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PRONAC 2512008Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

Exposição 50 Anos do Teste do Pezinho no Brasil

ASSOCIACAO DE PAIS E AMIGOS DOS EXCEPCIONAIS DE S PAULO
Solicitado
R$ 1,50 mi
Aprovado
R$ 1,50 mi
Captado
R$ 8,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.5%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-06-01
Término

Resumo

Realizar exposição para resgatar e difundir a trajetória do teste do pezinho no Brasil e comemorar os 50 anos de sua implantação, incluindo serviço educativo e palestras. Uma versão compacta da mostra irá itinerar por outros pontos de visitação pública (produto principal Exposição Cultural / de Artes). Como produtos secundários serão produzidos um vídeo e um podcast. O vídeo irá abordar a iniciativa de implantação do teste do pezinho, pioneira na década de 1970, à consolidação como política pública nacional. O podcast será composto por um histórico da criação do teste, depoimentos e a importância da acessibilidade.

Sinopse

SINOPSE DA OBRA: Uma jornada interativa que apresenta a história, o impacto social e a importância cultural do teste do pezinho como política pública de saúde que transformou gerações de brasileiros, integrando acessibilidade como valor central e estabelecendo paralelos entre diagnóstico precoce e inclusão social.Local: Sede do Instituto Jô Clemente na Vila Clementino, São Paulo/SP - com a possibilidade de uma versão reduzida para itinerância e divulgação.Produção de uma estrutura modular para montagem em espaço externos, formatação dos conteúdos para uma versão mais compacta.NÚCLEOS EXPOSITIVOS1. Origens e História - Painéis históricos sobre o desenvolvimento do teste de triagem neonatal no mundo - Linha do tempo da implementação no Brasil (desde 1976 até o Programa Nacional de Triagem Neonatal)- Depoimentos em vídeo de pioneiros da medicina que trouxeram o teste ao país (com interpretação em Libras e audiodescrição) 2. Ciência e Saúde - Instalação interativa explicando como o teste é realizado, com recursos multissensoriais - Mostra das doenças detectadas e seus impactos, com modelos táteis para compreensão universal- Evolução tecnológica dos métodos de testagem (com equipamentos originais em exposição e réplicas táteis)3. Memórias Familiares - Galeria de histórias de vida de pessoas diagnosticadas precocemente, em múltiplos formatos acessíveis- Mural de fotografias e relatos de famílias beneficiadas, com audiodescrição contextualizada- Espaço "Primeira Gota" com cartões de teste reais (anonimizados) de diferentes décadas e réplicas táteis 4. Legado Cultural - Representações do teste do pezinho na cultura popular brasileira - Campanhas de saúde pública ao longo das décadas- Influência na construção de políticas públicas de saúde preventiva e inclusão socialCONVERGÊNCIA DE PROPÓSITOS O teste do pezinho e a acessibilidade compartilham um princípio fundamental: a detecção e intervenção precoce como caminho para garantir oportunidades iguais. Assim como o diagnóstico neonatal previne limitações futuras ao identificar condições tratáveis em seu estágio inicial, a acessibilidade cultural elimina barreiras que impedem a plena participação de todos nos espaços de memória e conhecimento. Este projeto não apenas documenta a trajetória de uma política pública de saúde, mas estabelece um paralelo entre o cuidado preventivo que o teste representa e a necessidade de construirmos uma sociedade que antecipe e elimine obstáculos à participação plena de todos os cidadãos. SERVIÇO EDUCATIVO1. Acesso gratuito para escolas públicas com visitas mediadas e recursos de acessibilidade.2. Capacitação de professores sobre educação em saúde preventiva e acessibilidade cultural para pessoas com deficiência.3. Oficinas gratuitas para profissionais de saúde de regiões carentes, incluindo módulo sobre atendimento acessível.4. Exposição itinerante em versão reduzida para hospitais públicos, totalmente acessível (versão reduzida para instalação em espaços públicos como terminais de ônibus, estações de Metrô).5. Material educativo em formato de cartilha e digital acessível para distribuição em UBS (Unidades Básicas de Saúde), Museus, Espaços Culturais.6. Palestras de sensibilização sobre acessibilidade para gestores culturais e de saúde, envolvendo uma oficina de capacitação em acessibilidade cultural para profissionais do setor da cultura.

