sequência narrativa com 20 danças representativas das cinco regiões do Brasil (Sul, Sudeste, Centro-Oeste, Nordeste e Norte), ressaltando a diversidade cultural nacional.- Utilizar recursos audiovisuais (telão, projeções e trilhas sonoras) em 100% das apresentações, enriquecendo a experiência do público e contextualizando as manifestações culturais.2. Valorização do patrimônio imaterial- Realizar a manutenção dos figurinos já existentes e confecção de novos figurinos, além de 5 cenários temáticos inspirados em indumentárias e símbolos culturais de cada região brasileira.- Ressignificar o folclore como patrimônio vivo, destacando sua contemporaneidade, por meio da adaptação cênica das tradições em todos os espetáculos.- Contribuir para a preservação das tradições populares, alcançando público prioritário de crianças, jovens e famílias em pelo menos 70% do público total.3. Formação e educação cultural- Oferecer, antes de cada dança, 20 breves explicações didáticas com duração de até 1 minuto, em linguagem acessível, em todas as apresentações.- Produzir um minidocumentário de 30 minutos, contendo trechos do espetáculo, bastidores e depoimentos, disponibilizado em formato digital para escolas, centros culturais e plataformas online, com 500 cópias digitais distribuídas gratuitamente.- Estimular a reflexão sobre diversidade cultural e identidade nacional junto a estudantes, atingindo ao menos 20 escolas públicas nas cidades contempladas, por meio da disponibilização do documentário e materiais digitais.4. Impacto social e comunitário- Envolver, em cada cidade visitada, pelo menos 10 artistas locais como intérpretes convidados, promovendo integração e protagonismo comunitário.- Garantir acessibilidade plena em todas as apresentações, com entrada gratuita, intérprete de Libras em palco e espaços reservados para pessoas com deficiência.- Estimular o senso de pertencimento cultural, impactando ao menos 2 mil pessoas em situação de vulnerabilidade social, identificadas por meio de parceria com secretarias municipais de cultura e assistência social.5. Fomento à economia criativaContratar cerca de 50 profissionais da cadeia produtiva da cultura (dançarinos, músicos, figurinistas, cenógrafos, técnicos e produtores) para a execução do projeto.- Movimentar diretamente a economia criativa nas cidades visitadas, por meio da contratação de serviços locais (hospedagem, transporte, alimentação e locação de equipamentos).- Fortalecer a sustentabilidade da associação proponente, garantindo a circulação nacional do grupo em 5 capitais brasileiras, consolidando sua atuação no cenário das danças parafolclóricas.6. Documentação e memória- Registrar em foto e vídeo todas as 5 apresentações, criando um acervo audiovisual de acesso público.- Publicar e divulgar os registros em plataformas digitais e redes sociais, alcançando ao menos 30 mil visualizações durante o período de execução.- Deixar como legado cultural um acervo digital permanente contendo fotos, vídeos e o documentário, disponível gratuitamente no site e redes sociais da associação proponente.

Justificativa

O projeto em tela é especial porque nasce do coração da comunidade, criado por pessoas que vivem o folclore no dia a dia e carregam consigo o compromisso de manter vivas as tradições populares do Brasil. Mais do que um espetáculo, trata-se de uma ação cultural com forte impacto educativo, social e identitário, que busca alcançar públicos diversos, especialmente aqueles com pouco acesso à arte e à cultura. Sua relevância está no propósito claro: preservar, valorizar e difundir o patrimônio imaterial brasileiro, promovendo a conexão entre o público e as manifestações que formam a identidade cultural do país. As danças folclóricas apresentadas no espetáculo foram cuidadosamente pesquisadas, respeitando suas origens e mantendo a autenticidade dos trajes, músicas e movimentos. Assim, o projeto contribui para a continuidade dessas expressões culturais, garantindo que as novas gerações tenham acesso a elas de forma envolvente, lúdica e acessível. O diferencial do projeto está também na amplitude de suas ações. Além das apresentações artísticas, serão realizadas oficinas de danças folclóricas, ministradas pelos próprios integrantes do grupo, promovendo a troca de saberes e o contato direto com a cultura popular. Após, haverá um bate-papo cultural, promovendo a escuta ativa e o diálogo sobre