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Realização de nova edição da Bienal do Barro, projeto que reunirá em espaço expositivo da cidade de Caruaru, obras que reflitam a presença do barro na Arte Contemporânea pernambucana, brasileira e mundial.
Terceira edição da Bienal do Barro A BIENAL DO BARRO irá ocupar o salão principal da antiga Fábrica Caroá, atualmente conhecido por Espaço Cultural Tancredo Neves, na cidade de Caruaru. Fundada em 1935, a fábrica foi responsável por impulsionar a economia de Caruaru e da região Agreste. A indústria fabricava barbantes, cordões, sacos e estopas. O empreendimento encerrou definitivamente suas atividades em 1978, e o terreno foi aproveitado para o Espaço Cultural Tancredo Neves e o Pátio de Eventos Luiz Gonzaga. O edifício encontra-se ao lado do Museu do Forró (antigo Museu do Barro). Com uma área de mais de 49.000 m2, o Espaço Cultural Tancredo Neves é um dos espaços culturais mais notáveis de Caruaru e em seu interior encontra-se o Pavilhão de Exposições de Feiras, a sede da Fundação e Cultura, a Secretaria de Turismo e outras salas culturais.A BIENAL DO BARRO irá ocupar o pavilhão de exposições com os dois núcleos propostos pelo programa curatorial: o Núcleo Contemporâneo e o Núcleo Educativo, Núcleo contemporâneo Em sua 3a edição, com a curadoria de Carlos Mélo, Clarissa Diniz e Lúcia Padilha, a Bienal do Barro tem, como intenção, aprofundar esses transbordamentos a partir de práticas colaborativas entre o campo cultural do Agreste e profissionais que trabalham noutras partes do Brasil.A edição terá, como foco, a implementação de um processo de colaboração e de criação que tem os artistas da região como coluna vertebral, na tentativa de dissolver algumas das separabilidades que – do ponto de vista estético, social e racial – muitas vezes ainda mantêm artistas considerados “populares” numa relação de distância com os que são legitimados como “contemporâneos”. O espaço expositivo já dispõe de recursos e condições técnicas de iluminação e infraestrutura para abrigar as obras de arte a serem expostas, como também é um espaço acessível para pessoas com deficiência física. A exposição terá duração de 45 dias aberta para a visitação do público. A seguir, mais especificações técnicas da exposição.1) Duração: 45 dias2) Local: Espaço Cultural Tancredo Neves (antiga Fábrica Caroá), localizada na Praça Coronel José de Vasconcelos, no 100, Centro, Caruaru, Pernambuco.3) Tipo e número de obras: quatorze obras de artistas a serem convidados para o Núcleo Contemporâneo, das mais diversas linguagens, como instalações,performances, objetos, esculturas, desenhos, pinturas, vídeos, entre outras. 4) Tipo de montagem: a montagem da exposição irá se adequar às necessidades técnicas das obras a serem expostas, tais como adequação do espaço parainstalações, espaço para performances, exibição de vídeos e iluminação direcionada para as obras de arte.5) Suportes: os suportes serão os mais variados possíveis, visto que a BIENAL DO BARRO irá convidar artistas nacionais e internacionais que trabalham com a Núcleo educativo Incorporando o compromisso educativo da Bienal como parte de seu projeto curatorial – razão pela qual Lúcia Padilha, responsável pelas ações educativas dasedições anteriores, também integrará a curadoria a 3a edição do projeto igualmente estenderá sua janela curatorial aos processos de formação iniciados antes mesmo da abertura da mostra.O que propomos neste projeto não é, portanto, uma lista de artistas e obras, mas sim um programa pedagógico-curatorial, que deverá engendrar um processo curatorial colaborativo, tomando a criação e a educação como seus métodos de trabalho. O Núcleo Educativo da terceira Bienal do Barro implementará uma série de ações educativas durante a exposição. A equipe, composta por educadores e mediadores culturais, estará disponível para interagir com os visitantes e facilitar o entendimento das obras expostas, utilizando metodologias contemporâneas de arte-educação. As mediações culturais serão abertas a todos os visitantes, além de serviços de agendamento para visitas escolares, com atenção especial aos professores. As atividades visam promover trocas de conhecimentos e reflexões sobre o programa curatorial. Um material educativo impresso, em formato de folder, será disponibilizado, contendo informações sobre a exposição, artistas, sugestões de atividades e dicas de pesquisa. Haverá uma sala destinada ao Núcleo Educativo, equipada com ateliê, mesas e materiais artísticos para atividades práticas, além de uma pequena biblioteca de artes visuais. Para inclusão, o espaço contará com audiodescrição das obras e agendamentos para visitas acompanhadas por tradutores de Libras. O Núcleo Educativo também organizará encontros e rodas de conversa com artistas e profissionais da arte, abertos ao público e com tradução em Libras. Serão coletados depoimentos em vídeo dos artistas, compartilhados em um canal no YouTube, ampliando o alcance da Bienal e enriquecendo as interações com o público.