Objetivos

OBJETIVO GERALRealizar uma exposição cultural e educativa sobre a história do teste do pezinho no Brasil, destacando sua relevância social, científica e política, ao mesmo tempo em que promove a inclusão, a acessibilidade e a valorização das pessoas com deficiência e com condições raras.OBJETIVOS ESPECÍFICOS● Difundir a história da implantação e expansão do teste do pezinho no Brasil, valorizando a memória de profissionais, instituições e famílias envolvidas.● Promover a conscientização sobre a importância do diagnóstico precoce para a qualidade de vida e a inclusão social.● Traduzir conteúdos científicos em linguagem acessível, tornando-os compreensíveis para diferentes públicos.● Estimular a reflexão sobre a relação entre saúde pública, cidadania, cultura e direitos humanos.● Ampliar o acesso à cultura por meio de recursos de acessibilidade (audiodescrição, Libras, legendagem, materiais táteis, entre outros).● Contribuir para a valorização das pessoas com deficiência e com condições genéticas e metabólicas, combatendo estigmas e promovendo representatividade.● Oferecer atividades educativas e interativas que envolvam estudantes, famílias, profissionais de saúde e o público em geral.● Produzir e apresentar uma exposição sobre o teste do pezinho pelo período de 8 meses, que espera receber 800 pessoas/mês, totalizando 6.400 beneficiados, de forma totalmente gratuita. Dentro desse público estima-se que sejam 1.500 estudantes e professores atendidos pelo serviço educativo.● Publicar 2.000 exemplares de folder/cartilha educativa.● Realizar 8 palestras para um público estimado de 70 pessoas cada uma, totalizando 560 pessoas.● Realizar um vídeo, que será veiculado no canal do Youtube da Instituição, estimando um público de 2.800 pessoas.● Realizar 6 episódios de podcast, estimando um público ouvinte de 2.800 pessoas.