a importância do folclore no Brasil atual. Todas as ações contarão com recursos de acessibilidade, como espaços adaptados, audiodescrição e intérprete de Libras, reforçando o compromisso com a democratização da cultura. Outro ponto central é o compromisso do projeto com a formação de público. Parte dos ingressos será destinada a escolas públicas, ONGs, instituições culturais e projetos sociais, garantindo a inclusão de públicos que, historicamente, têm pouco contato com esse tipo de arte. Dessa forma, o projeto cumpre não apenas uma função artística, mas também educativa e social, ao aproximar crianças, jovens e famílias da riqueza cultural brasileira. Patrocinar este projeto é investir na preservação da memória cultural e na valorização da diversidade brasileira. É apostar em um espetáculo que emociona, educa e conecta, levando o folclore aos palcos com dignidade e respeito. O projeto se fortalece ao ser conduzido por um grupo com trajetória sólida. Com origem na cidade de Olímpia — que detém o título de Capital Nacional do Folclore — foi fundado em 2007 o Grupo Parafolclórico Frutos da Terra, fruto da união de jovens e apaixonados pela cultura popular. Desde o início, o grupo se destacou pelo espírito alegre, descontraído e comprometido em preservar as tradições folclóricas brasileiras. O nome "Frutos da Terra" traduz esse vínculo profundo: "Frutos" significa "filhos" e "Terra" faz referência a Olímpia, resultando em "Filhos de Olímpia _ Frutos da Terra". Hoje, com 18 anos de existência, o grupo é consolidado e reconhecido no meio cultural, com uma grande diversidade de espetáculos que retratam as tradições de norte a sul do Brasil. Todo o repertório é fruto de pesquisa bibliográfica e de campo, em contato direto com historiadores, mestres da cultura e comunidades tradicionais, garantindo autenticidade e credibilidade. Ao longo de sua trajetória, o grupo já representou o Brasil em diversos festivais nacionais e internacionais, impactando milhares de pessoas ao redor do mundo. Entre eles:Festival De Foclore de Olímpia/SP; Festival Internacional de Folclore de Nova Petrópolis/RS; Festival Internacional de Folclore de Passo Fundo/RS; Festidanza em Arequipa (Peru); Folkfaro em Faro (Portugal); Festival Internacional de Villablanca (Espanha); Festival de Sincelejo (Colômbia), entre outros. Essa experiência internacional amplia a responsabilidade do grupo em compartilhar, com o próprio povo brasileiro, as riquezas culturais do país. Se somos convidados a mostrar nossa cultura no exterior, é fundamental que a mesma valorização seja oferecida dentro do território nacional. A turnê contempla inicialmente cinco capitais brasileiras, escolhidas por sua representatividade cultural, relevância simbólica e alcance de público: Rio de Janeiro (RJ): Cidade com grande diversidade cultural, forte presença das tradições brasileiras como um todo e com grande apelo populacional para eventos artíticos, o que torna o público altamente receptivo às manifestações culturais brasileiras. Brasília (DF): centro político-administrativo do Brasil e cidade planejada para ser o símbolo da união nacional. Levar o espetáculo à capital federal é reafirmar a cultura popular como elemento essencial de identidade e coesão do país. Porto Alegre (RS): referência da cultura sulista, marcada por tradições gaúchas, danças de salão e folclore europeu adaptado ao Brasil. Porto Alegre reforça a diversidade do país, mostrando como as influências regionais compõem o mosaico cultural brasileiro. A escolha dessas capitais garante representatividade de diversas regiões do Brasil e reforça a dimensão nacional do projeto. Além disso, são cidades com infraestrutura cultural consolidada, público engajado e grande potencial de difusão do espetáculo. Portanto, o projeto "O Brasil que se Conta em Dança" apresenta-se como uma iniciativa de grande impacto cultural e social, articulando tradição e inovação, arte e educação, inclusão e pertencimento. Ele nasce de uma trajetória consolidada do Grupo Parafolclórico Frutos da Terra, que já representa o Brasil em diferentes palcos do mundo e agora se propõe a levar essa riqueza ao público brasileiro, em uma turnê marcada pela diversidade, pela autenticidade e pela democratização do acesso à cultura. A justificativa de sua realização está na certeza de que investir no folclore é investir na memória, na identidade e no futuro do Brasil.

