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O ÀYÉ Centro Cultural e Gastronômico Afro-Brasileiro é a primeira iniciativa integrada no Rio de Janeiro dedicada à preservação, difusão e celebração da cultura negra.Funcionando como um hub cultural permanente no Recreio dos Bandeirantes, o projeto combate o racismo e fortalece a identidade negra, integrando arte, literatura, gastronomia ancestral e educação.O centro de 800m² abriga galeria, biblioteca com 5.000 títulos e restaurante cultural. Sua singularidade está na experiência imersiva e multissensorial, onde cada elemento conta a história e a potência da diáspora.Como laboratório vivo de cultura negra, o ÀYÉ visa: Democratizar o acesso (50% gratuito), capacitar 500 jovens e gerar 50 empregos diretos (priorizando profissionais negros), promovendo a inclusão, a valorização ancestral e novas narrativas culturais no RJ.
SINOPSE DA OBRA: ÀYÉ — Onde a Potência Negra Constrói Novos Mundos O ÀYÉ Centro Cultural e Gastronômico Afro-Brasileiro é um projeto cultural pioneiro que emerge no Rio de Janeiro como uma resposta direta e potente à histórica invisibilidade da cultura negra. Localizado estrategicamente no Recreio dos Bandeirantes, o ÀYÉ — que em Iorubá significa "Terra" ou "Mundo" — é o primeiro equipamento cultural dedicado integralmente à preservação, difusão e celebração da cultura negra brasileira em um formato integrado e multissensorial.A obra consiste na criação e operação de um hub cultural multifuncional de 800m², que rompe com os modelos tradicionais de museus e galerias ao estabelecer um laboratório vivo para a produção de arte, conhecimento e memória.O projeto é estruturado em quatro núcleos interligados:Galeria de Arte Afro-Brasileira: Acervo permanente e exposições de artistas negros contemporâneos e históricos.Biblioteca Literária Especializada: Um centro de referência com 5.000 títulos sobre a diáspora e estudos africanos.Restaurante Cultural: Onde a gastronomia ancestral se transforma em uma linguagem cultural, e cada sabor conta a história das matrizes africanas no Brasil.Espaço Educativo: Dedicado à formação de multiplicadores e à capacitação de 500 jovens em saberes tradicionais e contemporâneos.A singularidade do ÀYÉ reside exatamente nesta integração total: o alimento dialoga com a arte, o livro amplia a experiência visual e a educação conecta o passado ao futuro. Os visitantes são convidados a uma experiência imersiva, não apenas contemplativa, que celebra a identidade negra de forma contemporânea, sofisticada e acessível.Ao descentralizar o acesso à cultura e valorizar os saberes ancestrais, o ÀYÉ projeta um impacto social profundo: ele é um espaço de resistência cultural, de fortalecimento da autoestima da juventude negra e de fomento econômico local. Esta obra é, em essência, a manifestação da potência negra construindo novas realidades e reescrevendo as narrativas culturais do Brasil.
OBJETIVO GERAL:Estabelecer o primeiro centro cultural e gastronômico afro-brasileiro do Rio de Janeiro, criando um espaço permanente de preservação, difusão e celebração da cultura negra brasileira, através de programação integrada que combine arte visual, literatura, gastronomia e educação cultural.OBJETIVOS ESPECÍFICOS:Culturais:• Criar uma galeria permanente com acervo de 200 obras de artistas negros brasileiros contemporâneos e históricos• Estabelecer uma biblioteca especializada com 5.000 títulos sobre cultura afro-brasileira, literatura negra e estudos africanos• Desenvolver programação cultural mensal com 24 exposições, 48 saraus literários e 96 eventos gastronômicos em 24 meses• Formar um centro de referência em cultura afro-brasileira para pesquisadores, estudantes e interessadosEducacionais:• Capacitar 500 jovens em oficinas de arte, literatura e culinária afro-brasileira• Formar 100 multiplicadores culturais especializados em história e cultura afro-brasileira• Desenvolver material educativo sobre cultura negra para distribuição gratuita em escolas públicas• Criar programa de residência artística para 24 artistas negros emergentesSociais:• Democratizar o acesso à cultura afro-brasileira através de programação 50% gratuita• Promover a inclusão social através de programas específicos para comunidades periféricas• Fortalecer a autoestima e identidade cultural de jovens negros da região• Criar espaço de convivência intercultural e combate ao racismoEconômicos:• Gerar 50 empregos diretos permanentes, priorizando profissionais negros• Criar oportunidades para 120 artistas, escritores e chefs através da programação• Movimentar R$ 3 milhões anuais na economia local através do turismo cultural• Estabelecer modelo sustentável de centro cultural autofinanciável