Justificativa

A exposição propõe resgatar e difundir a trajetória do Teste do Pezinho no Brasil, uma política pública de saúde que transformou a vida de milhares de crianças e famílias.Desenvolvido em 1961 pelo médico norte-americano Robert Guthrie, o teste chegou ao Brasil em 1976 por meio de um projeto pioneiro conduzido pelo Dr. Benjamin Schmidt, na APAE de São Paulo, atual Instituto Jô Clemente (IJC). O foco inicial era a prevenção da deficiência intelectual por meio da detecção precoce da fenilcetonúria, doença genética rara que, sem tratamento, provoca graves danos neurológicos.A APAE foi fundada em 1961 por Dona Jô Clemente, seu marido, Dr. Antonio Clemente Filho, e outras famílias que buscavam inclusão e atendimento especializado para pessoas com deficiência intelectual. Movidos pelo amor ao filho Zequinha, com síndrome de Down, o casal impulsionou pesquisas e práticas inovadoras. Com o incentivo desses pioneiros, o teste do pezinho, já aplicado em outros países, foi introduzido no Brasil, tornando-se um marco na triagem neonatal. O diagnóstico precoce permite o início imediato de dietas e tratamentos específicos, garantindo o desenvolvimento saudável das crianças.Com o passar dos anos, o exame foi ampliado e passou a identificar outras doenças raras e silenciosas, como hipotireoidismo congênito, fibrose cística, doença falciforme e toxoplasmose congênita. Muitas dessas condições não apresentam sintomas ao nascer, exigindo detecção e intervenção precoces para assegurar qualidade de vida. Graças ao teste, milhares de crianças brasileiras tiveram acesso ao tratamento antes da manifestação dos sintomas, alterando significativamente seus prognósticos e perspectivas futuras.Em 2001, o Ministério da Saúde instituiu o Programa Nacional de Triagem Neonatal (PNTN), que definiu diretrizes para expandir o teste e garantir o acesso universal ao rastreamento de doenças genéticas e metabólicas em recém-nascidos. Em 2021, o teste do pezinho foi incorporado ao Estatuto da Criança e do Adolescente, consolidando seu caráter de direito fundamental à saúde infantil.O PNTN representou um avanço decisivo na política pública de saúde ao estruturar todas as etapas do processo: coleta, análise laboratorial, diagnóstico, tratamento e acompanhamento especializado, inicialmente voltado para quatro doenças: fenilcetonúria, hipotireoidismo congênito, fibrose cística e hemoglobinopatias. Gradualmente, o programa ampliou sua cobertura, incorporando novas condições e fortalecendo a rede de Serviços de Referência em Triagem Neonatal (SRTN) em todo o país. Sua meta é assegurar que 100% dos recém-nascidos tenham acesso ao exame, independentemente da região ou condição socioeconômica, promovendo equidade e integralidade no cuidado.Mais do que um simples exame, o teste do pezinho consolidou-se como porta de entrada para o cuidado integral, possibilitando tratamento precoce e proteção ao desenvolvimento físico, neurológico e emocional das crianças desde os primeiros dias de vida.Em 2026, o teste do pezinho completará 50 anos no Brasil, coincidindo com os 65 anos do Instituto Jô Clemente e o centenário de Dona Jô Clemente. Essas efemérides simbolizam uma oportunidade de preservação da memória das lutas pela inclusão e pela valorização da ciência, destacando um marco essencial na prevenção e no diagnóstico precoce de doenças raras e metabólicas.A relevância cultural e social desta iniciativa está em tornar visível uma história fundamental para a saúde pública e para a construção de uma sociedade mais justa e inclusiva. Ao narrar as origens, desafios, avanços científicos e impactos humanos do teste do pezinho, a exposição promove a valorização da ciência, da saúde e dos direitos das pessoas com deficiência e condições genéticas, reforçando a importância da prevenção e do cuidado.Com caráter educativo e de difusão científica, o projeto aproxima estudantes, profissionais de saúde, famílias e o público em geral, traduzindo conteúdos técnicos em linguagem acessível e sensível. Valoriza, ainda, a memória de profissionais, ativistas e instituições que viabilizaram a implantação do programa no Brasil, garantindo o acesso a registros e documentos históricos que compõem essa trajetória.A exposição também propõe a quebra de paradigmas sobre acessibilidade cultural, alinhando-se às diretrizes da Lei Rouanet, que enfatizam inclusão e democratização do acesso. Assim, o projeto cumpre duplo papel: narrar a história de uma política pública transformadora e ampliar a percepção social sobre a importância da pessoa com deficiência e de grupos historicamente afastados dos direitos culturais, reafirmando que a cultura deve ser universal e participativa.Do ponto de vista cultural, a exposição reforça a perspectiva da cultura como direito humano, ao tratar de um tema que atravessa saúde, ciência, cidadania e inclusão, traduzindo esses elementos em experiências museográficas, recursos visuais e interativos que estimulam reflexão, empatia e diálogo social.Parte da pesquisa deste projeto será realizada no acervo histórico da antiga APAE de São Paulo, hoje Instituto Jô Clemente (IJC), que é a instituição pioneira na implantação do teste do pezinho no Brasil.Esse acervo, composto por documentos, registros, fotografias e materiais técnicos, será cuidadosamente organizado e disponibilizado ao longo da pesquisa, com o objetivo de garantir seu acesso a outros profissionais, pesquisadores e interessados na história da triagem neonatal e assuntos correlatos.A iniciativa visa não apenas preservar a memória institucional, mas também fomentar novas investigações e reflexões sobre os avanços da saúde pública e os direitos das pessoas com deficiência, ampliando o impacto científico e social do projeto.Por fim, o projeto se alinha às diretrizes da Lei Rouanet ao preservar e difundir patrimônio imaterial ligado à história das políticas públicas brasileiras, ao mesmo tempo em que promove acessibilidade e amplia o acesso à cultura especialmente para pessoas com deficiência e seus familiares, que se veem representados na narrativa.A utilização da Lei de Incentivo à Cultura para a produção e promoção deste projeto é fundamental. Ele se enquadra na Lei no. 8.313 de 23/12/1991 em seu artigo 1o. nos incisos:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País.Para o cumprimento dessas finalidades, este projeto atende aos objetivos do seguinte inciso do artigo 3o da mesma lei:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.

