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O projeto Periferias em Rede (já em sua terceira edição) é parte integrante da tradicional Mostra da Diversidade Cultural Imagens da Cultura Popular, realizada pelo Favela é Isso Aí desde 2008. Com foco no desenvolvimento de Territórios Criativos em cinco regiões onde a instituição já atua, a saber: Feira de Santana _ na Bahia; Vale do Jequitinhonha, Zona da Mata, Vale do Rio Doce/Mucuri e Região Central _ essas em Minas Gerais, a iniciativa visa estruturar e fortalecer as dinâmicas da economia criativa local. Por meio da articulação de atores em rede, o projeto realizará programas contínuos que incluem imersões técnicas e artísticas, mapeamento dos ecossistemas criativos, estruturação de um Núcleo de Pesquisa e Indicadores e a oferta de suporte para novos negócios culturais. O ciclo se encerra com a realização de 5 Mostras coletivas de difusão cultural, garantindo a visibilidade, a geração de renda e a sustentabilidade da produção cultural popular.
Não se aplica
Constituir e consolidar uma Rede Cultural das Periferias nas regiões delimitadas, contribuindo para a sustentabilidade econômica e social dos ecossistemas criativos locais, por meio do fortalecimento da produção cultural, da formação de empreendedores e da estruturação de negócios culturais e criativos das periferias metropolitanas e do interior de Minas Gerais, focando na visibilidade da diversidade cultural, das artes e do patrimônio imaterial.OBJETIVOS ESPECÍFICOSGarantir a continuidade e ampliação das ações da Mostra Imagens da Cultura Popular, em sua terceira edição Periferias em Rede, incorporando a dimensão de estruturação de Territórios Criativos.Gerar dados e indicadores confiáveis sobre a economia criativa periférica dos territórios em foco e o mundo do trabalho em cultura, por meio da estruturação de um Núcleo de Pesquisa e Indicadores da Cultura Popular.Promover a qualificação e formação para 100% dos artistas, gestores e empreendedores criativos participantes das imersões nos eixos de Gestão Cultural, Mecanismos de Fomento e Trocas Artísticas.Prover suporte técnico para a criação ou estruturação de pelo menos 15 negócios culturais e criativos nos territórios abrangidos pelo projeto.Articular uma rede de governança colaborativa periférica entre artistas, gestores e instituições públicas e privadas para a implementação e sustentabilidade do projeto.Descentralizar e democratizar o acesso à produção cultural para o interior, garantindo a circulação das produções e ampliando o acesso a todas as atividades.OBJETIVOS QUANTITATIVOS5 Regiões (Territórios Criativos) delimitadas e trabalhadas _ Feira de Santana (BA), Vale do Jequitinhonha, Zona da Mata, Vale do Rio Doce/Mucuri e Região Central, incluindo Belo Horizonte, que receberá a Mostra final.5 Mostras Coletivas de Diversidade Cultural periférica realizadas, uma em cada região, incluindo o intercâmbio final em Belo Horizonte, todas com entrada gratuita.1 Núcleo de Pesquisa e Indicadores da Cultura Popular Periférica estruturado, lançando 1 estudo/relatório de diagnóstico e mapeamento do ecossistema criativo periférico das regiões em foco.100% dos 15 encontros/imersões (3 por região) realizados, qualificando diretamente no mínimo 200 profissionais (artistas, empreendedores e gestores).1 Vitrine Cultural Digital desenvolvida com, no mínimo, 50 portfólios (10 por região) de artistas e grupos periféricos locais para inserção no mercado.1 Produção de vídeo com registros dos eventos, em que constem todos os artistas, para que possam ser utilizados como portfólio e pela Vitrine Cultural.1 Modelo de Governança em Rede estabelecido com o envolvimento de, pelo menos, 1 instituição parceira por região (públicas e privadas).1 catálogo da Mostra final em Belo Horizonte, com tiragem de 1.000 exemplares, a serem distribuídos entre artistas, público presentes, patrocinadores e parceiros5% da tiragem do catálogo da Mostra final doados para acervos públicos e comunitários.DESCRIÇÃOO projeto Periferias em Rede consiste na implementação de um programa estruturante e contínuo de desenvolvimento territorial criativo das regiões periféricas, com foco em localidades onde a instituição já atua, a saber: Feira de Santana, na Bahia, e quatro territórios em Minas Gerais. Sejam estes periferias metropolitanas ou do interior, são todos territórios sem acesso ao mercado formal das artes. O projeto está focado na valorização