Objetivo GeralRealização da 3ª edição da Bienal do Barro, reunindo trabalhos de artistas contemporâneos de Pernambuco e do Brasil, que discutam e utilizem o barro nas suas produções. Objetivo específico Realização da exposição coletiva da 3ª edição da Bienal do Barro Realização da ação educativa da exposição coletiva da 3ª edição da Bienal do Barro
Os artistas pernambucanos possuem notório reconhecimento na arte em barro através do trabalho de artistas populares, dos artesãos do Alto do Moura e das famílias de Tracunhaém, além do legado do ceramista Francisco Brennand. Poucos tem acesso, no entanto, à riquíssima produção da arte contemporânea que utiliza o barro como suporte para as mais diversas formas de expressão artística. Pensando em suprir essa lacuna, o artista plástico pernambucano Carlos Mélo idealizou o projeto Bienal do Barro do Brasil, a fim de discutir a presença do barro na Arte Contemporânea. Já foram realizadas duas edições da mostra, em 2014 e 2019, levando à cidade de Caruaru, no agreste pernambucano, diversas obras de artistas contemporâneos, pernambucanos e brasileiros, incluindo artistas plásticos que não necessariamente usam o barro como suporte, mas que trazem o elemento em algum momento de suas produções, oferecendo um novo olhar sobre a matéria-prima e problematizando questões em torno da arte convencional versus arte contemporânea. Na sua última edição, que teve curadoria de Marcio Harum e do próprio Carlos Mélo, foi proposta, ainda, uma discussão importantíssima sobre as expectativas de uma bienal que acontece fora do mapa tradicional das artes no país, através de um modelo contra-hegemônico de se fazer bienais. Foram levantadas discussões sobre a que público e a que cidade interessam a existência de uma bienal de arte contemporânea como a que propusemos realizar, idealizando a fundação de um lugar até então desconhecido, tendo Caruaru como um espaço de investigação e de experimentação artísticas. Após duas edições, a Bienal do Barro se consolida no cenário cultural do agreste pernambucano e, de modo mais amplo, no Brasil. Mais de 30 artistas, além de vários profissionais da cadeia produtiva das artes plásticas, colaboraram para estabelecer diálogos entre Caruaru e o restante do país, provocando uma interlocução preciosa entre as dimensões supostamente "eruditas" e "populares" da arte. Para esta 3a edição, a ser realizada em 2023, a curadoria será novamente de Carlos Mélo, ao lado de Clarissa Diniz e Lúcia Padilha, esta última responsável pelo projeto educativo das edições anteriores. A presença de Lúcia na co-curadoria é justificada pelo compromisso educativo desta edição como parte de seu projeto curatorial, composto por quatro linhas de ação que tomarão a criação e a educação como métodos de trabalho. São eles: 1) convocatórias para bolsas de pesquisa acerca da produção de cerâmica no Alto do Moura, principalmente de mulheres; 2) residências colaborativas em Caruaru e no entorno para engendrar processos de criação colaborativos; 3) comissionamento de artistas do agreste, oferecendo condições financeiras e logísticas para o desenvolvimento de obras artísticas distintas das existentes no mercado local tradicional e 3) artistas e obras convidadas, colocando a produção regional como coluna vertebral em termos sociais, estéticos e conceituais desta edição da Bienal do Barro de Caruaru. A exposição final será, portanto, a culminância de todo esse processo pedagógico e artístico conduzido ao longo do 1º semestre de 2025, entrecruzando práticas e perspectivas criadoras de indivíduos e de grupos diversos, convidados a trabalharem juntos. Desta forma, fica evidente que um dos pontos fundamentais deste projeto é a promoção da regionalização das ações de artes plásticas, sobretudo, de arte contemporânea, levando um evento de grande porte para uma das principais cidades no interior de Pernambuco. Embora seja um pólo de produção artística no Estado, Caruaru raramente é contemplada com eventos deste tipo. A ideia é envolver o maior número possível de profissionais e serviços da cidade, fomentando assim a cadeia produtiva em torno da cultura na região. A iniciativa de regionalização vem pautando os trabalhos recentes de Carlos Mélo, natural de Riacho das Almas, que voltou a se domiciliar na