Estratégia de execução

ESTRATÉGIA DE COMUNICAÇÃO E DIVULGAÇÃO Comunicação Digital● Pacote de posts para Instagram, Facebook, LinkedIn e X (Twitter)● Anúncio digital comemorativo em portais segmentados● Teasers e chamadas para rádio (via parcerias comunitárias e educativas)● E-mail marketing com logomarcas do Ministério da Cultura e dos patrocinadores● Cartilhas digitais com logomarcas dos patrocinadores● Release para imprensa com destaque aos apoiadoresMateriais Visuais e Impressos● Logomarcas em todas as peças de comunicação● Inclusão dos patrocinadores em cartazes, folders e bannersConteúdo Audiovisual● Filme e PodCasts com créditos aos patrocinadores● Vídeos curtos para redes sociais e anúncios● Vinhetas com branding dos apoiadores

Especificação técnica

Exposição - Produto principalLocal: Hall do Auditório Safra – Instituto Jô Clemente (São Paulo/SP) Proponente: Instituto Jô Clemente (IJC) Curadoria: Carla Nieto Vidal Projeto expográfico e identidade visual: Alexsandro Souza / Dínamo Design Produção executiva: Memória Web Produção audiovisual: Porão FilmesConceito CuratorialA exposição tem como objetivo celebrar os 50 anos do Teste do Pezinho e sua relevância cultural, inclusiva e social na cidade de São Paulo, junto a outras efemérides, como os 65 anos do Instituto Jô Clemente (IJC) e o centenário de Dona Jô Clemente, fundadora.A narrativa expográfica valoriza a cultura e o impacto social relacionados ao tema, integrando linguagem acessível, conteúdos audiovisuais e recursos interativos.Espaço ExpositivoO hall do Auditório Safra constitui um ambiente de circulação e convivência, com aproximadamente 80 m² de área útil, pé-direito duplo e iluminação natural indireta. O espaço será adaptado para abrigar a exposição, com fluxo de visita livre e acessibilidade universal. A ambientação será projetada de modo a integrar o acervo expositivo à arquitetura existente, respeitando as condições de segurança, conforto visual e preservação dos materiais.Componentes Expográficosa) Painéis Expositivos:Painéis verticais em estrutura leve de alumínio com impressão digital em tecido ou vinil fosco, distribuídos em sequência cronológica;Conteúdo textual bilíngue (português/inglês) e em leitura simples;Inserção de elementos gráficos originais da época e fotografias do acervo histórico do IJC e do Teste do Pezinho.b) Totem Interativo:Totem multimídia de 43’’ touchscreen, com vídeos institucionais e depoimentos de familiares, profissionais e beneficiários;Sistema com acessibilidade digital (audiodescrição, legendas e Libras).c) Audiovisual e Sonorização:Instalação de um vídeo institucional de 5 minutos, produzido pela Porão Filmes, com projeção contínua em monitor de 55’’ embutido em suporte de madeira;Trilha sonora ambiente composta por fragmentos de entrevistas e músicas relacionadas às campanhas históricas da instituição.d) Vitrines e Acervo Material:Vitrines horizontais em vidro laminado, contendo documentos originais, objetos pessoais e materiais históricos do acervo de Dona Jô Clemente;Sistema de iluminação por LED frio (3000K), com difusor antirreflexo e controle de intensidade.e) Recursos de Acessibilidade:Textos em braile e fonte ampliada;Piso tátil direcional;QR Codes para acesso a conteúdo em Libras e audiodescrição;Alturas de leitura e projeção adequadas a cadeirantes e pessoas com baixa estatura. Conteúdo e LinguagemOs textos institucionais e curatoriais adotarão linguagem clara e inclusiva, com ênfase na importância cultural e histórica do Teste do Pezinho. As imagens e depoimentos serão selecionados a partir do acervo histórico do Instituto Jô Clemente, priorizando a representação de inclusão, acessibilidade, diversidade, afeto e transformação social e cultural.Estão previstos também:1. Caderno da Exposição - Publicação com textos, imagens e histórias do teste do pezinho, disponível em tinta, braille e versão digital acessível.2. Cartilha Educativa em versão impressa e-book - Material para distribuição em maternidades e postos de saúde, disponível em múltiplos formatos acessíveis.3. Landing page - Pezinho 50 anos - espaço virtual com conteúdo para download da exposição e histórias colaborativas, com conformidade WCAG nível AAA.4. Kit Pedagógico - Material para professores trabalharem o tema em sala de aula, incluindo orientações para adaptação a diferentes necessidades.5. Série de Cards para Redes Sociais - Conteúdo educativo para ampla divulgação, com versões acessíveis.Podcast e VideoCast - Produto secundárioSérie com 6 episódios - tendo 30 minutos cada - sobre histórias de vida transformadas pelo diagnóstico precoce, com transcrição completa e versão em Libras.Podcast ou Coleção Fasciculadas: "Primeiros Passos – Histórias que o Pezinho Contou":Episódios 1 e 2 – Os Criadores do Teste do Pezinho - Resgate da origem e evolução do teste no Brasil, com os profissionais pioneiros.Ep. 1 – Benjamin Schmidt e o nascimento do teste no Brasil Entrevista com especialistas do Instituto Jô Clemente, contando como o teste começou em 1976 e os desafios enfrentados. Ep. 2 – Expansão e políticas públicas Conversa com profissionais do Ministério da Saúde sobre o Programa Nacional de Triagem Neonatal (PNTN) e o impacto da política pública.Episódios 3 e 4 – Acessibilidade na Cultura: reflexões sobre inclusão e o papel da acessibilidade na comunicação e cultura.Ep. 3 – Cultura para todos: acessibilidade como direito Entrevista com especialistas em acessibilidade cultural, como curadores, intérpretes de Libras e produtores de conteúdo inclusivo.Ep. 4 – Libras e linguagem acessível: quebrando barreiras Conversa com pessoas surdas e ativistas que lutam pela inclusão plena em espaços culturais e informativos.Episódios 5 e 6 – Histórias de Vida Transformadas: o impacto humano do diagnóstico precoce.Ep. 5 – Um diagnóstico que salvou a infância Relato de uma família cuja criança foi diagnosticada com fenilcetonúria e teve acesso ao tratamento graças ao teste. Ep. 6 – Viver com dignidade: quando o diagnóstico vira esperança História de um adulto que teve sua vida transformada pelo diagnóstico precoce e hoje atua como defensor da triagem neonatal.Vídeo - Produto secundárioA narrativa do documentário combina entrevistas, imagens de arquivo, recriações de cenas em IA, cases de famílias e recursos gráficos.A proposta é conduzir o espectador por uma jornada sensível e de rigor informativo sobre a trajetória do Teste do Pezinho no Brasil — desde sua implementação pioneira na década de 1970 até sua consolidação como política pública essencial para a saúde infantil.Gênero: Documentário histórico, educativo e social.Duração estimada: 30 minutos.Formato de captação: Digital 4K.Idioma original: Português.Ritmo e linguagem: Narrativa envolvente e emocional, aliando rigor informativo à sensibilidade humana.