O ÀYÉ Centro Cultural e Gastronômico Afro-Brasileiro representa uma iniciativa de alto interesse público e relevância social que, dada sua escala, abrangência e impacto de longo prazo, exige o apoio do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais (Lei nº 8.313/91) para sua plena realização e sustentabilidade. 1. Necessidade do Incentivo Fiscal A criação do ÀYÉ como um hub cultural permanente — integrando galeria, biblioteca, restaurante e espaço educativo em 800m² — demanda um volume de recursos que excede a capacidade de financiamento próprio ou de patrocínio direto isolado.O incentivo fiscal não é apenas uma fonte de recurso, mas um instrumento de política pública essencial para:Viabilização de Escala: Garantir a criação de um acervo inicial de 200 obras e 5.000 títulos, além da reforma e aparelhamento do espaço físico multifuncional.Sustentabilidade e Continuidade: O mecanismo permite a estruturação de uma programação cultural diversa e a manutenção de uma política de democratização de acesso (50% gratuita), essenciais para o combate ao racismo estrutural através da cultura.Descentralização e Inclusão: O apoio governamental endossa a missão de levar um equipamento cultural de excelência a uma região carente, o Recreio dos Bandeirantes, promovendo a descentralização cultural e a inclusão social de comunidades periféricas.Em suma, o uso do mecanismo é fundamental para transformar o ÀYÉ em um modelo sustentável e autossuficiente de centro cultural afro-brasileiro, garantindo sua longevidade e o cumprimento de sua missão transformadora. 2. Enquadramento Legal (Art. 1º da Lei nº 8.313/91) O projeto ÀYÉ enquadra-se integralmente nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei nº 8.313/91, que define o objeto da política de fomento à cultura:Inciso I: Apoio à formação, aperfeiçoamento e especialização de pessoal da área cultural.(Justificativa: O ÀYÉ prevê a capacitação de 500 jovens e a formação de 100 multiplicadores culturais em oficinas e programas educativos.)Inciso II: Financiamento de projetos de preservação e difusão do patrimônio cultural material e imaterial.(Justificativa: O projeto está focado na preservação da cultura afro-brasileira, que é patrimônio imaterial do Brasil, através da criação de acervo, biblioteca especializada e da gastronomia ancestral.)Inciso III: Fomento à produção cultural e artística.(Justificativa: O centro promoverá 24 exposições, 48 saraus e 96 eventos gastronômicos em 24 meses, além de um programa de residência para 24 artistas negros emergentes.)Inciso VI: Apoio a projetos que visem à descentralização da produção e dos bens culturais, à melhoria da qualidade e à ampliação da diversidade da oferta cultural.(Justificativa: A instalação do primeiro centro cultural afro-brasileiro no Recreio dos Bandeirantes, região carente, atende diretamente ao objetivo de descentralização e ampliação da diversidade da oferta cultural do Rio de Janeiro.) 3. Objetivos Alcançados (Art. 3º da Lei nº 8.313/91) A realização do ÀYÉ Centro Cultural e Gastronômico Afro-Brasileiro contribuirá diretamente para o alcance dos seguintes objetivos expressos no Art. 3º da Lei nº 8.313/91:Inciso I: Contribuir para facilitar os meios de livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais.(Justificativa: Através da política de 50% de gratuidade na programação e da criação de um espaço de referência acessível na Zona Oeste.)Inciso II: Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística, com a valorização de recursos humanos e conteúdos locais.(Justificativa: Foco na cultura afro-brasileira e na contratação de profissionais, artistas, escritores e chefs negros da região, gerando 50 empregos diretos.)Inciso IV: Fomentar a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores de identidade e de memória.(Justificativa: A cultura afro-brasileira é matriz essencial da identidade nacional e é o foco central de todas as atividades do ÀYÉ, desde a literatura até a gastronomia.)Inciso VI: Estimular a participação de entidades e instituições não governamentais na ação cultural.(Justificativa: O ÀYÉ é uma iniciativa da sociedade civil que, ao ser incentivada, fortalece o setor não governamental na gestão e difusão cultural.)Portanto, o ÀYÉ não apenas se enquadra na Lei nº 8.313/91, mas é um projeto que materializa o espírito da norma, utilizando o incentivo fiscal como catalisador para a inclusão social, o desenvolvimento humano e a afirmação da identidade cultural brasileira.