cidade há alguns anos, onde mantém seu ateliê e produção. O Núcleo Educativo para a terceira BIENAL DO BARRO irá implantar uma série de ações educativas durante o período em que a exposição estiver aberta ao público. A equipe do educativo será formada por educadores e mediadores culturais capacitados para recebimento de público e desenvolvimento de ações de mediação entre o público e as obras expostas na BIENAL DO BARRO. O Núcleo Educativo também irá promover encontros, antes da abertura da exposição, com professores da rede de ensino de Caruaru para compartilhar material educativo desenvolvido para o projeto, além de trocas de experiências e práticas educativas, reforçando ainda mais o lugar dos professores como multiplicadores de conhecimentos e novas vivências através da arte. A Bienal do Barro também realizará uma ação educativa e de inclusão para todos os públicos. Iremos dotar o espaço expositivo com a audiodescrição das obras da exposição, que beneficiará não apenas as pessoas com deficiência visual e/ou com dificuldade de aprendizagem, mas também contribuirá com a alfabetização visual de qualquer pessoa. Disponibilizaremos também agendamentos para visitas especiais acompanhadas por um tradutor de Libras, voltadas para o público de pessoas com deficiência auditiva. Além dessas ações, o Núcleo Educativo irá promover encontros e rodas de conversas entre artistas e profissionais da arte a serem convidados para compor o programa educativo da BIENAL DO BARRO.
Núcleo contemporâneo Exposição Coletiva de 11) Duração: 45 dias2) Local: Espaço Cultural Tancredo Neves (antiga Fábrica Caroá), localizada na Praça Coronel José de Vasconcelos, no 100, Centro, Caruaru, Pernambuco.3) Tipo e número de obras: quatorze obras de artistas a serem convidados para o Núcleo Contemporâneo, das mais diversas linguagens, como instalações,performances, objetos, esculturas, desenhos, pinturas, vídeos, entre outras. 4) Tipo de montagem: a montagem da exposição irá se adequar às necessidades técnicas das obras a serem expostas, tais como adequação do espaço parainstalações, espaço para performances, exibição de vídeos e iluminação direcionada para as obras de arte.5) Suportes: os suportes serão os mais variados possíveis, visto que a BIENAL DO BARRO irá convidar artistas nacionais e internacionais que trabalham com a Núcleo educativo Incorporando o compromisso educativo da Bienal como parte de seu projeto curatorial – razão pela qual Lúcia Padilha, responsável pelas ações educativas dasedições anteriores, também integrará a curadoria –, a 3a edição do projeto igualmente estenderá sua janela curatorial aos processos de formação iniciados antes mesmo da abertura da mostra.O que propomos neste projeto não é, portanto, uma lista de artistas e obras, mas sim um programa pedagógico-curatorial, que deverá engendrar um processo curatorial colaborativo, tomando a criação e a educação como seus métodos de trabalho. O Núcleo Educativo da terceira Bienal do Barro implementará uma série de ações educativas durante a exposição. A equipe, composta por educadores e mediadores culturais, estará disponível para interagir com os visitantes e facilitar o entendimento das obras expostas, utilizando metodologias contemporâneas de arte-educação. As mediações culturais serão abertas a todos os visitantes, além de serviços de agendamento para visitas escolares, com atenção especial aos professores. As atividades visam promover trocas de conhecimentos e reflexões sobre o programa curatorial. Um material educativo impresso, em formato de folder, será disponibilizado, contendo informações sobre a exposição, artistas, sugestões de atividades e dicas de pesquisa. Haverá uma sala destinada ao Núcleo Educativo, equipada com ateliê, mesas e materiais artísticos para atividades práticas, além de uma pequena biblioteca de artes visuais. Para inclusão, o espaço contará com audiodescrição das obras e agendamentos para visitas acompanhadas por tradutores de Libras. O Núcleo Educativo também organizará encontros e rodas de conversa com artistas e profissionais da arte, abertos ao público e com tradução em Libras. Serão coletados depoimentos em vídeo dos artistas, compartilhados em um canal no YouTube, ampliando o alcance da Bienal e enriquecendo as interações com o público.