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE E EDUCATIVORecursos acessíveisA acessibilidade não será tratada como mero requisito legal ou apêndice do projeto, mas como elemento estruturante da concepção expositiva. Cada núcleo da exposição incorporará recursos de acessibilidade que dialogam diretamente com o conteúdo apresentado:Mapa tátil:- Recurso produzido para auxiliar na localização e no deslocamento do público com deficiência visual pela exposição.- Será inserido um QR Code de acesso aos conteúdos com audiodescrição e Libras.- Todas as informações estarão em tinta e Braille.- O item deverá ser instalado próximo a porta de entrada.Objetos e/ou Maquetes táteis:- Proposta de produção de dois recursos táteis em 3D que contribuam para a experiência expositiva e tenham relação com os conteúdos apresentados.- Eles deverão ser instalados em suportes com inclinação de 15 graus e altura adequada para aproximação de cadeiras de rodas (73 cm, no mínimo).Piso tátil:Trilha tátil instalada para orientar a circulação pelo espaço, destacando os pontos de interesse para as pessoas com deficiência visual.Legendas em dupla leitura (fonte ampliada e Braille):Legendas para os recursos táteis (duas unidades).Audioguia com audiodescrição e Videoguia em Libras:- Audioguia com audiodescrição: orientação espacial pelo espaço expositivo para pessoas com deficiência visual, incluindo informações sobre os conteúdos, leitura dos textos expositivos e descrição de todos os recursos táteis.- Videoguia em Libras: Vídeo com intérprete de Libras sobre os conteúdos da exposição, podendo incluir imagens de alguns espaços, fotografias ou objetos para contextualizar o que está sendo explicado.Linguagem simples:Produção dos textos expositivos com base nos princípios da linguagem simples, ampliando a divulgação do conteúdo expositivo para todas as pessoas.Videocast:Produção com audiodescrição, legenda e janela de Libras do conteúdo que será gravado para o podcast.Vídeo:O documentário terá audiodescrição, janela de Libras e legendas LSE (legendas para surdos e ensurdecidos).Ação educativaEquipe:- 1 pessoa na supervisão (segunda à sexta).- 2 educadores (2 por período de 4h de segunda a sexta). Ao menos 1 deverá ser fluente em Libras e recomenda-se o incentivo a contratação de pessoas com deficiência.- 4 orientadores de público (2 a 4 horas cada por 3 dias na semana) que sejam pessoas com deficiência.Proposta de Quiz:Desenvolvimento de quiz online com perguntas sobre o teste do pezinho e conteúdos relacionados. Podem ser instalados QR Codes na exposição, para que os visitantes acessem e também divulgar a ação nas redes sociais.Atividades Educativas:- Visitas escolares e de universidades: disponibilizar um horário de manhã ou à tarde (segunda a sexta). As visitas poderão ter a duração de 1h30 a 2h, considerando o foco e as atividades propostas pela equipe educativa. Recomenda-se o agendamento de até 40 pessoas por grupos, acompanhados de 2 responsáveis, no caso de visitas escolares.- Visitas espontâneas: divulgação da exposição para os frequentadores do Instituto Jô Clemente.- Oficinas para famílias aos sábados, uma vez por mês, que contemplem uma visita pela exposição e uma atividade com jogos, pintura, teatro etc.- Palestras com especialistas, uma vez por mês, em dias alternados.