RESULTADOS ESPERADOS, SUSTENTABILIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIAL O ÀYÉ Centro Cultural e Gastronômico Afro-Brasileiro está projetado para ser um projeto de alto impacto em 24 meses, gerando um legado permanente e estruturado em torno de um modelo de negócio cultural sustentável. 1. RESULTADOS ESPERADOS E IMPACTO SOCIAL A execução do ÀYÉ gerará impacto imediato e de longo prazo nos pilares cultural, educacional, social e econômico. IMPACTO CULTURAL E LEGADO PERMANENTE O principal resultado será a Criação do primeiro centro cultural afro-brasileiro do Rio de Janeiro, descentralizando a produção cultural. O centro deixará um Legado Permanente material e metodológico:Acervo Consolidado: Formação de um acervo inicial permanente com 200 obras de arte e 5.000 livros especializados em cultura negra, estabelecendo o ÀYÉ como uma referência nacional em pesquisa e difusão.Programação: Realização de 168 eventos culturais anuais (exposições, saraus, aulas e jantares temáticos), garantindo uma oferta cultural vasta e contínua.Metodologia: Documentação de metodologias educativas e de gestão cultural para replicação em outros projetos e instituições. IMPACTO EDUCACIONAL E SOCIAL O ÀYÉ atuará no fortalecimento da identidade e no combate ao racismo:Formação Abrangente: Capacitação de 1.000 pessoas em 24 meses através dos programas sociais e oficinas.Multiplicadores: Formação de 100 multiplicadores culturais especializados em história e cultura negra para atuar em suas comunidades.Inclusão Escolar: Atendimento direto a 10.000 estudantes de escolas públicas por meio de visitas educativas e material didático especializado.Combate ao Racismo: O projeto promoverá o Fortalecimento da identidade cultural de jovens negros e a democratização do acesso à cultura afro-brasileira, transformando o centro em um espaço de convivência intercultural e ferramenta de combate ao racismo através da educação cultural. IMPACTO ECONÔMICO O centro será um polo de desenvolvimento local:Geração de Renda: Geração de 50 empregos diretos permanentes, priorizando profissionais negros e da região.Oportunidades: Criação de oportunidades de trabalho e visibilidade para 120 artistas, escritores e chefs através da programação e comercialização de produtos.Economia Local: Movimentação de R$ 3 milhões anuais na economia local através do turismo cultural e da operação do restaurante. 2. SUSTENTABILIDADE E CONTINUIDADE A sustentabilidade do ÀYÉ é garantida pela integração única de cultura e gastronomia, permitindo a continuidade da política de democratização após o período de financiamento. MODELO DE SUSTENTABILIDADE (Fontes de Receita) O centro funcionará com múltiplas fontes de receita, sendo o restaurante a principal fonte de autofinanciamento:Restaurante Cultural: 40% da receita (Pilar Econômico).Eventos/Aluguel de Espaços: 25% da receita, oriunda do aluguel do espaço para eventos privados e produções externas.Cursos e Oficinas Pagas: 20% da receita, oriunda de cursos de alta especialização e aulas de culinária para o público não contemplado pela gratuidade.Venda de Produtos Culturais: 10% da receita (livros, catálogos, souvenirs).Consultorias Especializadas: 5% da receita, oriunda da expertise do centro em cultura negra. ESTRATÉGIAS DE CAPTAÇÃO E PARCERIAS A sustentabilidade será reforçada pela Captação Contínua e Parcerias Estratégicas:Captação Contínua: Desenvolvimento de um programa de sócios-contribuintes (pessoa física), busca ativa de patrocínios corporativos permanentes e participação em editais públicos anuais para manutenção de programas educativos.Parcerias Estratégicas: Convênios com universidades para pesquisa (acervo e metodologia), parcerias com editoras para lançamentos exclusivos e colaboração com outros centros culturais para intercâmbio de exposições. 