Acessibilidade física Espaço amplo, como rampas e banheiros acessiveis Bancos ao longo da exposição Acessibilidade atitudinal Formação e treinamento da equipe e dos mediadores para atendimento ao público com demandas especiais de acessibilidade Acessibildade comunicacional Legendas para vídeos nas redes sociais Texto alternativo nas publicações Roteiro e formato de audioguia Audio descrição das obras Palestra com interpretes de LIBRAS Folder educativo em PDF para acesso por leitor de tela
Todos os produtos do projeto: Exposição coletiva Bienal do Barro e suas ações de formação (atelier, formação de professores, formação de mediadores, palestras, ateliê, visita mediada, ações de acessibilidade tem acesso gratuito.
Jaraguá Fundada em 2011 pelos produtores Carol Ferreira e Luiz Barbosa, a Jaraguá é especializada em formatação de projetos para captação de recursos com incentivo fiscal e na produção executiva de iniciativas em diversas linguagens. Tem no portfólio projetos aprovados e executados nas áreas de audiovisual, música e artes plásticas, incentivados por patrocinadores como a Petrobras, a Caixa Cultural, os Correios e o Governo de Pernambuco Entre os projetos de artes visuais já executados pela produção, destacam-se a produção executiva de três livros do artista plástico paraibano Raul Córdula, sendo Olinda – Utopia do Olhar (2013), Poéticas (2015) e Esboço/Sketches (2015). Produção executiva e de campo de exposições do artista plástico Raul Córdula, sendo as mais importantes a exposição as retrospectivas de 50 anos de carreira, realizada em 2012, na galeria Janete Costa, no Parque Dona Lindu, Recife, com itinerância em Brasília no museu Nacional em 2016. Realização de curso sobre história da arte moderna e contemporânea em Pernambuco, num formato de “linha do tempo”, ministrado pelo artista plástico Raul Córdula e pelo professor Lula Couto. Elaboração do projeto, produção executiva e coordenação de produção da primeira e segunda edição da Bienal do Barro do Brasil, realizada em Caruaru. Produção executiva e cooperativa de produção do projeto Natureza Impermanente realizado pelo edital da Caixa Cultural 2012/2013, resultando em uma exposição individual do artista plástico pernambucano Kilian Glasner na Galeria Vitrine da Caixa Cultural, localizada em São Paulo. Produção executiva e montagem da exposição “Suturas”, do fotógrafo Gilvan Barreto, entre outubro e dezembro de 2015, no Espaço Cultural Laura Alvim (RJ). Produção executiva e montagem da exposição “Capitanias e tiranias”, do fotógrafo Gilvan Barreto, entre maio e julho de 2019, no Espaço Cultural Miguel Arraes em Fernando de Noronha-PE. Carlos Mélo Carlos Mélo emerge como uma figura multifacetada e influente no cenário artístico e cultural, especialmente em Pernambuco. Sua origem em Riacho das Almas e sua conexão com Recife e o Agreste fornecem um contexto enriquecedor para suas obras e atividades. Como artista, crítico cultural, curador e art advisor, ele desempenha papéis diversos que contribuem significativamente para o diálogo entre arte contemporânea e popular.A Bienal do Barro do Brasil em Caruaru, idealizada e realizada por Mélo, é uma plataforma importante para destacar a riqueza e a diversidade da tradição do barro, enquanto também abre espaço para diálogos contemporâneos e experimentações artísticas. Essa iniciativa destaca seu compromisso em valorizar e promover a cultura popular brasileira, ao mesmo tempo em que integra elementos da arte contemporânea.Sua experiência como Assessor de Artes Visuais da Secretaria de Cultura do Estado de Pernambuco, entre 2023 e 2024, demonstra seu engajamento