Especificação técnica

O projeto “O Brasil que se Conta em Dança” prevê, além da realização dos espetáculos, a produção de um conjunto de materiais técnicos, pedagógicos e de divulgação, fundamentais para a compreensão, registro e difusão da proposta. Cada produto foi planejado para dialogar com a função artística, educativa e social do projeto, assegurando o alcance de diferentes públicos e a preservação da memória das ações realizadas.1. Folders InformativosQuantidade: 5.000 exemplares (distribuídos ao público nas 10 apresentações).Paginação: 8 páginas (formato A5, impressão colorida em papel couché 150g).Conteúdo: contextualização das cinco regiões brasileiras, breve histórico de cada dança apresentada, curiosidades sobre os figurinos e instrumentos, além de informações sobre o grupo artístico e a proposta do projeto.Objetivo: servir como guia cultural para o público, ampliando a compreensão das manifestações e fortalecendo o caráter pedagógico do espetáculo.2. Material Pedagógico para OficinasQuantidade: 500 exemplares digitais (PDF) e 200 impressos (para escolas públicas parceiras).Paginação: 20 páginas (formato A4, impressão colorida, papel offset 90g).Conteúdo: textos de apoio com explicações acessíveis sobre o folclore brasileiro, imagens ilustrativas das danças, propostas de atividades práticas, glossário cultural e exercícios de reflexão para estudantes.Objetivo: fornecer subsídios didáticos para professores e alunos das oficinas e rodas de conversa, ampliando o impacto educativo do projeto e possibilitando sua continuidade em sala de aula.3. Materiais de DivulgaçãoPeças gráficas: cartazes (100 unidades em formato A3), banners (20 unidades em lona), artes digitais (redes sociais, site e mídias parceiras).Conteúdo: identidade visual unificada, com imagens do espetáculo, informações sobre datas, locais e acessibilidade das apresentações.Objetivo: garantir ampla visibilidade ao projeto, tanto em formato físico quanto digital, alcançando públicos locais, regionais e nacionais.4. MinidocumentárioDuração: 30 minutos.Formato: audiovisual em alta definição (Full HD, MP4).Conteúdo: trechos do espetáculo, bastidores, depoimentos de artistas, público e especialistas, contextualização histórica das danças.Distribuição: 500 cópias digitais em pen drives para escolas, centros culturais e bibliotecas; disponibilização gratuita em plataformas online e redes sociais do grupo.Objetivo: ampliar o alcance do projeto, garantindo sua perenidade e acessibilidade a quem não puder assistir presencialmente.5. Registro Fotográfico e Acervo DigitalProduto: ensaios fotográficos de todas as 10 apresentações e bastidores.Entrega: banco de imagens com 500 fotos tratadas em alta resolução.Objetivo: criar um acervo público e digital, disponibilizado no site e redes sociais da associação, garantindo registro histórico e visibilidade permanente.6. Projeto Pedagógico IntegradoEstrutura: desenvolvido por educadores e especialistas em cultura popular.Duração: aplicado ao longo dos 12 meses do projeto, com ações de mediação cultural antes e após cada espetáculo.Conteúdo:Oficinas de dança popular (introdução prática a ritmos e passos).Roda de conversa com elenco e comunidade local.Distribuição do material pedagógico e exibição do minidocumentário.Objetivo: formar plateias, estimular a reflexão sobre diversidade cultural e aproximar gerações por meio do conhecimento.7. Estrutura Técnica do EspetáculoDuração da apresentação: 60 minutos.Recursos audiovisuais: projeção em telão de 6x4m com contextualizações.Iluminação: 12 refletores de LED, mesa de controle digital, efeitos de cor e recortes para cenas específicas.Sonorização: sistema de PA de alta qualidade (mínimo 4 caixas full range + 2 subgraves), microfones de lapela e ambiente, além de reprodução digital das trilhas.Palco: dimensões mínimas de 10x8m, com coxias laterais para troca de figurino.Equipe técnica: operadores de som, luz e audiovisual, além de produção local para logística.