Democratização do acesso

DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSOEste projeto representa uma oportunidade única de ressignificar a percepção social sobre acessibilidade e inclusão. Ao conectar a narrativa histórica do teste do pezinho - um procedimento que democratiza o acesso à saúde preventiva - com a experiência de uma exposição plenamente acessível, criamos um poderoso instrumento de transformação cultural. A exposição transcende a simples narrativa histórica sobre um procedimento médico para estabelecer um diálogo profundo sobre inclusão e acessibilidade na sociedade brasileira. O teste do pezinho representa, em sua essência, um dos primeiros gestos de equidade em saúde que recebemos ao nascer - independentemente de origem social, etnia ou condição econômica. Serão realizadas oficinas de sensibilização para profissionais de saúde, educadores e gestores culturais, abordando tanto a importância do teste do pezinho quanto os princípios do desenho universal e da acessibilidade cultural. Desta forma, o projeto multiplica seu impacto ao formar agentes de transformação. A Lei Rouanet, ao fomentar iniciativas que incorporam acessibilidade como valor central, não apenas cumpre seu papel de democratização cultural, mas também contribui para a construção de uma sociedade que reconhece na diversidade humana uma fonte de riqueza e não um desafio a ser superado. Pretendemos com isso que a Exposição se estabeleça como um marco na intersecção entre saúde pública, patrimônio cultural e acessibilidade, demonstrando que a verdadeira inclusão começa com pequenos gestos que garantem grandes oportunidades para todos.Todas as ações que compõem este projeto serão gratuitas.Medidas de ampliação:Art. 47. Em complemento às medidas de democratização de acesso, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso:III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas;VI - realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores;VIII - estabelecer parceria visando à formação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público;