3. RESPONSABILIDADE SOCIAL E CONTRAPARTIDAS A responsabilidade social do ÀYÉ é cumprida através de quatro programas estruturados que garantem a política de democratização do acesso (50% gratuita). PROGRAMA "ARTE E IDENTIDADE" Público: 200 jovens negros (14 a 25 anos) de comunidades do Recreio e adjacências.Foco: Oficinas gratuitas de arte visual (pintura, escultura, fotografia e arte digital).Resultado: Fortalecimento da autoestima e visibilidade: os melhores trabalhos são expostos na galeria do ÀYÉ, profissionalizando os jovens artistas. PROGRAMA "LETRAS NEGRAS" Público: 150 participantes em oficinas de escrita criativa e literatura.Foco: Desenvolvimento de novas narrativas em poesia e dramaturgia com temática afro-brasileira.Resultado: Publicação anual de uma antologia com os melhores textos, distribuída gratuitamente em escolas públicas e bibliotecas comunitárias. PROGRAMA "SABORES DA ANCESTRALIDADE" Público: Capacitação de 100 mulheres em situação de vulnerabilidade.Foco: Técnicas de culinária afro-brasileira, gestão de pequenos negócios gastronômicos e história dos pratos.Resultado: Fortalecimento da economia criativa: as participantes recebem certificação e apoio para abertura de empreendimentos próprios. PROGRAMA "ESCOLA CULTURAL" Público: 50 escolas públicas, beneficiando diretamente 10.000 estudantes e 500 professores.Foco: Visitas educativas gratuitas, oficinas itinerantes e material didático especializado.Resultado: Contribuição direta para a implementação da Lei nº 10.639/03, que torna obrigatório o ensino de história africana e afro-brasileira.
Detalhes técnicos (paginação, material, projeto pedagógico, duração) para cada um dos produtos do ÀYÉ, DETALHAMENTO TÉCNICO E PEDAGÓGICO DOS PRODUTOS O projeto ÀYÉ Centro Cultural irá gerar produtos culturais tangíveis e intangíveis de alto valor, todos focados na cultura afro-brasileira. 1. GALERIA DE ARTE AFRO-BRASILEIRA As exposições serão o pilar visual do centro, com foco na curadoria da representatividade e no acesso inclusivo. 1.1. Exposições Permanentes e Temporárias Duração: As mostras permanentes ("Mestres da Arte Negra Brasileira", "Novas Vozes" e "Arte Sacra Afro-Brasileira") terão caráter de longa duração (24 meses), com renovação pontual de peças. As exposições temporárias serão mensais, totalizando 12 mostras por ano.Material: Obras de arte em diversos suportes (pintura, escultura, fotografia, arte digital, grafite, peças rituis) emolduradas ou acondicionadas em materiais museológicos de conservação (suportes, vidro antirreflexo, controle de umidade).Detalhe Técnico: Todas as exposições serão acompanhadas de legendas trilingues (Português, Inglês e Braille) e Audiodescrição das obras em formato digital (QR Code), atendendo integralmente ao plano de acessibilidade comunicacional. 1.2. Catálogo de Exposição (Produto Impresso) Paginação/Material: Produção de 1.000 cópias de um catálogo impresso full color com 100 páginas, capa em papel couchê e miolo em papel offset de alta gramatura.Conteúdo: O catálogo unificará a documentação das 12 exposições temporárias e incluirá textos críticos e ensaios de curadores negros. 2. BIBLIOTECA LITERÁRIA ESPECIALIZADA (HIbrída) A Biblioteca não é apenas um depósito de livros, mas um centro de referência e um polo de atividade literária. 2.1. Acervo Permanente e Consultas Acervo: O acervo total será de 5.000 títulos fisicamente dispostos e catalogados em um sistema de consulta online.Material: Livros com paginação e formato diversos, adquiridos em estado de conservação adequado.Consulta: Os títulos estarão disponíveis para consulta local e o acervo digital (e-books) poderá ser acessado gratuitamente nos computadores da biblioteca. 2.2. Programação Literária e Educacional Duração: Os Saraus serão quinzenais (24 saraus/ano) com duração média de 90 minutos. O Clube de Leitura será mensal (12 encontros/ano) com duração de 120 minutos por sessão.Projeto Pedagógico (Oficinas): As Oficinas de Escrita Criativa e a Contação de Histórias Africanas serão ministradas em módulos de 4 encontros, com duração de 2 horas por aula, utilizando a literatura afro-brasileira como base curricular. O projeto pedagógico visa o fortalecimento da identidade negra e a ampliação do letramento racial, com material didático (apostilas) oferecido gratuitamente aos participantes. 3. RESTAURANTE CULTURAL A gastronomia atua como uma linguagem cultural e um pilar da sustentabilidade econômica do centro. 3.1. Cardápio Afro-Brasileiro Material: O cardápio será impresso em Braille e em material plastificado de alta durabilidade, além de estar disponível em formato digital (QR Code).Cardápio Popular: O restaurante garantirá um Menu Popular diário (com Feijoada e Moqueca Contemporânea como destaques) a preços acessíveis, assegurando a democratização de acesso ao pilar gastronômico. 