Acessibilidade

O projeto prioriza a escolha de espaços culturais que atendam às normas técnicas de acessibilidade, de modo a oferecer infraestrutura segura e inclusiva ao público com deficiência ou mobilidade reduzida. Entre as medidas previstas, destacam-se: Acessos adaptados: todos os espaços de apresentação contarão com rampas, assegurando a circulação de cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. Banheiros adaptados: serão garantidos banheiros acessíveis, devidamente sinalizados e com equipamentos de apoio (barras de segurança, altura adaptada de pias e vasos). Assentos reservados: haverá áreas específicas e devidamente demarcadas para pessoas com deficiência e seus acompanhantes, com localização estratégica que possibilite conforto, segurança e boa visibilidade do palco. Sinalização tátil e visual: guias táteis de piso e sinalização contrastante auxiliarão a orientação de pessoas com deficiência visual ou baixa visão. Equipe preparada: os recepcionistas, monitores e produtores locais receberão treinamento básico em atendimento acessível, reforçando o acolhimento e a autonomia do público. Essas medidas asseguram que o espaço físico não represente barreira, mas sim um facilitador para a participação plena e igualitária do público, fortalecendo o caráter democrático do espetáculo. Acessibilidade de Conteúdo: Além da dimensão física, o projeto adota recursos de acessibilidade de conteúdo que permitem a compreensão integral da proposta artística. Isso se dá por meio da oferta de recursos sensoriais e comunicacionais que ampliam a experiência cultural para pessoas com deficiência auditiva, visual ou intelectual. Entre as ações previstas, estão: Intérprete de Libras em palco: todas as apresentações contarão com interpretação simultânea em Língua Brasileira de Sinais, garantindo que as contextualizações, falas e orientações sejam acessíveis ao público surdo. Audiodescrição ao vivo: em sessões específicas, será oferecida audiodescrição, recurso que descreve em tempo real os elementos visuais da cena, figurinos, cenários e coreografias, permitindo às pessoas cegas ou com baixa visão compreenderem plenamente o espetáculo. Legendas descritivas: serão projetadas em telão legendas com informações adicionais sobre falas, músicas, sons e ambientações, assegurando que pessoas surdas ou com perda auditiva tenham compreensão total do conteúdo. Materiais acessíveis: o mini-documentário educativo e os materiais digitais de apoio ao projeto terão versões em Braille, fonte ampliada e formatos digitais compatíveis com softwares leitores de tela. Esse material será distribuído a escolas públicas, centros culturais e organizações da sociedade civil. Visita sensorial: em sessões selecionadas, haverá visitas sensoriais prévias que permitirão a pessoas com deficiência visual interagir com elementos do espetáculo, como tecidos, adereços, cenários e instrumentos musicais, enriquecendo a vivência artística. Linguagem acessível: as falas de contextualização antes de cada dança, já previstas no projeto, serão elaboradas em linguagem clara e acessível, facilitando a compreensão de públicos diversos, incluindo pessoas com deficiência intelectual. Compromisso com a inclusão cultural O compromisso do projeto com a acessibilidade vai além do cumprimento legal, assumindo caráter educativo, social e cultural. O espetáculo busca tornar-se referência em inclusão cultural, ao assegurar que o patrimônio imaterial brasileiro seja vivenciado de forma igualitária. Ao oferecer entrada gratuita e plena acessibilidade, o espetáculo democratiza o acesso à cultura, aproximando públicos historicamente afastados das experiências artísticas, como pessoas com deficiência, famílias em situação de vulnerabilidade e estudantes da rede pública. Além disso, a acessibilidade também se manifesta na própria concepção pedagógica do projeto: as contextualizações em linguagem simples, os recursos audiovisuais e a adaptação cênica do folclore como patrimônio vivo favorecem a compreensão de públicos diversos, reforçando o caráter educativo, democrático e inclusivo da proposta. Legado em acessibilidade Como parte do compromisso de deixar contribuições permanentes, o projeto constituirá um acervo digital acessível, contendo registros audiovisuais com legenda, Libras e audiodescrição. Esse material ficará disponível no site e nas redes sociais da associação proponente, com acesso gratuito e irrestrito. Assim, o legado do projeto não se limita às apresentações presenciais, mas se estende para além do período de execução, permitindo que escolas, centros culturais e comunidades continuem utilizando os conteúdos de forma acessível. 5. Impacto esperado Com essas ações, o projeto pretende não apenas remover barreiras físicas e comunicacionais, mas também promover uma mudança de paradigma: mostrar que a cultura popular e o folclore, ao mesmo tempo que preservam tradições, podem se atualizar para serem vividos por todos. A acessibilidade plena garante que cada espectador, com ou sem deficiência, possa sentir-se parte da experiência, compreender a riqueza cultural das danças brasileiras e fortalecer o senso de pertencimento à identidade nacional. Dessa forma, o espetáculo cumpre seu papel como agente de inclusão, valorização da diversidade e promoção da cidadania.