e difusão da cultura popular e periférica, através de três eixos de imersão/formação e em um trabalho de pesquisa e governança, culminando na realização de mostras artístico-culturais.Eixos Estruturantes do Território CriativoNúcleo de Pesquisa e Indicadores (Requisito VI): Estruturação de uma unidade voltada à produção de dados sobre a economia criativa periférica nos territórios em foco.Ação: Identificação, mapeamento e diagnóstico dos ecossistemas criativos presentes nas periferias e seus atores-rede (Requisito IV).Produto: Relatório de Pesquisa e a Vitrine Cultural Digital com os portfólios mapeados.Imersão EIXO 1 _ GESTÃO CULTURAL (Requisito VIII): Qualificação para empreendedores sobre elaboração de projetos, gestão de grupos e produção de portfólios/produtos de comunicação.Imersão EIXO 2 _ MECANISMOS DE FOMENTO (Requisito VIII): Formação para gestores culturais públicos e privados, além de conselheiros municipais de cultura e patrimônio, sobre oportunidades de captação de recursos (Leis de Incentivo, Fundos, ICMS Cultural), visando o desenvolvimento de dinâmicas econômicas locais (Requisito III).Imersão EIXO 3 _ TROCAS ARTÍSTICAS (Requisito IX): Suporte técnico para criação e estruturação de negócios culturais dos artistas periféricos, por meio de experimentação artística, inovação, desenvolvimento de produtos culturais e planejamento de pitch de negócios.Articulação em Rede e Governança (Requisitos V e VII): Realização de encontros técnicos e uso de plataformas digitais para a construção de um Modelo de Governança Colaborativa do projeto, envolvendo parcerias com instituições locais, privilegiando a força de trabalho e fornecedores do próprio território.Produto Final _ Mostra da Diversidade Cultural Periferias em RedeAo final do ciclo, será realizada a Mostra da Diversidade Cultural Periferias em Rede em cada uma das quatro regiões, apresentando os produtos culturais desenvolvidos nas imersões e valorizando os artistas locais. Além disso, haverá uma quinta mostra, intercambio de todas as regiões, a ser realizada em Belo Horizonte.
A necessidade de ir além da mera difusão cultural, incorporando a estruturação de Territórios Criativos, é evidente pela experiência do "Favela é Isso Aí". A falha na captação de recursos e a dificuldade na inserção no mercado por parte dos artistas periféricos e mesmo dos gestores locais, como constatado no contexto da primeira Lei Aldir Blanc, demonstram a fragilidade dos ecossistemas criativos no interior e periferias.O projeto se justifica por ser um programa estruturante e contínuo (Requisito II), em localidades que já estão sendo trabalhadas em projetos anteriores, essencial para a sustentabilidade da produção cultural após o término da fase de implementação. A intervenção proposta visa:Fortalecer a cadeia produtiva das artes e a economia da cultura das periferias dos territórios atendidos, gerando renda (Requisito III).Corrigir a assimetria de informação e técnica por meio da formação especializada (Requisito VIII e IX).Estruturar a governança em rede (Requisito V e VII), garantindo que os recursos e as oportunidades cheguem de forma eficaz às comunidades periféricas das regiões contempladas.Produzir conhecimento local (Requisito VI), o que é fundamental para a elaboração de políticas públicas culturais mais assertivas e para a atração de novos investimentos para os territórios.O projeto transforma os trabalhos já desenvolvidos pela Favela é Isso Aí _ Mostra, editora e seus produtos - em uma plataforma robusta de desenvolvimento territorial, garantindo a permanência e a periodicidade das ações como instrumento fundamental para o fortalecimento do movimento cultural local e a preservação do patrimônio imaterial.O projeto PERIFERIAS EM REDE demonstra o cumprimento integral dos requisitos legais para projetos de Territórios Criativos, transformando a Mostra em um programa de desenvolvimento sustentável: o requisito I é atendido pela delimitação das quatro regiões mineiras (Jequitinhonha, Zona da Mata, Rio Doce/Mucuri e Região Central) e uma região baiana (Feira de Santana), territórios onde a proponente já atua; a previsão de continuidade e sustentabilidade (II) é garantida pela estruturação de programas contínuos e planos de permanência; o desenvolvimento de dinâmicas econômicas locais (III) é foco das imersões em fomento e suporte a novos negócios periféricos; o mapeamento do ecossistema e seus atores-rede (IV) e a