na esfera pública, onde ele trabalha para promover políticas culturais inclusivas e inovadoras.As múltiplas formações de Mélo o capacitam a abordar questões complexas com uma perspectiva ampla e interdisciplinar, permitindolhe criar pontes entre diferentes áreas do conhecimento e práticas artísticas. Seu trabalho ressoa com uma abordagem transcultural e articulada estabelecida entre a fusão dediferentes culturas enriquecidas mutuamente, reconhecendo a importância de honrar tradições enquanto se abre para a inovação e a experimentação Clarissa Diniz Clarissa Diniz (1985) nasceu em Recife e atualmente reside no Rio de Janeiro. É crítica de arte e curadora. Graduada em Lic. Ed. Artística/Artes Plásticas pela Universidade Federal de Pernambuco, UFPE, mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Artes da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e doutora do Programa de Pós-graduação em Sociologia e Antropologia da UFRJ onde hoje é professora. Entre 2006 e 2015, foi editora da Tatuí, revista de crítica de arte. Publicou diversos livros e realizou inúmeras curadorias, dentre as quais destacam-se “Contrapensamento selvagem” (cocuradoria com Cayo Honorato, Orlando Maneschy e Paulo Herkenhoff. Instituto Itaú Cultural, SP), “Zona tórrida – certa pintura do Nordeste” (cocuradoria com Paulo Herkenhoff. Santander Cultural, Recife), “Ambiguações” (Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro, 2013), “Pernambuco Experimental” (Museu de Arte do Rio – MAR, Rio de Janeiro, 2013), “Do Valongo à Favela: imaginário e periferia” (cocuradoria com Rafael Cardoso, Museu de Arte do Rio – MAR, 2014), “Todo mundo é, exceto quem não é” – 13ª Bienal Naifs do Brasil (SESC Piracicaba, 2016 e Sesc Belenzinho, 2017) e “Dja Guata Porã – Rio de Janeiro Indígena” (cocuradoria com Sandra Benites, Pablo Lafuente e José Ribamar Bessa. MAR, 2017). Foi curadora assistente do Programa Rumos Artes Visuais 2008/2009 (Instituto Itaú Cultural, São Paulo) e, entre 2008 e 2010, integrou o Grupo de Críticos do Centro Cultural São Paulo, CCSP. Lúcia Padilha Possui Mestrado em Design pela Universidade Federal de Pernambuco (2010, pós-graduação em Magistério do Ensino Superior pela Faculdade de Ciências Humanas Esuda 1999) e graduação em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal de Pernambuco (1990). Atua como professora dos cursos: Arquitetura e Urbanismo da Faculdade de Ciências Humanas Esuda (1998-2012) e da Faculdade Maurício de Nassau (2012); Licenciatura em Artes Visuais Digitais da Universidade Federal Rural de Pernambuco (2011-2012) e Design de Interiores da Faculdade Maurício de Nassau (2011-2012). Atuou como Professora Substituta da Universidade Federal Rural de Pernambuco (2006-2008) no Curso de Licenciatura Plena em Pedagogia, ministrando as disciplinas Arte na Prática Pedagógica I e II e Metodologia do Ensino da Arte I e II. Nos últimos anos, além do ensino superior, realizou curadorias e ações educativas (mediação cultural, textos e materiais educativos) em exposições de artes visuais: Convivências (2011), ECO (2011), Macunaíma Colorau (2009), O Lugar Dissonante (2009), Narrativas em Madeira e Muro (2008). Coordenou o Educativo do 47º Salão de Artes Plásticas de Pernambuco (2008/2011). Concebeu e realizou as oficinas: Oficina Interfaces da Arte Educação Contemporânea (2011), Oficina Interfaces da Arte Educação (2010), Formação de Professores em Arte/Projeto Professor Parceiro (2007), Ler Arte Oficinas Interativas (2006). Tem experiência na área de Educação Superior, com ênfase em Arte/Educação e Ensino de Arquitetura.
Periodo para captação de recursos encerrado.