3.2. Experiências Gastronômicas e Educacionais Duração e Frequência: Os Jantares Temáticos (pratos de diferentes regiões africanas ) serão mensais, com duração de 180 minutos (incluindo talk sobre a história do prato). As Aulas de Culinária Afro-Brasileira serão aos sábados, com duração de 150 minutos.Projeto Pedagógico: As aulas e degustações têm um viés educativo e de memória. Serão oferecidos e-books e apostilas digitais gratuitas (material: PDF/E-PUB) com as receitas e o contexto histórico e cultural dos pratos, reforçando a conexão entre a cozinha e a ancestralidade. 4. PRODUTO INSTITUCIONAL Relatório Final do Projeto: Documento impresso (encadernado, colorido) com 80 páginas e versão digital (PDF), detalhando o impacto social, o balanço financeiro e a metodologia de gestão do centro cultural, servindo como prestação de contas e case para futuros projetos.
ACESSIBILIDADE PLENA: Uma Estratégia de Inclusão no ÀYÉ O ÀYÉ Centro Cultural e Gastronômico Afro-Brasileiro assume a acessibilidade como um pilar central, entendendo-a como o direito à participação plena, e não apenas como o cumprimento de normas. Nossas ações de acessibilidade são integradas, visando eliminar barreiras físicas, econômicas, atitudinais, comunicacionais e programáticas. ACESSIBILIDADE FÍSICA E COMUNICACIONAL O projeto arquitetônico e operacional do ÀYÉ garante que o centro seja totalmente acessível, indo além dos requisitos mínimos:Estrutura e Mobilidade:Rampas de acesso em conformidade com a NBR 9050, com inclinação e largura adequadas, complementando o acesso ao térreo.Instalação de elevador moderno e espaçoso para acesso a todos os pavimentos do centro (Galeria, Biblioteca e Espaço Educativo), garantindo autonomia para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida.Banheiros adaptados em todos os andares, com barras de apoio, alarmes de emergência e espaço de manobra.Comunicação e Sensorial:Sinalização Tátil e Visual: Uso de piso tátil direcional e de alerta em todo o percurso e sinalização em alto contraste para identificação de setores, portas e escadas.Braille e Conteúdo Digital: O cardápio do Restaurante Cultural será bilíngue (Português/Inglês) e em Braille. A Biblioteca disponibilizará leitores de tela e lupas eletrônicas.Audiodescrição e Libras: A Galeria de Arte terá audiodescrição disponível em todos os vídeos e obras principais para pessoas com deficiência visual. Os Saraus e Eventos Educativos contarão com a presença de intérpretes de Libras (Língua Brasileira de Sinais) para garantir o acesso de pessoas surdas à programação.Atendimento e Treinamento:Equipe treinada em atendimento inclusivo, focada em técnicas de abordagem a pessoas com diferentes tipos de deficiência (visual, auditiva, física e intelectual), para assegurar uma experiência acolhedora e respeitosa. ACESSIBILIDADE ECONÔMICA A inclusão econômica é fundamental para democratizar o acesso à cultura afro-brasileira, que é direito de todos:Programação Gratuita (50%): Será mantida a gratuidade integral para metade da programação do centro, incluindo: visitas à galeria e biblioteca, participação em saraus, rodas de conversa, oficinas e eventos educativos.Política de Preços:O Restaurante Cultural oferecerá um Menu Popular (prato-executivo) com preços abaixo da média de mercado, garantindo que o público de baixa renda possa usufruir da gastronomia ancestral.Serão oferecidos descontos significativos (mínimo de 50%) em oficinas e eventos pagos para estudantes, idosos e pessoas com deficiência.Inclusão de Comunidades: Mensalmente, serão distribuídos ingressos gratuitos e vales-refeição para famílias e grupos de comunidades em situação de vulnerabilidade da Zona Oeste, em parceria com instituições e associações locais, incentivando a visitação e a participação. ACESSIBILIDADE CULTURAL E ATITUDINAL A eliminação de barreiras simbólicas e atitudinais é crucial para o ÀYÉ, cujo foco é a cultura afro-brasileira.Representatividade e Conteúdo: A totalidade da programação é inclusiva por natureza, pois se foca em narrativas, saberes e expressões da cultura negra brasileira, garantindo que a população negra (56% do país) se sinta representada e acolhida em um espaço de alta qualidade.Programação Participativa e Diversificada:Linguagem Acessível: Uso de linguagem clara, não-acadêmica e metodologias participativas em todas as atividades (oficinas, exposições e mediações).Segmentação: Manutenção de programação especial para diferentes faixas etárias (crianças, jovens, adultos e idosos), abordando temas complexos de forma didática e apropriada a cada público.Residência Artística: O programa de residência para artistas negros emergentes promove o acesso ao mercado de trabalho e o desenvolvimento profissional, combatendo a barreira atitudinal e sistêmica da invisibilidade.Combate a Barreiras Atitudinais: O centro atuará como um espaço de diálogo e resistência, promovendo rodas de conversa sobre antirracismo e inclusão, transformando a visita em uma experiência de aprendizado mútuo e respeito
DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO: Rompendo Barreiras Geográficas e Sociais A democratização de acesso no ÀYÉ Centro Cultural e Gastronômico Afro-Brasileiro é uma estratégia multifacetada que garante a universalização do direito à cultura, conforme exigido pela Lei nº 8.313/91. Nossas ações visam superar as barreiras socioeconômicas e geográficas que historicamente marginalizam a população, especialmente a negra e periférica, da fruição dos bens culturais de alta qualidade. 1. Acessibilidade Socioeconômica (Inclusão Presencial) A principal estratégia é a política de gratuidade e preço popular, que torna o centro acessível a todos os extratos sociais:Política de Gratuidade (50%): 50% da programação total do centro será oferecida de forma gratuita e irrestrita. Isso inclui a entrada na Galeria de Arte Afro-Brasileira, o acesso à Biblioteca Especializada, a participação em saraus literários, rodas de conversa, e grande parte das oficinas e eventos educativos.Distribuição Dirigida de Ingressos:Parcerias com Escolas Públicas: Serão estabelecidas parcerias formais com escolas públicas municipais e estaduais da Zona Oeste do Rio de Janeiro para garantir visitas guiadas gratuitas e programadas, incluindo o fornecimento de transporte e lanche para os alunos em situação de vulnerabilidade.Comunidades e Instituições: Mensalmente, serão distribuídos lotes de ingressos gratuitos para eventos pagos e vales-refeição para associações de moradores, ONGs e grupos de comunidades periféricas (Vila Autódromo, Cidade de Deus, etc.), fomentando a presença ativa e apropriação do espaço por essas populações.Preços Populares e Descontos: O Restaurante Cultural oferecerá pratos e menus a preços subsidiados, garantindo a experiência gastronômica ancestral a um custo acessível. Descontos de no mínimo 50% serão aplicados em todas as atividades pagas para estudantes, idosos e profissionais da educação. 2. Acessibilidade Geográfica e Digital (Inclusão Remota) O ÀYÉ utilizará a tecnologia para ampliar seu alcance, transformando o centro em um equipamento cultural de relevância nacional, independentemente da localização física do público.Conectividade Livre: O centro oferecerá Wi-Fi gratuito em todas as suas dependências, garantindo que os visitantes possam acessar o conteúdo digital do ÀYÉ e realizar pesquisas na Biblioteca.Ponto de Acesso Digital: Serão disponibilizados computadores e tablets para consulta ao vasto acervo digital e bibliográfico, combatendo a exclusão digital e oferecendo ferramentas de pesquisa e estudo à comunidade local.Transmissão e Conteúdo Aberto:Transmissão ao Vivo: Os eventos de maior relevância, como Saraus, palestras e conferências, serão transmitidos ao vivo nas plataformas digitais, com recursos de acessibilidade comunicacional (legendas e Libras), alcançando o público que não pode estar presencialmente no Recreio dos Bandeirantes.Conteúdo Educativo Online: O ÀYÉ desenvolverá e-books, videoaulas e podcasts sobre a cultura e história afro-brasileira para distribuição gratuita online.Aplicativo Móvel e Visitas Virtuais:O aplicativo móvel (app) permitirá não só a consulta ao catálogo da biblioteca e a programação, mas também visitas virtuais imersivas à galeria e aos espaços expositivos, ampliando a difusão das obras de artistas negros para todo o Brasil. 3. Sustentabilidade da Inclusão A política de democratização é integrada ao modelo de negócio do ÀYÉ, sendo alimentada pela receita gerada pelos serviços pagos (restaurante, catering de eventos e bilheteria de alto valor agregado). Essa sustentabilidade garante que a política de 50% de gratuidade e as ações de inclusão digital sejam permanentes, estabelecendo o ÀYÉ como um verdadeiro agente de transformação social e cultural no Rio de Janeiro.
Estrutura de Gestão e Proponente A ORUN Estratégia, Capital & Cultura Ltda., enquanto instituição proponente, assume a responsabilidade integral pela Gestão Estratégica e Executiva Remunerada do projeto. Esta função é vital para o compliance, a administração orçamentária, a gestão financeira e a curadoria institucional de todo o Ecossistema ÀYÉ e Território Criativo.A CEO e Fundadora da Proponente, Adriana Rodrigues (Ifákẹ́mi), exercerá a função de Diretora Geral e Curadora Estratégica. Sua atuação é dedicada à articulação de alto nível com patrocinadores, à validação da identidade cultural e à supervisão da qualidade artística e do impacto social, consolidando-se como a principal liderança técnica e remunerada da gestão do projeto. Currículo Resumido dos Principais Participantes Nome: Adriana Rodrigues (Ifákẹ́mi) Função no Projeto: Diretora Geral e Curadora Estratégica (Dirigente Proponente - Gestão Remunerada) Experiência Resumida: Empreendedora e gestora com mais de 20 anos de experiência na articulação de iniciativas que unem cultura, educação e inclusão social. Sua formação multifacetada (Bacharel em Administração, Pós-graduações em Comunicação Empresarial e Gestão Ambiental) confere a visão estratégica necessária para unir sustentabilidade financeira, compliance e comunicação de impacto, sendo a fundadora da ORUN e a responsável pela missão de preservação da cultura afro-brasileira. Nome: Soraia Rocha Função no Projeto: Diretora/Produtora Executiva e Prestação de Contas Experiência Resumida: Bacharel em Administração e Pós-graduada em Gestão de Políticas Públicas. Possui experiência robusta em gestão de projetos sociais e articulação institucional (Ex-Secretária da CONJUVE). Sua atuação é fundamental para a conformidade orçamentária e para a prestação de contas (Lei nº 8.313/91), assegurando a transparência total dos recursos. Nome: Melanito Biyouha Função no Projeto: Diretora/Produtora Gastronômica (Chef Executiva) Experiência Resumida: Diretora Geral da BIYOU'Z Cultural, é uma especialista internacionalmente reconhecida na promoção e consultoria de culturas e gastronomia africanas no Brasil. Sua experiência abrange grandes eventos (produção para a delegação de Camarões na Copa do Mundo 2014) e parcerias com instituições como Senac. Ela lidera o pilar de sustentabilidade (40% da receita), sendo responsável pela curadoria gastronômica e pelo Programa "Sabores da Ancestralidade".LIDERANÇAS TÉCNICAS (Contratação na Fase 1 - Pré-Produção) O sucesso operacional do AYÉ será garantido pela contratação de líderes técnicos de mercado durante a fase inicial do projeto. Serão contratados:Um Produtor Executivo (Coordenação Operacional), responsável pela logística geral, fiscalização de obras e entrega da infraestrutura de 800m².Um Curador Artístico e Literário, que responderá pela curadoria do acervo de 200 obras e 5.000 títulos e pela programação expositiva e literária.Um Diretor Musical, focado na direção e coordenação artística dos eventos e na sinergia com o bloco carnavalesco.Um Coordenador Pedagógico, que liderará o programa social, a Formação de Multiplicadores e o atendimento a 10.000 estudantes via o Programa "Escola Cultural".Um Gestor do Restaurante Cultural (Auxiliar), que dará suporte à Diretora Gastronômica na gestão operacional do pilar de sustentabilidade e receita do centro.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.