produção de dados e indicadores (VI) serão realizados pelo Núcleo de Pesquisa; a governança (V) será implementada por um modelo de articulação em rede com plataformas digitais; a atuação em rede e a contratação local (VII) são priorizadas nas parcerias com instituições e na ficha técnica; e, finalmente, a qualificação profissional (VIII) e o suporte para criação de negócios (IX) são os produtos centrais dos eixos de Imersão em Gestão Cultural e Trocas Artísticas.O projeto PERIFERIAS EM REDE se enquadra em diversos incisos do Art. 1º e do Art. 3º da Lei Rouanet, dada sua natureza abrangente de fomento, formação e difusão cultural.Enquadramento no Art. 1º (Finalidade do PRONAC)O projeto se alinha primariamente com os seguintes incisos do Art. 1º, que tratam das finalidades do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac):I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais: A gratuidade total das Mostras e Imersões, a descentralização do acesso para o interior e regiões periféricas e a democratização via plataformas digitais (Vitrine Cultural) cumprem diretamente este inciso.II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais: O projeto é focado em quatro regiões específicas de Minas Gerais e um município na Bahia, prioriza a contratação de fornecedores e força de trabalho dos próprios territórios (Requisito VII), sendo a regionalização um de seus pilares.III - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores: A realização das 4 Mostras descentralizadas e da Mostra intercambio, além da criação da Vitrine Cultural Digital propiciam a visibilidade e valorização direta dos artistas e grupos das culturas populares.IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional: O foco do projeto nas manifestações das culturas populares e do patrimônio imaterial das periferias metropolitanas e do interior mineiro atende a esta proteção e valorização do pluralismo.V - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira: Ao estruturar a economia criativa, oferecer formação em gestão e dar suporte a novos negócios periféricos, o projeto garante o fortalecimento e o florescimento sustentável desses modos de vida cultural.VI - Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro: O registro das manifestações e a difusão da memória cultural (Justificativa) contribuem para a preservação do patrimônio imaterial.Enquadramento no Art. 3º (Objetivos dos Projetos)O projeto cumpre objetivos em pelo menos três incisos do Art. 3º:I - Incentivo à formação artística e cultural, mediante:c) Instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos: O Eixo 1 (Gestão Cultural), Eixo 2 (Mecanismos de Fomento) e Eixo 3 (Trocas Artísticas) são essencialmente cursos/imersões destinados à formação e aperfeiçoamento de artistas periféricos, empreendedores e gestores culturais dos territórios contemplados.II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: a) Produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; O projeto prevê a produção de vídeos de registro das imersões e das Mostras, bem como de materiais audiovisuais para a Vitrine Cultural. c) Realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; A realização das 5 Mostras da Diversidade Cultural é um evento artístico-cultural que se enquadra diretamente neste inciso, principalmente porque todos os artistas receberão pelo seus trabalhos.IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:b) Levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; A estruturação do Núcleo de Pesquisa e Indicadores (Requisito VI) e a produção de um relatório de diagnóstico do ecossistema criativo das periferias (Produto 2) cumprem este objetivo.
O projeto em pauta propõe a integração de dois outros projetos já realizados pela proponente.O primeiro deles é Periferias em Rede, que já teve duas edições, ambas voltadas para a Região Metropolitana de Belo Horizonte, com seus 34 municípios (os relatórios de cada uma das edições estão anexos a esta proposta).Segue um breve relato das duas edições.1a. Edição Periferias em Rede- realizada de junho a dezembro de 2018- viabilizada via Lei Rouanet, em parceria com a Casa do Beco- principais ações: 1 .Evento de lançamento do projeto;2. Seminário Periferias em Rede;3. Pesquisa de campo nas 34 cidades da RMBH;4. Encontro metropolitano, no Palácio das Artes;5. Rodas de conversa em várias cidades da RMBH;6. Mostra Periferias em Rede;7. Série de filmes Periferias em Rede;8. Elaboração do Mapa da Rede;9. Publicação do livro Periferias em Rede;10. Publicação do Guia da Identidade e cidadania11. Premio cultura e direito À cidade;12. Quadro dentro do Programa Casa Aberta, Rádio Inconfidência;13. Plataforma de trocas Periferias em Rede.2a. Edição Periferias em Rede - realizada de 01/03 a 24/06/2021- viabilizada através do Edital nº 02/2020 - modalidade credenciamento pontos de cultura, com recursos da Lei Aldir Blanc- principais ações: 1. Lançamento de edital para seleção de produtores audiovisuais e projetos periféricos a serem retratados2. Seleção de 13 propostas, entre as mais de 150 recebidas3. Premiação em dinheiro para produção dos 13 filmes realizados de forma colaborativas entre produtores audiovisuais e projetos socioculturais que atuam nas favelas de Belo Horizonte e nos 33 municípios que compõem a RMBH.4. divulgação de todos os filmes5. realização de 04 webinários com conversa entre direção da ONG Favela É Isso Aí, realizadores e protagonistas dos filmes6. Mostra de exibição com a estréia dos filmes na plataforma digital aberta Youtube de 21 a 24 de junho.O segundo projeto integrado a esta proposta é a Mostra da Diversidade Cultural Imagens da Cultura Popular, que vem sendo realizada desde 2008, em vários territórios. (como são muitas edições, não será possível postar aqui os relatórios, mas a linha do tempo do projeto - com todos os catálogos, livros e filmes produzidos - está disponível para consulta em nossa página https://www.favelaeissoai.com.br/mostra-diversidade-cultural/ )Em suas últimas edições, focou nas mesmas localidades aqui propostas, à exceção de João Monlevade, sendo substituída pela Região Rio Doce / Mucuri, onde a proponente começou novo projeto em 2025, via Lei Estadual de Incentivo de Minas Gerais, com foco no hip-hop e seus produtores e artistas. As Mostras realizadas nos últimos anos foram:- Feira de Santana, Bahia, já teve seis Mostras, a saber: 2019 – Uma mostra de longa duração, presencial 2020 - Pandemia covid – uma mostra virtual, com os projetos contemplados2021 - Pandemia covid – uma Mostra, com ações, em sua maior parte, virtuais e algumas ações presenciais)2022 – Uma Mostra presencial 2023 – Uma Mostra presencial2024 – Uma Mostra presencial- João Monlevade teve três Mostras, sendo: 2022, 2023 e 2024- Juiz de Fora teve três Mostras, sendo: 2022, 2023 e 2024- RMBH teve cinco Mostras, sendo: 2020 – Pandemia covid – uma mostra virtual, relativa aos projetos contemplados2022 – Uma Mostra em parceria com o Iepha – Dia do Patrimônio, com os grupos de Contagem 2023 – Mostra Intercambio, com participação de grupos de todas as regiões atendidas pelo projeto.2024 – Mostra Intercambio, com participação de grupos de todas as regiões atendidas pelo projeto.2025 – Mostra Comemorativa de 21 anos do Favela é Isso Aí, com participação de grupos de todas as regiões atendidas pelo projeto.- Jequitinhonha teve dez Mostras, sendo:2019 – Duas mostras, sendo uma em cada cidade - Senador Modestino Gonçalves e Carbonita2020 – – Pandemia covid – duas mostras virtuais, relativas a cada uma das cidades e seus projetos contemplados - Senador Modestino Gonçalves e Carbonita2021 – Duas mostras, sendo uma em cada cidade - Senador Modestino Gonçalves e CarbonitaEm 2022 não houve Mostra na região, mas houve a premiação de um dos grupos de Senador Modestino Gonçalves e a participação de grupos de Carbonita e Senador Modestino Gonçalves na Mostra Intercambio BH 2023 – Duas mostras, sendo uma em cada cidade - Senador Modestino Gonçalves e Carbonita2024 - Duas mostras, sendo uma em cada cidade - Senador Modestino Gonçalves e Carbonita- Centro-oeste teve 17 Mostras, sendo:2019 – quatro Mostras, sendo uma em cada cidade - Abaeté; Martinho Campos; Dores do Indaiá e Bom Despacho (com participação de Quartel Geral)2020 – Pandemia covid – quatro mostras virtuais, relativas a cada uma das cidades e seus projetos contemplados - Abaeté; Martinho Campos; Dores do Indaiá e Bom Despacho (com participação de Quartel Geral)2021 – Não houve atendimento à região Em 2022 não houve Mostra na região, mas houve a premiação de um dos grupos de Dores do Indaiá e a participação de grupos de Bom Despacho e Abaeté na Mostra Intercambio BH.2023 – quatro Mostras, sendo uma em cada cidade - Abaeté; Martinho Campos; Dores do Indaiá e Bom Despacho (com participação de Quartel Geral)2024 – cinco Mostras, sendo uma em cada cidade - Abaeté; Martinho Campos; Dores do Indaiá, Bom Despacho e Quartel GeralAs ações em cada uma das Mostras / territórios são variadas, de acordo com o perfil local e a cada edição, mas em geral englobam:1.Lançamento de edital para seleção de artistas, grupos culturais e produtores em cada território2. Seleção dos participantes, com premiação em dinheiro para participação nas Mostras3. Oferta de processos formativos, especialmente nas áreas de gestão cultural e aperfeiçoamento artístico4. Realização das Mostras artísticas gratuitas para a comunidade
