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O projeto consiste na tradução, edição e publicação trilíngue (português, inglês e espanhol) do livro Orí: A Cabeça como Divindade, de Márcio de Jagun, com versões acessíveis em e-book e audiolivro. A proposta visa ampliar o acesso à obra e difundir o pensamento afro-brasileiro em âmbito nacional e internacional, por meio de ações editoriais e culturais.
Orí: A Cabeça como Divindade, de Márcio de Jagun, livro best seller , uma obra seminal que mergulha na filosofia e na espiritualidade iorubá, explorando o conceito de Orí — a “cabeça” como divindade e sede da consciência, do destino e da identidade interior. A partir de uma leitura que integra teologia africana, filosofia ancestral e antropologia simbólica, o autor apresenta o Orí como o princípio que conecta cada ser humano ao sagrado, orientando sua trajetória, escolhas e equilíbrio existencial.O livro discute com profundidade temas como livre-arbítrio, destino (ayanmo), reencarnação, ética e autoconhecimento, além de abordar práticas tradicionais como o borí — ritual de alimentação e harmonização da cabeça espiritual. Por meio de uma linguagem acessível e reflexiva, a obra reafirma a relevância da cosmovisão iorubá na formação cultural do Brasil e no combate ao racismo religioso, configurando-se como referência para o ensino e a valorização das culturas africanas, conforme a Lei 10.639/03.O projeto propõe tornar esta obra amplamente acessível e internacionalmente difundida, por meio das seguintes ações:Traduzir integralmente o livro para inglês e espanhol, ampliando o alcance do pensamento afro-brasileiro em escala global;Produzir uma edição trilíngue impressa, com tiragem de 1.000 exemplares, garantindo qualidade editorial e distribuição pública;Criar um e-book acessível e um audiolivro gratuito, disponíveis em plataformas digitais com recursos de leitura de tela, legenda e audiodescrição;Realizar quatro lançamentos públicos e seis oficinas culturais em capitais brasileiras, promovendo encontros abertos de leitura e diálogo intercultural;Distribuir 2.000 exemplares digitais e 1.000 físicos gratuitamente para bibliotecas, escolas, universidades e terreiros de candomblé, fortalecendo o acesso comunitário e educacional;Desenvolver materiais educativos complementares, alinhados à Lei 10.639/03, destinados a professores e mediadores culturais, incentivando a inserção da filosofia africana em ambientes escolares e formativos.Dessa forma, Orí – A Cabeça como Divindade — Edição Acessível e Tradução Internacional consolida-se como um projeto de difusão cultural, inclusão e valorização das matrizes africanas, promovendo o diálogo entre tradição e contemporaneidade, e reafirmando o papel da ancestralidade como fonte viva de conhecimento, dignidade e liberdade.
Objetivo geralTornar o livro Orí: A Cabeça como Divindade, de Márcio de Jagun, acessível em três idiomas — português, inglês e espanhol — e em formatos inclusivos (e-book e audiolivro), ampliando seu alcance e promovendo o reconhecimento da cultura e filosofia afro-brasileira no Brasil e no exterior.Objetivos Específicos Traduzir integralmente o livro para inglês e espanhol.Produzir 1 edição trilíngue impressa com tiragem de 1.000 exemplares.Criar 1 e-book acessível e 1 audiolivro disponíveis gratuitamente em plataformas digitais.Realizar 4 lançamentos públicos e 6 oficinas culturais em diferentes capitais.Distribuir 2.000 exemplares digitais e 1.000 físicos para bibliotecas, escolas e terreiros.Desenvolver materiais educativos complementares alinhados à Lei 10.639/03.
O projeto "Orí: A Cabeça como Divindade — Edição Acessível e Tradução Internacional" requer o uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais por se tratar de uma iniciativa de relevante interesse público, voltada à preservação, difusão e valorização da cultura afro-brasileira e da herança iorubá. O apoio via renúncia fiscal é essencial para viabilizar as etapas de tradução, produção editorial trilíngue e acessibilidade, que demandam custos elevados e não encontram respaldo em recursos de mercado.Nos termos do Art. 1º da Lei 8.313/91, o projeto se enquadra nos incisos:I _ "contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais";II _ "proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira";III _ "promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira"; eV _ "propiciar meios para a preservação dos bens materiais e imateriais do patrimônio cultural brasileiro".Atende ainda aos objetivos do Art. 3º da mesma lei, especialmente os incisos:I _ estímulo à produção cultural e artística nacional;III _ preservação e difusão da memória e do conhecimento;VI _ valorização da diversidade étnica e regional;VII _ incentivo a intercâmbios culturais internacionais;IX _ democratização do acesso aos bens culturais.Dessa forma, o mecanismo de incentivo é indispensável para assegurar a ampla difusão, inclusão e sustentabilidade cultural da proposta, garantindo que o conteúdo alcance públicos diversos, dentro e fora do país, sem barreiras econômicas ou linguísticas.
Acessibilidade Física - não cabe ao projeto por ser livro. Acessibilidade de ConteúdoO projeto prevê ações de acessibilidade comunicacional e cognitiva nos produtos editoriais e eventos:Produção de audiolivro completo, narrado por profissionais afro-brasileiros, disponibilizado gratuitamente em plataformas digitais;Criação de e-book acessível, compatível com leitores de tela e softwares de leitura para pessoas cegas ou com baixa visão;Inclusão de versão em Braille digital (BRF) para bibliotecas inclusivas;Inserção de legendas descritivas em todos os vídeos de divulgação;Disponibilização de intérprete de Libras nos lançamentos e oficinas;Oferta de visitas sensoriais e experiências táteis em pelo menos dois eventos presenciais, permitindo imersão no conteúdo para pessoas com deficiência visual.Essas ações garantem que o acesso ao conteúdo seja pleno, inclusivo e democrático, reafirmando o compromisso do projeto com a equidade cultural e o direito universal à fruição artística.
A distribuição do livro Orí: A Cabeça como Divindade — Edição Acessível e Tradução Internacional será realizada de forma gratuita e pública, com o objetivo de garantir o acesso amplo e inclusivo ao conteúdo. Serão produzidos 1.000 exemplares impressos trilíngues (português, inglês e espanhol), dos quais 80% serão distribuídos gratuitamente para bibliotecas públicas, escolas, universidades, terreiros de candomblé e centros culturais em diferentes regiões do país. Os demais exemplares serão disponibilizados para venda a preço simbólico, revertendo valores à manutenção de novas tiragens acessíveis.Além da edição física, o projeto disponibilizará gratuitamente 3.000 cópias digitais em formato e-book acessível e 1 audiolivro nas principais plataformas (Spotify, YouTube, Deezer e site do projeto).Para ampliar o alcance, serão promovidas ações abertas e inclusivas:Oficinas de leitura e tradução afro-filosófica gratuitas em espaços culturais e escolas públicas;Transmissões online dos lançamentos e rodas de conversa, com interpretação em Libras e legenda descritiva;Encontros híbridos e gravações disponibilizados posteriormente no canal do projeto;Ensaio aberto com leitura dramatizada de trechos do audiolivro;Atividades paralelas em comunidades de matriz africana, estimulando o diálogo sobre ancestralidade, língua e identidade.Essas medidas asseguram que o conteúdo chegue a diferentes públicos e territórios, reduzindo barreiras econômicas, físicas e simbólicas, e consolidando o princípio de democratização cultural previsto na Lei 8.313/91.
O proponente é responsável por toda a execução administrativa, técnica e gestão financeira do projeto, acumulando também a função de autor da obra que fundamenta esta proposta.Márcio Mendes (Márcio de Jagun)Executivo da Diversidade Religiosa do Município do Rio de Janeiro (2022–2025) e Superintendente Estadual de Defesa e Promoção da Liberdade Religiosa do Estado do Rio de Janeiro (2017–2021).É pesquisador e sacerdote de tradição iorubá, com destacada atuação nas áreas de filosofia africana, teologia iorubá e estudos da ancestralidade. Desenvolve ações voltadas à valorização das religiões de matriz africana, ao diálogo inter-religioso e à promoção dos direitos culturais e da diversidade.Autor de diversas obras de referência sobre filosofia, língua e espiritualidade africana, entre as quais:Orí — A Cabeça como Divindade (2015)Odù — Os Yorubás e o Destino (2016)Yorùbá — Vocabulário Temático do Candomblé (2017)Ewé — A Chave do Portal (2019)Candomblé em Tempos de Crise: Pensando a Religião Antes, Durante e Após a Pandemia (2020)Nkó Yorùbá — Gramática, Conversação e Tradução (2020)A Sala de Aula Não Cabe no Mundo: Compreendendo a Nagologia Iorubá e Suas Metodologias Singulares (2021)Abilayo — Nascido da Alegria (2021)Akin e a Visita de Àrùn (2023)Filosofia Descolonial do Candomblé Nagô (2024).Sua trajetória une pesquisa, docência, sacerdócio e gestão pública, consolidando-o como uma das principais vozes contemporâneas na defesa da liberdade religiosa e na difusão da filosofia iorubá como patrimônio imaterial e instrumento de descolonização do pensamento. CARLOS AUGUSTO DORIA LEANDROProfissional com mais de 30 anos produzindo conteúdo criativo para campanhas publicitárias, jogos, ativação de marcas, entre outros serviços, como: Criação de personagens, produção de estátuas e esculturas para feiras, eventos ou ativações, campanhas publicitárias, criação de capas para livros, produtos, catálogos e artes visuais. Especialista em branding e rebranding; como clientes a Editora Zelig, Disney, Sony, Warner, entre outras. LEONARDO SANT’ANNA PALMAFormado em Desenho Industrial com especialização em Programação Visual pelo Instituto Presbiteriano Mackenzie.Diagramador na Fundação Vunesp.Especializado em diagramação e tratamento de imagens.Contribuiu para projetos como a diagramação e o tratamento de imagens da exposição VESTIR A CENA | Passeio fotográfico por figurinos de Antunes Filho (SESC-SP).Editoração e branding do Endowment Prospera Unesp – Fundo Patrimonial da UNESP.Diversas publicações da Editora Unesp.Seu trabalho une técnica e criatividade na valorização do conteúdo visual. PEDRO PINHEIRO DE SOUZAFormando em Cinema pela FAAP, conta com experiência de mais de 10 anos em produção audiovisual.Profissional responsável pela produção de filmes, fotografias, roteirização, contratação de equipe, locação de equipamentos extras, entre outras atividades.Especialista em pós-produção de trabalhos fotográficos e de cinema, em todas as etapas de edição, decupagem, sound design, color grading, motion design. EDIVANIA FERNANDES PINHEIROFormada em Produção Editorial pela Universidade Anhembi Morumbi.Profissional com mais de 10 anos de experiência no terceiro setor, especialista em gestão de projetos socioeducativos e culturais, com histórico comprovado de parcerias estratégicas e impacto entre os mais vulneráveis , juntamente com órgãos governamentais e OSCs (Organizacões da Sociedade Civil);Atuou também como Coordenadora de pesquisa para o Livro “Teatros do Brasil – Memória do Espaço Cênico no Brasil” da Editora Senac, e para a Exposição “Plinio Marcos – Um grito de Liberdade”Produção de trabalhos literários para Editora Zelig; EDITORA ZELIG – LITERATURA COM EXCELÊNCIAHá mais de 16 anos no mercado, a Editora Zelig se destaca na produção e publicação de livros especiais, combinando conteúdo de alto nível com acabamentos sofisticados, especialmente em capa dura. O compromisso da empresa é transformar cada obra em uma experiência sensorial única, valorizando tanto a forma quanto a essência do texto. Com um catálogo diversificado, os títulos estão presentes nas mais renomadas livrarias, Amazon e bibliotecas públicas no Brasil e no exterior, incluindo os EUA e a República Tcheca. A Zelig se consolidou como referência para leitores exigentes, colecionadores e amantes da literatura bem produzida, elevando o padrão editorial e proporcionando publicações que transcendem o convencional. Cada livro publicado pela Zelig carrega o selo de qualidade que nos tornou reconhecidos no mercado editorial: design refinado, impressão de alto padrão e um olhar criterioso para o conteúdo, sempre valorizando obras que marquem época.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.