Ficha técnica

Instituto Jô Clemente - Proponente:Fundado em 1961 por Dona Jô Clemente, o Instituto Jô Clemente (IJC) é uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos, com mais de 64 anos de trajetória marcada pela integração entre ciência, cultura e cidadania. Desde sua origem, o IJC atua com base em um conceito ampliado de cultura, compreendendo-a como dimensão essencial da experiência humana e instrumento de transformação social. Nascido de um movimento de famílias e profissionais liderado por Dona Jô, o IJC sempre promoveu a educação, a pesquisa e a arte (Feira da Bondade; Agulhas de Ouro) como caminhos para o desenvolvimento humano e o fortalecimento da convivência solidária. A atuação cultural do IJC expressa-se em ações de valorização da memória, produção artística e acessibilidade comunicacional. A instituição preserva e difunde a história da inclusão no Brasil, com ênfase na trajetória de sua fundadora, símbolo de protagonismo feminino e inovação social. Exposições, publicações, oficinas e eventos culturais integram um programa contínuo de sensibilização social que reconhece a diversidade como patrimônio cultural imaterial brasileiro. Entre as iniciativas, destacam-se a Exposição Fotográfica “Apropriação da Paisagem” (Museu da Inclusão, 2023–2024), que reuniu obras de pessoas com Deficiência Intelectual e TEA, e o projeto “Inclusão, Mais que um Direito!”, voltado à capacitação de servidores públicos em acessibilidade cultural e direitos humanos. As Oficinas de Artes e Arteterapia configuram-se como espaços permanentes de criação e expressão, promovendo a autonomia artística e o protagonismo de seus participantes. Projetos como “Realidade Virtual para Inclusão” ampliam o acesso de públicos diversos à cultura e à informação, reconhecidos por prêmios nacionais e internacionais. Desde 2012, o IJC também desenvolve publicações e materiais educativos acessíveis, fortalecendo a interface entre cultura, saúde e educação. O IJC é hoje referência cultural e cidadã, onde arte, conhecimento e inclusão se unem em prol de uma sociedade mais justa e plural. Seu legado transcende a assistência, consolidando-se como movimento cultural de transformação, que faz da diferença humana uma expressão legítima da criatividade e do pertencimento coletivo.O proponente deste projeto, assume integral responsabilidade pela concepção, execução, gestão administrativa e financeira, acompanhamento técnico, produção e finalização do projeto, bem como pela observância das normas legais e regulamentares vigentes no âmbito da Lei Federal de Incentivo à Cultura.Carla Nieto Vidal - Curadoria:Historiadora especialista em gestão cultural. Formada em história pela PUC SP, com posterior especialização em gestão de projetos e gestão cultural (Sesc). Possui 25 anos de experiência profissional, atua na área da cultura, memória e cidades, desenvolvendo projetos, programas e serviços com ênfase em planos estratégicos de comunicação e captação para os setores público, privado e comunidades. Integrou a equipe da Expomus, por 11 anos, desenhando estratégias de planejamento, comunicação e captação para grandes exposições, nacionais e internacionais, instituições da cultura e museus brasileiros. Também integrou a equipe do Museu da Pessoa, onde coordenou a gestão de projetos de mobilização comunitária e institucionais. Desde 2018, atua como consultora independente para projetos ligados a cultura e ao conhecimento em associação no Gengibre Criativo, uma comunidade de trabalho colaborativa. Dentre os projetos que realizou descantam-se as ações para a elaboração dos planos museológicos do Museu da Imigração do Estado de São Paulo, Museu do Café do Estado de São Paulo, Fundação Dom Cabral, Masterplan do Projeto Madeira Mamoré, em Rondônia, Masterplan do Projeto Boroma Patrimônio, em Maputo, Moçambique, o Planejamento estratégico para captação de recursos para as obras de requalificação do Museu Paulista da Universidade de São Paulo e o Plano Museológico do Museu de Arte Moderna de São Paulo. Coordenou as estratégias de captação e de comunicação