Produto 1: Programa de Formação e Qualificação (Imersões)Natureza: Serviços de capacitação e mentoria.Duração: 15 encontros presenciais (3 encontros/eixo x 5 regiões) com carga horária total de 96h/aula.Participantes: Mínimo de 40 pessoas por região (Artistas, Empreendedores, Gestores).Infraestrutura: Salas de formação com projetor, sonorização básica e internet (Espaços Culturais/públicos parceiros).Produto 2: Núcleo de Pesquisa e Vitrine Cultural DigitalNatureza: Estudo/Pesquisa e Plataforma Digital.Relatório de Diagnóstico: 1 documento em formato PDF, com no mínimo 50 páginas, contendo o mapeamento dos ecossistemas criativos e indicadores de produção.Vitrine Cultural Digital: Plataforma online, responsiva, com cadastro e upload de portfólios (textos, imagens, vídeos) de no mínimo 50 artistas/grupos (10 por região), disponível para consulta.Produto 3: Mostras da Diversidade Cultural (Difusão)Natureza: Eventos Culturais/Artístico-Culturais (Art. 9º, II).Quantidade: 5 Mostras coletivas (uma por Território Criativo e uma de intercambio em Belo Horizonte).Linguagens: Multilinguagem (apresentações de música, teatro, dança, audiovisual, artes visuais).Infraestrutura: Palco, sonorização profissional, iluminação cênica, equipe de segurança/apoio, sinalização e acessibilidade.Material de Difusão: Catálogo impresso (1000 unidades, com os participantes da Mostra intercâmbio) e digital que apresente o trabalho de todos os artistas envolvidos e que dará subsídio aos portfólios dos participantes.Material de Difusão: Vídeo com duração entre 5 e 10 minutos com as apresentações das mostras, visando fornecer aos participantes materiais que possam ser utilizados como comprovação de atuação para futuros editais.
• As Mostras serão realizadas em locais que já possuem acessibilidade física (rampas, banheiros adaptados) garantida para cadeirantes, idosos e pessoas com mobilidade reduzida.• Será incluída Janela de Libras (Língua Brasileira de Sinais) em todos os vídeos produzidos (em especial o vídeo de resultados das mostras, que comporá a Vitrine Cultural). Também haverá intérprete de libras em todos os eventos presenciais (mostras finais de cada território)• Materiais de divulgação impressos poderão ser produzidos em fonte ampliada mediante solicitação.• A acessibilidade de conteúdos será garantida com a revisão de todos os produtos pela coordenação geral e através da orientação a todos os membros da equipe (que recentemente passaram por formação especializada em acessibilidade) para uso de linguagem simples e acessível para pessoas neurodivergentes
• Gratuidade total de todas as atividades: imersões/cursos, encontros técnicos e as 5 Mostras culturais para artistas selecionados e público em geral.• Descentralização Geográfica: Atuação em 5 regiões (Territórios Criativos), junto a públicos periféricos de cada localidade, historicamente com menor acesso ao mercado cultural – na Bahia (Feira de Santana) e em Minas Gerais (Vale do Jequitinhonha, Zona da Mata, Vale do Rio Doce/Mucuri e Região Central / Metropolitana de Belo Horizonte).• Distribuição de Produtos: Catálogos distribuídos gratuitamente para centros culturais, bibliotecas comunitárias e escolas, além de artistas participantes das Mostras, públicos presentes, patrocinadores e parceiros.• Doação de 5% dos Catálogos para o acervo dos órgãos municipais e estaduais de cultura dos territórios atendidos.Ampliação do acesso: Acesso Digital Ampliado - Inserção de todos os conteúdos (registros audiovisuais, relatórios, Vitrine Cultural e catálogos) no site da instituição para consulta pública e gratuita.
• Proponente: ONG Favela é Isso Aí • Coordenação Geral: ONG Favela é Isso Aí• Coordenação de Pesquisa/Núcleo de Indicadores: Clarice de Assis Libânio• Coordenação de Formação/Imersões: Clarice de Assis Libânio• Coordenação artística das Mostras: César Maurício Alberto
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.