Democratização do acesso

O projeto “O Brasil que se Conta em Dança” foi concebido com foco na ampliação do acesso à cultura, garantindo que a fruição artística seja gratuita, democrática e inclusiva. Dessa forma, todas as 3 apresentações do espetáculo nas cinco capitais brasileiras serão de entrada franca, com ingressos distribuídos de maneira acessível e transparente.Distribuição e comercializaçãoNão haverá comercialização de ingressos, já que a proposta tem caráter 100% gratuito. A distribuição será realizada por meio de:Bilheteria social: retirada antecipada em pontos parceiros (teatros, centros culturais, secretarias municipais de cultura e assistência social), garantindo acesso de comunidades em situação de vulnerabilidade.Disponibilização online: reserva digital gratuita em plataforma de ingressos, assegurando praticidade ao público em geral.Ingressos solidários: percentual de entradas reservadas e distribuídas via instituições parceiras (ONGs, associações culturais, escolas públicas, CRAS e entidades de pessoas com deficiência), garantindo prioridade ao público-alvo do projeto.Outras medidas de democratizaçãoPara ampliar o impacto e democratizar ainda mais o acesso, o projeto prevê ações complementares:Ensaios abertos ao público: em cada cidade, será realizado ao menos um ensaio aberto gratuito, permitindo que escolas, famílias e comunidades tenham contato direto com o processo de construção do espetáculo, aproximando artistas e público.Oficinas culturais paralelas: serão oferecidas oficinas de dança e expressão corporal com base no folclore brasileiro, ministradas pelos próprios integrantes do grupo e artistas convidados locais. Essas oficinas, gratuitas, terão como foco crianças e jovens de escolas públicas e coletivos culturais parceiros, fortalecendo a dimensão formativa do projeto.Exibição do minidocumentário educativo: o documentário de 30 minutos produzido no âmbito do projeto será distribuído gratuitamente em formato digital para escolas, centros culturais e organizações sociais. Serão disponibilizadas 500 cópias digitais acessíveis, além de hospedagem em plataformas online e redes sociais da associação, com acesso aberto e gratuito.Transmissão online: pelo menos uma das apresentações será transmitida ao vivo pela internet, por meio do canal oficial do grupo e redes sociais, permitindo que públicos de todo o país tenham acesso remoto ao espetáculo.Acervo digital permanente: registros em foto e vídeo das apresentações, legendados, com Libras e audiodescrição, serão disponibilizados gratuitamente no site da associação proponente, ampliando a permanência e a democratização dos conteúdos.Impacto da democratizaçãoCom essas estratégias, o projeto não apenas garante acesso gratuito e inclusivo às apresentações presenciais, mas também cria condições de ampliação do alcance para públicos que não poderão comparecer fisicamente. Estima-se impactar diretamente cerca de 5 mil pessoas nas apresentações presenciais e, de forma indireta, ao menos 30 mil pessoas através das ações digitais, oficinas e distribuição do documentário.Assim, o projeto se consolida como instrumento de difusão cultural e formação de plateia, oferecendo diferentes pontos de contato com o público e contribuindo para a construção de uma vivência cultural mais democrática, inclusiva e duradoura.

Ficha técnica

Davi Seixas MendesProdutor ExecutivoCargo: Secretario Estadual do CIOFF BRASIL (Conselho Internacional de FestivaisFolclóricos e Artes Tradicionais®)Cargo: Presidente da Associação Olímpiense de Defesa do Folclore Brasileiro(AODFB) – Março de 2017 a Março de 2020.Cargo: Assessor da Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer – Agosto a Dezembrode 2020.Cargo: Produtor cultural e Diretor Proprietário da Mendes Produções CulturaisLTDA (Intercultural Produções)Produzir eventos culturais, empresariais, bem como reuniões administrativas do poder executivo.Destaca-se entre os principais eventos produzidos, O Festival Nacional deFolclore de Olimpia (2023, 2024 e 2025), a 4º Conferência Estadual da Juventude doEstado de São Paulo e a 2º Reunião da APRECESPQualificações e Atividades Complementares▶ Curso de Gestão Cultural revelada na prática: políticas culturais, projetos eeconomia criativa, realizado pela Cultura Presente em setembro de 2024,Informações Adicionais• Participou de diversas edições do Festival do Folclore de Nova Petrópolis e em2018 do Festival Internacional de Folclore de Passo Fundo/RS, integrando adelegação paulista nos eventos.• Em 2012 junto a Grupo Parafolclórico Frutos da Terra, integrou a delegaçãobrasileira nos festivais no FolkFaro na cidade de Faro em Portugal e VillaBlanca na Espanha• Integrou a comitiva brasileira no Circuito Folclórico Internacional del Caribe,que aconteceu na Colômbia.• Premiado pela Academia Olimpiense de Letras com o Título “Monteiro Lobatode Iniciativa Cultural” em 2013• Idealizador e realizador do Encontro Mundial de Cultura Popular, o evento foirealizado de 9 a 12 de março de 2016, e contou com a presença de 9 (nove)delegações, sendo definido pelo Diário da Região como “a Copa Américado Folclore”• Produziu o Grupo Parafolclórico Frutos da Terra na Turne pelo México, realizado em Outubro de 2025. Loraine Melissa Fogagnoli – Diretora Artística- Desde a infância integrou o Grupo Olimpiense de Danças Parafolclóricas “GODAP”.- É uma das fundadoras do Grupo Parafolclórico Frutos da Terra, que está com 17 anos de existência.- É a coreógrafa do Grupo Parafolclórico Frutos da Terra, responsável pelas pesquisas e criação de todos os espetáculos.- Participou de diversas edições do Festival do Folclore de Nova Petrópolis/RS, integrando a Diretoria e o corpo de dançarinos do Frutos da Terra.- Em 2012, junto ao Frutos da Terra, integrou a delegação brasileira nos festivais no FolkFaro na cidade de Faro em Portugal e Villa Blanca na Espanha.- Participou em 2014 com o Frutos da terra, no Circuito Folclórico Internacional del Caribe, na Colômbia.- Participou na produção do Encontro Mundial de Cultura Popular, que foi realizado de 9 a 12 de março de 2016.- Atuou na co-produção de Shows Musicais, Peças teatrais, stand up comedy e eventos de tradição folclórica.- Atua na comissão organizadora do Festival de Folclore de Olímpia, desde 2023.Atividade Realizada:O produtor e a diretora artística, bem como os demais membros da diretoria da Associação Cultural Frutos da Terra terão participação ativa em todas as fases do projeto, assumindo tanto funções de coordenação geral quanto de articulação comunitária e cultural. Mesmo em atividades que contem com equipes contratadas, a presença do produtor será constante como mediador, orientador e responsável pela integridade do trabalho.Atividades desempenhadasCoordenação geral e administrativaPlanejamento do cronograma detalhado do projeto, em diálogo com a equipe de produção.Acompanhamento da execução orçamentária, zelando pelo uso transparente e responsável dos recursos.Supervisão dos processos de contratação de profissionais, fornecedores e serviços.Garantia de cumprimento das obrigações legais e contratuais vinculadas à Lei Rouanet.Articulação institucional e parceriasEstabelecimento de contato com órgãos públicos de cultura, secretarias municipais e estaduais, instituições de ensino e organizações da sociedade civil nas cidades contempladas.Intermediação de parcerias locais para distribuição de ingressos, ações de acessibilidade e mobilização de público em situação de vulnerabilidade.Representação oficial da instituição em reuniões, eventos de divulgação e entrevistas sobre o projeto.Acompanhamento artístico e pedagógicoParticipação na definição da ordem cronológica das danças, garantindo coerência narrativa entre os blocos regionais.Supervisão da atualização das pesquisas folclóricas que embasam o espetáculo, em articulação com pesquisadores e mestres da cultura popular.Apoio ao corpo artístico nos ensaios, atuando como consultor e mediador das adaptações cênicas e pedagógicas.Colaboração na elaboração das falas de contextualização, assegurando clareza, precisão cultural e linguagem acessível.Mediação cultural e atividades educativasCondução ou co-participação em rodas de conversa após as apresentações, promovendo o diálogo entre artistas, público e comunidade local.Apoio às oficinas paralelas, acompanhando o desenvolvimento pedagógico e garantindo a fidelidade ao propósito de valorização do patrimônio imaterial.Elaboração e validação dos conteúdos do material informativo que será distribuído ao público.Acompanhamento da difusão e memóriaSupervisão do registro fotográfico e audiovisual das apresentações.Participação na curadoria dos conteúdos que irão compor o minidocumentário e o acervo digital.Acompanhamento da publicação do material em redes sociais, site institucional e plataformas de acesso gratuito.Papel da instituição proponenteA instituição, além de ser responsável pela execução administrativa e legal do projeto, também atuará como articuladora da economia criativa regional, mobilizando artistas locais, fornecedores e profissionais em cada cidade visitada. Sua experiência acumulada na área de dança parafolclórica garante a qualidade artística e a fidelidade cultural do espetáculo.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.