das exposições internacionais realizadas no Brasil e que foram as mais visitadas no mundo, no período em que se realizaram: O Triunfo da Cor, Impressionismo: Paris e a modernidade, ambas como o Museu d’Orsay, Paris; Picasso e a Modernidade Espanhola, como o Museu Reina Sofia, de Madri. Atuou também em projetos em colaboração com o Vaticano e a Embaixada do México. Memória Web (Perfil Cultural) - Produtora:Empresa especializada em projetos de memória empresarial e produção cultural. Estruturada para realizar projetos culturais para empresas e instituições, apresenta soluções completas dedicadas a preservar, comunicar e valorizar a história e identidade de seus clientes. A Memória Web idealizou e realizou o portal Memória Viva CPFL (2012) e Memória AVON (2021), organizou o portal da Associação Viva o Centro (2012/2013) e produziu diversas publicações para a FUNCESP, Eurofarma, Banco Santander Brasil. Atualmente é responsável pela gestão do projeto Memória Viva Natura&Co. Produziu diversas exposições: Programa Convivendo com Arte Edifício Sede Santander São Paulo (2014 a 2017), A Vastidão dos Mapas apresentada no MON (Curitiba), Palacete das Artes (Salvador) e MUnA (Uberlândia) (2017/2018), O Olhar Vertical / Tuca Reinés apresentada no espaço do Santander Cultural em Porto Alegre, no Palácio da Instrução em Cuiabá e no CCUFG em Goiânia (2015 a 2017), Jardins do Tempo - Pazé no Centro Cultural Banco do Brasil em São Paulo (2019). O Centenário Fellini no Mundo. Edifício Banco do Brasil São Paulo (2020), Gerenciamento da Coleta de Dados para o projeto expográfico do do Novo Museu do Ipiranga (2020). Criação do site Memória da AVON (2021). Elaboração e Produção da exposição inaugural do Museu Wheaton em São Bernardo do Campo/SP (2023).Porão Filmes - Produtora Audiovisual:Com mais de duas décadas de atuação, é uma produtora especializada em criações audiovisuais de médio e grande porte, com destaque em narrativas sensíveis e storytelling de impacto. Seu portfólio abrange filmes publicitários, institucionais, documentários e webséries, além de roteiros, animações e identidades sonoras. Reconhecida por sua qualidade técnica e criatividade, já produziu campanhas e conteúdos para marcas como Hypera Pharma, BASF, Royal Caribbean, Chevrolet, ESPN, Sebrae, Instituto Jô Clemente, entre outras. Destacam-se os projetos Prêmio Revista Claudia (2010), Universo Casuo (2011), ESPN Olimpíadas (2016), Passado Presente (History Channel, 2017), Websérie ZF Brasil (2024) e o Documentário Dona Jô Clemente (2025). A produtora acumula prêmios como Marketing Best 2023 e Galo de Ouro 2024 e atua em campanhas de relevância social, como Special Olympics Brasil, AMA, AACC e Campanha Pezinho de Ouro do Instituto Jô Clemente, reafirmando seu compromisso com a transformação social por meio da cultura e da comunicação.Alexsandro Souza /Dinamo Design - Projeto expográfico e Identidade VisualDesigner formado pela ESDI-UERJ, possui trajetória consolidada no campo cultural e institucional. Atuou entre 2006 e 2013 no estúdio Tecnopop, participando de projetos expográficos e de identidade visual para instituições como MAM-SP, CCBB-RJ, Museu da Língua Portuguesa, Caixa Cultural, Fundação Bienal e Biblioteca Nacional. Em 2014 fundou a Dínamo Design, estúdio especializado em design expositivo e identidade visual, com ampla atuação em museus e centros culturais, entre eles Museu da Imigração, Sescs 24 de Maio, Belenzinho e Consolação, Paço Imperial, Casa França-Brasil, CRAB e CCBBs de São Paulo e Rio de Janeiro. A Dínamo também realizou projetos gráficos para o Festival Varilux de Cinema Francês e para instituições internacionais, como Marres House (Holanda), Ellis Island Museum (Nova York), Tempelhof Flughafen (Berlim) e Fundação Cartier (Paris). O estúdio é referência em soluções visuais que integram design, arte e comunicação para o fortalecimento da cultura e da memória coletiva.

Providência

SITUAÇÃO CORRIGIDA AUTOMÁTICAMENTE PELO SISTEMA. PROJETO COM CAPTAÇÃO DE RECURSOS.

2027-12-30
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo